BETAMETASONA EUROFARMA

EUROFARMA

Atualizado em 03/06/2015

DIPROPIONATO DE BETAMETASONA +
FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA

Medicamento genérico - Lei nº 9.787, de 1999

Suspensão Injetável

Forma Farmacêutica e Apresentações da Betametasona Eurofarma

Suspensão injetável, 5 mg + 2 mg.:  - Embalagens contendo 1 ampola com 1 mL + seringa1.

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição da Betametasona Eurofarma

Cada 1 mL da suspensão injetável contém:
betametasona (na forma de dipropionato) ....................5 mg*
betametasona (na forma de fosfato dissódico) ....................2 mg**
Excipientes q.s.p....................1 mL
Excipientes: EDTA dissódico, carboximetilcelulose, polietilenoglicol 4000, fosfato monossódico, fosfato dissódico, cloreto de benzalcônio e água para injeção2.

*Cada 6,43 mg de dipropionato de betametasona equivale a 5,0 mg de betametasona base
** Cada 2,63 mg de fosfato dissódico de betametasona equivale a 2,0 mg de betametasona base

Informações ao Paciente da Betametasona Eurofarma

Ação esperada do medicamentoDipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona está indicado para o tratamento de doenças agudas e crônicas suscetíveis aos corticosteróides.

Cuidados de armazenamento
Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Proteger da luz.

Prazo de validade
Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona é de 24 meses contados a partir da data de fabricação impressa em sua embalagem externa.
NÃO USE MEDICAMENTOS COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

Gravidez3 e lactação4
Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término.
Informe ao médico se está amamentando.

Cuidados de administração
Técnica estritamente asséptica é mandatória com o uso de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona.
Este produto só poderá ser injetado por via intramuscular profunda na região glútea5 usando exclusivamente agulha calibre 30/7.
Agite antes de usar.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. A interrupção do tratamento pode ocasionar a não obtenção dos resultados esperados.

Reações adversas
Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: alterações osteomusculares, gastrintestinais, dermatológicas, neurológicas, psiquiátricas, hiper ou hipopigmentação, atrofia6 cutânea7 e subcutânea8, abscessos9 estéreis e rubor local pós-injeção2 (após uso intra-articular).

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Contra-indicações e precauções
O uso deste medicamento é contra-indicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao dipropionato de betametasona, ao fosfato dissódico de betametasona e/ou a qualquer componente da formulação.
Dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona Injetável é contra-indicado para uso intravenoso ou subcutâneo10.
Como com outros corticosteróides, dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona está contra-indicado em pacientes com infecções11 sistêmicas por fungos.
Corticosteróides devem ser usados com cautela em pacientes com colite12 ulcerativa não específica, se houver uma possibilidade de perfuração iminente, abscesso13 ou outra infecção14 piogênica; diverticulite15; anastomose16 intestinal recente; úlcera péptica17 ativa ou latente; insuficiência renal18, hipertensão19; osteoporose20 e Miastenia21 gravis.
Após a administração intra-articular, deverão ser tomadas precauções pelo paciente para evitar o uso excessivo da articulação22 na qual foi obtido beneficio sintomático23.
Enquanto em tratamento com corticosteróide os pacientes não deverão ser vacinados contra varíola. Outros procedimentos de imunização24 não deverão ser tomados em pacientes recebendo corticosteróide, especialmente em altas doses.
O crescimento e desenvolvimento de crianças fazendo uso de tratamento prolongado com corticosteróide deverão ser acompanhados cuidadosamente.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE25.

Informações Técnicas da Betametasona Eurofarma

Características da Betametasona Eurofarma

Dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona é uma associação de ésteres de betametasona que produz efeitos antiinflamatório, antialérgico e anti-reumático. A atividade terapêutica26 imediata é fornecida pelo éster solúvel fosfato dissódico de betametasona, o qual é rapidamente absorvido após a injeção2. A atividade prolongada é promovida pelo dipropionato de betametasona, que por ser de absorção lenta, controla os sintomas27 durante um longo período. O tamanho reduzido do cristal de dipropionato de betametasona permite o uso de agulha de fino calibre (até calibre 26) para administração intradérmica e intralesional28.Dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona é uma suspensão injetável de dipropionato de betametasona e fosfato dissódico de betametasona.
Os glicocorticosteróides, como a betametasona, causam profundos e variados efeitos metabólicos e modificam a resposta imune do organismo a diversos estímulos.
A betametasona possui uma grande atividade glicocorticosteróide e uma pequena atividade mineralocorticosteróide.

Indicações da Betametasona Eurofarma

Dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona é indicado para o tratamento de doenças agudas e crônicas suscetíveis aos corticosteróides, tais como:
Alterações osteomusculares e de tecidos moles - artrite reumatóide29, osteoartrite30, bursite31, espondilite anquilosante, epicondilite, radiculite32, cocciodinia, ciática, lumbago, torcicolo33, cistoganglionar, exostose34 e fascite.
Condições alérgicas - asma35 brônquica crônica (incluindo terapia adjuvante para o estado de mal asmático), febre do feno36, edema angioneurótico37, bronquite alérgica, rinite38 alérgica sazonal ou perene, reações medicamentosas, doença do sono e picadas de insetos.
Condições dermatológicas - dermatite39 atópica (eczema40 numular), neurodermatite (líquen simples circunscrito), dermatite39 de contato, dermatite39 solar grave, urticária41, líquen plano hipertrófico, necrobiose lipoídica diabética, alopecia areata42, lupus43 eritematoso44 discóide, psoríase45, quelóides, pênfigo, dermatite39 herpetiforme e acne46 cística.
Colagenoses - lupus43 eritematoso44 sistêmico47, esclerodermia, dermatomiosite e periarterite nodosa.
Neoplasias48 - para o tratamento paliativo49 de leucemias e linfomas em adultos e leucemia50 aguda da infância.
Outras condições - síndrome51 adrenogenital, colite12 ulcerativa, ileíte52 regional, espru, condições pediátricas (bursite31 sob heloma duro, hallux53 rigidus, digiti quinti varus), afecções54 necessitando de injeções subconjuntivas, discrasias sangüíneas55 que respondem aos corticosteróides, nefrite56 e síndrome nefrótica57.
A insuficiência58 adrenocortical primária ou secundária poderá ser tratada com dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona mas deverá ser suplementada com mineralocorticosteróides.
Dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona é recomendado para:
 1) injeções intramusculares em doenças que respondem aos corticosteróides sistêmicos59;
 2) injeções diretamente no tecido60 mole afetado, quando indicado;
 3) injeções intra-articulares e periarticulares em artrites;
 4) injeções intralesionais em várias condições dermatológicas;
 5) injeções locais em certas alterações inflamatórias e císticas do pé.

