TIENAM

Merck Sharp & Dohme

Atualizado em 09/12/2014

Composição de Tienam

cada frasco de infusão para aplicaçãointravenosa contém 250 mg de imipenem e 250 mg de cilastatina sódica, MSD ou, 500 mg de imipenem e 500 mg de cilastatina sódica, MSD. Cada sistema monovial para aplicação intravenosa contem 250 mg de imipenem e 250 mg de cilastatina sódica, MSD ou, 500 mg de imipenem e 500 mg de cilastatina sódica, MSD. Cada frasco-ampola para aplicação intramuscular contém 500 mg de imipenem e 500 mg de cilastatina sódica, MSD ou, 750 mg de imipenem e 750 mg de cilastatina sódica, MSD.

Posologia e Administração de Tienam

Tienam é apresentado em duas formulações diferentes, uma para infusão intravenosa apenas e outra para injeção intramuscular1 apenas. A formulação intramuscular não deve ser utilizada intravenosamente. Recomendações sobre posologia e administração para infusão intravenosa são apresentadas primeiro. Recomendações sobre posologia e administração para injeção intramuscular1 são apresentadas após aquelas referentes à apresentação intravenosa. As recomendações posológicas para Tienam representam a quantidade de imipenem a ser administrada. Quantidade equivalente de cilastatina está também presente na solução. A posologia diária total e a via de administração de Tienam devem ser baseadas no tipo e na gravidade da infecção2 e dadas em doses iguais divididas, baseadas na consideração do grau de sensibilidade do(s) patógeno(s), função renal3 e peso corpóreo. Infusão intravenosa: tratamento: esquema posológico para adultos com função renal3 normal. As doses citadas na Tabela I estão baseadas em pacientes com função renal3 normal (clearance de creatinina4 > 70 ml/min/1,73 m2 e peso corpóreo € 70 kg). Deverá ser feita redução da dosagem para pacientes5 com clearance de creatinina4 ú 70 ml/min/1,73 m2 (veja Tabela II) e/ou peso corpóreo < 70 kg. A redução relativa ao peso corpóreo é especialmente importante para os pacientes com peso muito baixo e/ou insuficiência renal6 moderada/severa. A maioria das infecções7 responde a uma dose diária de 1 a 2 g, dividida em 3 ou 4 tomadas. No tratamento de infecções7 moderadas, pode ser usada a posologia de 1 g, 2 vezes ao dia. Em infecções7 devidas a organismos menos suscetíveis, a posologia diária de Tienam IV pode ser aumentada para até 4 g por dia, sem exceder 50 mg/kg/dia, devendo prevalecer a posologia que for menor. Cada dose 500 mg de Tienam deve ser dada por infusão intravenosa durante 20 a 30 min. Cada dose > 500 mg deve ser infundida pelo período de 40 a 60 min. Em pacientes que desenvolvem náusea8 durante a infusão, o ritmo deve ser diminuído. Esquema posológico de Tienam IV, para adultos com função renal3 normal e peso corpóreo € 70 kg (deve ser feita uma redução proporcional posterior, da dose administrada em pacientes com peso corpóreo inferior a 70 kg). Infecção2 leve: 250 mg de imipenem, em intervalos de 6 horas, totalizando 1 g diário. Infecção2 moderada: 500 mg de imipenem, em intervalos de 8 horas, totalizando 1,5 g diário ou 1.000 mg de imipenem, em cada 12 horas, totalizando 2 g diários. Infecção2 severa (sensibilidade completa): 500 mg de imipenem, em intervalos de 6 horas, totalizando 2 g diários. Infecção2 grave e/ou com risco de vida, devido a organismos menos sensíveis (primariamente algumas cepas9 de P. aeruginosa): 1.000 mg de imipenem, em intervalos de 8 ou 6 horas, totalizando 3 ou 4 g diários. Devido à grande atividade antimicrobiana de Tienam, é recomendada a posologia máxima diária de 50 mg/kg/dia, não excedendo 4 g/dia, devendo prevalecer a posologia que for menor. Entretanto, pacientes com fibrose cística10 e com função renal3 normal têm sido tratados com Tienam em doses de até 90 mg/kg/dia em tomadas divididas, não excedendo 4 g/dia. Tienam foi utilizado com sucesso como monoterapia em pacientes imunodeprimidos com câncer11, no tratamento de infecções7 confirmadas ou suspeitas, tais como, septicemia12. Tratamento: esquema posológico para adultos com insuficiência renal6. Para determinar a