GANCICLOVIR SÓDICO

EUROFARMA

Atualizado em 26/04/2017

GANCICLOVIR SÓDICO


Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999


Pó liófilo para solução injetável

Forma Farmacêutica e Apresentações de Ganciclovir Sódico

Pó liófilo injetável: embalagens contendo 50 frascos-ampola com 500 mg de ganciclovir sódico acompanhados de 50 ampolas de solução diluente com 10 mL.

USO ADULTO

Uso Intravenoso por Infusão

Composição de Ganciclovir Sódico

Cada frasco-ampola contém:

ganciclovir * ......................................................................................................... 500 mg

Excipiente q.s.p. ....................................................................................... 1 frasco-ampola

Excipiente: hidróxido de sódio.

* Equivalente a 546 mg de ganciclovir sódico, após reconstituição.


Cada ampola de solução diluente contém:

Água para injeção1.............................................................................................. 10 mL


- INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Cuidados de armazenamento

Conservar em temperatura ambiente (entre 15°C a 30°C). Proteger da luz.

A solução reconstituída no frasco é estável à temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C) por 12 horas. Não deve ser refrigerada.


Prazo de validade

Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade de ganciclovir sódico é de 24 meses, contados a partir da data de fabricação impressa em sua embalagem externa.


NÃO USE MEDICAMENTOS COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

Cuidados de administração

Para a reconstituição de ganciclovir sódico pó liófilo injeta-se 10 mL de água para injeção1 dentro do frasco. O frasco deve ser agitado para dissolver o medicamento.

A solução reconstituída deve ser inspecionada quanto à presença de partículas antes de se proceder à preparação final. A solução reconstituída no frasco é estável à temperatura ambiente por 12 horas. Após este prazo, despreze qualquer solução não utilizada.


TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DE CRIANÇAS.

Informações Técnicas de Ganciclovir Sódico

Características de Ganciclovir Sódico

O ganciclovir sódico é uma droga antiviral, ativa contra o citomegalovírus2. O pó liofilizado3, estéril, após reconstituição, destina-se à administração intravenosa somente. O nome químico do ganciclovir é 9-(1,3-dihidroxi-2-propoximetil) guanina. O ganciclovir tem sido referido, também, como DHPG.

O ganciclovir sódico é preparado como um pó liofilizado3 estéril com uma solubilidade em água excedendo 100 mg/mL. A reconstituição recomendada com 10 mL de água para injeção1 proporciona uma solução alcalina (pH aproximadamente 12). Posterior diluição em uma solução intravenosa apropriada deve ser feita antes da infusão (vide “Posologia e Administração”).

Farmacologia4

O ganciclovir é um nucleosídeo sintético análogo da 2’-desoxiguanina, a qual inibe a replicação dos herpes vírus5, tanto in vitro como in vivo. Entre os vírus5 humanos sensíveis ao ganciclovir incluem os citomegalovírus2 (CMV), os vírus5 herpes simples 1 e 2 (HSV-1, HSV-2), o herpes vírus5 humano tipo 6, o vírus5 de Epstein-Barr (EBV) e o vírus5 da Varicela6 Zoster7 (VZV). Os estudos clínicos têm se limitado à avaliação da eficácia na infecção8 por citomegalovírus2.

Nas células9 infectadas o ganciclovir é inicialmente fosforilado a ganciclovir monofosfato. Depois de ocorrer a fosforilação diversas quinases celulares produzem o ganciclovir trifosfato. Em células9 infectadas pelo CMV existe um alto nível de quinases celulares e ganciclovir trifosfato quando comparadas a células9 não infectadas. Portanto, existe uma fosforilação preferencial do ganciclovir em células9 infectadas pelo vírus5. Nessas células9 infectadas pelo vírus5, o ganciclovir trifosfato é metabolizado lentamente, com 60-70% permanecendo intracelular depois de 18 horas da remoção do ganciclovir do fluido extracelular.

Acredita-se que a atividade antiviral do ganciclovir é o resultado da inibição da síntese do DNA viral por dois meios conhecidos: (1) inibição competitiva da incorporação da desoxiguanosina trifosfato (DGTP) ao DNA pela DNA polimerase e (2) a incorporação do ganciclovir trifosfato ao DNA viral causa um subseqüente término ou alongamento muito limitado do DNA viral.

A possibilidade de resistência viral deve ser considerada em pacientes que demonstrem pouca resposta clínica ou excreção viral persistente.


Farmacocinética

Absorção

Após uma hora de infusão intravenosa de 5mg/kg de ganciclovir, a área sob a curva de concentração em relação ao tempo (AUC) total variou entre 22,1 ± 3,2 mg.h/mL (n = 16) e 26,8 ± 6,1 mg.h/mL (n = 16) e Cmáx oscilou entre 8,27 ± 1,02 mg.h/mL e 9,0 ± 1,4 mg.h/mL (n = 16).