Contraindicações da Betametasona Eurofarma

COMO OUTROS CORTICOSTERÓIDES, DIPROPIONATO DE BETAMETASONA + FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA ESTÁ CONTRA-INDICADO EM PACIENTES COM INFECÇÕES11 SISTÊMICAS POR FUNGOS, EM PACIENTES COM HIPERSENSIBILIDADE AO DIPROPIONATO DE BETAMETASONA, FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA, OUTROS CORTICOSTERÓIDES E/OU A QUALQUER UM DOS COMPONENTES DA FÓRMULA.DIPROPIONATO DE BETAMETASONA + FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA INJETÁVEL NÃO DEVERÁ SER ADMINISTRADO POR VIA INTRAMUSCULAR A PACIENTES COM PÚRPURA61 TROMBOCITOPÊNICA IDIOPÁTICA62.

Precauções e Advertências da Betametasona Eurofarma

O TRATAMENTO COM HORMÔNIO63 CORTICOSTERÓIDE É UM COADJUVANTE64 E NÃO SUBSTITUI A TERAPÊUTICA26 CONVENCIONAL.
DIPROPIONATO DE BETAMETASONA + FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA NÃO DEVERÁ SER ADMINISTRADO POR VIA INTRAVENOSA OU SUBCUTÂNEA8. TÉCNICA ESTRITAMENTE ASSÉPTICA É MANDATÓRIA COM O USO DE DIPROPIONATO DE BETAMETASONA + FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA INJETÁVEL. REAJUSTES POSOLÓGICOS PODERÃO SER NECESSÁRIOS PARA REMISSÕES OU EXACERBAÇÕES DO PROCESSO POSOLÓGICO, CONFORME A RESPOSTA INDIVIDUAL DE CADA PACIENTE SOB TRATAMENTO E QUANDO OCORRER EXPOSIÇÃO DO PACIENTE A SITUAÇÕES DE ESTRESSE, ISTO É, INFECÇÃO14 GRAVE, CIRURGIA OU TRAUMATISMO65. APÓS O TÉRMINO DE UM TRATAMENTO PROLONGADO COM CORTICOSTERÓIDES EM ALTAS DOSES, PODERÁ SER NECESSÁRIA MONITORIZAÇÃO POR ATÉ UM ANO.
INSUFICIÊNCIA58 ADRENOCORTICAL SECUNDÁRIA INDUZIDA PELO MEDICAMENTO, PODE RESULTAR DA RETIRADA MUITO RÁPIDA DO CORTICOSTERÓIDE, E PODERÁ SER MINIMIZADA PELA REDUÇÃO GRADUAL DA DOSE.
A MENOR DOSE POSSÍVEL DE CORTICOSTERÓIDE DEVERÁ SER USADA PARA CONTROLAR A CONDIÇÃO SOB TRATAMENTO. QUANDO A REDUÇÃO DA DOSE FOR POSSÍVEL, DEVERÁ SER GRADUAL. UMA VEZ QUE AS COMPLICAÇÕES DO TRATAMENTO COM OS GLICOCORTICOSTERÓIDES SÃO DEPENDENTES DA DOSE E DA DURAÇÃO DO TRATAMENTO, UMA DECISÃO EM TERMOS DE RISCO/BENEFÍCIO DEVE SER TOMADA PARA CADA PACIENTE INDIVIDUALMENTE.
DIPROPIONATO DE BETAMETASONA + FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA CONTÉM DOIS ÉSTERES DE BETAMETASONA, UM DOS QUAIS, FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA, DESAPARECE RAPIDAMENTE DO LOCAL DA INJEÇÃO2. O POTENCIAL PARA EFEITOS SISTÊMICOS59 PRODUZIDOS POR ESTA PORÇÃO SOLÚVEL DIPROPIONATO DE BETAMETASONA + FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA DEVERÁ SER CONSIDERADA PELO MÉDICO AO USAR ESTA FORMULAÇÃO.
OS EFEITOS DOS CORTICOSTERÓIDES ESTÃO AUMENTADOS EM PACIENTES COM HIPOTIREOIDISMO66 E NAQUELES COM CIRROSE67.
ACONSELHA-SE CAUTELA AO SE USAR CORTICOSTERÓIDES EM PACIENTES COM HERPES SIMPLES OCULAR.
OS CORTICOSTERÓIDES PODEM AGRAVAR UMA INSTABILIDADE EMOCIONAL OU TENDÊNCIAS PSICÓTICAS PRÉ-EXISTENTES.
O ÁCIDO ACETILSALICÍLICO DEVERÁ SER USADO COM CAUTELA QUANDO ASSOCIADO A CORTICOSTERÓIDES EM PACIENTES COM HIPOPROTROMBINEMIA.
CORTICOSTERÓIDES DEVERÃO SER USADOS COM CAUTELA EM COLITE12 ULCERATIVA NÃO-ESPECÍFICA, QUANDO HOUVER PROBABILIDADE DE PERFURAÇÃO IMINENTE, ABSCESSO13 OU OUTRA INFECÇÃO14 PIOGÊNICA; DIVERTICULITE15; ANASTOMOSE16 INTESTINAL RECENTE; ÚLCERA PÉPTICA17 ATIVA OU LATENTE; INSUFICIÊNCIA RENAL18; HIPERTENSÃO19; OSTEOPOROSE20 E MIASTENIA21 GRAVIS.
VISTO QUE AS COMPLICAÇÕES DO TRATAMENTO COM CORTICOSTERÓIDES SÃO DEPENDENTES DA DOSE E DURAÇÃO DO TRATAMENTO, UMA DECISÃO BASEADA NA RELAÇÃO RISCO/BENEFÍCIO DEVERÁ SER TOMADA PARA CADA CASO INDIVIDUAL.
OS CORTICOSTERÓIDES PODEM MASCARAR SINAIS68 DE INFECÇÃO14, E NOVAS INFECÇÕES11 PODEM SURGIR DURANTE O SEU USO. QUANDO CORTICOSTERÓIDES SÃO USADOS, PODE OCORRER UMA DIMINUIÇÃO DA RESISTÊNCIA E UMA DIFICULDADE DE LOCALIZAR O SÍTIO DE UMA NOVA INFECÇÃO14.
