LOMOTIL

PFIZER

Atualizado em 09/12/2014

Lomotil®

(cloridrato de difenoxilato, sulfato de atropina)

Parte I de Lomotil

Identificação do Produto de Lomotil

Nome: Lomotil®Nome genérico: cloridrato de difenoxilato e sulfato de atropina
Forma farmacêutica e apresentação:
Lomotil® em embalagem contendo 10 comprimidos.

USO ADULTO

USO ORAL

Composição:

Cada comprimido de Lomotil® contém 2,5 mg de cloridrato de difenoxilato e 0,025 mg de
sulfato de atropina hidratadoa.
Excipientes: açúcar1, sorbitol2 solução 70%, goma arábica, estearato de magnésio, talco, óleo
mineral e água deionizadab.
a = o sulfato de atropina está incluído em doses subterapêuticas, com finalidade única de
desencorajar o uso do produto de modo deliberado.
b = removido durante o processo de fabricação.

Parte Ii de Lomotil

Informações ao Paciente de Lomotil

Lomotil® (cloridrato de difenoxilato, sulfato de atropina) é indicado no tratamentosintomático das diarréias agudas e crônicas, como terapêutica3 coadjuvante4 de
reidratação apropriada após colostomia5 ou ileostomia, e no controle da formação de
fezes e para o alívio dos sintomas6 na colite7 ulcerativa.
Lomotil® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C), protegido
da luz e umidade.
O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use
medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para sua saúde8.
Não utilize esse medicamento no primeiro trimestre de gravidez9.
Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez9 na vigência do tratamento ou após o
término.
Lomotil® não deve ser utilizado durante a amamentação10.
Informe ao seu médico se estiver amamentando.
Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a
duração do tratamento.
Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Atenção: este medicamento contém açúcar1, portanto, deve ser usado com cautela em
diabéticos.
Lomotil® pode interagir com outros medicamentos quando administrados
concomitantemente, especialmente fármacos sedativos do sistema nervoso central11,
como barbitúricos, tranqüilizantes e álcool (vide "Interações Medicamentosas").
Lomotil®, quando utilizado concomitantemente a inibidores da MAO12, pode precipitar
crise hipertensiva.
É muito importante informar ao seu médico caso esteja utilizando outros
medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Lomotil®.
Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o
tratamento com Lomotil®, tais como: tontura13, insônia, confusão, agitação
psicomotora14, depressão, euforia, dormência15 de extremidades, dor de cabeça16,
parestesia17 (alterações da sensibilidade, como "formigamentos"), coceira, urticária18
(erupção19 cutânea20 de origem alérgica), vômito21, náusea22, perda do apetite, desconforto
abdominal, depressão do sistema nervoso central11 (incluindo letargia23, sonolência, malestar
e alucinações24), aumento da temperatura corporal, taquicardia25 (aumento da
freqüência cardíaca), retenção urinária26, vermelhidão da pele27, secura de pele27 e de
mucosas28, anafilaxia29 (reação alérgica30 grave), edema angioneurótico31 (inchaço32
localizado de origem alérgica que pode envolver a pele27, o tecido subcutâneo33, mucosa34
do trato respiratório e gastrintestinal), megacólon35 tóxico (dilatação e hipertrofia36 do
cólon37 associadas a colite7), íleo paralítico38 (parada da movimentação do intestino) (vide
"Reações Adversas").
Siga corretamente as indicações do seu médico. Não desaparecendo os sintomas6 ou
no caso de aparecimento de reações diferentes ou desagradáveis, consulte seu
médico.
Lomotil® é contra-indicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade ao
cloridrato de difenoxilato, ao sulfato de atropina ou a qualquer componente da
fórmula. Lomotil® é contra-indicado a pacientes com icterícia39. É também contraindicado
no tratamento da diarréia40 associada à enterocolite pseudomembranosa, a
qual pode ocorrer durante ou após várias semanas seguintes ao tratamento com
certos antibióticos, assim como em diarréias causadas por bactérias produtoras de
enterotoxinas e colites ulcerativas agudas.
Lomotil® não é indicado no tratamento da diarréia40 aguda ou persistente em crianças.
Lomotil® deve ser utilizado com cautela em pacientes com doença hepato-renal41
avançada e em todos pacientes com função hepática42 alterada. Deve-se ter cautela,
também, nas hipertrofias prostáticas, insuficiência renal43, doenças respiratórias,
retenção urinária26, hipo e hipertireoidismo44, glaucoma45 e miastenia46 grave.
Pacientes portadores de Síndrome de Down47 podem ser mais susceptíveis aos efeitos
terapêuticos da atropina (componente do produto).
Lomotil® poderá ocasionar sonolência e tontura13. Portanto, durante o tratamento o
paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois sua habilidade e atenção
podem estar prejudicadas.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER
PERIGOSO PARA SUA SAÚDE8.

