ARACYTIN 100 mg

PFIZER

Atualizado em 03/06/2015

Composição de Aracytin

CADA FRASCO-AMPOLA CONTEM: CITARABINA FEU 100 MG. CADA ML DO DILUENTE CONTEM: ALCOOL BENZILICO FN (5% DE EXCESSO) 9,45 MG; AGUA PARA INJECAO1 FEU Q.S.P. 1 ML.

Posologia e Administração de Aracytin

PRINCIPIOS: ARACYTIN (CITARABINA) NAO E ATIVO POR VIA ORAL. A MAIORIA DOS INVESTIGADORES ADMINISTRARAM A DROGA POR INFUSAO OU INJECAO1 ENDOVENOSA. ADMINISTRACAO SUBCUTANEA2 E SATISFATORIA PARA MANUTENCAO DAS REMISSOES; O VALOR DA TERAPIA DE INDUCAO POR ESSA VIA E INCERTO. EM ALGUNS PACIENTES OCORREU TROMBOFLEBITE3 NO LOCAL DA INJECAO1 OU INFUSAO; RARAMENTE FOI NOTADO O APARECIMENTO DE DORES E INFLAMACAO4 NO LOCAL DA INJECAO SUBCUTANEA5. NA MAIORIA DOS CASOS, A DROGA TEM SIDO BEM TOLERADA. OS PACIENTES PODEM TOLERAR DOSES TOTAIS MAIORES, QUANDO RECEBEM A DROGA POR INJECAO1 ENDOVENOSA RAPIDA DO QUE QUANDO A RECEBEM POR INFUSAO LENTA. ESTE FENOMENO ESTA RELACIONADO COM A RAPIDA INATIVACAO DA DROGA E EXPOSICAO CURTA DAS CELULAS6 NORMAIS E NEOPLASICAS7 SENSIVEIS A NIVEIS SIGNIFICATIVOS DA DROGA, APOS INJECAO1 RAPIDA. CELULAS6 NORMAIS E NEOPLASICAS7 APARENTEMENTE RESPONDEM DE MODO PARALELO A MODOS DIVERSOS DE ADMINISTRACAO; NENHUMA VANTAGEM CLINICA SENSIVEL FOI DEMONSTRADA PARA AMBOS. A EXPERIENCIA CLINICA ACUMULADA ATE AGORA SUGERE QUE O SUCESSO COM O ARACYTIN DEPENDE MAIS DA COMPETENCIA EM MODIFICAR, DIA A DIA, A DOSAGEM PARA OBTER O MAXIMO DE EXTERMINIO DAS CELULAS6 LEUCEMICAS COM TOXICIDADE8 TOLERAVEL, DO QUE NO ESQUEMA TERAPEUTICO BASICO ESCOLHIDO NO INICIO DA TERAPIA. QUASE SEMPRE OCORRE TOXICIDADE8, EXIGINDO ALTERACAO DA DOSAGEM. ALGUNS ESQUEMAS TERAPEUTICOS RELATIVAMENTE BEM SUCEDIDOS PREVENDO ESTA ALTERACAO FORNECEM A DROGA NA DOSE MAXIMA TOLERADA, DURANTE 5 DIAS, A CADA 2 SEMANAS E PERMITINDO QUE OS 9 DIAS INTERMEDIARIOS SIRVAM PARA DESCANSO E RECUPERACAO. OS ESTUDOS ANIMAIS, NOS QUAIS ESTES REGIMES SAO BASEADOS, INDICAM QUE OS MAIORES INDICES DE RESPOSTAS FAVORAVEIS APRESENTAM-SE QUANDO O TRATAMENTO E FEITO COM CICLOS MULTIPLOS DE ADMINISTRACAO DE QUANTIDADES CONCENTRADAS, RESULTAM DA CAPACIDADE DO ANIMAL PORTADOR DE TOLERAR A MAIOR DOSE TOTAL DA DROGA COM UM EXTERMINIO MAIS COMPLETO DAS CELULAS6 LEUCEMICAS. - ESQUEMA DE DOSAGEM: INJECAO1 RAPIDA TRATAMENTO CONTINUO: 2MG/KG/DIA E UMA DOSE INICIAL JUDICIOSA. ADMINISTRAR DIARIAMENTE DURANTE 10 DIAS. REALIZAR CONTAGENS HEMATOLOGICAS DIARIAS. SE NAO FOREM OBSERVADOS NEM O EFEITO ANTILEUCEMICO NEM A TOXICIDADE8 APOS OS 10 DIAS, AUMENTAR A DOSE PARA 4 MG/KG/DIA. MANTER O TRATAMENTO COM ESTA DOSAGEM ATE QUE A TOXICIDADE8 OU A RESPOSTA TERAPEUTICA9 