Preço de LOPRESSOR em Houston/SP: R$ 28,48

LOPRESSOR

NOVARTIS

Atualizado em 09/12/2014

LOPRESSOR

Betabloqueador cardiosseletivo

Forma Farmacêutica e Apresentação de Lopressor

Comprimidos envernizados. Caixas com 20 comprimidos.

Composição de Lopressor

Cada comprimido contém: tartarato de metoprolol 100 mg; excipiente (lactose1, amido glicolato de sódio, polivinilpirrolidona, celulose microcristalina, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, metilcelulose, lacca, hidroxipropilmetilcelulose, dióxido de titânio, laca indigotina) q.s.p. 1 comprimido.

Informações ao Paciente de Lopressor

O produto deve ser protegido da luz, da umidade e do calor (abaixo de 30º C).  A data de validade está impressa no cartucho. Não use o produto após a data de validade. Informe ao seu médico se estiver grávida, amamentando ou se ocorrer gravidez2 durante o tratamento. Siga corretamente as instruções do seu médico, não modificando ou interrompendo o tratamento sem antes consultá-lo. O comprimido deve ser tomado com o auxílio de um líquido. Se você se esquecer de tomar uma dose, faça-o assim que  se der conta do esquecimento, no entanto, se já estiver próximo ao horário da dose seguinte, não tome o comprimido que você esqueceu e retorne ao seu esquema de tratamento. Não tome a dose dobrada (os dois comprimidos de uma única vez). LOPRESSOR é geralmente bem tolerado; entretanto, algumas reações desagradáveis podem ocorrer, sendo na sua maioria  transitórias e tendendo a desaparecer sem  necessidade de interromper o tratamento; consulte seu médico se alguma das seguintes reações persistir: pulso lento, pressão baixa, falta de ar, cansaço, tonturas3 (algumas vezes  ao se levantar rapidamente), dor de cabeça4, enjôo, vômitos5, dor de estômago6. Caso ocorra qualquer reação desagradável durante o tratamento, procure  o seu médico: ele lhe dará a orientação adequada.TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.
Se estiver utilizando qualquer outro medicamento ou se tiver qualquer outra doença, avise ao seu médico. Seu médico deve ser avisado se você for paciente idoso, tem doença do fígado7, diabetes8, doença circulatória, reações alérgicas sérias (por exemplo, uma reação alérgica9  muito séria a picada de inseto), dor no peito10 quando você está em repouso,  problemas de tireóide. Antes de passar por um procedimento cirúrgico ou tratamento dentário, informe ao médico ou ao dentista que você está tomando LOPRESSOR. Se você sentir ressecamento, ardor11 ou sensação de areia nos olhos12,  informe ao seu médico.
Contra-indicações - Alergia13 ao metoprolol, a qualquer um dos  componentes da fórmula ou a outros betabloqueadores;  pulso irregular ou lento ou  insuficiência14  cardíaca, , má circulação15  nos membros (por exemplo, muito frio, mãos16 e pés pálidos ou dor nos músculos17 da perna, quando você anda), pressão baixa, asma18 ou algumas vezes falta de ar.
Precauções - Recomenda-se cuidado aos pacientes que dirigem veículos ou operam máquinas, pois sua capacidade de reação pode ser afetada, especialmente no início do tratamento.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE19.

