LASIX Solucao injetavel

Sanofi Aventis Farmacêutica Ltda

Atualizado em 09/12/2014

LASIX
Furosemida
Esta bula é continuamente atualizada. Favor proceder à sua leitura antes de utilizar o medicamento.

Solução injetável - embalagens com 5 ampolas com 2 ml

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de Lasix Solucao Injetavel

Cada ml contém:

Furosemida .................... 10 mg

Veículo q.s.p. .................... 1 ml

Informação ao Paciente de Lasix Solucao Injetavel

Cuidados de armazenamento: na sua embalagem original, LASIX solução injetável deve ser conservado ao abrigo da luz.

Prazo de validade: desde que sejam observados os cuidados de armazenamento, LASIX solução injetável apresenta prazo de validade de 36 meses. Nenhum medicamento deve ser utilizado após o término do seu prazo de validade, pois pode ser ineficaz e prejudicial para sua saúde1.

Ação esperada do medicamento: LASIX solução injetável apresenta efeito diurético2 e o início da ação ocorre 10 a 15 minutos após a administração do produto.

Informar ao médico ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término. LASIX solução injetável pode ser administrado durante a gravidez3 somente sob rigoroso controle médico e por tempo reduzido.

Cuidados de administração: no caso de lactentes4 e crianças menores de 15 anos de idade, a terapia deve ser mudada para administração oral tão logo seja possível. Por via intravenosa, o produto deve ser injetado lentamente (máximo de 4 mg/min). LASIX solução injetável não deve ser misturado com outros medicamentos na mesma seringa5 de injeção6.

A furosemida, sendo um derivado do ácido antranílico, dissolve em meio alcalino com formação de sal. A solução de aplicação parenteral contém sal sódico do ácido carboxílico sem um solubilizador. A solução tem um pH de aproximadamente 9, sem capacidade tampão o que significa que a droga pode precipitar em valores de pH abaixo de 7. Se a solução pronta para ser usada apresentar um pH tendendo a neutro, a mistura pode ser usada até 24 horas.

Cuidados na interrupção do tratamento: o tratamento só deve ser interrompido a critério médico.

Informar ao médico ocorrência de reações desagradáveis.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: o médico deve ter conhecimento da medicação que o paciente estiver tomando.

Contra-indicações e Precauções: para os casos em que o produto é contra-indicado e para as precauções que devem ser seguidas, vide Informação Técnica.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE1.

Informação Técnica de Lasix Solucao Injetavel

A furosemida, princípio ativo de LASIX solução injetável, é um diurético2 do grupo dos saluréticos e tem ação em todas as regiões do  néfron7, com exceção do túbulo distal8, com predomínio de ação no segmento ascendente da alça de Henle9.

Mesmo em presença de filtração glomerular insuficiente, LASIX promove um aumento da eliminação de sódio e água.

Devido a estas características, LASIX solução injetável é usado no tratamento de edemas10 associados a doenças cardíacas e hepáticas11 (ascite12); de edemas10 devido a doenças renais (na síndrome nefrótica13, a terapia da doença causal tem prioridade); de insuficiência cardíaca14 aguda, especialmente no edema pulmonar15 (administração conjunta com outras medidas terapêuticas); de produção urinária reduzida devido a gestose (após a restauração do volume de líquidos ao normal); de edemas10 cerebrais como medida de suporte; de edemas10 devido a queimaduras; de crises hipertensivas (em adição a outras medidas anti-hipertensivas e para suporte de diurese16 forçada em envenenamentos.

A administração intravenosa ou intramuscular de LASIX solução injetável é indicada em todos casos onde a absorção intestinal estiver prejudicada ou for necessária rápida eliminação de líquido.

Indicações de Lasix Solucao Injetavel

Edemas10 devido a doenças cardíacas e hepáticas11 (ascite12); edemas10 devido a doenças renais (na síndrome nefrótica13, a terapia da doença causal tem prioridade); insuficiência cardíaca14 aguda, especialmente no edema pulmonar15 (administração conjunta com outras medidas terapêuticas); eliminação urinária reduzida devido a gestose (após restauração do volume de líquidos ao normal); edemas10 cerebrais como medida de suporte; edemas10 devido a queimaduras; crises hipertensivas (em adição a outras medidas anti-hipertensivas) e indução de diurese16 forçada em envenenamentos.

