Preço de Pantoprazol 40 mg Comprimidos em Houston/SP: R$ 25,16

Pantoprazol 40 mg Comprimidos

MEDLEY

Atualizado em 09/12/2014

Pantoprazol 40 mg Comprimidos

Forma Farmacêutica e Apresentação de Pantoprazol

Comprimidos gastro-resistentes de 40 mg. Embalagens com 7, 14 e 28 comprimidos.
USO ADULTO
USO ORAL

Composição de Pantoprazol

Cada comprimido gastro-resistente contém:
pantoprazol (na forma de pantoprazol sódico [45,1 mg]) .................... 40 mg
excipientes q.s.p. .................... 1 comprimido
(carbonato de sódio, citrato de trietila, óxido de ferro amarelo, crospovidona, dióxido de silício coloidal, dióxido de titânio, estearato de cálcio, manitol, hipromelose, macrogol, polímero do ácido metacrílico e acrilato de etila, povidona).

Informações ao Paciente de Pantoprazol

•  Ação esperada do medicamento: redução da acidez estomacal, aliviando os sintomas1 causados por esta acidez. Remissão dos sintomas1 das gastrites2 e da dispepsia3 não ulcerosa. Tratamento da doença do refluxo gastroesofágico4 sem esofagite5, das esofagites de refluxo leves e na manutenção prevenindo as recidivas6, em pacientes com esofagite de refluxo7 já tratada. Prevenção das lesões8 gastroduodenais induzidas por medicamento.Na maioria dos pacientes, o alívio dos sintomas1 é rápido.
•  Cuidados de armazenamento: conservar o produto em temperatura ambiente (entre 15 e 300C). Proteger da umidade.
•  Prazo de validade: 24 meses contados a partir da data de fabricação impressa na embalagem externa do produto. Não utilize o medicamento se o prazo de validade estiver vencido. Pode ser prejudicial a sua saúde9.
•  Gravidez10 e lactação11: o uso de pantoprazol em mulheres grávidas ou que estejam amamentando deve ser feito exclusivamente sob recomendação médica. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez10 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informar ao seu médico se está amamentando.
•  Cuidados de administração: os comprimidos não devem ser mastigados ou quebrados, mas ingeridos inteiros com auxílio de um pouco de líquido, antes, durante ou após o café da manhã. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
•  Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
•  Reações adversas: informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como, dor de cabeça12, diarréia13, enjôos, desconforto abdominal, gases, alergias da pele14, tonturas15, inchaços, febre16, depressão ou distúrbios visuais.
"TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS."
•  Ingestão concomitante com outras substâncias: informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja utilizando, antes do início ou durante o tratamento. Não há restrições específicas quanto à ingestão concomitante de alimentos, bebidas ou antiácidos17 com pantoprazol.
•  Contra-indicações e Precauções: pantoprazol não deve ser usado por indivíduos que apresentem hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula. Antes de se iniciar o tratamento, é necessário que se exclua a possibilidade de haver úlcera gástrica18 maligna ou doenças malignas do esôfago19, já que o tratamento com pantoprazol pode aliviar os sintomas1 e causar um atraso no seu diagnóstico20. O diagnóstico20 de esofagite de refluxo7 deve ser confirmado por endoscopia21.
O pantoprazol não deve ser utilizado durante a gravidez10 e a lactação11.
"NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE9."

