Preço de Hidrocin em Houston/SP: R$ 24,58

Hidrocin

Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A

Atualizado em 26/11/2019

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO 

Hidrocin
cloridrato de nafazolina + fosfato dissódico de dexametasona + sulfato de neomicina
Solução nasal

APRESENTAÇÕES

Solução nasal
Frasco nebulizador com 10 e 20 mL

USO NASAL
USO ADULTO E USO PEDIÁTRICO ACIMA DE 7 ANOS

COMPOSIÇÃO

Cada mL de Hidrocin contém:

cloridrato de nafazolina 0,75 mg
fosfato dissódico de dexametasona 0,5 mg
sulfato de neomicina 5 mg
excipiente q.s.p. 1 mL

Excipientes: cloreto de benzalcônio, simeticona, edetato dissódico di-hidratado, fosfato de sódio monobásico monoidratado, fosfato de sódio dibásico dodecaidratado, cloreto de sódio, sorbitol1 e água purificada.

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Hidrocin é um medicamento utilizado para o tratamento das afecções2 nasais de origem alérgica, inflamatória ou infecciosa.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Hidrocin tem ação descongestionante, anti-inflamatória e anti-infecciosa sobre a mucosa3 nasal. Possui ação predominantemente vasoconstritora.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

No caso de hipersensibilidade a qualquer dos componentes da fórmula, ou seja, hipersensibilidade à neomicina, nafazolina e a dexametasona. O Hidrocin não deve ser utilizado por pacientes que apresentam hipersensibilidade a agentes adrenérgicos4 e nos pacientes portadores de glaucoma5 avançado.
O Hidrocin pode ser contraindicado em pacientes com sífilis6, varicela7, reações vacinais, micoses, herpes simples e infecções8 cutâneas9.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Com o emprego de Hidrocin solução nasal, nas doses recomendadas, o risco de aparecimento de efeito corticosteroide sistêmico10 é mínimo.
A dexametasona pode aumentar ou diminuir o número ou a motilidade dos espermatozoides11 em alguns pacientes.
Se ocorrer significante absorção sistêmica do corticosteroide nasal em pacientes pediátricos, pode haver supressão adrenal e supressão do crescimento. A terapia prolongada ou o uso de doses altas de corticosteroides, especialmente a dexametasona, requer atenção cuidadosa para a dosagem e monitoramento do crescimento e desenvolvimento.
Pacientes em uso de corticosteroide por período prolongado devem ser avaliados periodicamente devido à possibilidade de supressão do eixo hipotálamo12-hipofisário- adrenal (HPA).
Deve ser realizado exame otorrinolaringológico periódico nos pacientes sob terapia de longa duração para monitorar a mucosa3 nasal quanto a infecções8, perfuração do septo nasal13, ulceração14 da mucosa3 nasal ou outras alterações da cavidade nasal15 devido ao uso tópico16 do medicamento.

Quando houver as seguintes situações o risco-benefício do uso de Hidrocin deverá ser avaliado:

  • Infecções8 fúngicas17, bacterianas, ou virais sistêmicas; tuberculose18 latente ou ativa do trato respiratório; herpes ocular simples (pois o corticosteroide presente no Hidrocin pode ser absorvido mesmo que parcialmente e pode mascarar estas infecções8);
  • Amebíase latente ou ativa, pois a dexametasona, caso ingerida, assim como outros corticosteroides, pode ativar a amebíase latente;
  • Glaucoma5, pois pode aumentar a pressão intraocular19 devido à ação da nafazolina e dexametasona;
  • Doença hepática20 ou insuficiência21 na função hepática20;
  • Diminuição de funcionamento da tireoide22;
  • Concomitantemente ao uso de ácido acetilsalicílico que deve ser usado com cautela em conjunto com corticosteroides em hipoprotrombinemia.

Recente caso de úlcera23 de septo nasal13, e ainda cirurgia ou trauma nasal (corticosteroides interferem na cicatrização).
A dexametasona é eliminada no leite materno, portanto o uso de Hidrocin é contraindicado durante a gravidez24 e a amamentação25, por orientação médica.

Gravidez24 e Lactação26

Categoria de risco na gravidez24: D

Este medicamento não deve ser utilizado em mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez24.

