BRANTA

Torrent do Brasil Ltda.

Atualizado em 03/06/2015

BRANTA
losartana potássica + besilato de anlodipino

I - Identificação da Branta

Nome comercial: BRANTADenominação genérica: losartana potássica + besilato de anlodipino

Forma Farmacêutica e Apresentação da Branta

BRANTA 50 mg + 5 mg: embalagem contendo 10 ou 30 comprimidos revestidos.
USO ADULTO
USO ORAL

Composição da Branta

Cada comprimido revestido de BRANTA contém:losartana potássica ................... 50 mg
besilato de anlodipino ............... 6,93 mg (equivalente a 5 mg de anlodipino)
Excipientes: fosfato de cálcio dibásico anidro, amido, amidoglicolato de sódio, povidona, celulose microcristalina, dióxido de silício coloidal, estearato de magnésio, hipromelose, macrogol, dióxido de titânio, talco e amarelo crepúsculo laca.

Ii - Informações ao Paciente da Branta

Como este medicamento funciona?
BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino) é a combinação dos princípios ativos besilato de anlodipino e losartana potássica.
A losartana potássica age dilatando os vasos sanguíneos1 para ajudar o coração2 a bombear o sangue3 para todo o corpo com mais facilidade. Essa ação ajuda a reduzir a pressão alta.
O início do efeito da ação da losartana na pressão sanguínea começa entre 2-3 horas e a ação máxima ocorre em 6 horas.
O besilato de anlodipino, por sua vez, interfere no movimento do cálcio para dentro das células4 cardíacas e da musculatura dos vasos sanguíneos1. Como resultado dessa ação, o anlodipino relaxa os vasos sanguíneos1 que irrigam o coração2 e o resto do corpo, aumentando a quantidade de sangue3 e oxigênio para o coração2, reduzindo a sua carga de trabalho e, por relaxar os vasos sanguíneos1, permite que o sangue3 passe através deles mais facilmente.
O início do efeito da ação do anlodipino na pressão sanguínea começa entre 3-5 horas e a ação máxima ocorre em 8 horas.
Por que este medicamento foi indicado?
BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino) é indicado no tratamento de hipertensão5 leve.
Quando não devo utilizar este medicamento?
Contraindicações

BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino) é contraindicado para pacientes6 alérgicos aos bloqueadores dos receptores da angiotensina (classe de medicamentos a que pertence a losartana, um dos princípios ativos do medicamento) ou aos antagonistas de canais de cálcio do tipo diidropiridina (classe de medicamentos a que pertence o anlodipino, um dos princípios ativos do medicamento). Também é contraindicado no caso de gravidez7 e para pacientes6 com histórico de angioedema8 (inchaço9 em região subcutânea10 ou em mucosas11, geralmente de origem alérgica) ou qualquer efeito adverso relatado em tratamento anterior com bloqueadores de receptores de angiotensina ou antagonistas de canal de cálcio.
Advertências
Hipotensão12 (queda importante da pressão): a losartana potássica pode causar hipotensão12 sintomática13. A hipotensão12 sintomática13, na maioria das vezes, ocorre em pacientes que possuem diminuição de volume e/ou de sais como resultado do tratamento prolongado com diuréticos14, dieta de restrição de sal, diálise15, diarreia16 ou vômito17.
Falência hepática18: raramente os inibidores de receptor de angiotensina têm sido associados com uma síndrome19 que se inicia com icterícia20 colestática (deposição de pigmentos biliares na pele21 dando uma cor amarela intensa) progredindo para necrose22 hepática18 fulminante e, às vezes, podendo ser fatal. O mecanismo dessa síndrome19 não é conhecido. Pacientes que administram essa combinação e desenvolveram icterícia20 ou sinais23 de aumento das enzimas hepáticas24 devem interromper o tratamento e receber acompanhamento médico apropriado.
Uso na gravidez7 e na amamentação25: não há experiência clínica com BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino) na gravidez7 ou na lactação26. Portanto, BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino) não deve ser administrado durante a gravidez7, amamentação25 ou em mulheres em idade fértil, a menos que sejam utilizados métodos contraceptivos adequados. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez7.
Uso em crianças: não há experiência clínica com BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino) em crianças; portanto, o uso deste medicamento não é recomendado para crianças e adolescentes com menos de 18 anos de idade.
Uso em idosos: os idosos possuem um risco maior na diminuição das funções hepática18, renal27 ou cardíaca. BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino) deve ser utilizado nesses pacientes com cautela, de acordo com a recomendação médica.
Precauções
Disfunção hepática18: a combinação de besilato de anlodipino e losartana potássica deve ser administrada com cautela em pacientes com disfunção hepática18.
Disfunção renal27: em indivíduos susceptíveis, alterações na função renal27 podem ser antecipadas. Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva28 severa, na qual a função renal27 pode depender da atividade do sistema renina-angiotensina-aldosterona, o tratamento com bloqueador de receptor da angiotensina pode ser associado com oligúria29 e/ou azotemia progressiva e, raramente, com falência renal27 aguda, podendo ser fatal.
Interações medicamentosas
- losartana potássica:
A losartana potássica não interfere na ação da varfarina, da digoxina oral e endovenosa, da cimetidina e da hidroclorotiazida. É importante informar ao seu médico se estiver tomando suplementos de potássio, medicamentos poupadores de potássio ou substitutos do sal da dieta que contém potássio.
- besilato de anlodipino:
O besilato de anlodipino tem sido administrado com segurança com diuréticos14 tiazídicos, drogas beta-bloqueadoras, inibidores da enzima30 conversora de angiotensina, nitratos de longa ação, nitroglicerina sublingual, anti-inflamatórios não esteroidais, antibióticos e agentes hipoglicemiantes orais31. A administração de besilato de anlodipino não interfere com a digoxina e varfarina. A coadministração de cimetidina não alterou a ação do anlodipino.
O uso deste medicamento não é recomendado para crianças e adolescentes com menos de 18 anos de idade.
Informe ao médico ou cirurgião-dentista o aparecimento de reações indesejáveis.
Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.
Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde32.
Como devo usar este medicamento?
Aspecto físico