SEJAM EVIDENTES. COM O TRATAMENTO CONTINUO, QUASE TODOS OS PACIENTES PODEM SER LEVADOS A TOXICIDADE8, COM ESTA DOSE*. INFUSAO - TRATAMENTO CONTINUO: INICIAR COM 0,5 A 1,0 MG/KG/DIA. ESTA DOSE PODE SER DADA EM INFUSAO, NA DURACAO QUE SE DESEJAR: 1, 4, 12 OU 24 HORAS. RESULTADOS COM INFUSOES DE UMA HORA DE DURACAO FORAM SATISFATORIOS E MAIS CONVENIENTES PARA A MAIORIA DOS PACIENTES. CONFORME ACIMA, CONTINUAR A DOSE INICIAL POR 10 DIAS, REALIZANDO DIARIAMENTE A CONTAGEM HEMATOLOGICA. SE COM ESTA DOSE, NAO FOREM OBSERVADAS RESPOSTAS NEM TERAPEUTICAS, NEM TOXICAS, AUMENTAR A DOSE PARA 2 MG/KG/DIA, CONTINUANDO O TRATAMENTO ATE QUE APARECAM SINAIS10 DE TOXICIDADE8 OU REMISSAO*. *OBSERVACAO: EM ESTUDO REALIZADO, PACIENTES QUE RESPONDERAM AO ARACYTIN (CITARABINA) DEMONSTRARAM PRIMEIRAMENTE SINAIS10 DE MELHORA MEDULAR, 7 A 64 DIAS (MEDIA DE 28 DIAS) APOS O INICIO DA TERAPIA. UM PROGRAMA DE INDUCAO, COMO O DESCRITO ACIMA, DEVE SER MANTIDO ATE QUE A RESPOSTA SEJA EVIDENTE OU ATE QUE PARECA IMPROVAVEL QUE O PACIENTE SE BENEFICIE COM A DROGA. MODIFICACAO DA DOSAGEM: A DOSAGEM DE ARACYTIN DEVE SER MODIFICADA OU SUSPENSA QUANDO APARECAM SINAIS10 DE DEPRESSAO HEMATOLOGICA GRAVE. SUSPENDER A DROGA SE O PACIENTE ESTIVER COM MENOS DE 50.000 PLAQUETAS11 OU 1.000 GRANULOCITOS12 POLIMORFONUCLEARES13 POR MM\UP4 3 NA CORRENTE SANGUINEA PERIFERICA. ESSAS DIRETRIZES PODEM SER MODIFICADAS DEPENDENDO DOS SINAIS10 DE TOXICIDADE8 EM OUTROS SISTEMAS OU DA VELOCIDADE DE DECRESCIMO DOS ELEMENTOS FIGURADOS DO SANGUE14. REINICIAR O TRATAMENTO QUANDO HOUVER SINAIS10 DE RECUPERACAO MEDULAR E OS NIVEIS DE PLAQUETAS11 E GRANULOCITOS12 ACIMA MENCIONADOS TIVEREM SIDO ATINGIDOS. A INTERRUPCAO DO TRATAMENTO ATE QUE OS VALORES HEMATOLOGICOS DO PACIENTE RETORNEM AO NORMAL PODE RESULTAR EM PERDA DO CONTROLE DA ENFERMIDADE PELA DROGA. CRIANCAS, APARENTEMENTE, TOLERAM DOSES MAIS ALTAS QUE ADULTOS E QUANDO AS DOSES ESTIVEREM ESTABELECIDAS, AS CRIANCAS DEVEM RECEBER AS DOSES MAIS ALTAS E OS ADULTOS AS DOSES MAIS BAIXAS. ESQUEMAS DE DOSAGEM NAO CONTINUA TAMBEM FORAM USADOS, COM BONS RESULTADOS. PACIENTES SOB A TERAPIA EM CICLOS INTERROMPIDOS PODEM TOLERAR DOSES MAIORES QUE AS DOSES MAXIMAS NOTADAS ACIMA. EM GERAL, SE UM PACIENTE NAO MOSTRA EVIDENCIAS NEM DE TOXICIDADE8 NEM DE REMISSAO APOS UMA TENTATIVA RAZOAVEL A UMA DADA DOSE, UMA TENTATIVA CAUTELOSA A UMA DOSAGEM ELEVADA E BASTANTE JUSTIFICADA. TERAPIA DE MANUTENCAO: TODAS AS REMISSOES DEVEM SER MANTIDAS COM INJECOES PERIODICAS. APLICACOES SEMANAIS OU DUAS VEZES POR SEMANA DE INJECOES SUBCUTANEAS DE 1 MG/KG PROVARAM SER SATISFATORIAS PARA ESTA FINALIDADE.

