STREPTASE

CSL BEHRING

Atualizado em 09/12/2014

Composição de Streptase

250.000 UI: cada frasco-ampola contém:estreptoquinase 250.000 UI; excipiente q.s.p. 1 frasco-ampola. 750.000 UI: cada frasco-ampola contém: estreptoquinase 750.000 UI; excipiente q.s.p. 1 frasco-ampola. 1.500.000 UI: cada frasco-ampola contém: estreptoquinase 1.500.000 UI; excipiente q.s.p. 1 frasco-ampola.

Posologia e Administração de Streptase

infarto1 agudo2 do miocárdio3: no infarto1 agudo2 do miocárdio3, deve-se infundir 1.500.000 UI de estreptoquinase dentro de uma hora, geralmente de 30 a 60 minutos. Com este esquema nenhum teste de coagulação4 é necessário para monitorar a terapia com estreptoquinase. O tratamento deve ser iniciado tão logo seja possível após surgimento dos sintomas5. Houve redução significativa da mortalidade6 com a administração de estreptoquinase até 24 horas após surgimento dos sintomas5. Entretanto, quanto mais precocemente o tratamento for iniciado, maior será o benefício clínico em termos de redução da mortalidade6. Se não for contra-indicado, é recomendável o uso concomitante de ácido acetilsalicílico na dose de 160 mg por via oral por dia, começando antes da infusão de estreptoquinase e continuando por um mês depois. Com este esquema, o ácido acetilsalicílico mostrou favorecer a redução da mortalidade6, assim como o risco de reinfarto sem um risco aumentado de reações adversas graves. A administração de agentes anticoagulantes7 imediatamente após administração de estreptoquinase parece aumentar o risco de hemorragias8 sérias. O uso de anticoagulantes7 após administração de estreptoquinase ainda não mostrou ser de benefício clínico inequívoco. Para administração intracoronária, uma dose inicial de 20.000 UI de estreptoquinase é dada como uma dose maciça, seguida de uma infusão durante 30 a 90 minutos com 2.000 a 4.000 UI/min. Efeitos sistêmicos9 podem ocorrer com administração intracoronária. Trombose venosa profunda10; embolia11 pulmonar e outras

Precauções de Streptase

o risco da terapia deve ser considerado contra os perigos da doença e deve particularmente ser reconsiderado nos seguintes casos: qualquer condição na qual a hemorragia12 constitui um risco significativo ou possa ser de manejo particularmente difícil, tendo em vista sua localização, como: hemorragia12 gastrintestinal severa recente; punção de artérias13 de grosso calibre ou outros vasos não compressíveis; injeções intramusculares; sondagem vesical14 de demora ou entubação; cirurgias recentes (até o décimo dia pós-operatório); trauma recente severo, inclusive reanimação cardiopulmonar; aborto ou parto recente; doenças do trato urogenital15 potencialmente hemorrágicas16; suspeita de degeneração17 aterosclerótica severa. Condições que conduzem a um risco de embolia11 cerebral como: endocardite18 bacteriana subaguda19; defeitos da válvula mitral ou fibrilação atrial. Doença cerebrovascular20. Hipertensão arterial21 grave com valores sistólicos acima de 200 mm Hg ou diastólicos acima de 100 mmHg ou alterações hipertensivas retinianas Grau III/IV. Insuficiência renal22 ou hepática23 grave. Doenças pulmonares cavitárias (por exemplo, tuberculose24 aberta) ou bronquite grave. Pancreatite25 aguda ou diabete mellito grave. Gravidez26, principalmente durante as primeiras 18 semanas. Doença trombótica27 séptica. Por existir uma probabilidade aumentada de resistência devido a anticorpos28 antiestreptoquinase, o uso de Streptase pode não ser efetivo se administrado num prazo superior a 5 dias da primeira administração de estreptoquinase ou produtos que contenham estreptoquinase, particularmente entre 5 dias a 12 meses da última administração. Da mesma maneira, o efeito pode ser reduzido em pacientes com infecções29 estreptocócicas recentes, tais como, faringite30 estreptocócica, febre reumática31 aguda e glomerulonefrite32 aguda. Pode-se usar uroquinase ou t-PA quando a terapia trombolítica for necessária e uma alta concentração de anticorpos28 contra estreptoquinase estiver presente ou ainda quando foi administrada recente terapia com estreptoquinase (mais que 5 dias ou menos que 12 meses previamente). Se o tempo de trombina33 ou algum outro parâmetro de fibrinólise34 após 4 horas de tratamento não for significativamente diferente do nível de controle normal, deve-se descontinuar a estreptoquinase, pois uma excessiva resistência esta presente. Além disso, se o tempo de trombina33 após 16 horas ainda estiver prolongado para mais de 4 vezes acima do nível de controle, a posologia da estreptoquinase deve ser dobrada por várias horas até que o tempo de trombina33 recue. Interações medicamentosas: uma interação benéfica foi demonstrada entre Streptase e ácido acetilsalicílico no tratamento do infarto1 agudo2 do miocárdio3. Antes de iniciar a lise35 sistêmica em longo prazo com estreptoquinase, deve-se permitir que cessem os efeitos de fármacos que agem sobre a formação ou função plaquetária (por exemplo, alopurinol, esteróides anabolizantes, androgênicos36, hormônios de tireóide, derivados do ácido propiônico, fenilbutazona, indometacina, tetraciclinas, ácido valpróico, tiouracil e sulfonamidas). Tratamento simultâneo ou prévio com anticoagulantes7 ou dextranos pode também aumentar o risco de hemorragia12. Se o paciente recebeu heparina previamente, esta deve ser descontinuada e o tempo de trombina33 ou o tempo de tromboplastina37 parcial ativada deve ser menor que o dobro do valor normal antes de iniciar a terapia trombolítica. Em pacientes previamente tratados com derivados cumarínicos, o índice de protrombina38 não deve ser menor que 50% e deve ter uma tendência à elevação antes do início da infusão com estreptoquinase.