Informações Técnicas de Lopressor

Grupo farmacoterapêutico:  betabloqueadores cardiosseletivos

Propriedades Farmacodinâmicas e Mecanismo de Ação de Lopressor

LOPRESSOR é um betabloqueador cardiosseletivo, isto é, ele bloqueia os receptores adrenérgicos20 b1 (que estão localizados principalmente no coração21) em doses menores do que as necessárias para o bloqueio de receptores b2,  localizados principalmente nos brônquios22 e vasos periféricos. LOPRESSOR não apresenta nenhum efeito estabilizador de membrana nem atividade agonista23 parcial (simpatomimética intrínseca).O efeito estimulante das catecolaminas no coração21 é reduzido ou inibido pelo metoprolol. Isto leva ao decréscimo da freqüência cardíaca, da contratilidade cardíaca e do débito cardíaco24.
LOPRESSOR reduz a pressão arterial25 elevada, tanto em posição supina como na ortostática.  Também reduz o aumento de pressão arterial25 que ocorre em resposta a exercícios físicos. O tratamento resulta, inicialmente, em aumentos na resistência vascular26 periférica, que durante a administração a longo  prazo é normalizada ou, em alguns casos, reduzida. Como para todos os betabloqueadores , o mecanismo preciso do efeito anti-hipertensivo de LOPRESSOR não está completamente elucidado. No entanto, a redução da pressão arterial25 a longo prazo, observada com  LOPRESSOR, parece ser paralela ao decréscimo gradual na resistência periférica27 total.
Nos pacientes com angina28 pectoris, LOPRESSOR reduz a freqüência e a gravidade dos episódios isquêmicos e aumenta a capacidade de trabalho físico. Esse efeito benéfico pode ser  causado pelo decréscimo na demanda de oxigênio do miocárdio29 que ocorre em resposta à redução da freqüência cardíaca e à contratilidade do miocárdio29.
Em pacientes com taquicardia30 supraventricular, com fibrilação atrial, com extrasístoles ventriculares ou outra arritmia31 ventricular, LOPRESSOR tem efeito regulador sobre a freqüência cardíaca. Sua atividade antiarrítmica deve-se, principalmente, à inibição da automaticidade das células32 marca-passo33 e ao prolongamento da condução atrioventricular.
Em pacientes com infarto do miocárdio34 suspeito ou confirmado, LOPRESSOR diminui a mortalidade35. Esse efeito atribui-se, possivelmente, ao decréscimo na incidência36 de arritmias37 ventriculares graves, bem como à limitação do tamanho do infarto38. LOPRESSOR tem demonstrado reduzir também a incidência36 de reinfartos do miocárdio29 não fatais.
Por seu efeito betabloqueador, LOPRESSOR é adequado para o tratamento de  distúrbios cardíacos funcionais com palpitação39, para prevenção de enxaqueca40 e tratamento coadjuvante41 do hipertireoidismo42.
O tratamento a longo  prazo com LOPRESSOR pode reduzir a sensibilidade à insulina43, No entanto, LOPRESSOR interfere com a liberação de insulina43 e com o metabolismo44 dos carboidratos, menos do que os betabloqueadores não seletivos.
Em estudos de curto  prazo, demonstrou-se que LOPRESSOR pode alterar o perfil dos lipídios sangüíneos. Ele pode levar ao aumento dos triglicérides45 e à diminuição dos ácidos graxos livres; em alguns casos, um pequeno decréscimo na fração HDL46 tem sido observado, embora, em extensão menor do que o observado com betabloqueadores não seletivos. Em um estudo de longo  prazo com duração de muitos anos, encontrou-se redução nos níveis de colesterol47.

Propriedades Farmacocinéticas de Lopressor

Absorção e concentrações plasmáticas
LOPRESSOR é absorvido em todas as partes do intestino. Após a administração, a absorção é rápida e completa. Picos de concentração plasmática são atingidos após  cerca de 1,5 a 2 horas. As concentrações plasmáticas de LOPRESSOR aumentam aproximadamente em proporção à dose  na faixa  de 50 mg a 200 mg.  Por seu  extenso metabolismo44 hepático de primeira passagem, aproximadamente 50% de uma dose oral única de LOPRESSOR atingem a circulação15 sistêmica. A extensão da eliminação pré-sistêmica difere entre os indivíduos  por causa das diferenças genéticas no metabolismo44 oxidativo. Embora os perfis plasmáticos exibam grande variabilidade  interindivíduos, eles demonstram boa reprodutibilidade  no próprio indivíduo. Em administrações repetidas a porcentagem de dose sistemicamente disponível é aproximadamente 40% maior do que  após  dose única ( que é cerca de 70%). Este fato pode ser  causado pela saturação parcial do metabolismo44 de primeira passagem ou por seu  clearance reduzido  resultante do fluxo hepático reduzido. A ingestão com alimentos pode aumentar a disponibilidade sistêmica  da dose oral única em aproximadamente 20% a 40%.
Após injeção48 intravenosa, o metoprolol é muito rapidamente distribuído com meia-vida de 5 a 15 minutos. No intervalo de dose de 10 a 20 mg, as concentrações plasmáticas aumentam linearmente em relação à dose.
Distribuição e metabolismo44
LOPRESSOR é rapidamente distribuído com um volume de distribuição declarado de 3,2 a 5,6 L/kg. A meia-vida não é dosedependente e não se altera em administrações repetidas. Aproximadamente 10% de LOPRESSOR no plasma49  encontram-se ligados às proteínas50. LOPRESSOR atravessa a barreira placentária e é encontrado no leite materno (veja "gravidez2 e lactação51". Em pacientes com hipertensão52, as concentrações de LOPRESSOR no líquor53 são similares àquelas no plasma49.
LOPRESSOR é extensivamente metabolizado por enzimas hepáticas54 do sistema citocromo P 450. O metabolismo44 oxidativo de LOPRESSOR está sob controle genético. Nenhum dos metabólitos55 contribui significativamente para seu efeito betabloqueador.
Eliminação e excreção
A meia-vida média de eliminação de LOPRESSOR é de 3 a 4 horas; em indivíduos com metabolismo44 pobre, a meia-vida pode ser de 7 a 9 horas. Aproximadamente 95%  da dose podem ser recuperados na urina56. Na maioria do indivíduos (metabolismo44 extensivo), menos de 5% da  dose oral são excretados na urina56   sob forma inalterada. Em indivíduos com metabolismo44 pobre, até 30%  da dose oral podem ser excretados de forma inalterada.
Farmacocinética em grupos especiais
Os idosos não demonstram alterações significativas nas concentrações plasmáticas de LOPRESSOR quando comparados com jovens.
A disfunção renal57 não influi  na biodisponibilidade de LOPRESSOR ou na sua eliminação. A excreção de metabólicos, no entanto, é reduzida. Ocorrerá acúmulo significativo de metabólitos55 somente em pacientes com clearance de creatinina58 de aproximadamente 5 ml/min ou menos e; este acúmulo, não influencia as propriedades betabloqueadoras de LOPRESSOR.
A cirrose59 hepática60 pode aumentar a biodisponibilidade de LOPRESSOR inalterado e reduzir seu clearance total.
Pacientes com anastomose61 portacava têm um clearance sistêmico62  da dose endovenosa de aproximadamente 0,3 litros/min e valores de área sob a curva de concentração plasmática  até 6 vezes maiores do que os  indivíduos sadios.
Doenças inflamatórias não têm efeito sobre a farmacocinética de LOPRESSOR. Hipertireoidismo42 pode aumentar o clearance pré-sistêmico62 de LOPRESSOR.