Este medicamento pode causar doping.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS

Este medicamento pode interagir com outros medicamentos caso seja utilizado em concomitância.

Interações medicamento - medicamento relacionadas ao uso do sulfato de neomicina:

GRAVIDADE MAIOR

  • Medicamento: alcuronio, atracurio, cistracurium, decametonio, coxacurio, fazadinio, galamina, hexaflurenio, metocurina, mivacúrio, pancurônio, pipecurônio, rapacurônio, rocurônio, tubocumarina e vecurônio
  • Efeito na interação: causa aumento ou prolongação do bloqueio neuromuscular podendo promover depressão respiratória e paralisia27.
     
  • Medicamento: cidofovir
  • Efeito na interação: em conjunto causa nefrotoxicidade28 (efeito tóxico para os rins29).
     
  • Medicamento: tacrolimo
  • Efeito na interação: causa disfunção renal30 e nefrotoxicidade28 (efeito tóxico para os rins29).


GRAVIDADE MODERADA

  • Medicamento: anisindiona, dicumarol, fenprocoumono e varfarina
  • Efeitos na interção: promove aumento do risco de sangramento.
     
  • Medicamentos: bumetanide
  • Efeitos na interação: causa aumento do risco de desenvolver ototoxicidade31 (efeito tóxico para o ouvido).
     
  • Medicamento: digoxina
  • Efeitos na interação: causa diminuição dos níveis de digoxina.
     
  • Medicamento: ciclosporina
  • Efeitos na interação: causa disfunção renal30 e nefrotoxicidade28.
     
  • Medicamentos: furosemida
  • Efeitos na interação: causa ototoxicidade31 e/ou nefrotoxicidade28.
     
  • Medicamento: metotraxato
  • Efeitos na interação: causa perda do efeito do metotrexato.


GRAVIDADE MENOR

  • Medicamentos: andinocilina, amoxilina, ampicilina, azlocilina, bacampicilina, carbencilina, cloxacilina, ciclacilina, dicloxacilina, floxacilina, hetacilina, meticilina,mezlocilina, nafacilina, oxacilina, panicilina g e v, piperacilina, pivampicilina, propicilina, quinacilina, sultamicilina, temocilina e ticarcilina
  • Efeito na interação: causa perda da eficácia do aminoglicosídeo.

Interações medicamento - medicamento relacionadas ao uso da dexametasona:

GRAVIDADE: MAIOR

  • Medicamento: aldesleuquina
  • Efeito na interação: causa redução do efeito antitumor.
     
  • Medicamento: bupropiona
  • Efeito na interação: diminui o limiar para convulsões dos usuários de bupropiona quando administrado em conjunto.
     
  • Medicamento: darunavir, dasatinibe, etravirina, amprenavir (metabólito32 ativo do fosamprenavir), imatinibe, ixabepilona e iapatinibe.
  • Efeitos na interação: causa diminuição dos níveis plasmáticos.
     
  • Medicamentos: nilotinibe, quetiapina, sunutinibe e seus metabólitos33 ativos
  • Efeitos na interação: causa diminuição das concentrações plasmáticas.
     
  • Medicamentos: tensirolimo
  • Efeitos na interação: observa-se diminuição da concentração máxima de sirolimo (metabólito32 ativo) quando administrado em conjunto do tensirolimo.
     
  • Medicamento: talidomida
  • Efeitos na interação: pode causar aumento do risco de desenvolver necrólise epidérmica tóxica34 (doença cutânea35 gravíssima e potencialmente letal que causa lesões36 bolhosas de mucosas37 e da pele38 com perda total destas).

GRAVIDADE MODERADA

  • Medicamentos: acenocumarol
  • Efeitos na interação: em conjunto com causa aumento do risco de sangramento ou diminuição dos efeitos do acenocumarol.
     
  • Medicamentos: alatrofloxacina, balofloxacina, cinoxacina, ciprofloxacina, clinafloxacina, enoxacina, fleroxacina, flumequina, gemifloxacino, grepafloxacino levofloxacina, lomefloxacina, moxifloxacina, norfloxacina, ofloxacina, perfloxacina, prulifloxacina, rosoxacina, rufloxacina, sparfloxacina, temafloxacina, tosufloxacina e mesilato de trovafloxacina
  • Efeitos na interação: causa aumento do risco de ruptura do tendão39.
     
