Preço de Losartec em Fairfield/SP: R$ 26,35

Losartec

MARJAN

Atualizado em 09/12/2014

Losartec
losartana potássica

Forma Farmacêutica e Apresentações de Losartec

Comprimidos revestidos:25mg - caixas com 10 e 30 comprimidos
50mg - caixas com 10 e 30 comprimidos
USO ADULTO

Composição de Losartec

Comprimidos revestidos
25mg - cada comprimido contém:
Losartana potássica (equivalente a 25 mg de losartana base)  ................ 27,31mg
50mg - cada comprimido contém:
Losartana potássica (equivalente a 50 mg de losartana base)  ................ 54,63mg
Excipientes: cellactose, explotab, dióxido de silício, estearato de magnésio, talco, dióxido de  titânio, eudragit, corante verde appeal, polietilenoglicol, polissorbato, simeticone e trietilcitrato.

Informações ao Paciente de Losartec

Ação esperada do medicamentoLosartec (losartana potássica) está indicado como anti-hipertensivo.
Cuidados de armazenamento
Conservar o produto à temperatura ambiente (entre 15°C a 30°C), protegido da luz e umidade.
Prazo de validade
36 meses a partir da data de fabricação, desde que observados  os  cuidados de armazenamento.
Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.
Conduta na gravidez1 e lactação2
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez1 na vigência do tratamento ou após o seu término, visto que o uso de Losartec está contra-indicado durante a gravidez1 e/ou amamentação3. Informar ao médico se está amamentando.
Quando houver confirmação de gravidez1 deve-se descontinuar imediatamente o tratamento. Em casos de lactantes4 é indicado descontinuar a amamentação3 ou o tratamento com Losartec, levando-se em consideração a importância da medicação para a mãe.
Cuidados de administração

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Interrupção do tratamento
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.
Reações adversas
Informar ao médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: hipersensibilidade, inchaço5 da face6, lábios e/ou língua7, tontura8, erupção9 cutânea10, mal-estar, fraqueza, dor abdominal, inchaço5, dor no peito11, náusea12, faringite13, diarréia14, dor de cabeça15, insônia, cãimbras, congestão nasal. Estes efeitos, em geral, foram leves, não sendo necessário interromper o tratamento. Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Ingestão concomitante com outras substâncias
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.
Contra-indicações e precauções
Losartec é contra-indicado para pessoas com hipersensibilidade a losartana potássica ou a qualquer outro componente da fórmula.
Não deve ser utilizado durante a gravidez1 e a amamentação3.
Avise seu médico se você tiver qualquer doença no fígado16 ou rins17 ou insuficiência cardíaca18.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE19.