Contra-Indicações de Lasix Solucao Injetavel

Insuficiência renal17 com anúria18, pré-coma19 e coma19 hepático, hipopotassemia20 severa, hiponatremia21 severa, hipovolemia22 com ou sem hipotensão23, hipersensibilidade à furosemida ou sulfonamidas.

Precauções de Lasix Solucao Injetavel

Uma cuidadosa vigilância em particular se faz necessária nos casos de:

. pressão sangüínea24 marcadamente reduzida

. diabete melito latente ou manifesto (controle regular da glicemia25)

. gota26 (controle regular do ácido úrico)

. obstrução à micção27 (ex.: em hipertrofia28 prostática, estenose29 ureteral, hidronefrose30)

. presença concomitante de cirrose31 hepática32 e insuficiência renal17

. hipoproteinemia

. crianças prematuras (possível desenvolvimento de cálculos renais contendo cálcio [nefrolitíase] e deposição de sais de cálcio no tecido33 renal34 [nefrocalcinose]; a função renal34 deverá ser monitorizada e deverá ser realizada uma ultrassonografia35 renal34)

Durante a gravidez3, a furosemida só deve ser usada se estritamente indicada e somente por curtos períodos de tempo.

No período da amamentação36, quando o uso de furosemida for considerado necessário, deve ser lembrado que a furosemida passa para o leite e inibe a lactação37. É aconselhável interromper a amamentação36 nesses casos.

Durante tratamento a longo prazo, a creatinina38 e uréia39 séricas devem ser controladas regularmente, assim como os eletrólitos40 plasmáticos, em particular potássio, cálcio, cloreto e bicarbonato. Se a furosemida for utilizada em pacientes com hipopotassemia20 ou hiponatremia21 leves, uma reposição eletrolítica apropriada deverá ser administrada  concomitantemente.

Se este produto for usado para tratamento de hipertensão41, o paciente deve ser regularmente assistido pelo médico.

Apesar de a administração da furosemida só raramente conduzir a uma hipopotassemia20, é sempre aconselhável uma dieta rica em potássio (carne magra, batatas, bananas, tomates, couve-flor, espinafre, frutas secas etc). Ocasionalmente, pode ser indicado o tratamento com produtos que contenham potássio ou poupadores de potássio.

Interações Medicamentosas de Lasix Solucao Injetavel

Quando um glicosídeo cardíaco for administrado concomitantemente, deve ser lembrado que a deficiência de potássio ou magnésio aumenta a sensibilidade do miocárdio42 aos digitálicos.

No caso de medicação concomitante com glicocorticóides, carbenoxolona (anti-ulceroso) ou de abuso de laxantes43, deve ser lembrado o risco de uma perda aumentada de potássio. O alcaçuz atua da mesma maneira que a carbenoxolona.

A furosemida pode potencializar os efeitos nefrotóxicos de certos antibióticos (por ex. aminoglicosídeos, polimixinas). Devido a isso, a furosemida deve ser usada com cautela em pacientes com comprometimento renal34 induzido por antibióticos.

Deve ser lembrado que a ototoxicidade44 dos antibióticos aminoglicosídicos (por ex. canamicina, gentamicina, tobramicina) pode ser potencializada quando a furosemida for usada concomitantemente. Os efeitos resultantes sobre a audição podem ser irreversíveis.Devido a isso, esta combinação de fármacos deve ser restrita a indicações vitais.

Existe a possibilidade de comprometimento da audição se a cisplatina e furosemida forem administradas concomitantemente. Se o objetivo for aumentar a excreção urinária com a furosemida (diurese16 forçada) durante o tratamento com a cisplatina, deve-se ter cuidado de usar a furosemida somente em baixas doses (ex. 40 mg quando a função renal34 for normal) e com um balanço hídrico positivo. De outra forma, a nefrotoxicidade45 da cisplatina pode ser aumentada.

Algumas vezes a furosemida diminui a potência de outras drogas (por ex. o efeito de antidiabéticos e de aminas pressoras como a  adrenalina46 e nor-adrenalina46) ou potencializa o efeito de outras (por ex. no caso de salicilatos, teofilina, lítio e relaxantes musculares curare-miméticos).