Parte Iii de Lomotil

Informações Técnicas de Lomotil

Propriedades FarmacodinâmicasLomotil® (cloridrato de difenoxilato, sulfato de atropina) tem como princípio ativo o cloridrato
de difenoxilato, substância sintética derivada da meperidina, dotada de ação direta e seletiva
sobre a musculatura lisa intestinal.
Age aumentando o tônus intestinal e os movimentos rítmicos e pendulares em freqüência,
mas reduzindo a amplitude. Assim, os movimentos peristálticos48, tanto no intestino delgado49
como no intestino grosso50, são deprimidos.
Como coadjuvante4 no tratamento das diarréias, Lomotil® oferece resultados rápidos e
eficazes, inibindo prontamente a hipermotilidade intestinal, enquanto se estabelece a
reidratação apropriada.
A atropina é um antagonista51 muscarínico não seletivo. Uma dose subterapêutica de atropina
está incluída no Lomotil® para prevenir o mau uso por desencorajar a superdosagem.
Propriedades Farmacocinéticas
O difenoxilato é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal; o pico de concentração
plasmática ocorre em 2 horas. O metabolismo52 ocorre principalmente no fígado53, e o principal
metabólito54, o ácido difenoxílico, é também ativo farmacologicamente. O ácido difenoxílico
tem pico de concentração plasmática médio maior e atinge a concentração plasmática
máxima em tempo mais reduzido, quando comparado ao difenoxilato. A AUC do ácido
difenoxílico é aproximadamente 5 vezes maior que a do difenoxilato, o que pode refletir em
maior biodisponibilidade do metabólito54. Os efeitos farmacológicos iniciam-se entre 45 a 60
minutos após a administração e se mantêm por 3 a 4 horas.
O difenoxilato tem um volume de distribuição de 3,8 L/kg, e penetra no fluido cerebrospinal.
O nível plasmático sofre redução de modo bifásico, com uma meia-vida plasmática de
aproximadamente 6 horas (entre 2 e 24 horas), e 23 horas (entre 24 e 72).
Aproximadamente 10% de uma dose de difenoxilato é excretada pela urina55 e 40% pelas
fezes. A excreção urinária ocorre principalmente sob a forma de metabólitos56, enquanto a
excreção fecal ocorre principalmente como fármaco57 inalterado.
O ácido difenoxílico é também eliminado pelo plasma58, de modo bifásico, e é excretado
principalmente pela urina55.
A atropina é rapidamente absorvida pelo trato gastrintestinal, atingindo o pico da
concentração plasmática em 30 minutos. O pico de efeito farmacológico é atingido dentro de
4 e 6 horas. Aproximadamente 50% da dose se liga às proteínas59 plasmáticas.
A atropina é parcialmente metabolizada por oxidação hepática42, e se distribui para todo o
corpo, incluindo o sistema nervoso central11. Possui meia-vida de aproximadamente 4 horas e
sua principal via de eliminação é a urina55, com 30 a 50% da dose excretada sob forma
inalterada. Apenas pequena quantidade é encontrada nas fezes.
Dados de Segurança Pré-Clínicos
Em 3 estudos de reprodução60, com administração de 20 mg/kg/dia de Lomotil® - 50 vezes a
dose humana - o ganho de peso das fêmeas foi inicialmente reduzido, mas depois retornou
aos limites normais. Houve efeito acentuado na fertilidade e apenas 4 das 27 fêmeas
ficaram grávidas nos testes de procriação. O tamanho da ninhada foi reduzido. A
importância desse achado no uso em humanos é desconhecida.
Não houve efeitos tóxicos embrionários ou teratogênicos61 em coelhos, camundongos e ratos;
nem efeitos em seus pesos ou peso fetal. Não houve efeitos contraceptivos em coelhos.
Em um teste in vitro, não se observaram transformações morfológicas das células62.
Nenhum estudo prolongado foi desenvolvido para avaliar o potencial carcinogênico.