  • Medicamentos: alcurônio
  • Efeitos na interação: diminuição da efetividade do alcurônio e prolongamento da fraqueza muscular e miopatia40.
     
  • Medicamentos: aminoglutetimida e carbamazepina
  • Efeitos na interação: diminuição da efetividade da dexametasona.
     
  • Medicamentos: anfoterricina B liposomal
  • Efeitos na interação: aumento do risco de nível baixo de potássio.
     
  • Medicamento: amprenavir
  • Efeitos na interação: causa diminuição da concentração plasmática do amprenavir.
     
  • Medicamentos: vacinas de Antrax, BCG41, Haemofilo B, Hepatite42 A, vírus43 Influenza44, Varicela7, anti-rábica, doença de Lyme, Sarampo45, Febre amarela46, Tifo, Varíola, Tétano47, Rubéola48, Anti-Meningocócica, Caxumba49, pólio, coqueluxe, peste e difteria50.
  • Efeitos na interação: pode determinar uma resposta imunológica inadequada das vacinas.
     
  • Medicamentos: Vacina51 Toxoide diftérico
  • Efeitos na interação: causa resposta imunológica inadequada à vacina51.
     
  • Medicamentos: Vacina51 contra rotavírus
  • Efeitos na interação: aumento do risco de infecção52 pós-vacina51.
     
  • Medicamentos: aprepitanto
  • Efeitos na interação: pode levar a aumento da exposição sistêmica da dexametasona.
     
  • Medicamentos: ácido acetilsalicílico
  • Efeitos na interação: aumento do risco de ulceração14 gastrointestinal e dos níveis subterapêuticos de ácido acetilsalicílico
     
  • Medicamentos: galamina, pipecurônio vecurônio, doxacúrio atracúrio, cisatracúrio, rocurônio hexaflurênio, pancurônio, metocurina, mivarúrio e tubocurarina
  • Efeitos na interação: causa diminuição da efetividade das drogas e prolongamento da fraqueza muscular e da doença muscular.
     
  • Medicamentos: aminoglutetimid e carbamazepina
  • Efeitos na interação: causa diminuição da efetividade da dexametasona.
     
  • Medicamentos: bupropiona
  • Efeitos na interação: causa diminuição do limiar para crises convulsivas.
     
  • Medicamentos: caspofungina, delaviridina, etravirina, darunavir e dasatinibe
  • Efeitos na interação: causa diminuição dos níveis plasmáticos do destas drogas.
     
  • Medicamentos: dicumarol ou varfarina
  • Efeitos na interação: aumento do risco de sangramento e diminuição da efetividade do dicumarol e da varfarina.
     
  • Medicamentos: equinácea
  • Efeitos na interação: causa diminuição da efetividade dos corticosteroides.
     
  • Medicamentos: etinilestradiol e etonogestrel
  • Efeitos na interação: causa prolongamento dos efeitos da dexametasona.
     
  • Medicamentos: everolimo
  • Efeitos na interação: causa perda de eficácia deste medicamento.
     
  • Medicamentos: fluindiona
  • Efeitos na interação: causa aumento do risco de sangramento.
     
  • Medicamentos: fosaprepitanto
  • Efeitos na interação: causa aumento da exposição à dexametasona.
     
  • Medicamentos: fosfenitoina
  • Efeitos na interação: causa diminuição da efetividade da dexametasona
     
  • Medicamentos: imatinibe, lapatinibe, ixabepilona, nilotinibe e indinavir
  • Efeitos na interação: causa diminuição dos níveis plasmáticos destas drogas.
     
  • Medicamentos: irinotecan
  • Efeitos na interação: causa aumento do risco de linfocitopenia e/ou hiperglicemia53.
     
  • Medicamentos: itraconaxol
  • Efeitos na interação: aumento de corticosteroide e do risco de efeitos adversos causados por eles.
     
  • Medicamentos: licorice
  • Efeitos na interação: causa aumento do risco de reação adversa ao uso de corticosteroides.
     
