Preço de ANTAK em São Paulo/SP: R$ 18,72

ANTAK

GlaxoSmithKline

Atualizado em 03/06/2015

Antak    
comprimidos, solução injetável e xarope


Cloridrato de ranitidina
Uso adulto e pediátrico

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Antak

ANTAK 150 mg: comprimidos circulares revestidos, de cor branca, contendo 150 mg de ranitidina (como cloridrato) e apresentado em caixas com 10 e 20 comprimidos. ANTAK 300 mg: Comprimidos de forma capsular, revestidos, de cor branca, contendo 300 mg da ranitidina (como cloridrato) e apresentado em caixas com 8, 16 e 32 comprimidos. ANTAK comprimidos efervescentes: Comprimidos contendo 150 mg e 300 mg de ranitidina (cloridrato) e apresentado em caixas contendo 10 comprimidos. ANTAK xarope 150mg/10 ml: Frasco de vidro da cor âmbar contendo 120 ml. ANTAK injetável: Caixa com 5 ampolas de 2 ml.

Composição de Antak


ANTAK comprimidos revestidos: Cloridrato da ranitidina 168 mg e 336 mg (correspondentes a respectivamente 150 mg e 300 mg de ranitidina); excipiente q.s.p. 1 comprimido. ANTAK comprimidos efervescentes: Cloridrato de ranitidina 168 mg e 336 mg correspondentes a respectivamente 150 mg 300 mg de ranitidina; excipiente q.s.p. 1 comprimido efervescente. ANTAK xarope: Cada 10 ml contém: Cloridrato de ranitidina 168 mg (correspondente a 150 mg de ranitidina); Veículo q.s.p. 10 ml. ANTAK injetável: Cada ampola contém 50 mg de ranitidina.

Informações Técnicas de Antak

Modo de Ação de Antak

O principio ativo de ANTAK, a ranitidina, é um antagonista1 H 2 da histamina2, dotado de alta seletividade e rápido início de ação. Seu efeito inibitório, sobre a secreção basal ou estimulada de ácido gástrico3, se faz tanto através da redução do volume da secreção como de seu conteúdo em ácido e pepsina.

Indicações de Antak


ANTAK comprimidos e xarope está indicado para o tratamento da úlcera duodenal4, úlcera gástrica5 benigna, incluindo aquelas associadas com agentes antiinflamatórios não-esteróides. Prevenção de úlceras6 duodenais associadas com agentes antiinflamatórios não-esteroidais, incluindo ácido acetilsalicílico, especialmente em pacientes com história de doença ulcerosa péptica, úlcera7 pós-operatória, esofagite de refluxo8, síndrome de Zollinger-Ellison9, na dispepsia10 episódica crônica, caracterizada por dor (epigástrica ou retroesternal) a qual é relacionada às refeições ou durante o sono, mas não associada com as condições anteriores. E nas seguintes condições onde é desejável a redução gástrica e a produção de ácido: profilaxia da hemorragia11 gastrintestinal conseqüente à úlcera7 de estresse em pacientes gravemente enfermos, profilaxia da hemorragia11 recorrente em pacientes com úlceras6 pépticas e na prevenção da síndrome12 de aspiração ácida (síndrome de Mendelson13). ANTAK injetável está indicado no tratamento de úlcera duodenal4, úlcera gástrica5 benigna, úlcera7 pós-operatória, esofagite de refluxo8 e estados hipersecretores patológicos, sempre que for recomendável a administração parenteral, bem como nas seguintes condições nas quais é necessário reduzir a secreção gástrica e produção de ácido: prevenção de hemorragia11 gastrintestinal por úlcera7 de estresse em pacientes graves, profilaxia de sangramento recorrente em portadores de úlceras6 pépticas hemorrágicas14 e na pré-medicação anestésica em pacientes propensos à aspiração ácida (síndrome de Mendelson13).

Contra-Indicações de Antak

O uso de ANTAK está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade à ranitidina.