O USO PROLONGADO DE CORTICOSTERÓIDES PODE PRODUZIR CATARATA69 SUBCAPSULAR POSTERIOR, ESPECIALMENTE EM CRIANÇAS, GLAUCOMA70 COM POSSÍVEL DANO AO NERVO ÓPTICO, PODENDO AUMENTAR A INCIDÊNCIA71 DE INFECÇÕES11 OCULARES SECUNDÁRIAS OCASIONADAS POR FUNGOS OU VÍRUS72.
ELEVAÇÃO DA PRESSÃO ARTERIAL73 E RETENÇÃO HIDROSSALINA, ASSIM COMO UM AUMENTO DA EXCREÇÃO DE POTÁSSIO, OCORREM COM MENOS FREQÜÊNCIA COM OS DERIVADOS SINTÉTICOS, EXCETO QUANDO USADOS EM ALTAS DOSES. TODOS OS CORTICOSTERÓIDES AUMENTAM A EXCREÇÃO DE CÁLCIO.
ENQUANTO EM TRATAMENTO COM CORTICOSTERÓIDES, OS PACIENTES NÃO DEVERÃO SER VACINADOS CONTRA A VARÍOLA. OUTROS PROCEDIMENTOS DE IMUNIZAÇÃO24 NÃO DEVERÃO SER REALIZADOS EM PACIENTES RECEBENDO CORTICOSTERÓIDES, PRINCIPALMENTE EM ALTAS DOSES. QUANDO O CORTICOSTERÓIDE ESTIVER SENDO UTILIZADO COMO TERAPIA DE REPOSIÇÃO (POR EXEMPLO DOENÇA DE ADISON) OS PROCEDIMENTOS DE IMUNIZAÇÃO24 PODEM SER REALIZADOS NORMALMENTE. PACIENTES EM USO DE DOSES IMUNOSSUPRESSORAS QUE ENTREM EM CONTATO COM PESSOAS PORTADORAS DE VARICELA74 OU SARAMPO75 DEVEM PROCURAR ORIENTAÇÃO MÉDICA, PRINCIPALMENTE CRIANÇAS.
O TRATAMENTO COM CORTICOSTERÓIDES EM TUBERCULOSE76 ATIVA DEVERÁ SER RESTRITO AOS CASOS DE TUBERCULOSE76 FULMINANTE OU DISSEMINADA, NOS QUAIS O CORTICOSTERÓIDE É USADO EM ASSOCIAÇÃO COM UM ESQUEMA ANTITUBERCULOSO APROPRIADO.
SE OS CORTICOSTERÓIDES SÃO INDICADOS EM PACIENTES COM TUBERCULOSE76 LATENTE, SE FAZ NECESSÁRIA UMA OBSERVAÇÃO CUIDADOSA.
DURANTE TRATAMENTO PROLONGADO ESTES PACIENTES DEVERÃO RECEBER QUIMIOPROFILAXIA. O USO DE RIFAMPICINA NO PROGRAMA DE QUIMIOPROFILAXIA, DEVIDO A SEU EFEITO DE ESTIMULAÇÃO DO CLEARANCE DOS GLICOCORTICOSTERÓIDES, PODERÁ IMPOR UM REAJUSTE NA DOSE EMPREGADA.
O CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DE CRIANÇAS E LACTENTES77 FAZENDO USO PROLONGADO DE CORTICOSTERÓIDES, DEVERÃO SER ACOMPANHADOS CUIDADOSAMENTE.
TRATAMENTO COM CORTICOSTERÓIDES PODE ALTERAR A MOTILIDADE E O NÚMERO DE ESPERMATOZÓIDES78.
DEVIDO A OCORRÊNCIA DE RAROS CASOS DE REAÇÕES ANAFILÁTICAS79 E COM O USO PARENTERAL DE CORTICOSTERÓIDES, DEVERÃO SER TOMADAS MEDIDAS APROPRIADAS DE PRECAUÇÃO ANTES DA ADMINISTRAÇÃO, ESPECIALMENTE SE O PACIENTE APRESENTA UMA HISTÓRIA DE ALERGIA80 MEDICAMENTOSA.
COM O TRATAMENTO PROLONGADO, DEVERÁ SER CONSIDERADA A TRANSFERÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO PARENTERAL PARA ORAL, DEPOIS DA AVALIAÇÃO DOS POTENCIAIS BENEFÍCIOS E RISCOS.
A ADMINISTRAÇÃO INTRA-ARTICULAR PODE PRODUZIR EFEITOS SISTÊMICOS59 E LOCAIS. ISTO DEVERÁ SER LEVADO EM CONSIDERAÇÃO EM PACIENTES SENDO TRATADOS CONCOMITANTEMENTE COM CORTICOSTERÓIDES ORAIS E/OU PARENTERAIS. SERÁ NECESSÁRIO O EXAME DO LÍQUIDO SINOVIAL81 PARA EXCLUIR UM PROCESSO INFECCIOSO. EVITAR A INJEÇÃO2 LOCAL EM UMA ARTICULAÇÃO22 PREVIAMENTE INFECTADA. O AUMENTO DA DOR E DO EDEMA82 LOCAL, RESTRIÇÃO MAIOR DOS MOVIMENTOS ARTICULARES, FEBRE83 E MAL-ESTAR SÃO SUGESTIVOS DE ARTRITE84 SÉPTICA. SE A INFECÇÃO14 FOR CONFIRMADA, DEVERÁ SER INSTITUÍDA TERAPIA ANTIMICROBIANA APROPRIADA. CORTICOSTERÓIDES NÃO DEVERÃO SER INJETADOS EM ARTICULAÇÕES85 NÃO ESTÁVEIS, ÁREAS INFECTADAS OU ESPAÇOS INTERVERTEBRAIS.
INJEÇÕES REPETIDAS EM ARTICULAÇÕES85 OSTEOARTRÍTICAS PODEM AUMENTAR A DESTRUIÇÃO ARTICULAR. EVITAR INJETAR CORTICOSTERÓIDES DIRETAMENTE NOS TENDÕES86. TÉCNICA ESTRITAMENTE ASSÉPTICA É MANDATÓRIA.
EM SEGUIDA A TERAPIA CORTICOSTERÓIDE INTRA-ARTICULAR, O PACIENTE DEVERÁ SER ALERTADO QUANTO A EVITAR O USO EXCESSIVO DA ARTICULAÇÃO22 NA QUAL FOI OBTIDO BENEFÍCIO SINTOMÁTICO23.
A ADMINISTRAÇÃO INTRAMUSCULAR DE CORTICOSTERÓIDES DEVERÁ SER FEITA PROFUNDAMENTE EM GRANDES MASSAS MUSCULARES PARA EVITAR ATROFIA6 TISSULAR87 LOCAL.
AS INJEÇÕES INTRALESIONAIS E EM TECIDOS MOLES PODEM PRODUZIR EFEITOS SISTÊMICOS59 E LOCAIS.

