Captopril (Eurofarma)

EUROFARMA

Atualizado em 03/06/2015

Captopril (Eurofarma)

Medicamento genérico lei nº 9.787,de 1999

Comprimido

Forma Farmacêutica e Apresentações de Captopril

Comprimidos 12,5 mg. Embalagens contendo 30 comprimidos.Comprimidos 25 mg. Embalagens contendo 28 ou 30 comprimidos.
Comprimidos 50 mg. Embalagens contendo 28 ou 30 comprimidos.

USO ADULTO.
Uso oral

Composição de Captopril

Cada comprimido de captopril 12,5 mg contém:
captopril....................12,5 mg
Excipientes q.s.p....................1 comprimido
Excipientes: celulose microcristalina (avicel PH 102), ácido esteárico micronizado, amido de milho e lactose1 (spray dried).

Cada comprimido de captopril 25 mg contém:
captopril....................25 mg
Excipientes q.s.p....................1 comprimido
Excipientes: celulose microcristalina (avicel PH 102), ácido esteárico micronizado, amido de milho e lactose1 (spray dried).

Cada comprimido de captopril 50 mg contém:
captopril....................50 mg
Excipientes q.s.p....................1 comprimido
Excipientes: celulose microcristalina (avicel PH 102), ácido esteárico micronizado, amido de milho e lactose1 (spray dried).

Informações ao Paciente de Captopril

Ação esperada do medicamentocaptopril reduz a pressão arterial2, as reduções máximas da pressão arterial2 normalmente são observadas 60 a 90 minutos após a ingestão da dose. A diminuição da pressão arterial2 pode ser progressiva; assim, para se obter melhores efeitos terapêuticos, podem ser necessárias várias semanas de tratamento.

Cuidados de armazenamento
Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz.

Prazo de validade
Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade de captopril é de 24 meses, contados a partir da data de fabricação impressa em sua embalagem externa.
NÃO USE MEDICAMENTOS COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

Gravidez3 e lactação4
captopril não deve ser administrado quando houver suspeita ou durante a gravidez3 e lactação4, a não ser que, a critério médico, os benefícios do tratamento esperados para a mãe superem os riscos potenciais para o feto5. Pacientes do sexo feminino em idade de engravidar devem ser avisadas com relação aos riscos da exposição aos inibidores da Enzima6 Conversora de Angiotensina (ECA) no segundo e terceiro trimestres, que não parecem ser resultado da exposição intrauterina ao inibidor da Enzima6 Conversora de Angiotensina (ECA) limitada ao primeiro trimestre.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informe seu médico se está amamentando.

Cuidados de administração
Os comprimidos de captopril podem apresentar um leve odor de enxofre, que não compromete a sua eficácia.
Os pacientes devem ser informados que captopril deve ser tomado 1 hora antes das refeições.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Somente o médico poderá avaliar a eficácia da terapia. A interrupção do tratamento pode ocasionar a não obtenção dos resultados esperados.

Reações adversas
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: tosse seca, persistente e dor de cabeça7. As reações adversas ocasionais são diarréia8, perda do paladar9, fadiga10 e náusea11.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias
O paciente deve ser avisado para não usar diuréticos12 poupadores de potássio, suplementos de potássio ou substitutos de sal contendo potássio sem consultar o seu médico.
A administração concomitante de captopril com outro medicamento ficará a critério médico.

Contra-indicações e precauções
O uso deste medicamento é contra-indicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao captopril e/ou demais componentes da formulação.Os pacientes devem ser advertidos para relatar imediatamente ao seu médico quaisquer sinais13 ou sintomas14 que possam ser indícios de angioedema15, tais como: inchaço16 da face17, pálpebras18, lábios, língua19, laringe20 e extremidades,
assim como dificuldade para engolir ou respirar, ou rouquidão. Em qualquer uma dessas condições, o medicamento deverá ser suspenso (vide item "Advertências").
O paciente deve ser avisado para relatar imediatamente ao seu médico qualquer sintoma21 de infecção22 (p. ex., dor de garganta23 e febre24), que não responda prontamente à terapia padrão.
Todos os pacientes devem ser advertidos que a transpiração25 excessiva e desidratação26 podem levar a uma excessiva queda da pressão arterial2, devido à redução do volume de fluidos.
O paciente com insuficiência cardíaca27 sob terapia com captopril deve ser alertado contra o rápido aumento na atividade física.
Este medicamento não deve ser administrado durante a gravidez3.
A administração de captopril em crianças é contra-indicada pois não há evidências de estudos que comprovem sua segurança e eficácia em uso pediátrico.
Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE28.

Informações Técnicas de Captopril

Características de Captopril

Modo de AçãoO exato mecanismo de ação do captopril ainda não foi completamente elucidado. Os efeitos benéficos do captopril na hipertensão29 e na insuficiência cardíaca27 parecem resultar principalmente da supressão do sistema renina-angiotensina-aldosterona, resultando em concentrações séricas diminuídas de angiotensina II e aldosterona. Entretanto, não há uma correlação consistente entre os níveis da renina e a resposta à droga. A redução da angiotensina II leva a uma secreção diminuída de aldosterona e, como resultado, podem ocorrer pequenos aumentos de potássio sérico, juntamente com perda de sódio e fluidos.
A enzima6 conversora de angiotensina (ECA) é idêntica à bradicininase e o captopril também pode interferir na degradação da bradicinina30, provocando aumentos das concentrações de bradicinina30 ou de prostaglandina31 E2.

Farmacocinética
O captopril é rapidamente absorvido por via oral; os picos sangüíneos ocorrem em cerca de 1 hora. A absorção mínima média é de aproximadamente 75%. A presença de alimento no trato gastrintestinal reduz a absorção em cerca de 30 a 40% portanto, captopril deve ser administrado 1 hora antes das refeições.
Aproximadamente 25 à 30% da droga circulante liga-se às proteínas32 plasmáticas. A meia vida de eliminação aparente no sangue33 é, provavelmente, menor do que 3 horas. Mais de 95% da dose absorvida é eliminada na urina34: 40 a 50% como droga inalterada e o restante, como metabólitos35 (dímero dissulfeto do captopril e dissulfeto captopril-cisteína). O comprometimento renal36 pode resultar em acúmulo da droga. Estudos em animais indicam que o captopril não atravessa a barreira hemato-encefálica37 em quantidades significativas.

Farmacodinâmica
Reduções máximas da pressão arterial2 são freqüentemente observadas 60 à 90 minutos após administração oral de uma dose individual de captopril. A duração do efeito é relacionada à dose. A redução da pressão arterial2 pode ser progressiva; assim, para se atingir os efeitos terapêuticos máximos, podem ser necessárias várias semanas de tratamento. Os efeitos hipotensores do captopril e dos diuréticos12 tipo tiazídicos são aditivos. A pressão arterial2 é reduzida com a mesma intensidade, tanto na posição ereta, quanto supina. Os efeitos ortostáticos e taquicardia38 são infreqüentes, porém, podem ocorrer em pacientes com depleção39 de volume. Não foi observado nenhum aumento abrupto da pressão arterial2 após a interrupção súbita de captopril. Em pacientes com insuficiência cardíaca27, demonstrou-se reduções significativas da resistência vascular40 periférica (sistêmica) e da pressão arterial2 (pós-carga), redução da pressão capilar41 pulmonar (pré-carga) e da resistência vascular40 pulmonar. Demonstrou-se aumento do débito cardíaco42 e do tempo de tolerância ao exercício (TTE). Estes efeitos clínicos e hemodinâmicos ocorrem após a primeira dose e parecem persistir durante todo o período da terapia. Observou-se melhora clínica em alguns
pacientes onde os efeitos hemodinâmicos agudos foram mínimos.

