Preço de CALNATE em Houston/SP: R$ 1613,84

CALNATE

EUROFARMA

Atualizado em 03/06/2015

CALNATE


poliestirenossulfonato de cálcio


Pó para Suspensão Oral

Forma Farmacêutica e Apresentação de Calnate

Embalagem contendo 60 envelopes contendo 30 g.

Oral

USO ADULTO E PEDIÁTRICO

Composição de Calnate

Cada grama1 contém:

poliestirenossulfonato de cálcio...................................................... 900 mg*

excipientes q.s.p. ................................................................................. 1g

Excipientes: ácido cítrico e sacarose.

*Cada 900 mg de poliestirenossulfonato de cálcio equivale a 3,3 mEq de cálcio.


- INFORMAÇÕES AO PACIENTE

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO

Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) está indicado no tratamento da hiperpotassemia em casos de insuficiência renal2.

Embora a ação do medicamento se inicie poucas horas após a sua administração, o início do controle da hiperpotassemia pode demorar alguns dias.


CUIDADOS DE ARMAZENAMENTO

Conservar o medicamento em temperatura ambiente (temperatura entre 15ºC e 30ºC). Proteger da luz e umidade.


PRAZO DE VALIDADE

O prazo de validade do medicamento encontra-se impresso na embalagem externa. Não utilize este medicamento após a data de validade.


GRAVIDEZ3 E LACTAÇÃO4

Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término.

Informar ao médico se está amamentando.

CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

INTERRUPÇÃO DO TRATAMENTO

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.


REAÇÕES ADVERSAS

Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) não deve ser administrado com sucos de frutas que contenham alta concentração de potássio.

Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis tais como irritação gástrica, falta de apetite, náusea5, vômito6, constipação7, diarréia8 ou quaisquer outras que porventura venham a ocorrer durante o uso de Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio).


TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.


INGESTÃO CONCOMITANTE COM OUTRAS SUBSTÂNCIAS

Os pacientes em tratamento com Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) devem evitar ingestão de antiácidos9 e laxantes10. Pacientes utilizando Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) devem informar seu médico sempre que necessitarem adicionalmente de outra medicação, pois pode haver interação entre os remédios, diminuindo ou aumentando de forma indesejável o efeito dos mesmos.


CONTRAINDICAÇÕES

O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao poliestirenossulfonato de cálcio e/ou demais componentes da formulação.

Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) não deve ser utilizado por pacientes com hiperparatireoidismo, mieloma11 múltiplo, sarcoidose12 ou carcinoma13 matastático que possam apresentar insuficiência renal2 e elevada taxa de cálcio no sangue14. Os pacientes com cálculo15 renal16 ou elevada taxa de cálcio no sangue14 de qualquer origem também não devem utilizar Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio).


PRECAUÇÕES

Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

O controle da hiperpotassemia grave com o uso de Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) pode levar de horas a dias. Nestes casos pode haver a necessidade de adoção de outras medidas terapêuticas, incluindo diálise17.

O uso de Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) pode ocasionar distúrbios eletrolíticos. Em vista disso, há necessidade de que sejam realizadas avaliações clínica e laboratorial periódicas. Em casos de diabetes18 este produto contém sacarose.


NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE19.


ATENÇÃO DIABÉTICOS: CONTÉM AÇÚCAR20.


COMO USAR

Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) pó para suspensão oral deve ser administrado somente por via oral.

O pó deve ser dissolvido com o auxílio de uma colher, conforme figuras e ingerido em seguida. Não se deve guardar a solução.



- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Características de Calnate

O poliestirenossulfonato de cálcio é uma resina permutadora de cátions.

Farmacologia21

Cada grama1 de poliestirenossulfonato de cálcio troca cerca de 1,3 mmol (1,3 mEq) de potássio.

À medida que a resina progride através do intestino ou quando é retida no cólon22 após a administração sob a forma de enema23, os íons24 cálcio são parcialmente liberados e substituídos por íons24 potássio.

Esta ação ocorre principalmente no intestino grosso25, que excreta os íons24 potássio em maior grau que o intestino delgado26. A resina é então eliminada nas fezes. A eficiência deste processo é limitada e impredizivelmente variável.


- INDICAÇÕES

Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) está indicado no tratamento da hiperpotassemia em casos de insuficiência renal2.


Contraindicações de Calnate

O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao poliestirenossulfonato de cálcio e/ou demais componentes da formulação.

Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) não deve ser utilizado no tratamento de pacientes com hiperparatireoidismo, mieloma11 múltiplo, sarcoidose12 ou carcinoma13 matastático que possam apresentar insuficiência renal2 e hipercalcemia. Pacientes com litíase27 renal16 ou hipercalcemia de qualquer etiologia28 não devem receber Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio).