Reações Adversas de Streptase

reações precoces: podem ocorrer febre39 e calafrios40, cefaléia41, sintomas5 gastrintestinais, exantema42 generalizado, lombalgia43 e dores musculoesqueléticas, mas que geralmente respondem bem à terapia sintomática44. Se ocorrer hipotensão45, esta poderá ser controlada pela diminuição temporária da velocidade de infusão. Foram observadas eventualmente taquicardia46 ou bradicardia47. Podem ocorrer reações alérgicas leves a moderadas, tais como, rubor, urticária48 e dispnéia49. Estas reações geralmente não requerem descontinuação da infusão de estreptoquinase, mas podem ser controladas com terapia concomitante com corticosteróides e/ou anti-histamínicos. Em raros casos foram observadas reações anafiláticas50 que chegaram até a choque51. Se ocorrer alguma reação anafilática52, a infusão deve ser descontinuada e o paciente receber imediatamente epinefrina por via intravenosa. Em seguida, deve receber altas doses de corticosteróides por injeção53 intravenosa lenta. Hemorragias8: hemorragias8 leves podem ser precipitadas principalmente em locais lesionados. Se ocorrerem tais hemorragias8, medidas locais devem ser tomadas para controlar a hemorragia12. Foram relatadas hemorragias8 internas severas envolvendo localizações gastrintestinais, hepáticas54, geniturinárias ou retroperitoniais. Foram reportadas hemorragias8 intracerebrais em conexão com o tratamento do infarto do miocárdio55. Para outras dosagens, indicações e populações de pacientes, é difícil precisar a incidência56 de hemorragias8 severas, devido às diferentes posologias e aos diferentes intervalos de infusão. Se ocorrer hemorragia12 incontrolável a infusão com estreptoquinase deve ser imediatamente suspensa. Nas complicações hemorrágicas16 sérias, um inibidor de proteinase pode ser administrado, por exemplo, aprotinina, na seguinte dose: inicialmente 500.000 UIC ou, se necessário, até 1.000.000 UIC, seguida de 50.000 UIC por hora por gotejamento intravenoso até a parada da hemorragia12. Em seguida, é recomendável uma combinação com antifibrinolíticos57 sintéticos. Se necessário, os fatores de coagulação4 podem ser substituídos. Outras reações: além das arritmias58 devido ao infarto do miocárdio55, podem ocorrer arritmias58 reperfusionais, assim como hemorragias8 intramiocárdicas em casos individuais, sob terapia trombolítica. Pode ser demonstrado, entretanto, que parada cardíaca devido à fibrilação ventricular é mais rara em pacientes com infarto do miocárdio55 tratados com estreptoquinase do que em pacientes tratados convencionalmente. Em casos esporádicos, sintomas5 soroalérgicos e neuroalérgicos (polineuropatia) foram reportados em coincidência temporal com administração de estreptoquinase. Em poucos casos foi observado edema pulmonar59 não cardiogênico, principalmente após terapia trombolítica intracoronária em pacientes com infartos extensos do miocárdio3. Podem ocorrer elevações transitórias das transaminases séricas, assim como da bilirrubina60 em casos individuais. Poucos casos de embolia11 por colesterol61 foram descritos em coincidência temporal com terapia trombolítica, particularmente em pacientes submetidos à angiografia62. O risco de embolia11 pulmonar em pacientes com trombose venosa profunda10 não é maior durante tratamento com estreptoquinase do que durante tratamento com heparina isoladamente. Se ocorrer embolia11 pulmonar aguda ou recorrente durante o tratamento, o esquema de terapia com estreptoquinase deve ser continuado como originalmente planejado, para assim lisar o coágulo63. Não pode ser excluída embolização64 distal65 durante lise35 local de artérias13 periféricas ocluídas.

