Preço de FENAREN em Houston/SP: R$ 17,16

FENAREN

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 08/12/2014

FENAREN
Diclofenaco
Comprimido Revestido /
Suspensão Oral / Solução Injetável

                               - FORMAS  FARMACÊUTICAS  E  APRESENTAÇÕES
Comprimido revestido entérico: caixa com 20 ou 500 comprimidos revestidos.
Comprimido revestido AP:  caixa com 10 comprimidos revestidos.
Suspensão oral (gotas):  frasco contendo 10 ml.
Solução injetável:  caixa com 10 ou 50 ampolas de 3 ml.

USO  ADULTO  E  PEDIÁTRICO (crianças maiores de 1 ano).

- COMPOSIÇÃO:
Comprimido Revestido Entérico
Cada comprimido revestido contém:
Diclofenaco  Sódico    50 mg
Excipientes: silicato de magnésio, dióxido de titânio, corante amarelo FD&C, trietil citrato, lactose1, amido, estearato de magnésio, copolímeros do ácido metacrílico, macrogol, polividona.
Comprimido Revestido AP (ação prolongada)
Cada comprimido revestido contém:
Diclofenaco  Sódico    100 mg
Excipientes: amido, gelatina, lactose1, carbômero, estearato de magnésio, sacarose, dióxido de titânio, silicato de magnésio, macrogol, polividona, corante vermelho FD&C.
Suspensão oral
Cada  ml da suspensão oral contém:
Diclofenaco    15 mg
(na forma de resinato)
Veículo: sacarina2, ciclamato sódico, metilparabeno, propilparabeno, dióxido de silício coloidal, aroma de tutti-frutti, petrolato líquido, álcool etílico.
Solução Injetável
Cada ampola de 3 ml contém:
Diclofenaco  Sódico    75 mg
Veículo: manitol, metabissulfito de sódio, álcool  benzílico, propilenoglicol, hidróxido de sódio, água para injeção3.
                               
- INFORMAÇÕES  AO  PACIENTE
AÇÃO  ESPERADA  DO  MEDICAMENTO:
Anti-reumático, antiinflamatório, analgésico4.

CUIDADOS  DE  CONSERVAÇÃO:
Conservar o produto na embalagem original, protegido do calor excessivo (temperatura superior a 40ºC), da luz e da umidade.

Prazo  de  validade:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

GRAVIDEZ5  E  LACTAÇÃO6:
O Diclofenaco  Sódico é excretado no leite materno e, portanto, não é indicado para mães que amamentam. Informe seu médico a ocorrência de gravidez5 na vigência do tratamento ou após o seu  término. Informe ao médico se está amamentando.  

CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO:
Os comprimidos devem ser ingeridos com um pouco de líquido,  de preferência antes das refeições. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

REAÇÕES ADVERSAS:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como: dor de estômago7, náuseas8, dor de cabeça9, tontura10 ou  vermelhidão da pele11; o tratamento deve ser interrompido nesses casos.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS:
A ingestão concomitante com alimentos pode retardar a absorção do medicamento.

CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula, pessoas com úlcera péptica12, pacientes alérgicos, com crises de asma13, rinite14 ou urticária15 provocados pelo ácido acetilsalicílico ou outros antiinflamatórios do tipo  Diclofenaco. Antes de iniciar o tratamento com FENAREN, o paciente deve informar ao médico se tiver problemas de estômago7 e problemas intestinais, pressão alta, problemas de coagulação16, com suspeita de úlcera17, com colite18 ulcerativa, doença de Crohn19, doença grave do fígado20, doença de rim21 e de coração22. Pacientes idosos devem estar sob supervisão médica durante o uso de FENAREN. Devem ser feitos exames de sangue23 durante os tratamentos prolongados.
NÃO UTILIZAR FENAREN INJETÁVEL EM CRIANÇAS.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Não deve ser utilizado durante a lactação6.
Durante o tratamento o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE24.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS
CARACTERÍSTICAS:

