KETALAR

PFIZER

Atualizado em 09/12/2014

Composição do Ketalar

CADA ML CONTEM CLORIDRATO DE CETAMINA (EQUIVALENTE A CETAMINA BASE 50,0 MG) 57,67 MG.

Posologia e Administração do Ketalar

EM CONSEQUENCIA DE INCOMPATIBILIDADE QUIMICA DE KETALAR COM BARBITURICOS, NAO DEVEM SER UTILIZADOS NA MESMA SERINGA1, POR SE FORMAR UM PRECIPITADO. SE A DOSE DE KETALAR FOR ADICIONADO O DIAZEPAM, AMBAS AS DROGAS DEVEM SER APLICADAS SEPARADAMENTE. NAO MISTURE KETALAR E DIAZEPAM NA MESMA SERINGA1 OU FRASCO DE INFUSAO. PREPARACAO NO PRE-OPERATORIO: UMA VEZ QUE FORAM RELATADOS VOMITOS2 APOS A ADMINISTRACAO DE KETALAR, DEVE-SE FORNECER MEDIDAS DE PROTECAO AS VIAS AEREAS, POIS OS REFLEXOS LARINGOFARINGEOS CONTINUAM ATIVOS. ENTRETANTO, COMO PODE OCORRER ASPIRACAO COM O USO DE KETALAR, E UMA VEZ QUE OS REFLEXOS PROTETORES PODEM TAMBEM ESTAR DIMINUIDOS DEVIDO AOS ANESTESICOS SUPLEMENTARES E RELAXANTES MUSCULARES, A POSSIBILIDADE DA ASPIRACAO E UM FATO QUE DEVE SER CONSIDERADO. O USO DE KETALAR E RECOMENDADO AINDA QUE O PACIENTE NAO ESTEJA DE ESTOMAGO3 VAZIO, DESDE QUE O MEDICO JULGUE QUE OS BENEFICIOS DA DROGA SUPEREM OS POSSIVEIS RISCOS. DEVE-SE ADMINISTRAR ATROPINA, ESCOPOLAMINA OU UM OUTRO ANTI-SIALOGOGO COM SUFICIENTE ANTECIPACAO A INDUCAO DA ANESTESIA4. INICIO E DURACAO: PELO FATO DA INDUCAO DA ANESTESIA4 APOS A INJECAO5 INTRAVENOSA DE KETALAR SER RAPIDA, DEVE-SE MANTER O PACIENTE EM POSICAO ADEQUADA DURANTE A INJECAO5. GERALMENTE, UMA DOSE INTRAVENOSA DE 2 MG/KG PRODUZ ANESTESIA4 CIRURGICA 30 SEGUNDOS APOS A INJECAO5 E DE UM MODO GERAL, A ANESTESIA4 DURA DE 5 A 10 MINUTOS. SE FOR NECESSARIA DURACAO PROLONGADA, DOSES ADICIONAIS, INTRAVENOSAS OU INTRAMUSCULARES, PODEM SER ADMINISTRADAS PARA MANTER A ANESTESIA4 SEM PRODUZIR EFEITO ACUMULATIVO SIGNIFICANTE. BASEADO EM ESTUDOS FEITOS EM CRIANCAS, UMA DOSE INTRAMUSCULAR DE 9 A 13 MG/KG PRODUZ EM GERAL ANESTESIA4 CIRURGICA EM 3 A 4 MINUTOS QUE, VIA DE REGRA, DURA DE 12 A 25 MINUTOS. DOSAGEM: COMO OCORRE COM OUTROS ANESTESICOS GERAIS, A RESPOSTA