Informações Técnicas de Pantoprazol

Características de Pantoprazol

Farmacodinâmica
O pantoprazol é um inibidor da bomba de prótons (IBP), isto é, promove inibição específica e dose-dependente da enzima22 H+K+ATPase gástrica. Esta enzima22 está localizada nas microvilosidades dos canalículos secretores da célula23 parietal gástrica e, é responsável pela secreção de ácido clorídrico24 pelas células25 parietais do estômago26. Sua substância ativa é um benzimidazol substituído que, após absorção, se acumula no compartimento ácido das células25 parietais. É, então, convertido à sua forma ativa, uma sulfonamida cíclica, que se liga à H+K+ATPase (bomba protônica), causando uma potente e prolongada supressão da secreção ácida basal e estimulada (A bomba de prótons expulsa íons27 de hidrogênio (H+) até os canalículos e introduz íons27 potássio (K+); finalmente o ácido clorídrico24 forma-se mediante a entrada de quantidade eqüimolares de íons27 cloretos (Cl-) nesses canalículos). O pantoprazol não atua nos receptores de histamina28, de acetilcolina29 ou de gastrina30, mas sim na etapa final da secreção ácida, independentemente do seu estímulo. A organoespecificidade e a seletividade de pantoprazol decorrem do fato de somente exercer plenamente sua ação em meio ácido (pH < 3), mantendo-se praticamente inativo em valores de pH mais elevados. Conseqüentemente, seu completo efeito farmacológico e terapêutico somente podem ser alcançados nas células25 parietais secretoras de ácido. Por meio de um mecanismo de feedback, este efeito diminui à medida que a secreção ácida é inibida. O efeito é o mesmo se o produto for administrado por via endovenosa ou por via oral.
Farmacocinética
Depois da dissolução do comprimido gastro-resistente no intestino, o pantoprazol é absorvido rápido e completamente e a concentração plasmática máxima é alcançada mesmo após uma administração única de 40 mg. A farmacocinética não varia após administrações única ou repetida. Na faixa de dose de 10 a 80 mg, as cinéticas31 plasmáticas de pantoprazol são virtualmente lineares após ambas as administrações, oral e intravenosa. A ligação às proteínas32 plasmáticas é cerca de 98% (principalmente albumina33). A substância é quase que exclusivamente metabolizada no fígado34, com formação de metabólitos35 sulfonamídicos. A eliminação renal36 representa a principal via de eliminação (cerca de 80%) para os metabólitos35 de pantoprazol, o restante é excretado nas fezes. O principal metabólito37 presente tanto na urina38 como no plasma39 é o desmetilpantoprazol, o qual está conjugado com sulfato. A meia-vida do principal metabólito37 (cerca de 1,5 h) não é muito maior do que a do próprio pantoprazol.
Biodisponibilidade
Aproximadamente 2,5 h após a administração são alcançadas concentrações plasmáticas máximas em torno de 2 - 3 ìg/ml, sendo que estes valores permanecem constantes após administrações múltiplas. O volume de distribuição é em torno de 0,15 l/kg e a taxa de depuração é cerca de 0,1 l/h/kg. O clearance renal36 é de 0,1 l/h/kg. A meia-vida de eliminação é de 1 hora. Houve poucos casos de indivíduos com taxa de eliminação diminuída. Em função da ativação específica de pantoprazol na bomba de prótons da célula23 parietal, a sua meia-vida de eliminação não está relacionada com uma duração de ação mais prolongada (inibição da secreção ácida). É amplamente distribuído no corpo. A biodisponibilidade absoluta é de 77% e permanece inalterada após administrações repetidas. A ingestão concomitante de alimentos não teve nenhuma influência sobre a ASC (área sob a curva), sobre a concentração plasmática e, portanto sobre a biodisponibilidade do pantoprazol. Somente a variabilidade do tempo (lagtime) será aumentada pela ingestão concomitante de alimentos. O pantoprazol não é dialisável.
Características em pacientes especiais/grupo de pacientes especiais
Quando o pantoprazol é administrado a pacientes com função renal36 reduzida (por exemplo, pacientes em diálise40), nenhum ajuste de dose é necessário. Assim como para indivíduos sadios, a meia-vida do pantoprazol é curta. Somente pequenas quantidades de pantoprazol podem ser dialisáveis. Embora a meia-vida do principal metabólito37 tenha sido moderadamente aumentada (2 - 3 h), a excreção é ainda rápida e, portanto, não ocorre acúmulo. Ainda que, nos pacientes com cirrose41 hepática42 (classes A e B de acordo com a escala de Child) os valores de meia-vida tenham sido aumentado para 7 a 9 h e os valores da ASC tenham sido aumentados por um fator de 5 - 7, a concentração plasmática máxima foi aumentada levemente por um fator de 1,5, comparando-se com indivíduos sãos.

Indicações de Pantoprazol

Tratamento da úlcera péptica43 duodenal, úlcera péptica43 gástrica e das esofagites de refluxo moderada ou severa. Para as esofagites leves, recomenda-se o uso de pantoprazol de 20 mg. Para erradicação do Helicobacter pylori, com a finalidade de redução da taxa de recorrência44 de úlcera gástrica18 ou duodenal causadas por este microrganismo. Neste caso, deve ser associado a dois antibióticos adequados (ver POSOLOGIA).