 •  USO DURANTE A GRAVIDEZ3 E LACTAÇÃO4
O USO DE CORTICOSTERÓIDES DURANTE A GESTAÇÃO, EM MULHERES LACTANTES88 E EM IDADE FÉRTIL EXIGE QUE OS POSSÍVEIS BENEFÍCIOS DO FÁRMACO89 SEJAM PESADOS CONTRA OS POTENCIAIS RISCOS PARA A MÃE, O FETO90 E O LACTENTE91. CRIANÇAS NASCIDAS DE MÃES QUE RECEBERAM DOSES SUBSTANCIAIS DE CORTICOSTERÓIDES DURANTE A GESTAÇÃO DEVERÃO SER OBSERVADAS CUIDADOSAMENTE PARA DETECÇÃO DE SINAIS68 DE HIPOADRENALISMO.
 
 •  EFEITOS SOBRE A HABILIDADE DE DIRIGIR VEÍCULOS E/OU OPERAR MÁQUINAS
NÃO HÁ EVIDÊNCIAS DE QUE DIPROPIONATO DE BETAMETASONA + FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA DIMINUA A HABILIDADE DE DIRIGIR VEÍCULOS E/OU OPERAR MÁQUINAS

Interações Medicamentosas da Betametasona Eurofarma

O USO CONCOMITANTE DE FENOBARBITAL, RIFAMPICINA, FENITOÍNA OU EFEDRINA PODE AUMENTAR O METABOLISMO92 DO CORTICOSTERÓIDE, REDUZINDO ASSIM, SEUS EFEITOS TERAPÊUTICOS.EFEITOS CORTICOSTERÓIDES EXCESSIVOS PODERÃO OCORRER EM PACIENTES RECEBENDO CORTICOSTERÓIDES E ESTROGÊNIOS AO MESMO TEMPO.
O USO CONCOMITANTE DE CORTICOSTERÓIDES COM DIURÉTICOS93 DEPLETORES DE POTÁSSIO PODERÁ AUMENTAR A HIPOCALEMIA94.
O USO CONCOMITANTE DE CORTICOSTERÓIDES COM GLICOSÍDEOS CARDÍACOS PODERÁ AUMENTAR A POSSIBILIDADE DE ARRITMIAS95 OU INTOXICAÇÃO DIGITÁLICA ASSOCIADAS À HIPOCALEMIA94.
OS CORTICOSTERÓIDES PODEM AUMENTAR A DEPLEÇÃO96 DE POTÁSSIO CAUSADA PELA ANFOTERICINA B. EM TODOS OS PACIENTES EM USO DE DIGITÁLICOS,
DIURÉTICOS93 DEPLETORES DE POTÁSSIO E ANFOTERICINA B A DETERMINAÇÃO DOS ELETRÓLITOS97 SÉRICOS DEVERÁ SER ACOMPANHADA DE PERTO.
O USO CONCOMITANTE DE CORTICOSTERÓIDES COM ANTICOAGULANTES98 CUMARÍNICOS PODE AUMENTAR OU DIMINUIR OS EFEITOS ANTICOAGULANTES98, HAVENDO NECESSIDADE DE REAJUSTES POSOLÓGICOS.
OS EFEITOS COMBINADOS DE ANTIINFLAMATÓRIOS NÃO ESTERÓIDES OU ÁLCOOL COM CORTICOSTERÓIDES PODE RESULTAR EM UM AUMENTO DA OCORRÊNCIA OU DA SEVERIDADE DE ULCERAÇÕES99 GASTRINTESTINAIS.
OS CORTICOSTERÓIDES PODERÃO DIMINUIR AS CONCENTRAÇÕES SANGÜÍNEAS DOS SALICILATOS. O ÁCIDO ACETILSALICÍLICO DEVE SER UTILIZADO COM CUIDADO EM ASSOCIAÇÃO AOS CORTICOSTERÓIDES EM PACIENTES COM HIPOPROTROMBINEMIA. QUANDO OS CORTICOSTERÓIDES SÃO ADMINISTRADOS A DIABÉTICOS, PODEM SER NECESSÁRIOS REAJUSTES POSOLÓGICOS DOS HIPOGLICEMIANTES100.
TERAPIA CONCOMITANTE COM GLICOCORTICOSTERÓIDES PODE INIBIR A RESPOSTA A SOMATOTROPINA.
INTERAÇÕES COM FÁRMACOS USADOS EM TESTES DE LABORATÓRIO
OS CORTICOSTERÓIDES PODEM AFETAR O TESTE DE NITROBLUE TETRAZOLIUM PARA INFECÇÃO14 BACTERIANA E PRODUZIR RESULTADOS FALSONEGATIVOS.

