CEDILANIDE

NOVARTIS

Atualizado em 03/06/2015

Forma Farmacêutica e Apresentação de Cedilanide

Solução injetável. Caixa com 50 ampolas de 2 ml.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de Cedilanide

Cada ampola (2 ml) contém:
 Deslanósido    0,2 mg /ml

O deslanósido é um dos glicosídios naturais da Digitalis lanata; aumenta a contratilidade cardíaca, diminui a freqüência cardíaca (pela prolongação do período refratário do nódulo AV1) e alivia a sintomatologia clínica da insuficiência cardíaca2 (congestão venosa, edema3 periférico, etc.).
A ação terapêutica4 começa entre 5-30 minutos após injeção5 intravenosa e o efeito máximo é obtido em 2(-4) horas.
A absorção gastrintestinal é da ordem de 60-75%, o volume de distribuição é de cerca de 4,5 l/kg (variação 2,0 - 8,1), e a ligação a proteínas6 é de 25%. A meia-vida de eliminação é de cerca de 40 horas.
Um dos principais metabólitos7 é a digoxina. 50% da dose administrada é excretada pelos rins8, principalmente na forma de lanatosído C.

 - Indicações
 Insuficiência cardíaca congestiva9 aguda e crônica de todos os tipos, qualquer que seja sua fase - especialmente as associadas com fibrilação ou "flutter" supraventricular e aumento da freqüência cardíaca - em pacientes de todas as idades.
Taquicardia10 paroxística supraventricular.

Posologia de Cedilanide

 Analogamente a todos os glicosídios cardíacos, a posologia deve ser cuidadosamente adaptada às necessidades individuais do paciente.As injeções por via intravenosa devem ser administradas vagarosamente.

Adultos

digitalização rápida (24 horas) em casos de urgência11:
i.v. ou i.m.: 0,8 - 1,6 mg = 4 - 8 ml = 2 - 4 ampolas  (em 1- 4 doses fracionadas);
digitalização lenta (3 - 5 dias):
i.v. ou i.m.: 0,6 - 0,8 mg diariamente = 3 - 4 ml = 1 ½ - 2 ampolas (pode ser fracionada);
terapia de manutenção: (dose diária média + variação nas doses):
i.m. (i.v. é possível): 0,4 mg (0,2 - 0,6 mg) = 2 ml (1-3 ml = ½ a 1 ½ ampolas).

Crianças

Crianças, e especialmente as pequenas (lactentes12), requerem de modo geral doses maiores que os adultos, em relação ao peso corpóreo. Todavia existem diferenças consideráveis entre os pacientes, e as seguintes doses   são fornecidas para orientação:
-digitalização rápida (24 horas) em casos de urgência11:
i.v. ou i.m.: 0,02 - 0,04 mg/kg diariamente em 1-3 doses fracionadas.
Para posologia em situações especiais, incluindo pacientes idosos, vide "Precauções".

Contra-Indicações de Cedilanide

 Bloqueio AV completo e bloqueio AV do 2º grau (especialmente 2:1), parada sinusal, bradicardia13 sinusal excessiva.
 

Precauções de Cedilanide

Durante o tratamento com digitálicos o paciente deve ser mantido sob controle, a fim de evitar efeitos secundários devidos a uma dosagem excessiva.Não se deve administrar cálcio parenteralmente a pacientes digitalizados.
Na presença de cor pulmonale crônico14, insuficiência15 coronariana, distúrbios eletrolíticos, insuficiência renal16 ou hepática17, a posologia deve ser reduzida. Isto implica em um  ajuste cuidadoso da posologia também em pacientes idosos, nos quais uma ou mais destas enfermidades podem estar presentes. Apesar de insuficiência renal16 nestes pacientes, o nível sérico de creatinina18 pode ser normal, devido à massa muscular reduzida e à baixa produção de creatinina18.
Como na insuficiência renal16 a farmacocinética  pode ser alterada, o ajuste da posologia deve ser feito através da dosagem dos níveis séricos da digoxina. Quando isto não for possível, os seguintes conselhos podem ser úteis:
De modo geral a dose deve ser reduzida para cerca da mesma porcentagem que a redução no clearance de creatinina18. Caso o clearance de creatinina18 não tenha sido determinado, pode ser estimado em homens pela determinação da  concentração de creatinina18 sérica (Scr), aplicando-se a fórmula (140 - idade)/Scr.  Para mulheres o resultado deve ser multiplicado por 0,85.
Na insuficiência renal16 grave o nível sérico de digoxina deve ser determinado a intervalos de cerca de 2 semanas, ao menos durante o período inicial de tratamento.

Interações de Cedilanide

Em pacientes digitalizados, cálcio em doses elevadas, medicamentos psicotrópicos19 incluindo o lítio e simpatomiméticos podem aumentar o risco de arritmias20 cardíacas; portanto, estes devem ser administrados com cautela. Em casos de medicação concomitante, a dose de glicosídios cardíacos deve ser reduzida.
Vários medicamentos podem aumentar a concentração de digoxina, por exemplo: quinidina, antagonistas de cálcio (em especial verapamil), amiodarona, espironolactona e triantereno.
Os antibióticos como a eritromicina e a tetraciclina podem indiretamente causar um aumento na concentração sérica, alterando a flora intestinal e desta forma interferindo no metabolismo21 do medicamento.
Os diuréticos22 perdedores de K, corticosteróides e anfotericina B podem contribuir para a intoxicação digitálica interferindo no balanço eletrolítico (hipopotassemia23).
Foi observado que o uso concomitante da espironolactona não somente influi sobre a concentração sérica da digoxina, como também pode interferir com o método analítico de determinação. Nestes casos os resultados da avaliação de digoxina devem ser interpretados com cautela.