Informações Técnicas de Losartec

Características químicas e farmacológicas
Farmacocinética
: losartana potássica administrada sistematicamente é bem absorvido com biodisponibilidade de 33%. Sofre efeito de primeira passagem e no fígado16 sofre ação das enzimas do sistema citocromo P450 onde é convertido, devido à oxidação do grupo 5-hidroximetil no anel imidazol, em 14%  em um  metabólito20 ácido carboxílico ativo, responsável em grande parte pela ação antagonista21 nos receptores AT1. A meia-vida terminal da losartana potássica é de  cerca de 2 horas e a de seu metabólito20 de 6 a 9 horas. A farmacocinética da losartana e seu metabólito20 principal é linear com doses por via oral de até 200mg. Nem a droga, nem seu metabólito20 ativo se acumulam no plasma22 após dose única diária repetida.
As concentrações máximas do produto e de seu metabólito20 ativo são atingidas em 1 hora e em 3-4 horas, respectivamente.
Embora as concentrações máximas de losartana potássica e  de seu metabólito20 ativo sejam iguais, a área sob a curva (AUC) do metabólito20 é cerca de 4 vezes maior que a de losartana. O alimento diminui a absorção de losartana e reduz sua concentração máxima, mas tem pequeno efeito na sua AUC ou na AUC de seu metabólito20 ativo.
Tanto losartana potássica quanto seu metabólito20 ativo se ligam às proteínas23 plasmáticas, primeiramente a albumina24, com porção livre no plasma22 de 1,3% e 0,2%, respectivamente. Em ratos, a losartana atravessa de modo pobre a barreira hemato-encefálica25. Em cerca de 1% dos indivíduos estudados a conversão de losartana potássica para seu metabólito20 ativo em vez de corresponder a 14% da dose, índice tido como normal, atingiu menos que 1%.
O volume de distribuição de losartana é de 34 litros e de seu metabólito20 ativo é de 12 litros. O clearance plasmático total de losartana e de seu metabólito20 ativo é de cerca de 600ml/min e 50 ml/min, respectivamente, com clearance renal26 de cerca de 75ml/min e 25ml/min, respectivamente.
Administrado sistematicamente, 4% da dose é excretada não modificada na urina27 e 6% na forma de metabólito20 ativo. A excreção biliar contribui para excreção de losartana e de seus metabólitos28. Após administração oral, 35% é eliminado pela urina27 e 60% nas fezes.
As concentrações plasmáticas do produto  e de seu metabólito20 ativo são similares em idosos e jovens hipertensos de ambos os sexos, mas as concentrações de losartana são duas  vezes maiores em mulheres hipertensas do que em homens hipertensos. Já as concentrações do metabólito20 ativo são similares em ambos os sexos.
Farmacodinâmica
A angiotensina II é um poderoso vasoconstritor que se liga ao receptor AT1 presente em muitos tecidos.
Losartana liga-se seletivamente ao receptor AT1, não se ligando ou bloqueando outros receptores hormonais29 ou canais iônicos importantes na regulação do sistema cardiovascular30. Além disso, losartana não inibe a cininase II a enzima31 que degrada a bradicinina32, não potencializando os efeitos mediados por ela ou o desenvolvimento de edema33.

Indicações de Losartec

Losartec é indicado para o tratamento de hipertensão arterial34.Pode ser utilizado juntamente com outros agentes anti-hipertensivos.

Contra-Indicações de Losartec

Losartec é contra-indicado para pessoas com hipersensibilidade a qualquer outro componente da fórmula.
Não deve ser utilizado durante a gravidez1 e a lactação2.

Precauções e Advertências de Losartec

- hipotensão35 e desequilíbrio hidroeletrolítico36: em pacientes que apresentam depleção37 do volume intravascular38, como por exemplo, aqueles pacientes tratados com altas doses de diuréticos39 ou submetidos à dietas hipossódicas restritas, pode ocorrer hipotensão35 sintomática40.Estas condições devem ser corrigidas antes da administração de Losartec ou deve-se utilizar uma dose inicial mais baixa (ver item posologia);
- disfunção hepática41: pacientes com história de disfunção hepática41 também devem utilizar doses mais baixas, já que aumentos significativos das concentrações plasmáticas de losartana ocorreram em cirróticos;
- disfunção renal26: podem ocorrer alterações na função renal26 e insuficiência renal42 em indivíduos susceptíveis, que são reversíveis com a descontinuação da terapia.
Outras drogas que afetam o sistema renina-angiotensina podem aumentar as taxas de uréia43 e creatinina44 sérica em pacientes com estenose45 da artéria renal46 bilateral ou estenose45 de artéria47 de rim48 único. Efeitos similares foram observados com losartana e reversíveis com a descontinuação da terapia;
- insuficiência cardíaca18: a substituição ou uso concomitante de inibidor de ECA por losartana não foram adequadamente estudados.

Interações Medicamentosas de Losartec

Losartec pode ser administrado com outro agente anti-hipertensivo. Os efeitos anti-hipertensivos de losartana potássica podem ser aumentados por drogas hipotensoras que aumentam a liberação de renina.
Tem-se descrito efeitos natriuréticos e caliuréticos para a losartana. Portanto, recomenda-se controle periódico dos níveis de potássio em pacientes em tratamentos com diuréticos39.
Toxicidade49 ao lítio em pacientes em tratamento com drogas que aumentam a eliminação de sódio tem sido relatado.
Quando administrado juntamente com diuréticos39 tiazídicos, antagonistas de cálcio e beta-bloqueadores não foram observadas interações adversas clinicamente significativas.
O cetoconazol e a Sulfafenazol são potentes inibidores do sistema P450 de metabolização. Não se sabe se o uso concomitante destas drogas com losartana pode influenciar o efeito deste.
Não foram identificadas interações medicamentosas de significado clínico. Os compostos que foram avaliados nos estudos clínicos de farmacocinética incluem: hidroclorotiazida, digoxina, warfarina, cimetidina e fenobarbital.