Contra-Indicações de Pantoprazol

O produto não deve ser usado em casos de hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula. Não deve ser administrado, em terapia combinada45 para erradicação do Helicobacter pylori, a pacientes com disfunção hepática42 ou renal36 de moderada a grave, uma vez que não existe experiência clínica sobre a eficácia e a segurança da terapia combinada45 nesses pacientes. Não deve ser administrado em gestantes e lactantes46, a menos que absolutamente necessário, uma vez que a experiência clínica sobre seu uso em mulheres nestas condições é limitada. Estudos de reprodução47 em animais demonstraram uma fetotoxidade leve com doses acima de 5 mg/kg. Não existem informações sobre a excreção de pantoprazol no leite humano. Só deve ser utilizado quando o benefício para a mãe for considerado maior que o risco potencial ao feto48 ou à criança. Até o momento não há experiência do emprego de pantoprazol em crianças.

Precauções e Advertências de Pantoprazol

O pantoprazol de 40 mg não está indicado em distúrbios gastrointestinais leves, como, por exemplo, na dispepsia3 nervosa. Quando prescrito dentro de uma terapia combinada45, as instruções de uso de cada uma das drogas devem ser seguidas. Antes de se iniciar o tratamento, é necessário que se exclua a possibilidade de úlcera gástrica18 maligna e doenças malignas do esôfago19, já que o tratamento com pantoprazol pode aliviar os sintomas1 e causar um atraso no seu diagnóstico20. O diagnóstico20 de esofagite de refluxo7 deve ser confirmado por endoscopia21. Em pacientes com disfunção hepática42 grave (insuficiência hepática49), as enzimas hepáticas50 devem ser regularmente monitoradas durante o tratamento com pantoprazol; se houver aumento nos valores enzimáticos, o tratamento deve ser descontinuado. Nestes pacientes, a dose diária de pantoprazol deve ser reduzida, ou administrada em dias alternados. Não se recomenda o tratamento por mais de 16 semanas.

Interações Medicamentosas de Pantoprazol

O pantoprazol pode alterar a absorção de medicamentos cuja biodisponibilidade seja dependente do pH do suco gástrico, como por exemplo, o cetoconazol. Isso se aplica, também, aos medicamentos ingeridos pouco tempo antes de pantoprazol. O pantoprazol é extensivamente metabolizado no fígado34. Inicialmente sofre demetilação e oxidação a sulfonas pelas subenzimas CYP2C19 e CYP3A4 do citocromo P450 (fase I do metabolismo51). Como conseqüência da baixa afinidade pelas enzimas do citocromo P450 de pantoprazol e de seus metabólitos35, o hidroxipantoprazol e hidroxipantoprazol sulfona, seu potencial de interação na fase I é limitado, o que permite que a droga saia rapidamente do retículo endoplasmático e seja subseqüentemente transferida para o citoplasma52 para ser conjugada com sulfato, na fase II do metabolismo51. Esta baixa afinidade resulta em predominância do metabolismo51 no sistema de conjugação (fase II) que, ao contrário do sistema P450, não é saturável e conseqüentemente nãointerativa. Etapa esta independente do sistema enzimático citocromo P450. A interação entre o pantoprazol e outras substâncias metabolizadas pela fase I do metabolismo51 não pode, em princípio, ser excluído. Nos estudos sobre interações medicamentosas, existentes até o momento, onde foram analisados os substratos de todas as famílias do citocromo P450 envolvidas no metabolismo51 de drogas no homem, verificou-se que pantoprazol não afeta a farmacocinética ou a farmacodinâmica de antipirina, carbamazepina, cafeína, diazepam, diclofenaco, digoxina, etanol, glibenclamida, metoprolol, nifedipino, femprocumona, fenitoína, teofilina, varfarina e contraceptivos orais. A ingestão de antiácidos17 não interfere na absorção do pantoprazol. O pantoprazol não aumenta a excreção urinária dos marcadores de indução, ácido D-glucarídico e 6 ß-hidroxicortisol. Da mesma forma, as drogas investigadas não influenciaram a farmacocinética do pantoprazol. Estudos de interação farmacocinética em humanos, administrando-se pantoprazol simultaneamente aos antibióticos claritromicina, metronidazol e amoxicilina, não demonstraram nenhuma interação clinicamente significativa.

Interações Alimentares de Pantoprazol

Não são conhecidas quaisquer restrições ao uso de pantoprazol juntamente com alimentos.