  • Medicamentos: mifepristona
  • Efeitos na interação: causa diminuição dos níveis séricos de mifepristona e potencial diminuição da eficácia desta droga.
     
  • Medicamentos: fenprocumona
  • Efeitos na interação: causa aumento do risco de sangramento ou diminuição dos efeitos da fenprocumona
     
  • Medicamentos: fenobarbital, fenitoína, primidona, efedrina e rifampina
  • Efeitos na interação: causa diminuição do efeito da dexametasona.
     
  • Medicamentos: praziquantel, sorafenibe, tensirolimo, sunitinibe e saquinavir
  • Efeitos na interação: causa diminuição da efetividade das respectivas drogas.
     
  • Medicamentos: rifapentina
  • Efeitos na interação: causa diminuição da efetividade dos corticosteroides.
     
  • Medicamentos: ritonavir
  • Efeitos na interação: causa aumento da concentração plasmática de dexametasona.
     
  • Medicamentos: sargramostim
  • Efeitos na interação: causa aumento do efeito mieloproliferativo do sargramostim.
     
  • Medicamentos: tretinoína
  • Efeitos na interação: pode causar diminuição da eficácia da tretinoína.
     
  • Medicamentos: erva Ma Huang
  • Efeitos na interação: diminuição da efetividade dos corticosteroides.
     
  • Medicamentos: Erva Saiboku-To
  • Efeito da interação: aumento e prolongamento do efeito de corticosteroides.
     
  • Medicamentos: diuréticos54 depletores de potássio
  • Efeitos na interação: desenvolvimento de hipocalemia55.


GRAVIDADE: MENOR

  • Medicamentos: albendazol
  • Efeitos na interação: causa aumento do risco dos efeitos adversos do albendazol.
     
  • Medicamentos: mestranol, norelgestromina, noretindrona e norgestrel
  • Efeitos na interação: causa prolongamento do efeito da dexametasona.
     
  • Medicamentos: tuberculina
  • Efeitos na interação: causa diminuição da reatividade à tuberculina utilizada para verificar a reação vacinal de PPD relacionada à tuberculose18.

Interações medicamento – exame laboratorial e não laboratorial:

GRAVIDADE: MENOR

  • Medicamentos: indometacina
  • Efeitos na interação: resultados falso negativos nos testes de supressão da dexametasona.
     
  • Medicamentos: dexametasona
  • Efeitos na interação: resultados falso negativos no teste de nitroazultetrazol na infecção52 bacteriana.

Interações medicamento - medicamento relacionadas ao uso da nafazolina

  • Medicamento: IMAO56 (inibidor da monoamino oxidase)
  • Efeitos na interação: pode causar crise hipertensiva.
     
  • Medicamento: antidepressivos tricíclicos
  • Efeitos na interção: potencialização dos efeitos pressóricos da nafazolina.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde57.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Conservar em temperatura ambiente (entre 15º e 30ºC). Proteger da luz e umidade.

Desde que respeitados os cuidados de armazenamento, o medicamento apresenta uma validade de 24 meses a contar da data de sua fabricação.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

Hidrocin é um líquido límpido, incolor a levemente amarelado.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento.

Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de administração

  1. Com a cabeça58 em posição vertical, introduza na narina que é a região de entrada da cavidade nasal15, o bico do frasco nebulizador voltado para cima.
  2. Aperte as paredes do frasco até sair o jato.
  3. Limpe o bico do frasco nebulizador após cada utilização.
  4. Tampe o frasco e guarde-o na sua embalagem original.
  5. Repita o procedimento na outra narina.

Posologia

Introduzir na narina o bico do frasco nebulizador voltado para cima e apertar as paredes do frasco. Fazer 3 a 5 nebulizações em cada narina, 3 a 4 vezes ao dia.

Limpar bem o bico do frasco nebulizador após cada utilização.

Duração do tratamento

A duração do tratamento dependerá da gravidade do quadro clínico, ficando a mesma a critério do médico.
De acordo com a dose, frequência e duração da terapia, a medicação deverá ser descontinuada, reduzindo-se a dose gradualmente.
Pacientes cujas condições não melhorarem dentro de 7 dias devem ser reavaliados. O uso do produto deve ser limitado para no máximo 2 semanas.