O Diclofenaco é um potente agente não-esteróide com ação antiinflamatória, analgésica, antipirética e anti-reumática. Em doses altas pode inibir a agregação plaquetária. Com base em estudos experimentais, considera-se o Diclofenaco como potente inibidor da síntese de prostaglandinas25, substâncias relacionadas à gênese da inflamação26, dor e febre27. A droga exerce ação analgésica em estados de dor moderada ou severa.
Pelas  suas características de ação, o Diclofenaco está indicado nos processos inflamatórios de origem reumática e  nos processos dolorosos de várias etiologias,  como os resultantes de traumatismo28 e cirurgias.
Em condições inflamatórias pós-operatórias e pós-traumáticas, FENAREN  alivia rapidamente a dor, tanto a espontânea quanto a causada por movimento, e diminui a reação inflamatória e o edema29. Quando usado concomitantemente com opiáceos para tratamento de dor pós-operatória, FENAREN reduz significativamente a necessidade de opiáceos. O Diclofenaco in vitro não suprime a biossíntese de proteoglicanos na  cartilagem30 em concentrações equivalentes às concentrações    atingidas no homem.
FENAREN injetável é particularmente adequado para o tratamento inicial de doenças reumáticas inflamatórias e degenerativas31, bem como para o tratamento de estados dolorosos causados por inflamação26 de origem não reumática.
O Diclofenaco é completamente absorvido na forma de comprimidos após sua passagem pelo estômago7. Embora a absorção seja rápida, seu início pode ser retardado graças ao revestimento gastro-resistente do comprimido. O pico médio das concentrações plasmáticas de 1,5 mg/ml (5 mmol/L32) é atingido em média 2 horas após a ingestão de um comprimido de 50 mg. A passagem dos comprimidos pelo estômago7 é mais lenta quando ingerido durante ou após as refeições do que quando ingerido antes das refeições, mas a quantidade de Diclofenaco absorvida permanece a mesma.
Após a administração de 75 mg de Diclofenaco por injeção3
intramuscular, a absorção é imediata e o pico médio das concentrações plasmáticas de 2,5 mg/ml (8 mmol / litro) são atingidos após aproximadamente 20 minutos.  Quando 75 mg de diclofenaco são administrados como infusão endovenosa em até 2 horas, o pico médio das concentrações plasmáticas é cerca de 1,9 mg/ml (5,9 Mmol / litro). Infusões mais curtas resultam em picos mais altos de concentração plasmática, enquanto infusões mais longas dão concentrações em platô proporcionais à velocidade de infusão após 3 a 4 horas. As concentrações plasmáticas reduzem-se rapidamente, uma vez que os picos tenham sido atingidos após injeção intramuscular33 ou administração de comprimidos entéricos. Quantidades absorvidas são linearmente relacionadas às doses.
Como cerca de metade do Diclofenaco é metabolizado durante sua primeira passagem pelo fígado20 (efeito de "primeira passagem"), a área sob a curva de concentração (AUC) após a administração oral é cerca de metade daquela após uma dose parenteral equivalente.