Uso Durante a Gravidez1 e a Lactação2 de Losartec

Quando utilizados na gravidez1, durante o segundo e terceiro trimestres, as drogas que atuam diretamente no sistema renina-angiotensina, como os inibidores da ECA podem causar danos e até morte do feto50 em desenvolvimento. As alterações fetais  relatadas com inibidores da ECA incluem: hipotensão35 neonatal, hipoplasia51 craniana neonatal, anúria52, insuficiência renal42 reversível ou irreversível. Oligohidramnio53 também tem sido relatado. Em geral, está associado às malformações54 crânio55-faciais.Embora não haja experiência com a utilização de losartana em mulheres grávidas, os estudos realizados com a droga em animais, demonstraram danos e morte do feto50 e do recém nascido, cujo mecanismo acredita-se ser farmacologicamente mediado pelos efeitos no sistema renina-angiotensina. Em humanos, a perfusão renal26 fetal, que depende do desenvolvimento do sistema renina-angiotensina, começa no segundo trimestre; assim o risco  para o feto50 aumenta se Losartec for administrado durante o segundo e o terceiro trimestres da gravidez1.
Não se sabe se losartana é excretado no leite humano. Porque muitas drogas são excretadas no leite humano e devido ao potencial de efeitos adversos no lactante56, deve-se optar por descontinuar a amamentação3 ou o tratamento com Losartec, dependendo da importância da droga para a mãe.

Uso Pediátrico de Losartec

Não foram ainda estabelecidas a segurança e a eficácia em crianças.

Uso em Idosos de Losartec

Não houve diferença no perfil de eficácia e segurança.

Reações Adversas de Losartec

Losartana tem se mostrado, em geral, bem tolerado. Os efeitos colaterais57 têm sido de natureza leve ou transitória e não têm requerido a descontinuação da terapia. A incidência58 global dos efeitos colaterais57 de losartana foi comparada à do placebo59.Em estudos clínicos controlados em pacientes com hipertensão60 essencial, tontura8 foi o único efeito colateral61 relatado como relacionado a losartana, que ocorreu com incidência58 superior a do placebo59 em 1% ou mais dos pacientes tratados.
Efeitos ortostáticos relacionados à dose foram observados em menos de 1% dos pacientes. Raramente foi relatada erupção9 cutânea10, embora a incidência58 em estudos clínicos controlados tenha sido inferior a do placebo59.
Foram ocasionalmente relatados os seguintes efeitos colaterais57: hipersensibilidade, angioedema62 envolvendo edema33 da face6, dos lábios, faringe63 e/ou de língua7, diarréia14, mialgia64 e cefaléia65 nos pacientes tratados com losartana.
Hipercalemia66 (potássio sérico > 5,5 mEq/l) ocorreu em 1,5% dos pacientes. Elevações nos valores de ALT raramente ocorreram e voltaram aos valores iniciais com a descontinuação da terapia.

Posologia de Losartec

A dose usual de início e de manutenção é de 50mg, uma vez ao dia, para a maioria dos pacientes. O máximo efeito anti-hipertensivo é obtido 3-6 semanas após início da terapia.
Alguns pacientes podem obter benefício adicional se a dose for aumentada para 100mg, uma vez ao dia.
Para pacientes67 com depleção37 do volume intravascular38, como exemplo, pacientes tratados com altas doses de diuréticos39, deve-se considerar uma dose de 25mg, uma vez ao dia. Ver ítem "precauções".
Não há necessidade de ajuste posológico inicial para pacientes67 idosos ou para pacientes67 com disfunção renal26, incluindo pacientes sob diálise68. Deve ser considerada a utilização de uma dose mais baixa para pacientes67 com história de disfunção hepática41. Ver ítem "Precauções".
Losartec pode ser administrado com outros anti-hipertensivos e com ou sem alimentos.