redução da dose em adultos com insuficiência renal6: a dose diária total é selecionada com base na Tabela I, considerando-se as características da infecção2. O regime de dose reduzida é estabelecido pela Tabela II, com base na dose diária da Tabela I e na categoria do clearance de creatinina4 do paciente. Dose reduzida de Tienam IV para adultos com insuficiência renal6 e peso corpóreo € 70 kg (deve ser feita uma redução proporcional posterior na dose administrada em pacientes com peso corpóreo inferior a 70 kg). Clearance de creatinina4 de 41-70 ml/min/1,73 m2: 1,0 g/dia: 250 g cada 8 h; 1,5 g/dia: 250 g cada 6 h; 2,0 g/dia: 500 g cada 8 h; 3,0 g/dia: 500 g cada 6 h; 4,0 g/dia: 750 g cada 8 h. Clearance de creatinina4 de 21-40 ml/min/1,73 m2: 1,0 g/dia: 250 g cada 12 h; 1,5 g/dia: 250 g cada 8 h; 2,0 g/dia: 250 g cada 6 h; 3,0 g/dia: 500 g cada 8 h; 4,0 g/dia: 500 g cada 6 h. Clearance de creatinina4 de 6-20 ml/min/1,73 m2: 1 g/dia: 250 g cada 12 h; 1,5 g/dia: 250 g cada 12 h; 2,0 g/dia: 250 g cada 12 h; 3,0 g/dia: 500 g cada 12 h; 4,0 g/dia: 500 g cada 12 h. Quando for utilizada a dose de 500 mg em pacientes com clearance de creatinina4 de 6-20 ml/min/1,73 m2 pode haver aumento do risco de convulsões. Pacientes com clearance de creatinina4 ú 5 ml/min/1,73 m2 não devem receber Tienam IV, a menos que seja instituída hemodiálise13 em 48 horas. Hemodiálise13: ao tratar pacientes com clearance de creatinina4 ú 5 ml/min/1,73 m2, que estão sendo submetidos à hemodiálise13, utilize as recomendações posológicas para pacientes5 com clearance de creatinina4 6-20 ml/min/1,73 m2. Ambos, cilastatina e imipenem, são removidos da circulação14 durante a hemodiálise13. O paciente deve receber Tienam IV após a hemodiálise13 e a cada 12 horas a partir do final da seção de hemodiálise13. Pacientes dialisados, especialmente aqueles com história de doenças do sistema nervoso central15, devem ser cuidadosamente monitorizados; para pacientes5 em hemodiálise13, Tienam IV é recomendado apenas quando o benefício superar os riscos potenciais de convulsões. Atualmente os dados são inadequados para se recomendar a utilização de Tienam IV para pacientes5 sob diálise peritoneal16. A função renal3 de pacientes idosos pode não ser precisamente determinada pela medida da uréia17 e creatinina4 isoladamente. Sugere-se a determinação do clearance de creatinina4 para uma melhor orientação do esquema de dosagem nestes pacientes. Profilaxia: esquema posológico para adultos. Para profilaxia de infecções7 pós-cirúrgicas em adultos, devem ser administradas endovenosamente durante a indução da anestesia18 1.000 mg de Tienam IV e 1.000 mg após três horas. Para cirurgias de alto risco (por exemplo, colorretal), duas doses adicionais de 500 mg devem ser administradas 8 e 16 horas após a indução. Não há dados suficientes para se recomendar a dosagem profilática em pacientes com clearance de creatinina4 ú 70 ml/min/1,73 m2. Tratamento: esquema posológico pediátrico (crianças com idade € 3 meses). Para crianças e bebês19, recomenda-se o seguinte esquema posológico: a) crianças com peso corpóreo € 40 kg devem receber as mesmas doses previstas para adultos; b) crianças e bebês19 com peso corpóreo < 40 kg devem receber 15 mg/kg a intervalos de 6 horas. A dose total diária não deve exceder 2 g. Os dados clínicos não são suficientes para recomendar a utilização em crianças com idade inferior a três meses, ou em pacientes pediátricos com insuficiência renal6 (creatinina4 sérica > 2 mg/dl20). Tienam não é recomendado para o tratamento de meningite21. Se houver suspeita de meningite21, deve ser utilizado um antibiótico apropriado. Tienam pode ser utilizado em crianças com septicemia12, desde que não haja suspeita de meningite21. Reconstituição da solução intravenosa: Tienam IV para administração intravenosa é apresentado como pó estéril, em frasco de 120 ml contendo 500 mg de imipenem e 500 mg de cilastatina. Tienam IV é tamponado com bicarbonato de sódio para fornecer soluções na faixa de pH entre 6,5 a 7,5. Não há alterações