Contra-Indicações de Streptase

hemorragia12 interna ativa; acidente cerebrovascular recente; cirurgia intracraniana ou intra-espinhal; neoplasma66 intracraniano conhecido; hipertensão67 grave incontrolável; distúrbios da coagulação4 incontroláveis; reações alérgicas prévias severas à estreptoquinase.

Indicações de Streptase

o tratamento com estreptoquinase deve ser instituído tão logo seja possível, após surgimento do evento trombótico68. É improvável que a terapia por estreptoquinase seja benéfica, se instituída mais de: 14 dias após surgimento da trombose venosa profunda10; 6 a 8 horas após surgimento da oclusão arterial central de retina69; 10 dias após surgimento da trombose70 venosa central de retina69; 6 semanas em oclusões arteriais crônicas. Trombólise71 em longo prazo: em trombólise71 em longo prazo, adultos recebem uma dose inicial de 250.000 UI de estreptoquinase por infusão intravenosa durante um período de 30 minutos, seguida por uma dose de manutenção de 100.000 UI por hora. A duração da terapia depende da resposta clínica, mas não deve exceder 12 horas para o tratamento de trombose70 dos vasos centrais da retina69 ou 5 dias em todas as outras indicações. A administração de estreptoquinase causara diminuição marcante no plasminogênio e no fibrinogênio72 e aumentos no tempo de trombina33, tempo de tromboplastina37 parcial ativada e tempo de protrombina38. Heparina não deve ser (re)instituída durante ou após infusão de estreptoquinase até que o tempo de trombina33 ou o tempo de tromboplastina37 parcial ativada tenha atingido menos que 2 ou 1,5 vezes o valor de controle normal, respectivamente (ver recomendação do fabricante para uso apropriado de heparina). Trombólise71 a curto prazo: como uma alternativa para a lise35 em longo prazo, deve ser considerada a lise35 em curto prazo com altas doses, com 1.500.000 UI de estreptoquinase por hora. Em pacientes com tromboses73 das artérias13 e veias74 periféricas pode ser administrada uma dose inicial de 250.000 UI em 30 minutos, seguida de dose de manutenção de 1.500.000 UI por hora, durante 6 horas. Se a trombólise71 não for completamente bem sucedida, o esquema de infusão de Streptase de 6 horas pode ser repetido no dia seguinte. Entretanto, repetição do tratamento não deve ser conduzida mais que 5 dias após a primeira aplicação. Heparina não deve ser (re)instituída durante ou após infusão de altas doses de estreptoquinase a curto prazo até que o tempo de trombina33 ou o tempo de tromboplastina37 parcial ativada tenham atingido menos que 2 ou 1,5 vezes o valor de controle normal, respectivamente (ver recomendação do fabricante para uso apropriado de heparina). Trombólise71 local: para aplicação intra-arterial de estreptoquinase, pacientes com trombose70 aguda, subaguda19 ou crônica ou embolia11 das arterias13 periféricas devem receber doses macicas de 1.000 a 2.000 UI de estreptoquinase, a intervalos de 3 a 5 minutos. A duração do tratamento depende do sucesso terapêutico. A dose total não deve exceder 120.000 UI de estreptoquinase. Cada aplicação da terapia de estreptoquinase local deve ser seguida de tratamento com heparina como uma proteção contra retrombose. A dose de heparina é regulada individualmente de acordo com a recomendação do fabricante. Recomenda-se profilaxia em longo prazo contra retrombose. Reconstituição e diluição: para assegurar que o conteúdo do frasco seja rápido e completamente dissolvido, 5 ml de solução fisiológica75 devem ser injetados dentro do frasco e o vácuo residual abolido afrouxando rapidamente a agulha da seringa76. Após o preparo, Streptase pode ser armazenado na temperatura de 2 a 8ºC durante 24 horas, sem perda de atividade. Para administração com bomba de infusão, solução fisiológica75, solução lactato77 de Ringer, solução de glicose78 ou frutose79 a 5% podem ser usadas como diluente. Para diluições maiores, especialmente quando uma boa estabilidade é requerida durante períodos prolongados, Haemaccel pode ser usado como diluente. - Superdosagem: reações tóxicas ou adversas relacionadas a uma superdosagem de estreptoquinase não foram descritas. Não foi provado que tanto a gravidade como a duração de complicações hemorrágicas16 sejam positivamente afetadas pelo aumento da dose de estreptoquinase. Em caso de hemorragia12 grave, a terapia com estreptoquinase deve ser interrompida. Todas as informações referentes ao manejo de complicações hemorrágicas16 estão descritas no item Reações adversas.