Estudos Clínicos
captopril foi o primeiro inibidor da Enzima6 Conversora de Angiotensina (ECA) a comprovar eficácia na prevenção da morbidade43 e da mortalidade44 decorrentes da hipertensão29. O estudo CAPPP "Captopril Prevention Project" foi um estudo prospectivo45, randomizado46, de tipo aberto, com avaliação cega dos objetivos finais. Foram incluídos 10.985 pacientes, com idades entre 25 e 65 anos, com pressão arterial diastólica47 igual ou superior a 100 mmHg, foram randomizados para captopril ou para o tratamento anti-hipertensivo convencional (diuréticos12, beta-bloqueadores).
O captopril e o tratamento convencional não diferiram quanto à eficácia na prevenção da morbidade43 e mortalidade44 cardiovasculares (RR=1,05, p=0,52). captopril reduziu o risco de eventos cardiovasculares fatais (RR=0,77, p=0,091). captopril reduziu o risco de desenvolvimento de diabetes mellitus48 (RR=0,86; p=0,040). Nos pacientes hipertensos e diabéticos captopril reduziu o risco de eventos cardíacos totais (RR=0,54; p=0,034). Nos pacientes hipertensos recém-diagnosticados, ou seja, sem tratamento anti-hipertensivo prévio, captopril reduziu o risco de desenvolvimento de diabetes mellitus48 (RR=0,78, p=0,041) e também reduziu o risco de eventos cardiovasculares fatais em 46% (RR=0,54, p=0,015).
O tratamento com captopril resultou em melhoria da sobrevida49 a longo prazo e dos resultados clínicos no estudo SAVE - "Survival and Ventricular Enlargement", com 2.231 pacientes com infarto do miocárdio50.
O estudo multicêntrico, randomizado46, duplo-cego, controlado por placebo51, envolveu pacientes (com idade entre 21-79 anos) que demonstravam disfunção ventricular esquerda (fração de ejeção ? 40%) sem manifestação de insuficiência cardíaca27.
Especificamente, o captopril reduziu:
- todas as causas de mortalidade44 (redução do risco em 19%, p = 0,022);
- a incidência52 de morte cardiovascular (redução do risco em 21%, p= 0,017);
- manifestações de insuficiência cardíaca27, onde se faz necessário a introdução ou o aumento de digitálicos e diuréticos12 (redução do risco em 19%, p = 0,008) ou da terapia com inibidores da Enzima6 Conversora de Angiotensina (ECA) (redução do risco em 35%, p < 0,001);
- casos de hospitalização por insuficiência cardíaca27 (redução do risco em 20%, p = 0,034);
- casos de infarto do miocárdio50 clínico recorrente (redução do risco em 25%, p = 0,011);
- a necessidade de condutas de revascularização coronariana (revascularização cirúrgica do miocárdio53 e angioplastia54 coronária transluminal percutânea - redução do risco em 24%, p = 0,014).
O captopril melhorou a sobrevida49 e os resultados clínicos mesmo quando adicionada a outras terapias pós-infarto do miocárdio50, tais como com trombolíticos, beta-bloqueadores ou ácido acetilsalicílico.
Os mecanismos pelos quais o captopril resulta nessas melhorias incluem a atenuação da dilatação progressiva e da deterioração da função do ventrículo esquerdo e a inibição da ativação neuro-humoral55.
Em estudo multicêntrico, duplo-cego, controlado por placebo51 em 409 pacientes com diabetes mellitus48 insulino-dependentes, retinopatia e proteinúria56, com ou sem hipertensão29 (permitiu-se o tratamento com agentes anti-hipertensivos convencionais para se obter o controle da pressão arterial2), o tratamento com captopril resultou em redução de 51% do risco de duplicação da creatinina57 sérica (p? 0,01), além da redução em 51% do risco de morbidade43/mortalidade44 no estágio final da doença renal36 (diálise58 ou transplante renal36) ou morte (p? 0,01).
Os efeitos do tratamento com captopril sobre a manutenção da função renal36 são adicionais a qualquer benefício alcançado a partir da redução da pressão arterial2.
Nos pacientes com diabetes mellitus48 e microalbuminúria59, o captopril reduziu a taxa de excreção da albumina60 e atenuou o declínio da taxa de filtração gromerular durante 2 anos de tratamento.

Indicações de Captopril

Reduz a pressão arterial2 nos casos de:
Hipertensão29
captopril é indicado para o tratamento da hipertensão29.
Insuficiência Cardíaca27
captopril é indicado no tratamento da insuficiência cardíaca congestiva61 em associação com diuréticos12 e digitálicos.
O efeito benéfico de captopril na insuficiência cardíaca27 não requer a presença de digitálicos.
Infarto do Miocárdio50
O captopril é indicado como terapia pós-infarto do miocárdio50 em pacientes clinicamente estáveis com disfunção ventricular esquerda assintomática ou sintomática62, para melhorar a sobrevida49, protelar o início da insuficiência cardíaca27 sintomática62, reduzir internações por insuficiência cardíaca27 e diminuir a incidência52 de infarto do miocárdio50 recorrente e as condutas de revascularização coronariana.
Nefropatia63 Diabética
O captopril é indicado para o tratamento de nefropatia63 diabética (proteinúria56 >500 mg/dia) em pacientes com diabetes mellitus48 insulino-dependentes. Nestes pacientes, o captopril previne a progressão da doença renal36 e reduz seqüelas clínicas associadas (diálise58, transplante renal36 e morte).

Contra- Indicações de Captopril

ESTE MEDICAMENTO É CONTRA-INDICADO EM CASOS DE HIPERSENSIBILIDADE CONHECIDA AO CAPTOPRIL E/OU QUALQUER COMPONENTE DA FORMULAÇÃO OU A OUTRO INIBIDOR DA ENZIMA6 CONVERSORA DA ANGIOTENSINA (P. EX., PACIENTE QUE TENHA APRESENTADO ANGIOEDEMA15 DURANTE A TERAPIA COM QUALQUER OUTRO INIBIDOR DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA - ECA.