significativas de pH quando as soluções são preparadas e utilizadas de forma apropriada. Tienam IV 500 mg contém 37,5 mg de sódio (1,6 mEq). O pó estéril de Tienam IV deve ser reconstituído conforme instruções apresentadas na Tabela III. Agite a solução até que ela esteja límpida. Variações na coloração da solução, do incolor ao amarelo, não afetam a potência do produto. Reconstituição de Tienam IV: Dose de Tienam IV: para 500 mg de imipenem, 100 ml de diluente a ser adicionado, concentração média aproximada: 5 mg/ml de imipenem. Estabilidade de Tienam IV.: conserve o pó seco em temperatura ambiente (15 a 25 C). A Tabela IV apresenta o período de estabilidade de Tienam IV quando reconstituído com soluções de infusão apropriadas e armazenado à temperatura entre 15- 25ºC ou sob refrigeração. Cuidado: Tienam IV é quimicamente incompatível com lactato22, e não deve ser reconstituído em diluentes que contenham lactato22. Contudo, Tienam IV pode ser administrado em um sistema intravenoso no qual esteja sendo administrada uma solução de lactato22. Tienam IV não deve ser misturado e nem deve ser fisicamente adicionado a outros antibióticos. Estabilidade da solução de Tienam IV reconstituída: 4 horas em temperatura ambiente (25ºC) ou 24 horas sob refrigeração (4ºC) para os seguintes diluentes: cloreto de sódio isotônico23, soro24 glicosado 5%, soro24 glicosado 10%, soro24 glicosado 5% e NaCl 0,9%, soro24 glicosado 5% e NaCl 0,45%, soro24 Glicosado 5% e NaCl 0,225%, soro24 glicosado 5% e KCl 0,15% e manitol 5% e 10%. Injeção intramuscular1: a formulação intramuscular de Tienam pode ser usada como alternativa para a formulação intravenosa no tratamento daquelas infecções7 para as quais a terapia IM é adequada. Dependendo da gravidade da infecção2, da suscetibilidade do(s) patógeno(s) e da condição do paciente, a dose de 500 mg pode ser dada a cada 12 horas. A via e a formulação intravenosa de Tienam devem ser utilizadas no tratamento de septicemias, endocardites, ou de outras infecções7 graves, ou com risco de vida, incluindo infecções7 do trato respiratório inferior causadas por Pseudomonas aeruginosa e quando houver falências orgânicas importantes, como no choque25. Não são recomendadas posologias diárias, por via intramuscular, acima de 1,5 g. Se isto for necessário, a via e a formulação intravenosa devem ser utilizadas. Para tratamento de uretrite26 ou cervicite27 causadas por Neisseria gonorrhoeae não produtora de penicilinase, pode-se usar uma dose única de Tienam IM 500 mg. Tienam IM deve ser dado em injeção intramuscular1 profunda, em massa muscular grande (como glúteo ou parte lateral da coxa28). Tienam IM pode ser usado sem redução posológica em pacientes com depuração de creatinina4 € 20 ml/min/1,73 m2. Tienam IM não foi estudado em pacientes com depuração de creatinina4 < 20 ml/min/1,73 m2. Tienam IM não foi estudado no grupo etário pediátrico. Reconstituição da suspensão intramuscular: Tienam IM é apresentado como um pó estéril em frascos contendo o equivalente a 500 mg de imipenem e o equivalente em cilastatina, quando reconstituído. Tienam IM 500 contém 32 mg de sódio (1,4 mEq). O pó estéril de Tienam IM deve ser reconstituído para formar uma suspensão com cloridrato de lidocaína a 1% (sem epinefrina) em solução aquosa ou salina, conforme apresentado na Tabela V. Suspensões preparadas de Tienam IM variam do branco ao castanho claro. A formulação IM não se destina ao uso IV. Reconstituição de Tienam IM: dose de Tienam IM: 500 mg de imipenem em 2 ml volume de diluente a ser adicionado, resultando em 2,8 ml de volume final. Estabilidade de Tienam IM: conserve o pó seco à temperatura entre15- 25C. A suspensão resultante deve ser utilizada em até 1 hora. Tienam IM não deve ser misturado e nem deve ser fisicamente adicionado a outros antibióticos. Superdosagem: não há informação específica disponível para o tratamento da superdosagem com Tienam. O imipenem e a cilastatina sódica são hemodialisáveis. Contudo, o uso deste procedimento na superdosagem é desconhecido.