Precauções de Antak


O tratamento com antagonista1 H 2 da histamina2 pode mascarar sintomas15 associados com carcinoma16 do estômago17 e por essa razão, retardar o diagnóstico18 da doença. conseqüentemente, quando houver suspeita de úlcera gástrica5, a possibilidade de malignidade deve ser excluída antes de ser instituída a terapia com ANTAK. A ranitidina é excretada por via renal19, assim sendo, os níveis plasmáticos da droga são aumentados nos pacientes com insuficiência renal20 severa. Neste caso, a dose deve ser ajustada conforme descrito em Posologia e administração em  pacientes com insuficiência renal20. A ranitidina atravessa a barreira placentária e é excretada no leite materno. O produto só deve ser usado durante a gravidez21 e aleitamento no caso de ser essencialmente necessário. É recomendada a regular supervisão de pacientes com úlcera péptica22 e utilizando drogas antiinflamatórias não-esteroidais, especialmente se idosos. Deve-se ter precaução no uso de ANTAK efervescente em pacientes que tenham restrições de sódio, tendo em vista que estas apresentações contêm sódio em sua formulação.

Uso em pacientes idosos  Em ensaios clínicos23, as taxas de cicatrizações de úlcera7 em pacientes com 65 anos ou mais não se mostraram diferentes das observadas em pacientes mais jovens. Além disso, não houve diferença na incidência24 de efeitos adversos.

Uso em transplantes renais - ANTAK tem sido usado em pacientes submetidos a transplantes renais.

Posologia e Administração de Antak

ANTAK comprimido e solução oral: O comprimido de ANTAK efervescente deve ser colocado em meio copo de água (mínimo de 75 ml) e dissolvido completamente antes de ser bebido. As formulações efervescentes contêm aspartama. Adultos: A dose usual padrão para úlcera gástrica5, úlcera duodenal4 ou esofagite de refluxo8 é de 150 mg duas vezes ao dia ou 300 mg à noite. Em muitos casos de úlcera duodenal4, úlcera gástrica5 benigna e úlcera7 pós-operatória a cicatrização ocorre dentro de 4 semanas. Naqueles pacientes em que a cicatrização não ocorre nas quatro primeiras semanas, a úlcera7 cicatrizará geralmente após mais quatro semanas seguidas de terapia. Em úlceras6 presentes acompanhando a terapia com antiinflamatórios não-esteroidais ou associados com o uso continuado destas drogas, podem ser necessárias 8 a 12 semanas de tratamento. Para a prevenção de úlceras6 duodenais associadas com drogas antiinflamatórias não esteroidais, 150 mg de ranitidina duas vezes ao dia podem ser administradas concomitantemente com a terapia de drogas antiinflamatórias não-esteroidais. Na úlcera duodenal4, 300 mg duas vezes ao dia durante quatro semanas, resulta em taxas de cicatrização maiores do que aquelas com ranitidina 150 mg duas vezes ao dia ou, 300 mg à noite, durante quatro semanas. O aumento da dose não tem sido associado com aumento na incidência24 de efeitos colaterais25. Tratamento de manutenção: 150 mg ao deitar. Úlcera7 pós-operatória: 150 mg duas vezes ao dia. No controle da esofagite de refluxo8 severa a dose recomendada é de 150  mg quatro vezes ao dia durante 8 semanas. Síndrome de Zollinger-Ellison9: 150  mg três vezes ao dia, inicialmente, podendo aumentar se necessário. Doses até 6 g por dia têm sido bem toleradas. Para pacientes26 com dispepsia10 episódica crônica a dose recomendada é de 150 mg. duas vezes ao dia, durante 6 semanas. Qualquer paciente, que não responda ou que tenha recidiva27 logo após o tratamento, deve ser investigado . Na profilaxia da hemorragia11 decorrente da úlcera7 de stress em pacientes gravemente enfermos, ou na profilaxia de hemorragia11 recorrente em pacientes com sangramento decorrente de ulceração28 péptica, 150 mg duas vezes ao dia pode substituir a forma injetável logo que o paciente possa alimentar-se por via oral. Profilaxia da Síndrome de Mendelson13: 150 mg duas horas antes da anestesia29 e preferivelmente 150 mg na noite anterior. Alternativamente existe disponível ANTAK injetável. Em pacientes em trabalho de parto, 150 mg a cada 6 horas, porém, se for necessário anestesia29 geral, recomenda-se que adicionalmente seja administrado com antiácido30  (ex.: citrato de sódio). Crianças: A dose oral recomendada para o tratamento de úlcera péptica22 em crianças é de 2 mg/Kg a 4 mg/KG, duas vezes ao dia, até no máximo 300 mg de ranitidina por dia. Insuficiência renal20: A acumulação de ranitidina como resultado de elevadas concentrações plasmáticas poderá ocorrer em pacientes com insuficiência31  renal19 severa (clearance de ranitidina abaixo de 50 ml/minuto). Recomenda-se que a dose diária de ranitidina nestes pacientes seja de 150 mg à noite, durante quatro a oito semanas. Em pacientes sob diálise32  peritoneal crônica um ambulatorial ou hemodiálise33 crônica, 150 mg de ranitidina deve ser tomada imediatamente após a diálise32. ANTAK injetável: Adultos: ANTAK injetável pode ser administrado através de injeção34 intravenosa lenta (durante 2 minutos) de 50 mg (1 ampola) diluídos para um volume de 20 ml, cada 6-8 horas; por infusão intravenosa intermitente35 na velocidade de 25 mg/h, durante 2 horas; repetida a intervalos de 6-8 horas; por injeção intramuscular36 de 50 mg (uma ampola), cada 6-8 horas. Na profilaxia da hemorragia11 por úlcera7 de stress em pacientes gravemente doentes ou na profilaxia de hemorragia11 recorrente em pacientes com episódio de sangramento por ulceração28 péptica, ANTAK injetável pode ser continuado até que seja reinstituída a alimentação oral. Os pacientes considerados ainda sob risco podem então ser tratados com ANTAK comprimidos 150 mg duas vezes ao dia. Para profilaxia da síndrome de Mendelson13, administrar 50 mg, por injeção34 IM ou IV lenta 45 a 60 minutos antes de indução da anestesia29 geral. Crianças: O uso em crianças não foi avaliado. Uso no paciente com insuficiência renal20: Ocorrerá acúmulo de ranitidina no organismo com concentrações plasmáticas elevadas, como conseqüência, em pacientes com grave insuficiência31 a renal19 (depuração de ranitidina menor que 50 ml/min). Recomenda-se em tais pacientes que ANTAK seja administrado em doses de 25 mg.