Advertências de Captopril

ANGIOEDEMA15
OBSERVOU-SE ANGIOEDEMA15 EM PACIENTES TRATADOS COM INIBIDORES DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA (ECA), INCLUINDO-SE O CAPTOPRIL. SE O ANGIOEDEMA15 ENVOLVER A LÍNGUA19, GLOTE64 OU LARINGE20, PODERÁ OCORRER A OBSTRUÇÃO DAS VIAS AÉREAS E SER FATAL. A TERAPIA DE EMERGÊNCIA65 DEVERÁ SER INSTITUÍDA IMEDIATAMENTE.
O EDEMA66 CONFINADO À FACE17, MEMBRANAS MUCOSAS67 DA BOCA68, LÁBIOS E EXTREMIDADES, GERALMENTE DESAPARECEM COM A DESCONTINUAÇÃO DO CAPTOPRIL;
ALGUNS CASOS NECESSITARAM DE TERAPIA MÉDICA.
REAÇÕES ANAFILÁTICAS69 DURANTE DESSENSIBILIZAÇÃO70
DOIS PACIENTES SOB TRATAMENTO COM OUTRO INIBIDOR DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA (ECA) SUBMETENDO-SE A UM TRATAMENTO DE DESSENSIBILIZAÇÃO70 COM VENENO DE HYMENOPTERA, SOFRERAM REAÇÕES ANAFILÁTICAS69 COM RISCO DE VIDA. NESTES MESMOS PACIENTES, AS REAÇÕES FORAM EVITADAS QUANDO A ADMINISTRAÇÃO DO INIBIDOR DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA (ECA) FOI TEMPORARIAMENTE INTERROMPIDA, MAS ELAS REAPARECEM QUANDO DE UMA NOVA ADMINISTRAÇÃO. PORTANTO, CUIDADO É NECESSÁRIO EM PACIENTES TRATADOS COM INIBIDORES DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA (ECA) E SOB TAIS PROCEDIMENTOS DE DESSENSIBILIZAÇÃO70.
REAÇÕES ANAFILÁTICAS69 DURANTE DIÁLISE58 DE ALTO FLUXO/EXPOSIÇÃO A MEMBRANAS DE AFERESE LIPOPROTÉICA
REAÇÕES ANAFILÁTICAS69 TÊM SIDO RELATADAS EM PACIENTES HEMODIALISADOS COM MEMBRANA DE DIÁLISE58 DE ALTO FLUXO, TRATADOS CONCOMITANTEMENTE COM UM INIBIDOR DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA (ECA). REAÇÕES ANAFILÁTICAS69 TAMBÉM TÊM SIDO RELATADAS EM PACIENTES SOB AFERESE DE LIPOPROTEÍNAS DE BAIXA DENSIDADE COM ABSORÇÃO DE SULFATO DE DEXTRANO. NESTES PACIENTES, DEVE-SE CONSIDERAR A UTILIZAÇÃO DE UM TIPO DIFERENTE DE MEMBRANA DE DIÁLISE58 OU UMA DIFERENTE CLASSE DE MEDICAMENTO.
NEUTROPENI A / GRANULOCITOSE
A NEUTROPENIA71 É MUITO RARA (< 0,02%) EM PACIENTES HIPERTENSOS COM FUNÇÃO RENAL36 NORMAL (CRS < 1,6 MG/DL72, SEM DOENÇA VASCULAR40 DE COLÁGENO73).
EM PACIENTES COM ALGUM GRAU DE INSUFICIÊNCIA RENAL74 (CREATININA57 SÉRICA DE PELO MENOS 1,6 MG/DL72), MAS SEM DOENÇA VASCULAR40 DE COLÁGENO73, O RISCO DA NEUTROPENIA71 NOS ESTUDOS CLÍNICOS FOI DE CERCA DE 0,2%.
O USO CONCOMITANTE DE ALOPURINOL E CAPTOPRIL FOI ASSOCIADO À NEUTROPENIA71.
EM PACIENTES COM DOENÇAS VASCULARES75 DE COLÁGENO73 (P. EX., LÚPUS76 ERITEMATOSO77 SISTÊMICO78, ESCLERODERMA) E INSUFICIÊNCIA RENAL74, A NEUTROPENIA71
OCORREU EM 3,7% DOS PACIENTES EM ESTUDOS CLÍNICOS.
RELATA-SE NEUTROPENIA71 GERALMENTE APÓS 3 MESES DO INÍCIO DA ADMINISTRAÇÃO DE CAPTOPRIL. EXAMES DA MEDULA ÓSSEA79 EM PACIENTES COM NEUTROPENIA71
MOSTRARAM CONSISTENTEMENTE HIPOPLASIA80 MIELÓIDE, FREQÜENTEMENTE ACOMPANHADA POR HIPOPLASIA80 ERITRÓIDE E DIMINUIÇÃO NO NÚMERO DE MEGACARIÓCITOS (EX.: MEDULA ÓSSEA79 HIPOPLÁSTICA E PANCITOPENIA81), ALGUMAS VEZES FORAM OBSERVADOS ANEMIA82 E TROMBOCITOPENIA83.
EM GERAL, A CONTAGEM DE NEUTRÓFILOS84 VOLTOU AO NORMAL EM CERCA DE DUAS SEMANAS APÓS A DESCONTINUAÇÃO DO CAPTOPRIL, E AS INFECÇÕES85 GRAVES SE LIMITARAM AOS PACIENTES CLINICAMENTE COMPLICADOS. CERCA DE 13% DOS CASOS DE NEUTROPENIA71 TIVERAM UM FIM FATAL, MAS QUASE TODAS AS FATALIDADES OCORRERAM EM PACIENTES GRAVEMENTE ENFERMOS, COM DOENÇAS VASCULARES75 DE COLÁGENO73, INSUFICIÊNCIA RENAL74, INSUFICIÊNCIA CARDÍACA27 OU TERAPIA IMUNOSSUPRESSORA OU UMA COMBINAÇÃO DESTES FATORES AGRAVANTES.
SE O CAPTOPRIL FOR UTILIZADO EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL74, DEVE-SE REALIZAR CONTAGEM DE LEUCÓCITOS86 E CONTAGENS DIFERENCIAIS ANTES DO INÍCIO DO TRATAMENTO E A INTERVALOS APROXIMADOS DE DUAS SEMANAS DURANTE CERCA DE 3 MESES, E PERIODICAMENTE DEPOIS DISSO.
EM PACIENTES COM DOENÇA VASCULAR40 DE COLÁGENO73 OU QUE ESTEJAM EXPOSTOS A OUTRAS DROGAS QUE CONHECIDAMENTE AFETAM OS LEUCÓCITOS86 OU A RESPOSTA IMUNOLÓGICA, PRINCIPALMENTE QUANDO HÁ INSUFICIÊNCIA RENAL74, O CAPTOPRIL DEVERÁ SER EMPREGADO, COM CUIDADO, SOMENTE APÓS UMA AVALIAÇÃO DO RISCO E BENEFÍCIO.
JÁ QUE A INTERRUPÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO DE CAPTOPRIL E DE OUTRAS DROGAS GERALMENTE LEVAM AO PRONTO RESTABELECIMENTO DA CONTAGEM LEUCÓCITÁRIA A VALORES NORMAIS, QUANDO DA CONFIRMAÇÃO DA NEUTROPENIA71 (CONTAGEM DE NEUTRÓFILOS84 < 1000/mm3), O MÉDICO DEVERÁ SUSPENDER O MEDICAMENTO E ACOMPANHAR CUIDADOSAMENTE O PACIENTE.