Precauções de Tienam

gerais: há algumas evidências clínicas e laboratoriais de alergenicidade cruzada parcial entre Tienam e os demais antibióticos betalactâmicos - penicilinas e cefalosporinas. Foram relatadas reações graves (inclusive anafilaxia29) com a maioria dos betalactâmicos. Antes do uso de Tienam, é preciso informar-se cuidadosamente a respeito de reações de hipersensibilidade prévia aos antibióticos betalactâmicos. Se ocorrer reação alérgica30 com Tienam, o medicamento deve ser descontinuado e devem ser tomadas medidas adequadas. Tem sido relatada colite31 pseudomembranosa com virtualmente todos os antibióticos cuja gravidade pode variar de leve a letal. Os antibióticos, portanto devem ser prescritos com cautela em indivíduos com história de doença gastrintestinal, particularmente colite31. É importante considerar o diagnóstico32 de colite31 pseudomembranosa em pacientes que desenvolvem diarréia33 em associação com o uso de antibióticos. Ainda que estudos indiquem que uma toxina34 produzida pelo Clostridium difficile é uma causa primária de colite31 associada aos antibióticos, outras causas devem ser consideradas. - Uso na gravidez35: não há estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Tienam somente deverá ser usado na gravidez35 se os benefícios potenciais justificarem os riscos potenciais para o feto36. Nutrizes37: foi detectado imipenem no leite humano. Se o uso de Tienam for considerado essencial, a paciente deve suspender a amamentação38. - Uso pediátrico: não existem dados clínicos suficientes para recomendar o uso de Tienam em crianças com idade inferior a 3 meses, ou em crianças com função renal3 alterada (creatinina4 sérica > 2 mg/dl20). Sistema nervoso central15: como ocorre com outros antibióticos betalactâmicos, têm sido relatados efeitos adversos no SNC39, tais como, mioclonias, estados confusionais e convulsões com a formulação IV, especialmente quando a posologia recomendada para peso corpóreo e função renal3 for ultrapassada. Essas alterações têm sido mais comuns em pacientes com distúrbios nervosos (por exemplo, lesões40 cerebrais ou história de convulsões) e/ou comprometimento da função renal3 nos quais pode haver acúmulo do medicamento. Portanto, é recomendada estreita observação dos esquemas posológicos, especialmente nesses pacientes. Deve ser mantida terapêutica41 anticonvulsivante nos pacientes com distúrbios convulsivantes conhecidos. Se ocorrerem tremores focais, mioclonias ou convulsões, os pacientes devem ser avaliados neurologicamente e colocados sob terapia anticonvulsivante, se esta ainda não estiver sendo utilizada. Se os sinais42 neurológicos persistirem, a posologia de Tienam deve ser diminuída ou interrompida. Pacientes com clearance de creatinina4 ú 5 ml/min/1,73 m2 não devem receber Tienam, a menos que seja instituída hemodiálise13 dentro de 48 horas. Para pacientes5 em hemodiálise13, Tienam é recomendado apenas se os benefícios superarem os riscos potenciais de convulsões. - Interações medicamentosas: foram relatadas convulsões generalizadas em pacientes que receberam ganciclovir e Tienam IV. Estas drogas não devem ser utilizadas concomitantemente, a menos que os benefícios superem os riscos.