Dados de Segurança Pré-Clínica de Lopressor

Toxicidade63 reprodutiva - estudos de toxicidade63 reprodutiva em camundongos, ratos e coelhos não indicam potencial teratogênico64 para o tartarato de metoprolol. Altas doses estão associadas com certa toxicidade63 materna e retardo de crescimento da  prole no útero65 e após o nascimento. Não há evidência de distúrbio de fertilidade em ratos em doses orais até 500 mg/kg.Mutagenicidade - o tartarato de  metoprolol não apresenta potencial mutagênico/genotóxico em sistemas de celulas32 bacterianas (teste de Ames) e em ensaios in vivo envolvendo células somáticas66 de mamíferos ou células germinais67 de camundongos machos.
Carcinogenicidade - o tartarato de metropolol não apresentou carcinogenicidade em camundongos e ratos após administração oral de doses até 800 mg/kg durante 21 a 24 meses.

Indicações de Lopressor

·     Distúrbios do ritmo cardíaco, inclusive arritmias37 ventriculares e supraventriculares.
·    Infarto38 agudo68 do miocárdio29 suspeito ou confirmado; para prevenção secundária após infarto do miocárdio34.
·    Hipertensão52: como monoterapia  em associação com outros anti-hipertensivos, como por exemplo, diurético69; vasodilatadores periféricos ou inibidores da enzima70 conversora de angiotensina (IECAs).
·    Angina28 do peito10: para profilaxia a longo  prazo. A nitroglicerina deve ser usada, se necessário, para alívio das  crises agudas.
·    Hipertireoidismo42 (como medicação coadjuvante41).
·    Distúrbios cardíacos funcionais com palpitação39.
·    Prevenção da enxaqueca40.

Contra-Indicações de Lopressor

Hipersensibilidade ao metoprolol e derivados relacionados, a qualquer um dos excipientes ou a  outros betabloqueadores (pode ocorrer sensibilidade cruzada entre betabloqueadores).Bloqueio atrioventricular de graus secundário ou terciário.
Insuficiência cardíaca71 descompensada.
Bradicardia72 sinusal clinicamente relevante (freqüência cardíaca menor  que 45 a 50 batimentos por minuto).
Doença do nó sinusal73.
Distúrbios circulatórios arteriais periféricos graves.
Choque74 cardiogênico
Feocromocitoma75 não tratado.
Hipotensão76.
Asma18 brônquica grave ou história de broncoespasmo77  grave.
O uso de LOPRESSOR está contra-indicado  em pacientes com infarto do miocárdio34  com freqüência cardíaca menor  que 45 a 50 batimentos/minuto, intervalo P-R maior  que 0,24 segundos,  pressão sistólica78 menor  que 100 mmHg e/ou insuficiência cardíaca71 grave.