Reações Adversas da Betametasona Eurofarma

REAÇÕES ADVERSAS AO DIPROPIONATO DE BETAMETASONA + FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA, COMO AOS DEMAIS CORTICOSTERÓIDES, ESTÃO RELACIONADAS COM A POSOLOGIA E COM A DURAÇÃO DO TRATAMENTO. GERALMENTE ESTAS REAÇÕES PODEM SER REVERTIDAS OU REDUZIDAS AO MÍNIMO COM A REDUÇÃO DA DOSE, O QUE É GERALMENTE PREFERÍVEL À SUSPENSÃO DO TRATAMENTO FARMACOLÓGICO.
EMBORA A INCIDÊNCIA71 DE REAÇÕES ADVERSAS AO DIPROPIONATO DE BETAMETASONA + FOSFATO DISSÓDICO DE BETAMETASONA SEJA BAIXA, A POSSÍVEL OCORRÊNCIA DE EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS DOS CORTICOSTERÓIDES DEVERÁ SER CONSIDERADA:
ALTERAÇÕES HIDROELETROLÍTICAS: RETENÇÃO DE SÓDIO, PERDA DE POTÁSSIO, ALCALOSE101 HIPOCALÊMICA, RETENÇÃO DE LÍQUIDOS, INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA102 EM PACIENTES SUSCETÍVEIS E HIPERTENSÃO19;
OSTEOMUSCULARES: FRAQUEZA MUSCULAR, MIOPATIA103, PERDA DE MASSA MUSCULAR, AGRAVAMENTO DOS SINTOMAS27 MIASTÊNICOS, OSTEOPOROSE20, FRATURAS VERTEBRAIS, NECROSE104 ASSÉPTICA DA CABEÇA105 DO FÊMUR106 E DO ÚMERO107, FRATURA108 PATOLÓGICA DOS OSSOS LONGOS109, ROTURA DE TENDÃO110 E INSTABILIDADE ARTICULAR DECORRENTE DE REPETIDAS INJEÇÕES INTRA-ARTICULARES;
GASTRINTESTINAIS: ÚLCERA PÉPTICA17 COM POSSÍVEL PERFURAÇÃO E HEMORRAGIA111, PANCREATITE112, DISTENSÃO ABDOMINAL E ESOFARINGITE ULCERATIVA;
DERMATOLÓGICAS: COMPROMETIMENTO DE CICATRIZAÇÃO DOS TECIDOS, ATROFIA6 CUTÂNEA7, ADELGAÇAMENTO CUTÂNEO113, PETÉQUIAS114 E EQUIMOSES115, ERITEMA116 FACIAL, AUMENTO DA SUDORESE117, DIMINUIÇÃO OU SUPRESSÃO DA REAÇÃO AOS TESTES CUTÂNEOS, REAÇÕES COMO DERMATITE39 ALÉRGICA, URTICÁRIA41 E EDEMA ANGIONEURÓTICO37; NEUROLÓGICAS: CONVULSÕES, AUMENTO DA PRESSÃO INTRACRANIANA COM EDEMA DE PAPILA118 (PSEUDOTUMOR CEREBRAL) GERALMENTE DEPOIS DE TRATAMENTO, VERTIGEM119 E CEFALÉIA120;
ENDÓCRINAS: IRREGULARIDADES MENSTRUAIS, DESENVOLVIMENTO DE SÍNDROME DE CUSHING121, SUPRESSÃO DO CRESCIMENTO NA INFÂNCIA E NO PERÍODO INTRA-UTERINO, FALTA DE RESPOSTA ADRENOCORTICAL E PITUITÁRIA, PARTICULARMENTE EM PERÍODOS DE STRESS, COMO TRAUMA, CIRURGIAS OU DOENÇAS, DIMINUIÇÃO DA TOLERÂNCIA AOS CARBOIDRATOS, MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DE DIABETES122 LATENTE E AUMENTO DAS NECESSIDADES DIÁRIAS DE INSULINA123 OU AGENTES HIPOGLICEMIANTES ORAIS124.
OFTÁLMICAS: CATARATA69 SUBCAPSULAR POSTERIOR, AUMENTO DA PRESSÃO INTRAOCULAR125, GLAUCOMA70 E EXOFTALMIA;
METABÓLICAS: BALANÇO NITROGENADO NEGATIVO DEVIDO AO CATABOLISMO126 PROTEICO;
DISTÚRBIOS PSIQUIÁTRICOS: EUFORIA, ALTERAÇÃO DE HUMOR, DEPRESSÃO GRAVE ATÉ MANIFESTAÇÕES PSICÓTICAS FRACAS, MUDANÇAS DE PERSONALIDADE E INSÔNIA.
OUTRAS: REAÇÕES ANAFILÁTICAS79, HIPERSENSIBILIDADE, HIPOTENSÃO127 E CHOQUE128.
REAÇÕES ADVERSAS RELACIONADAS AO TRATAMENTO CORTICOSTERÓIDE PARENTERAL INCLUEM: CASOS RAROS DE CEGUEIRA ASSOCIADOS COM O TRATAMENTO INTRALESIONAL28 DA FACE129 E DA CABEÇA105, HIPER OU HIPOPIGMENTAÇÃO, ATROFIA6 CUTÂNEA7 E SUBCUTÂNEA8, ABSCESSOS9 ESTÉREIS, ÁREA DE RUBOR PÓS-INJEÇÃO2 (EM SEGUIDA AO USO INTRA-ARTICULAR) E ARTROPATIA130 DO TIPO CHARCOT.