PROTEINÚRIA56
PROTEÍNA URINÁRIA TOTAL SUPERIOR A 1 G/DIA FOI OBSERVADA EM CERCA DE 0,7% DOS PACIENTES TOMANDO CAPTOPRIL.
CERCA DE 90% DOS PACIENTES AFETADOS APRESENTARAM EVIDÊNCIAS DE DOENÇA RENAL36 ANTERIOR OU RECEBERAM DOSES RELATIVAMENTE ELEVADAS DE CAPTOPRIL (ACIMA DE 150 MG/DIA), OU AMBOS.
EM ESTUDO MULTICÊNTRICO, DUPLO-CEGO, CONTROLADO POR PLACEBO51, ENVOLVENDO 207 PACIENTES COM NEFROPATIA63 DIABÉTICA E PROTEINÚRIA56 (? 500 MG/DIA), QUE RECEBERAM 75 MG/DIA DE CAPTOPRIL.
DURANTE UMA MÉDIA DE 3 ANOS, HOUVE UMA CONSISTENTE REDUÇÃO DA PROTEINÚRIA56. NÃO SE SABE SE A TERAPIA A LONGO PRAZO TERIA EFEITOS SIMILARES EM PACIENTES COM OUTROS TIPOS DE DOENÇA RENAL36.
PACIENTES COM DOENÇA RENAL36 ANTERIOR OU AQUELES RECEBENDO CAPTOPRIL EM DOSES SUPERIORES A 150 MG, DEVERÃO FAZER UMA AVALIAÇÃO DA PROTEÍNA URINÁRIA ANTES DO TRATAMENTO (FEITA NA PRIMEIRA URINA34 DA MANHÃ) E DEPOIS, REALIZAR O TESTE PERIODICAMENTE.
HIPOTENSÃO87
RARAMENTE OBSERVOU-SE HIPOTENSÃO87 EXCESSIVA EM PACIENTES HIPERTENSOS, MAS É UMA CONSEQÜÊNCIA POSSÍVEL DO USO DE CAPTOPRIL EM INDIVÍDUOS SAL/VOLUME-DEPLETADOS (TAIS COMO AQUELES TRATADOS VIGOROSAMENTE COM DIURÉTICOS12), PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA CARDÍACA27 OU NAQUELES PACIENTES QUE ESTÃO SENDO SUBMETIDOS A DIÁLISE58 RENAL36.
NA HIPERTENSÃO29, A CHANCE DE OCORRER EFEITOS HIPOTENSORES COM AS DOSES INICIAIS DE CAPTOPRIL PODEM SER MINIMIZADAS PELA DESCONTINUAÇÃO DO DIURÉTICO88 OU PELO AUMENTO DA INGESTÃO DE SAL A PROXIMADAMENTE 1 SEMANA ANTES DO INÍCIO DO TRATAMENTO COM CAPTOPRIL OU INICIANDO-SE A TERAPIA COM DOSES PEQUENAS (6,25 OU 12,5 MG). PODE SER ACONSELHÁVEL UM ACOMPANHAMENTO MÉDICO POR PELO MENOS 1 HORA APÓS A DOSE INICIAL.
UMA RESPOSTA HIPOTENSORA TRANSITÓRIA NÃO É UMA CONTRA-INDICAÇÃO PARA DOSES SUBSEQÜENTES, QUE PODEM SER ADMINISTRADAS SEM DIFICULDADE UMA VEZ QUE A PRESSÃO SE ELEVE.
NA INSUFICIÊNCIA CARDÍACA27, QUANDO A PRESSÃO SANGÜÍNEA89 FOI NORMAL OU BAIXA, REGISTROU-SE DIMINUIÇÕES TRANSITÓRIAS NA PRESSÃO SANGÜÍNEA89 MÉDIA SUPERIORES A 20% EM CERCA DA METADE DOS PACIENTES.
É MAIS PROVÁVEL QUE ESTA HIPOTENSÃO87 TRANSITÓRIA OCORRA APÓS QUALQUER DAS VÁRIAS DOSES INICIAIS E GERALMENTE É BEM TOLERADA, SENDO ASSINTOMÁTICA OU PRODUZINDO UMA BREVE SENSAÇÃO DE CABEÇA7 VAZIA.
DEVIDO À QUEDA POTENCIAL DA PRESSÃO ARTERIAL2 NESTES PACIENTES, A TERAPIA DEVERÁ SER INICIADA SOB RIGOROSO MONITORAMENTO MÉDICO. UMA DOSE INICIAL DE 6,25 OU 12,5 MG , 3 VEZES AO DIA, PODE MINIMIZAR O EFEITO HIPOTENSIVO. OS PACIENTES DEVERÃO SER CUIDADOSAMENTE ACOMPANHADOS, DURANTE AS PRIMEIRAS DUAS SEMANAS DE TRATAMENTO E SEMPRE QUE A DOSE DE CAPTOPRIL E/OU DIURÉTICO88 FOR AUMENTADA.
A HIPOTENSÃO87 POR SI SÓ NÃO É UMA RAZÃO PARA A INTERRUPÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO DE CAPTOPRIL. A MAGNITUDE DA QUEDA DE PRESSÃO É MAIOR NO INÍCIO DO TRATAMENTO E ESTE EFEITO SE ESTABILIZA NO PRAZO DE 1 OU 2 SEMANAS. GERALMENTE COM RETORNO DOS NÍVEIS DE PRESSÃO PRÉ-TRATAMENTO, SEM DIMINUIÇÃO DA EFICÁCIA TERAPÊUTICA90, NO PRAZO DE 2 MESES.
MORBIDADE43 E MORTALIDADE44 FETAL /NEONATAL
QUANDO USADOS NA GRAVIDEZ3 DURANTE O SEGUNDO E TERCEIRO TRIMESTRES, OS INIBIDORES DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA (ECA) PODEM CAUSAR DANOS AO DESENVOLVIMENTO E MESMO MORTE FETAL. QUANDO A GRAVIDEZ3 FOR DETECTADA, CAPTOPRIL DEVE SER DESCONTINUADO O QUANTO ANTES.
INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA91
EM RARAS OCASIÕES, OS INIBIDORES DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA (ECA) TÊM SIDO ASSOCIADOS COM UMA SÍNDROME92 QUE SE INICIA COM ICTERÍCIA93 COLESTÁTICA E PROGRIDE PARA UMA NECROSE94 HEPÁTICA95 FULMINANTE E MORTE (ALGUMAS VEZES). OS MECANISMOS DESTA SÍNDROME92 NÃO SÃO CONHECIDOS.
PACIENTES RECEBENDO INIBIDORES DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA (ECA) QUE DESENVOLVERAM ICTERÍCIA93 OU ELEVAÇÕES ACENTUADAS DAS ENZIMAS HEPÁTICAS96 DEVEM DESCONTINUAR O TRATAMENTO COM INIBIDORES DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA (ECA) E RECEBER ACOMPANHAMENTO MÉDICO APROPRIADO.

