Glautimol

ALCON

Atualizado em 08/12/2014

Glautimol®

Timolol 0,5%
Maleato
Solução Oftálmica Estéril

USO ADULTO

Solução Oftálmica Estéril

Forma Farmacêutica e Apresentação de Glautimol

Frasco plástico conta-gotas contendo 5 ml de solução oftálmica estéril.

Composição de Glautimol

Cada ml de GLAUTIMOL 0,5% contém:

Timolol (na forma de maleato de timolol)....................5,0 mg

Veículo constituído de fosfato de sódio dibásico anidro, fosfato de sódio monobásico monoidratado, ácido clorídrico1 e/ou hidróxido de sódio, cloreto de benzalcônio como conservante e água purificada q.s.p. 1 ml.

Indicações de Glautimol

GLAUTIMOL Solução Oftálmica é indicado no tratamento da pressão intra-ocular elevada em pacientes com hipertensão2 ocular ou glaucoma3 de ângulo aberto.

Contra-Indicações de Glautimol

Pacientes com asma4 brônquica, ou histórico de asma4 brônquica, doença pulmonar obstrutiva crônica severa, bradicardia5 sinusal, bloqueio atrioventricular de segundo e terceiro graus, insuficiência cardíaca6 manifesta, choque7 cardiogênico ou hipersensibilidade aos componentes do produto.

Advertências de Glautimol

As mesmas reações adversas que ocorrem com a administração sistêmica de agentes bloqueadores beta-adrenérgicos8 podem ocorrer com a administração tópica. Por exemplo, reações respiratórias severas e reações cardíacas, incluindo morte por broncoespasmo9 em pacientes com asma4 e raramente morte em associação com insuficiência cardíaca6, foram relatadas após a administração sistêmica ou oftálmica de maleato de timolol.

Insuficiência cardíaca6: A estimulação simpática pode ser essencial para manter a circulação10 em pessoas com contratilidade miocárdica diminuída, e sua inibição por bloqueador de receptor beta-adrenérgico11 pode precipitar insuficiência12 mais severa.

Pacientes sem histórico de insuficiência cardíaca6: A depressão continuada do miocárdio13 por agentes beta-bloqueadores por um período de tempo pode, em alguns casos, levar à insuficiência cardíaca6. Ao primeiro sinal14 ou sintoma15 de insuficiência cardíaca6, interromper o uso de GLAUTIMOL.

Doença pulmonar obstrutiva: Pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (ex.: bronquite crônica16, enfisema17) de severidade moderada, doença broncospástica ou histórico de doença broncospástica não devem, em geral, receber beta-bloqueadores incluindo GLAUTIMOL.

Cirurgia: O uso de agentes bloqueadores beta-adrenérgicos8 pode aumentar o risco da anestesia18 geral em procedimentos cirúrgicos; por esta razão, recomenda-se suspender gradualmente o uso destes agentes em caso de cirurgia. Se necessário durante a cirurgia, os efeitos dos agentes bloqueadores beta-adrenérgicos8 podem ser revertidos com doses suficientes de agonistas adrenérgicos8.

Diabetes Mellitus19: Os agentes bloqueadores beta-adrenérgicos8 podem mascarar os sinais20 e sintomas21 da hipoglicemia22 aguda, devendo ser administrados com cuidado em pacientes sujeitos à hipoglicemia22 espontânea ou diabéticos sob tratamento com insulina23 ou agentes hipoglicemiantes orais24.

Tireotoxicose: Os agentes bloqueadores beta-adrenérgicos8 podem mascarar certos sinais20 clínicos (ex.: taquicardia25) do hipertireoidismo26. Pacientes com suspeita de desenvolver tireotoxicose devem ser cuidadosamente controlados para evitar a retirada abrupta dos agentes bloqueadores beta-adrenérgicos8, a qual pode precipitar uma crise de tireóide.

Precauções de Glautimol

Geral: Devido aos efeitos potenciais dos bloqueadores beta-adrenérgicos8 sobre a pressão sangüínea27 e pulso, estes agentes devem ser usados com precaução em pacientes com insuficiência12 cerebrovascular. Se aparecerem sinais20 e sintomas21 de redução do fluxo sangüíneo cerebral, após o início do tratamento com GLAUTIMOL, deve ser considerada uma terapia alternativa.