INDIVIDUAL AO KETALAR VARIA ATE CERTO PONTO, DE ACORDO COM A DOSE, VIA DE ADMINISTRACAO, A IDADE DO PACIENTE E COM A ADMINISTRACAO OU NAO DE OUTROS ANESTESICOS, DE MODO QUE NAO SE PODE FAZER RECOMENDACOES POSOLOGICAS ABSOLUTAMENTE FIXAS. A DOSE DE KETALAR DEVE SER AJUSTADA AS NECESSIDADES DE CADA PACIENTE. INDUCAO POR VIA INTRAVENOSA: A DOSE INTRAVENOSA INICIAL PODE VARIAR ENTRE 1 E 4,5 MG/KG. A DOSE MEDIA NECESSARIA PARA PRODUZIR ANESTESIA4 CIRURGICA, DE 5 A 10 MINUTOS DE DURACAO, E DE 2 MG/KG. ALTERNATIVAMENTE, EM PACIENTES ADULTOS UMA DOSE DE INDUCAO DE 1 A 2 MG/KG DE KETALAR VIA INTRAVENOSA, UTILIZADA NA VELOCIDADE DE 0,5 MG/KG/MIN PODE SER USADA PARA INDUCAO DA ANESTESIA4. ADICIONALMENTE, PODE-SE USAR DIAZEPAM EM DOSES DE 2 A 5 MG, ADMINISTRADO EM SERINGA1 SEPARADA DURANTE 60 SEGUNDOS. NA MAIORIA DOS CASOS, 15 MG DE DIAZEPAM INTRAVENOSO OU MENOS SAO SUFICIENTES. A INCIDENCIA6 DE MANIFESTACOES PSICOLOGICAS DURANTE A RECUPERACAO DA ANESTESIA4, PARTICULARMENTE DO TIPO SONHOS E DELIRIOS EMERGENCIAIS PODE SER REDUZIDA COM ESTE ESQUEMA DE INDUCAO. VELOCIDADE DE ADMINISTRACAO: A INJECAO5 INTRAVENOSA DEVE SER APLICADA LENTAMENTE NUM PERIODO NUNCA INFERIOR A 60 SEGUNDOS. A APLICACAO MAIS RAPIDA PODE ACARRETAR DEPRESSAO RESPIRATORIA E AUMENTO DA PRESSAO ARTERIAL7. INDUCAO POR VIA INTRAMUSCULAR: A DOSE INTRAMUSCULAR INICIAL PODE VARIAR ENTRE 6,5 E 13 MG/KG. GERALMENTE UMA DOSE DE 10 MG/KG PRODUZ ANESTESIA4 CIRURGICA DE 12 A 25 MINUTOS DE DURACAO. MANUTENCAO DA ANESTESIA4: PARA A MANUTENCAO DA ANESTESIA4 A DOSE DEVE SER AJUSTADA DE ACORDO COM A NECESSIDADE DOS PACIENTES E COM O EMPREGO DE AJUSTES ANESTESICOS ADICIONAIS. UMA DOSE ADICIONAL PODERA SER DA METADE ATE A DOSE TOTAL ACIMA RECOMENDADA, E REPETIDA CONFORME NECESSARIO. QUANTO MAIOR FOR A DOSE TOTAL ADMINISTRADA DE KETALAR, TANTO MAIOR SERA O TEMPO DE RECUPERACAO. DURANTE A ANESTESIA4, PODERAO OCORRER MOVIMENTOS INVOLUNTARIOS E TONICO-CLONICOS DAS EXTREMIDADES. ESSES MOVIMENTOS NAO IMPLICAM SUPERFICIALIZACAO DO PLANO DE