Precauções e Advertências de Lopressor

Como regra geral, não se deve administrar betabloqueadores a pacientes com doença broncoespástica. No entanto, em função de sua relativa cardiosseletividade, LOPRESSOR oral pode ser administrado com cautela a pacientes com doença broncoespástica de intensidade  leve a moderada, que não respondam ou não tolerem outros tratamentos adequados. Uma vez que a seletividade por receptores b1 não é absoluta, um agonista23 b2 deve ser administrado concomitantemente e deve-se usar a menor dose possível de LOPRESSOR.
LOPRESSOR deve ser usado com cautela em pacientes com diabetes mellitus79, especialmente  nos que  recebem insulina43 ou agentes hipoglicemiantes orais80 (veja Interações medicamentosas). Os pacientes diabéticos devem ser alertados de que os betabloqueadores podem mascarar a taquicardia30 que ocorre com a hipoglicemia81; porém, outras manifestações de hipoglicemia81 como vertigens82 e sudorese83 podem não ser significativamente suprimidas e a sudorese83 pode ser aumentada.
Os betabloqueadores não devem ser usados em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva84  não tratada (veja Contra-indicações). Esta condição deve primeiro ser estabilizada.
Em função de seu efeito negativo na condução atrioventricular, os betabloqueadores devem ser administrados somente com cautela em pacientes com bloqueio atrioventricular de primeiro grau.
Se o paciente desenvolver aumento da bradicardia72 (freqüência cardíaca menor  que 50 a 55 batimentos por minuto), a dose deve ser gradualmente reduzida ou o tratamento gradualmente descontinuado (veja Contra-indicações).
LOPRESSOR deve ser usado com cautela em pacientes com distúrbios circulatórios arteriais periféricos (por exemplo, doença ou fenômeno de Raynaud85, claudicação intermitente86), pois o tratamento com betabloqueadores pode agravar tais condições).
Em pacientes que tem, ou suspeita de terem feocromocitoma75, LOPRESSOR deve sempre ser administrado em  associação com um a-bloqueador (veja Contra-indicações).
LOPRESSOR passa por um  extenso metabolismo44 de primeira passagem e é eliminado principalmente via metabolismo44 hepático (veja Propriedades farmacocinéticas). Portanto, a cirrose59 hepática60 pode aumentar a biodisponibilidade sistêmica de LOPRESSOR e reduzir seu clearance total, levando ao aumento da concentração plasmática.
Pacientes idosos devem ser tratados com  cautela. Um decréscimo excessivo na pressão arterial25 ou na freqüência de pulso pode reduzir o suprimento de sangue87 aos órgãos vitais  a níveis inadequados.
Se  o paciente em tratamento com LOPRESSOR necessitar de anestesia88 geral, o anestesista deve ser informado de que o paciente está recebendo um betabloqueador. Um agente anestésico com o  menor efeito cardiodepressor possível deve ser utilizado. Se for extremamente necessária a interrupção da terapia com betabloqueador, isso deve ser feito gradualmente e  se completar  cerca de 48 horas antes da anestesia88 geral.
O tratamento com LOPRESSOR não deve ser interrompido repentinamente,  sobretudo em pacientes com doença cardíaca isquêmica. Para prevenir a exacerbação de angina28 pectoris, a dosagem deve ser reduzida gradualmente em 1 a 3 semanas e, se necessário, terapia de substituição deve ser iniciada ao mesmo tempo.
Reações anafiláticas89 precipitadas por outros agentes podem ser particularmente graves em pacientes que recebem betabloqueadores e podem ser resistentes a doses normais de adrenalina90. Sempre que possível, deve-se evitar o uso de betabloqueadores em pacientes que  apresentam risco aumentado  de anafilaxia91.
Em pacientes com angina28 de Prinzmetal (angina28 do peito10 variante), os betabloqueadores podem aumentar o número e a duração das crises de angina28. Bloqueadores de receptor b1 relativamente seletivos, como LOPRESSOR, podem ser utilizados nesses pacientes, mas somente com a máxima cautela.
Os betabloqueadores mascaram alguns dos sintomas92 clínicos de tireotoxicose. Portanto, quando LOPRESSOR for administrado a pacientes que têm tireotoxicose ou são suspeitos de desenvolvê-la, , ambas as funções, tireoidiana e cardíaca, devem ser monitorizadas cuidadosamente.
A síndrome93 oculomucocutânea total, como descrita  com o uso de practolol, não  foi relatada com LOPRESSOR. No entanto, parte dessa síndrome93 (olhos12 secos isoladamente ou , ocasionalmente, com rash94 cutâneo95) tem ocorrido. Na maioria dos casos, os sintomas92 revertem quando o tratamento com LOPRESSOR é suspenso. Os pacientes devem ser cuidadosamente observados em relação a efeitos oculares potenciais. Se esse efeitos ocorrerem, deve-se considerar a descontinuação do tratamento.