Precaução de Captopril

INSUFICIÊNCIA97 RENALHIPERTENSÃO
ALGUNS PACIENTES COM DOENÇA RENAL36, PRINCIPALMENTE COM GRAVE ESTENOSE98 DE ARTÉRIA RENAL99, APRESENTARAM AUMENTOS DA URÉIA100 E CREATININA57 SÉRICAS APÓS A REDUÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL2 COM CAPTOPRIL. A REDUÇÃO DA POSOLOGIA DE CAPTOPRIL E/OU DESCONTINUAÇÃO DO DIURÉTICO88 PODEM SER NECESSÁRIAS.
INSUFICIÊNCIA CARDÍACA27
CERCA DE 20% DOS PACIENTES APRESENTAM ELEVAÇÕES ESTÁVEIS DA URÉIA100 E CREATININA57 SÉRICAS 20% ACIMA DO NORMAL OU DO PATAMAR DE REFERÊNCIA, COM TRATAMENTOS PROLONGADOS REALIZADOS COM CAPTOPRIL. MENOS DE 5% DOS PACIENTES, GERALMENTE AQUELES COM GRAVES DOENÇAS RENAIS PRÉEXISTENTES, NECESSITARAM DA DESCONTINUAÇÃO DO TRATAMENTO DEVIDO AOS VALORES PROGRESSIVAMENTE CRESCENTES DE CREATININA57.
HIPERCALEMIA101
ELEVAÇÕES NO POTÁSSIO SÉRICO FORAM OBSERVADAS EM ALGUNS PACIENTES TRATADOS COM INIBIDORES DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA (ECA), INCLUINDO-SE O CAPTOPRIL. O RISCO DE DESENVOLVIMENTO DE HIPERCALEMIA101, QUANDO EM TRATAMENTO COM INIBIDORES DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA (ECA), EXISTE EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL74, DIABETE MELLITUS E NAQUELES USANDO CONCOMITANTEMENTE DIURÉTICOS12 POUPADORES DE POTÁSSIO, SUPLEMENTOS DE POTÁSSIO OU SUBSTITUTOS DO SAL CONTENDO POTÁSSIO OU OUTRAS DROGAS ASSOCIADAS COM AUMENTOS DE POTÁSSIO SÉRICO (P. EX., HEPARINA).
TOSSE
RELATA-SE TOSSE COM O USO DE INIBIDORES DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA (ECA). CARACTERISTICAMENTE, ESTA É UMA TOSSE PERSISTENTE E NÃO PRODUTIVA E DESAPARECE APÓS A DESCONTINUAÇÃO DA TERAPIA.
A TOSSE INDUZIDA POR INIBIDOR DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA (ECA) DEVE SER CONSIDERADA COMO PARTE DO DIAGNÓSTICO102 DIFERENCIAL DA TOSSE.
CIRURGIA ANESTESIA103
DURANTE GRANDES CIRURGIAS OU DURANTE A ANESTESIA103 COM AGENTES QUE PRODUZEM HIPOTENSÃO87, O CAPTOPRIL IRÁ BLOQUEAR A FORMAÇÃO DE ANGIOTENSINA II SECUNDÁRIA À LIBERAÇÃO COMPENSATÓRIA DE RENINA. SE A HIPOTENSÃO87 OCORRER E FOR CONSIDERADA COMO SENDO DEVIDO A ESTE MECANISMO, PODERÁ SER CORRIGIDA PELA EXPANSÃO DE VOLUME.
•  USO DURANTE A GRAVIDEZ3 E LACTAÇÃO4
CATEGORIA "C" (PRIMEIRO TRIMESTRE) E "D" (SEGUNDO E TERCEIRO TRIMESTRES). VIDE ITEM "ADVERTÊNCIAS" - MORBIDADE43 E MORTALIDADE44 FETAL /NEONATAL.
AS CONCENTRAÇÕES DE CAPTOPRIL NO LEITE MATERNO CORRESPONDEM A 1% DAQUELAS EXISTENTES NO SANGUE33 MATERNO. DEVIDO AO POTENCIAL DO CAPTOPRIL EM CAUSAR REAÇÕES ADVERSAS SEVERAS NOS LACTENTES104, DEVE-SE TOMAR UMA DECISÃO ENTRE SE DESCONTINUAR A AMAMENTAÇÃO105 OU SUSPENDER O MEDICAMENTO, LEVANDO-SE EM CONTA A IMPORTÂNCIA DO CAPTOPRIL PARA A MÃE.
•  USO DURANTE PEDIÁTRICO
A SEGURANÇA E A EFICÁCIA DO CAPTOPRIL EM CRIANÇAS NÃO FOI ESTABELECIDA.
•  EFEITOS SOBRE A HABILIDADE DE DIRIGIR VEÍCULOS E/OU OPERAR MÁQUINAS
NÃO HÁ EVIDÊNCIAS DE QUE CAPTOPRIL DIMINUA A HABILIDADE DE DIRIGIR VEÍCULOS E/OU OPERAR MÁQUINAS.

Interações Medicamentosas de Captopril

HIPOTENSÃO87
PACIENTES EM TERAPIA COM DIURÉTICOS12
PACIENTES TOMANDO DIURÉTICOS12 E PRINCIPALMENTE AQUELES NOS QUAIS A TERAPIA COM DIURÉTICOS12 FOI INSTITUÍDA RECENTEMENTE, BEM COMO AQUELES COM INTENSAS RESTRIÇÕES DIETÉTICAS DE SAL OU EM DIÁLISE58, PODERÃO APRESENTAR, OCASIONALMENTE, UMA REDUÇÃO BRUSCA DA PRESSÃO ARTERIAL2, GERALMENTE NA PRIMEIRA HORA APÓS TEREM RECEBIDO A DOSE INICIAL DE CAPTOPRIL.
AGENTES COM ATIVIDADE VASODILATADORA
DROGAS COM ATIVIDADE VASODILATADORA DEVERÃO SER ADMINISTRADAS COM CUIDADO, CONSIDERANDO-SE O USO DE DOSES MENORES.
AGENTES QUE AFETAM A ATIVIDADE SIMPÁTICA
AGENTES QUE AFETAM A ATIVIDADE SIMPÁTICA (P. EX., AGENTES BLOQUEADORES GANGLIONARES OU AGENTES BLOQUEADORES DE NEURÔNIOS106 ADRENÉRGICOS107) DEVEM SER USADOS COM CAUTELA.
AGENTES QUE AUMENTAM O POTÁSSIO SÉRICO
AGENTES POUPADORES DE POTÁSSIO, TAIS COMO A ESPIRONOLACTONA , TRIANTERENO OU AMILORIDA , OU SUPLEMENTOS DE POTÁSSIO , DEVERÃO SER ADMINISTRADOS APENAS PARA HIPOCALEMIA108 DOCUMENTADA E, ENTÃO, COM CAUTELA , JÁ QUE PODEM LEVAR A UM AUMENTO SIGINIFICATIVO DO POTÁSSIO SÉRICO. OS SUBSTITUTOS DO SAL CONTENDO POTÁSSIO DEVERÃO SER TAMBÉM USADOS COM CAUTELA.
INIBIDORES DA SÍNTESE ENDÓGENA DE PROSTAGLANDINAS109
HÁ RELATOS DE QU E A INDOMETACINA PODE REDUZIR O EFEITO ANTI-HIPERTENSIVO DO CAPTOPRIL, PRINCIPALMENTE EM CASOS DE HIPERTENSÃO29 COM RENINA BAIXA. OUTROS AGENTES ANTINFLAMATÓRIOS NÃO-ESTERÓIDES (P. EX., ÁCIDO ACETILSALICÍLICO ) TAMBÉM PODEM APRESENTAR ESTE EFEITO .
LÍTIO
RELATA-SE AUMENTO DOS NÍVEIS SÉRICOS DE LÍTIO E SINTOMAS14 DE TOXICIDADE110 DO LÍTIO EM PACIENTES RECEBENDO CONCOMITANTEMENTE LÍTIO E INIBIDORES DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA (ECA). ESTAS DROGAS DEVEM SER ADMINISTRADAS COM CUIDADO E RECOMENDA-SE MONITORIZAÇÃO FREQÜENTE DOS NÍVEIS SÉRICOS DE LÍTIO. SE UM DIURÉTICO88 FOR USADO CONCOMITANTEMENTE, OS RISCOS DE TOXICIDADE110 PELO LÍTIO AUMENTAM.