Comprimidos revestidos, de cor laranja, redondos, biconvexos, sulcado em um dos lados e liso do outro.
Características organolépticas
Veja aspecto físico
Dosagem
1 comprimido uma vez ao dia. Dependendo da resposta do paciente, a dose poderá ser aumentada para 2 comprimidos uma vez ao dia. Pode ser administrado com ou sem alimentos.
Em caso de esquecimento de administração da dose, o paciente deve tomar a dose omitida de BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino) assim que se lembrar. Se for perto da próxima tomada, pular a dose esquecida e prosseguir com o horário regular da dosagem. Nunca tomar dose em duplicata do medicamento para recompensar a dose esquecida.
6,93 mg de besilato de anlodipino é equivalente a 5 mg de anlodipino.
Como usar
Os comprimidos de BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino) deverão ser engolidos inteiros. Não deve ser mastigado ou triturado.
Caso prescrito pelo seu médico, os comprimidos podem ser partidos.
Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.
Este medicamento não pode ser mastigado.
Quais os males que este medicamento pode causar?
Qualquer medicamento pode apresentar efeitos não esperados ou indesejáveis, denominados efeitos adversos.
- losartana potássica
Alguns pacientes podem apresentar diarreia16, dispepsia33 (incluindo gastrite34 - má digestão35, incluindo inflamação36 no estômago37), cãibra muscular, mialgia38 (dor muscular), dor nas costas39, dor nas pernas, tontura40, insônia, congestão nasal, tosse, infecção41 no trato respiratório superior, sinusite42, astenia43/fadiga44, edema45/inchaço9, dor abdominal, dor no peito46, náusea47, dor de cabeça48 e faringite49.
- besilato de anlodipino:
Os efeitos adversos mais comumente observados são: edema45 (inchaço9), rubor (vermelhidão da face50 e do pescoço51), palpitação52, fadiga44 (cansaço), dor de cabeça48, sonolência, dor abdominal e tontura40.
Os efeitos adversos menos comumente observados são:
Sistema cardiovascular53: arritmia54 (alterações dos batimentos cardíacos) - incluindo taquicardia55 ventricular e fibrilação atrial, bradicardia56 (redução do número de batimentos cardíacos - menor que 60 em 1 minuto), dor no peito46, hipotensão12 (diminuição da pressão sanguínea), isquemia57 periférica, síncope58 (desmaio), taquicardia55, tontura40 postural, hipotensão12 postural e vasculite59 (processo inflamatório dos vasos).
Sistema nervoso central60 e periférico: hipoestesia61 (diminuição de várias formas de sensibilidade), neuropatia periférica62 (alterações degenerativas63 não inflamatórias dos nervos), parestesia64 (sensação anormal como ardor65, formigamento e coceira sem motivo aparente), tremor e vertigem66.
Sistema gastrintestinal: anorexia67 (falta de apetite), constipação68, dispepsia33 (incluindo gastrite34 - má digestão35, incluindo inflamação36 no estômago37), disfagia69, diarreia16, flatulência, pancreatite70 (inflamação36 do pâncreas71), vômito17 e hiperplasia72 gengival.
Geral: reação alérgica73, astenia43 (fraqueza), dor nas costas39, sensação conjunta de calor, suor e taquicardia55, mal-estar, dor, calafrio74, ganho e perda de peso.
