UNI IMIPRAX

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 09/12/2014

UNI IMIPRAX
cloridrato de imipramina
Comprimido Revestido

Identificação do Produto de Uni Imiprax

Forma Farmacêutica e Apresentações de Uni Imiprax

Comprimido revestido 25 mg: caixa com 20 e 200 comprimidos.
USO ADULTO E PEDIÁTRICO (crianças maiores de 5 anos de idade)

Composição de Uni Imiprax

Comprimido revestido
Cada comprimido revestido de 25 mg contém:
cloridrato de imipramina ................. 25 mg
Excipientes: amido, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, óxido de ferro, hipromelose, dióxido de titânio, laurilsulfato de sódio, fosfato de cálcio dibásico, celulose microcristalina, silicato de magnésio, butilhidroxitolueno, macrogol, butilhidroxianisol.

Informações ao Paciente de Uni Imiprax

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO:UNI IMIPRAX é utilizado no tratamento de todas as formas de depressão.
CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO:
Conserve o produto na embalagem original, em temperatura ambiente (15 a 30°C) e protegido da umidade.
PRAZO DE VALIDADE:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.
GRAVIDEZ1 E LACTAÇÃO2:
O cloridrato de imipramina somente deve ser utilizado durante a gravidez1 se os benefícios para a mãe justificarem os riscos potenciais para o feto3. O cloridrato de imipramina é excretado no leite materno, portanto, deve-se escolher entre a suspensão da amamentação4 ou a descontinuação do tratamento. Informe seu médico a ocorrência de gravidez1 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informe ao seu médico se está amamentando.
CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO:
A interrupção brusca do uso da imipramina pode desencadear sintomas5 de abstinência.
Os comprimidos devem ser ingeridos com alimentos para reduzir a irritação gástrica.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
REAÇÕES ADVERSAS:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis como: secura da boca6, distúrbios visuais, prisão de ventre, ganho de peso, reações alérgicas de pele7, cansaço, confusão, distúrbios do sono, ansiedade, agitação, vertigens8, tremores, dores de cabeça9, fraqueza muscular, aumento da freqüência cardíaca, náuseas10, vômitos11, diarréia12 e falta de apetite.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS:
Não há restrições específicas quanto a ingestão concominante com alimentos.
Durante o tratamento com cloridrato de imipramina, o paciente não deve ingerir bebidas alcoólicas.
CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula e por pacientes que sofreram infarto do miocárdio13 recente. Deve ser usado com cautela em casos de doenças do coração14, do fígado15, dos rins16 e/ou vias urinárias, doença da próstata17, doença gastrintestinal, doença sangüínea, transtorno bipolar (hipomaníacos e maníacos), convulsões, hipertireoidismo18, glaucoma19, epilepsia20, doença de Parkinson21, problemas de pressão. Durante o tratamento a longo prazo devem ser feitos exames odontológicos para observação de cáries22. O paciente deverá ser submetido a exames de sangue23 periódicos.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Não deve ser utilizado durante a gravidez1 e lactação2.
Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE24.

