FASIGYN

PFIZER

Atualizado em 08/12/2014

Identificação do Produto de Fasigyn

Nome: Fasigyn®

Nome Genérico: tinidazol

                         

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Fasigyn

Fasigyn® 500 mg: cartuchos com 4, 8 e 100 drágeas1;

USO ADULTO

Composição de Fasigyn

Fasigyn® 500 mg: cada drágea2 contém o equivalente a 500 mg de tinidazol.

Excipientes: amido de milho, amido glicolato de sódio, manitol,. estearato de magnésio, laurilsulfato de sódio, sílica gel, dietilftalato, óxido de ferro amarelo, hidroxipropilmetilcelulose e dióxido de titânio.

                         

Informações ao Paciente de Fasigyn

O medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), ao abrigo da luz e umidade.

O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use medicamento com o prazo de validade vencido.

A duração do tratamento irá depender da indicação para a qual o produto está sendo administrado. Portanto, a terapêutica3 não deve ser alterada sem o conhecimento do seu médico.

Fasigyn® é contra-indicado durante o primeiro trimestre de gravidez4. O médico deve ser informado se ocorrer gravidez4 durante o tratamento.

Fasigyn® é contra-indicado em mulheres que estejam amamentando. As mulheres não devem amamentar até no mínimo 3 dias após descontinuação do medicamento.

Uma vez que não existem dados disponíveis, o uso de Fasigyn® no tratamento de crianças abaixo de 12 anos não é recomendado.

Pacientes com distúrbios orgânicos neurológicos, pacientes com hipersensibilidade aos componentes de sua fórmula e pacientes com história de discrasias sanguíneas não devem usar Fasigyn®.

Recomenda-se ingerir o medicamento durante ou após as refeições.

Bebidas alcoólicas devem ser evitadas durante o tratamento com Fasigyn®. As bebidas alcoólicas devem ser evitadas até 72 horas após descontinuação do tratamento.

Os efeitos colaterais5 geralmente não são frequentes. Efeitos gastrintestinais incluem naúsea, vômito6, falta de apetite, diarréia7, sensação de sabor metálico na boca8 e dor abdominal.

Caso ocorram reações tais como tontura9, vertigem10 e ataxia11, ou qualquer reação adversa anormal, a terapia deverá ser descontinuada e o médico informado imediatamente.

As seguintes normas de higiene, no que se refere ao tratamento de amebíase e giardíase, devem ser seguidas:

. Manter limpas as instalações sanitárias.. Ferver as chupetas antes de usá-las.
. Lavar as mãos12 antes das refeições e após utilizar o sanitário.
. Cortar e escovar as unhas13 com frequência.
. Beber água fervida, filtrada ou clorada.
. Ferver o leite antes de consumí-lo.
. Lavar com água fervida, filtrada ou clorada as frutas, verduras e legumes, antes de comê-los.
.Conservar sempre bem cobertos os depósitos de água e alimentos.
. Evitar o contato de insetos com os alimentos.

                         

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE14.

                         

Informações Técnicas de Fasigyn

Propriedades Farmacodinâmicas de Fasigyn

Tinidazol, um derivado imidazólico, possui atividade contra protozoários15 e bactérias anaeróbias.

O mecanismo de ação do tinidazol contra bactérias anaeróbias e protozoários15 envolve a penetração da droga no interior da célula16 do microorganismo com subsequente destruição da cadeia de DNA ou inibição de sua síntese.

Tinidazol é ativo contra protozoários15 e bactérias anaeróbias obrigatórias. A atividade contra protozoários15 inclui Trichomonas vaginalis, Entamoeba histolytica e Giardia lamblia.

Tinidazol é ativo contra Gardnerella vaginalis e a maioria das bactérias anaeróbias incluindo Bacteroides fragilis, Bacteroides melaninogenicus, Bacteroides sp, Clostridium sp, Eubacterium sp, Fusobacterium sp, Peptococcus sp, Peptostreptococcus sp e Veillonella sp.

                         

Propriedades Farmacocinéticas de Fasigyn

Tinidazol é rápida e completamente absorvido após dose oral. Em estudos em voluntários sadios recebendo 2 g de tinidazol oral, níveis de pico plasmático de 40-51 mcg/ml foram alcançados dentro de duas horas e diminuíram para 11-19 mcg/ml em 24 horas.