Posologia e Administração da Betametasona Eurofarma

AS NECESSIDADES POSOLÓGICAS SÃO VARIÁVEIS E DEVERÃO SER INDIVIDUALIZADAS BASEADAS NA PATOLOGIA131 ESPECÍFICA, NA GRAVIDADE DO QUADRO E NA RESPOSTA DO PACIENTE AO TRATAMENTO.A dose inicial deverá ser mantida ou ajustada até que uma resposta satisfatória seja obtida. Se uma resposta clínica satisfatória não ocorrer após um período de tempo razoável, o tratamento com dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona deverá ser descontinuado e iniciada outra terapia apropriada.
Administração sistêmica - O tratamento deverá ser iniciado com 1 a 2 mL na maioria das condições e repetido quando necessário. A administração é através de injeção intramuscular132 (IM) profunda na região glútea5. A dose e a freqüência das administrações irão depender da gravidade da condição do paciente e da resposta terapêutica26.
Em doenças graves, como lupus43 eritematoso44 sistêmico47 ou estado de mal asmático já controlados por medidas de emergência133, 2 mL poderão ser necessários inicialmente.
Uma grande variedade de condições dermatológicas respondem a administração intramuscular (IM) de corticosteróides. Uma injeção intramuscular132 (IM) de 1 mL, repetida de acordo com a resposta terapêutica26, foi considerada como eficaz.
Em doenças do trato respiratório, o início da melhora dos sintomas27 ocorreu dentro de poucas horas após a injeção intramuscular132 de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona. O controle efetivo dos sintomas27 com 1 a 2 mL é obtido na asma35 brônquica, febre do feno36, bronquite alérgica e rinite38 alérgica.
No tratamento da bursite31 aguda ou crônica, resultados excelentes foram obtidos com 1 a 2 mL de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona por via intramuscular, repetidos se necessário.
Administração local - O uso concomitante de anestésicos locais raramente é necessário. Se isto for desejável, dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona poderá ser misturado (na seringa1 e não no frasco) com lidocaína ou procaína 1 a 2% ou anestésicos locais similares. Devem ser evitados os que contenham metilparabeno, propilparabeno, fenol, entre outros.
A dose necessária de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona é transferida para a seringa1 e, em seguida, o anestésico. A mistura na seringa1 deve ser agitada levemente.
Em bursites agudas subdeltóides, subacromiais, olecraneanas e pré-patelares, uma injeção2 intrabúrsica de 1 a 2 mL de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona poderá aliviar a dor e restaurar a completa movimentação dentro de poucas horas. A bursite31 crônica poderá ser tratada com doses reduzidas uma vez que os sintomas27 agudos estejam controlados. Em tenosinovite aguda, tendinite134 e peritendinite, uma injeção2 de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona poderá trazer alívio. Em formas crônicas destas doenças, poderão ser necessárias injeções repetidas, de acordo com as necessidades do paciente.
Após administração intra-articular de 0,5 a 2 mL de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona, ocorre alívio da dor, sensibilidade e rigidez associados à osteoartrite30 e à artrite reumatóide29 dentro de 2 a 4 horas. A duração do alívio, que varia amplamente nas duas condições, é de 4 semanas ou mais na maioria dos casos.
Uma injeção2 intra-articular de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona é bem tolerada pela articulação22 e pelos tecidos periarticulares. As doses recomendadas para injeção2 intra-articular são:
- Grandes articulações85 (joelho, bacia e ombro): 1 - 2 mL
- Médias articulações85 (cotovelo, punho e tornozelo): 0,5 - 1 mL
- Pequenas articulações85 (pé, mão135 e tórax136): 0,25 - 0,5 mL
Afecções54 dermatológicas poderão responder à administração intralesional28 de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona. A resposta de algumas lesões137 não tratadas diretamente poderão ser devidas a um leve efeito sistêmico47 do fármaco89. No tratamento intralesional28, uma dose intradérmica de 0,2 mL/cm2 de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona distribuída igualmente com uma seringa1 tipo tuberculina e agulha calibre 26, é recomendada. A quantidade total de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona injetada em todas as áreas a cada semana não deverá exceder 1 mL.
Dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona poderá ser usado eficazmente em afecções54 do pé que são susceptíveis aos corticosteróides. Bursite31 sob heloma duro poderá ser controlada com duas injeções sucessivas de 0,25 mL cada. Em algumas condições, tais como hallux53 rigidus, digiti quinti varus e artrite84 gotosa aguda, a melhora dos sintomas27 poderá ser rápida. Uma seringa1 tipo tuberculina e uma agulha de calibre 25 são adequadas para a maioria das injeções. As doses recomendadas, em intervalos de aproximadamente uma semana, são: bursite31 sob heloma duro ou mole, 0,25 - 0,5 mL; bursite31 sob esporão de calcâneo138, 0,5 mL; bursite31 sob hallux53 rigidus, 0,5 mL; bursite31 sob digiti quinti varus, 0,5 mL; cisto sinovial, 0,25 - 0,5 mL; neuralgia139 de Morton (metatarsalgia), 0,25 - 0,5 mL; tenossinovite, 0,5 mL; periostite do cubóide, 0,5 mL; artrite84 gotosa aguda, 0,5 - 1 mL.
Depois de obtida uma resposta favorável, a dose de manutenção deverá ser determinada através da diminuição da dose inicial em decréscimos graduais, a intervalos apropriados, até que seja encontrada a dose mínima capaz de manter uma resposta clínica adequada.
A exposição do paciente a situações de estresse não relacionadas a doença em curso, poderá necessitar um aumento da dose de dipropionato de betametasona + fosfato dissódico de betametasona. Se for necessária a descontinuação do medicamento após tratamento prolongado, a dose deverá ser reduzida gradualmente.