Informações Técnicas de Uni Imiprax

Características de Uni Imiprax

O cloridrato de imipramina é um antidepressivo tricíclico. Possui propriedades alfadrenolítica, anti-histamínica, anticolinérgica e bloqueadora do receptor serotoninérgico (5-HT). O mecanismo de ação exato no tratamento da depressão ainda não foi esclarecido. Acredita-se que a imipramina atue inibindo, aproximadamente na mesma extensão, a recaptação neuronal de noradrenalina25 (NA) e serotonina (5-HT), aumentando a concentração sináptica dessas substâncias.
A absorção é rápida e quase completa a partir do trato gastrintestinal. A ingestão de alimentos não afeta sua absorção e biodisponibilidade. Durante sua primeira passagem pelo fígado15, a imipramina, administrada por via oral, é parcialmente convertida em desmetilimipramina, um metabólito26 que também tem atividade antidepressiva. Cerca de 86% da imipramina liga-se às proteínas27 plasmáticas.
As concentrações de imipramina no fluido cerebro28-espinal e no plasma29 são altamente correlacionadas. O volume aparente de distribuição é de aproximadamente 21 l/kg de peso corpóreo. Tanto a imipramina como seu metabólito26, desmetilimipramina, passam para o leite materno em concentrações análogas às encontradas no plasma29. A imipramina é altamente metabolizada no fígado15. A molécula é transformada principalmente por desmetilação e, em menor extensão, por hidroxilação. Ambas as rotas metabólicas estão sob controle genético. A imipramina é eliminada do organismo com meia-vida média de 19 horas. Aproximadamente 80% do fármaco30 é excretado através da urina31 e cerca de 20% nas fezes, principalmente na forma de metabólitos32 inativos. As quantidades de imipramina inalterada e de seu metabólito26 ativo, desmetilimipramina, excretadas através da urina31 são de 5% e 6%, respectivamente. Apenas pequenas quantidades são excretadas através das fezes. Em função do clearance metabólico reduzido, as concentrações de imipramina são maiores em pacientes idosos que em pacientes mais jovens. Em crianças, o clearance médio e a meia-vida de eliminação não diferem significativamente dos controles em adultos, mas a variabilidade entre pacientes é grande. Em pacientes portadores de distúrbios renais graves, não ocorrem alterações na excreção renal33 da imipramina e de seus metabólitos32 não-conjugados, biologicamente ativos.
Entretanto, as concentrações plasmáticas em estado de equilíbrio dos metabólitos32 conjugados, que são considerados biologicamente inativos, são elevadas.

Indicações de Uni Imiprax

Estados depressivos de etiologia34 e sintomatologia variados, incluindo formas mascaradas; depressão endógena (unipolar, bipolar e involutiva); depressão somatogênica (orgânica, sintomática35); depressão psicogênica36 (neurótica, reativa, de esgotamento), depressão associada com distúrbios da personalidade; distúrbios depressivos de humor de natureza reativa, neurótica, psicopática ou, incluindo seus equivalentes somáticos, também em crianças; síndromes depressivas na présensibilidade, associadas possivelmente com hipocondríase, assim como choro compulsivo e perda do controle emocional, síndromes depressivas devido a aterosclerose37, acidentes cérebro28-vasculares38, doença de Parkinson21, moléstias somáticas crônicas e alcoolismo.
Outras indicações: ataque de pânico, pavor noturno, enurese39 noturna (em crianças acima de 5 anos de idade é excluída a possibilidade de causa orgânica), condições dolorosas crônicas.

Contra-Indicações de Uni Imiprax

A imipramina não deve ser administrada em estágios agudos do infarto do miocárdio13, e em pacientes com hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula ou aos antidepressivos tricíclicos do grupo dos benzodiazepínicos. O uso concomitante ou no intervalo de 14 dias antes e após o tratamento com inibidores da monoaminoxidase40 (IMAO41) também é contra-indicado.

