Preço de AAS Protect em Woodbridge/SP: R$ 16,45

AAS Protect

Sanofi Aventis Farmacêutica Ltda

Atualizado em 03/06/2015

AAS® Protect

Ácido acetilsalicílico

Forma Farmacêutica e Apresentação de Aas Protect

AAS® Protect é apresentado na forma de comprimidos de liberação entérica com
revestimento ácido resistente, na dosagem de 100 mg de ácido acetilsalicílico, em
cartuchos contendo 30 comprimidos.

USO ADULTO

Composição de Aas Protect

AAS® Protect
Cada comprimido revestido contém:
ácido acetilsalicílico             100 mg
excipientes q.s.p.                  1 com.
Contém: celulose microcristalina, lactose1 monoidratada, amido, dióxido de silício,
hipromelose, polietilenoglicol, ácido cítrico anidro, dióxido de titânio, Eudragit L-30D,
polissorbato 80, talco, trietilcitrato, dimeticona.

Informação ao Paciente de Aas Protect

Ação esperada do medicamentoAAS® Protect é um medicamento que possui em sua fórmula uma substância chamada
ácido acetilsalicílico . O ácido acetilsalicílico tem a capacidade de evitar o agrupamento
das plaquetas2, componentes do sangue3 que agem na formação dos coágulos
sangüíneos. Ao inibir o agrupamento das plaquetas2, esse medicamento atua na
prevenção da formação de coágulos (trombos4) nos vasos sangüíneos5, prevenindo assim
certas doenças cardiovasculares6, tais como: angina7 de peito8 instável (dor no peito8
causada pela má circulação9 do sangue3 nas artérias coronárias10); infarto11 agudo12 do
miocárdio13 em pacientes com fatores de risco para tal; novo infarto11 em doentes que já
sofreram infarto11. Também é indicado após cirurgias ou outras intervenções nas artérias14
(por ex., cirurgia de ponte de safena) e para evitar a ocorrência de distúrbios transitórios
da circulação9 cerebral (ataque de isquemia15 cerebral transitória) e de infarto11 cerebral
(derrame16 cerebral) após as primeiras manifestações (paralisia17 transitória da face18 ou dos
músculos19 dos braços ou perda transitória da visão20).
Nota: Este medicamento não é adequado para o tratamento da dor.
O AAS® Protect apresenta uma formulação que permite a liberação do medicamento
somente no intestino, o que melhora a sua tolerabilidade gástrica. Para que este
mecanismo não seja afetado, os comprimidos de AAS® Protect não devem ser partidos.
Pelo fato da liberação do ácido acetilsalicílico de AAS® Protect ser retardada e ocorrer
apenas no intestino, o mesmo não deve ser utilizado em situações de emergência21 como
na fase aguda do infarto do miocárdio22.
Cuidados de conservação
AAS® Protect deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C).
Prazo de validade
Impresso na embalagem.
Ao comprar qualquer medicamento verifique o prazo de validade. Não use remédio com
prazo de validade vencido. Além de não obter o efeito desejado, você poderá prejudicar sua
saúde23.
Gravidez24 e lactação25
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez24 na vigência do tratamento ou após o
seu término. AAS® Protect não deve ser utilizado no último trimestre de gravidez24.
Informe também seu médico caso esteja amamentando.
Cuidados de administração
O comprimido deve ser ingerido com quantidade suficiente de água para permitir a sua
correta deglutição26. Evitar a ingestão concomitante com bebidas alcoólicas. Siga a
orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do
tratamento.
Interrupção do tratamento
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico, pois isto poderá
prejudicar o tratamento de sua doença.
Reações adversas
AAS® Protect pode causar náuseas27 e vômitos28. Raramente podem ocorrer sangramentos e
úlceras29 do estômago30, reações alérgicas com dificuldade para respirar, reações na pele31,
anemia32 após uso prolongado, alterações da função do fígado33 e dos rins34 e queda do nível de
açúcar35 no sangue3. Informe seu médico sobre o aparecimento de reações desagradáveis.
AAS® Protect não deve ser utilizado por pacientes alérgicos a outros analgésicos36 e
antiinflamatórios do mesmo tipo.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Contra-indicações e Precauções
AAS® Protect está contra-indicado em pacientes alérgicos ao ácido acetilsalicílico, a
salicilatos ou a qualquer um dos componentes do medicamento, pacientes com tendência a
sangramentos, com úlceras29 do estômago30 ou intestino, em tratamento com metotrexato em
dose iguais ou superiores a 15 mg/semana ou no último trimestre de gravidez24. Não deve
ser usado em hemofílicos e naqueles pacientes que estejam fazendo uso de
anticoagulantes37. O AAS® Protect só poderá ser empregado durante a gravidez24 e lactação25
sob orientação médica. Evite a ingestão concomitante com álcool. O uso concomitante de
AAS® Protect com drogas como corticosteróides, anticoagulantes37 orais, heparina,
hipoglicemiantes38, metotrexato e probenecida deverá ser acompanhada cuidadosamente
pelo médico.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO, PODE SER
PERIGOSO PARA SUA SAÚDE23.