Sistema musculoesquelético: artralgia75 (dor articular), artrose76, cãibras musculares e mialgia38 (dor muscular).
Psiquiátrico: disfunção sexual (homens e mulheres), insônia, nervosismo, depressão, sonhos anormais, ansiedade e despersonalização.
Sistema respiratório77: dispnéia78 (dificuldade em respirar) e epistaxe79.
Pele21 e anexos80: angioedema8, eritema multiforme81, prurido82, erupção83, erupção83 eritematosa84 e máculo-papular.
Sistema sensorial: visão85 anormal, conjuntivite86, diplopia87, dor nos olhos88 e zumbidos.
Sistema urinário89: frequência de micção90, desordem na micção90 e noctúria (necessidade de urinar frequentemente à noite).
Sistema nervoso autônomo91: boca92 seca e aumento do suor.
Metabólico e nutricional: hiperglicemia93 (aumento da taxa de glicose94 no sangue3) e sede.
Sistema hematopoiético95: leucopenia96 (redução de leucócitos97 do sangue3; os leucócitos97 são células4 que participam no processo de defesa imunológica do organismo), púrpura98 (extravasamento de sangue3 para fora dos capilares99 da pele21 ou mucosa100 formando manchas) e trombocitopenia101 (diminuição do número de plaquetas102 no sangue3; as plaquetas102 participam no processo de coagulação103 do sangue3).
Informe ao seu médico imediatamente se você apresentar esses sintomas104 ou outros sintomas104 incomuns.
Atenção: este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe seu médico.
O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?
- losartana potássica:
Sintomas104 de superdose: a manifestação mais provável de superdosagem é a hipotensão12 e a taquicardia55. Pode ocorrer bradicardia56 por estimulação parassimpática (vagal).
Tratamento: se ocorrer hipotensão12 sintomática13, o tratamento de suporte deve ser instituído.
- besilato de anlodipino:
Sintomas104 de superdose: dados disponíveis sugerem que uma grande superdose poderia resultar em excessiva vasodilatação periférica e hipotensão12 acentuada e provavelmente prolongada e a possibilidade de uma taquicardia55 reflexa.
Tratamento: o médico pode proceder uma lavagem gástrica105. A hipotensão12 devido à superdose de anlodipino requer medida ativa de suporte cardiovascular, incluindo monitoração frequente das funções cardíaca e respiratória, elevação das extremidades, atenção para o volume de fluido circulante e eliminação urinária. O médico poderá administrar um vasoconstritor para recuperação do tônus vascular106 e pressão sanguínea. Outras medidas poderão ser tomadas pelo médico como a administração de gluconato de cálcio intravenoso para reversão dos efeitos bloqueadores do canal de cálcio. Uma vez que o anlodipino se liga às proteínas107 plasmáticas, a diálise15 não constitui um benefício.
Onde e como devo guardar este medicamento?
Manter em temperatura ambiente (15º a 30ºC), protegido da luz e da umidade. Não abra o blíster até o momento de tomar o medicamento.
Prazo de validade: O prazo de validade encontra-se impresso na embalagem. Não utilize este ou qualquer outro medicamento com o prazo de validade vencido.
Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Iii - Informações Técnicas Aos Profissionais de Saúde32 da Branta