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Siga sempre as orientações do médico que prescreveu esta medicação, de acordo com doses e horários de aplicação, caso ocorra esquecimento de administração de dose ou impossibilidade de uso da mesma não há necessidade de repor a dose esquecida ou mesmo duplicar a dose seguinte.

Este medicamento não causa abstinência.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou do seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

O Hidrocin pode ser absorvido sistemicamente e pode levar a eventos adversos sistêmicos59 sérios, além de poder causar eventos adversos locais, que seguem abaixo descritos:
Secura e irritação nasal são os efeitos adversos mais comuns. Os eventos que tem menor incidência60 são: irritação nasal ou epistaxe61 (muco sanguinolento62 ou sangramento nasal inexplicado), congestão de rebote, dor de garganta63 e ulceração14 da mucosa3 nasal.
Reações alérgicas,broncoespasmo64 ou broncoconstricção levando a chiado ao respirar, desconforto respiratório e lesões36 de pele38 de origem alérgica tosse, tontura65, dor de cabeça58, rouquidão, perda temporária e completa da sensibilidade e do movimento, perda do paladar66 perda total do olfato, náusea67, vômitos68, secreção nasal, lacrimejamento e dor de estômago69.
Incidência60 rara: candidíase70 nasal (presença de cândida albicans na cavidade nasal15) candidíase70 faríngea, perfuração do septo nasal13 e aumento da pressão ocular. Efeitos no organismo como um todo incluindo supressão do eixo hipotálamo12-pituitário adrenal determinando alterações da glândula71 hipófise72 e adrenal podem ocorrer com doses usuais ou com o uso crônico73 de dexametasona nasal. Se o paciente for particularmente sensível ou recentemente ter usado corticosteroides sistêmicos59 antes de usar corticosteroide nasal, o paciente também pode estar predisposto a este efeito adverso.
Reações desagradáveis que você pode ter ao usar a neomicina tópica contida no Hidrocin: alergia74, toxicidade75 aos nervos, toxicidade75 para os ouvidos, toxicidade75 para os rins29, crescimento bacteriano aumentado, danos ao feto76 ou ao embrião em caso de gravidez24, inflamação77 do intestino, diarreia78 e síndrome de má absorção79 dos alimentos pelo trato gastrointestinal.
Reações desagradáveis que você pode ter ao usar a dexametasona tópica contida no Hidrocin: problemas cardíacos como a contração prematura ventricular denominada de extrassístole e alteração do cardíaco intermitente80 e prolongada, alterações na estrutura do seu coração81, mudanças no eletrocardiograma82 decorrentes de falta de oxigenação do músculo cardíaco83, diminuição da função cárdica; retenção de líquidos, pressão alta, lesões36 de pele38 em forma de acne84 (espinha), dermatite85 vermelhidão facial, hematomas86 na pele38, adelgaçamento da pele38 por atrofia87, prejuízo da reação de cicatrização, aumento de suor, aparecimento de estrias, modificação da rede capilar88 que associa multiplicação, anomalia de estrutura e dilatação dos vasos, queimação da pele38, acúmulo de gordura89 por baixo da pele38, síndrome de Cushing90 (conjunto de sinais91 e sintomas92 conseqüentes ao aumento de cortisol ou pelo excesso de corticosteroide), diminuição da taxa de crescimento, aumento da glicose93 no sangue94, aumento da função da glândula71 tireoide22, baixa concentração de potássio no sangue94; alteração dos níveis de lipídeos no sangue94, aumento do colesterol95 total e aumento dos níveis de triglicérides96; porfiria97 que é a eliminação na urina98 de uma proteína que auxilia a captação de oxigênio pela hemoglobina99; desordem endócrina causada por níveis elevados de cortisol, hormônio100 produzido pelo organismo, úlcera duodenal101 e gastrointestinal, candidíase70 gastrointestinal, inflamação77 no pâncreas102; alterações nos componentes do sangue94; toxicidade75 no fígado103, supressão do sistema imunológico104, alterações musculoesqueléticas como doença muscular, osteoporose105, necrose106 asséptica do osso e consumo muscular, dor de cabeça58, euforia, depressão, insônia, quadros de mania e alucinação107, além de sintomas92 de transtorno obsessivo compulsivo, danos ao nervo óptico (aumento da pressão ocular), queimação no olho108, esquizofrenia109, coceira no órgão genital externo feminino, pneumonia110, acúmulo de líquido no pulmão111, tuberculose18 pulmonar, infecções8 de laringe112 e faringe113 e broncoconstrição.
Reações desagradáveis que você pode ter ao usar a nafazolina presente no Hidrocin: Pacientes que fazem uso da nafazolina podem sentir sensação de sonolência ou moleza, diminuição da temperatura, fadiga114, cansaço e dor de cabeça58.
A nafazolina pode estar envolvida no aparecimento da conjuntivite115, dor nos olhos116, vermelhidão nos olhos116 e irritação ocular. Além disso, pode promover alteração na acuidade visual117 e sensação de pressão nos olhos116 devido ao aumento da pressão intraocular19.
A utilização de nafazolina tópica nasal pode promover sensação de queimação e dor no nariz118, além de espirros e escorrimento.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