Precauções e Advertências de Uni Imiprax

Gerais: pacientes portadores de distúrbios cardiovasculares: a imipramina deve ser empregada com cautela, especialmente naqueles com história pregressa de condução, assim como em pacientes idosos.Nestes casos, é necessária a realização da monitorização da função cardiovascular e do eletrocardiograma42 (ECG). Antes do início do tratamento é aconselhável determinar a pressão arterial43 do paciente, uma vez que indivíduos com problemas de hipotensão44 postural ou de pressão sangüínea45 instável podem reagir ao medicamento com hipotensão arterial46.
Pacientes portadores de hipertireodismo ou casos de tratamento concomitante com agentes tireoideanos: deve-se dar especial atenção devido a possibilidade de agravamento da ocorrência de efeitos cardíacos indesejáveis decorrentes da ação anticolinérgica da imipramina.
Monitoramento: o hematócrito47 deve ser monitorado durante o tratamento com a imipramina. Também é aconselhável a monitoração das funções hepática48 e renal33 durante tratamentos prolongados.
Pacientes com sintomas5 de esquizofrenia49 e pacientes agitados: a imipramina pode causar ansiedade, sensação de agitação, hiperexcitação devido ao seu efeito excitante. Em pacientes pré-dispostos e pacientes idosos, a imipramina pode, particularmente à noite, provocar crises farmacogênicas (delírios), que desaparecem dentro de poucos dias, com a descontinuação do tratamento.
Se existir risco de suicídio, o paciente deve ser mantido sob vigilância cuidadosa durante o tratamento. Nestes casos uma terapia inicial combinada com agentes neurolépticos50 sedativos e/ou benzodiazepínicos tem demonstrado resultados. Deve ser considerada uma consulta médica psiquiátrica.
Pacientes tratados com imipramina devem evitar atividades ou trabalhos que necessitem de reações rápidas, tais como dirigir veículos ou operar máquinas.
A imipramina pode diminuir ou inibir o fluxo salivar, contribuindo para o desenvolvimento de cáries22, doenças periodontais51, candidíase52 oral e desconforto, principalmente em pacientes de meia idade e idosos. O paciente deve ser orientado para utilizar balas e chicletes sem açúcar53 ou substitutos da saliva para aliviar o problema. Após o uso prolongado a retirada do medicamento deve ser gradual para evitar sintomas5 de abstinência.
Devido à possibilidade de fotossensibilidade da pele7, o paciente deve evitar se expor ao sol sem a proteção de bloqueadores solares (proteção contra os raios UVA e UVB). O bronzeamento artificial também deve ser evitado.
Gravidez1: a imipramina somente deverá ser usada durante o período de gravidez1, se os benefícios para a gestante justificarem o potencial risco para o feto;54 caso seja utilizada, deverá ser descontinuada pelo menos sete dias antes do parto.
Amamentação4: a imipramina é excretada no leite materno e pode causar sonolência na criança. Nesses casos, deve-se escolher entre a descontinuação do tratamento ou a suspensão da amamentação4.
Pediatria: as crianças são mais sensíveis que os adultos aos efeitos da superdosagem, que pode ser considerada séria e fatal. O aumento da dose em crianças aumenta o risco de reações adversas, sem necessariamente aumentar o efeito terapêutico. Pacientes adolescentes podem requerer doses menores, uma vez que também estão propensos a apresentar aumento da sensibilidade. Para evitar a ocorrência de efeitos cardiotóxicos em crianças, uma posologia diária de 2,5 mg/kg não deve ser excedida.

Interações Medicamentosas de Uni Imiprax

- inibidores da MAO55: não administrar, no mínimo, duas semanas após a interrupção do tratamento com inibidores da MAO55 (há risco de sintomas5 graves, tais como crise hipertensiva, hiperpirexia, mioclonia56, agitação, crises convulsivas, delírios e coma57). O mesmo se aplica quando da administração de um inibidor da MAO55, após tratamento prévio. Em ambos os casos o tratamento com um inibidor da MAO55 deverá ser inicialmente administrado em pequenas doses, que serão aumentadas gradualmente, e seus efeitos deverão ser monitorados.
Evidências sugerem que os antidepressivos tricíclicos podem ser administrados 24 horas após um inibidor reversível da MAO55-A, tal como a moclobemida, mas que o período de wash-out (intervalo) de duas semanas deve ser observado, se um inibidor da MAO55-A for administrado após a utilização de um antidepressivo tricíclico.
- inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS): a medicação concomitante pode levar a efeitos aditivos no sistema seratoninérgico. A fluoxetina e a fluvoxamina podem também aumentar a concentração plasmática de imipramina,com os efeitos adversos correspondentes.
- depressores do sistema nervoso central58 (SNC59): os antidepressivos tricíclicos podem potencializar o efeito do álcool e de outras substâncias depressoras centrais (exemplo: barbitúricos, benzodiazepínicos ou anestésicos gerais).
- neurolépticos50: o uso concomitante pode resultar em aumento da concentração plasmática dos antidepressivos tricíclicos, em redução no limiar de convulsão60 e em crises convulsivas. A combinação com a tioridazina pode produzir arritmias61 cardíacas graves.
- bloqueadores adrenérgicos62: o medicamento pode diminuir ou anular o efeito anti-hipertensivo de guanetidina, betanidina, reserpina, clonidina e alfametildopa.
Os pacientes que necessitem de co-medicação para hipertensão63 deverão, portanto, ser tratados com antihipertensivos de mecanismo de ação diferente (exemplo: diuréticos64, vasodilatadores, beta-bloqueadores).
- anticoagulantes65: os antidepressivos tricíclicos podem potencializar o efeito anticoagulante66 de fármacos cumarínicos, graças à inibição de seu metabolismo67 hepático. A monitoração cuidadosa da protrombina68 plasmática é, portanto, recomendada.
- agentes anticolinérgicos: os antidepressivos tricíclicos podem potencializar os efeitos desses fármacos nos olhos69, no sistema nervoso central58, no intestino e na bexiga70 (exemplo: fenotiazina, agentes antiparkinsonianos, antihistamínicos, atropina, biperideno).
- fármacos simpatomiméticos: o medicamento pode potencializar os efeitos cardiovasculares da adrenalina71, noradrenalina25, isoprenalina, efedrina e fenilefrina (exemplo: anestésicos locais).
- quinidina: os antidepressivos tricíclicos não podem ser empregados em combinação com agentes antiarrítmicos do tipo quinidina.
- indutores de enzimas hepáticas72: os fármacos que ativam o sistema enzimático monoxigenase do fígado15 (exemplo: barbitúricos, carbamazepina, fenitoína, nicotina e contraceptivos orais) podem acelerar o metabolismo67 e diminuir a concentração plasmática da imipramina, resultando em eficácia reduzida. Os níveis plasmáticos de fenitoína e carbamazepina podem aumentar, com os efeitos adversos correspondentes. Pode ser necessário o ajuste da dose desses fármacos.
- cimetidina, metilfenidrato: podem aumentar a concentração plasmática dos antidepressivos tricíclicos, portanto, a dosagem do agente tricíclico deverá ser reduzida.
- estrógenos: há evidências de que algumas vezes os estrógenos podem paradoxalmente reduzir os efeitos do medicamento e induzir a toxicidade73 do medicamento.