O comportamento farmacocinético não se altera após administrações repetidas. Não ocorre acúmulo do fármaco34, desde que sejam observados os intervalos de dose recomendados.
As concentrações plasmáticas obtidas em crianças que recebem dosagens equivalentes (mg/kg de peso corporal) são similares às obtidas em adultos.
99,7% do diclofenaco ligam-se às proteínas35 séricas, predominantemente à albumina36 (99,4%). O volume de distribuição aparece calculado entre 0,12   0,17/kg. O Diclofenaco penetra no fluido sinovial, no qual as concentrações máximas são medidas de 2   4 horas após serem atingidos os valores de pico plasmático. A meia-vida de eliminação aparente do fluido sinovial é de 3   6 horas. Duas horas após atingidos os valores de pico plasmático, as concentrações da substância ativa já são mais altas no fluido sinovial do que no plasma37, permanecendo mais altas por até 12 horas.
A biotransformação do Diclofenaco se faz parcialmente por  glicuronização da molécula intacta,  mas principalmente por hidroxilação e metoxilação simples e múltipla, resultando em vários metabólitos38 fenólicos (3'-hidróxi-4'-hidróxi-5'-hidróxi-4'5-diihidróxi e 3'-hidróxi-4'-metóxi-diclofenaco), dos quais a maioria é convertida em conjugados glicuronídeos. Dois desses metabólitos38 fenólicos são biologicamente ativos, mas em muito menor extensão que o Diclofenaco.
O clearance sistêmico39 total do diclofenaco do plasma37 é 263 ± 56 ml/min (média ± DP). A meia-vida terminal no plasma37 é de 1-2 horas. Quatro dos metabólitos38, incluindo-se os 2 ativos, também têm meia-vida plasmática curta de 1-3 horas. Um metabólito40, o 3'-hidróxi-4'-metóxi-diclofenaco, tem meia-vida plasmática muito mais longa. Entretanto, esse metabólito40 é virtualmente inativo.
Cerca de 60% da dose administrada é excretado na urina41 como conjugado glicuronídeo da molécula intacta e como metabólitos38, dos quais a maioria também é convertida a conjugado glicuronídeo. Menos de 1 % é excretado como substância inalterada. O restante da dose é eliminado como metabólitos38 através da bile42 nas fezes.
Não foram observadas diferenças relevantes dependentes na absorção, no metabolismo43 ou na excreção do Diclofenaco após administração oral. Entretanto, em alguns pacientes idosos, uma infusão intravenosa de 15 minutos resultou em concentrações plasmáticas 50% mais altas do que as esperadas dos dados de jovens saudáveis.
Em pacientes com insuficiência renal44, não se pode inferir que haja acúmulo de substância ativa inalterada, a partir da cinética45 de dose única, ao se utilizar a posologia usual. Quando o clearance de creatinina46 for < 10 ml/min, os níveis plasmáticos teóricos de steady-state dos hidroximetabólitos são cerca de quatro vezes mais altos do que em indivíduos normais. Entretanto, os metabólitos38 são  excretados através da bile42. Em pacientes com hepatite47 crônica ou cirrose48 não descompensada, a cinética45 e o metabolismo43 do Diclofenaco são os mesmos que em pacientes sem doença hepática49.