Voluntários sadios que receberam 800 mg e 1600 mg de tinidazol IV durante 10-15 minutos alcançaram concentrações de picos plasmáticos entre 14 a 21 mcg/ml para a dose de 800 mg e uma média de 32 mcg/ml para a dose de 1600 mg. Após 24 horas da infusão, níveis plasmáticos de tinidazol diminuíram para 4 a 5 mcg/ml e 8,6 mcg/ml, respectivamente, justificando a posologia de dose única diária.

Os níveis diminuem lentamente e tinidazol pode ser detectado no plasma17 em concentrações de 0,5 mcg/ml 72 horas após infusão e até 1,0 mcg/ml 72 horas após administração oral. A meia-vida de eliminação plasmática de tinidazol está entre 12-14 horas.

Tinidazol é amplamente distribuído em todos os tecidos corporais e atravessa a barreira hemato-liquórica, obtendo concentrações clinicamente eficazes em todos os tecidos. Cerca de 12% de tinidazol plasmático está ligado a proteínas18 plasmáticas. O volume de distribuição é de aproximadamente 50 litros.

Tinidazol é excretado pelo fígado19 e rins20. Estudos em voluntários sadios demonstraram que após 5 dias, 60 a 65% de uma dose administrada é excretada na urina21, sendo 20 a 25% da dose excretada como droga inalterada. Aproximadamente 12% da dose administrada é excretada nas fezes.

Estudos em pacientes com insuficiência renal22 (clearance de creatinina23 <22ml/min) indicam que não existe alteração estatisticamente significante nos parâmetros farmacocinéticos de tinidazol nestes pacientes. Assim, não é necessário ajuste de dose.

                         

Indicações de Fasigyn

1. Profilaxia de infecções24 pós-operatórias causadas por bactérias anaeróbias.

2. Infecções24 anaeróbias, tais como:

. infecções24 intraperitoneais: peritonite25, abcessos;. infecções24 ginecológicas: endometrite, endomiometrite, abcesso tubo-ovariano;
. septicemia26 bacteriana;
. infecções24 de cicatrizes27 no pós-operatório;
. infecções24 da pele28 e tecidos moles;
. infecções24 do trato respiratório superior e inferior, pneumonia29, empiemia, abcesso pulmonar.

3. Vaginite30 inespecífica.

4. Gengivite31 ulcerativa aguda.

5. Tricomoníase urogenital32 (masculina e feminina).

6. Giardíase.

7. Amebíase intestinal.

8. Abcesso hepático amebiano.

                         

Contra-Indicações de Fasigyn

O uso de Fasigyn® é contra-indicado durante o primeiro trimestre da gravidez4, em lactantes33 e pacientes portadores de distúrbios neurológicos e em pacientes com conhecida hipersensibilidade aos componentes de sua fórmula. Assim como ocorre com outras drogas similares, Fasigyn® é também contra-indicado em pacientes que apresentem ou tenham histórico de discrasia sanguínea, embora não se tenham notado alterações hematológicas persistentes nos estudos clínicos em animais.

                         

Precauções de Fasigyn

Geral:

Assim como ocorre com outros compostos relacionados, deve-se evitar o uso de bebidas alcoólicas quando em tratamento com Fasigyn® devido a possibilidade de ocorrer reações do tipo dissulfiram (rubor, cólicas34 abdominais, vômito6 e taquicardia35). Bebidas alcoólicas devem ser evitadas até 72 horas após descontinuação de Fasigyn®.

Drogas com estrutura química similar, incluindo Fasigyn®, têm sido associadas a vários distúrbios neurológicos como tonturas36, vertigem10, ataxia11, neuropatias periféricas e raramente convulsões. Se houver o desenvolvimento de quaisquer sinais37 neurológicos anormais durante terapia com Fasigyn®, a terapêutica3 deve ser descontinuada.

                         Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas:

Não foi estudado o efeito de tinidazol na habilidade de dirigir e operar máquinas pesadas. Não existe evidência que sugira que Fasigyn® possa afetar estas habilidades.