Interferência em Exames Laboratoriais de Uni Imiprax

Podem ocorrer aumento ou decréscimo da glicemia74 ou alterações do eletroencefalograma75.

Reações Adversas/Colaterais de Uni Imiprax

As reações adversas são geralmente suaves e transitórias, desaparecendo com a continuidade do tratamento ou com a redução da dosagem. Nem sempre as reações estão correlacionadas com os níveis plasmáticos do fármaco30 ou com a dosagem. Se ocorrerem reações adversas neurológicas ou psíquicas graves, a administração deverá ser suspensa.Efeitos anticolinérgicos: secura na boca6, sudorese76, constipação77, alterações da acomodação visual, visão78 borrada, ondas de calor, distúrbios da micção79, casos isolados de midríase80, glaucoma19, íleo paralítico81.
Efeitos neurológicos: tremores, sensação de formigamento, sintomas5 sugestivos de neuropatia periférica82, vertigens8 e cefaléia83. Podendo ocorrer raramente casos de crises convulsivas. Existem relatos de casos isolados de alterações do EEG, mioclonia56, sintomas5 extrapiramidais, ataxia84, distúrbios da fala e febre85.
Trato gastrintestinal: náusea86, vômito87, anorexia88, estomatites, lesões89 na língua90, distúrbios abdominais.
Fígado15: elevação do nível das transaminases e hepatite91 com ou sem icterícia92.
Sistema cardiovascular93: taquicardia94 sinusal, hipotensão44 postural, alterações do eletrocardiograma42. Em pacientes de condições cardíacas normais, ocasionalmente ocorrem arritmias61, distúrbios da condução e palpitações95. Há relatos de casos isolados de aumento da pressão arterial43, descompensação cardíaca e reações vasoespásticas periféricas.
Efeitos psíquicos: sonolência, fadiga96, sensação de inquietação, confusão, delírios, desorientação, alucinações97 (particularmente em pacientes idosos e em pacientes portadores da doença de Parkinson21), estados de ansiedade, agitação, distúrbios do sono, oscilação de depressão a hipomania ou a mania. Raramente, ativação de sintomas5 psicóticos. Casos isolados de agressividade.
Pele7: reações alérgicas na pele7 (rash98 cutâneo99, urticária100) e casos isolados de edema101 (local ou generalizado), fotossensibilidade, prurido102, petéquias103 e perda de cabelo104.
Sistema endócrino105 e metabolismo67: ganho de peso e ocasionalmente distúrbios da libido106 e da potência. Casos isolados de galactorréia107 e aumento do volume das mamas108. Síndrome109 da Secreção Inapropriada do Hormônio110 Antidiurético (SIHAD), aumento ou decréscimo da glicemia74 e perda de peso.
Hipersensibilidade: alveolite alérgica (pneumonite111), com ou sem eosinofilia112, reações anafiláticas113/anafilactóides sistêmicas, incluindo?se hipotensão44.
Sangue23: leucopenia114, agranulocitose115, trombocitopenia116, eosinofilia112 e púrpura117.
Outros: zumbido no ouvido118.
A interrupção abrupta do tratamento ou a redução de dose, ocasionalmente, pode acarretar náusea86, vômito87, dor abdominal, diarréia12, insônia, cefaléia83, nervosismo e ansiedade.