Apresentação de Streptase

frasco-ampola com 250.000 UI, frasco-ampola com 750.000 UI e frasco-ampola com 1.500.000 UI.


STREPTASE - Laboratório

CSL BEHRING
R. Olimpíadas 194/200 - 5 º andar
São Paulo/SP - CEP: 04551-000
Site: http://www.cslbehring.com.br/s1/cs/ptbr/1160484841537/content/1160484841421/home.htm

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Complementos

1 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
2 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
3 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
4 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
5 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
6 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
7 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
8 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
9 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
10 Trombose Venosa Profunda: Caracteriza-se pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna. O que mais chama a atenção é o edema (inchaço) e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha. Uma de suas principais conseqüências a curto prazo é a embolia pulmonar, que pode deixar seqüelas ou mesmo levar à morte. Fatores individuais de risco são: varizes de membros inferiores, idade maior que 40 anos, obesidade, trombose prévia, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, entre outras.
11 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
12 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
13 Artérias: Os vasos que transportam sangue para fora do coração.
14 Vesical: Relativo à ou próprio da bexiga.
15 Urogenital: Na anatomia geral, é a região relativa aos órgãos genitais e urinários; geniturinário.
16 Hemorrágicas: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
17 Degeneração: 1. Ato ou efeito de degenerar (-se). 2. Perda ou alteração (no ser vivo) das qualidades de sua espécie; abastardamento. 3. Mudança para um estado pior; decaimento, declínio. 4. No sentido figurado, é o estado de depravação. 5. Degenerescência.
18 Endocardite: Inflamação aguda ou crônica do endocárdio. Ela pode estar preferencialmente localizada nas válvulas cardíacas (endocardite valvular) ou nas paredes cardíacas (endocardite parietal). Pode ter causa infecciosa ou não infecciosa.
19 Subaguda: Levemente aguda ou que apresenta sintomas pouco intensos, mas que só se atenuam muito lentamente (diz-se de afecção ou doença).
20 Doença cerebrovascular: É um dano aos vasos sangüíneos do cérebro que resulta em derrame (acidente vascular cerebral). Os vasos tornam-se obstruídos por depósitos de gordura (aterosclerose) ou tornam-se espessados ou duros bloqueando o fluxo sangüíneo para o cérebro. Quando o fluxo é interrompido, as células nervosas sofrem dano ou morrem, resultando no derrame. Pacientes com diabetes descompensado têm maiores riscos de AVC.
21 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
22 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
23 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
24 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
25 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
26 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
27 Trombótica: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
28 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
29 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
30 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
31 Febre reumática: Doença inflamatória produzida como efeito inflamatório anormal secundário a infecções repetidas por uma bactéria chamada estreptococo beta-hemolítico do grupo A. Caracteriza-se por inflamação das articulações, febre, inflamação de uma ou mais de uma estrutura cardíaca, alterações neurológicas, eritema cutâneo. Com o tratamento mais intensivo da faringite estreptocócica, a freqüência desta doença foi consideravelmente reduzida.
32 Glomerulonefrite: Inflamação do glomérulo renal, produzida por diferentes mecanismos imunológicos. Pode produzir uma lesão irreversível do funcionamento renal, causando insuficiência renal crônica.
33 Trombina: Enzima presente no plasma. Ela catalisa a conversão do fibrinogênio em fibrina, participando do processo de coagulação sanguínea.
34 Fibrinólise: Processo de dissolução progressiva da fibrina e assim do coágulo, que posteriormente à sua formação deve ser dissolvido.
35 Lise: 1. Em medicina, é o declínio gradual dos sintomas de uma moléstia, especialmente de doenças agudas. Por exemplo, queda gradual de febre. 2. Afrouxamento, deslocamento, destruição de aderências de um órgão. 3. Em biologia, desintegração ou dissolução de elementos orgânicos (tecidos, células, bactérias, microrganismos) por agentes físicos, químicos ou enzimáticos.