Indicações de Lomotil


Lomotil® (cloridrato de difenoxilato, sulfato de atropina) é indicado no tratamento sintomático63
das diarréias agudas e crônicas, como terapêutica3 coadjuvante4 de reidratação apropriada
após colostomia5 ou ileostomia, para controle da formação de fezes e para alívio dos
sintomas6 na colite7 ulcerativa.

Contra-Indicações de Lomotil

Lomotil® (cloridrato de difenoxilato, sulfato de atropina) é contra-indicado a pacientescom hipersensibilidade conhecida ao difenoxilato, à atropina ou a qualquer
componente da fórmula. Lomotil® é contra-indicado a pacientes com icterícia39. É
também contra-indicado no tratamento da diarréia40 associada à enterocolite
pseudomembranosa, a qual pode ocorrer durante ou após várias semanas seguintes
ao tratamento com certos antibióticos, assim como em diarréias causadas por
bactérias produtoras de enterotoxinas e colites ulcerativas agudas.

Advertências e Precauções de Lomotil


Deve ser utilizada reposição apropriada de líquidos e terapia com eletrólitos64 para evitar a
desidratação65.
Em caso de desidratação65 aguda ou desequilíbrio eletrolítico, o uso de Lomotil® (cloridrato
de difenoxilato, sulfato de atropina) deverá ser suspenso até o início de terapia corretiva
apropriada, pois a inibição dos movimentos peristálticos48 induzida pelo fármaco57 poderá
resultar na retenção de líquidos no intestino, o que agravará ainda mais a desidratação65 e o
desequilíbrio eletrolítico.
A dose recomendada não deve ser excedida, pois pode haver acúmulo de cloridrato de
difenoxilato e do sulfato de atropina. Uma dose subterapêutica de atropina foi adicionada ao
produto, entretanto, os efeitos terapêuticos da atropina podem ocorrer em alguns indivíduos
susceptíveis, como pacientes portadores da Síndrome de Down47.
Lomotil® deve ser usado com extrema cautela em pacientes com doença hepato-renal41
avançada e em todos os pacientes com função hepática42 alterada, pois o coma66 hepático
pode ser precipitado.
Deve-se ter cautela também nas hipertrofias prostáticas, insuficiência renal43, doenças
respiratórias, retenção urinária26, hipo e hipertireoidismo44, glaucoma45 e miastenia46 grave.
Agentes que inibem a motilidade intestinal ou prolongam o tempo de trânsito intestinal em
alguns pacientes portadores de colite7 ulcerativa aguda são referidos como indutores de
megacólon35 tóxico. Conseqüentemente, pacientes com colite7 ulcerativa aguda devem ser
cuidadosamente observados e a terapia com Lomotil® deve ser prontamente interrompida
caso ocorra distensão abdominal ou se aparecerem outros sintomas6 desagradáveis.
Atenção: este medicamento contém açúcar1, portanto, deve ser usado com cautela em
diabéticos.
Uso durante a Gravidez9