ANESTESIA4, NEM INDICAM NECESSIDADE DE SE ADMINISTRAR DOSES ADICIONAIS DE KETALAR. PACIENTES ADULTOS INDUZIDOS COM KETALAR MAIS DIAZEPAM POR VIA INTRAVENOSA PODEM SER MANTIDOS COM A CETAMINA ADMINISTRADA POR INFUSAO LENTA EM MICROGOTAS, NA DOSE 0,1 A 0,5 MG/MIN, ASSOCIADA COM DIAZEPAM 2 A 5 MG INTRAVENOSAMENTE, SE NECESSARIO. NA MAIORIA DOS CASOS 20 MG OU MENOS DE DIAZEPAM, VIA INTRAVENOSA NO TOTAL SERA SUFICIENTE PARA A INDUCAO E MANUTENCAO. ENTRETANTO, UMA QUANTIDADE LIGEIRAMENTE MAIOR DE DIAZEPAM PODE SER NECESSARIA, DEPENDENDO DA NATUREZA E DURACAO DA CIRURGIA, ESTADO FISICO DO PACIENTE E OUTROS FATORES. A INCIDENCIA6 DE MANIFESTACOES PSICOLOGICAS DURANTE O PERIODO DE RECUPERACAO DA ANESTESIA4, PARTICULARMENTE SONHOS E DELIRIOS EMERGENCIAIS, PODE SER REDUZIDA COM ESTE ESQUEMA DE MANUTENCAO. DILUICAO: PARA PREPARAR UMA SOLUCAO DILUIDA CONTENDO 1 MG DE CETAMINA POR ML, TRANSFERIR ASSEPTICAMENTE 10 ML (50 MG/ML) PARA 500 ML DE DEXTROSE8 5% OU CLORETO DE SODIO 0,9% E MISTURAR BEM. A SOLUCAO RESULTANTE CONTERA 1 MG DE CETAMINA POR ML E MANTEM-SE ESTAVEL POR 24 HORAS. AS NECESSIDADES DE LIQUIDOS DO PACIENTE E A DURACAO DA ANESTESIA4 DEVEM SER CONSIDERADOS QUANDO DA SELECAO DA DILUICAO APROPRIADA DE CETAMINA. SE HOUVER RESTRICAO AO VOLUME DE LIQUIDOS ADMINISTRADOS, KETALAR PODE SER ADICIONADA NUMA INFUSAO DE 250 ML CONFORME DESCRITA ACIMA PARA OBTER UMA CONCENTRACAO DE 2 MG DE CETAMINA POR ML. KETALAR COMO AGENTE COADJUVANTE9: KETALAR E CLINICAMENTE COMPATIVEL COM OS ANESTESICOS LOCAIS OU GERAIS DE USO CORRENTE, DESDE QUE SEJA MANTIDA UMA VENTILACAO10 PULMONAR ADEQUADA. O ESQUEMA DE DOSES REDUZIDAS DE KETALAR ASSOCIADAS COM DIAZEPAM PODE SER USADO PARA PROMOVER UMA ANESTESIA4 EQUILIBRADA, EM COMBINACAO COM OUTROS AGENTES, TAIS COMO, O OXIDO NITROSO E OXIGENIO. - CONDUTA NA SUPERDOSAGEM: A ADMINISTRACAO DE MODO EXCESSIVAMENTE RAPIDO OU DE UMA DOSE EXCESSIVA DA DROGA PODERA ACARRETAR DEPRESSAO RESPIRATORIA. DEVE SER EMPREGADA VENTILACAO10 ASSISTIDA MECANICA AO INVES DE ANALEPTICOS.