Precauções e Advertências de Calnate

Como a diminuição efetiva do potássio sérico com Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) pode levar de horas a dias, o tratamento apenas com esta droga pode ser insuficiente para corrigir rapidamente a hiperpotassemia severa associada à destruição tecidual massiva (por exemplo, queimaduras e insuficiência renal2) ou a hiperpotassemia intensa considerada emergência29 médica. Portanto, outras medidas definitivas, incluindo diálise17, devem sempre ser consideradas e podem ser imperativas.

Pode ocorrer séria deficiência de potássio durante o tratamento com Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio). O efeito deve ser cuidadosamente controlado por determinações freqüentes do potássio sérico dentro de cada período de 24 horas.

Uma vez que a deficiência intracelular de potássio nem sempre é reflexo dos níveis séricos de potássio, o nível em que o tratamento com Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) deve ser interrompido e deve ser determinado individualmente para cada paciente. A condição clínica do paciente e o eletrocardiograma30 são importantes auxiliares na determinação da interrupção do tratamento. Os sinais31 clínicos precoces de hipopotassemia32 grave incluem um padrão de confusão com irritabilidade e retardo dos processos de pensamento. Eletrocardiograficamente, a hipopotassemia32 grave está freqüentemente associada a prolongamento do intervalo Q-T, alargamento, achatamento33 ou inversão da onda T e ondas U proeminentes. Além disso, pode ocorrer arritmias34 cardíacas, como contrações ventriculares, nodais e atriais prematuras, e taquicardias ventriculares e supraventriculares. Os efeitos tóxicos dos digitálicos podem, provavelmente, estar exacerbados. A hipopotassemia32 severa pode também manifestar-se por fraqueza muscular grave, algumas vezes estendendo-se para paralisia35 franca.

Como todas as resinas permutadoras de cátions, Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) não é totalmente seletivo (para potássio) em sua ação, e pequenas quantidades de outros cátions, como magnésio e sódio, podem também se perdidas durante o tratamento. Em vista disso, os pacientes recebendo Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) devem ser monitorizados quanto a todos os distúrbios eletrolíticos pertinentes.

Podem ocorrer hipercalcemia e hipercalciúria36 com o uso de Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio). Isto é mais provável em pacientes com hipoparatireoidismo que estejam recebendo altas doses de vitamina37 D, ou em pacientes com comprometimento da função renal16, em tratamento de diálise17 ou não. Os sintomas38 de hipercalcemia incluem anorexia39, náusea5, vômito6, constipação7, dor abdominal, boca40 seca, sede e poliúria41. O quadro pode ser evitado por avaliações freqüentes dos níveis plasmáticos e urinário do cálcio. Os níveis urinários de cálcio podem elevar-se antes dos níveis plasmáticos.

Muitos pacientes em insuficiência renal2 crônica têm níveis séricos baixos de cálcio e altos de fosfato, mas alguns, que infelizmente não podem ser identificados de antemão, apresentam uma rápida elevação das concentrações séricas de cálcio após o tratamento.

Esse risco, portanto, enfatiza a necessidade de controle bioquímico adequado.

Caso ocorra constipação7, as pacientes podem ser tratados com sorbitol42 (10 a 20 mL de xarope a 70% a cada 2 horas ou conforme necessário, de modo a produzir uma a duas evacuações aquosas por dia), medida essa que também reduz qualquer tendência à impactação fecal.

Interações Medicamentosas de Calnate

Alcalose43 sistêmica tem sido relatada após administração oral de resinas permutadoras de cátion, em combinação com antiácidos9 não-absorvíveis doadores de cátions e laxantes10, como hidróxido de magnésio e carbonato de alumínio.

Esse tipo de administração simultânea também pode reduzir a capacidade de troca da resina.


Reações Adversas e Alterações de Exames Laboratoriais de Calnate


As reações adversas mais sérias foram mencionadas no item “PRECAUÇÕES e ADVERTÊNCIAS”.



Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) pode causar certo grau de irritação gástrica. Anorexia39, náusea5, vômito6 e constipação7 também podem ocorrer, especialmente com altas doses. Ocasionalmente pode haver diarréia8. Doses altas em pessoas idosas podem causar impactação fecal (vide “PRECAUÇÕES e ADVERTÊNCIA”). Este efeito pode ser evitado pelo uso da resina em enemas44, como descrito no item “POSOLOGIA”. Hipopotassemia32, hiponatremia45, hipomagnesemia e retenção significante de cálcio podem ocorrer.


- POSOLOGIA

Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) pode ser administrado por via oral ou através de enemas44 de retenção. Sempre que possível, deve-se dar preferência à via oral uma vez que os resultados são mais evidentes.