Posologia de Uni Imiprax

O tratamento pode requerer de 1 a 6 semanas para obter os efeitos antidepressivos desejados, tempo este durante o qual a posologia deve ser mantida e, às vezes, aumentada. A posologia e o modo de administração da imipramina devem ser determinados individualmente e adaptados de acordo com as condições clínicas do paciente. A princípio, as doses devem ser tão baixas quanto possível e a posologia, quando necessário, aumentada cautelosamente no sentido de se obter um efeito ideal.
Depressão e síndrome109 depressivas:
Tratamento ambulatorial: iniciar o tratamento com 25 mg, 1 a 3 vezes por dia.
Aumentar a posologia diária gradualmente para 150 a 200 mg. Esta posologia deve ser alcançada no final da primeira semana de tratamento e mantida até a ocorrência de uma melhora clínica. A dose de manutenção subseqüente deve ser determinada individualmente por meio da redução cautelosa da posologia, situando-se entre 50 e 100 mg diários.
Tratamento hospitalar: iniciar com 25 mg, 3 vezes ao dia, e aumentar a posologia diária gradualmente até atingir uma posologia de 200 mg. Manter esta dose até que a condição depressiva do paciente apresente alguma melhora. Em casos graves a dose pode ser aumentada para 100 mg, 3 vezes ao dia. A dose de manutenção subseqüente deve ser determinada de acordo com as exigências individuais de cada paciente (geralmente 100 mg).
Pacientes idosos: iniciar o tratamento com 10 mg ao dia. Gradualmente aumentar a posologia diária para um nível ideal de 30 a 50 mg diários, que deve ser atingido após cerca de 10 dias de tratamento e mantido até o final.
Pediatria: iniciar o tratamento com 10 mg ao dia. Durante um período de 10 dias, aumentar a posologia diária para 20 mg em crianças com idade de 5 a 8 anos, para 20 a 50 mg naquelas com idade entre 9 a 14 anos, e para 50 a 80 mg em pacientes com mais de 14 anos de idade. Para evitar a ocorrência de efeitos cardiotóxicos em crianças, uma posologia diária de 2,5 mg/kg não deve ser excedida.
Ataques de pânico:
Iniciar o tratamento com 10 mg ao dia, em dose única, aumentando gradativamente até atingir a dose ideal para cada paciente que, em geral, situa-se entre 75 a 150 mg ao dia, em doses divididas. Manter o tratamento durante 6 meses, reduzindo lentamente a dose diária durante esse período.
Condições de dor crônica:
A posologia deve ser determinada individualmente (25 a 300 mg/dia). Em geral, a posologia diária de 25 a 75 mg é suficiente.
Enurese39 noturna:
Utilizar em maiores de 5 anos de idade, iniciando o tratamento com a posologia diária de 10 mg para crianças de 5 a 8 anos, de 25 a 50 mg diários para crianças de 9 a 12 anos e para crianças de mais de 12 anos, 25 a 75 mg diários. As doses mais elevadas se aplicam aos casos que não respondem adequadamente à medicação dentro de uma semana de tratamento. Os comprimidos devem ser administrados em doses únicas após o jantar. Assim que a resposta desejada tenha sido atingida, o tratamento deve ser continuado por 1 a 3 meses, com redução gradativa da dose de manutenção.