Distribuição

O volume de distribuição de ganciclovir após administração intravenosa foi estimado em 0,74 ± 0,15 l/kg (n = 98). Concentrações no líquido cefalorraquidiano10 obtido 0,25 - 5,67 horas depois da dose em 3 pacientes que receberam 2,5 mg/kg de ganciclovir por via intravenosa a cada 8 ou 12 horas variaram de 0,31 a 0,68 mg/mL representando 24 - 70% da concentração plasmática. A percentagem de ganciclovir ligado a proteínas11 plasmáticas foi entre 1-2% sobre uma concentração de 0,5 e 51 mg/mL.


Metabolismo12 e eliminação

Quando administrado por via intravenosa o ganciclovir exibe uma farmacocinética linear estendendo-se de 1,6 - 5,0 mg/kg.

A excreção renal13 da droga inalterada, por filtração glomerular e secreção tubular, é a maior via de eliminação do ganciclovir e em pacientes com função renal13 normal, mais de 90% do ganciclovir administrado foi recuperado não metabolizado na urina14. O clearance sistêmico15 do ganciclovir por via intravenosa foi de 3,52 ± 0,80 mL/min/kg (n = 98) enquanto o clearance renal13 foi de 3,2 ± 0,8 mL/min/kg (n = 47), representando 91 ± 11% do clearance sistêmico15 (n = 47). A meia-vida foi de 3,5 ± 0,9 horas (n = 98).


Farmacocinética em situações especiais

  • Disfunção renal13: a farmacocinética do ganciclovir por via intravenosa foi avaliada em 10 pacientes imunocomprometidos com disfunção renal13 que receberam doses de 1,25 – 5 mg/kg.

  • Em estudos de pacientes com disfunção renal13 grave, a hemodiálise16 reduziu os níveis plasmáticos da droga em aproximadamente 50%.

  • Idosos: não existem dados disponíveis para adultos com mais de 65 anos.

  • Crianças: a farmacocinética do ganciclovir foi também estudada em 10 crianças, com idades de 9 meses a 12 anos. As características farmacocinéticas do ganciclovir foram as mesmas após dose única ou múltipla (a cada 12 horas) de administração intravenosa (5mg/kg). O volume de distribuição foi de 0,64 ± 0,22 l/kg, o Cmáx foi de 7,9 ± 3,9 g/mL, o clearance sistêmico15 foi de 4,7 ± 2,2 mL/min/kg e o t1/2 foi de 2,4 ± 0,7 horas.


- INDICAÇÕES

Ganciclovir sódico é indicado na prevenção e tratamento de infecções17 por citomegalovírus2 (CMV) em pacientes imunodeprimidos e para a prevenção de doença por CMV em pacientes receptores de transplante.


Contra-Indicações de Ganciclovir Sódico

ESTE MEDICAMENTO ESTÁ CONTRA-INDICADO A PACIENTES COM HIPERSENSIBILIDADE AO GANCICLOVIR OU ACICLOVIR18 E/OU DEMAIS COMPONENTES DA FORMULAÇÃO.


Precauções e Advertências de Ganciclovir Sódico

FORAM OBSERVADAS EM PACIENTES TRATADOS COM GANCICLOVIR SÓDICO: NEUTROPENIA19, ANEMIA20 E TROMBOCITOPENIA21.

A TERAPIA COM GANCICLOVIR SÓDICO NÃO DEVE SER INICIADA SE A CONTAGEM ABSOLUTA DE NEUTRÓFILOS22 FOR INFERIOR A 500 CÉLULAS9/ML OU A CONTAGEM DE PLAQUETAS23 FOR INFERIOR A 25.000 CÉLULAS9/ML.

USO DURANTE A GRAVIDEZ24 E LACTAÇÃO25

GANCICLOVIR SÓDICO DEVE SER USADO DURANTE A GRAVIDEZ24 APENAS SE OS BENEFÍCIOS JUSTIFICAREM OS RISCOS POTENCIAIS PARA O FETO26.

MULHERES EM IDADE FÉRTIL DEVEM SER ORIENTADAS QUANTO A UTILIZAÇÃO EFETIVA DE ALGUM MÉTODO ANTICONCEPCIONAL DURANTE O TRATAMENTO. PACIENTES DO SEXO MASCULINO DEVEM SER ORIENTADOS PARA A UTILIZAÇÃ O DE UM MÉTODO ANTICONCEPCIONAL DE BARREIRA DURANTE O TRATAMENTO, PELO MENOS ATÉ 90 DIAS APÓS O TÉRMINO DO TRATAMENTO COM GANCICLOVIR SÓDICO.