Superdosagem da Betametasona Eurofarma

Sintomas27 - A superdose aguda com corticosteróides não leva a situações de risco de vida. Exceto nos casos de doses muito elevadas, alguns dias de dose excessiva com corticosteróides não parecem produzir resultados prejudiciais na ausência de contra-indicações específicas, tais como em pacientes com diabetes mellitus140, glaucoma70, úlcera péptica17 ativa ou naqueles fazendo uso de medicamentos tais como digitálicos, anticoagulantes98 cumarínicos ou diuréticos93 depletores de potássio.
Tratamento - Complicações resultantes dos efeitos metabólicos dos corticosteróides ou dos efeitos deletérios da doença de base ou concomitante ou resultantes de interações medicamentosas deverão ser tratadas apropriadamente.
Manter ingestão de líquidos adequada e monitorizar os eletrólitos97 séricos e urinários, com especial atenção ao balanço de sódio e potássio. Tratar o desequilíbrio eletrolítico, se necessário.

Pacientes Idosos da Betametasona Eurofarma

Devem-se seguir as orientações gerais descritas anteriormente.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

N.º de lote, data de fabricação e prazo de validade: VIDE CARTUCHO.
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CRF-SP: 19.258

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BETAMETASONA EUROFARMA - Laboratório

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Complementos

1 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
2 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Região Glútea:
6 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
7 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
8 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
9 Abscessos: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
10 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
11 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
12 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
13 Abscesso: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
14 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
15 Diverticulite: Inflamação aguda da parede de um divertículo colônico. Produz dor no quadrante afetado (em geral o inferior esquerdo), febre, etc.Necessita de tratamento com antibióticos por via endovenosa e raramente o tratamento é cirúrgico.
16 Anastomose: 1. Na anatomia geral, é a comunicação natural direta ou indireta entre dois vasos sanguíneos, entre dois canais da mesma natureza, entre dois nervos ou entre duas fibras musculares. 2. Na anatomia botânica, é a união total ou parcial de duas estruturas como vasos, ramos, raízes. 3. Formação cirúrgica de uma passagem entre duas estruturas tubulares ou ocas ou também é a junção ou ligação patológica entre dois espaços ou órgãos normalmente separados.
17 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
18 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
19 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
20 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
21 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
22 Articulação: 1. Ponto de contato, de junção de duas partes do corpo ou de dois ou mais ossos. 2. Ponto de conexão entre dois órgãos ou segmentos de um mesmo órgão ou estrutura, que geralmente dá flexibilidade e facilita a separação das partes. 3. Ato ou efeito de articular-se. 4. Conjunto dos movimentos dos órgãos fonadores (articuladores) para a produção dos sons da linguagem.
23 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
24 Imunização: Processo mediante o qual se adquire, de forma natural ou artificial, a capacidade de defender-se perante uma determinada agressão bacteriana, viral ou parasitária. O exemplo mais comum de imunização é a vacinação contra diversas doenças (sarampo, coqueluche, gripe, etc.).
25 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
26 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
27 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
28 Intralesional: Dentro da lesão.
29 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
30 Osteoartrite: Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também denominado artrose.
31 Bursite: Doença ortopédica caracterizada pela inflamação da bursa, uma bolsa cheia de líquido, existente no interior das articulações, cuja finalidade é amortecer o atrito entre ossos, tendões e músculos. A bursite pode acontecer em qualquer articulação (joelhos, cotovelos, quadris, etc.), mas é mais comum no ombro.
32 Radiculite: Inflamação da raiz de um nervo, em geral produzida por uma lesão mecânica, metabólica ou imunológica. Manifesta-se por dor na área coberta pelo nervo afetado.
33 Torcicolo: Distúrbio freqüente produzido por uma luxação nas vértebras da coluna cervical, ou a espasmos dos músculos do pescoço que produzem rigidez e rotação lateral do mesmo.
34 Exostose: 1. Em ortopedia e reumatologia, é um crescimento ósseo que se projeta para fora da superfície de um osso, geralmente sob a forma de ossificação das inserções musculares. 2. Em fitopatologia, significa uma protuberância lenhosa, de caráter patológico, no tronco de uma árvore.
35 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
36 Febre do Feno: Doença polínica, polinose, rinite alérgica estacional ou febre do feno. Deve-se à sensibilização aos componentes de polens, sendo que os alérgenos de pólen provocam sintomas clínicos quando em contato com a mucosa do aparelho respiratório e a conjuntiva de indivíduos previamente sensibilizados.
37 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
38 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
39 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
40 Eczema: Afecção alérgica da pele, ela pode ser aguda ou crônica, caracterizada por uma reação inflamatória com formação de vesículas, desenvolvimento de escamas e prurido.
41 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
42 Alopecia areata: Doença de causa desconhecida, que atinge igualmente homens e mulheres, caracterizando-se pela queda repentina dos pêlos nas áreas afetadas, sem alteração da superfície cutânea. Entre as possíveis causas estão uma predisposição genética que seria estimulada por fatores como o estresse emocional e fenômenos autoimunes. É uma perda de cabelo localizada em áreas bem delimitadas, arredondadas ou ovais, do couro cabeludo ou de outras partes do corpo. Pode surgir em qualquer idade, embora 60% dos seus portadores tenham menos de 20 anos.
43 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
44 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
45 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
46 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
47 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
48 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
49 Paliativo: 1. Que ou o que tem a qualidade de acalmar, de abrandar temporariamente um mal (diz-se de medicamento ou tratamento); anódino. 2. Que serve para atenuar um mal ou protelar uma crise (diz-se de meio, iniciativa etc.).
50 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
51 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
52 Ileíte: Inflamação do íleo, que é a parte terminal do intestino delgado, localizada entre o jejuno e a primeira porção do intestino grosso.
53 Hallux: Dedo Grande do Pé, vulgo dedão do pé.
54 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
55 Discrasias sangüíneas: Qualquer alteração envolvendo os elementos celulares do sangue, glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas.
56 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
57 Síndrome nefrótica: Doença que afeta os rins. Caracteriza-se pela eliminação de proteínas através da urina, com diminuição nos níveis de albumina do plasma. As pessoas com síndrome nefrótica apresentam edema, eliminação de urina espumosa, aumento dos lipídeos do sangue, etc.
58 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
59 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
60 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
61 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