A ação de outras drogas hipotensoras pode ser potencializada pela furosemida. Especialmente quando em combinação com os inibidores da ECA, pode ser observada uma marcante queda na pressão sangüínea24, algumas vezes progredindo para choque47 e, nos pacientes previamente tratados com a furosemida, pode haver uma deterioração da função renal34, algumas vezes progredindo para insuficiência renal17 aguda.

Agentes antiinflamatórios não esteróides (por ex. indometacina, ácido acetilsalicílico) podem atenuar a ação da furosemida e sua administração concomitante pode causar insuficiência renal17 aguda no caso de hipovolemia22 pré-existente.

A diminuição do efeito da furosemida tem sido também descrita após administração concomitante da fenitoína e do probenecide.

Sensação de calor, perspiração, agitação, náusea48, elevação da pressão arterial49 sanguínea e taquicardia50 podem ser encontrados em  casos isolados após a administração endovenosa da furosemida dentro das 24 horas da ingestão de hidrato de cloral.

Reações Adversas de Lasix Solucao Injetavel

Assim como com outros diuréticos51, após terapia prolongada, o balanço eletrolítico e hídrico pode ser prejudicado como resultado da diurese16 aumentada (excreção de eletrólitos40).

No início do tratamento, especialmente em crianças e pacientes idosos, a diurese16 excessiva pode conduzir a distúrbios circulatórios com sintomas52 de hipovolemia22, tais como sensação de pressão na cabeça53, cefaléia54, tontura55, secura da boca56 ou distúrbios da visão57 e alteração da regulação circulatória quando da posição ereta. Além disso, em casos extremos, pode levar à perda de água corporal (desidratação58) e, como conseqüência do volume sangüíneo circulante reduzido (hipovolemia22), a um aumento na concentração do sangue59 (hemoconcentração60) com - especialmente em pacientes idosos - trombofilia61.

Entretanto, com a posologia individualizada, de modo geral, as reações hemodinâmicas agudas não são esperadas, apesar da diurese16 começar rapidamente.

A deficiência de potássio pode manifestar-se através de sintomas52 neuromusculares - fraqueza muscular e paralisia62 completa ou incompleta, sintomas52 intestinais - vômitos63, constipação64 e acúmulo excessivo de gases no abdome65 ou intestino (meteorismo66), sintomas52 renais - volume excessivo de urina67 (poliúria68), sede aumentada e ingestão excessiva de líquidos (polidipsia69) e sintomas52 cardíacos - distúrbios na formação e condução do impulso elétrico. Perdas severas de potássio podem levar a paralisia62 intestinal (íleo paralítico70) ou a alterações da consciência, algumas vezes progredindo para um estado de coma71.

Todos saluréticos podem causar depleção72 de potássio (especialmente em casos de dieta alimentícia pobre de potássio), vômitos63 ou diarréia73 crônica. Além disso, doenças como cirrose31 hepática32 podem causar uma predisposição para estados de deficiência de potássio. Supervisão apropriada e terapia de reposição são necessárias nestes casos.

Se a ingestão de sal for muito restrita, a deficiência de sódio (hiponatremia21) pode produzir uma queda na pressão arterial49, apatia74, cãibras musculares nas pernas, perda de apetite, fraqueza, tontura55, sonolência, vômito75 e estados de confusão.

Um estado de deficiência em magnésio (hipomagnesemia) e, em casos raros, tetania76 e arritmia77 cardíaca têm sido observados com uma conseqüência do aumento das perdas renais de magnésio.

O aumento das perdas renais de cálcio pode levar a uma deficiência de cálcio (hipocalcemia78). Isto pode desencadear um estado de irritabilidade neuromuscular aumentada, acompanhada de tetania76 em casos raros. Em crianças prematuras, pode se desenvolver cálculos renais contendo cálcio (nefrolitíase) e haver deposição de sais de cálcio no tecido33 renal34 (nefrocalcinose).

Sintomas52 de obstrução à micção27 (por ex. em hidronefrose30, hipertrofia28 prostática, estenose29 ureteral) podem tornar-se manifestos ou podem ser agravados sob a ação de diuréticos51.

Da mesma forma de que com outros diuréticos51, o tratamento com a furosemida pode induzir a uma elevação transitória na creatinina38 e uréia39 séricas.

Deve ser lembrado que pode existir um aumento na concentração de ácido úrico no sangue59 podendo precipitar crises de gota26 em pacientes predispostos.