NÃO SE SABE SE GANCICLOVIR SÓDICO É EXCRETADO NO LEITE MATERNO. COMO A MAIORIA DOS MEDICAMENTOS, GANCICLOVIR SÓDICO NÃO DEVE SER ADMINISTRADO DURANTE A LACTAÇÃO25. DESCONHECE-SE O INTERVALO MÍNIMO PARA AMAMENTAÇÃO27 SEGURA APÓS A ÚLTIMA DOSE DE GANCICLOVIR SÓDICO.


USO EM PORTADORES DE INSUFICIÊNCIA HEPÁTICA28 E/OU RENAL13

SE A FUNÇÃ O RENAL13 ESTIVER PREJUDICADA, RECOMENDA-SE UM AJUSTE DE DOSE BASEADO NO CLEARANCE DE CREATININA29 (VIDE “POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO”).


CARCINOGÊNESE, MUTAGÊNESE E PREJUÍZO DA FERTILIDADE

EM TESTES PRÉ-CLÍNICOS GANCICLOVIR SÓDICO CAUSOU MUTAGENICIDADE, TERATOGENICIDADE E CARCINOGENICIDADE. DEVE SER CONSIDERADO, PORTANTO, UM POTENCIAL TERATOGÊNICO30 E CARCINOGÊNICO EM HUMANOS.


EFEITOS SOBRE A HABILIDADE DE DIRIGIR VEÍCULOS E/OU OPERAR MÁQUINAS

PODEM OCORRER CONVULSÕES, SONOLÊNCIA, TONTURAS31, ATAXIA32 E/OU CONFUSÃO EM PACIENTES RECEBENDO GANCICLOVIR SÓDICO.

SE OCORREREM, TAIS EFEITOS PODERÃO ALTERAR TAREFAS QUE NECESSITEM DE CONCENTRAÇÃO INCLUINDO HABILIDADE PARA DIRIGIR VEÍCULOS E/OU OPERAR MÁQUINAS.


Interações Medicamentosas de Ganciclovir Sódico

A ADESÃO DO GANCICLOVIR SÓDICO A PROTE ÍNAS PLASMÁTICAS É DE APENAS 1 A 2%, INTERAÇÕES DE DROGAS ENVOLVENDO REPOSIÇÃO DE SÍTIOS DE ADESÃO NÃO SÃO ESPERADAS.

PROBENECIDA: PODE AUMENTAR A CONCENTRAÇÃO SÉRICA DE GANCICLOVIR SÓDICO.


ZIDOVUDINA: A AUC DE ZIDOVUDINA PODE AUMENTAR QUANDO ADMINISTRADA JUNTO COM O GANCICLOVIR SÓDICO (APRO XIMADAMENTE 19%) E A AUC DO GANCICLOVIR SÓDICO PODE DIMINUIR (APRO XIMADAMENTE 17%) QUANDO ADMINISTRADO JUNTO COM ZIDOVUDINA. TANTO ZIDOVUDINA, COMO O GANCICLOVIR SÓDICO PODEM CAUSAR GRANULOCITOPENIA (NEUTROPENIA19) E ANEMIA20. DEVEM-SE MONITORAR ESSES EFEITOS.


DIDANOSINA: - REGIME DE INDUÇÃO: AUMENTO DA AUC DA DIDANOSINA (CERCA DE 70%). DEVE-SE CONTROLAR RIGOROSAMENTE OS EFEITOS ADVERSOS RELATADOS PARA DIDANOSINA. -REGIME DE MANUTENÇÃO: AUMENTO DA AUC DA DIDANOSINA (CERCA DE 50%). EXISTE UMA DIMINUIÇÃO DA AUC DO GANCICLOVIR SÓDICO (APROXIMADAMENTE 20%) QUANDO DIDANOSINA É ADMINISTRADA 2 HORAS ANTES DA ADMINISTRAÇÃO DO GANCICLOVIR SÓDICO, MAS NÃO EXISTE EFEITO NO GANCICLOVIR SÓDICO QUANDO AS DUAS DROGAS SÃO DADAS AO MESMO TEMPO.


IMIPENEM-CILASTATINA: CONVULSÕES GENERALIZADAS FORAM RELATADAS EM PACIENTES QUE RECEBERAM IMIPENEM-CILASTATINA E GANCICLOVIR SÓDICO. ESSAS DROGAS NÃO DEVEM SER UTILIZADAS CONCOMITANTEMENTE A MENOS QUE OS BENEFÍCIOS POTENCIAIS SOBREPONHAM-SE AOS RISCOS. PODE HAVER AUMENTO DE TOXICIDADE33 COM OUTRAS DROGAS MIELOSSUPRESSORAS OU ASSOCIADA À DISFUNÇÃO RENAL13.