Farmacodinâmica da Branta

- losartana potássica: é um antagonista108 do receptor da angiotensina II (tipo AT1). A angiotensina II é um potente vasoconstritor e um componente importante na fisiopatologia109 da hipertensão5. A losartana potássica bloqueia os efeitos vasoconstritores e de secreção de aldosterona da angiotensina II através do bloqueio seletivo da ligação da angiotensina II ao receptor AT1 encontrado em vários tecidos (por exemplo: músculo liso vascular110, glândula111 adrenal). O início do efeito da ação da losartana na pressão sangüínea112 começa entre 2-3 horas e a ação máxima ocorre em 6 horas.
- besilato de anlodipino: é um antagonista108 dos canais de cálcio do tipo diidropiridina (antagonista108 do íon113 cálcio ou bloqueador do canal lento de cálcio) que inibe o influxo transmembrana do íon113 cálcio para o interior da musculatura lisa vascular106 e cardíaca. O processo de contração do músculo cardíaco114 e do músculo liso vascular110 depende da movimentação dos íons115 de cálcio extracelulares para as células4 através de canais íon113-específicos. Pela inibição do influxo de íons115 de cálcio, o músculo liso vascular110 dilata, resistindo à hipertensão5. O mecanismo de alívio da angina116 pectoris pelo anlodipino ainda não está completamente definido, porém sabe-se que este medicamento reduz a isquemia57 do miocárdio117 através das seguintes funções:
1. dilata a arteríola118 periférica, diminuindo a resistência periférica119, reduzindo o consumo de energia e da necessidade de oxigênio do músculo cardíaco114.
2. dilata a artéria120 coronária e a arteríola118 coronária das áreas normais e isquêmicas, aumentando o fornecimento de oxigênio do músculo cardíaco114 em pacientes com espasmo121 coronário.
O início do efeito da ação do anlodipino na pressão sangüínea112 começa entre 3-5 horas e a ação máxima ocorre em 8 horas.

Farmacocinética da Branta

- losartana potássica: a farmacocinética da losartana potássica e do seu metabólito122 ativo (E-3174) é linear com dose oral de até 200 mg e não varia com o tempo. Nem a losartana nem o seu metabólito122 se acumulam no plasma123 com doses diárias repetidas. Na administração por via oral, a losartana potássica tem biodisponibilidade sistêmica de cerca de 33%.
A losartana potássica passa por metabolismo124 de primeira passagem através das enzimas do citocromo P450. É convertida, em parte, ao metabólito122 ativo ácido carboxílico que é o principal responsável pelo antagonismo dos receptores da angiotensina II no tratamento com losartana potássica. Cerca de 14% da dose administrada via oral é convertida em metabólito122 ativo. Após administração via oral, a losartana potássica é rapidamente absorvida, atingindo o pico de concentração plasmática em 1 hora. A losartana potássica e o E-3174 alcançam o pico de concentração plasmática do 296 ng/mL e 249 ng/mL em 1,0 e 4,1 horas, respectivamente, após dose única oral de 50 mg em voluntários sadios. A área sob a curva da concentração plasmática (AUC) de E-3174 é aproximadamente 4 vezes maior que a da losartana potássica (1915 vs. 476 ng.h/mL). A absorção é lenta e a Cmax é reduzida com a ingestão de alimentos. A losartana potássica e o E-3174 têm alta ligação às proteínas107 (98,7% e 99,8%) com volumes de distribuição de 34 litros e 12 litros, respectivamente. Aproximadamente 35% da droga é eliminada na urina125 e, aproximadamente, 60% é excretada nas fezes. A losartana potássica e o E-3174 têm meia-vida de eliminação de 2 e 6 - 9 horas, respectivamente. A taxa da depuração renal27 da losartana potássica e do E-3174 é 4,3 e 1,6 L/h.
- besilato de anlodipino: após administração por via oral de doses terapêuticas de besilato de anlodipino, a absorção ocorre gradualmente com pico de concentração plasmática entre 6 e 12 horas. O Tmax médio do anlodipino é de 8 horas após dose oral única de 5 mg em voluntários saudáveis. A biodisponibilidade absoluta foi estimada entre 64 e 90%. A biodisponibilidade do anlodipino não é alterada pela ingestão de alimentos. O anlodipino tem um amplo volume de distribuição (Vd) de 21 L/Kg e alta ligação às proteínas107 plasmáticas (95%).
O anlodipino passa por um extenso, porém lento metabolismo124 hepático. A porção diidropiridina é oxidada ao análogo de piridina durante a biotransformação inicial com mínimo metabolismo124 pré-sistêmico126 ou de primeira passagem. Os metabólitos127 não possuem atividade significante.
Menos de 10% da dose oral é excretada na forma inalterada. Por administração oral, 60% da dose é recuperada na urina125, principalmente como metabólitos127, e 20 a 25% é recuperada nas fezes.
A meia-vida de eliminação do anlodipino é entre 30 a 50 horas em indivíduos sadios.