- INDICAÇÕES:
Processos reumáticos inflamatórios e degenerativos50: artrite reumatóide51, inclusive formas juvenis, espondilite ancilosante, osteoartrose52 e espondiloartrite. Afecções53 dolorosas da  coluna vertebral54. Reumatismos extra-articulares: crises agudas de gota55. Dor e inflamação26 pós-trauma, pós-cirurgias e pós-cirurgias dentárias. Condições dolorosas e inflamações56 ginecológicas. Tratamento sintomático57 da dismenorréia58 primária, cólica renal59 e biliar.

Contra-Indicações de Fenaren

Úlcera péptica12. Hipersensibilidade à substância ativa. Pacientes que apresentam crises de asma13, rinite14 aguda ou urticária15 precipitadas pelo ácido acetilsalicílico ou por outras drogas inibidoras da prostaglandina60-sintetase.NÃO UTILIZAR FENAREN INJETÁVEL EM CRIANÇAS.

Precauções e Advertências de Fenaren

Pacientes que sentirem tontura10 ou outros distúrbios do sistema nervoso central61 devem abster-se de dirigir veículos ou operar máquinas.
Gravidez5 e amamentação62: O Diclofenaco não é recomendado nesses casos, e só deve ser empregado durante a gravidez5 quando houver indicação formal, usando-se a menor dose eficaz (sob orientação médica). Como outros inibidores da prostaglandina60 - sintetase essa orientação é particularmente importante nos 3 últimos meses de gravidez5 (pela possibilidade de ocorrer inércia uterina e/ou fechamento precoce do canal arterial63). Após dose oral de 50 mg a cada 8 horas a substância ativa passa para o leite materno em baixas concentrações, porém sem provocar efeitos indesejáveis sobre o lactente64. Quanto à forma injetável não existem dados disponíveis sobre seu uso durante a gravidez5 e lactação6 e portanto, seu uso não é recomendado nessas situações.
Pediatria: O Diclofenaco está indicado em crianças acima de 1 ano de idade, nas doses de 0,5 a 3,0 mg/ kg  de peso  corporal por  dia, fracionada em 2 a 3 tomadas.
É  fundamental  uma observação rigorosa e exatidão de diagnóstico65 nos pacientes com sintomas66 indicativos de distúrbios gastrointestinais;  história que sugira ulceração67 gastrointestinal, com colite18 ulcerativa ou doença de Crohn19, bem como pacientes com insuficiência hepática68 grave. Devido à importância das prostaglandinas25 na manutenção do fluxo sangüíneo renal59, deve ser dada atenção especial  ao se administrar o Diclofenaco em caso de comprometimento da função cardíaca  ou renal59,  em pacientes tratados com diuréticos69 e naqueles em estado de recuperação de grandes cirurgias. A medicação deve ser descontinuada nas raras situações em que ocorrer ulceração67 péptica ou sangramento gastrointestinal. O metabissulfito de sódio também pode levar a reações isoladas de hipersensibilidade.
    
- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:
O Diclofenaco pode causar elevação das concentrações plasmáticas do lítio e da digoxina quando administrado simultaneamente com essas drogas, mas ainda não foi encontrado nenhum sinal70 clínico de superdosagem  nestes casos.
Vários agentes antiinflamatórios não-esteróides  são responsáveis pela inibição da atividade de diuréticos69.
O tratamento concomitante  com diuréticos69 poupadores de potássio  pode estar associado à elevação dos níveis séricos de potássio, o que torna necessário o controle desse íon71. A administração  concomitante de agentes antiinflamatórios não-esteróides sistêmicos72 pode aumentar a ocorrência de reações adversas.
Os estudos clínicos não evidenciaram  influência do Diclofenaco sobre o efeito dos anticoagulantes73. Como precaução, entretanto, recomenda-se  que a administração  concomitante  com anticoagulantes73 seja acompanhada de  testes laboratoriais para  verificar se a resposta ao anticoagulante74 está sendo mantida.
Como ocorre com outros antiinflamatórios não-esteróides, doses altas de Diclofenaco (200mg) podem inibir temporariamente a agregação plaquetária. Estudos clínicos mostraram que o Diclofenaco pode ser administrado juntamente com antidiabéticos orais75 sem influenciar seus efeitos clínicos. Deve ser tomado cuidado com o uso de antiinflamatórios não-esteróides com menos de 24 horas antes ou depois do tratamento com metotrexato, pois a concentração sérica deste pode se elevar com conseqüente aumento de sua toxicidade76.
Como regra o conteúdo das ampolas de Diclofenaco não deve ser misturado a outras soluções.

Interferência em Exames Laboratoriais de Fenaren

Os hematócritos e as hemoglobinas podem estar diminuídos e as contagens de plaquetas77 e de leucócitos78 podem estar aumentadas. Nos testes de função hepática49, os níveis séricos de fosfatase alcalina79, lactato80 desidrogenase e transaminases podem estar aumentados. A concentração sérica de potássio pode estar aumentada, assim como a concentração de proteínas35 na urina41. Os testes de função renal59, incluindo nitrogênio uréico sangüíneo (BUN), creatinina46 sérica, concentração de eletrólitos81 no sangue23 e na urina41 e volume urinário podem estar alterados. A concentração de ácido úrico no sangue23 pode estar diminuída e na urina41 pode estar aumentada.