Informação Técnica de Aas Protect

Características de Aas Protect

AAS® Protect inibe a agregação plaquetária. A inibição da agregação plaquetária édecorrente de uma interferência com a produção de tromboxano A2 no interior da plaqueta39.
Seu mecanismo de ação baseia-se na inibição irreversível da ciclooxigenase (COX-1). Esse
efeito inibitório é especialmente acentuado nas plaquetas2, porque estas não são capazes
de sintetizar novamente essa enzima40. Todavia, a utilização dessa propriedade
antiagregante requer prévia avaliação clínica do paciente, de modo a permitir o adequado
ajuste posológico pelo médico. Devido ao revestimento ácido resistente do AAS® Protect, o
ácido acetilsalicílico não é liberado no estômago30, mas no meio alcalino do intestino. Isso
confere melhor tolerabilidade gástrica ao medicamento. No entanto, o revestimento entérico
retarda a absorção do ácido acetilsalicílico para 3 a 6 horas após a ingestão, em
comparação aos comprimidos simples de ácido acetilsalicílico, cujos níveis plasmáticos são
alcançados em 0,3 a 2 horas. Tanto o ácido acetilsalicílico como o ácido salicílico ligam-se
amplamente às proteínas41 plasmáticas e são rapidamente distribuídos a todas as partes
do organismo. O ácido salicílico aparece no leite materno e atravessa a placenta.
O ácido salicílico é eliminado principalmente por metabolismo42 hepático; os metabólitos43
incluem o ácido salicilúrico, o glicuronídeo salicilfenólico, o glicuronídeo salicilacílico, o
ácido gentísico e o ácido gentisúrico.
A cinética44 da eliminação do ácido salicílico é dependente da dose, uma vez que o
metabolismo42 é limitado pela capacidade das enzimas hepáticas45. Desse modo, a meiavida
de eliminação varia de 2 a 3 horas após doses baixas até cerca de 15 horas com
doses altas. O ácido salicílico e seus metabólitos43 são excretados principalmente por via
renal46.

Indicações de Aas Protect

Com base nas suas propriedades inibidoras da agregação plaquetária, o AAS® Protect é
indicado para as seguintes situações:

Em pacientes com angina7 pectoris estável e instável (doenças isquêmicas do
miocárdio13);
Em infarto do miocárdio22, exceto na fase aguda (nesses casos, utilizar o ácido acetilsalicílico
sem cobertura entérica);
Para reduzir o risco de morbidade47 e mortalidade48 em pacientes com antecedente de
infarto do miocárdio22 (profilaxia do reinfarto);
Para a prevenção secundária de acidente vascular cerebral49;
Para prevenção primária do infarto do miocárdio22 em pessoas com fatores de risco
cardiovasculares, p.ex. diabetes mellitus50, hiperlipemia, hipertensão51, obesidade52,
tabagismo, idade avançada.

Contra-Indicações de Aas Protect

AAS® Protect está contra-indicado em todos os pacientes com hipersensibilidade ao ácidoacetilsalicílico, a qualquer componente do produto e a outros antiinflamatórios não
esteróides, em pacientes predispostos a dispepsias, com diátese hemorrágica53 ou
sabidamente portadores de alguma lesão54 da mucosa55 gástrica. Seu emprego deve ser
evitado nos pacientes portadores de lesão54 hepática56 grave, em hemofílicos e naqueles que
estejam fazendo uso de anticoagulantes37. A administração deve ser cautelosa nos pacientes
com função renal46 comprometida, particularmente nas crianças, e sempre que o paciente
estiver desidratado. O AAS® Protect somente deverá ser empregado durante a gravidez24
sob orientação médica, porém, é contra-indicado no último trimestre de gravidez24.
AAS® Protect está contraindicado se o paciente estiver utilizando metotrexato em doses
de 15 mg/semana ou mais.

Precauções e Advertências de Aas Protect

Somente após rigorosa avaliação médica dos riscos e benefícios do uso de ácido
acetilsalicílico, este poderá ser utilizado nas seguintes condições: primeiro e segundo
trimestre da gravidez24, durante a amamentação57 quando usado em altas doses (acima de
300 mg/dia); hipersensibilidade a drogas antiinflamatórias ou anti-reumáticas ou a outros
alérgenos58; no uso concomitante com outros anticoagulantes37 (derivados cumarínicos ou
heparina- exceto terapia com baixas doses de heparina); na presença de lesões59 hepáticas60
ou renais graves; pacientes com antecedentes de doença gastrintestinal.
Pacientes com asma61 brônquica, bronquite crônica62, febre do feno63 e edema64 da mucosa55 nasal
(pólipo65 nasal) podem vir a apresentar crise asmática, edema64 de Quincke ou urticária66, com
analgésicos36 ou antiinflamatórios não esteróides. Evite tomar álcool. Pacientes com
indicação para cirurgia devem consultar o médico sobre o uso desse medicamento.