Alteração de Exames Laboratoriais de Captopril

ACETONA URINÁRIA: PODE RESULTAR EM FALSO-POSITIVOELETRÓLITOS111 DO SORO112
-HIPERCALEMIA101: PRINCIPALMENTE EM PACIENTES COM INSUFICIÊNCIA RENAL74
-HIPONATREMIA113: PRINCIPALMENTE EM PACIENTES SOB DIETA COM RESTRIÇÃO DE SAL OU SOB TRATAMENTO CONCOMITANTE COM DIURÉTICOS12.
URÉIA100/ CREATININA57 SÉRICA
ELEVAÇÃO TRANSITÓRIA DOS NÍVEIS DE URÉIA100 E CREATININA57 SÉRICA PRINCIPALMENTE EM PACIENTES VOLUME OU SAL-DEPLETADOS OU COM HIPERTENSÃO29 RENOVASCULAR.
HEMATOLÓGICA
OCORRÊNCIA DE TÍTULOS POSITIVOS DE ANTI-CORPO ANTI-NÚCLEO.
TESTES DE FUNÇÃO HEPÁTICA95
PODEM OCORRER ELEVAÇÕES DAS TRANSAMINASES, FOSFATASE ALCALINA114 E BILIRRUBINA115 SÉRICA.

Reações Adversas de Captopril

DERMATOLÓGICAS: ERUPÇÕES CUTÂNEAS116, FREQÜENTEMENTE COM PRURIDO117 E ALGUMAS VEZES COM FEBRE24, ARTRALGIA118 E EOSINOFILIA119, OCORRERAM EM CERCA DE 4 A 7% DOS PACIENTES, GERALMENTE DURANTE AS PRIMEIRAS 4 SEMANAS DE TERAPIA. O PRURIDO117, SEM ERUPÇÃO120, OCORRE EM CERCA DE 2% DOS PACIENTES. RELATA-SE, TAMBÉM, LESÃO121 ASSOCIADA E REVERSÍVEL DO TIPO PENFIGÓIDE E REAÇÕES DE FOTOSSENSIBILIDADE.
RELATA-SE RARAMENTE RUBOR OU PALIDEZ (? 0,5% DOS PACIENTES). RELATA-SE também PÊNFIGO BOLHOSO, ERITEMA MULTIFORME122 (INCLUINDO SÍNDROME DE STEVENS-JOHNSON123) E DERMATITE124 ESFOLIATIVA.
CARDIOVASCULARES: PODERÁ OCORRER HIPOTENSÃO87. TAQUICARDIA38, DORES NO PEITO125 E PALPITAÇÕES126 FORAM, CADA UMA DELAS, OBSERVADAS EM APROXIMADAMENTE 1% DOS PACIENTES. ANGINA127 PECTORIS, INFARTO DO MIOCÁRDIO50, SÍNDROME92 DE RAYNAUD E INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA61 OCORRERAM EM TAXAS ? 0,3% DOS PACIENTES. RELATA-SE TAMBÉM PARADA CARDÍACA, ACIDENTE/INSUFICIÊNCIA97 CÉREBRO128 VASCULAR40, DISTÚRBIOS DE RITMO,
HIPOTENSÃO87 ORTOSTÁTICA E SÍNCOPE129.
GASTRINTESTINAIS: APROXIMADAMENTE 2 A 4 % DOS PACIENTES (DEPENDENDO DA DOSE E DO ESTADO RENAL36) APRESENTARAM ALTERAÇÃO DO PALADAR9.
RELATA-SE TAMBÉM PANCREATITE130, GLOSSITE131 E DISPEPSIA132.
HEMATOLÓGICAS: PODE OCORRER NEUTROPENIA71/AGRANULOCITOSE133, ASSIM COMO CASOS DE ANEMIA82, TROMBOCITOPENIA83 E PANCITOPENIA81. RELATA-SE TAMBÉM ANEMIA82, INCLUINDO AS FORMAS APLÁSTICA E HEMOLÍTICA.
IMUNOLÓGICAS: RELATA-SE ANGIOEDEMA15 EM APROXIMADAMENTE 0,1% DOS PACIENTES. O ANGIEDEMA ENVOLVENDO AS VIAS AÉREAS SUPERIORES PODE PROVOCAR OBSTRUÇÃO FATAL DAS VIAS AÉREAS.
RESPIRATÓRIAS: FOI RELATADA TOSSE EM 0,5-2% DOS PACIENTES TRATADOS COM CAPTOPRIL EM ESTUDOS CLÍNICOS. RELATA-SE TAMBÉM BRONCOESPASMO134, PNEUMONITE135 EOSINOFÍLICA E RINITE136.
RENAIS: CADA UMA DAS REAÇÕES ADVERSAS CITADAS A SEGUIR FORAM RELATADAS RARAMENTE (?0,2%) E SUA RELAÇÃO COM O USO DA DROGA É INCERTA: INSUFICIÊNCIA RENAL74, DANO RENAL36, SÍNDROME NEFRÓTICA137, POLIÚRIA138, OLIGÚRIA139 E FREQÜÊNCIA URINÁRIA. RELATA-SE PROTEINÚRIA56.
NÃO FOI POSSÍVEL DETERMINAR COM EXATIDÃO A INCIDÊNCIA52 OU A RELAÇÃO CAUSAL PARA AS REAÇÕES ADVERSAS LISTAD AS A SEGUIR:
GERAIS: ASTENIA140 E GINECOMASTIA141.
HEPATOBILIARES142: ICTERÍCIA93, HEPATITE143, INCLUINDO RAROS CASOS DE NECROSE94 E COLESTASE144.
METABÓLICAS: HIPONATREMIA113 SINTOMÁTICA62.
MÚSCULO-ESQUELÉTICAS: MIALGIA145 E MIASTENIA146.
NERVOSO/PSIQUIÁTRICAS: ATAXIA147, CONFUSÃO, DEPRESSÃO, NERVOSISMO E SONOLÊNCIA.
ÓRGÃOS DOS SENTIDOS: VISÃO148 TURVA.
UROGENITAIS : IMPOTÊNCIA149.
ASSIM COMO OCORRE COM OUTROS INIBIDORES DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA (ECA), RELATOU-SE UMA SÍNDROME92 QUE INCLUI: FEBRE24, MIALGIA145, ARTRALGIA118, NEFRITE150 INTERSTICIAL151, VASCULITE152, ERUPÇÃO120 OU OUTRAS MANIFESTAÇÕES DERMATOLÓGICAS, EOSINOFILIA119 E HEMOSSEDIMENTAÇÃO ELEVADA.
MORTALIDADE44 E MORBIDADE43 FETAL /NEONATAL: O USO DE INIBIDORES DA ENZIMA6 CONVERSORA DE ANGIOTENSINA (ECA) DURANTE O SEGUNDO E TERCEIRO TRIMESTRES DA GRAVIDEZ3 TEM SIDO ASSOCIADO COM DANO FETAL E NEONATAL E MORTE.