No caso de superdosagem o tratamento deve ser sintomático119 e de suporte.

dexametasona:

  • Superdosagem aguda: as reações adversas são pouco prováveis com a pequena quantidade de corticosteroide contida em cada embalagem.
  • Superdosagem crônica: se sintomas92 de superdosagem crônica ocorrerem, o corticosteroide nasal deve ser descontinuado lentamente.
  • Sintomas92 de superdosagem crônica: lesões36 acneiformes, Síndrome de Cushing90, hiperglicemia53 e alterações menstruais. Maior incidência60: queimação, ressecamento ou outro sintoma120 nasal, de caráter moderado e passageiro. Menor incidência60: espirros.

nafazolina:

  • Sinais91 de superdosagem aguda e crônica: diminuição da temperatura corporal, sonolência, bradicardia121, hipertensão122 e fraqueza.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível.

Em caso de intoxicação ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações sobre como proceder.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS - 1.0573.0312
Farmacêutica Responsável:
Gabriela Mallmann – CRF-SP nº 30.138

Fabricado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Guarulhos - SP

Registrado por:
Aché Laboratórios Farmacêuticos S.A.
Av. Brigadeiro Faria Lima, 201 - 20º andar São Paulo - SP
CNPJ 60.659.463/0029-92
Indústria Brasileira