Reações Adversas de Pantoprazol

O tratamento com pantoprazol pode, ocasionalmente, levar ao aparecimento de cefaléia53, distúrbios gastrointestinais como dor abdominal, diarréia13, constipação54 ou flatulência e reações alérgicas como prurido55 e exantema56 (em casos isolados também urticária57, angioedema58 ou choque anafilático59).Náuseas60, vertigem61 ou distúrbios visuais (visão62 turva) foram, raramente, observados.
Em casos isolados, houve relato de formação de edema63 periférico, febre16, início de depressão ou mialgia64, que regrediram com o término do tratamento, devido a um aumento dos níveis de transaminase, g-GT no fígado34 e aumento de triglicerídeos.

Posologia de Pantoprazol

As seguintes informações devem ser seguidas, a menos que prescrito de outra maneira pelo seu médico: a posologia habitualmente recomendada para a obtenção da cicatrização da úlcera péptica43 gastroduodenal e da esofagite de refluxo7 é de 1 comprimido de 40 mg ao dia, antes, durante ou após o café da manhã. Úlceras65 duodenais normalmente cicatrizam completamente em 2 semanas. Para úlceras65 gástricas e esofagite de refluxo7 um período de tratamento de 4 semanas é, geralmente, adequado. Em casos individuais, pode ser necessário estender o tratamento para 4 semanas (úlcera duodenal66) ou para 8 semanas (úlcera gástrica18 e esofagite de refluxo7). Em casos isolados de esofagite de refluxo7, úlcera gástrica18 ou úlcera duodenal66, a dose diária pode ser aumentada para 2 comprimidos ao dia, particularmente nos casos de pacientes refratários67 a outros medicamentos antiulcerosos. Nos casos de úlcera gástrica18 ou duodenal associadas à infecção68 por Helicobacter pylori, a erradicação da infecção68 é obtida através da terapia combinada45 com dois antibióticos, motivo pelo qual se recomenda o uso de pantoprazol em jejum nesta condição. Qualquer uma das seguintes combinações de pantoprazol com antibióticos são recomendadas, de acordo com o padrão de resistência da bactéria69:
a - 1 comprimido de pantoprazol de 40 mg, duas vezes ao dia + 1.000 mg de amoxicilina, duas vezes ao dia + 500 mg de claritromicina, duas vezes ao dia.
b - 1 comprimido de pantoprazol 40 mg, duas vezes ao dia + 500 mg de metronidazol, duas vezes ao dia + 500 mg de claritromicina, duas vezes ao dia.
c - 1 comprimido de pantoprazol 40 mg, duas vezes ao dia + 1.000 mg de amoxicilina, duas vezes ao dia + 500 mg de metronidazol, duas vezes ao dia.
A duração da terapia combinada45 para erradicação da infecção68 por Helicobacter pylori é de 7 dias, podendo ser prolongada por até 14 dias (até o máximo de 14 dias). Se após esse período, for necessário tratamento adicional com pantoprazol (por exemplo, em função da persistência da sintomatologia) para garantir a cicatrização completa da úlcera70, a posologia recomendada para úlceras65 gástricas e duodenais deve ser observada. Em pacientes idosos ou com insuficiência renal71, a dose diária de 1 comprimido de 40 mg não deve ser ultrapassada. A não ser na terapia combinada45 para erradicação do Helicobacter pylori, onde pacientes idosos também devem receber, durante uma semana, a dose usual de 2 comprimidos ao dia (80 mg de pantoprazol/dia). Em caso de redução severa da função hepática42 a dose deve ser ajustada para 1 comprimido de 40 mg a cada dois dias ou 1 comprimido de 20 mg ao dia. Os comprimidos não devem ser mastigados ou quebrados, mas ingeridos íntegros com auxílio de um líquido, antes, durante ou após o café da manhã. O uso prolongado de pantoprazol fica a critério médico. Trabalhos clínicos evidenciam a segurança de pantoprazol no uso contínuo a longo prazo.

Superdose de Pantoprazol

Não se conhecem sintomas1 de superdose no homem. No caso de ingestão de doses muito acima das preconizadas, com manifestações clínicas de intoxicação, devem ser adotadas as medidas habituais de controle das funções vitais.

