Preço de OMEPRAZOL em Fairfield/SP: R$ 21,87

OMEPRAZOL

MEDLEY

Atualizado em 09/12/2014

OMEPRAZOL

Composições e Apresentações de Omeprazol

Cada cápsula com microgrânulos gastro-resistentes contém:

Omeprazol .................... 10 mg, 20 mg ou 40 mg.
Cartucho contendo 1 frasco com 14 cápsulas de 10 mg.
Cartucho contendo 1 frasco com 7 e 28 cápsulas de 20 mg.
Cartucho contendo 1 frasco com 7 cápsulas de 40 mg.

Informações ao Paciente de Omeprazol

A ação esperada do medicamento é a rápida redução dos sintomas1, omeprazol apresenta   ação máxima após alguns dias de tratamento.
Este medicamento deve ser conservado à temperatura ambiente, entre 15 e 30°C, protegido   da luz e umidade. Uma vez aberto, conservá-lo em sua embalagem original.
O prazo de validade é de 24 meses após a data de fabricação impressa no cartucho e   embalagem interna. Não utilize o produto após o prazo de validade, sob o risco de não   produzir os efeitos esperados.
Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu   término. Informar ao médico se está amamentando.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração   do tratamento.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico .
As reações adversas com omeprazol são bastante raras, porém, informe seu médico o   aparecimento de reações desagradáveis; tais como: dor de cabeça3, cansaço, diarréia4 e   dor muscular.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou   durante o tratamento.
Não deve ser utilizado durante a gravidez2 e a lactação5, a menos que, à critério médico, os benefícios   do tratamento para a paciente superem os riscos potenciais para o feto6 ou para o lactente7.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER   PERIGOSO PARA SUA SAÚDE8

Informações Técnicas de Omeprazol

AçãoO omeprazol age por inibição da H+K+ATPase, enzima9 localizada especificamente na célula10   parietal do estômago11 e responsável por uma das etapas finais no mecanismo de produção   de ácido a nível gástrico. Assim, através dessa seletiva, há uma diminuição da acidez tanto   pela redução da secreção ácida basal como da estimulada pela pentagastrina. A administração   diária de omeprazol em dose única, via oral, causa rapidamente a inibição da secreção   ácida gástrica.

Indicações de Omeprazol

O omeprazol está indicado nas úlceras12 pépticas benignas, tanto gástrica como duodenal. Os   resultados obtidos na úlcera duodenal13 são superiores aos obtidos na úlcera gástrica14, verificando-   se índices de cicatrização de quase 100% após 2 a 4 semanas de tratamento, com as   doses recomendadas. Outra característica resultante dos estudos clínicos foi a eficácia do   omeprazol no tratamento de úlceras12 resistentes a outros tipos de agentes antiulcerosos,   embora seu papel exato, nessas condições, não tenha sido totalmente esclarecido.
Os resultados na úlcera duodenal13, com apenas 2 semanas de tratamento, evidenciam   níveis de cura geralmente superiores a 70%, que estão acima dos observados com outros   agentes antiulcerosos.
A esofagite de refluxo15 requer períodos mais prolongados de tratamento. Mesmo assim,   após 4 semanas já observam-se índices de cura superiores a 80%.
Pelas suas características de ação, o omeprazol está indicado também nos estados de   hiperacidez gástrica, na prevenção de recidivas16 de úlceras12 gástricas ou duodenais e na   síndrome de Zollinger-Ellison17.
O omeprazol também é indicado no tratamento de erradicação do H. pylori em esquemas   de terapia múltipla e na proteção da mucosa18 gástrica contra danos causados por   anti-inflamatórios não-esteroidais.
Na esofagite de refluxo15 em crianças com mais de 1 ano de idade.

Contra-Indicações de Omeprazol

Hipersensibilidade ao omeprazol.Ainda não há estudos conclusivos com omeprazol durante a gravidez2 e a lactação5, razão   pela qual não é indicado nesses períodos, a não ser que o médico decida que os benefícios   do tratamento sejam superiores aos riscos potenciais para o feto6.

Precauções de Omeprazol

O omeprazol não provocou alterações laboratoriais relativas à função hepática19 e renal20   em indivíduos normais. Entretanto, deve ser administrado com supervisão adequada a   indivíduos com função hepática19 ou renal20 alteradas.
Na presença de úlcera gástrica14, a possibilidade de malignidade da lesão21 deve ser precocemente   afastada, uma vez que o uso do OMEPRAZOL pode aliviar os sintomas1 e   retardar o diagnóstico22 desta patologia23.