Os níveis de colesterol79 e triglicérides80 séricos podem elevar-se sob tratamento com a furosemida mas geralmente retornarão ao normal, sob tratamento a longo prazo, dentro de 6 meses.

Em casos raros, o diabete melito manifesto pode ser agravado levando à deterioração da condição metabólica do paciente diabético pelo tratamento com furosemida, ou o diabete latente pode tornar-se manifesto (alteração da tolerância à glicose81).

Casos isolados de pancreatite82 aguda foram reportados nos quais o tratamento com saluréticos durante várias semanas foi considerado um fator causal, incluindo também alguns casos após terapia com furosemida.

Distúrbios de audição e/ou sons nos ouvidos (tinidos) após furosemida são raros e na maioria dos casos, reversíveis.
Estes distúrbios podem acontecer principalmente quando a furosemida é administrada muito rapidamente por via endovenosa, especialmente em pacientes com insuficiência renal17.

Alcalose83 metabólica pré-existente (por ex. em cirrose31 hepática32 descompensada) pode ser agravada pelo tratamento com furosemida.

Podem, ocasionalmente, ser observados distúrbios gastrintestinais (náusea48, vômitos63, diarréia73), reações de hipersensibilidade, como reações cutâneas84 (por ex. prurido85, urticária86, erupções bolhosas, eritema multiforme87, dermatite88 esfoliativa, púrpura89), fotossensibilidade, vasculite90, febre91, nefrite92 intersticial93, choque47, ou alterações da crase sangüínea (leucopenia94, eosinofilia95, trombocitopenia96, agranulocitose97, anemia hemolítica98 e anemia99 aplástica). Uma diminuição no número de plaquetas100 do sangue59 (trombocitopenia96) pode tornar-se manifesta, em particular como uma aumentada propensão a hemorragia101.

Distúrbios da sensibilidade (parestesias102) podem ocorrer em casos raros.

Em crianças prematuras com síndrome103 da angústia respiratória, a administração da furosemida durante as primeiras semanas de vida pode aumentar o risco de persistência do ducto de Botallo.

Em casos individuais, a habilidade para dirigir, atravessar a rua com segurança ou operar máquinas pode ser prejudicada, especialmente no início do tratamento ou quando da mudança para outras drogas ou quando bebidas alcoólicas forem consumidas durante o tratamento com furosemida.

Posologia de Lasix Solucao Injetavel

A menos que seja prescrito de modo diferente, a dose inicial para adultos e adolescentes de 15 anos em diante é de 20 a 40 mg (1 a  2 ampolas) de furosemida por via intravenosa ou via intramuscular.

Se após uma dose única de 20 a 40 mg de furosemida (1 a 2 ampolas), o efeito diurético2 não for satisfatório, a dose pode ser gradualmente aumentada, em intervalos de 2 horas, de 20 mg (1 ampola) a cada vez, até que seja obtida diurese16 satisfatória. A dose individual assim estabelecida deve depois ser dada uma ou duas vezes por dia.

Edema pulmonar15 agudo104

Administrar uma dose inicial de 40 mg de furosemida (2 ampolas) por via intravenosa. Se a condição do paciente requerer, injetar uma dose adicional de 20 a 40 mg de furosemida (1 a 2 ampolas) após 20 minutos.

Diurese16 forçada

Administrar 20 a 40 mg de furosemida (1 a 2 ampolas) em adição à infusão de solução de eletrólitos40.

O tratamento posterior depende da eliminação de urina67 e deve incluir a substituição de perdas de líquido e de eletrólitos40.

No envenenamento com substâncias ácidas ou básicas, a taxa de eliminação pode ser ainda mais aumentada pela alcalinização ou acidificação da urina67, respectivamente.

Lactentes4 e crianças abaixo de 15 anos  
A princípio, Lasix deve ser administrado oralmente. É indicada a administração parenteral (se necessário, infusão gota26 a gota26) somente em condições de risco de vida.

Para injeção6 intravenosa ou intramuscular, o esquema de posologia é de 1 mg de furosemida por kg de peso corporal até um máximo diário de 20 mg (1 ampola).

A terapia deve ser mudada para administração oral tão logo seja possível.

Administração de Lasix Solucao Injetavel

Por via intravenosa, o produto deve ser injetado lentamente. Não exceder a velocidade de injeção6 de 4 mg/min.

LASIX solução injetável não deve ser misturado com outros medicamentos na mesma seringa5 de injeção6.