Precauções de Aracytin

ARACYTIN (CITARABINA) E UM POTENTE SUPRESSOR15 DA MEDULA OSSEA16. PACIENTES QUE RECEBEREM ESTA DROGA DEVERAO ESTAR SOB RIGOROSA SUPERVISAO MEDICA E, DURANTE A TERAPIA DE INDUCAO, A CONTAGEM DE LEUCOCITOS17 E PLAQUETAS11 DEVERA SER FEITA DIARIAMENTE. DEVERAO ESTAR A DISPOSICAO DO PACIENTE OS RECURSOS PARA O TRATAMENTO DE EVENTUAIS COMPLICACOES ADVINDAS DA SUPRESSAO DA MEDULA OSSEA16 (INFECCAO18 RESULTANTE DA GRANULOCITOPENIA E OUTRAS DEFESAS ORGANICAS PREJUDICADAS, BEM COMO HEMORRAGIA19 DEVIDO A TROMBOCITOPENIA20). O ARACYTIN E SABIDAMENTE TERATOGENICO21 PARA ALGUMAS ESPECIES. ASSIM, SEU EMPREGO EM MULHERES COM GRAVIDEZ22, PROVADA OU PROVAVEL, DEVE SER SOMENTE APOS A DEVIDA AVALIACAO DOS BENEFICIOS E RISCOS POTENCIAIS A MAE E A CRIANCA. PACIENTES QUE RECEBAM ARACYTIN (CITARABINA) DEVEM SER CUIDADOSAMENTE MONITORIZADOS. CONTAGEM FREQUENTE DE PLAQUETAS11 E LEUCOCITOS17 E ESSENCIAL. DEVE-SE SUSPENDER OU MODIFICAR O TRATAMENTO SE A DEPRESSAO DA MEDULA OSSEA16, IATROGENICAMENTE INDUZIDA, RESULTAR EM VALORES PLAQUETARIOS INFERIORES A 50.000 OU SE A CONTAGEM DOS GRANULOCITOS12 POLIMORFONUCLEARES13 FOR DE VALORES INFERIORES A 1.000 MM\UP4 3. OS ELEMENTOS FIGURADOS DO SANGUE14 PODEM CONTINUAR DIMINUINDO APOS A SUSPENSAO DA DROGA E ALCANCAR VALORES MAIS BAIXOS, APOS PERIODOS DE 5 A 7 DIAS DA INTERRUPCAO DO TRATAMENTO. SE FOR INDICADO, REINICIAR A TERAPIA QUANDO APARECEREM SINAIS10 DEFINITIVOS DE RECUPERACAO MEDULAR (EVIDENCIADOS POR AVALIACOES SUCESSIVAS DA MEDULA OSSEA16). QUANDO A DROGA E ADMINISTRADA RAPIDAMENTE EM ALTAS DOSES PELA VIA ENDOVENOSA, OS PACIENTES FREQUENTEMENTE SENTEM NAUSEAS23 E VOMITAM POR VARIAS HORAS APOS A INJECAO1. ESSE PROBLEMA PODE SER MENOS SEVERO SE A DROGA FOR ADMINISTRADA POR INFUSAO. O FIGADO24 HUMANO APARENTEMENTE DESINTOXICA UMA PARTE SUBSTANCIAL DA DOSE ADMINISTRADA, RAZAO POR QUE A DROGA DEVE SER USADA COM CAUTELA E EM DOSES REDUZIDAS NOS PACIENTES COM FUNCAO HEPATICA25 PREJUDICADA. AVALIACOES PERIODICAS DA FUNCAO MEDULAR, HEPATICA25 E RENAL26 DEVERAO SER EFETUADAS EM PACIENTES SOB TRATAMENTO COM ARACYTIN. A SEGURANCA DESTA DROGA PARA USO EM LACTENTES27 AINDA NAO FOI ESTABELECIDA. COMO AS DEMAIS DROGAS CITOTOXICAS, O ARACYTIN PODE INDUZIR HIPERURICEMIA APOS LISE28 RAPIDA DE CELULAS6 NEOPLASICAS7. O CLINICO DEVE OBSERVAR OS NIVEIS DE ACIDO URICO NO SANGUE14 DE SEU PACIENTE E ESTAR EM ALERTA PARA O USO DE MEDIDAS DE SUPORTE OU FARMACOLOGICAS NECESSARIAS PARA CONTORNAR O PROBLEMA.