Superdosagem de Antak


ANTAK tem ação muito específica e por essa razão não se espera que ocorram problemas particulares após superdosagem com o produto. Deve ser administrada adequada terapia sintomática37 e de suporte. Se necessário for, a droga deve ser removida do plasma38 por hemodiálise33..

Venda Sob Prescrição Médica.

ANTAK - Laboratório

GlaxoSmithKline
Estrada dos Bandeirantes, 8464
Rio de Janeiro/RJ - CEP: 22783-110

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Complementos

1 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
2 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
3 Ácido Gástrico: Ácido clorídrico presente no SUCO GÁSTRICO.
4 Úlcera duodenal: Lesão na mucosa do duodeno – parte inicial do intestino delgado.
5 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
6 Úlceras: Feridas superficiais em tecido cutâneo ou mucoso que podem ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
7 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
8 Esofagite de refluxo: É uma inflamação na mucosa do esôfago (camada que reveste o esôfago) causada pelo refluxo (retorno) do conteúdo gástrico ao esôfago. Se não tratada pode causar danos, desde o estreitamento (estenose) do esôfago - o que irá causar dificuldades na deglutição dos alimentos - até o câncer. Portadores de hérnia do hiato (projeção do estômago para o tórax), obesos, sedentários, fumantes, etilistas, pessoas tensas ou ansiosas têm maior predisposição à esofagite de refluxo.
9 Síndrome de Zollinger-Ellison: Doença caracterizada pelo aumento de produção de gastrina devido à presença de gastrinoma. O gastrinoma (tumor produtor de gastrina) está localizado na maioria das vezes no pâncreas. A hipersecreção de gastrina produz úlceras pépticas, má digestão, esofagite, duodenojejunite e/ou diarréia. Em 20% dos casos está relacionada com neoplasia endócrina múltipla tipo I (NEM I), que acompanha-se na maioria das vezes de hiperparatireiodismo (80%) e em alguns raros casos de insulinomas, glucagomas, VIPomas ou outros tumores.
10 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
11 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
12 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
13 Síndrome de Mendelson: Síndrome da aspiração ácida, pneumonite por broncoaspiração ou Síndrome de Mendelson é uma pneumonite química. Refere-se à lesão pulmonar aguda causada por aspiração de substâncias tóxicas às vias aéreas inferiores.
14 Hemorrágicas: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
15 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
16 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
17 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
18 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
19 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
20 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
21 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
22 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
23 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
24 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
25 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
26 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
27 Recidiva: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
28 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
29 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
30 Antiácido: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
31 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
32 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
33 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
34 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
35 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
36 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
37 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
38 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).

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