                         
Uso em crianças:

Não existem dados suficientes para recomendar as doses profiláticas e de tratamento de infecções24 anaeróbias para crianças com idade inferior a 12 anos.

Uso na gravidez4:

Estudos de fertilidade conduzidos em ratos recebendo 100 mg/kg ou 300 mg/kg de tinidazol não demonstraram efeitos na fertilidade, no peso de adultos e filhotes, na gestação, capacidade de fertilização38 ou lactação39. Houve um leve, não significante, aumento na taxa de reabsorção na dose de 300 mg/kg.

Tinidazol atravessa a barreira placentária.Uma vez que os efeitos de compostos desta classe no desenvolvimento fetal ainda não são definitivamente conhecidos, o produto é contra-indicado durante o primeiro trimestre da gravidez4.

Embora não existam evidências de que tinidazol seja prejudicial durante os últimos estágios da gravidez4, seu uso nos dois últimos trimestres requer que os potenciais benefícios do tratamento sejam avaliados contra os possíveis riscos para a mãe e para o feto40.

                         
Uso em lactantes33:

Tinidazol é excretado no leite materno. Tinidazol pode ser encontrado no leite materno por mais de 72 horas após a administração. As mulheres não devem amamentar até no mínimo 3 dias após descontinuação de Fasigyn®.

Interações Medicamentosas:

Álcool - O álcool pode produzir reações do tipo dissulfiram.

                         

Reações Adversas de Fasigyn

As reações adversas relatadas têm sido geralmente pouco frequentes, leves e transitórias. Efeitos colaterais5 no trato gastrintestinal incluem náusea41, vômito6, anorexia42, diarréia7, sensação de sabor metálico e dor abdominal.

Reações de hipersensibilidade ocasionalmente severas podem ocorrer em raros casos sob a forma de rash43 cutâneo44, prurido45, urticária46 e edema angioneurótico47.

Distúrbios neurológicos associados a Fasigyn® incluem tontura9, vertigem10, ataxia11, neuropatia48 periferal (parestesia49, distúrbios sensoriais, hipestesia) e raramente convulsões.

Assim como com outros compostos relacionados, o tinidazol pode produzir leucopenia50 transitória.

Outros efeitos colaterais5 raramente observados são: cefaléia51, fadiga52, língua53 pilosa e urina21 escura.

                         

Posologia de Fasigyn

                         1. Profilaxia de infecções24 pós-operatórias

Adultos:
Dose oral única de 2 g, cerca de 12 horas antes da cirurgia.

Crianças menores de 12 anos:

Os dados disponíveis não são suficientes para recomendar as dosagens para crianças menores de 12 anos na profilaxia de infecções24 anaeróbias.


2. Tratamento de infecções24 anaeróbias

Adultos:

Dose inicial de 2 g no primeiro dia, seguida de 1 g/dia em dose única, ou 500 mg duas vezes ao dia.

A duração do tratamento é geralmente de cinco a seis dias. No entanto, a critério médico, a duração da terapêutica3 poderá variar, particularmente quando a erradicação da infecção54 em certas áreas for mais difícil.

A observação clínica e laboratorial regular é recomendada e considerada necessária quando a terapia durar mais de sete dias.

Crianças menores de 12 anos:
Os dados disponíveis não são suficientes para recomendar as dosagens para crianças menores de 12 anos no tratamento de infecções24 anaeróbias.

3. Vaginite30 inespecífica

Adultos:

Vaginite30 inespecífica tem sido tratada com sucesso com dose única oral de 2 gramas. Maiores taxas de cura são obtidas com doses únicas diárias de 2 g durante dois dias consecutivos (dose total de 4 g).

                         
4. Gengivite31 ulcerativa aguda

Adultos:

Dose oral única de 2 g.

                         
5. Tricomoníase urogenital32

Quando a infecção54 por Trichomonas vaginalis for confirmada, tratamento simultâneo do parceiro sexual é recomendado.

Adultos - Tratamento Preferencial:

Dose oral única de 2 g.

                         
6. Giardíase

Adultos:

Dose oral única de 2 g.

7. Amebíase Intestinal

Adultos:

Dose oral única diária de 2 g por dois a três dias. Caso não seja suficiente, a critério médico, o tratamento pode ser prolongado por até seis dias.