Reações Adversas de Tienam

Tienam é geralmente bem tolerado. Em estudos clínicos controlados, Tienam mostrou ser tão bem tolerado quanto à cefazolina, à cefalotina e à cefotaxima. Efeitos colaterais43 raramente requerem a interrupção da terapia e são geralmente leves e transitórios; efeitos colaterais43 graves são raros. As reações adversas mais comuns foram as reações locais. Reações locais: eritema44, dor e enduração local, tromboflebite45. Reações alérgicas/pele46: exantema47, prurido48, urticária49, eritema multiforme50, síndrome de Stevens-Johnson51; angiodema, necrólise epidérmica tóxica52 (raramente), dermatite53 esfoliativa (raramente), candidíase54, febre55, reações anafiláticas56. Reações gastrintestinais: náuseas57, vômitos58, diarréia33, manchas nos dentes. Em comum com virtualmente todos os antibióticos de amplo espectro, foi relatada colite31 pseudomembranosa. Sangue59: experiências adversas como eosinofilia60, leucopenia61, neutropenia62 (incluindo agranulocitose63), trombocitopenia64, trombocitose65, queda de hemoglobina66 e aumento do tempo de protrombina67 têm sido relatadas. Teste de Coombs direto positivo pode se desenvolver em alguns indivíduos. Função hepática68: aumento das transaminases séricas, bilirrubinas69 e/ou fosfatase alcalina70, hepatite71 (raramente). Função renal3: oligúria72/anúria73, poliúria74, insuficiência renal6 aguda (raramente). É difícil determinar o papel de Tienam nas alterações da função renal3, pois geralmente estão presentes outros fatores predisponentes de uremia75 pré-renal3 ou alteração da função renal3. Elevações na creatinina4 e na uréia17 sérica têm sido observadas, bem como descoloração da urina76. Esta alteração é inócua77 e não deve ser confundida com hematúria78. Sistema nervoso79/psiquiátrico: como ocorre com outros antibióticos betalactâmicos, experiências adversas no sistema nervoso central15, tais como, atividade mioclônica80, distúrbios psíquicos, incluindo alucinações81; estados confusionais ou convulsões têm sido relatados com a formulação IV. Foi relatada parestesia82. Sentidos especiais: alteração do paladar83, perda da audição. Pacientes granulocitopênicos: parece ocorrer náusea8 e vômitos58 relacionados com a droga, mais freqüentemente em pacientes granulocitopênicos do que em pacientes não granulocitopênicos, tratados com Tienam IV.