O uso de qualquer fármaco57 durante a gravidez9 ou por mulheres com possibilidade de
estarem grávidas requer a avaliação de seus potenciais benefícios bem como dos riscos ou
danos que possa acarretar à mãe ou ao feto67. Não utilizar esse medicamento no primeiro
trimestre da gravidez9. A atropina pode atravessar a placenta humana; portanto o uso deste
medicamento durante a gravidez9 não é seguro.
Uso durante a Lactação68
Lomotil® não deve ser usado durante a amamentação10, pois o cloridrato de difenoxilato e
sulfato de atropina podem ser excretados no leite humano e conseqüentemente os lactentes69
de mães que tomam o produto podem apresentar alguns efeitos desses fármacos. Caso o
uso desse medicamento seja necessário, deve-se optar por algum método alternativo de
alimentação, uma vez que o ácido difenoxílico, o metabólito54 ativo do difenoxilato, aparece no
leite materno.
Efeitos na Habilidade de Dirigir e Operar Máquinas
Lomotil® poderá ocasionar sonolência e tontura13. Portanto, deverão ser tomadas precauções
ao dirigir ou operar máquinas perigosas.

Interações Medicamentosas de Lomotil

Lomotil® (cloridrato de difenoxilato, sulfato de atropina) pode ter efeito aditivo com fármacos
sedativos do sistema nervoso central11.
O uso de cloridrato de difenoxilato e sulfato de atropina juntamente com inibidores da MAO12
pode precipitar crise hipertensiva. Portanto, é necessário uma monitoração rigorosa quando
esses medicamentos são administrados concomitantemente.
O difenoxilato pode ter efeito aditivo sobre certos depressores do sistema nervoso central11,
como barbitúricos, tranqüilizantes e álcool. Portanto, o paciente deve ser observado
cuidadosamente quando qualquer uma dessas substâncias forem utilizadas
concomitantemente. Os agentes antiperistálticos podem prolongar e/ou piorar as diarréias
induzidas por bactérias que penetram na mucosa intestinal70 e enterocolites
pseudomembranosas associadas com antibióticos de amplo-espectro. Agentes
antiperistálticos não devem ser utilizados nessas condições. As diarréias induzidas por
bactérias devem ser tratadas com terapêutica3 antimicrobiana apropriada.

Reações Adversas de Lomotil


Mesmo em doses terapêuticas, os seguintes efeitos adversos têm sido relatados:
Sistema nervoso71: confusão, tontura13, insônia, agitação psicomotora14, depressão, euforia,
cefaléia72 e parestesia17.
Alérgica: anafilaxia29, edema angioneurótico31, urticária18 e prurido73.
Sistema gastrintestinal: megacólon35 tóxico, íleo paralítico38, vômitos74, náuseas75, anorexia76 e
desconforto abdominal.
Psiquiátrica: depressão do SNC77, incluindo letargia23, sonolência, mal-estar e alucinações24.
Efeitos atropínicos: hipertermia, taquicardia25, retenção urinária26, vermelhidão, secura de pele27
e membranas mucosas28.

Posologia de Lomotil

Uso em AdultosA dose inicial usual é de 5 mg de cloridrato de difenoxilato (2 comprimidos*) 3 a 4 vezes ao
dia. Em casos de diarréia40 aguda, uma dose inicial de até 10 mg (4 comprimidos) pode ser
administrada, seguida por 5 mg (2 comprimidos) a cada 6 ou 8 horas. Não exceda a dose de
20 mg/dia. Após controle inicial da sintomatologia, a dose deve ser reduzida de acordo com
as necessidades individuais de cada paciente.
Essas doses recomendadas não devem ser ultrapassadas.
* Cada comprimido de Lomotil® (cloridrato de difenoxilato, sulfato de atropina) contém 2,5
mg de cloridrato de difenoxilato e 0,025 mg de sulfato de atropina.
Uso em Idosos
Aos pacientes idosos aplicam-se todas as recomendações anteriormente descritas.