Reações Adversas de Aracytin

ESTUDOS COMPLETOS DE DURACAO ADEQUADA REVELARAM OS SEGUINTES EFEITOS COLATERAIS29: EM ADULTOS LEUCEMICOS: LEUCOPENIA30, TROMBOCITOPENIA20, SUPRESSAO DA MEDULA OSSEA16, NAUSEA31, MEGALOBLASTOSE, VOMITOS32, ANEMIA33, DIARREIA34, INFLAMACAO4 OU ULCERACAO35 ORAL, TROMBOFLEBITE3, DISFUNCAO HEPATICA25 E FEBRE36. COM FREQUENCIA BEM MENOR, FORAM OBSERVADOS: DISFUNCAO RENAL26, DORES ABDOMINAIS, ANOREXIA37, HEMORRAGIA19 GASTRINTESTINAL, SEPSIA, CELULITE38 NO LOCAL DA INJECAO1, PNEUMONIA39, NEURITE40 OU NEUROTOXICIDADE, ERUPCOES, APARECIMENTO DE SARDAS, ESOFAGITE41, SANGRAMENTO CUTANEO42 E DAS MUCOSAS43, DORES TORACICAS, DORES ARTICULARES, DORES DE GARGANTA44 E REDUCAO DE RETICULOCITOS. EM CRIANCAS: LEUCOPENIA30 (MAIOR INCIDENCIA45), TROMBOCITOPENIA20, VOMITOS32, NAUSEAS23, SUPRESSAO DE MEDULA OSSEA16, INFLAMACAO4 OU ULCERACAO35 ORAL, ANEMIA33, MEGALOBLASTOSE, SANGRAMENTOS (TODOS OS LOCAIS), DIARREIA34, DISFUNCAO HEPATICA25, ERUPCOES E ANOREXIA37. FORAM AINDA REGISTRADOS, COM MENOR FREQUENCIA: SEPSIA, ESOFAGITE41 OU ULCERACAO35 ESOFAGICA, ULCERACAO35 DA PELE46, ULCERACAO35 DA MUCOSA47, DOR NO LOCAL DA INJECAO1, TROMBOFLEBITE3, RETENCAO URINARIA48, FEBRE36, ICTERICIA49, TONTURA50, DORES DE GARGANTA44, PURPURA51, REDUCAO DOS RETICULOCITOS E ALOPECIA52. VARIOS PRINCIPIOS SURGIRAM DESSAS OBSERVACOES, ARACYTIN (CITARABINA) E PRECIPUAMENTE TOXICO PARA A MEDULA OSSEA16, PRODUZINDO LEUCOPENIA30 PERIFERICA, TROMBOCITOPENIA20, ANEMIA33 E MEGALOBLASTOSE. ESTE ULTIMO QUADRO NAO ESTA REPRESENTADO NESTE ESTUDO; ELE OCORRE, PROVAVELMENTE, EM 100% DOS PACIENTES TRATADOS COM ARACYTIN E FOI NOTADO EM MENOS DE 24 HORAS APOS ADMINISTRACAO ENDOVENOSA. COMO SE TRATA DE UMA COMPLICACAO DE POUCA GRAVIDADE, A MAIORIA DOS INVESTIGADORES IGNORARAM-NA OU OMITIRAM A MENCAO DE SUA OCORRENCIA. ALEM DE PRODUZIR SUBSTANCIAL SUPRESSAO DA MEDULA OSSEA16, O ARACYTIN TAMBEM INFLUENCIA PROFUNDAMENTE OS ASPECTOS QUALITATIVOS DO QUADRO DE SUPRESSAO MEDULAR OSSEA. DESCRICOES DAS ALTERACOES QUALITATIVAS DA MEDULA OSSEA16 INDUZIDAS PELO ARACYTIN TEM SIDO PUBLICADAS. HA OCORRENCIA DE NAUSEAS23 E VOMITOS32, ESPECIALMENTE APOS INJECAO1 ENDOVENOSA RAPIDA. ESSES PROBLEMAS FORAM MAIS COMUNS NAS CRIANCAS DESTE ESTUDO PORQUE A MAIORIA DELAS RECEBEU A DROGA DESSE MODO. DISFUNCAO HEPATICA25 (CONFORME INDICADO NOS VALORES DA FUNCAO HEPATICA25 ANORMAL) OCORREU EM 7,1% NO ESTUDO COM PACIENTES ADULTOS E EM 5,5% DAS CRIANCAS. COMO ALGUNS DESSES PACIENTES ERAM PORTADORES DE HEPATITE53 SERICA E, EM ALGUMAS OCASIOES, A DISFUNCAO HEPATICA25 FOI O EVENTO TERMINAL, HA SUSPEITAS DE QUE O ARACYTIN SEJA HEPATOTOXICO, SEM QUE HAJA COMPROVACAO DO FATO.