Interações com Outros Medicamentos e Outras Formas de Interação de Lopressor

Os efeitos de LOPRESSOR e outros anti-hipertensivos sobre a pressão arterial25 são  normalmente aditivos. Pacientes recebendo tratamento concomitante com fármacos depletivos de catecolaminas, outros betabloqueadores (incluindo gotas oftálmicas), ou inibidores da MAO96, devem ser cuidadosamente monitorizados.Prazosin - a hipotensão76 postural aguda que pode ocorrer após a primeira dose de prazosin pode aumentar em pacientes que já tomam um betabloqueador.
Clonidina - se o paciente é tratado com clonidina e LOPRESSOR concomitantemente, e o tratamento com clonidina vai ser descontinuado, o uso de LOPRESSOR deve ser suspenso por vários dias antes que a clonidina seja retirada. Isto porque a hipertensão52 que pode ocorrer após a retirada da clonidina pode ser aumentada em pacientes que recebem tratamento concomitante com betabloqueadores.
Bloqueadores de canal de cálcio - bloqueadores de canal de cálcio, como verapamil e diltiazem podem potencializar o efeito depressivo dos betabloqueadores sobre a pressão arterial25, freqüência cardíaca, contratilidade cardíaca e condução atrioventricular. Um bloqueador de canal de cálcio tipo verapamil (fenilalquilamina) não deve ser administrado por via intravenosa a paciente recebendo LOPRESSOR porque existe risco de parada cardíaca nesta situação. Pacientes tomando bloqueador de canal de cálcio tipo verapamil associado ao LOPRESSOR devem ser cuidadosamente monitorizados.
Antiarrítmicos classe I e amiodarona - amiodarona, propafenona e outros agentes antiarrítmicos classe I  como quinidina e disopiramida podem potencializar os efeitos de betabloqueadores sobre a freqüência cardíaca e a condução atrioventricular.
Nitroglicerina - pode aumentar o efeito hipotensivo de LOPRESSOR.
Glicosídeos digitálicos - o uso concomitante de glicosídeos digitálicos pode resultar em bradicardia72 excessiva e/ou aumento do tempo de condução atrioventricular.
Simpatomiméticos - a adrenalina90 e outros agentes simpatomiméticos (por ex. em gotas oftálmicas e nasais ou antitussígenos) podem, provocar reações hipertensivas quando usadas concomitantemente com betabloqueadores; entretanto, isto é menos provável com doses terapêuticas de  fármacos b1, seletivos que com betabloqueadores não-seletivos.
Insulina43 e hipoglicemiantes orais80 - em pacientes diabéticos que usam insulina43, o tratamento com betabloqueadores pode estar associado com o  aumento ou com a hipoglicemia81 prolongada. Betabloqueadores podem também antagonizar o efeito hipoglicemiante97 das sulfoniluréias98. O risco de efeitos é menor com betabloqueadores seletivos como LOPRESSOR que com betabloqueadores não-seletivos. Entretanto, pacientes diabéticos recebendo LOPRESSOR devem ser monitorizados para assegurar que o controle da diabetes8 está mantido (veja também Precauções e Advertências).
Antiinflamatórios não-esteróides (AINES) - o tratamento concomitante com AINES como indometacina pode diminuir o efeito anti-hipertensivo do metoprolol.
Lidocaína - o metoprolol pode reduzir o clearance da lidocaína, levando a um aumento dos efeitos da lidocaína.
Anestésicos gerais - alguns anestésicos de inalação podem aumentar o efeito cardiodepressivo dos betabloqueadores (veja Advertências e Precauções).
Indutores / Inibidores de enzima70 hepática60 - podem afetar as concentrações plasmáticas de metoprolol. Por exemplo, a circulação15 plasmática de metoprolol é reduzida pela rifampicina e pode ser elevada pela cimetidina.
Álcool - o metoprolol pode alterar os parâmetros farmacocinéticos do álcool.

Gravidez2 e Lactação51 de Lopressor

Como regra geral, não se deve usar nenhuma medicação nos primeiros 3 meses de gestação e o potencial de risco /benefício do tratamento deve ser cuidadosamente considerado durante a gravidez2.
A experiência de LOPRESSOR nos primeiros 3 meses de gestação é limitada, mas nenhuma má formação fetal atribuível a LOPRESSOR  foi relatada. Porém, os betabloqueadores podem reduzir a perfusão placentária. A menor dose possível deve ser usada e o tratamento deve ser descontinuado no mínimo 2 a 3 dias antes do parto para evitar o aumento da contratilidade uterina e efeitos betabloqueadores no feto99 (por exemplo, bradicardia72, hipoglicemia81).
Pequenas quantidades de LOPRESSOR são secretadas no leite materno: com doses terapêuticas, um lactente100 que consuma 1 L de leite por dia, receberia uma dose  menor que 1 mg de LOPRESSOR. Todavia,  lactentes101 devem ser cuidadosamente observados em relação aos  efeitos betabloqueadores.