Não deve ser utilizado na fase aguda das síndromes coronarianas e na fase aguda do
infarto do miocárdio22 (nesses casos, os pacientes devem receber imediatamente o
ácido acetilsalicílico sem cobertura entérica).

Interações Medicamentosas de Aas Protect

Alguns efeitos do ácido acetilsalicílico sobre o trato gastrintestinal podem serpotencializados pelo álcool. Pode ser aumentada a atividade dos anticoagulantes37
cumarínicos e a atividade hipoglicemiante67 das sulfoniluréias68. Os anticoagulantes37 podem
acentuar o efeito hemorrágico69 do ácido acetilsalicílico sobre a mucosa55 gástrica. O ácido
acetilsalicílico diminui o efeito de agentes uricosúricos como a probenecida e a
sulfinpirazona. Barbitúricos e outros sedativos podem mascarar os sintomas70 respiratórios
da superdosagem com ácido acetilsalicílico e tem sido relatado aumento da toxicidade71
daqueles. A atividade do metotrexato pode estar marcadamente acentuada e sua
toxicidade71 aumentada. Os agentes trombolíticos como a ticlopidina aumentam o risco de
sangramentos. Caso ingerido concomitantemente com digoxina, ocorre um aumento das
concentrações plasmáticas de digoxina em função da diminuição da excreção renal46. Da
mesma forma, a administração concomitante com glicocorticóides sistêmicos72 (exceto
hidrocortisona usada como terapia de reposição na doença de Addison) diminui os níveis
de salicilato plasmático durante o tratamento com corticosteróides e risco de superdose de
salicilato após interrupção do tratamento, por aumento da eliminação de salicilatos pelos
corticosteróides.

Reações Adversas de Aas Protect

O ácido acetilsalicílico pode provocar dor abdominal, azia73, náusea74, vômito75, irritação da
mucosa55 gástrica (inclusive úlcera76 e perfuração gastroduodenal) e sangramento digestivo,
sobretudo em dose alta e tratamento prolongado.
Embora pouco comuns, podem ocorrer casos de hipersensibilidade manifestada por
broncoespasmo77, asma61, rinite78, urticária66, reações anafiláticas79 e outras manifestações
cutâneas80.
Casos isolados de alteração da função hepática56 (aumento das transaminases) e renal46,
hipoglicemia81 e reações graves de pele31 foram descritos.
O uso prolongado do ácido acetilsalicílico em altas doses tem sido associado com
diminuição da função renal46.
Tontura82 e zumbido podem ocorrer como sintomas70 de superdose, principalmente em
crianças e idosos.

Posologia e Modo de Usar de Aas Protect

AAS® Protect - como inibidor da atividade plaquetária, na angina7 pectoris instável, naprofilaxia do reinfarto e após cirurgia vascular83 ou intervenções, na prevenção de ataque
isquêmico84 transitório e infarto11 cerebral, na prevenção de trombose85 dos vasos coronarianos
em pacientes com fatores de risco, o ácido acetilsalicílico tem sido usado em doses entre
50 a 325 mg ao dia. De acordo com os consensos nacionais e internacionais, as doses de
ácido acetilsalicílico utilizadas para essas indicações variam, conforme descrito a seguir:
Angina7 pectoris estável e instável (doenças isquêmicas do miocárdio13): 75-325 mg/dia;
Profilaxia do reinfarto: 75-325 mg/dia;
Pós angioplastia86: 75-325 mg/dia;
Prevenção do AIT e infarto11 cerebral: 50 - 325 mg/dia;
Pós infarto11 agudo12 cerebral isquêmico84: 160- 325 mg/dia;
Prevenção de trombose85 coronariana em pacientes com fatores de risco: 75 a 100 mg/dia.
AAS® Protect deve ser ingerido sem ser partido ou mastigado, preferencialmente entre as
refeições, ou a critério médico.