Pacientes Idosos de Pantoprazol

Não é necessária nenhuma adaptação posológica em indivíduos idosos. O pantoprazol pode ser utilizado por pessoas com mais de 65 anos, porém a dose de 40 mg ao dia não deve ser ultrapassada nos pacientes com infecção68 por Helicobacter pylori, durante uma semana de tratamento.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Data de fabricação, prazo de validade e nº do lote: vide cartucho.
Farm. Resp.: Dra. Clarice Mitie Sano Yui - CRF-SP nº 5.115
MS - 1.0181.0432

Pantoprazol 40 mg Comprimidos - Laboratório

MEDLEY
Rua Macedo Costa, 55
Campinas/SP - CEP: 13080-180
Tel: (19 )744-8324
Fax: (019) 744-8227
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Ver outros medicamentos do laboratório "MEDLEY"

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Complementos

1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Gastrites: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
3 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
4 Refluxo gastroesofágico: Presença de conteúdo ácido proveniente do estômago na luz esofágica. Como o dito órgão não está adaptado fisiologicamente para suportar a acidez do suco gástrico, pode ser produzida inflamação de sua mucosa (esofagite).
5 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
6 Recidivas: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
7 Esofagite de refluxo: É uma inflamação na mucosa do esôfago (camada que reveste o esôfago) causada pelo refluxo (retorno) do conteúdo gástrico ao esôfago. Se não tratada pode causar danos, desde o estreitamento (estenose) do esôfago - o que irá causar dificuldades na deglutição dos alimentos - até o câncer. Portadores de hérnia do hiato (projeção do estômago para o tórax), obesos, sedentários, fumantes, etilistas, pessoas tensas ou ansiosas têm maior predisposição à esofagite de refluxo.
8 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
9 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
10 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
11 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
12 Cabeça:
13 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
14 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
15 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
16 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
17 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
18 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
19 Esôfago: Segmento muscular membranoso (entre a FARINGE e o ESTÔMAGO), no TRATO GASTRINTESTINAL SUPERIOR.
20 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
21 Endoscopia: Método no qual se visualiza o interior de órgãos e cavidades corporais por meio de um instrumento óptico iluminado.
22 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
23 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
24 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
25 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
26 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
27 Íons: Átomos ou grupos atômicos eletricamente carregados.
28 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
29 Acetilcolina: A acetilcolina é um neurotransmissor do sistema colinérgico amplamente distribuído no sistema nervoso autônomo.
30 Gastrina: Hormônio que estimula a secreção de ácido gástrico no estômago. Secretada pelas células G no estômago e no duodeno. É também fundamental para o crescimento da mucosa gástrica e intestinal.
31 Cinéticas: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
32 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
33 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
34 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
35 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
36 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
37 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
38 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
39 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
40 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
41 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
42 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
43 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
44 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
45 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
46 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
47 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
48 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
49 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
50 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
51 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
52 Citoplasma: Espaço da célula compreendido entre a membrana plasmática e a membrana nuclear nos seres eucariotos. Contém um fluido viscoso chamado de hialoplasma, citosol ou citoplasma fundamental, constituído basicamente por íons dissolvidos em solução aquosa e substâncias de fundamental necessidade à síntese de moléculas orgânicas (carboidratos e proteínas). Ele é considerado um coloide, onde estão imersos mitocôndrias, peroxissomos, lisossomos, cloroplastos, vacúolos, ribossomos, complexo de Golgi, citoesqueleto e retículo endoplasmático liso e rugoso.
53 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
54 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
55 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
56 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
57 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
58 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
59 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
60 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
61 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
62 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
63 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
64 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
65 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
66 Úlcera duodenal: Lesão na mucosa do duodeno – parte inicial do intestino delgado.
67 Refratários: 1. Que resiste à ação física ou química. 2. Que resiste às leis ou a princípios de autoridade. 3. No sentido figurado, que não se ressente de ataques ou ações exteriores; insensível, indiferente, resistente. 4. Imune a certas doenças.
68 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
69 Bactéria: Organismo unicelular, capaz de auto-reproduzir-se. Existem diferentes tipos de bactérias, classificadas segundo suas características de crescimento (aeróbicas ou anaeróbicas, etc.), sua capacidade de absorver corantes especiais (Gram positivas, Gram negativas), segundo sua forma (bacilos, cocos, espiroquetas, etc.). Algumas produzem infecções no ser humano, que podem ser bastante graves.
70 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
71 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.

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