Efeitos Sobre a Capacidade de Dirigir Veículos e Operar Máquinas de Lopressor

LOPRESSOR pode causar vertigens82, cansaço e distúrbios visuais (veja Reações adversas), e, portanto, pode afetar adversamente a capacidade do paciente para dirigir veículos ou operar máquinas.

Reações Adversas de Lopressor

Estimativa de freqüência: muito comuns ³ 10%, comuns ³ 1% e < 10%; incomuns ³0,1% e < 1%; raras ³ 0,01% e < 0,1%; muito raras < 0,01%.
Sistema nervoso central102 e periférico
·     Comuns: fadiga103, vertigens82, cefaléia104.
·    Raras: parestesia105, cãibras musculares.
Sistema cardiovascular106
·     Comuns: bradicardia72, hipotensão76 postural (ocasionalmente com síncope107).
·    Raras: insuficiência cardíaca71, arritmias37 cardíacas, edema108, palpitação39, fenômeno de Raynaud85, dor precordial109, gangrena110 em pacientes com distúrbios ciculatórios periféricos graves pré-existentes.
·    Muito raras: distúrbios de condução cardíaca.
Psíquicas
Raras: depressão, decréscimo do alerta mental, sonolência ou insônia, pesadelos.
Muito raras: distúrbios de personalidade, alucinações111.
Trato gastrintestinal
Comuns: náuseas112 e vômitos5, dor abdominal.
Raras: diarréia113 ou constipação114.
Muito raras: boca115 seca, anormalidades nos testes de função hepática60, hepatite116.
Pele117 e anexos118
Raras: rash94 cutâneo95 (na forma de urticária119, lesões120 cutâneas121 psoriaseformes e distróficas).
Muito raras: fotossensibilidade, aumento da sudorese83, perda de cabelos, piora da psoríase122).
Trato respiratório
Comuns: dispnéia123 de exercício.
Raras: broncoespasmo77 (que pode ocorrer em pacientes sem história de doença pulmonar obstrutiva).
Muito rara: rinite124.
Sistema urogenital125
Muito raras: distúrbios da potência e da libido126, doença de Peyronie (a relação com LOPRESSOR não está definitivamente estabelecida).
Órgãos dos sentidosMuito raras: distúrbios da visão127, olhos12 secos e/ou irritados, zumbido e, em doses excessivas às recomendadas, dificuldade auditiva.Sistema endócrino128 e metabolismo44
Muito rara: ganho ponderal129.
Sangue87
Muito rara: trombocitopenia130.
Outros sistemas e órgãos
Muito raras: artrite131, fibrose132 retroperitoneal133 (a relação com LOPRESSOR não está definitivamente estabelecida).

Posologia e Modo de Administração de Lopressor

Os comprimidos devem ser ingeridos com o auxílio de um líquido sem mastigar.Distúrbios do ritmo cardíaco
100 a 150 mg / dia administrados em 2 ou 3 doses divididas; se necessário, a dose diária pode ser aumentada para 300 mg.
Infarto do miocárdio34
A dose recomendada pode ser reduzida dependendo do estado hemodinâmico do paciente.
Tratamento de manutenção - a dose oral de manutenção é de 200 mg / dia, administrados em 2 doses divididas. O tratamento deve continuar por no mínimo 3 meses.
Hipertensão52
100 a 200 mg / dia, administrados tanto como dose única pela manhã  ou em 2 doses divididas (manhã e noite). Se necessário, pode-se prescrever adicionalmente outro anti-hipertensivo (veja "Indicações").
Angina28 do peito10
100 a 200 mg / dia, administrados em 2 doses divididas; se necessário, a dose diária pode ser aumentada para 400 mg.
Hipertireoidismo42
150 a 200 mg (pode ser aumentada até 400 mg) por dia, administrados em 3 a 4 doses divididas
Distúrbios da função cardíaca com palpitação39; prevenção da enxaqueca40
100 mg / dia, administrados em dose única pela manhã; se necessário, a dose diária pode ser aumentada para 200 mg, administrados em 2 doses divididas (manhã e noite).
Crianças
A segurança e a eficácia de LOPRESSOR não estão estabelecidas em crianças.