Superdosagem de Lomotil


A superdosagem acidental pode produzir narcose78 com depressão respiratória ou intoxicação
atropínica, particularmente em crianças. Sinais79 iniciais de superdosagem podem incluir
efeitos atropínicos, tais como: secura da pele27 e membranas mucosas28, midríase80, agitação
psicomotora14, insônia, vermelhidão, hipertermia e taquicardia25, seguidas de letargia23 e coma66,
reflexos hipotônicos, nistagmo81, pupila puntiforme e depressão respiratória. Entretanto,
efeitos atropínicos podem mascarar os efeitos da toxicidade82 do difenoxilato.
Uma vez que a depressão respiratória pode ocorrer até 30 horas após a ingestão de
difenoxilato e a despeito da resposta inicial a antagonistas dos narcóticos, trate todas as
superdosagens de Lomotil® (cloridrato de difenoxilato, sulfato de atropina) como sérias e
mantenha o paciente sob contínua observação médica no mínimo por 48 horas.
Caso ocorra depressão respiratória, deverá ser administrado o cloridrato de naloxona; se
esse não estiver disponível, deve-se utilizar cloridrato de nalorfina. Esse é um antídoto83
específico, porém, uma vez que a duração de sua ação é consideravelmente mais curta que
a do difenoxilato, podem ser necessárias injeções repetidas desse antídoto83; se necessário,
deverão ser procedidas medidas de permeabilização das vias aéreas e instituída a
ventilação84 artificial. Se o paciente não estiver em coma66, é indicado o uso de lavagem
gástrica e administração de pasta de carvão ativado.
Uma terapia apropriada de fluidos e eletrólitos64 deve ser também administrada para proteger
o paciente contra a desidratação65. Se ocorrer desidratação65 grave ou desequilíbrio eletrolítico,
o uso de Lomotil® deve ser suspenso e somente deve ser retomado após ter sido iniciada a
terapêutica3 corretiva apropriada. A inibição do peristaltismo85 induzida pelo fármaco57 pode
resultar em retenção hídrica a nível intestinal, o que pode agravar ainda mais a desidratação65
e o desequilíbrio eletrolítico.

Parte Iv de Lomotil


MS - 1.0216.0162
Farmacêutico Responsável: José Francisco Bomfim - CRF-SP nº 7009

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA.
Número de lote e data de fabricação: vide embalagem externa.
Produto fabricado e embalado por:
Laboratórios Pfizer Ltda.
Jandira - SP
Distribuído por:
LABORATÓRIOS PFIZER LTDA.
Av. Monteiro Lobato, 2270
CEP 07190-001 - Guarulhos - SP
CNPJ nº 46.070.868/0001-69
Indústria Brasileira.
S.A.C. Linha Pfizer 0800-16-7575


LOMOTIL - Laboratório

PFIZER
Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
Guarulhos/SP - CEP: 07112-070
Tel: 0800-16-7575
Site: http://www.pfizer.com.br
CNPJ n° 46.070.868/0001-69