MICOFENOLATO: BASEADO NOS RESULTADOS DE ADMINISTRAÇÃO DE DOSE ÚNICA NAS DOSES RECOMENDADAS DE GANCICLOVIR SÓDICO ORAL E POR VIA INTRAVENOSA E MICOFENOLATO E OS EFEITOS CONHECIDOS DA DISFUNÇÃO RENAL13 NA FARMACOCINÉTICA DO GANCICLOVIR SÓDICO (VIDE “FARMACOCINÉTICA”, “POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO”, E “PRECAUÇÕES E ADVERTÊNCIAS”) E MICOFENOLATO, A CO-ADMINISTRAÇÃO DESSES AGENTES (QUE COMPETE PELO MECANISMO DE SECREÇÃO TUBULAR RENAL13) RESULTARÁ NUM AUMENTO DA CONCENTRAÇÃO DE GANCICLOVIR SÓDICO E MPAG (METAB ÓLITO INATIVO DO MICOFENOLATO). EM PACIENTES COM DISFUNÇÃO RENAL13 QUE RECEBEM GANCICLOVIR SÓDICO E MICOFENOLATO, A DOSE RECOMENDADA PARA O GANCICLOVIR SÓDICO DEVE SER OBSERVADA E OS PACIENTES CUIDADOSAMENTE MONITORADOS. NENHUMA ALTERAÇÃO SUBSTANCIAL NA FARMACOCINÉTICA DO MPA (METABÓLITO34 ATIVO DO MICOFENOLATO ) É ANTECIPADA E NÃO HÁ NECESSIDADE DE AJUSTE DE DOSE.


Reações Adversas de Ganciclovir Sódico

OS SEGUINTES EFEITOS ADVERSOS PODEM OCORRER EM PACIENTES TRATADOS COM GANCICLOVIR SÓDICO. ALGUNS DELES PODEM SER DEVIDOS A DOENÇA DE BASE.

  ·SISTEMA HEMATOLÓGICO E LINFÁTICO35: LEUCOPENIA36, ANEMIA20, EOSINOFILIA37, ANEMIA20 HIPOCRÔMICA, DEPRESSÃO MEDULAR, PANCITOPENIA38 E TROMBOCITOPENIA21;


  ·SISTEMA DIGESTIVO: DOR ABDOMINAL, CONSTIPAÇÃO39, DIARRÉIA40, DISPEPSIA41, DISFAGIA42, ERUCTAÇÃO43, INCONTINÊNCIA FECAL44, FLATULÊNCIA, HEMORRAGIA45, ALTERAÇÕES NOS EXAMES DE FUNÇÃO HEPÁTICA46, ULCERAÇÃO47 DE MUCOSA48, NÁUSEAS49, DISTÚRBIOS DA LÍNGUA50, VÔMITOS51 E PANCREATITE52;



  ·EFEITOS SISTÊMICOS53: AUMENTO DO ABDÔMEM, ANOREXIA54, ASTENIA55, CELULITE56, DOR NO PEITO57, EDEMA58, FEBRE59, DOR DE CABEÇA60, INFECÇÃO8, ABSCESSO61 NO LOCAL DA INJEÇÃO1, HEMORRAGIA45 NO LOCAL DA INJEÇÃO1, REAÇÃO INFLAMATÓRIA NO LOCAL DA INJEÇÃO1, FLEBITE62 NO LOCAL DA INJEÇÃO1, MAL-ESTAR, DOR, REAÇÃO DE FOTOSSENSIBILIDADE E SEPSE63;

 

 ·CARDIOVASCULAR: ARRITMIA64, TROMBOSE VENOSA PROFUNDA65, HIPERTENSÃO66, HIPOTENSÃO67, FLEBITE62, VASODILATAÇÃO E ENXAQUECA68;

 

  ·RESPIRATÓRIO: AUMENTO DA TOSSE E DISPNÉIA69;


  ·SISTEMA NERVOSO CENTRAL70: SONHOS E PENSAMENTOS ANORMAIS, ALTERAÇÃO DA MARCHA, ANSIEDADE, ATAXIA32, COMA71, CONFUSÃO, DEPRESSÃO, TONTURAS31, BOCA72 SECA, EUFORIA, HIPERESTESIA, INSÔNIA, REAÇÃO MANÍACA, NERVOSISMO, PARESTESIA73, PSICOSE74, CONVULSÕES, SONOLÊNCIA E TREMOR;

 

·PELE75 E ANEXOS76: ACNE77, ALOPECIA78, HERPES SIMPLES, ERUPÇÃO79 MACULOPAPULAR80, PRURIDO81, ERUPÇÃO79 CUTÂNEA82, SUDORESE83 E URTICÁRIA84;

 

·SENTIDOS ESPECIAIS: ALTERAÇÃO DA VISÃO85, AMBLIOPIA86, CEGUEIRA, CONJUNTIVITE87, SURDEZ, DOR OCULAR, GLAUCOMA88, DESCOLAMENTO DE RETINA89, RETINITE, PERVERSÃO DO PALADAR90 E DISTÚRBIOS NO HUMOR VÍTREO91;

 

  ·METABÓLICO /NUTRICIONAL: AUMENTO DE FOSFATASE ALCALINA92, AUMENTO DE CREATININA29, AUMENTO DE CREATININA29-FOSFO QUINASE, HIPOGLICEMIA93, HIPOCALEMIA94, AUMENTO DE DESIDROGENASE LÁCTICA95, AUMENTO DE SGOT E SGPT.