Tem sido relatada a ocorrência de ceratite bacteriana associada ao uso de frasco multidose de solução oftálmica tópica contaminado inadvertidamente por pacientes com doença corneana concomitante ou rompimento da superfície epitelial ocular.

Descolamento de coróide após procedimentos de filtração foi relatado com a administração de terapia supressora de humor aquoso28 (ex.: timolol).

Glaucoma3 de ângulo fechado: GLAUTIMOL possui pouco ou quase nenhum efeito sobre a pupila. Portanto, no tratamento do glaucoma3 de ângulo fechado, GLAUTIMOL deve ser usado com um miótico e não isoladamente, onde o objetivo imediato é a reabertura do ângulo, o que requer a constrição29 da pupila.

Anafilaxia30: Os pacientes com histórico de atopia ou com histórico de reações anafiláticas31 severas a diversos alérgenos32, enquanto estiverem usando beta-bloqueadores, tornam-se mais responsivos a repetidas exposições a estes alérgenos32, sejam estas acidentais, para diagnóstico33 ou terapêuticas. Tais pacientes podem não responder às doses usuais de epinefrina no tratamento de reações anafiláticas31.

Fraqueza muscular: Tem sido relatado que os bloqueadores beta-adrenérgicos8 potencializam a fraqueza muscular consistente com certos sintomas21 miastênicos (ex.: diplopia34, ptose35 e fraqueza generalizada). Entretanto, o maleato de timolol raramente aumenta a fraqueza muscular em pacientes com miastenia36 gravis ou sintomas21 miastênicos.

Gravidez37 e Efeitos Teratogênicos38: Estudos de teratogenicidade com timolol em camundongos, ratos e coelhos com doses orais de até 50 mg/kg/dia (7000 vezes a exposição sistêmica seguindo a máxima dose oftálmica humana recomendada) não demonstraram evidências de malformação39 fetal. Embora tenha sido observada uma ossificação fetal retardada nesta dose em ratos, não ocorreram efeitos adversos no desenvolvimento pós-natal da prole. Doses de 1000 mg/kg/dia (142000 vezes a exposição sistêmica seguindo a máxima dose oftálmica humana recomendada) levaram à toxicidade40 materna em camundongos e resultaram em um aumento no número de reabsorção fetal. Foi também observada reabsorção fetal aumentada em coelhos a doses de 14000 vezes a exposição sistêmica seguindo a máxima dose oftálmica humana recomendada, neste caso sem aparente toxicidade40 materna.

Não existem estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. GLAUTIMOL Solução Oftálmica deve ser usado durante a gravidez37 somente quando o benefício potencial justificar o risco potencial para o feto41.

Lactantes42: Maleato de timolol tem sido detectado no leite materno após a administração oral ou oftálmica. Deve-se, portanto, decidir suspender a amamentação43 ou o produto levando-se em consideração a importância do tratamento para a mãe.

Uso pediátrico: A segurança e eficácia do uso em crianças não foram estabelecidas.