Interações Medicamentosas de Omeprazol

Embora em menor proporção que os antagonistas H2, o omeprazol também pode inibir   o metabolismo24 das drogas que dependem da citocromo P-450 mono oxigenase hepática19.Nesses casos, quando houver necessidade da administração concomitante desse tipo   de drogas, recomenda-se a adequação das doses das mesmas.
Diazepam, fenitoina e warfarina (medicamentos metabolizados por oxidação hepática19)   podem ter sua eliminação retardada pelo omeprazol.
É necessário verificar as dosagens dessas drogas, bem como vigiar possíveis interações   com teofilina.
Não se verificou interação com propranolol.
Não foram observadas interações na administração concomitante de omeprazol com   antiácidos25 ou alimentos.

Reações Adversas de Omeprazol

Não são freqüentes e, quando presentes, geralmente têm intensidade leve, desaparecendo   com a continuação do tratamento ou após a suspensão do mesmo.
As mais comuns são: cefaléia26, astenia27, diarréia4, gastroenterite28, dor muscular, reações   alérgicas ( incluindo, raramente, anafilaxia29 ) e p ú rpura ou pet é quia.

Posologia de Omeprazol

A dose oral para adultos é de 20 mg, administrada uma vez ao dia antes do café da   manhã, durante 2 a 4 semanas no caso de úlceras12 duodenais e durante 4 a 8 semanas   para úlceras12 gástricas e esofagite de refluxo15. Na profilaxia de úlceras12 duodenais e esofagite de refluxo15 recomenda-se 10 ou 20 mg antes do café da manhã. Em pacientes   com síndrome de Zollinger-Ellison17 a dosagem deve ser individualizada de maneira a   se administrar a menor dose capaz de reduzir a secreção gástrica ácida abaixo de 10 mEq   durante a hora anterior à próxima dose. A posologia inicial é normalmente de 60 mg em   dose única; posologias superiores a 80 mg/dia devem ser administradas em 2 vezes.A dose recomendada na esofagite de refluxo15 para crianças com idade superior a 1 ano é de   10 mg em dose única administrada pela manhã com o auxílio de líquido. Para crianças   acima de 20 Kg utilizar omeprazol 20 mg. Caso a criança tenha dificuldade de engolir , as cápsulas podem ser abertas e o seu conteúdo pode ser misturado com líquido e ingerido   imediatamente. Se necessário a dose poderá ser aumentada, a critério médico, até, no   máximo, 40 mg/dia.

Superdosagem de Omeprazol

Doses únicas orais de até 160 mg foram bem toleradas.
Além do tratamento sintomático30, nenhuma recomendação terapêutica31 específica pode   ser dada nos casos de superdosagem.

Pacientes Idosos de Omeprazol

Omeprazol poderá ser usado em pacientes acima de 65 anos de idade, desde que observadas   às contra-indicações, precauções, interações medicamentosas e reações adversas   deste medicamento.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

OMEPRAZOL - Laboratório

MEDLEY
Rua Macedo Costa, 55
Campinas/SP - CEP: 13080-180
Tel: (19 )744-8324
Fax: (019) 744-8227
Site: http://www.medley.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "MEDLEY"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Cabeça:
4 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
5 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
6 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
7 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
8 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
9 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
10 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
11 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
12 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
13 Úlcera duodenal: Lesão na mucosa do duodeno – parte inicial do intestino delgado.
14 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
15 Esofagite de refluxo: É uma inflamação na mucosa do esôfago (camada que reveste o esôfago) causada pelo refluxo (retorno) do conteúdo gástrico ao esôfago. Se não tratada pode causar danos, desde o estreitamento (estenose) do esôfago - o que irá causar dificuldades na deglutição dos alimentos - até o câncer. Portadores de hérnia do hiato (projeção do estômago para o tórax), obesos, sedentários, fumantes, etilistas, pessoas tensas ou ansiosas têm maior predisposição à esofagite de refluxo.
16 Recidivas: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
17 Síndrome de Zollinger-Ellison: Doença caracterizada pelo aumento de produção de gastrina devido à presença de gastrinoma. O gastrinoma (tumor produtor de gastrina) está localizado na maioria das vezes no pâncreas. A hipersecreção de gastrina produz úlceras pépticas, má digestão, esofagite, duodenojejunite e/ou diarréia. Em 20% dos casos está relacionada com neoplasia endócrina múltipla tipo I (NEM I), que acompanha-se na maioria das vezes de hiperparatireiodismo (80%) e em alguns raros casos de insulinomas, glucagomas, VIPomas ou outros tumores.
18 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
19 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
20 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
21 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
22 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
23 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
24 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
25 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
26 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
27 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
28 Gastroenterite: Inflamação do estômago e intestino delgado caracterizada por náuseas, vômitos, diarréia e dores abdominais. É produzida pela ingestão de vírus, bactérias ou suas toxinas, ou agressão da mucosa intestinal por diversos mecanismos.
29 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
30 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
31 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.

Tem alguma dúvida sobre OMEPRAZOL?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.