Superdosagem de Uni Imiprax

Sinais119 e sintomas5: normalmente ocorre no período de 4 horas após a ingestão, atingindo a severidade máxima após 24 horas. Devido a absorção retardada (efeito anticolinérgico aumentado por superdosagem), da meia-vida longa e do ciclo entero-hepático do fármaco30, o paciente poderá estar em risco por até 4 a 6 dias.Poderão ocorrer os seguintes sinais119 e sintomas5: sonolência, entorpecimento, coma57, ataxia84, inquietação, agitação, reflexos alterados, rigidez muscular, convulsões, coreoabetóides, hipotensão44, arritmia120, taquicardia94, distúrbios da condução, choque121, insuficiência cardíaca122.
Também pode ocasionar ainda, depressão respiratória, cianose123, vômito87, febre85, midríase80, sudorese76 e oligúria124 ou anúria125.
Tratamento: não existe antídoto126 específico.
Deve-se induzir o vômito87, mantendo o estômago127 irrigado (lavagem gástrica128).
Deve-se também ser administrado carvão ativo.
As seguintes medidas devem ser adotadas em caso de superdosagem:
- Insuficiência respiratória129: intubação;
- Hipotensão arterial46 grave: administrar expansor plasmático, dopamina130 ou dobutamina por meio de gotejamento endovenoso;
- Arritmias61 cardíacas: de acordo com as exigências do caso;
- Níveis baixos de potássio e acidose131: devem ser corrigidos;
- Convulsões: diazepam EV.
Diálise132 peritonal, hemodiálise133, transfusão134 e diurese135 forçada em geral não são indicadas.

Pacientes Idosos de Uni Imiprax

Os pacientes idosos são particularmente suscetíveis aos efeitos anticolinérgicos, neurológicos, psíquicos e cardiovasculares.
A capacidade desses pacientes em metabolizar e eliminar fármacos pode estar diminuída, ocasionando concentração elevada nas doses terapêuticas.
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.
SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.

Número do lote, data da fabricação e data da validade: vide cartucho
Registro MS - 1.0497.0189
Farm. Resp.: Ishii Massayuki
CRF-SP nº 4863
UNIÃO QUÍMICA FARMACÊUTICA NACIONAL S/A
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90 - Embu-Guaçu - SP
CEP 06900-000 - SAC 0800 11 1559
CNPJ 60.665.981/0001-18 - Indústria Brasileira

UNI IMIPRAX - Laboratório

UNIAO QUIMICA
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Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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Complementos