Carcinogênese, mutagênese, diminuição da fertilidade: Em um estudo de dois anos onde maleato de timolol foi administrado por via oral em ratos, ocorreram aumentos estatisticamente significantes na incidência44 de feocromocitomas supra-renais em ratos machos aos quais se administraram 300 mg/kg/dia (aproximadamente 42000 vezes a exposição sistêmica seguindo a máxima dose oftálmica humana recomendada). Não foram observadas diferenças similares em ratos aos quais foram administradas doses por via oral eqüivalentes a aproximadamente 14000 vezes a máxima dose oftálmica humana recomendada.
Em um estudo por via oral durante o período de vida dos camundongos houve um aumento estatisticamente significante na incidência44 de tumores pulmonares benignos e malignos, pólipos45 uterinos benignos e adenocarcinomas mamários em camundongos fêmeas a 500 mg/kg/dia (aproximadamente 71000 vezes a exposição sistêmica seguindo a máxima dose oftálmica humana recomendada) , mas não a 5 ou 50 mg/kg/dia (aproximadamente 700 ou 7000 vezes, respectivamente, a exposição sistêmica seguindo a máxima dose oftálmica humana recomendada). Em um estudo subseqüente em camundongos fêmeas, nas quais exames pós-morte foram limitados ao útero46 e pulmões47, foi observado novamente um aumento estatisticamente significante na incidência44 de tumores pulmonares a 500 mg/kg/dia.
O aumento da ocorrência de adenocarcinomas mamários foi associado com elevações na prolactina48 sérica que ocorreu em camundongos fêmeas às quais se administrou por via oral timolol a 500 mg/kg, não ocorrendo o mesmo a doses de 5 ou 50 mg/kg/dia. O aumento da incidência44 de adenocarcinomas mamários em roedores foi associado com a administração de vários outros agentes terapêuticos que elevam a prolactina48 sérica, porém nenhuma correlação entre níveis de prolactina48 sérica e tumores mamários foi estabelecida em humanos. Além disso, em mulheres às quais foram administradas por via oral doses de até 60 mg de maleato de timolol ( máxima dose oral humana recomendada) não ocorreram mudanças clinicamente significativas na prolactina48 sérica.
O maleato de timolol foi desprovido de potencial mutagênico no teste in vivo (camundongo) de micronúcleos e teste citogenético ( doses até 800 mg/kg) e no teste in vitro de transformação de célula49 neoplásica50 (até 100 mg/ml). No teste de Ames as maiores concentrações de timolol empregadas, 5000 ou 10000 mg/placa51, foram associadas com elevações estatisticamente significantes de mutantes observados com cepas52 teste TA100 (testes em 7 replicatas), mas não em 3 cepas52 remanescentes. Nos ensaios com cepas52 teste TA100 não foi observada nenhuma relação dose resposta consistente e a proporção do teste para mutantes controle não alcançou 2. Uma proporção 2 é normalmente considerada o critério para teste de Ames positivo.
Estudos de reprodução53 e fertilidade em ratos não mostraram efeitos adversos na fertilidade de machos ou fêmeas com doses até 21000 vezes a exposição sistêmica seguindo a máxima dose oftálmica humana recomendada.

Interações Medicamentosas de Glautimol

Epinefrina: Embora GLAUTIMOL, quando administrado isoladamente possua pouco ou nenhum efeito sobre o tamanho da pupila, a terapia concomitante com epinefrina pode resultar em midríase54 ocasional.Agentes bloqueadores beta-adrenérgicos8: Pacientes sob tratamento com agente bloqueador beta-adrenérgico11 oral e GLAUTIMOL devem ser observados quanto a efeitos aditivos potenciais tanto sistêmicos55 como sobre a pressão intra-ocular. Dois bloqueadores beta-adrenérgicos8 de uso tópico56 oftálmico não devem ser administrados concomitantemente.
Antagonistas do cálcio: Cuidados devem ser tomados na co-administração de agentes bloqueadores beta-adrenérgicos8 e antagonistas do cálcio orais ou intravenosos, pois podem ocorrer distúrbios da condução atrioventricular, insuficiência12 ventricular esquerda e hipotensão57. Deve ser evitada a co-administração em pacientes com função cardíaca reduzida.
Depletores de catecolaminas: Pacientes sob tratamento com depletores de catecolaminas, tal como reserpina, devem ser observados atentamente quando um beta-bloqueador é administrado devido ao possível efeito aditivo e produção de hipotensão57 e/ou bradicardia5 que pode resultar em vertigo, síncope58 ou hipotensão57 postural.
Digitálicos e antagonistas do cálcio: O uso concomitante de agentes bloqueadores beta-adrenérgicos8 com digitálicos e antagonistas do cálcio pode ter um efeito aditivo prolongando o tempo da condução atrioventricular.

Reações Adversas de Glautimol

As reações adversas mais freqüentemente relatadas foram queimação e ardência após a instilação.
As seguintes reações adversas foram menos freqüentemente relatadas com a administração ocular desta ou de outras formulações de maleato de timolol:

Geral: Dor de cabeça59, astenia60, fadiga61, dor no peito62.

Cardiovascular: Bradicardia5, arritmia63, hipotensão57, hipertensão2, síncope58, bloqueio cardíaco64, acidente vascular cerebral65, isquemia66 cerebral, insuficiência cardíaca6, agravamento de angina67 do peito62, palpitação68, parada cardíaca e edema pulmonar69.

Digestiva: Náusea70, diarréia71, dispepsia72, anorexia73 e boca74 seca.

Imunológica: Lúpus75 eritematoso76 sistêmico77.

Sistema nervoso78/Psiquiátrico: Vertigem79, depressão, aumento nos sinais20 e sintomas21 de miastenia36 gravis, parestesia80, mudanças de comportamento incluindo confusão, alucinações81, ansiedade, desorientação, nervosismo, sonolência e outros distúrbios psíquicos.