EM PACIENTES TRANSPLANTADOS TRATADOS COM GANCICLOVIR SÓDICO A ELEVAÇÃO DA CREATININA29 SÉRICA (>2,5 MG /DL ) FOI MUITO FREQÜENTE.

EM RECEPTORES DE MEDULA ÓSSEA96, A NEUTROPENIA19 (<1000 CÉLULAS9/ML) FOI MAIS FREQÜENTE EM PACIENTES TRATADOS COM GANCICLOVIR SÓDICO DO QUE NO GRUPO CONTROLE.

DOR DE CABEÇA60, CONFUSÃO E SEPSE63 OCORREM COM FREQÜÊNCIA EM PACIENTES TRATADOS COM GANCICLOVIR SÓDICO.

EFEITOS ADVERSOS COM INCIDÊNCIA97 INFERIOR A 1% CONSIDERADOS COMO POSSIVELMENTE RELACIONADOS AO GANCICLOVIR SÓDICO FORAM LISTADOS ABAIXO EM ORDEM DECRESCENTE DE FREQÜÊNCIA DENTRO DE CADA SISTEMA DO ORGANISMO.


  ·EFEITOS SISTÊMICOS53: DOR NO LOCAL DA INJEÇÃO1, FEBRE59, INFECÇÃO8, CELULITE56, EDEMA58, ALTERAÇÕES EM TESTES LABORATORIAIS, DISTENSÃO ABDOMINAL, DOR NO PEITO57, CALAFRIOS98, DOR MAMÁRIA, FOTOFOBIA99, MAL ESTAR E AINDA EDEMA58, ABSCESSO61, HEMORRAGIA45 E FLEBITE62 NO LOCAL DA INJEÇÃO1;


  ·SISTEMA DIGESTIVO100: FLATULÊNCIA, DISPEPSIA41, ANORMALIDADE NOS TESTES DE FUNÇÃO HEPÁTICA46, ERUCTAÇÃO43, ÚLCERAS101 ORAIS, CONSTIPAÇÃO39, DISFAGIA42, INCONTINÊNCIA FECAL44, ALTERAÇÕES NA LÍNGUA50 E HEMORRAGIA45;


  ·SISTEMA RESPIRATÓRIO102: DISPNÉIA69 E AUMENTO NA TOSSE;


  ·SISTEMA NERVOSO CENTRAL70: PARESTESIA73, CONVULSÕES, SONOLÊNCIA, VERTIGEM103, PENSAMENTOS E SONHOS ANORMAIS, ANSIEDADE, EUFORIA, REAÇÃO MANÍACA, INSÔNIA, ALTERAÇÕES NA MARCHA, ATAXIA32, CONFUSÃO, BOCA72 SECA, DEPRESSÃO, COMA71, PSICOSE74, TREMOR E IRRITABILIDADE;


  ·PELE75 E ANEXOS76: ERUPÇÃO79 CUTÂNEA82, PRURIDO81, ALOPECIA78, SUDORESE83, ACNE77, ERUPÇÃO79 MACULOPAPULAR80, HERPES SIMPLES E URTICÁRIA84;


   ·ÓRGÃOS E SENTIDOS ESPECIAIS: VISÃO85 ALTERADA, ALTERAÇÃO DE PALADAR90, DORES OCULARES, AMBLIOPIA86, DIMINUIÇÃO NA ACUIDADE VISUAL104, CONJUNTIVITE87, DORES OCULARES, DIMINUIÇÃO NA AUDIÇÃO, DESLOCAMENTO DE RETINA89, RETINITE E GLAUCOMA88;


  ·ALTERAÇÕES METABÓLICAS E NUTRICIONAIS: AUMENTO DE CREATININA29, FOSFATASE ALCALINA92, TGO, TGP, CREATININA29 FOSFO QUINASE, DESIDROGENASE LÁCTICA95 E HIPOPOTASSEMIA105;


  ·SISTEMA CARDIOVASCULAR106: TROMBOFLEBITE107 PROFUNDA, ENXAQUECA68, VASODILATAÇÃO, ARRITMIA64, HIPERTENSÃO66 E HIPOTENSÃO67;


  ·SISTEMA UROGENITAL108: FUNÇÃO RENAL13 ALTERADA, DIMINUIÇÃO DO CLEARANCE DE CREATININA29, HEMATÚRIA109, AUMENTO DE URÉIA110, FALÊNCIA RENAL13, AUMENTO DA FREQÜÊNCIA URINÁRIA E INFECÇÃO8 DO TRATO URINÁRIO111;

 

  ·MÚSCULO ESQUELÉTICO112: MIALGIA113 E MIASTENIA114.