Alternativamente, dose oral de 600 mg duas vezes ao dia por cinco dias. Caso não seja suficiente, a critério médico, o tratamento pode ser prolongado por até dez dias.

                         
8. Abcesso Hepático Amebiano

Adultos:

A dosagem total varia de 4,5 a 12 g, dependendo da virulência55 da Entamoeba histolytica.

O tratamento deve ser iniciado com dose oral única diária de 1,5 a 2 g durante três dias. Caso não seja suficiente, a critério médico, o tratamento pode ser prolongado por até seis dias.

Alternativamente, pode ser administrada oralmente a dose de 600 mg, duas vezes ao dia, durante cinco dias. Caso não seja suficiente, a critério médico, o tratamento pode ser prolongado por até dez dias.

                         
Recomenda-se que Fasigyn® oral seja administrado durante ou após as refeições.

                         

Superdosagem de Fasigyn

Em estudos agudos realizados em ratos e camundongos, a DL50 para camundongos foi >3600 mg/kg e >2300 mg/kg para as administrações oral e intraperitonial, respectivamente. Para ratos, a DL50 foi > 2000 mg/kg para as administrações oral e injetável.

Sinais37 e Sintomas56:

Não têm sido relatado casos de superdosagem com Fasigyn® em humanos.

Tratamento de Superdosagem:

Não existe um antídoto57 específico para o tratamento de superdosagem com Fasigyn®. O tratamento deve ser sintomático58 e de suporte. Lavagem gástrica59 poderá ser útil. Tinidazol é facilmente dialisável.

FASIGYN - Laboratório

PFIZER
Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
Guarulhos/SP - CEP: 07112-070
Tel: 0800-16-7575
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CNPJ n° 46.070.868/0001-69

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Complementos

1 Drágeas: Comprimidos ou pílulas contendo preparado farmacêutico.
2 Drágea: Comprimido ou pílula contendo preparado farmacêutico.
3 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
6 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
7 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
8 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
9 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
10 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
11 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
12 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
13 Unhas: São anexos cutâneos formados por células corneificadas (queratina) que formam lâminas de consistência endurecida. Esta consistência dura, confere proteção à extremidade dos dedos das mãos e dos pés. As unhas têm também função estética. Apresentam crescimento contínuo e recebem estímulos hormonais e nutricionais diversos.
14 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
15 Protozoários: Filo do reino animal, de classificação suplantada, que reunia uma grande parcela dos seres unicelulares que possuem organelas celulares envolvidas por membrana. Atualmente, este grupo consiste em muitos e diferentes filos unicelulares incorporados pelo reino protista.
16 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
17 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
18 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
19 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
20 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
21 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
22 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
23 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
24 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
25 Peritonite: Inflamação do peritônio. Pode ser produzida pela entrada de bactérias através da perfuração de uma víscera (apendicite, colecistite), como complicação de uma cirurgia abdominal, por ferida penetrante no abdome ou, em algumas ocasiões, sem causa aparente. É uma doença grave que pode levar pacientes à morte.
26 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
27 Cicatrizes: Formação de um novo tecido durante o processo de cicatrização de um ferimento.
28 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
29 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
30 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
31 Gengivite: Condição em que as gengivas apresentam-se com sinais inflamatórios e sangramentos.
32 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
33 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
34 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
35 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
36 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
37 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
38 Fertilização: Contato entre espermatozóide e ovo, determinando sua união.
39 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
40 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
41 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
42 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
43 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
44 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
45 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
46 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
47 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
48 Neuropatia: Doença do sistema nervoso. As três principais formas de neuropatia em pessoas diabéticas são a neuropatia periférica, neuropatia autonômica e mononeuropatia. A forma mais comum é a neuropatia periférica, que afeta principalmente pernas e pés.
49 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
50 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
51 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
52 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
53 Língua:
54 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
55 Virulência: 1. Qualidade ou estado do que é ou está virulento. 2. Capacidade de um vírus ou bactéria de se multiplicar dentro de um organismo, provocando doença. 3. No sentido figurado, caráter daquilo ou daquele que está carregado de violência ou de ímpeto violento.
56 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
57 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
58 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
59 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.

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