A duração do tratamento é determinada pelo médico.

Superdosagem de Lasix Solucao Injetavel

O sintoma105 de intoxicação pela furosemida é a desidratação58 com quadro delirante.

Devem ser efetuadas a reposição de líquidos e a correção do balanço eletrolítico.

O tratamento recomendado é a monitorização das funções metabólicas. Em pacientes com obstrução à micção27, garantir a manutenção do fluxo urinário.

Sondar os pacientes com distensão aguda da bexiga106, decorrente de diurese16 excessiva, em portadores de obstrução urinária (por ex.  dilatação prostática).

Geralmente, recomenda-se o seguinte procedimento, no evento de choque anafilático107:

Aos primeiros sinais108 (sudorese109, náusea48, cianose110), interromper a injeção6 imediatamente mas deixar a cânula venosa no lugar ou efetuar uma canulação venosa. Além das medidas de emergência111 usuais, assegure que o paciente permaneça deitado, com as pernas levantadas e vias aéreas desobstruídas.

Terapia de emergência111 medicamentosa

Imediatamente - epinefrina (adrenalina46) I.V.: Diluir 1 ml da solução de epinefrina comercialmente disponível (1:1000) para 10 ml. No primeiro instante, injetar lentamente 1 ml desta diluição (equivalente a 0,1 mg de epinefrina) durante a monitorização do pulso e pressão sangüínea24 (atenção para distúrbios do ritmo cardíaco). Repetir se necessário.

Em seguida - glicocorticóides I.V.: Por exemplo 250 a 1000 mg de metilprednisolona. Repetir se necessário.

As doses recomendadas referem-se a adultos de peso normal. Em crianças, a redução da dose deve ser relacionada ao peso corporal.

Subseqüentemente - substituição de volume I.V.: Por exemplo expansores do plasma112, albumina113 humana, solução balanceada de eletrólitos40.

Outras medidas terapêuticas: Respiração artificial114, inalação de oxigênio, cálcio, anti-histamínicos.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