Ver outros medicamentos do laboratório "PFIZER"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
2 Sorbitol: Adoçante com quatro calorias por grama. Substância produzida pelo organismo em pessoas com diabetes e que pode causar danos aos olhos e nervos.
3 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
4 Coadjuvante: Que ou o que coadjuva, auxilia ou concorre para um objetivo comum.
5 Colostomia: Procedimento cirúrgico que consiste em seccionar uma extremidade do intestino grosso e expô-lo através de uma abertura na parede abdominal anterior, pela qual será eliminado o material fecal. É utilizada em diferentes doenças que afetam o trânsito intestinal normal, podendo ser transitória (quando em uma segunda cirurgia o trânsito intestinal é restabelecido) ou definitiva.
6 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
7 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
8 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
9 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
10 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
11 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
12 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
13 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
14 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
15 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
16 Cabeça:
17 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
18 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
19 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
20 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
21 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
22 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
23 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
24 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
25 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
26 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
27 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
28 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
29 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
30 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
31 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
32 Inchaço: Inchação, edema.
33 Tecido Subcutâneo: Tecido conectivo frouxo (localizado sob a DERME), que liga a PELE fracamente aos tecidos subjacentes. Pode conter uma camada (pad) de ADIPÓCITOS, que varia em número e tamanho, conforme a área do corpo e o estado nutricional, respectivamente.
34 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
35 Megacólon: Dilatação anormal do intestino grosso, produzida por defeitos congênitos (megacólon congênito ou doença de Hischprung) ou adquiridos (megacólon tóxico, hipotireoidismo, doença de Chagas, etc.) Associa-se à constipação persistente e episódios de obstrução intestinal.
36 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
37 Cólon:
38 Íleo paralítico: O íleo adinâmico, também denominado íleo paralítico, reflexo, por inibição ou pós-operatório, é definido como uma atonia reflexa gastrintestinal, onde o conteúdo não é propelido através do lúmen, devido à parada da atividade peristáltica, sem uma causa mecânica. É distúrbio comum do pós-operatório podendo-se afirmar que ocorre após toda cirurgia abdominal, como resposta “fisiológica“ à intervenção, variando somente sua intensidade, afetando todo o aparelho digestivo ou parte dele.
39 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
40 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
41 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
42 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
43 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
44 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
45 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
46 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
47 Síndrome de Down: Distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 a mais, por isso é também conhecida como “trissomia do 21”. Os portadores desta condição podem apresentar retardo mental, alterações físicas como prega palmar transversa (uma única prega na palma da mão, em vez de duas), pregas nas pálpebras, membros pequenos, tônus muscular pobre e língua protrusa.
48 Movimentos peristálticos: Conjunto das contrações musculares dos órgãos ocos, provocando o avanço de seu conteúdo; peristalse, peristaltismo.
49 Intestino delgado: O intestino delgado é constituído por três partes: duodeno, jejuno e íleo. A partir do intestino delgado, o bolo alimentar é transformado em um líquido pastoso chamado quimo. Com os movimentos desta porção do intestino e com a ação dos sucos pancreático e intestinal, o quimo é transformado em quilo, que é o produto final da digestão. Depois do alimento estar transformado em quilo, os produtos úteis para o nosso organismo são absorvidos pelas vilosidades intestinais, passando para os vasos sanguíneos.
50 Intestino grosso: O intestino grosso é dividido em 4 partes principais: ceco (cecum), cólon (ascendente, transverso, descendente e sigmoide), reto e ânus. Ele tem um papel importante na absorção da água (o que determina a consistência do bolo fecal), de alguns nutrientes e certas vitaminas. Mede cerca de 1,5 m de comprimento.
51 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
52 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
53 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
54 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
55 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
56 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
57 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
58 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
59 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
60 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
61 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
62 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
63 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
64 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
65 Desidratação: Perda de líquidos do organismo pelo aumento importante da freqüência urinária, sudorese excessiva, diarréia ou vômito.
66 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
67 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
68 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
69 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
70 Mucosa Intestinal: Revestimento dos INTESTINOS, consistindo em um EPITÉLIO interior, uma LÂMINA PRÓPRIA média, e uma MUSCULARIS MUCOSAE exterior. No INTESTINO DELGADO, a mucosa é caracterizada por várias dobras e muitas células absortivas (ENTERÓCITOS) com MICROVILOSIDADES.
71 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
72 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
73 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
74 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
75 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
76 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
77 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
78 Narcose: Alteração do estado de consciência devido à intoxicação por determinadas substâncias, como os narcóticos. Pode referir-se, contudo, mais especificamente, à narcose do azoto, entre os mergulhadores. A narcose por nitrogênio é a chamada “embriaguez das profundidades“, é um tipo de euforia causada pela alta quantidade de nitrogênio respirado pelo mergulhador em profundidade. Os primeiros sintomas da narcose acontecem a partir dos trinta metros de profundidade, dependendo da sensibilidade individual.
79 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
80 Midríase: Dilatação da pupila. Ela pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
81 Nistagmo: Movimento involuntário, rápido e repetitivo do globo ocular. É normal dentro de certos limites diante da mudança de direção do olhar horizontal. Porém, pode expressar doenças neurológicas ou do sistema de equilíbrio.
82 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
83 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
84 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
85 Peristaltismo: Conjunto das contrações musculares dos órgãos ocos, provocando o avanço de seu conteúdo; movimento peristáltico, peristalse.

Tem alguma dúvida sobre LOMOTIL?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.