Reações Adversas/Colaterais de Fenaren

Trato gastrointestinal - Ocasionais: epigastralgia82, distúrbios gastrointestinais, tais como náusea83, vômito84, diarréia85, cólicas86 abdominais, dispepsia87, flatulência, anorexia88. Raras: sangramento gastrointestinal (hematêmese89, melena90, diarréia85 sanguinolenta91), úlcera gástrica92 ou intestinal, com ou sem sangramento ou perfuração. Casos isolados: estomatite93 aftosa, glossite94, lesões95 esofágicas, estenose96 intestinal diafragmática, distúrbios do baixo colo97, tais como colite18 hemorrágica98 não-específica e exacerbação de colite18 ulcerativa ou doença de Crohn19; constipação99, pancreatite100.Sistema nervoso central61 - Ocasionais: cefaléia101, tontura10, vertigem102. Casos raros: sonolência. Casos isolados: distúrbios de sensibilidade, incluindo-se parestesia103, distúrbios da memória, desorientação, insônia, irritabilidade, convulsões, depressão, ansiedade, pesadelos, tremores, reações psicóticas, meningite asséptica104.
Órgãos sensoriais - Casos isolados: distúrbios da visão105 (visão105 borrada, diplopia106), deficiência auditiva, zumbido, distúrbios do paladar107.
Pele11 - Ocasional: rash108. Casos raros: urticária15. Casos isolados: eritroderma (dermatite109 esfoliativa), perda de cabelo110, reação de fotossensibilidade, erupção111 bolhosa, eczema112, eritema multiforme113, Síndrome de Stevens-Johnson114, Síndrome de Lyell115 (epidermólise tóxica aguda); púrpura116, incluindo-se púrpura116 alérgica.
Rins117 - Rara: edema29. Casos isolados: insuficiência renal44 aguda, distúrbios urinários, tais como hematúria118 e proteinúria119, nefrite120 intersticial121, síndrome nefrótica122, necrose123 papilar.
Fígado20 - Ocasional: elevação dos níveis séricos das enzimas aminotransferases. Casos raros: hepatite47, com ou sem icterícia124. Casos isolados: hepatite fulminante125.
Sangue23 - Casos isolados: trombocitopenia126, leucopenia127, anemia hemolítica128 e aplástica, agranulocitose129.
Hipersensibilidade - Casos raros: reações de hipersensibilidade, tais como asma13, reações sistêmicas anafilácticas/anafilactóides, incluindo-se hipotensão130. Casos isolados: vasculite131, pneumonite132.
Sistema cardiovascular133 - Casos isolados: palpitação134, dores no peito135, hipertensão136, insuficiência cardíaca congestiva137.
Outros órgãos/sistemas - Ocasionais: reações no local da injeção intramuscular33, como dor e endurecimento local. Casos isolados: abcessos locais e necrose123 no local da injeção intramuscular33.

Posologia de Fenaren

Adultos:

Comprimidos  revestidos  e  de  ação prolongada (AP): Em geral  a dose inicial diária é de 50 mg, 3 vezes por dia. Nos casos mais leves e na fase  de manutenção, 100mg por dia são suficientes (2 comprimidos de 50 mg ou 1 comprimido de 100mg). Os comprimidos devem ser ingeridos sem mastigar , antes das refeições.
No tratamento da dismenorréia58 primária recomenda-se a dose diária de 50 a 150 mg, adaptada individualmente. A dose inicial de 50 a 100 mg deve ser administrada e, se necessário, elevada no curso de vários ciclos menstruais até o máximo de 200 mg. O tratamento deve ser  iniciado com o aparecimento dos primeiros sintomas66 e prolongado por alguns dias, dependendo da intensidade da sintomatologia.
Injetável: A posologia diária é de 1 ampola, por via intramuscular profunda, no quadrante superior externo da região glútea138. Excepcionalmente, nos  casos  graves, podem ser aplicadas 2 ampolas por dia, com intervalo de algumas horas, em lados alternados. A forma injetável deve ser usada por períodos curtos (não devendo ser dada por mais de 2 dias) , reservando-se a forma comprimidos e gotas para a manutenção. Essa forma não é  adequada para uso em crianças.
Cuidados na aplicação de injeções intramusculares:
1) fazer a higiene rigorosa com álcool no local onde será aplicada a injeção3;
2) aplicar no quadrante superior externo da região glútea138 conforme a figura;
3) a agulha deve ser posicionada perpendicularmente à pele11 e introduzida profundamente no músculo;
4) é obrigatória a aspiração do êmbolo139 após a introdução da agulha para certificar-se de que não houve perfuração de vaso sangüíneo. Se for aspirado sangue23, interromper imediatamente a aplicação;
5) aplicar a injeção3 lentamente.
Crianças de 1 a 4 anos:
O Diclofenaco está indicado para crianças à partir de 1 ano de idade, na dose de 0,5 a 2,0 mg/kg de peso corporal, dividida em 2 a 3 tomadas diárias.
Suspensão Oral - Gotas:
Cada gota55 contém 0,5 mg de Diclofenaco. Agite antes de usar e ajuste o número de gotas ao esquema posológico.