Contra-Indicações de Tienam

hipersensibilidade a qualquer componente do produto. Devido à utilização de cloridrato de lidocaína como diluente, Tienam IM é contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade a anestésicos locais do tipo amida e em pacientes em choque25 severo ou bloqueio cardíaco84. Tratamento da meningite21.

Indicações de Tienam

tratamento de infecções7 polimicrobianas e mistas aeróbia-anaeróbia, assim como na terapêutica41 inicial anterior à identificação do organismo causador da infecção2; tratamento das seguintes infecções7, quando causadas por organismos suscetíveis: infecções7 intra-abdominais; infecções7 do trato respiratório inferior; infecções7 ginecológicas; septicemias e endocardite85 (não é indicado para tratamento com a formulação intramuscular); infecções7 do trato geniturinário; infecções7 dos ossos e articulações86; infecções7 da pele46 e tecidos moles; tratamento das infecções7 mistas causadas por cepas9 suscetíveis de bactérias aeróbias e anaeróbias. A maioria dessas infecções7 mistas está associada com a contaminação pela flora fecal ou pela flora originada da vagina87, pele46 e boca88. Nessas infecções7 mistas Bacteroides fragilis é o patógeno anaeróbio mais comumente encontrado e é usualmente resistente aos aminoglicosídios, cefalosporinas e penicilinas. Entretanto, o Bacteroides fragilis é usualmente suscetível a Tienam. Tienam tem se mostrado eficaz contra muitas infecções7 causadas por bactérias Gram-positivas e Gram-negativas, aeróbias e anaeróbias, resistentes às cefalosporinas, incluindo cefazolina, cefoperazona, cefalotina, cefoxitina, cefotaxima, moxalactam, cefamandola, ceftazidima e ceftriaxona. De forma semelhante, muitas infecções7 causadas por organismos resistentes aos aminoglicosídios (gentamicina, amicacina, tobramicina) e/ou penicilinas (ampicilina, carbenicilina, penicilina-G, ticarcilina e piperaciclina, azlocilina e mezlocilina) respondem ao tratamento com Tienam. Tienam também é indicado para a prevenção de certas infecções7 pós-operatórias, em pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos, contaminados ou potencialmente contaminados, ou nos casos em que a ocorrência de infecção2 pós-operatória possa ser particularmente grave.

Apresentação de Tienam

caixa com um frasco de infusão para aplicação intravenosa. Caixa com um frasco-ampola e com frasco de diluente, para aplicação intramuscular. Caixa com um sistema monovial para aplicação intravenosa.


TIENAM - Laboratório

Merck Sharp & Dohme
Rua 13 de Maio, 815
Sousas, Campinas/SP
Tel: 0800-122232
Site: http://www.msdonline.com.br