Efeitos Colaterais24 de Cedilanide

25% dos pacientes hospitalizados que recebem digital apresentam algum sinal25 de intoxicação digitálica. Esta ocorre, geralmente, devido à administração concomitante de diuréticos22 que levam a depressões de potássio. Os efeitos colaterais24 mais freqüentes, especialmente após os primeiros  sintomas26 da dosagem excessiva, são:distúrbios do SNC27 e gastrintestinais (anorexia28, náusea29, vômito30); em raras ocasiões (especialmente em pacientes arterioscleróticos idosos), confusão, desorientação, afasia31 e distúrbios visuais incluindo cromatopsia, sudorese32 fria, convulsões, síncope33, morte.
distúrbios da freqüência cardíaca, condução e ritmo (bradicardia13 acentuada e parada cardíaca); no ECG rebaixamento do segmento ST com inversão pré-terminal da onda T.  
As reações cutâneas34 alérgicas (prurido35, urticária36, erupções maculares) e ginecomastia37 ocorrem muito raramente.

Tratamento da Intoxicação de Cedilanide

  a)     devido a dosagem excessiva severa e aguda:
        Suspender Cedilanide e esvaziar o estômago38 (lavagem gástrica39).
      Deve-se deixar no estômago38 um aglutinante, tal como a colestiramina.
      É essencial a monitorização ECG contínua.
      O tratamento com anticorpos40 específicos pode ser considerado.
      Para outro tratamento posterior, veja abaixo.
  b)     devido a dosagem excessiva crônica:
        Suspender Cedilanide e monitorizar o paciente através de ECG.
  1.    Os sais de potássio são comumente utilizados, especialmente em casos de hipocalemia41: 0,5 a 1 g de cloreto de potássio dissolvido em água, administrado por via oral várias vezes ao dia, até 3 - 6 g (40 a 80 mEqK+), para adultos desde que a função renal42 esteja conservada. Em casos urgentes utilizar infusão intravenosa de 40 a 80 mEq (diluída para uma concentração de 40 mEq por 500 ml) a uma velocidade máxima de 20 mEq/hora (utilizar monitorização ECG) ou a uma velocidade mais lenta no caso de irritação local dolorosa. Recomenda-se a administração de magnésio na presença de hipomagnesemia.
2.    Tratamento de taquiarritmias43:
  Nos casos de arritmia44 ventricular grave sem bloqueio AV, injeção5 i.v. lenta de lidocaína. Os pacientes com funções cardíaca e renal42 normais, geralmente respondem a uma injeção5 intravenosa inicial (vagarosa por 2-4 minutos) de 1-2 mg/kg de peso corpóreo seguida por uma infusão i.v. de 1-2 mg/minuto. Nos pacientes com funções cardíacas e/ou renal42 comprometidas a posologia deve ser reduzida de acordo. Se houver bloqueios AV do 2º e 3º graus concomitantes, não se deve administrar lidocaína antes que o tratamento com marcapasso45 seja instituído. Os seguintes medicamentos já foram utilizados, os quais também podem ser úteis em arritmias20 supraventriculares: agentes betabloqueadores, procainamida, bretílio e fenitoína.
A cardioversão somente deve ser empregada no tratamento de fibrilação ventricular, desde que de outra forma pode precipitar arritmias20 mais graves.
  3.     Tratamento de bradiarrítmias e bloqueio AV:
   atropina;
marcapasso45 se forem observados bloqueio AV grave, parada sinusal ou assístole;
como tratamento de emergência46, antes da inserção de um eletrodo para o marcapasso45, uma infusão i.v. de isoproterenol pode ser útil.
 
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

CEDILANIDE - Laboratório

NOVARTIS
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Complementos

1 Nódulo AV: Pequena massa nodular formada por fibras musculares especializadas que estão localizadas no septo interatrial próximo ao óstio do seio coronário. Dá origem ao feixe atriventricular do sistema de condução do coração.
2 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
3 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
4 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
5 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
6 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
7 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
8 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
9 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
10 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
11 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
12 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
13 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
14 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
15 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
16 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
17 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
18 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
19 Psicotrópicos: Que ou o que atua quimicamente sobre o psiquismo, a atividade mental, o comportamento, a percepção, etc. (diz-se de medicamento, droga, substância, etc.). Alguns psicotrópicos têm efeito sedativo, calmante ou antidepressivo; outros, especialmente se usados indevidamente, podem causar perturbações psíquicas.
20 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
21 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
22 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
23 Hipopotassemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
24 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
25 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
26 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
27 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
28 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
29 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
30 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
31 Afasia: Sintoma neurológico caracterizado pela incapacidade de expressar-se ou interpretar a linguagem falada ou escrita. Pode ser produzida quando certas áreas do córtex cerebral sofrem uma lesão (tumores, hemorragias, infecções, etc.). Pode ser classificada em afasia de expressão ou afasia de compreensão.
32 Sudorese: Suor excessivo
33 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
34 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
35 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
36 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
37 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
38 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
39 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
40 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
41 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
42 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
43 Taquiarritmias: Cadência rápida do ritmo do coração, arritmias rápidas.
44 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
45 Marcapasso: Dispositivo eletrônico utilizado para proporcionar um estímulo elétrico periódico para excitar o músculo cardíaco em algumas arritmias do coração. Em geral são implantados sob a pele do tórax.
46 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.

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