SAC 0800 701 6900

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Sorbitol: Adoçante com quatro calorias por grama. Substância produzida pelo organismo em pessoas com diabetes e que pode causar danos aos olhos e nervos.
2 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
3 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
4 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
5 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
6 Sífilis: Doença transmitida pelo contato sexual, causada por uma bactéria de forma espiralada chamada Treponema pallidum. Produz diferentes sintomas de acordo com a etapa da doença. Primeiro surge uma úlcera na zona de contato com inflamação dos gânglios linfáticos regionais. Após um período a lesão inicial cura-se espontaneamente e aparecem lesões secundárias (rash cutâneo, goma sifilítica, etc.). Em suas fases tardias pode causar transtorno neurológico sério e irreversível, que felizmente após o advento do tratamento com antibióticos tem se tornado de ocorrência rara. Pode ser causa de infertilidade e abortos espontâneos repetidos.
7 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
8 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
9 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
10 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
11 Espermatozóides: Células reprodutivas masculinas.
12 Hipotálamo: Parte ventral do diencéfalo extendendo-se da região do quiasma óptico à borda caudal dos corpos mamilares, formando as paredes lateral e inferior do terceiro ventrículo.
13 Septo Nasal: A divisão que separa as duas cavidades nasais no plano medial, composta de cartilagens, membranas e partes ósseas.
14 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
15 Cavidade Nasal: Porção proximal da passagem respiratória em cada lado do septo nasal, revestida por uma mucosa ciliada extendendo-se das narinas até a faringe.
16 Tópico: Referente a uma área delimitada. De ação limitada à mesma. Diz-se dos medicamentos de uso local, como pomadas, loções, pós, soluções, etc.
17 Fúngicas: Relativas à ou produzidas por fungo.
18 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
19 Pressão intraocular: É a medida da pressão dos olhos. É a pressão do líquido dentro do olho.
20 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
21 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
22 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
23 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
24 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
25 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
26 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
27 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
28 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
29 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
30 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
31 Ototoxicidade: Dano causado aos sistemas coclear e/ou vestibular resultante de exposição a substâncias químicas.
32 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
33 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
34 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
35 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
36 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
37 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
38 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
39 Tendão: Tecido fibroso pelo qual um músculo se prende a um osso.
40 Miopatia: Qualquer afecção das fibras musculares, especialmente dos músculos esqueléticos.
41 BCG: Vacina utilizada para prevenir a tuberculose. Esta é composta por bacilos vivos e atenuados, que não produzem doença em pessoas com imunidade normal.
42 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
43 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
44 Influenza: Doença infecciosa, aguda, de origem viral que acomete o trato respiratório, ocorrendo em epidemias ou pandemias e frequentemente se complicando pela associação com outras infecções bacterianas.
45 Sarampo: Doença infecciosa imunoprevenível, altamente transmissível por via respiratória, causada pelo vírus do sarampo e de imunidade permanente. Geralmente ocorre na infância, mas pode afetar adultos susceptíveis (não imunes). As manifestações clínicas são febre alta, tosse seca persistente, coriza, conjuntivite, aumento dos linfonodos do pescoço e manchas avermelhadas na pele. Em cerca de 30% das pessoas com sarampo podem ocorrer complicações como diarréia, otite, pneumonia e encefalite.
46 Febre Amarela: Doença infecciosa aguda, de curta duração (no máximo 10 dias), gravidade variável, causada pelo vírus da febre amarela, que ocorre na América do Sul e na África. Os sintomas são: febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (a pele e os olhos ficam amarelos) e hemorragias (de gengivas, nariz, estômago, intestino e urina). A única forma de prevenção é a vacinação contra a doença.
47 Tétano: Toxinfecção produzida por uma bactéria chamada Clostridium tetani. Esta, ao infectar uma ferida cutânea, produz uma toxina (tetanospasmina) altamente nociva para o sistema nervoso que produz espasmos e paralisia dos nervos afetados. Pode ser fatal. Existe vacina contra o tétano (antitetânica) que deve ser tomada sempre que acontecer um traumatismo em que se suspeita da contaminação por esta bactéria. Se a contaminação for confirmada, ou se a pessoa nunca recebeu uma dose da vacina anteriormente, pode ser necessário administrar anticorpos exógenos (de soro de cavalo) contra esta toxina.
48 Rubéola: Doença infecciosa imunoprevenível de transmissão respiratória. Causada pelo vírus da rubéola. Resulta em manifestações discretas ou é assintomática. Quando ocorrem, as manifestações clínicas mais comuns são febre baixa, aumento dos gânglios do pescoço, manchas avermelhadas na pele, 70% das mulheres apresentam artralgia e artrite. Geralmente tem evolução benigna, é mais comum em crianças e resulta em imunidade permanente. Durante a gravidez, a infecção pelo vírus da rubéola pode resultar em aborto, parto prematuro e mal-formações congênitas.
49 Caxumba: Também conhecida como parotidite. É uma doença infecciosa imunoprevenível de transmissão respiratória. Causada pelo vírus da caxumba, resulta em manifestações discretas ou é assintomática. Quando ocorrem, as manifestações clínicas mais comuns são febre baixa, dor no corpo, perda de apetite, fadiga e dor de cabeça. Cerca de 30 a 40% dos indivíduos infectados apresentam dor e aumento uni ou bilateral das glândulas salivares (mais comumente, das parótidas). Geralmente tem evolução benigna, é mais comum em crianças e resulta em imunidade permanente. Em alguns casos pode complicar causando meningite, encefalite, surdez, orquite, ooferite, miocardite ou pancreatite.