Precauções do Ketalar

KETALAR DEVE SER USADO POR MEDICOS EXPERIMENTADOS OU SOB SUA SUPERVISAO, NA ADMINISTRACAO DE ANESTESICOS GERAIS, NA MANUTENCAO DAS VIAS AEREAS PATENTES E NO CONTROLE DA RESPIRACAO. COMO OS REFLEXOS LARINGOFARINGEOS GERALMENTE PERMANECEM ATIVOS, KETALAR NAO DEVERA SER UTILIZADO COMO AGENTE UNICO NAS INTERVENCOES CIRURGICAS OU DIAGNOSTICAS DA FARINGE11 OU ARVORE BRONQUICA12. CASO O SEJA, DEVE-SE, SEMPRE QUE POSSIVEL, EVITAR O ESTIMULO MECANICO DA FARINGE11. MIORRELAXANTES PODERAO SER NECESSARIOS, DEVENDO-SE ENTAO PRESTAR ESPECIAL ATENCAO A RESPIRACAO. DEVE-SE DISPOR DE EQUIPAMENTO DE RESSUSCITACAO PARA USO IMEDIATO. A DOSE INTRAVENOSA DEVE SER ADMINISTRADA NUM PERIODO DE NO MINIMO 60 SEGUNDOS. A ADMINISTRACAO DEMASIADO RAPIDA PODERA RESULTAR EM DEPRESSAO RESPIRATORIA, APNEIA13 OU AUMENTO DA PRESSAO ARTERIAL7. REACOES EMERGENCIAIS OCORRERAM EM APROXIMADAMENTE 12% DOS PACIENTES. AS MANIFESTACOES PSICOLOGICAS APRESENTAM GRAVIDADE VARIAVEL, DESDE ESTADOS ONIRICOS AGRADAVEIS, IMAGENS VIVIDAS ATE ALUCINACOES14 E DELIRIOS EMERGENCIAIS. EM ALGUNS CASOS ESSES ESTADOS TEM SIDO ACOMPANHADOS DE CONFUSAO MENTAL, EXCITABILIDADE E CONDUTA IRRACIONAL, QUE ALGUNS PACIENTES RELATAM COMO SENDO EXPERIENCIAS DESAGRADAVEIS. A DURACAO DO EFEITO E GERALMENTE DE POUCAS HORAS, ENTRETANTO, EM ALGUNS CASOS, TEM OCORRIDO RECORRENCIAS15 ATE 24 HORAS APOS A CIRURGIA. NAO SE TEM CONHECIMENTO DE EFEITOS PSICOLOGICOS RESIDUAIS RESULTANTES DO USO DE KETALAR. A INCIDENCIA6 DESSES FENOMENOS EMERGENCIAIS E MAIS BAIXA EM PACIENTES JOVENS (15 ANOS DE IDADE OU MENOS) OU MAIS IDOSOS (ACIMA DE 65 ANOS). TAMBEM SAO MENOS FREQUENTES QUANDO A DROGA E ADMINISTRADA POR VIA INTRAMUSCULAR E A MEDIDA EM QUE O ANESTESIOLOGISTA VAI GANHANDO EXPERIENCIA COM O MEDICAMENTO. A INCIDENCIA6 DE MANIFESTACOES PSICOLOGICAS DURANTE A EMERGENCIA16 DA ANESTESIA4, PARTICULARMENTE OBSERVACOES ONIRICAS E DELIRIOS EMERGENCIAIS, PODE SER REDUZIDA PELA DIMINUICAO DA DOSAGEM DE KETALAR E PELA ASSOCIACAO DE DIAZEPAM INTRAVENOSAMENTE DURANTE A INDUCAO E MANUTENCAO DA ANESTESIA4 (VIDE POSOLOGIA E ADMINISTRACAO). ESSAS REACOES TAMBEM PODEM SER REDUZIDAS QUANDO OS ESTIMULOS VERBAIS E TACTEIS DOS PACIENTES SAO AMENIZADOS DURANTE O PERIODO DE RECUPERACAO; O QUE NO ENTANTO NAO IMPEDE QUE SE REALIZE O CONTROLE DOS SINAIS VITAIS17 DO PACIENTE. COM A FINALIDADE DE INTERROMPER UMA REACAO EMERGENCIAL GRAVE, PODE SER NECESSARIO RECORRER AO USO DE UMA PEQUENA DOSE HIPNOTICA DE BARBITURICOS DE ACAO CURTA OU ULTRA-CURTA. QUANDO KETALAR E ADMINISTRADO A PACIENTES AMBULATORIAIS, ESTES NAO DEVEM RECEBER ALTA ENQUANTO A RECUPERACAO DA ANESTESIA4 NAO TIVER SE COMPLETADO, DEVENDO POSTERIORMENTE O PACIENTE SER ACOMPANHADO POR UM ADULTO RESPONSAVEL. NAS INTERVENCOES CIRURGICAS PASSIVEIS DE PROVOCAR DOR VISCERAL, KETALAR DEVE SER SUPLEMENTADO POR UM AGENTE CAPAZ DE ELIMINA-LA. KETALAR DEVE SER EMPREGADO COM PRECAUCAO EM ALCOOLATRAS E EM CASOS DE ELITISMO AGUDO18. COMO TEM SIDO RELATADA A ELEVACAO DA PRESSAO INTRA-ESPINHAL DURANTE A ANESTESIA4 COM KETALAR, DEVE-SE USA-LO COM PRECAUCAO EM PACIENTES QUE APRESENTEM ELEVADA PRESSAO DO LIQUIDO CEFALORRAQUIDIANO19, NA PRE-ANESTESIA4. GRAVIDEZ20: COM EXCECAO DA ADMINISTRACAO DURANTE O PARTO VAGINAL OU CESARIO, ESTUDOS CLINICOS CONTROLADOS EM GRAVIDEZ20 NAO FORAM REALIZADOS. A SEGURANCA DE SEU EMPREGO DURANTE A GRAVIDEZ20 NAO FOI ESTABELECIDA, E TAL USO NAO E RECOMENDADO. INTERACOES MEDICAMENTOSAS: PROLONGAMENTO DO PERIODO DE RECUPERACAO PODE OCORRER SE ADMINISTRADO CONCOMITANTEMENTE COM BARBITURICOS E/OU NARCOTICOS. KETALAR E CLINICAMENTE COMPATIVEL COM OS ANESTESICOS GERAIS E LOCAIS COMUMENTE EMPREGADOS, DESDE QUE A FUNCAO RESPIRATORIA SEJA ADEQUADAMENTE MANTIDA.