Indicações de Aracytin

REMISSAO DE LEUCEMIAS GRANULOCITICAS AGUDAS DE ADULTOS, SENDO INDICADO SECUNDARIAMENTE EM OUTRAS FORMAS DE LEUCEMIA54 AGUDA DE ADULTOS E CRIANCAS. AS RESPOSTAS EM OUTRAS FORMAS DE LEUCEMIA54 AGUDA FORAM POUCO COMPARAVEIS AQUELAS OBTIDAS NA LEUCEMIA54 GRANULOCITICA.

Apresentação de Aracytin

CAIXA COM 1 FRASCO-AMPOLA COM PRINCIPIO ATIVO E UMA AMPOLA CONTENDO 5 ML DO DILUENTE.

ARACYTIN 100 mg - Laboratório

PFIZER
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Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
3 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
4 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
5 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
6 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
7 Neoplásicas: Que apresentam neoplasias, ou seja, que apresentam processo patológico que resulta no desenvolvimento de neoplasma ou tumor. Um neoplasma é uma neoformação de crescimento anormal, incontrolado e progressivo de tecido, mediante proliferação celular.
8 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
9 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
10 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
11 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
12 Granulócitos: Leucócitos que apresentam muitos grânulos no citoplasma. São divididos em três grupos, conforme as características (neutrofílicas, eosinofílicas e basofílicas) de coloração destes grânulos. São granulócitos maduros os NEUTRÓFILOS, EOSINÓFILOS e BASÓFILOS.
13 Polimorfonucleares: Na histologia, é o que possui o núcleo profundamente lobado, aparentando ser múltiplo. Está presente no sangue, com núcleo de forma irregular e grânulos citoplasmáticos (diz-se de leucócito).
14 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
15 Supressor: 1. Que ou o que suprime. 2. Em genética, é o gene que torna o fenótipo idêntico àquele determinado pelo alelo não mutante (diz-se de mutação).
16 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
17 Leucócitos: Leucócitos ou glóbulos brancos são células produzidas na medula óssea, especializadas na defesa do organismo, auxiliando no combate a vírus, bactérias e outros agentes invasores que penetram o organismo.
18 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
19 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
20 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
21 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
22 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
23 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
24 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
25 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
26 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
27 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
28 Lise: 1. Em medicina, é o declínio gradual dos sintomas de uma moléstia, especialmente de doenças agudas. Por exemplo, queda gradual de febre. 2. Afrouxamento, deslocamento, destruição de aderências de um órgão. 3. Em biologia, desintegração ou dissolução de elementos orgânicos (tecidos, células, bactérias, microrganismos) por agentes físicos, químicos ou enzimáticos.
29 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
30 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
31 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
32 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
33 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
34 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
35 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
36 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
37 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
38 Celulite: Inflamação aguda das estruturas cutâneas, incluindo o tecido adiposo subjacente, geralmente produzida por um agente infeccioso e manifestada por dor, rubor, aumento da temperatura local, febre e mal estar geral.
39 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
40 Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia, déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
41 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
42 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
43 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
44 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
45 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
46 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
47 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
48 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
49 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
50 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
51 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
52 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
53 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
54 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.

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