36 Androgênicos: Relativos à androgenia e a androgênios. Androgênios são hormônios esteroides, controladores do crescimento dos órgãos sexuais masculinos. O hormônio natural masculino é a testosterona.
37 Tromboplastina: Conhecida como fator tissular ou Fator III, a tromboplastina é uma substância presente nos tecidos e no interior das plaquetas. Ela tem a função de transformar a protrombina em trombina na presença de íons cálcio, atuando de maneira importante no processo de coagulação.
38 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
39 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
40 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
41 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
42 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
43 Lombalgia: Dor produzida na região posterior inferior do tórax. As pessoas com lombalgia podem apresentar contraturas musculares, distensões dos ligamentos da coluna, hérnias de disco, etc. É um distúrbio benigno que pode desaparecer com uso de antiinflamatórios e repouso.
44 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
45 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
46 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
47 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
48 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
49 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
50 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
51 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
52 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
53 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
54 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
55 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
56 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
57 Antifibrinolíticos: Medicamentos utilizados como inibidores da fibrinólise para reduzir os sangramentos.
58 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
59 Edema pulmonar: Acúmulo anormal de líquidos nos pulmões. Pode levar a dificuldades nas trocas gasosas e dificuldade respiratória.
60 Bilirrubina: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
61 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
62 Angiografia: Método diagnóstico que, através do uso de uma substância de contraste, permite observar a morfologia dos vasos sangüíneos. O contraste é injetado dentro do vaso sangüíneo e o trajeto deste é acompanhado através de radiografias seriadas da área a ser estudada.
63 Coágulo: 1. Em fisiologia, é uma massa semissólida de sangue ou de linfa. 2. Substância ou produto que promove a coagulação do leite.
64 Embolização: Técnica que consiste em injetar, em uma artéria, material capaz de obstrui-la completamente.
65 Distal: 1. Que se localiza longe do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Espacialmente distante; remoto. 3. Em anatomia geral, é o mais afastado do tronco (diz-se de membro) ou do ponto de origem (diz-se de vasos ou nervos). Ou também o que é voltado para a direção oposta à cabeça. 4. Em odontologia, é o mais distante do ponto médio do arco dental.
66 Neoplasma: Tumor ou massa anormal de tecido decorrente do crescimento anormal ou divisão de células incontrolada e progressiva.
67 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
68 Trombótico: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
69 Retina: Parte do olho responsável pela formação de imagens. É como uma tela onde se projetam as imagens: retém as imagens e as traduz para o cérebro através de impulsos elétricos enviados pelo nervo óptico. Possui duas partes: a retina periférica e a mácula.
70 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
71 Trombólise: Nome dado ao processo usado para dissolver um coágulo que existe na corrente sanguínea.
72 Fibrinogênio: Proteína plasmática precursora da fibrina (que dá origem à fibrina) e que participa da coagulação sanguínea.
73 Tromboses: Formações de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Podem ser venosas ou arteriais e produzem diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
74 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
75 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
76 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
77 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
78 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
79 Frutose: Açúcar encontrado naturalmente em frutas e mel. A frutose encontrada em alimentos processados é derivada do milho. Contém quatro calorias por grama.

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