Pele82: Hipersensibilidade, incluindo erupção83 localizada e generalizada; urticária84, alopecia85.

Respiratória: Broncoespasmo9, insuficiência respiratória86, dispnéia87, congestão nasal, tosse e infecções88 das vias aéreas superiores.

Endócrina: Mascaramento dos sintomas21 da hipoglicemia22 em pacientes diabéticos.

Urogenital89: Fibrose90 retroperitoneal91 e impotência92.

Sentidos especiais: Sinais20 e sintomas21 de irritação ocular incluindo conjuntivite93, blefarite94, ceratite, dor ocular, secreção, sensação de corpo estranho, coceira e lacrimejamento; ptose35; diminuição da sensibilidade corneana; edema macular95 cistóide; distúrbios visuais incluindo mudanças refrativas e diplopia34; pseudopenfigóide e descolamento de coróide após cirurgia de filtração.

Efeitos adversos potenciais: Os efeitos adversos relatados nos ensaios clínicos96 com maleato de timolol por via oral podem ser considerados efeitos adversos potenciais do maleato de timolol por via tópica oftálmica.

Posologia de Glautimol

Instilar uma gota97 de GLAUTIMOL 0,5% no(s) olho98(s) afetado(s) duas vezes por dia. Como em alguns pacientes a resposta ao tratamento da pressão pode levar algumas semanas para estabilizar, a avaliação deverá incluir a determinação da pressão intra-ocular após aproximadamente 4 semanas de tratamento com GLAUTIMOL. Se a pressão intra-ocular for mantida em níveis satisfatórios, a posologia pode ser alterada para uma gota97 no(s) olho98(s) afetado(s) uma vez por dia. Devido às variações diurnas da pressão intra-ocular, a resposta é melhor determinada medindo-se a pressão intra-ocular em diferentes horários durante o dia.
Doses maiores que uma gota97 de GLAUTIMOL 0,5 % duas vezes por dia geralmente não produzem maior diminuição da pressão intra-ocular. Se necessário, pode ser instituída terapêutica99 concomitante com pilocarpina e outros mióticos e/ou inibidores da anidrase carbônica.
Quando o paciente for transferido de outro agente bloqueador beta-adrenérgico11 tópico56 oftálmico para GLAUTIMOL, manter no primeiro dia o medicamento anterior e iniciar no dia seguinte o tratamento com uma gota97 de GLAUTIMOL 0,5 % duas vezes por dia.
Quando o paciente for transferido de um único agente antiglaucomatoso, que não seja bloqueador beta-adrenérgico11 oftálmico tópico56, continuar utilizando o medicamento anterior e instilar uma gota97 de GLAUTIMOL 0,5% no(s) olho98(s) afetado(s) duas vezes por dia. No dia seguinte interromper o uso do antiglaucomatoso usado previamente e continuar o tratamento com GLAUTIMOL .
Quando o paciente for transferido de um esquema de vários agentes antiglaucomatosos é necessária uma individualização. Se um dos agentes for um bloqueador beta-adrenérgico11 oftálmico, este deve ser interrompido antes de iniciar o tratamento com GLAUTIMOL. Os ajustes deverão envolver um agente de cada vez em intervalos não menores que uma semana e dependerão da resposta do paciente ao tratamento.

NÃO USE REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE100.