1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
2 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
3 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
4 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
5 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
6 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
7 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
8 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
9 Cabeça:
10 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
11 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
12 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
13 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
14 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
15 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
16 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
17 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
18 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
19 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
20 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
21 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
22 Cáries: Destruição do esmalte dental produzida pela proliferação de bactérias na cavidade oral.
23 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
24 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
25 Noradrenalina: Mediador químico do grupo das catecolaminas, liberado pelas fibras nervosas simpáticas, precursor da adrenalina na parte interna das cápsulas das glândulas suprarrenais.
26 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
27 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
28 Cérebro: Derivado do TELENCÉFALO, o cérebro é composto dos hemisférios direito e esquerdo. Cada hemisfério contém um córtex cerebral exterior e gânglios basais subcorticais. O cérebro inclui todas as partes dentro do crânio exceto MEDULA OBLONGA, PONTE e CEREBELO. As funções cerebrais incluem as atividades sensório-motora, emocional e intelectual.
29 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
30 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
31 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
32 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
33 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
34 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
35 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
36 Psicogênica: 1. Relativo à psicogenia ou psicogênese, ou seja, relativo à origem e desenvolvimento do psiquismo. 2. Relativo a ou próprio de fenômenos somáticos com origem psíquica.
37 Aterosclerose: Tipo de arteriosclerose caracterizado pela formação de placas de ateroma sobre a parede das artérias.
38 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
39 Enurese: Definida como a perda involuntária de urina. Ocorre quando a pressão dentro da bexiga excede aquela que se verifica dentro da uretra, ou seja, há um aumento considerável da pressão para urinar dentro da bexiga, isso ocorre durante a fase de enchimento do ciclo de micção. Pode também ser designada de “incontinência urinária“. E ocorre com certa frequência à noite, principalmente entre os idosos.
40 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
41 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
42 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
43 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
44 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
45 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
46 Hipotensão arterial: Diminuição da pressão arterial abaixo dos valores normais. Estes valores normais são 90 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 50 milímetros de pressão diastólica.
47 Hematócrito: Exame de laboratório que expressa a concentração de glóbulos vermelhos no sangue.
48 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
49 Esquizofrenia: Doença mental do grupo das Psicoses, caracterizada por alterações emocionais, de conduta e intelectuais, caracterizadas por uma relação pobre com o meio social, desorganização do pensamento, alucinações auditivas, etc.
50 Neurolépticos: Medicamento que exerce ação calmante sobre o sistema nervoso, tranquilizante, psicoléptico.
51 Periodontais: Relativo ao ou próprio do tecido em torno dos dentes, o periodonto. O periodonto é o tecido conjuntivo que fixa o dente no alvéolo.
52 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
53 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
54 Feto;: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
55 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
56 Mioclonia: Contração muscular súbita e involuntária que se verifica especialmente nas mãos e nos pés, devido à descarga patológica de um grupo de células nervosas.
57 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
58 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
59 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
60 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
61 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
62 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
63 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
64 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
65 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
66 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
67 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
68 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
69 Olhos:
70 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
71 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
72 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
73 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
74 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
75 Eletroencefalograma: Registro da atividade elétrica cerebral mediante a utilização de eletrodos cutâneos que recebem e amplificam os potenciais gerados em cada região encefálica.
76 Sudorese: Suor excessivo
77 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
78 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
79 Micção: Emissão natural de urina por esvaziamento da bexiga.
80 Midríase: Dilatação da pupila. Ela pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
81 Íleo paralítico: O íleo adinâmico, também denominado íleo paralítico, reflexo, por inibição ou pós-operatório, é definido como uma atonia reflexa gastrintestinal, onde o conteúdo não é propelido através do lúmen, devido à parada da atividade peristáltica, sem uma causa mecânica. É distúrbio comum do pós-operatório podendo-se afirmar que ocorre após toda cirurgia abdominal, como resposta “fisiológica“ à intervenção, variando somente sua intensidade, afetando todo o aparelho digestivo ou parte dele.
82 Neuropatia periférica: Dano causado aos nervos que afetam os pés, as pernas e as mãos. A neuropatia causa dor, falta de sensibilidade ou formigamentos no local.
83 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
84 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
85 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
86 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
87 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
88 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
89 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
90 Língua:
91 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
92 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
93 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
94 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
95 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
96 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
97 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
98 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
99 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
100 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
101 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
102 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
103 Petéquias: Pequenas lesões da pele ou das mucosas, de cor vermelha ou azulada, características da púrpura. São lesões hemorrágicas, que não desaparecem à pressão, cujo tamanho não ultrapassa alguns milímetros.
104 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
105 Sistema Endócrino: Sistema de glândulas que liberam sua secreção (hormônios) diretamente no sistema circulatório. Em adição às GLÂNDULAS ENDÓCRINAS, o SISTEMA CROMAFIM e os SISTEMAS NEUROSSECRETORES estão inclusos.
106 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
107 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
108 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
109 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
110 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
111 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
112 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
113 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
114 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
115 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
116 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
117 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
118 Zumbido no ouvido: Pode ser descrito como um som parecido com campainhas no ouvido ou outros barulhos dentro da cabeça que são percebidos na ausência de qualquer fonte de barulho externa.
119 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
120 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
121 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
122 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
123 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
124 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
125 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
126 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
127 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
128 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
129 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
130 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
131 Acidose: Desequilíbrio do meio interno caracterizado por uma maior concentração de íons hidrogênio no organismo. Pode ser produzida pelo ganho de substâncias ácidas ou perda de substâncias alcalinas (básicas).
132 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
133 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
134 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
135 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.

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