A suspensão da droga deve ser preparada no momento do uso e não deve ser guardada por mais de 24 horas.

As recomendações posológicas descritas abaixo constituem orientação geral. As necessidades precisas devem ser decididas face46 a determinações regulares dos eletrólitos47 séricos.


Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) Via Oral

Adultos, incluindo idosos: 15 g, três ou quatro vezes ao dia.


Pediátrico: 1 g por quilograma de peso por dia, administrada em doses divididas, em hiperpotassemia aguda. A dose pode ser reduzida para 0,5 g por quilograma de peso por dia, em doses divididas para tratamento de manutenção.

Cada dose deve ser administrada na forma de suspensão em pequena quantidade de água ou na forma de xarope para melhor aceitação do paladar48. A quantidade de líquido usualmente varia de 20 a 100 mL, dependendo da dose. A suspensão pode também ser preparada adicionando-se 3 a 4 mL de líquido por grama1 de resina. O sorbitol42 pode ser administrado, a fim de evitar constipação7. A resina não deve ser administrada em sucos de frutas que tenham um alto conteúdo de potássio.

Se houver dificuldade na deglutição49, a resina pode ser administrada através de sonda gástrica de 2 a 3 mm de diâmetro e, se desejado, misturada a uma dieta apropriada para insuficiência renal2.


Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) Via Retal

Adultos, incluindo idosos: Em casos onde vômitos50 tornem a administração oral difícil, Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) pode ser administrado por via retal na forma de suspensão de 30 g de resina em veículo aquoso (p.ex. 200 mL de metilcelulose a 1% ou 100 mL de sorbitol42): como enema23 de retenção, diariamente. Cada dose é administrada como suspensão aquecida (à temperatura corporal). A suspensão deve ser levemente agitada durante a administração.

Nos estágios iniciais, a administração por via retal associada à via oral pode ajudar a diminuir mais rapidamente os níveis séricos de potássio.

Inicialmente se ambas as vias forem usadas, provavelmente será desnecessário continuar a administração retal após a resina oral ter atingido o reto51.

Se possível, o enema23 deve ser retido pelo menos por 9 horas, e então seguido por um enema23 de lavagem.

Após um enema23 de lavagem inicial, uma sonda de borracha macia de tamanho grande (French 28) é inserida via retal por cerca de 20cm, com a extremidade atingindo o sigmóide52 e fixada nessa posição. A resina é então suspensa em quantidade apropriada de veículo aquoso à temperatura corporal e introduzida por gravidade, enquanto as partículas são mantidas em suspensão por agitação. A suspensão é lavada com 50 a 100 mL de líquido, seguido do clampeamento da sonda, mantendo-a no local. Se ocorrer refluxo, os quadris devem ser elevados com travesseiros ou o paciente deve ficar temporariamente em posição genupeitoral. Pode-se utilizar uma suspensão um pouco mais densa; entretanto, deve-se evitar formação da pasta, que reduzirá a superfície de troca, sendo inefetiva se depositada na ampola retal53. A suspensão deve ser mantida no cólon sigmóide54 por várias horas, se possível. Então, o cólon22 é lavado com solução que não contém cálcio, à temperatura corporal, a fim de remover a resina. Dois filtros de solução para lavagem podem ser necessários. O retorno é drenado constantemente através de uma conexão em Y.


Pediátrico: Quando recusada na boca40, ou em caso de vômito6, a resina pode ser administrada por via retal, usando uma dose no mínimo igual à que deveria ser administrada por via oral, diluída na mesma proporção descrita para adultos.

A intensidade e duração da terapia dependem da severidade e persistência da hiperpotassemia.

Calnate (poliestirenossulfonato de cálcio) não deve ser aquecido, pois suas propriedades de troca podem ser alteradas.


- SUPERDOSAGEM

Em caso de superdosagem, a resina deve ser removida com o uso de laxantes10 ou enemas44 para impedir constipação7 ou impactação fecal.

Hipercalcemia e/ou hipopotassemia32 podem ocorrer. Medidas apropriadas devem ser instituídas para normalizar os níveis séricos de potássio e reduzir os níveis de cálcio se estes estiverem elevados.


Lote, data de fabricação e validade: vide embalagem externa.



VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

M.S.: 1.0043.1013


Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró – CRF-SP 19.258


Produzido por: EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA.