- ADMINISTRAÇÃO E POSOLOGIA

Posologia

Dose padrão para tratamento de retinite por CMV:

Terapia de indução: 5 mg/kg administrada por infusão intravenosa durante 1 hora, a cada 12 horas por 14-21 dias em pacientes com função renal13 normal.

Manutenção: 5 mg/kg administrado por infusão intravenosa durante 1 hora, 1 vez por dia por 7 dias por semana ou 6mg/kg 1 vez ao dia por 5 dias por semana.


Dose padrão para prevenção em receptores de transplante:

Tratamento de indução: 5 mg/kg dado por infusão intravenosa durante uma hora, a cada 12 horas por 7-14 dias em pacientes com função renal13 normal.

Tratamento de manutenção: 5 mg/kg administrado por infusão intravenosa durante uma hora, uma vez por dia por uma semana ou 6 mg/kg uma vez ao dia em 5 dias por semana.


Doses especiais:

  - Pacientes com disfunção renal13: a dose do ganciclovir sódico deve ser modificada como mostrado na tabela a seguir:

  - Clearance de creatinina29 pode ser calculado pela creatinina29 sérica pela seguinte fórmula: Pacientes do sexo masculino = (140 - idade/anos) x (peso corporal/kg)

                                                                  72 x creatinina29 sérica 


Para pacientes115 do sexo feminino: 0,85 x valor para o sexo masculino

Recomendam-se modificações da dose em pacientes com disfunção renal13, a creatinina29 sérica ou clearance de creatinina29 devem ser monitorados cuidadosamente.


  - Pacientes com leucopenia36, leucopenia36 grave, anemia20 e trombocitopenia21: granulocitopenia (neutropenia19), anemia20 e trombocitopenia21 são observados em pacientes tratados com ganciclovir sódico. A toxicidade33 clínica do ganciclovir sódico também inclui leucopenia36. Redução de dose deve ser considerada em pacientes com leucopenia36, neutropenia19 grave, anemia20 e/ou trombocitopenia21. Recomenda-se que seja feito com freqüência hemograma completo com contagem de plaquetas23.


  - Pacientes idosos: como pacientes idosos têm disfunção renal13 com freqüência, ganciclovir sódico deve ser administrado a pacientes idosos com especial consideração pela sua condição renal13 (vide “Doses especiais: pacientes com disfunção renal”).


  - Crianças: a eficácia e segurança do ganciclovir sódico em pacientes pediátricos não estão estabelecidas, incluindo o uso de ganciclovir sódico para tratamento de infecções17 congênitas116 ou neonatais por CMV. O uso do ganciclovir sódico em crianças requer extremo cuidado devido ao potencial carcinogênico a longo prazo e toxicidade33 na reprodução117. Os benefícios do tratamento devem ser considerados em relação aos riscos (vide “Farmacocinética em situações clínicas especiais”).


Reconstituição e Administração

O ganciclovir sódico pó liófilo deve ser reconstituído injetando 10 mL de água para injeção1 dentro do frasco. Não usar água bacteriostática para injeção1 que contém parabenos (parahidroxibenzoatos), uma vez que são incompatíveis com o pó estéril do ganciclovir sódico e pode causar precipitação.

1. O frasco dever ser agitado para dissolver o medicamento.

2. A solução reconstituída deve ser inspecionada quanto à presença de partículas antes de se proceder à preparação final. Se houver partículas despreze a solução.

3. A solução reconstituída no frasco é estável à temperatura ambiente por 12 horas. Não deve ser refrigerada.


Preparação e administração da solução para infusão intravenosa:

Com base no peso do paciente, calcula-se a dose apropriada de volume que deve ser retirado do frasco (concentração equivalente a 50 mg/mL de ganciclovir) e adiciona-se a um líquido de infusão. Soro118 fisiológico119, dextrose120 5% em água, solução de Ringer ou Ringer lactato121 são químico ou fisicamente compatíveis com ganciclovir sódico. Infusões com concentrações maiores que 10 mg/mL não são recomendadas. ganciclovir sódico não deve ser misturado com outros produtos intravenosos.

Pelo fato do ganciclovir sódico ser reconstituído em água para injeção1, a solução de infusão deve ser usada o mais rápido possível, dentro das 12 horas de diluição para diminuir o risco de contaminação bacteriana.