Resultados de Eficácia Clínica da Branta

Em estudo multicêntrico, aberto, fase III, realizado no Brasil com 116 pacientes portadores de hipertensão arterial128 estágio I, a associação fixa em uma mesma forma farmacêutica, de 5 mg de beslilato de anlodipino e 50 mg de losartana potássica, normalizou a PA em 47,1 % dos pacientes com 1 comprimido ao dia.Com o uso de 2 comprimidos ao dia a eficácia elevou-se para 83,3 %.

Indicações da Branta

BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino) é indicado no tratamento da hipertensão5 leve.

Contraindicações da Branta

É contraindicado a pacientes com hipersensibilidade aos bloqueadores dos receptores da angiotensina, aos antagonistas de canais de cálcio do tipo diidropiridina ou aos demais componentes da fórmula. Também é contraindicado no caso de gravidez7 e para pacientes6 com histórico de angioedema8 ou qualquer efeito adverso relatado em tratamento anterior com bloqueadores de receptores de angiotensina ou antagonistas de canal de cálcio.

Posologia da Branta

1 comprimido uma vez ao dia. Dependendo da resposta do paciente, a dose poderá ser aumentada para 2 comprimidos uma vez ao dia. Pode ser administrado com ou sem alimentos.Em caso de esquecimento de administração da dose, o paciente deve tomar a dose omitida de BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino) assim que se lembrar. Se for perto da próxima tomada, pular a dose esquecida e prosseguir com o horário regular da dosagem. Nunca tomar dose em duplicata do medicamento para recompensar a dose esquecida.
6,93 mg de besilato de anlodipino é equivalente a 5 mg de anlodipino.

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto da Branta

Os comprimidos de BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino) deverão ser engolidos inteiros. Este medicamento não deve ser mastigado ou triturado.
Os comprimidos podem ser partidos.
Conservar em temperatura ambiente (15º a 30ºC), protegido da luz e da umidade. Não abrir o blíster até o momento de tomar o medicamento.

Advertências da Branta

Gerais: a losartana potássica pode causar hipotensão12 sintomática13. A hipotensão12 sintomática13, na maioria das vezes, ocorre em pacientes que possuem depleção129 de volume e/ou de sais como resultado do tratamento prolongado com diuréticos14, dieta de restrição de sal, diálise15, diarreia16 ou vômito17. A depleção129 do volume e/ou de sais deve ser corrigida antes do início do tratamento com a combinação de losartana potássica e besilato de anlodipino.Disfunção hepática18: a combinação de losartana potássica e besilato de anlodipino deve ser administrada com cautela em pacientes com disfunção hepática18, pois a meia-vida do anlodipino é prolongada nesses pacientes.
Falência hepática18: raramente inibidores de receptor de angiotensina têm sido associados com uma síndrome19 que se inicia com icterícia20 colestática, progredindo para necrose22 hepática18 fulminante e, às vezes, podendo ser fatal. O mecanismo dessa síndrome19 não é conhecido. Pacientes que administram essa combinação e desenvolveram icterícia20 ou sinais23 de aumento das enzimas hepáticas24 devem descontinuar o tratamento e receber acompanhamento médico apropriado.
Disfunção renal27: em indivíduos susceptíveis, alterações na função renal27 podem ser antecipadas, como consequência da inibição do sistema renina-angiotensina-aldosterona. Em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva28 severa na qual a função renal27 pode depender da atividade do sistema renina-angiotensina-aldosterona, o tratamento com bloqueador de receptor da angiotensina pode ser associado com oligúria29 e/ou azotemia progressiva e, raramente, com falência renal27 aguda, podendo ser fatal.
Gravidez7: não há experiência clínica com BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino) na gravidez7 ou na lactação26. Portanto, BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino) não deve ser administrado durante a gravidez7, lactação26 ou em mulheres em idade fértil, a menos que sejam utilizados métodos contraceptivos adequados.
Categoria de risco na gravidez7: D - Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez7.
Lactação26: BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino) não deve ser administrado durante a amamentação25.
Pediatria: não há experiência clínica com BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino); o uso deste medicamento não é recomendado para crianças e adolescentes com menos de 18 anos de idade.
Pacientes idosos: os pacientes idosos possuem um risco maior na diminuição das funções hepática18, renal27 ou cardíaca. BRANTA (losartana potássica + besilato de anlodipino) deve ser utilizado nesses pacientes com cautela, de acordo com a recomendação médica.