- SUPERDOSAGEM:
Não há quadro clínico típico resultante da superdosagem por antiinflamatório não-esteróide. Caso ocorra ingestão de dose excessiva, deve ser feita lavagem gástrica140 e tratamento com carvão ativado logo que possível, para evitar absorção.
O tratamento é sintomático57 com medidas gerais de suporte dando-se especial atenção às complicações como: hipotensão130, insuficiência renal44, convulsões, irritação gastrointestinal e depressão respiratória. Não há indicação de diálise141 em virtude do alto grau de ligação do Diclofenaco às proteínas35 plasmáticas.

Pacientes Idosos:
Recomenda-se  cuidado com o uso em pacientes idosos, devendo-se considerar as condições clínicas destes pacientes.  O tratamento deve durar poucos dias, mas durante tratamento prolongado com o Diclofenaco, assim como com outros antiinflamatórios não-esteróides altamente ativos, é aconselhável proceder à contagem de células142 sangüíneas e monitorização das  funções hepática49 e renal59.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

FENAREN - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

Ver outros medicamentos do laboratório "UNIAO QUIMICA"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Sacarina: Adoçante sem calorias e sem valor nutricional.
3 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
4 Analgésico: Medicamento usado para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
7 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
8 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
9 Cabeça:
10 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
11 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
12 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
13 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
14 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
15 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
16 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
17 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
18 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
19 Doença de Crohn: Doença inflamatória crônica do intestino que acomete geralmente o íleo e o cólon, embora possa afetar qualquer outra parte do intestino. A doença cursa com períodos de remissão sintomática e outros de agravamento. Na maioria dos casos, a doença de Crohn é de intensidade moderada e se torna bem controlada pela medicação, tornando possível uma vida razoavelmente normal para seu portador. A causa da doença de Crohn ainda não é totalmente conhecida. Os sintomas mais comuns são: dor abdominal, diarreia, perda de peso, febre moderada, sensação de distensão abdominal, perda de apetite e de peso.
20 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
21 Rim: Os rins são órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
22 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
23 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
24 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
25 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
26 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
27 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
28 Traumatismo: Lesão produzida pela ação de um agente vulnerante físico, químico ou biológico e etc. sobre uma ou várias partes do organismo.
29 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
30 Cartilagem: Tecido resistente e flexível, de cor branca ou cinzenta, formado de grandes células inclusas em substância que apresenta tendência à calcificação e à ossificação.
31 Degenerativas: Relativas a ou que provocam degeneração.
32 Mmol/L: Milimols por litro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
33 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
34 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
35 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
36 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
37 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
38 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
39 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
40 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
41 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
42 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
43 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
44 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
45 Cinética: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
46 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
47 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
48 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
49 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
50 Degenerativos: Relativos a ou que provocam degeneração.
51 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
52 Osteoartrose: Também chamada de artrose ou processo degenerativo articular, resulta de um processo anormal entre a destruição cartilaginosa e a reparação da mesma. Entende-se por cartilagem articular, um tipo especial de tecido que reveste a extremidade de dois ossos justapostos (unidos) que possuem algum grau de movimentação entre eles, sua função básica é a de diminuir o atrito entre duas superfícies ósseas quando estas executam qualquer tipo de movimento, funcionando como mecanismo de absorção de choque. O estado de hidratação da cartilagem e a integridade da mesma, é fator preponderante para o não desenvolvimento da osteoartrose.
53 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
54 Coluna vertebral:
55 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
56 Inflamações: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc. Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
57 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
58 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
59 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
60 Prostaglandina: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
61 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
62 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
63 Canal Arterial: Vaso sangüíneo fetal que conecta a artéria pulmonar à aorta descendente.
64 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
65 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
66 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
67 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
68 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