Superdosagem de Losartec

Os dados disponíveis relativos à superdosagem em seres humanos são limitados. As manifestações mais prováveis de superdosagem seriam hipotensão35 e taquicardia69; bradicardia70 poderá ocorrer por estimulação do parassimpático (vagal). Se houver hipotensão35 sintomática40, deve ser corrigida com o tratamento de suporte.Nem losartana potássica, nem o metabólito20 ativo podem ser removidos da circulação71 por hemodiálise72.

Pacientes Idosos de Losartec

Losartec pode ser usado por pacientes acima de 65 anos de idade, desde que observadas as precauções e contra-indicações comuns ao produto.
ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS, AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.
M.S. 1.0155.0200 •  Farm. Resp: Regina H. V.  Souza / CRF-SP nº 6394
Marjan Indústria e Comércio Ltda
Rua Gibraltar,165 •  Santo Amaro - São Paulo / SP •  CEP: 04755-070  
TEL: (11) 5642-9888 •  CNPJ nº 60.726.692/0001-81
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Losartec - Laboratório

MARJAN
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Complementos

1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
2 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
3 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
4 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
5 Inchaço: Inchação, edema.
6 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
7 Língua:
8 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
9 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
10 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
11 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
12 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
13 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
14 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
15 Cabeça:
16 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
17 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
18 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
19 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
20 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
21 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
22 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
23 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
24 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
25 Encefálica: Referente a encéfalo.
26 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
27 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
28 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
29 Receptores hormonais: São proteínas que se ligam aos hormônios circulantes, mediando seus efeitos nas células. Os mais estudados em tumores de mama são os receptores de estrogênio e os receptores de progesterona, por exemplo.
30 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
31 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
32 Bradicinina: É um polipeptídio plasmático que tem função vasodilatadora e que se forma em resposta à presença de toxinas ou ferimentos no organismo.
33 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
34 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
35 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
36 Hidroeletrolítico: Aproximadamente 60% do peso de um adulto são representados por líquido (água e eletrólitos). O líquido corporal localiza-se em dois compartimentos, o espaço intracelular (dentro das células) e o espaço extracelular (fora das células). Os eletrólitos nos líquidos corporais são substâncias químicas ativas. Eles são cátions, que carregam cargas positivas, e ânions, que transportam cargas negativas. Os principais cátions são os íons sódio, potássio, cálcio, magnésio e hidrogênio. Os principais ânions são os íons cloreto, bicarbonato, fosfato e sulfato.
37 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
38 Intravascular: Relativo ao interior dos vasos sanguíneos e linfáticos, ou que ali se situa ou ocorre.
39 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
40 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
41 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
42 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
43 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
44 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
45 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
46 Artéria Renal: Ramo da aorta abdominal que irriga os rins, glândulas adrenais e ureteres.
47 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
48 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
49 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
50 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
51 Hipoplasia: Desenvolvimento defeituoso ou incompleto de tecido ou órgão, geralmente por diminuição do número de células, sendo menos grave que a aplasia.
52 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
53 Oligohidrâmnio: É quando a gestante está com menos líquido amniótico que o ideal dentro do útero. Ele ocorre mais comumente durante o terceiro trimestre da gestação.
54 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
55 Crânio: O ESQUELETO da CABEÇA; compreende também os OSSOS FACIAIS e os que recobrem o CÉREBRO. Sinônimos: Calvaria; Calota Craniana
56 Lactante: Que produz leite; que aleita.
57 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
58 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
59 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
60 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
61 Efeito colateral: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
62 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
63 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
64 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
65 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
66 Hipercalemia: É a concentração de potássio sérico maior que 5.5 mmol/L (mEq/L). Uma concentração acima de 6.5 mmol/L (mEq/L) é considerada crítica.
67 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
68 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
69 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
70 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
71 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
72 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

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