Interações Medicamentosas da Branta

- losartana potássica:
A losartana potássica administrada por 12 dias não afeta a farmacocinética ou a farmacodinâmica de uma dose única de varfarina. A losartana potássica não afeta a farmacocinética da digoxina oral e endovenosa. A coadministração de losartana potássica e cimetidina leva ao aumento de cerca de 18% na AUC da losartana potássica, mas não afeta a farmacocinética do E-3174. A coadministração de losartana potássica e fenobarbital leva à redução de cerca de 20% na AUC da losartana potássica e do E-3174. Não há interação farmacocinética entre a losartana potássica e a hidroclorotiazida.
Inibidores do citocromo P3A4 não interferem significativamente enquanto que indutores potentes do citocromo P34A podem causar importante interação medicamentosa.
Assim como com outras drogas que bloqueiam a angiotensina II ou seus efeitos, o uso concomitante de diuréticos14 poupadores de potássio (por exemplo: espirolactona, triantereno, amilorida), suplementos de potássio ou substitutos de sal que contém potássio podem levar ao aumento de potássio sérico.
- besilato de anlodipino:
O besilato de anlodipino tem sido administrado com segurança com diuréticos14 tiazídicos, drogas beta-bloqueadoras, inibidores da enzima30 conversora de angiotensina, nitratos de longa ação, nitroglicerina sublingual, anti-inflamatórios não-esteroidais, antibióticos e agentes hipoglicemiantes orais31.
A coadministração de besilato de anlodipino com digoxina não alterou os níveis séricos da digoxina ou a sua depuração renal27 em voluntários normais. A co-administração de cimetidina não alterou a farmacocinética do anlodipino.
Em voluntários sadios, a coadministração de besilato de anlodipino não alterou significativamente o efeito da varfarina no tempo de protrombina130. A introdução de besilato de anlodipino não resulta na necessidade de modificação do regime estabelecido para a varfarina.

Reações Adversas a Medicamentos da Branta

- losartana potássicaEm geral, o tratamento com losartana potássica foi bem tolerado. Os efeitos adversos ocorreram em, pelo menos, 1% dos pacientes tratados com losartana potássica e eram mais frequentes com a losartana potássica do que com o placebo131.
Sistema digestivo132: diarreia16, dispepsia33.
Sistema musculoesquelético: cãibra e mialgia38 (dor nas costas39, dor nas pernas).
Sistema nervoso133/ psiquiátrico: tontura40, insônia.
Sistema respiratório77: congestão nasal, tosse, infecção41 no trato respiratório superior e sinusite42.
Os eventos adversos seguintes também foram relatados por 1% ou mais dos pacientes tratados com losartana potássica, ocorrendo mais frequentemente no grupo placebo131: astenia43/fadiga44, edema45/inchaço9, dor abdominal, dor no peito46, náusea47, dor de cabeça48 e faringite49.
- besilato de anlodipino:
Os efeitos adversos mais comumente observados são: edema45, rubor facial, palpitação52, fadiga44, cefaleia134, sonolência, dor abdominal e tontura40.
Em estudos clínicos controlados, os seguintes efeitos adversos ocorreram em menos de 1%, mas em mais 0,1% dos pacientes:
Sistema cardiovascular53: arritmia54 (incluindo taquicardia55 ventricular e fibrilação atrial), bradicardia56, dor no peito46, hipotensão12, isquemia57 periférica, síncope58, taquicardia55, tontura40 postural, hipotensão12 postural e vasculite59.
Sistema nervoso central60 e periférico: hipoestesia61, neuropatia periférica62, parestesia64, tremor e vertigem66.
Sistema gastrintestinal: anorexia67, constipação68, dispepsia33, disfagia69, diarreia16, flatulência, pancreatite70, vômito17 e hiperplasia72 gengival.
Geral: reação alérgica73, astenia43, lombalgia135, sensação conjunta de calor, suor e taquicardia55, mal-estar, dor, calafrio74, ganho e perda de peso.
Sistema musculoesquelético: artralgia75, artrose76, cãibras e mialgia38.
Psiquiátrico: disfunção sexual (homens e mulheres), insônia, nervosismo, depressão, sonhos anormais, ansiedade e despersonalização.
Sistema respiratório77: dispneia78 e epistaxe79.
Pele21 e anexos80: angioedema8, eritema multiforme81, prurido82, erupção83, erupção83 eritematosa84 e máculo-papular.
Sistema sensorial: visão85 anormal, conjuntivite86, diplopia87, dor ocular e zumbidos.
Sistema urinário89: frequência de micção90, desordem na micção90 e noctúria.
Sistema nervoso autônomo91: boca92 seca e aumento do suor.
Metabólico e nutricional: hiperglicemia93 e sede.
Sistema hematopoiético95: leucopenia96, púrpura98 e trombocitopenia101.
Atenção: este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe seu médico.