A solução para infusão deve ser colocada sob refrigeração (2°C e 8°C). Não recomenda-se congelar.

Atenção - não aplicar a injeção1 por via intravenosa rápido ou em “bolus”. A toxicidade33 do ganciclovir sódico pode aumentar por causa do nível plasmático aumentado.

Se for aplicado por via intramuscular ou subcutânea122 pode resultar numa grave irritação do tecido123 por causa do pH elevado (aproximadamente 12°).

As doses recomendadas, freqüência, ou taxa de infusão não devem ser excedidas.



Instruções para manuseio: precauções devem ser tomadas no manuseio de ganciclovir sódico. Como o ganciclovir sódico tem mostrado atividade carcinogênica e mutagênica, deve-se tomar precauções em seu manuseio. Evitar inalação ou contato direto com o pó contido nos frascos de ganciclovir sódico ou contato direto da pele75 e mucosas124 com a solução reconstituída. As soluções de ganciclovir sódico são alcalinas (pH aproximadamente 12). Em caso de contato de ganciclovir sódico com a pele75, ou membranas mucosas124, lavar minuciosamente com água e sabão. Em casos de exposição aos olhos125, limpar com água.


- SUPERDOSAGEM

Efeitos adversos com superdosagem de solução endovenosa de ganciclovir sódico incluem pancitopenia38 irreversível, mielossupressão persistente, neutropenia19 reversível ou granulocitopenia, danos hepáticos, renais e convulsões. Diálise126 e hidratação podem reduzir a concentração plasmática da droga em pacientes que tenham recebido superdosagem de ganciclovir sódico.


Pacientes Idosos de Ganciclovir Sódico

O ganciclovir sódico deve ser administrado a pacientes idosos com especial consideração pela sua condição renal13 (vide “Farmacocinética em situações especiais” e “Doses especiais: pacientes com disfunção renal”).


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

USO RESTRITO A HOSPITAIS


N.º de lote, data de fabricação e prazo de validade: VIDE CARTUCHO.

Para sua segurança mantenha esta embalagem até o uso total do medicamento.


MS - 1.0043.0762

Farm. - Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró- CRF-SP 19.258


EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA.