Glautimol - Laboratório

ALCON
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Complementos

1 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
2 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
3 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
4 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
5 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
6 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
7 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
8 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
9 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
10 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
11 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
12 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
13 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
14 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
15 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
16 Bronquite crônica: Inflamação persistente da mucosa dos brônquios, em geral produzida por tabagismo, e caracterizada por um grande aumento na produção de muco bronquial que produz tosse e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos durante dois anos.
17 Enfisema: Doença respiratória caracterizada por destruição das paredes que separam um alvéolo de outro, com conseqüente perda da retração pulmonar normal. É produzida pelo hábito de fumar e, em algumas pessoas, pela deficiência de uma proteína chamada Antitripsina.
18 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
19 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
20 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
21 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
22 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
23 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
24 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
25 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
26 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
27 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
28 Humor aquoso: Fluido aquosa e claro que preenche as câmaras anterior e posterior do olho. Apresenta um índice de refração menor que o cristalino, o qual está envolvido pelo humor aquoso, e está relacionado com o metabolismo da córnea e do cristalino.
29 Constrição: 1. Ação ou efeito de constringir, mesmo que constrangimento (ato ou efeito de reduzir). 2. Pressão circular que faz diminuir o diâmetro de um objeto; estreitamento. 3. Em medicina, é o estreitamento patológico de qualquer canal ou esfíncter; estenose.
30 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
31 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
32 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
33 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
34 Diplopia: Visão dupla.
35 Ptose: Literalmente significa “queda” e aplica-se em distintas situações para significar uma localização inferior de um órgão ou parte dele (ptose renal, ptose palpebral, etc.).
36 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
37 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
38 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
39 Malformação: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
40 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
41 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
42 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
43 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
44 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
45 Pólipos: 1. Em patologia, é o crescimento de tecido pediculado que se desenvolve em uma membrana mucosa (por exemplo, no nariz, bexiga, reto, etc.) em resultado da hipertrofia desta membrana ou como um tumor verdadeiro. 2. Em celenterologia, forma individual, séssil, típica dos cnidários, que se caracteriza pelo corpo formado por um tubo ou cilindro, cuja extremidade oral, dotada de boca e tentáculos, é dirigida para cima, e a extremidade oposta, ou aboral, é fixa.
46 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
47 Pulmões: Órgãos do sistema respiratório situados na cavidade torácica e responsáveis pelas trocas gasosas entre o ambiente e o sangue. São em número de dois, possuem forma piramidal, têm consistência esponjosa e medem cerca de 25 cm de comprimento. Os pulmões humanos são divididos em segmentos denominados lobos. O pulmão esquerdo possui dois lobos e o direito possui três. Os pulmões são compostos de brônquios que se dividem em bronquíolos e alvéolos pulmonares. Nos alvéolos se dão as trocas gasosas ou hematose pulmonar entre o meio ambiente e o corpo, com a entrada de oxigênio na hemoglobina do sangue (formando a oxiemoglobina) e saída do gás carbônico ou dióxido de carbono (que vem da célula como carboemoglobina) dos capilares para o alvéolo.
48 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
49 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
50 Neoplásica: Que apresenta neoplasia, ou seja, que apresenta processo patológico que resulta no desenvolvimento de neoplasma ou tumor. Um neoplasma é uma neoformação de crescimento anormal, incontrolado e progressivo de tecido, mediante proliferação celular.
51 Placa: 1. Lesão achatada, semelhante à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
52 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
53 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
54 Midríase: Dilatação da pupila. Ela pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
55 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
56 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
57 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
58 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
59 Cabeça:
60 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
61 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
62 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
63 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
64 Bloqueio cardíaco: Transtorno da condução do impulso elétrico no tecido cardíaco especializado, manifestado por uma diminuição variável da freqüência dos batimentos cardíacos.
65 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
66 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
67 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
68 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
69 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
70 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
71 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
72 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
73 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
74 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
75 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
76 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
77 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
78 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
79 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
80 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
81 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
82 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
83 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
84 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
85 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
86 Insuficiência respiratória: Condição clínica na qual o sistema respiratório não consegue manter os valores da pressão arterial de oxigênio (PaO2) e/ou da pressão arterial de gás carbônico (PaCO2) dentro dos limites da normalidade, para determinada demanda metabólica. Como a definição está relacionada à incapacidade do sistema respiratório em manter níveis adequados de oxigenação e gás carbônico, foram estabelecidos, para sua caracterização, pontos de corte na gasometria arterial: PaO2 50 mmHg.
87 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
88 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
89 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
90 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
91 Retroperitoneal: Área que ocupa a região mais posterior da CAVIDADE ABDOMINAL. Esta área limita-se lateralmente pelas bordas dos músculos quadrados lombares e se estende do DIAFRAGMA à borda da PELVE verdadeira, continuando então como espaço extraperitoneal pélvico.
92 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
93 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
94 Blefarite: Inflamação do bordo externo das pálpebras ou pestanas. Também conhecida como palpebrite, sapiranga, sapiroca ou tarsite.
95 Edema macular: Inchaço na mácula.
96 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
97 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
98 Olho: s. m. (fr. oeil; ing. eye). Órgão da visão, constituído pelo globo ocular (V. este termo) e pelos diversos meios que este encerra. Está situado na órbita e ligado ao cérebro pelo nervo óptico. V. ocular, oftalm-. Sinônimos: Olhos
99 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
100 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.

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