Superdose da Branta

- losartana potássica:
Sintomas104: a manifestação mais provável de superdosagem é a hipotensão12 e a taquicardia55. Pode ocorrer bradicardia56 por estimulação parassimpática (vagal).
Tratamento: se ocorrer hipotensão12 sintomática13, o tratamento de suporte deve ser instituído. Nem a losartana potássica nem E-3174 podem ser removidos por hemodiálise136.
- besilato de anlodipino:
Sintomas104: dados disponíveis sugerem que uma grande superdosagem poderia resultar em excessiva vasodilatação periférica e hipotensão12 acentuada e provavelmente prolongada e, a possibilidade, de uma taquicardia55 reflexa.
Tratamento: como a absorção do besilato de anlodipino é lenta, deve ser realizada lavagem gástrica105. Deve ser instituída medida ativa de suporte cardiovascular, incluindo monitoramento das funções cardíaca e respiratória, elevação das extremidades e atenção para o volume de fluido circulante e eliminação urinária. O gluconato de cálcio endovenoso pode ajudar na reversão dos efeitos de bloqueio da entrada de cálcio. Um agente vasoconstritor pode ser útil na recuperação do tônus vascular106 e da pressão sanguínea, desde que o uso do mesmo não seja contraindicado. Uma vez que o anlodipino é altamente ligado às proteínas107, a diálise15 não constitui um benefício para o paciente.

Armazenagem da Branta

Manter em temperatura ambiente (15º a 30ºC), protegido da luz e da umidade.Prazo de validade: O prazo de validade encontra-se impresso na embalagem. Não utilize este ou qualquer outro medicamento com o prazo de validade vencido.

Iv - Dizeres Legais da Branta

Registro MS - 1.0525.0032
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Complementos