Reações Adversas do Ketalar

CARDIOVASCULARES: APOS ADMINISTRACAO DE KETALAR, A PRESSAO ARTERIAL7 E A FREQUENCIA CARDIACA PODEM ELEVAR-SE. NAO OBSTANTE, TEM OCORRIDO CASOS DE HIPOTENSAO21 E BRADICARDIA22, COMO TAMBEM DE ARRITMIA23 CARDIACA. RESPIRATORIAS: EMBORA A RESPIRACAO SEJA FREQUENTEMENTE ESTIMULADA, PODERA OCORRER ACENTUADA DEPRESSAO OU APNEIA13, APOS ADMINISTRACAO RAPIDA DE DOSES ELEVADAS DE KETALAR. TEM SIDO OBSERVADOS CASOS DE LARINGOSPASMO E OUTRAS FORMAS DE OBSTRUCAO DAS VIAS RESPIRATORIAS DURANTE A ANESTESIA4 PELO KETALAR. OCULARES: APOS A ADMINISTRACAO DE KETALAR, PODERA OCORRER DIPLOPIA24 E NISTAGMO25, ALEM DE LIGEIRA ELEVACAO DA PRESSAO INTRA-OCULAR. PSICOLOGICAS: VIDE PRECAUCOES. NEUROLOGICAS: EM ALGUNS CASOS, O AUMENTO DO TONUS DA MUSCULATURA ESQUELETICA PODE SE MANIFESTAR POR MOVIMENTOS TONICO-CLONICOS QUE, AS VEZES, SE ASSEMELHAM A CONVULSOES. GASTRINTESTINAIS: TEM-SE OBSERVADO ANOREXIA26, NAUSEAS27 E VOMITOS2 APOS O USO DE KETALAR, MAS ESSES TRANSTORNOS GERALMENTE NAO SAO GRAVES. EM SUA GRANDE MAIORIA, OS PACIENTES PODEM INGERIR LIQUIDOS POUCO DEPOIS DE RECOBRAR A CONSCIENCIA. DIVERSAS: RARAMENTE TEM SIDO OBSERVADOS CASOS DE DOR E EXANTEMA28 NO LOCAL DA INJECAO5. TAMBEM SE TEM OBSERVADO ERITEMA29 TRANSITORIO E/OU ERUPCAO30 MORBILIFORME.

Contra-Indicações do Ketalar

E CONTRA-INDICADO NOS CASOS EM QUE UMA ELEVACAO SIGNIFICATIVA DA PRESSAO ARTERIAL7 POSSA CONSTITUIR SERIO RISCO E EM PACIENTES COM HIPERSENSIBILIDADE COMPROVADA A DROGA. ADVERTENCIAS: A FUNCAO CARDIACA DEVE SER CONTINUAMENTE MONITORIZADA NO TRANSCORRER DA INTERVENCAO EM PACIENTES HIPERTENSOS E DESCOMPENSADOS. PODE OCORRER CONFUSAO MENTAL DURANTE A FASE DE RECUPERACAO POS-ANESTESICA.