Superdosagem de Lopressor

Sinais134 e sintomas92
A intoxicação em função de superdosagem de LOPRESSOR pode levar a hipotensão76 grave, bradicardia72 sinusal, bloqueio atrioventricular, insuficiência cardíaca71, choque74 cardiogênico, parada cardíaca, broncoespasmo77, perda da consciência (ou mesmo, coma135), convulsões, náuseas112, vômitos5 e cianose136.
A ingestão concomitante de álcool, anti-hipertensivos, quinidina ou barbituratos, agravam estes sinais134 e sintomas92.
As primeiras manifestações de superdosagem aparecem entre  20 minutos e 2 horas após a ingestão de LOPRESSOR. Os efeitos de uma superdosagem maciça podem persistir por muitos dias, independentemente do declínio das concentrações plasmáticas.
Tratamento
Os pacientes devem ser hospitalizados e, geralmente, devem ser tratados em unidade de terapia intensiva137, com monitorização contínua da função cardíaca, gases sangüíneos e bioquímica sangüínea. Medidas de suporte de emergência138, tais como ventilação139 artificial ou marca-passo33 cardíaco, devem ser instituídas quando apropriadas. Mesmo os pacientes que ingeriram uma pequena superdosagem, e que estejam aparentemente bem, devem ser cuidadosamente observados em relação aos sinais134 de intoxicação por no mínimo 4 horas.
Em  caso de superdosagem com risco de vida potencial, induzir o vômito140 ou realizar lavagem gástrica141 (se estiver dentro das 4 horas após a ingestão de LOPRESSOR) e/ou administrar carvão ativado para retirar  o fármaco142 do trato gastrintestinal . É improvável que a hemodiálise143 seja útil para a eliminação do  metoprolol.
Pode-se administrar atropina endovenosa para controlar a bradicardia72 significativa. Deve-se utilizar b-agonistas, tais como prenalterol ou isoprenalina, por via  endovenosa, para tratar a bradicardia72 e a hipotensão76; podem ser necessárias altas dosagem para reverter o efeito betabloqueador. Pode-se administrar dopamina144, dobutamina ou noradrenalina145 para manter a pressão arterial25. O glucagon146 tem efeitos inotrópico e cronotrópico positivos sobre o coração21, que são independentes dos receptores b-adrenérgicos20, e têm sido eficazes no tratamento de hipotensão76 resistente e insuficiência cardíaca71 associadas com superdosagem de betabloqueadores.
O diazepam é a droga de escolha para o controle das  convulsões. Um b2-agonista23 ou aminofilina pode ser administrado para reverter o broncoespasmo77; os pacientes devem ser monitorizados para  evidenciar arritmias37 cardíacas durante a administração de broncodilatadores147.
O fenômeno de retirada do betabloqueador pode ocorrer após a superdosagem. (veja Precauções e Advertências).