1 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
2 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
3 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
4 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
5 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
6 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
7 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
8 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
9 Inchaço: Inchação, edema.
10 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
11 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
12 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
13 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
14 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
15 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
16 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
17 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
18 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
19 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
20 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
21 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
22 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
23 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
24 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
25 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
26 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
27 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
28 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
29 Oligúria: Clinicamente, a oligúria é o débito urinário menor de 400 ml/24 horas ou menor de 30 ml/hora.
30 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
31 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
32 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
33 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
34 Gastrite: Inflamação aguda ou crônica da mucosa do estômago. Manifesta-se por dor na região superior do abdome, acidez, ardor, náuseas, vômitos, etc. Pode ser produzida por infecções, consumo de medicamentos (aspirina), estresse, etc.
35 Digestão: Dá-se este nome a todo o conjunto de processos enzimáticos, motores e de transporte através dos quais os alimentos são degradados a compostos mais simples para permitir sua melhor absorção.
36 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
37 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
38 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
39 Costas:
40 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
41 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
42 Sinusite: Infecção aguda ou crônica dos seios paranasais. Podem complicar o curso normal de um resfriado comum, acompanhando-se de febre e dor retro-ocular.
43 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
44 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
45 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
46 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
47 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
48 Cabeça:
49 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
50 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
51 Pescoço:
52 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
53 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
54 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
55 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
56 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
57 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
58 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
59 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
60 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
61 Hipoestesia: Perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região do organismo.
62 Neuropatia periférica: Dano causado aos nervos que afetam os pés, as pernas e as mãos. A neuropatia causa dor, falta de sensibilidade ou formigamentos no local.
63 Degenerativas: Relativas a ou que provocam degeneração.
64 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
65 Ardor: 1. Calor forte, intenso. 2. Mesmo que ardência. 3. Qualidade daquilo que fulge, que brilha. 4. Amor intenso, desejo concupiscente, paixão.
66 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
67 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
68 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
69 Disfagia: Sensação consciente da passagem dos alimentos através do esôfago. Pode estar associado a doenças motoras, inflamatórias ou tumorais deste órgão.
70 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
71 Pâncreas: Órgão nodular (no ABDOME) que abriga GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina é composta pelas ILHOTAS DE LANGERHANS, que secretam vários hormônios na corrente sangüínea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta, que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos pancreáticos (que desemboca no DUODENO).
72 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
73 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
74 Calafrio: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
75 Artralgia: Dor em uma articulação.
76 Artrose: Também chamada de osteoartrose ou processo degenerativo articular, resulta de um processo anormal entre a destruição cartilaginosa e a reparação da mesma. Entende-se por cartilagem articular, um tipo especial de tecido que reveste a extremidade de dois ossos justapostos que possuem algum grau de movimentação entre eles, sua função básica é a de diminuir o atrito entre duas superfícies ósseas quando estas executam qualquer tipo de movimento, funcionando como mecanismo de absorção de choque. O estado de hidratação da cartilagem e a integridade da mesma, é fator preponderante para o não desenvolvimento da artrose.
77 Sistema Respiratório: Órgãos e estruturas tubulares e cavernosas, por meio das quais a ventilação pulmonar e as trocas gasosas entre o ar externo e o sangue são realizadas.
78 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
79 Epistaxe: Hemorragia de origem nasal.
80 Anexos: 1. Que se anexa ou anexou, apenso. 2. Contíguo, adjacente, correlacionado. 3. Coisa ou parte que está ligada a outra considerada como principal. 4. Em anatomia geral, parte acessória de um órgão ou de uma estrutura principal. 5. Em informática, arquivo anexado a uma mensagem eletrônica.
81 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
82 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
83 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
84 Eritematosa: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
85 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
86 Conjuntivite: Inflamação da conjuntiva ocular. Pode ser produzida por alergias, infecções virais, bacterianas, etc. Produz vermelhidão ocular, aumento da secreção e ardor.
87 Diplopia: Visão dupla.
88 Olhos:
89 Sistema urinário: O sistema urinário é constituído pelos rins, pelos ureteres e pela bexiga. Ele remove os resíduos do sangue, mantêm o equilíbrio de água e eletrólitos, armazena e transporta a urina.
90 Micção: Emissão natural de urina por esvaziamento da bexiga.
91 Sistema nervoso autônomo: Parte do sistema nervoso que controla funções como respiração, circulação do sangue, controle de temperatura e da digestão.
92 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
93 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
94 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
95 Sistema Hematopoiético: Sistema do corpo composto primariamente pela medulla óssea, baço, lifonodos (gânglios linfáticos) e tonsilas, envolvido na produção do sangue.
96 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
97 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
98 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
99 Capilares: Minúsculos vasos que conectam as arteríolas e vênulas.
100 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
101 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
102 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
103 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
104 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
105 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
106 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
107 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
108 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
109 Fisiopatologia: Estudo do conjunto de alterações fisiológicas que acontecem no organismo e estão associadas a uma doença.
110 Músculo Liso Vascular: Tecido muscular não estriado e de controle involuntário que está presente nos vasos sangüíneos.
111 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
112 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
113 Íon: Átomo ou grupo atômico eletricamente carregado.
114 Músculo Cardíaco: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo.
115 Íons: Átomos ou grupos atômicos eletricamente carregados.
116 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
117 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
118 Arteríola: As menores ramificações das artérias. Estão localizadas entre as artérias musculares e os capilares.
119 Resistência periférica: A resistência periférica é a dificuldade que o sangue encontra em passar pela rede de vasos sanguíneos. Ela é representada pela vasocontratilidade da rede arteriolar especificamente, sendo este fator importante na regulação da pressão arterial diastólica. A resistência é dependente das fibras musculares na camada média dos vasos, dos esfíncteres pré-capilares e de substâncias reguladoras da pressão como a angiotensina e a catecolamina.
120 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
121 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
122 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
123 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
124 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
125 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
126 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
127 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
128 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
129 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
130 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
131 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
132 Sistema digestivo: O sistema digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
133 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
134 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
135 Lombalgia: Dor produzida na região posterior inferior do tórax. As pessoas com lombalgia podem apresentar contraturas musculares, distensões dos ligamentos da coluna, hérnias de disco, etc. É um distúrbio benigno que pode desaparecer com uso de antiinflamatórios e repouso.
136 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.

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