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São Paulo – SP

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Indústria Brasileira


GANCICLOVIR SÓDICO - Laboratório

EUROFARMA
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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Citomegalovírus: Citomegalovírus (CMV) é um vírus pertence à família do herpesvírus, a mesma dos vírus da catapora, herpes simples, herpes genital e do herpes zóster.
3 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
4 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
5 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
6 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
7 Zoster: Doença produzida pelo mesmo vírus que causa a varicela (Varicela-Zóster). Em pessoas que já tenham tido varicela, o vírus se encontra em forma latente e pode ser reativado produzindo as características manchas avermelhadas, vesículas e crostas no território de distribuição de um determinado nervo. Como seqüela pode deixar neurite, com dores importantes.
8 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
9 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
10 Líquido cefalorraquidiano: Líquido cefalorraquidiano (LCR), também conhecido como líquor ou fluido cérebro espinhal, é definido como um fluido corporal estéril, incolor, encontrado no espaço subaracnoideo no cérebro e na medula espinhal (entre as meninges aracnoide e pia-máter). Caracteriza-se por ser uma solução salina pura, com baixo teor de proteínas e células, atuando como um amortecedor para o córtex cerebral e a medula espinhal. Possui também a função de fornecer nutrientes para o tecido nervoso e remover resíduos metabólicos do mesmo. É sintetizado pelos plexos coroidais, epitélio ventricular e espaço subaracnoideo em uma taxa de aproximadamente 20 mL/hora. Em recém-nascidos, este líquido é encontrado em um volume que varia entre 10 a 60 mL, enquanto que no adulto fica entre 100 a 150 mL.
11 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
12 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
13 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
14 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
15 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
16 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
17 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
18 Aciclovir: Substância análoga da Guanosina, que age como um antimetabólito, à qual os vírus são especialmente susceptíveis. É usado especialmente contra o herpes.
19 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
20 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
21 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
22 Neutrófilos: Leucócitos granulares que apresentam um núcleo composto de três a cinco lóbulos conectados por filamenos delgados de cromatina. O citoplasma contém grânulos finos e inconspícuos que coram-se com corantes neutros.
23 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
24 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
25 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
26 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
27 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
28 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
29 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
30 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
31 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
32 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
33 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
34 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
35 Linfático: 1. Na histologia, é relativo à linfa, que contém ou que conduz linfa. 2. No sentido figurado, por extensão de sentido, a que falta vida, vigor, energia (diz-se de indivíduo); apático. 3. Na história da medicina, na classificação hipocrática dos quatro temperamentos de acordo com o humor dominante, que ou aquele que, pela lividez das carnes, flacidez dos músculos, apatia e debilidade demonstradas no comportamento, atesta a predominância de linfa.
36 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
37 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
38 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
39 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
40 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
41 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
42 Disfagia: Sensação consciente da passagem dos alimentos através do esôfago. Pode estar associado a doenças motoras, inflamatórias ou tumorais deste órgão.
43 Eructação: Ato de eructar, arroto.
44 Incontinência fecal: É a perda do controle das evacuações. Pode ocorrer por um curto período durante episódios de diarréia ou quando fezes endurecidas ficam alojadas no reto (impactação fecal). Os indivíduos com lesões anais ou medulares, prolapso retal (protrusão do revestimento do reto através do ânus), demência, lesão neurológica causada pelo diabetes, tumores do ânus ou lesões pélvicas ocorridas durante o parto podem desenvolver uma incontinência fecal persistente.
45 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
46 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
47 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
48 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
49 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
50 Língua:
51 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
52 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
53 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
54 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
55 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
56 Celulite: Inflamação aguda das estruturas cutâneas, incluindo o tecido adiposo subjacente, geralmente produzida por um agente infeccioso e manifestada por dor, rubor, aumento da temperatura local, febre e mal estar geral.
57 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
58 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
59 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
60 Cabeça:
61 Abscesso: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
62 Flebite: Inflamação da parede interna de uma veia. Pode ser acompanhada ou não de trombose da mesma.
63 Sepse: Infecção produzida por um germe capaz de provocar uma resposta inflamatória em todo o organismo. Os sintomas associados a sepse são febre, hipotermia, taquicardia, taquipnéia e elevação na contagem de glóbulos brancos. Pode levar à morte, se não tratada a tempo e corretamente.
64 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
65 Trombose Venosa Profunda: Caracteriza-se pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna. O que mais chama a atenção é o edema (inchaço) e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha. Uma de suas principais conseqüências a curto prazo é a embolia pulmonar, que pode deixar seqüelas ou mesmo levar à morte. Fatores individuais de risco são: varizes de membros inferiores, idade maior que 40 anos, obesidade, trombose prévia, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, entre outras.
66 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
67 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
68 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
69 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
70 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
71 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
72 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
73 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
74 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
75 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
76 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
77 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
78 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
79 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
80 Maculopapular: Erupção cutânea que se caracteriza pelo aparecimento de manchas e de pápulas de tonalidade avermelhada, geralmente observada no sarampo ou na rubéola.
81 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
82 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
83 Sudorese: Suor excessivo
84 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
85 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
86 Ambliopia: Ambliopia ou “olho preguiçoso” é um termo oftalmológico usado para definir a baixa visão que não é corrigida com óculos. Isso quer dizer que a causa desse déficit não está especificamente no olho, mas sim na região cerebral que corresponde à visão e que não foi devidamente estimulada no momento certo (“o olho não aprende a ver”). Afeta 1 a 2% da população, sendo a principal causa de baixa visão nas crianças. É um problema que pode passar despercebido pela criança ou pelos pais, por isso as triagens visuais para as crianças são tão importantes.
87 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
88 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
89 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.
90 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
91 Humor vítreo: É uma substância gelatinosa e viscosa, formada por substância amorfa semilíquida, fibras e células. Faz parte do corpo vítreo do olho. Está situado entre o cristalino e a retina.
92 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
93 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
94 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
95 Láctica: Diz-se de ou ácido usado como acidulante e intermediário químico; lática.
96 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
97 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
98 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
99 Fotofobia: Dor ocular ou cefaléia produzida perante estímulos visuais. É um sintoma freqüente na meningite, hemorragia subaracnóidea, enxaqueca, etc.
100 Sistema digestivo: O sistema digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
101 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
102 Sistema Respiratório: Órgãos e estruturas tubulares e cavernosas, por meio das quais a ventilação pulmonar e as trocas gasosas entre o ar externo e o sangue são realizadas.
103 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
104 Acuidade visual: Grau de aptidão do olho para discriminar os detalhes espaciais, ou seja, a capacidade de perceber a forma e o contorno dos objetos.
105 Hipopotassemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
106 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
107 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
108 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
109 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
110 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
111 Trato Urinário:
112 Músculo Esquelético: Subtipo de músculo estriado fixado por TENDÕES ao ESQUELETO. Os músculos esqueléticos são inervados e seu movimento pode ser conscientemente controlado. Também são chamados de músculos voluntários.
113 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
114 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
115 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
116 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
117 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
118 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
119 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
120 Dextrose: Também chamada de glicose. Açúcar encontrado no sangue que serve como principal fonte de energia do organismo.
121 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
122 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
123 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
124 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
125 Olhos:
126 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.

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