69 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
70 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
71 Íon: Átomo ou grupo atômico eletricamente carregado.
72 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
73 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
74 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
75 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
76 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
77 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
78 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
79 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
80 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
81 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
82 Epigastralgia: Dor na região epigástrica, ou seja, na parte mediana superior da parede abdominal, que corresponde em profundidade, aproximadamente, ao estômago e ao lobo esquerdo do fígado.
83 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
84 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
85 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
86 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
87 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
88 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
89 Hematêmese: Eliminação de sangue proveniente do tubo digestivo, através de vômito.
90 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
91 Sanguinolenta: 1. Em que há grande derramamento de sangue; sangrenta. 2. Tinto ou misturado com sangue. 3. Que se compraz em ver ou derramar sangue; sanguinária.
92 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
93 Estomatite: Inflamação da mucosa oral produzida por infecção viral, bacteriana, micótica ou por doença auto-imune. É caracterizada por dor, ardor e vermelhidão da mucosa, podendo depositar-se sobre a mesma uma membrana brancacenta (leucoplasia), ou ser acompanhada de bolhas e vesículas.
94 Glossite: Inflamação da mucosa que reveste a língua, produzida por infecção viral, radiação, carências nutricionais, etc.
95 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
96 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
97 Colo: O segmento do INTESTINO GROSSO entre o CECO e o RETO. Inclui o COLO ASCENDENTE; o COLO TRANSVERSO; o COLO DESCENDENTE e o COLO SIGMÓIDE.
98 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
99 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
100 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
101 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
102 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
103 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
104 Meningite asséptica: Síndrome clínica de inflamação meníngea em que não é encontrado crescimento bacteriano identificado no exame de líquido cefalorraquidiano. Trata-se geralmente de inflamação leptomeníngea caracterizada por febre e sinais meníngeos acompanhados predominantemente por pleocitose linfocítica no LCR com cultura bacteriana estéril. Ela não é causada por bactérias piogênicas, porém diversas condições clínicas podem desencadeá-la: infecções virais e não virais; alguns fármacos, neoplasias malignas, doenças reumatológicas, tais como lúpus eritematoso sistêmico, sarcoidose, angeíte granulomatosa e metástases tumorais.
105 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
106 Diplopia: Visão dupla.
107 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
108 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
109 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
110 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
111 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
112 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
113 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
114 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
115 Síndrome de Lyell: Sinônimo de Necrólise Epidérmica Tóxica. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
116 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
117 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
118 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
119 Proteinúria: Presença de proteínas na urina, indicando que os rins não estão trabalhando apropriadamente.
120 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
121 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
122 Síndrome nefrótica: Doença que afeta os rins. Caracteriza-se pela eliminação de proteínas através da urina, com diminuição nos níveis de albumina do plasma. As pessoas com síndrome nefrótica apresentam edema, eliminação de urina espumosa, aumento dos lipídeos do sangue, etc.
123 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
124 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
125 Hepatite fulminante: Alteração aguda e grave da função hepatocelular secundária à toxicidade hepatocitária ou colestase. Refere-se a insuficiência hepática aguda complicada por encefalopatia. Tem um início rápido e segue um curso curto e severo. Pode ser desencadeada por causas tóxicas e não tóxicas, como o uso de acetaminofeno, metotrexate, alopurinol, dentre outros medicamentos.
126 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
127 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
128 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
129 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
130 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
131 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
132 Pneumonite: Inflamação dos pulmões que compromete principalmente o espaço que separa um alvéolo de outro (interstício pulmonar). Pode ser produzida por uma infecção viral ou lesão causada por radiação ou exposição a diferentes agentes químicos.
133 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
134 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
135 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
136 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
137 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
138 Região Glútea:
139 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
140 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
141 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
142 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.

Tem alguma dúvida sobre FENAREN?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.