50 Difteria: Doença infecto-contagiosa que afeta as vias respiratórias superiores, caracterizada pela produção de uma falsa membrana na garganta como resultado da ação de uma toxina bacteriana. Este microorganismo é denominado Corinebacterium difteriae, e é capaz de produzir doença neurológica e cardíaca também.Atualmente, está disponível uma vacina eficiente (a tríplice ou DPT) para esta doença, que tem tornado-se rara.
51 Vacina: Tratamento à base de bactérias, vírus vivos atenuados ou seus produtos celulares, que têm o objetivo de produzir uma imunização ativa no organismo para uma determinada infecção.
52 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
53 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
54 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
55 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
56 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
57 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
58 Cabeça:
59 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
60 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
61 Epistaxe: Hemorragia de origem nasal.
62 Sanguinolento: 1. Em que há grande derramamento de sangue; sangrento. 2. Tinto ou misturado com sangue. 3. Que se compraz em ver ou derramar sangue; sanguinário.
63 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
64 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
65 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
66 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
67 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
68 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
69 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
70 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
71 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
72 Hipófise:
73 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
74 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
75 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
76 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
77 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
78 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
79 Síndrome de má absorção: Doença do tubo digestivo caracterizada por absorção insuficiente de nutrientes através da mucosa intestinal. Os sintomas principais são perda de peso, diarréia, desnutrição, eliminação de matéria fecal abundante em gorduras, etc.
80 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
81 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
82 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
83 Músculo Cardíaco: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo.
84 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
85 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
86 Hematomas: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
87 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
88 Capilar: 1. Na medicina, diz-se de ou tubo endotelial muito fino que liga a circulação arterial à venosa. Qualquer vaso. 2. Na física, diz-se de ou tubo, em geral de vidro, cujo diâmetro interno é diminuto. 3. Relativo a cabelo, fino como fio de cabelo.
89 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
90 Síndrome de Cushing: A síndrome de Cushing, hipercortisolismo ou hiperadrenocortisolismo, é um conjunto de sinais e sintomas que indicam excesso de cortisona (hormônio) no sangue. Esse hormônio é liberado pela glândula adrenal (também conhecida como suprarrenal) em resposta à liberação de ACTH pela hipófise no cérebro. Níveis elevados de cortisol (ou cortisona) também podem ocorrer devido à administração de certos medicamentos, como hormônios glicocorticoides. A síndrome de Cushing e a doença de Cushing são muito parecidas, já que o que a causa de ambas é o elevado nível de cortisol no sangue. O que difere é a origem dessa elevação. A doença de Cushing diz respeito, exclusivamente, a um tumor na hipófise que passa a secretar grande quantidade de ACTH e, consequentemente, há um aumento na liberação de cortisol pelas adrenais. Já a síndrome de Cushing pode ocorrer, por exemplo, devido a um tumor presente nas glândulas suprarrenais ou pela administração excessiva de corticoides.
91 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
92 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
93 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
94 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
95 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
96 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
97 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
98 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
99 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
100 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
101 Úlcera duodenal: Lesão na mucosa do duodeno – parte inicial do intestino delgado.
102 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
103 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
104 Sistema imunológico: Sistema de defesa do organismo contra infecções e outros ataques de micro-organismos que enfraquecem o nosso corpo.
105 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
106 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
107 Alucinação: Perturbação mental que se caracteriza pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensação sem objeto. Impressão ou noção falsa, sem fundamento na realidade; devaneio, delírio, engano, ilusão.
108 Olho: s. m. (fr. oeil; ing. eye). Órgão da visão, constituído pelo globo ocular (V. este termo) e pelos diversos meios que este encerra. Está situado na órbita e ligado ao cérebro pelo nervo óptico. V. ocular, oftalm-. Sinônimos: Olhos
109 Esquizofrenia: Doença mental do grupo das Psicoses, caracterizada por alterações emocionais, de conduta e intelectuais, caracterizadas por uma relação pobre com o meio social, desorganização do pensamento, alucinações auditivas, etc.
110 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
111 Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
112 Laringe: É um órgão fibromuscular, situado entre a traqueia e a base da língua que permite a passagem de ar para a traquéia. Consiste em uma série de cartilagens, como a tiroide, a cricóide e a epiglote e três pares de cartilagens: aritnoide, corniculada e cuneiforme, todas elas revestidas de membrana mucosa que são movidas pelos músculos da laringe. As dobras da membrana mucosa dão origem às pregas vocais.
113 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
114 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
115 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
116 Olhos:
117 Acuidade visual: Grau de aptidão do olho para discriminar os detalhes espaciais, ou seja, a capacidade de perceber a forma e o contorno dos objetos.
118 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
119 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
120 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
121 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
122 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.

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