18.09.96

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

LOPRESSOR - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/

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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
4 Cabeça:
5 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
6 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
7 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
8 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
9 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
10 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
11 Ardor: 1. Calor forte, intenso. 2. Mesmo que ardência. 3. Qualidade daquilo que fulge, que brilha. 4. Amor intenso, desejo concupiscente, paixão.
12 Olhos:
13 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
14 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
15 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
16 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
17 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
18 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
19 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
20 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
21 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
22 Brônquios: A maior passagem que leva ar aos pulmões originando-se na bifurcação terminal da traquéia. Sinônimos: Bronquíolos
23 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
24 Débito cardíaco: Quantidade de sangue bombeada pelo coração para a aorta a cada minuto.
25 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
26 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
27 Resistência periférica: A resistência periférica é a dificuldade que o sangue encontra em passar pela rede de vasos sanguíneos. Ela é representada pela vasocontratilidade da rede arteriolar especificamente, sendo este fator importante na regulação da pressão arterial diastólica. A resistência é dependente das fibras musculares na camada média dos vasos, dos esfíncteres pré-capilares e de substâncias reguladoras da pressão como a angiotensina e a catecolamina.
28 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
29 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
30 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
31 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
32 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
33 Marca-passo: Dispositivo implantado no peito ou no abdômen com o por objetivo de regular os batimentos cardíacos.
34 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
35 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
36 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
37 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
38 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
39 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
40 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
41 Coadjuvante: Que ou o que coadjuva, auxilia ou concorre para um objetivo comum.
42 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
43 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
44 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
45 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
46 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
47 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
48 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
49 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
50 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
51 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
52 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
53 Líquor: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
54 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
55 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
56 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
57 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
58 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
59 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
60 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
61 Anastomose: 1. Na anatomia geral, é a comunicação natural direta ou indireta entre dois vasos sanguíneos, entre dois canais da mesma natureza, entre dois nervos ou entre duas fibras musculares. 2. Na anatomia botânica, é a união total ou parcial de duas estruturas como vasos, ramos, raízes. 3. Formação cirúrgica de uma passagem entre duas estruturas tubulares ou ocas ou também é a junção ou ligação patológica entre dois espaços ou órgãos normalmente separados.
62 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
63 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
64 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
65 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
66 Células somáticas: As células somáticas são quaisquer células dos organismos multicelulares que não estejam diretamente envolvidas na reprodução, tais como as células epiteliais. São células cujo núcleo se divide apenas por mitose, ao contrário das células germinativas, que podem sofrer meiose, para formar os gametas.
67 Células germinais: São as células responsáveis pela reprodução sexuada e contêm metade do número total de cromossomos de uma espécie. Os espermatozoides (homem) e os ovócitos (mulher) são células germinativas.
68 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
69 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
70 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
71 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
72 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
73 Nó sinusal: Pequena massa de fibras musculares cardíacas modificadas, localizada na junção da VEIA CAVA SUPERIOR com o átrio direito. Os impulsos da contração provavelmente começam neste nó, propagam-se pelo átrio (ÁTRIO CARDÍACO) sendo então transmitidos pelo feixe de His (FEIXE ATRIOVENTRICULAR) para o ventrículo (VENTRÍCULO CARDÍACO).
74 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
75 Feocromocitoma: São tumores originários das células cromafins do eixo simpático-adrenomedular, caracterizados pela autonomia na produção de catecolaminas, mais freqüentemente adrenalina e/ou noradrenalina. A hipertensão arterial é a manifestação clínica mais comum, acometendo mais de 90% dos pacientes, geralmente resistente ao tratamento anti-hipertensivo convencional, mas podendo responder a bloqueadores alfa-adrenérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio e nitroprussiato de sódio. A tríade clássica do feocromocitoma, associado à hipertensão arterial, é composta por cefaléia, sudorese intensa e palpitações.
76 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
77 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
78 Pressão sistólica: É a pressão mais elevada (pico) verificada nas artérias durante a fase de sístole do ciclo cardíaco. É também chamada de pressão máxima.
79 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
80 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
81 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
82 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
83 Sudorese: Suor excessivo
84 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
85 Fenômeno de Raynaud: O fenômeno de Raynaud (ou Raynaud secundário) ocorre subsequentemente a um grande grupo de doenças, como artrite, vasculite, esclerodermia, dentre outras. Esta forma de Raynaud pode progredir para necrose e gangrena dos dedos.
86 Claudicação intermitente: Dor que aparece e desaparece nos músculos da perna. Esta dor resulta de uma falta de suprimento sanguíneo nas pernas e geralmente acontece quando a pessoa está caminhando ou se exercitando.
87 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
88 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
89 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
90 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
91 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
92 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
93 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
94 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
95 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
96 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
97 Hipoglicemiante: Medicamento que contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
98 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
99 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
100 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
101 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
102 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
103 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
104 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
105 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
106 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
107 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
108 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
109 Precordial: Relativo ao ou próprio do precórdio, que é a região acima do estômago ou do coração, especialmente a região torácica anterior esquerda; anticárdio, fossa epigástrica.
110 Gangrena: Morte de um tecido do organismo. Na maioria dos casos é causada por ausência de fluxo sangüíneo ou infecção. Pode levar à amputação do local acometido.
111 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
112 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
113 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
114 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
115 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
116 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
117 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
118 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
119 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
120 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
121 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
122 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
123 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
124 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
125 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
126 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
127 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
128 Sistema Endócrino: Sistema de glândulas que liberam sua secreção (hormônios) diretamente no sistema circulatório. Em adição às GLÂNDULAS ENDÓCRINAS, o SISTEMA CROMAFIM e os SISTEMAS NEUROSSECRETORES estão inclusos.
129 Ponderal: Relativo a peso, equilíbrio. Exemplos: Perda ponderal = perda de peso, emagrecimento. Ganho ponderal = ganho de peso.
130 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
131 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
132 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
133 Retroperitoneal: Área que ocupa a região mais posterior da CAVIDADE ABDOMINAL. Esta área limita-se lateralmente pelas bordas dos músculos quadrados lombares e se estende do DIAFRAGMA à borda da PELVE verdadeira, continuando então como espaço extraperitoneal pélvico.
134 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
135 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
136 Cianose: Coloração azulada da pele e mucosas. Pode significar uma falta de oxigenação nos tecidos.
137 Terapia intensiva: Tratamento para diabetes no qual os níveis de glicose são mantidos o mais próximo do normal possível através de injeções freqüentes ou uso de bomba de insulina, planejamento das refeições, ajuste em medicamentos hipoglicemiantes e exercícios baseados nos resultados de testes de glicose além de contatos freqüentes entre o diabético e o profissional de saúde.
138 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
139 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
140 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
141 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
142 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
143 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
144 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
145 Noradrenalina: Mediador químico do grupo das catecolaminas, liberado pelas fibras nervosas simpáticas, precursor da adrenalina na parte interna das cápsulas das glândulas suprarrenais.
146 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
147 Broncodilatadores: São substâncias farmacologicamente ativas que promovem a dilatação dos brônquios.

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