Posologia de Captopril

captopril deve ser tomado 1 hora antes das refeições. A dose deve ser individualizada.  - Hipertensão29
O início da terapia exige ponderação de recentes tratamentos anti-hipertensivos, da extensão da elevação da pressão sangüínea89, da restrição de sal e das outras circunstâncias clínicas.
Se possível, interromper a droga anti-hipertensiva, que o paciente estava tomando anteriormente, uma semana antes de iniciar o tratamento com captopril.
A dose inicial de captopril é 50 mg uma vez ao dia ou 25 mg duas vezes ao dia. Se não houver uma redução satisfatória da pressão sangüínea89 após duas ou quatro semanas, a dose pode ser aumentada para 100 mg uma vez ao dia ou 50 mg duas vezes ao dia. A restrição concomitante do sódio pode ser benéfica, quando o captopril for administrado isoladamente.
Se a pressão sangüínea89 não for satisfatoriamente controlada após uma ou duas semanas nesta dose (e o paciente ainda não estiver tomando um diurético88), deverá ser acrescentada uma pequena dose de diurético88 do tipo tiazídico (p. ex., 25 mg/dia de hidroclorotiazida). A dose de diurético88 poderá ser aumentada em intervalos de uma a duas semanas, até que seja atingida sua dose anti-hipertensiva usual máxima.
Se o captopril estiver sendo introduzido em um paciente sob diureticoterapia, o tratamento com captopril deverá ser iniciado sob rigorosa supervisão médica.
Se for necessária uma redução subseqüente da pressão sangüínea89, a dose de captopril poderá ser aumentada pouco a pouco (enquanto persistindo com o diurético88) e um esquema de dose de três vezes ao dia poderá ser considerado. A dose de captopril no tratamento da hipertensão29 normalmente não excede 150 mg/dia. Uma dose diária máxima de 450 mg de captopril não deverá ser excedida.
Para pacientes153 com hipertensão29 grave (p. ex., hipertensão29 acelerada ou maligna), quando uma descontinuação temporária da terapia anti-hipertensiva atual não é viável ou desejável ou quando a titulação imediata para níveis de pressão arterial2 mais baixos for indicada, o diurético88 deverá ser mantido, mas outras medicações anti-hipertensivas concomitantes deverão ser interrompidas e a posologia do captopril deverá ser iniciada imediatamente em 25 mg, duas a três vezes ao dia, sob rigoroso controle médico.
Quando necessário, devido ao estado clínico do paciente, a dose diária do captopril poderá ser aumentada a cada 24 horas ou menos sob monitoramento médico contínuo, até que uma resposta pressórica sangüínea satisfatória seja obtida ou a dose máxima de captopril seja atingida. Neste regime, a inclusão de um diurético88 mais potente, p. ex., a furosemida, pode também ser indicada.
- Insuficiência Cardíaca27
O início da terapia exige ponderação da terapia diurética recente e da possibilidade de uma depleção39 sal/volume grave. Em pacientes com pressão arterial2 normal ou baixa, que tenham sido vigorosamente tratados com diuréticos12 e que possam estar hiponatrêmicos e/ou hipovolêmicos, uma dose inicial de 6,25 ou l2,5 mg duas ou três vezes ao dia, poderá minimizar a magnitude ou a duração do efeito hipotensor (vide item "advertências"); para estes pacientes, a titulação da posologia diária usual pode então ocorrer dentro dos próximos dias.
Para a maioria dos pacientes a dose diária inicial usual é 25 mg duas ou três vezes ao dia. Após uma dose de 5O mg duas ou três vezes ao dia ter sido atingida,
aumentos subseqüentes na posologia devem ser retardados, quando possível, durante pelo menos duas semanas, para determinar se ocorre uma resposta satisfatória.
A maioria dos pacientes estudados apresentou uma melhoria clínica satisfatória com uma dose diária de 150 mg ou menos. Uma dose máxima diária de 450 mg de captopril não deverá ser excedida. captopril geralmente deve ser usado em conjunto com um diurético88 e digitálicos. A terapia com captopril precisa ser iniciada sob rigoroso monitoramento médico.
- Infarto do Miocárdio50
A terapia deve ser iniciada três dias após o episódio de infarto do miocárdio50. Após uma dose inicial de 6,25 mg, a terapia com captopril deverá aumentar para 37,5 mg/dia em doses divididas, 3 vezes ao dia conforme tolerado. A dose deve ser aumentada para 75 mg/dia administrados em doses divididas, 3 vezes ao dia conforme a tolerabilidade, durante os dias seguintes, até que se atinja a dose-alvo final de 150 mg/dia em doses divididas, 3 vezes ao dia administrados durante as várias semanas seguintes.
Se ocorrer hipotensão87 sintomática62, pode ser necessária uma redução da dose. As tentativas subseqüentes para se atingir a dose de 150 mg/dia deverão ser baseadas na tolerabilidade do paciente ao captopril.
O captopril pode ser utilizado em pacientes submetidos a outras terapias pós-infarto do miocárdio50, p. ex., com trombolíticos, ácido acetilsalicílico ou beta-bloqueadores.
- Nefropatia63 Diabética
Em pacientes com nefropatia63 diabética, a dose diária recomendada de captopril é de 75 mg em doses divididas, 3 vezes ao dia.
Se uma redução adicional da pressão arterial2 é necessária, outros agentes anti-hipertensivos, tais como diuréticos12, agentes bloqueadores de receptor beta-adrenérgicos107, agentes
que atuam centralmente ou vasodilatadores, podem ser usados conjuntamente com o captopril.
- Ajuste da dose para pacientes153 com Insuficiência Renal74
Doses divididas de captopril 75 a 100 mg/dia são bem toleradas em pacientes com nefropatia63 diabética e insuficiência renal74 leve a moderada.
Devido ao fato de que o captopril é excretado principalmente pelos rins154, a velocidade de excreção é reduzida em pacientes com função renal36 comprometida. Portanto, estes pacientes poderão responder a doses menores ou menos freqüentes. Sendo assim, para pacientes153 com insuficiência renal74 significativa, a dose diária inicial de captopril deverá ser reduzida e incrementos menores devem ser utilizados para titulação, que deverá ser bastante lenta (intervalos de uma a duas semanas).