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Indústria Brasileira

CALNATE - Laboratório

EUROFARMA
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Tel: 0800-704-3876
Email: euroatende@eurofarma.com.br
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Complementos

1 Grama: 1. Designação comum a diversas ervas da família das gramíneas que formam forrações espontâneas ou que são cultivadas para criar gramados em jardins e parques ou como forrageiras, em pastagens; relva. 2. Unidade de medida de massa no sistema c.g.s., equivalente a 0,001 kg . Símbolo: g.
2 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
6 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
7 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
8 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
9 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
10 Laxantes: Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.
11 Mieloma: Variedade de câncer que afeta os linfócitos tipo B, encarregados de produzir imunoglobulinas. Caracteriza-se pelo surgimento de dores ósseas, freqüentemente a nível vertebral, anemia, insuficiência renal e um estado de imunodeficiência crônica.
12 Sarcoidose: Sarcoidose ou Doença de Besnier-Boeck é caracterizada pelo aparecimento de pequenos nódulos inflamatórios (granulomas) em vários órgãos. A doença pode afetar qualquer orgão do corpo, mas os mais atingidos são os pulmões , os gânglios linfáticos (ínguas ), o fígado, o baço e a pele.
13 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
14 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
15 Cálculo: Formação sólida, produto da precipitação de diferentes substâncias dissolvidas nos líquidos corporais, podendo variar em sua composição segundo diferentes condições biológicas. Podem ser produzidos no sistema biliar (cálculos biliares) e nos rins (cálculos renais) e serem formados de colesterol, ácido úrico, oxalato de cálcio, pigmentos biliares, etc.
16 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
17 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
18 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
19 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
20 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
21 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
22 Cólon:
23 Enema: Introdução de substâncias líquidas ou semilíquidas através do esfíncter anal, com o objetivo de induzir a defecação ou administrar medicamentos.
24 Íons: Átomos ou grupos atômicos eletricamente carregados.
25 Intestino grosso: O intestino grosso é dividido em 4 partes principais: ceco (cecum), cólon (ascendente, transverso, descendente e sigmoide), reto e ânus. Ele tem um papel importante na absorção da água (o que determina a consistência do bolo fecal), de alguns nutrientes e certas vitaminas. Mede cerca de 1,5 m de comprimento.
26 Intestino delgado: O intestino delgado é constituído por três partes: duodeno, jejuno e íleo. A partir do intestino delgado, o bolo alimentar é transformado em um líquido pastoso chamado quimo. Com os movimentos desta porção do intestino e com a ação dos sucos pancreático e intestinal, o quimo é transformado em quilo, que é o produto final da digestão. Depois do alimento estar transformado em quilo, os produtos úteis para o nosso organismo são absorvidos pelas vilosidades intestinais, passando para os vasos sanguíneos.
27 Litíase: Estado caracterizado pela formação de cálculos em diferentes regiões do organismo. A composição destes cálculos e os sintomas que provocam variam de acordo com sua localização no organismo (vesícula biliar, ureter, etc.).
28 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
29 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
30 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
31 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
32 Hipopotassemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
33 Achatamento: 1. Ato ou efeito de achatar (-se); achatadura, depressão, rebaixamento. 2. Na astronomia, trata-se de um parâmetro geralmente muito pequeno, que caracteriza a não esfericidade de um astro em rotação, igual à variação relativa de uma grandeza quando se passa do equador ao polo. 3. Que tem ou tomou forma chata, plana.
34 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
35 Paralisia: Perda total da força muscular que produz incapacidade para realizar movimentos nos setores afetados. Pode ser produzida por doença neurológica, muscular, tóxica, metabólica ou ser uma combinação das mesmas.
36 Hipercalciúria: Eliminação de quantidade anormalmente grande de cálcio na urina.
37 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
38 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
39 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
40 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
41 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
42 Sorbitol: Adoçante com quatro calorias por grama. Substância produzida pelo organismo em pessoas com diabetes e que pode causar danos aos olhos e nervos.
43 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
44 Enemas: Introdução de substâncias líquidas ou semilíquidas através do esfíncter anal, com o objetivo de induzir a defecação ou administrar medicamentos.
45 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
46 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
47 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
48 Paladar: Paladar ou sabor. Em fisiologia, é a função sensorial que permite a percepção dos sabores pela língua e sua transmissão, através do nervo gustativo ao cérebro, onde são recebidos e analisados.
49 Deglutição: Passagem dos alimentos desde a boca até o esôfago; ação ou efeito de deglutir; engolir. É um mecanismo em parte voluntário e em parte automático (reflexo) que envolve a musculatura faríngea e o esfíncter esofágico superior.
50 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
51 Reto: Segmento distal do INTESTINO GROSSO, entre o COLO SIGMÓIDE e o CANAL ANAL.
52 Sigmóide: Segmento do COLO entre o RETO e o colo descendente.
53 Ampola retal: É a parte superior do reto. Ela é a porção mais dilatada do órgão e onde fica armazenado o material fecal até ao momento da sua expulsão.
54 Cólon Sigmóide: Segmento do COLO entre o RETO e o colo descendente.

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