Superdosagem de Aas Protect

Em caso de superdose acidental, procure imediatamente um médico ou um Centro de
Informações e Assistência Toxicológica, mesmo na ausência de sinais87 ou sintomas70.
Enquanto a intoxicação aguda provoca alterações graves do equilíbrio ácido-básico, a
intoxicação crônica causa alterações principalmente no Sistema Nervoso Central88
(salicismo). Além do distúrbio ácido básico e eletrolítico (perda de potássio), hipoglicemia81,
erupções da pele31 e hemorragia89 gastrintestinal, os sintomas70 podem incluir hiperventilação,
zumbido, náuseas27, vômitos28, distúrbios visuais e auditivos, cefaléia90, tontura82 e confusão. Na
intoxicação grave, podem ocorrer delírio91, tremor, dispnéia92, sudorese93, hipertermia e coma94. O
tratamento da intoxicação com ácido acetilsalicílico depende da extensão, do estágio e dos
sintomas70 clínicos do quadro. Nos casos de intoxicação moderada, o esvaziamento do
estômago30 por aspiração ou êmese95, ou a lavagem gástrica96, serão normalmente medidas
suficientes.
Nos casos de intoxicação grave (concentrações de salicilato acima de 500 mcg/ml de
plasma97) deve-se transferir a pessoa imediatamente a uma unidade hospitalar especializada,
realizar lavagem gástrica96, administração de carvão ativado, controle do equilíbrio ácidobase,
juntamente com diurese98 por infusão intravenosa de solução fisiológica99 com
bicarbonato de sódio, ou Ringer-lactato100 ou solução de glicose101. Em intoxicações graves,
existe a possibilidade de hemodiálise102. As perdas líquidas devem ser repostas.

Pacientes Idosos de Aas Protect

Nos pacientes idosos, devido à deterioração da função renal46 e gástrica há necessidade deum acompanhamento clínico mais cuidadoso com o objetivo de evitar efeitos colaterais103 de
maior gravidade.

Dizeres Legais de Aas Protect

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Lote, fabricação e validade: VIDE RÓTULO E/OU CARTUCHO
M.S 1.1300.0991

Farm. Resp: Antônia A. Oliveira
CRF-SP nº 5854

Sanofi-Aventis Farmacêutica Ltda.
Rua Conde Domingos Papais, 413
Suzano - São Paulo
CEP 08613-010
C.N.P.J 02.685.377/0008-23
Indústria Brasileira
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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
3 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
4 Trombos: Coágulo aderido à parede interna de uma veia ou artéria. Pode ocasionar a diminuição parcial ou total da luz do mesmo com sintomas de isquemia.
5 Vasos sangüíneos: Órgãos em forma de tubos que se ramificam por todo o organismo. Existem três tipos principais de vasos sangüíneos que são as artérias, veias e capilares.
6 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
7 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
8 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
9 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
10 Artérias coronárias: Veias e artérias do CORAÇÃO.
11 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
12 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
13 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
14 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
15 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
16 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
17 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
18 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
19 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
20 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
21 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
22 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
23 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
24 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
25 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
26 Deglutição: Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago; ação ou efeito de deglutir; engolir. É um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.
27 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
28 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
29 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
30 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
31 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
32 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
33 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
34 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
35 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
36 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
37 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
38 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
39 Plaqueta: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
40 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
41 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
42 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
43 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
44 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
45 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
46 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
47 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
48 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
49 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
50 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
51 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
52 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
53 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
54 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
55 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
56 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
57 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
58 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
59 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
60 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
61 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
62 Bronquite crônica: Inflamação persistente da mucosa dos brônquios, em geral produzida por tabagismo, e caracterizada por um grande aumento na produção de muco bronquial que produz tosse e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos durante dois anos.
63 Febre do Feno: Doença polínica, polinose, rinite alérgica estacional ou febre do feno. Deve-se à sensibilização aos componentes de polens, sendo que os alérgenos de pólen provocam sintomas clínicos quando em contato com a mucosa do aparelho respiratório e a conjuntiva de indivíduos previamente sensibilizados.
64 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
65 Pólipo: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
66 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
67 Hipoglicemiante: Medicamento que contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
68 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
69 Hemorrágico: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
70 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
71 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
72 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
73 Azia: Pirose. Sensação de dor epigástrica semelhante a uma queimadura, geralmente acompanhada de regurgitação de suco gástrico para dentro do esôfago.
74 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
75 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
76 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
77 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
78 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
79 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
80 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
81 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
82 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
83 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
84 Isquêmico: Relativo à ou provocado pela isquemia, que é a diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea, numa parte do organismo, ocasionada por obstrução arterial ou por vasoconstrição.
85 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
86 Angioplastia: Método invasivo mediante o qual se produz a dilatação dos vasos sangüíneos arteriais afetados por um processo aterosclerótico ou trombótico.
87 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
88 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
89 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
90 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
91 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
92 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
93 Sudorese: Suor excessivo
94 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
95 Êmese: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Sinônimo de vômito. Pode ser classificada como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
96 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
97 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
98 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
99 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
100 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
101 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
102 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
103 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.

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