Indicações do Ketalar

E INDICADO COMO ANESTESICO UNICO EM INTERVENCOES DIAGNOSTICAS E CIRURGICAS QUE NAO NECESSITEM DE RELAXAMENTO MUSCULAR. APESAR DE SER MAIS APROPRIADO PARA INTERVENCOES DE CURTA DURACAO, KETALAR PODE SER EMPREGADO, MEDIANTE ADMINISTRACAO DE DOSES ADICIONAIS, EM ATOS CIRURGICOS MAIS PROLONGADOS. KETALAR E INDICADO PARA INDUCAO DE ANESTESIA4, PREVIAMENTE A ADMINISTRACAO DE OUTROS ANESTESICOS GERAIS. E INDICADO EM OBSTETRICIA PARA PARTO VAGINAL OU CESARIO. E TAMBEM INDICADO PARA SUPLEMENTAR OUTROS AGENTES ANESTESICOS DE BAIXA POTENCIA, COMO OXIDO NITROSO. DENTRE AS AREAS DE APLICACAO ESPECIFICA INCLUEM-SE: DEBRIDAMENTOS E ENXERTOS DE PELE31 EM PACIENTES QUEIMADOS; INTERVENCOES NEURODIAGNOSTICAS COMO MIELOGRAMAS E PUNCOES LOMBARES; INTERVENCOES DIAGNOSTICAS E CIRURGICAS NOS OLHOS32, OUVIDOS, NARIZ33 E CAVIDADE ORAL34; SIGMOIDOSCOPIA E PEQUENA CIRURGIA RETAL; CATETERISMO35 CARDIACO; INTERVENCOES ORTOPEDICAS.

Apresentação do Ketalar

SOLUCAO INJETAVEL EM 5 FRASCOS-AMPOLA DE 10 ML CADA.

KETALAR - Laboratório

PFIZER
Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
Guarulhos/SP - CEP: 07112-070
Tel: 0800-16-7575
Site: http://www.pfizer.com.br
CNPJ n° 46.070.868/0001-69

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Complementos

1 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
2 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
3 Estômago: O estômago é o órgão situado logo abaixo do diafragma, mais precisamente entre o esôfago e o duodeno. Ele tem a função de armazenar por pequeno período os alimentos, para que possam ser misturados ao suco gástrico e digeridos.
4 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
5 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
6 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
7 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
8 Dextrose: Também chamada de glicose. Açúcar encontrado no sangue que serve como principal fonte de energia do organismo.
9 Coadjuvante: Que ou o que coadjuva, auxilia ou concorre para um objetivo comum.
10 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
11 Faringe: Canal músculo-membranoso comum aos sistemas digestivo e respiratório. Comunica-se com a boca e com as fossas nasais. É dividida em três partes: faringe superior (nasofaringe ou rinofaringe), faringe bucal (orofaringe) e faringe inferior (hipofaringe, laringofaringe ou faringe esofagiana), sendo um órgão indispensável para a circulação do ar e dos alimentos.
12 Árvore brônquica: A árvore brônquica é formada pelos brônquios, bronquíolos, ductos alveolares, sacos alveolares e alvéolos, e é responsável por levar o ar aspirado pelas fossas nasais até o pulmão.
13 Apnéia: É uma parada respiratória provocada pelo colabamento total das paredes da faringe que ocorre principalmente enquanto a pessoa está dormindo e roncando. No adulto, considera-se apnéia após 10 segundos de parada respiratória. Como a criança tem uma reserva menor, às vezes, depois de dois ou três segundos, o sangue já se empobrece de oxigênio.
14 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
15 Recorrências: 1. Retornos, repetições. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
16 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
17 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
18 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
19 Líquido cefalorraquidiano: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
20 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
21 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
22 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
23 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
24 Diplopia: Visão dupla.
25 Nistagmo: Movimento involuntário, rápido e repetitivo do globo ocular. É normal dentro de certos limites diante da mudança de direção do olhar horizontal. Porém, pode expressar doenças neurológicas ou do sistema de equilíbrio.
26 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
27 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
28 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
29 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
30 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
31 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
32 Olhos:
33 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
34 Cavidade Oral: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
35 Cateterismo: Exame invasivo de artérias ou estruturas tubulares (uretra, ureteres, etc.), utilizando um dispositivo interno, capaz de injetar substâncias de contraste ou realizar procedimentos corretivos.
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