Superdosagem de Captopril

A correção da hipotensão87 deve ser a principal preocupação. Enquanto que o captopril pode ser removido da circulação155 de um adulto por hemodiálise156, os dados sobre a eficácia da hemodiálise156 para remover a droga da circulação155 de recém-nascidos ou crianças são inadequados. A diálise peritoneal157 não é eficaz na remoção do captopril; não há informação com relação a transfusão158 como alternativa para a remoção da droga da circulação155 geral.

Pacientes Idosos de Captopril

Os inibidores da Enzima6 Conversora de Angiotensina (ECA) (por exemplo captopril) são considerados mais efetivos na redução da pressão arterial2 em pacientes com atividade de renina plasmática normal ou alta. Como a atividade da renina plasmática parece diminuir com o aumento da idade, pacientes idosos podem ser menos sensíveis aos efeitos hipotensores dos inibidores da Enzima6 Conversora de Angiotensina (ECA). Entretanto, concentrações séricas aumentadas de inibidores da Enzima6 Conversora de Angiotensina (ECA) resultantes de diminuição da função renal36 relacionada com a idade, podem compensar para a menor concentração de renina. Contudo, alguns pacientes idosos podem ser mais sensíveis aos efeitos hipotensores destes medicamentos e podem requerer cuidado quando receberem um inibidor da Enzima6 Conversora de Angiotensina (ECA).

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
6 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
7 Cabeça:
8 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
9 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
10 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
11 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
12 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
13 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
14 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
15 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
16 Inchaço: Inchação, edema.
17 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
18 Pálpebras:
19 Língua:
20 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
21 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
22 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
23 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
24 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
25 Transpiração: 1. Ato ou efeito de transpirar. 2. Em fisiologia, é a eliminação do suor pelas glândulas sudoríparas da pele; sudação. Ou o fluido segregado pelas glândulas sudoríparas; suor. 3. Em botânica, é a perda de água por evaporação que ocorre na superfície de uma planta, principalmente através dos estômatos, mas também pelas lenticelas e, diretamente, pelas células epidérmicas.
26 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
27 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
28 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
29 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
30 Bradicinina: É um polipeptídio plasmático que tem função vasodilatadora e que se forma em resposta à presença de toxinas ou ferimentos no organismo.
31 Prostaglandina: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
32 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
33 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
34 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
35 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
36 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
37 Encefálica: Referente a encéfalo.
38 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
39 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
40 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
41 Capilar: 1. Na medicina, diz-se de ou tubo endotelial muito fino que liga a circulação arterial à venosa. Qualquer vaso. 2. Na física, diz-se de ou tubo, em geral de vidro, cujo diâmetro interno é diminuto. 3. Relativo a cabelo, fino como fio de cabelo.
42 Débito cardíaco: Quantidade de sangue bombeada pelo coração para a aorta a cada minuto.
43 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
44 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
45 Prospectivo: 1. Relativo ao futuro. 2. Suposto, possível; esperado. 3. Relativo à preparação e/ou à previsão do futuro quanto à economia, à tecnologia, ao plano social etc. 4. Em geologia, é relativo à prospecção.
46 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
47 Pressão arterial diastólica: É a pressão mais baixa detectada no sistema arterial sistêmico, observada durante a fase de diástole do ciclo cardíaco. É também denominada de pressão mínima.
48 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
49 Sobrevida: Prolongamento da vida além de certo limite; prolongamento da existência além da morte, vida futura.
50 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
51 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
52 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
53 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
54 Angioplastia: Método invasivo mediante o qual se produz a dilatação dos vasos sangüíneos arteriais afetados por um processo aterosclerótico ou trombótico.
55 Neuro-humoral: Relativo a sistemas regulatórios neurais e humorais (hormonais).
56 Proteinúria: Presença de proteínas na urina, indicando que os rins não estão trabalhando apropriadamente.
57 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
58 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
59 Microalbuminúria: Pequena quantidade da proteína chamada albumina presente na urina, detectável por exame laboratorial. É um sinal precoce de dano aos rins (nefropatia), uma complicação comum e séria do diabetes. A ADA (American Diabetes Association) recomenda que as pessoas com diabetes tipo 2 testem a microalbuminúria no momento do diagnóstico e uma vez por ano após o diagnóstico. Pessoas com diabetes tipo 1 devem ser testadas após 5 anos do diagnóstico e a cada ano após o diagnóstico. A microalbuminúria é evitada com o controle da glicemia, redução na pressão sangüínea e modificação na dieta.
60 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
61 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
62 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
63 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
64 Glote: Aparato vocal da laringe. Consiste das cordas vocais verdadeiras (pregas vocais) e da abertura entre elas (rima da glote).
65 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
66 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
67 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
68 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
69 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
70 Dessensibilização: É uma maneira de parar ou diminuir a resposta a reações alérgicas a algumas coisas. Por exemplo, se uma pessoa apresenta uma reação alérgica a alguma substância, o médico dá a esta pessoa uma pequena quantidade desta substância para aumentar a sua tolerância e vai aumentando esta quantidade progressivamente. Após um período de tempo, maiores doses são oferecidas antes que a dose total seja dada. É uma maneira de ajudar o organismo a prevenir as reações alérgicas.
71 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
72 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
73 Colágeno: Principal proteína fibrilar, de função estrutural, presente no tecido conjuntivo de animais.
74 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
75 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
76 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
77 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
78 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
79 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
80 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
81 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
82 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
83 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
84 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
85 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
86 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
87 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
88 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
89 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
90 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
91 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
92 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
93 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
94 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
95 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
96 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
97 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
98 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
99 Artéria Renal: Ramo da aorta abdominal que irriga os rins, glândulas adrenais e ureteres.
100 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
101 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
102 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
103 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
104 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
105 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
106 Neurônios: Unidades celulares básicas do tecido nervoso. Cada neurônio é formado por corpo, axônio e dendritos. Sua função é receber, conduzir e transmitir impulsos no SISTEMA NERVOSO. Sinônimos: Células Nervosas
107 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
108 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
109 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
110 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
111 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
112 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
113 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
114 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
115 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
116 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
117 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
118 Artralgia: Dor em uma articulação.
119 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
120 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
121 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
122 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
123 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
124 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
125 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
126 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
127 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
128 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
129 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
130 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
131 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
132 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
133 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
134 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
135 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
136 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
137 Síndrome nefrótica: Doença que afeta os rins. Caracteriza-se pela eliminação de proteínas através da urina, com diminuição nos níveis de albumina do plasma. As pessoas com síndrome nefrótica apresentam edema, eliminação de urina espumosa, aumento dos lipídeos do sangue, etc.
138 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
139 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
140 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
141 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
142 Hepatobiliares: Diz-se do que se refere ao fígado e às vias biliares.
143 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
144 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
145 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
146 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
147 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
148 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
149 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
150 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
151 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
152 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
153 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
154 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
155 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
156 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
157 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
158 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.

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