62 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
63 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
64 Coadjuvante: Que ou o que coadjuva, auxilia ou concorre para um objetivo comum.
65 Traumatismo: Lesão produzida pela ação de um agente vulnerante físico, químico ou biológico e etc. sobre uma ou várias partes do organismo.
66 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
67 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
68 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
69 Catarata: Opacificação das lentes dos olhos (opacificação do cristalino).
70 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
71 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
72 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
73 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
74 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
75 Sarampo: Doença infecciosa imunoprevenível, altamente transmissível por via respiratória, causada pelo vírus do sarampo e de imunidade permanente. Geralmente ocorre na infância, mas pode afetar adultos susceptíveis (não imunes). As manifestações clínicas são febre alta, tosse seca persistente, coriza, conjuntivite, aumento dos linfonodos do pescoço e manchas avermelhadas na pele. Em cerca de 30% das pessoas com sarampo podem ocorrer complicações como diarréia, otite, pneumonia e encefalite.
76 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
77 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
78 Espermatozóides: Células reprodutivas masculinas.
79 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
80 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
81 Líquido sinovial: Gel viscoso e transparente que lubrifica as estruturas que banha, minorando o atrito entre elas. Ele é encontrado na cavidade da cápsula articular.
82 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
83 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
84 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
85 Articulações:
86 Tendões: Tecidos fibrosos pelos quais um músculo se prende a um osso.
87 Tissular: Relativo a tecido orgânico.
88 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
89 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
90 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
91 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
92 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
93 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
94 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
95 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
96 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
97 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
98 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
99 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
100 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
101 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
102 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
103 Miopatia: Qualquer afecção das fibras musculares, especialmente dos músculos esqueléticos.
104 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
105 Cabeça:
106 Fêmur: O mais longo e o maior osso do esqueleto; está situado entre o quadril e o joelho. Sinônimos: Trocanter
107 Úmero:
108 Fratura: Solução de continuidade de um osso. Em geral é produzida por um traumatismo, mesmo que possa ser produzida na ausência do mesmo (fratura patológica). Produz como sintomas dor, mobilidade anormal e ruídos (crepitação) na região afetada.
109 Ossos longos: Exemplo: Fêmur
110 Tendão: Tecido fibroso pelo qual um músculo se prende a um osso.
111 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
112 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
113 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
114 Petéquias: Pequenas lesões da pele ou das mucosas, de cor vermelha ou azulada, características da púrpura. São lesões hemorrágicas, que não desaparecem à pressão, cujo tamanho não ultrapassa alguns milímetros.
115 Equimoses: Manchas escuras ou azuladas devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, as equimoses desaparecem passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
116 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
117 Sudorese: Suor excessivo
118 Edema de papila: Termo utilizado para designar uma alteração oftalmoscópica caracterizada pelo velamento e elevação das margens da papila ou disco do nervo óptico. É um quadro sindrômico que ocorre em uma série de afecções do nervo óptico.
119 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
120 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
121 Síndrome de Cushing: A síndrome de Cushing, hipercortisolismo ou hiperadrenocortisolismo, é um conjunto de sinais e sintomas que indicam excesso de cortisona (hormônio) no sangue. Esse hormônio é liberado pela glândula adrenal (também conhecida como suprarrenal) em resposta à liberação de ACTH pela hipófise no cérebro. Níveis elevados de cortisol (ou cortisona) também podem ocorrer devido à administração de certos medicamentos, como hormônios glicocorticoides. A síndrome de Cushing e a doença de Cushing são muito parecidas, já que o que a causa de ambas é o elevado nível de cortisol no sangue. O que difere é a origem dessa elevação. A doença de Cushing diz respeito, exclusivamente, a um tumor na hipófise que passa a secretar grande quantidade de ACTH e, consequentemente, há um aumento na liberação de cortisol pelas adrenais. Já a síndrome de Cushing pode ocorrer, por exemplo, devido a um tumor presente nas glândulas suprarrenais ou pela administração excessiva de corticoides.
122 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
123 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
124 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
125 Pressão intraocular: É a medida da pressão dos olhos. É a pressão do líquido dentro do olho.
126 Catabolismo: Parte do metabolismo que se refere à assimilação ou processamento da matéria adquirida para fins de obtenção de energia. Diz respeito às vias de degradação, ou seja, de quebra das substâncias. Parte sempre de moléculas grandes, que contêm quantidades importantes de energia (glicose, triclicerídeos, etc). Estas substâncias são transformadas de modo a que restem, no final, moléculas pequenas, pobres em energia ( H2O, CO2, NH3 ), aproveitando o organismo a libertação de energia resultante deste processo. É o contrário de anabolismo.
127 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
128 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
129 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
130 Artropatia: Comprometimento patológico de uma artculação.
131 Patologia: 1. Especialidade médica que estuda as doenças e as alterações que estas provocam no organismo. 2. Qualquer desvio anatômico e/ou fisiológico, em relação à normalidade, que constitua uma doença ou caracterize determinada doença. 3. Por extensão de sentido, é o desvio em relação ao que é próprio ou adequado ou em relação ao que é considerado como o estado normal de uma coisa inanimada ou imaterial.
132 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
133 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
134 Tendinite: Inflamação de um tendão. Produz-se em geral como conseqüência de um traumatismo. Existem doenças imunológicas capazes de produzir tendinite entre outras alterações.
135 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
136 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
137 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
138 Calcâneo: O maior OSSO DO TARSO que está situado na parte posterior e inferior do PÉ, formando o CALCANHAR.
139 Neuralgia: Dor aguda produzida pela irritação de um nervo. Caracteriza-se por ser muito intensa, em queimação, pulsátil ou semelhante a uma descarga elétrica. Suas causas mais freqüentes são infecção, lesão metabólica ou tóxica do nervo comprometido.
140 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).

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