LASIX Solucao injetavel - Laboratório

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Complementos

1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
5 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
6 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
7 Néfron: Unidades funcionais do rim formadas pelos glomérulos renais e seus respectivos túbulos.
8 Distal: 1. Que se localiza longe do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Espacialmente distante; remoto. 3. Em anatomia geral, é o mais afastado do tronco (diz-se de membro) ou do ponto de origem (diz-se de vasos ou nervos). Ou também o que é voltado para a direção oposta à cabeça. 4. Em odontologia, é o mais distante do ponto médio do arco dental.
9 Alça de Henle: Porção do tubo renal (em forma de U), na MEDULA RENAL, constituída por uma alça descendente e uma ascendente. Situada entre o TÚBULO RENAL PROXIMAL e o TÚBULOS RENAL DISTAL.
10 Edemas: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
11 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
12 Ascite: Acúmulo anormal de líquido na cavidade peritoneal. Pode estar associada a diferentes doenças como cirrose, insuficiência cardíaca, câncer de ovário, esquistossomose, etc.
13 Síndrome nefrótica: Doença que afeta os rins. Caracteriza-se pela eliminação de proteínas através da urina, com diminuição nos níveis de albumina do plasma. As pessoas com síndrome nefrótica apresentam edema, eliminação de urina espumosa, aumento dos lipídeos do sangue, etc.
14 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
15 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
16 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
17 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
18 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
19 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
20 Hipopotassemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
21 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
22 Hipovolemia: Diminuição do volume de sangue secundário a hemorragias, desidratação ou seqüestro de sangue para um terceiro espaço (p. ex. peritônio).
23 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
24 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
25 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
26 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
27 Micção: Emissão natural de urina por esvaziamento da bexiga.
28 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
29 Estenose: Estreitamento patológico de um conduto, canal ou orifício.
30 Hidronefrose: Dilatação da via excretora de um ou ambos os rins. Em geral é produzida por uma obstrução ao nível do ureter ou uretra por cálculos, tumores, etc.
31 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
32 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
33 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
34 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
35 Ultrassonografia: Ultrassonografia ou ecografia é um exame complementar que usa o eco produzido pelo som para observar em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas internas do organismo (órgãos internos). Os aparelhos de ultrassonografia utilizam uma frequência variada, indo de 2 até 14 MHz, emitindo através de uma fonte de cristal que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, os quais são interpretados através de computação gráfica.
36 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
37 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
38 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
39 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
40 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
41 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
42 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
43 Laxantes: Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.
44 Ototoxicidade: Dano causado aos sistemas coclear e/ou vestibular resultante de exposição a substâncias químicas.
45 Nefrotoxicidade: É um dano nos rins causado por substâncias químicas chamadas nefrotoxinas.
46 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
47 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
48 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
49 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
50 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
51 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
52 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
53 Cabeça:
54 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
55 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
56 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
57 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
58 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
59 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
60 Hemoconcentração: Concentração sanguínea ou aumento do hematócrito maior do que 20%.
61 Trombofilia: Tendência aumentada a apresentar fenômenos tromboembólicos, seja esta hereditária ou adquirida.
62 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
63 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
64 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
65 Abdome: Região do corpo que se localiza entre o TÓRAX e a PELVE.
66 Meteorismo: Acúmulo de gás no tubo digestivo. Pode produzir distensão abdominal, dor persistente, flatulência, etc.
67 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
68 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
69 Polidipsia: Sede intensa, pode ser um sinal de diabetes.
70 Íleo paralítico: O íleo adinâmico, também denominado íleo paralítico, reflexo, por inibição ou pós-operatório, é definido como uma atonia reflexa gastrintestinal, onde o conteúdo não é propelido através do lúmen, devido à parada da atividade peristáltica, sem uma causa mecânica. É distúrbio comum do pós-operatório podendo-se afirmar que ocorre após toda cirurgia abdominal, como resposta “fisiológica“ à intervenção, variando somente sua intensidade, afetando todo o aparelho digestivo ou parte dele.
71 Estado de coma: Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte.
72 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
73 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
74 Apatia: 1. Em filosofia, para os céticos e os estoicos, é um estado de insensibilidade emocional ou esmaecimento de todos os sentimentos, alcançado mediante o alargamento da compreensão filosófica. 2. Estado de alma não suscetível de comoção ou interesse; insensibilidade, indiferença. 3. Em psicopatologia, é o estado caracterizado por indiferença, ausência de sentimentos, falta de atividade e de interesse. 4. Por extensão de sentido, é a falta de energia (física e moral), falta de ânimo; abatimento, indolência, moleza.
75 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
76 Tetania: Espasmos e contraturas dos músculos das mãos e pés, e menos freqüentemente dos músculos da face, da laringe (cordas vocais) e da coluna vertebral. Inicialmente, são indolores; mas tendem a tornar-se cada vez mais dolorosos. É um sintoma de alterações bioquímicas do corpo humano e não deve ser confundida com o tétano, que é uma infecção. A causa mais comum é a hipocalcemia (nível baixo de cálcio no sangue). Outras causas incluem hipocalemia (nível baixo de potássio no sangue), hiperpnéia (frequência respiratória anormalmente profunda e rápida, levando a baixos níveis de dióxido de carbono), ou mais raramente de hipoparatiroidismo (atividade diminuída das glândulas paratiróides). Recentemente, considera-se que a hipomagnesemia (nível baixo de magnésio no sangue) é também um dos fatores causais desta situação clínica.
77 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
78 Hipocalcemia: É a existência de uma fraca concentração de cálcio no sangue. A manifestação clínica característica da hipocalcemia aguda é a crise de tetania.
79 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
80 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
81 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
82 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
83 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
84 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
85 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
86 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
87 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
88 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
89 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
90 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
91 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
92 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
93 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
94 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
95 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
96 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
97 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
98 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
99 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
100 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
101 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
102 Parestesias: São sensações cutâneas subjetivas (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) que são vivenciadas espontaneamente na ausência de estimulação.
103 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
104 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
105 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
106 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
107 Choque anafilático: Reação alérgica grave, caracterizada pela diminuição da pressão arterial, taquicardia e distúrbios gerais da circulação, acompanhado ou não de edema de glote. Necessita de tratamento urgente. Pode surgir por exposição aos mais diversos alérgenos.
108 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
109 Sudorese: Suor excessivo
110 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
111 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
112 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
113 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
114 Respiração artificial: Tipo de apoio à função respiratória que utiliza um instrumento eletromecânico (respirador artificial), capaz de insuflar de forma cíclica volumes pré-determinados de ar com alta concentração de oxigênio através dos brônquios.
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