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Complementos

1 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
2 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
3 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
4 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
5 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
6 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
7 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
8 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
9 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
10 Fibrose cística: Doença genética autossômica recessiva que promove alteração de glândulas exócrinas do organismo. Caracterizada por infecções crônicas das vias aéreas, que leva ao desenvolvimento de bronquiectasias, insuficiência pancreática exócrina, disfunções intestinais, anormalidades das glândulas sudoríparas e disfunção genitourinária.
11 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
12 Septicemia: Septicemia ou sepse é uma infecção generalizada grave que ocorre devido à presença de micro-organismos patogênicos e suas toxinas na corrente sanguínea. Geralmente ela ocorre a partir de outra infecção já existente.
13 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
14 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
15 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
16 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
17 Ureia: 1. Resíduo tóxico produzido pelo organismo, resulta da quebra de proteínas pelo fígado. É normalmente removida do organismo pelos rins e excretada na urina. 2. Substância azotada. Composto orgânico cristalino, incolor, de fórmula CO(NH2)2 (ou CH4N2O), com um ponto de fusão de 132,7 °C.
18 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
19 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
20 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
21 Meningite: Inflamação das meninges, aguda ou crônica, quase sempre de origem infecciosa, com ou sem reação purulenta do líquido cefalorraquidiano. As meninges são três membranas superpostas (dura-máter, aracnoide e pia-máter) que envolvem o encéfalo e a medula espinhal.
22 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
23 Isotônico: Relativo à ou pertencente à ação muscular que ocorre com uma contração normal. Em química, significa a igualdade de pressão entre duas soluções.
24 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
25 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
26 Uretrite: Inflamação da uretra de causa geralmente infecciosa. Manifesta-se por ardor ao urinar e secreção amarelada drenada pela mesma. Em mulheres esta secreção pode não ser evidente.
27 Cervicite: Inflamação infecciosa do colo uterino.Pode não apresentar sintomas ou pode manifestar-se por dor no baixo ventre, secreção vaginal purulenta, dor ou “pontadas” associadas ao coito (dispareunia).
28 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.
29 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
30 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
31 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
32 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
33 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
34 Toxina: Substância tóxica, especialmente uma proteína, produzida durante o metabolismo e o crescimento de certos microrganismos, animais e plantas, capaz de provocar a formação de anticorpos ou antitoxinas.
35 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
36 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
37 Nutrizes: Mulheres que amamentam; amas de leite; que alimentam.
38 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
39 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
40 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
41 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
42 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
43 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
44 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
45 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
46 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
47 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
48 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
49 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
50 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
51 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
52 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
53 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
54 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
55 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
56 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
57 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
58 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
59 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
60 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
61 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
62 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
63 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
64 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
65 Trombocitose: É o número excessivo de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitopenia. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é superior a 750.000/mm³ (e particularmente acima de 1.000.000/mm³) justifica-se investigação e intervenção médicas. Quanto à origem, pode ser reativa ou primária (provocada por doença mieloproliferativa). Apesar de freqüentemente ser assintomática (particularmente quando se origina como uma reação secundária), pode provocar uma predisposição para a trombose.
66 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
67 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
68 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
69 Bilirrubinas: Pigmento amarelo que é produto da degradação da hemoglobina. Quando aumenta no sangue, acima de seus valores normais, pode produzir uma coloração amarelada da pele e mucosas, denominada icterícia. Pode estar aumentado no sangue devido a aumento da produção do mesmo (excesso de degradação de hemoglobina) ou por dificuldade de escoamento normal (por exemplo, cálculos biliares, hepatite).
70 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
71 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
72 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
73 Anúria: Clinicamente, a anúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas.
74 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
75 Uremia: Doença causada pelo armazenamento de uréia no organismo devido ao mal funcionamento renal. Os sintomas incluem náuseas, vômitos, perda de apetite, fraqueza e confusão mental.
76 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
77 Inócua: 1. Que não causa dano material, físico, orgânico; que não é nocivo ou prejudicial. 2. Que não causa dano moral, psicológico ou afim; improvável de causar ofensa moral. 3. Incapaz de produzir o efeito pretendido.
78 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
79 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
80 Mioclônica: Contração muscular súbita e involuntária que se verifica especialmente nas mãos e nos pés, devido à descarga patológica de um grupo de células nervosas.
81 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
82 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
83 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
84 Bloqueio cardíaco: Transtorno da condução do impulso elétrico no tecido cardíaco especializado, manifestado por uma diminuição variável da freqüência dos batimentos cardíacos.
85 Endocardite: Inflamação aguda ou crônica do endocárdio. Ela pode estar preferencialmente localizada nas válvulas cardíacas (endocardite valvular) ou nas paredes cardíacas (endocardite parietal). Pode ter causa infecciosa ou não infecciosa.
86 Articulações:
87 Vagina: Canal genital, na mulher, que se estende do ÚTERO à VULVA. (Tradução livre do original
88 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
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