Preço de CARDURAN em Fairfield/SP: R$ 344,80

CARDURAN

PFIZER

Atualizado em 03/06/2015


Identificação do Produto de Carduran

Nome: CARDURAN®

Nome Genérico: Mesilato de Doxazosina

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Carduran

Carduran® é apresentado na forma de comprimidos de 2 mg e 4 mg em cartuchos com 10 comprimidos.

USO ADULTO

Composição:

Cada comprimido de Carduran® 2 mg contém mesilato de doxazosina equivalente a 2 mg de doxazosina base.
Cada comprimido de Carduran® 4 mg contém mesilato de doxazosina equivalente a 4 mg de doxazosina base.

Excipientes: celulose microcristalina, lactose1, amidoglicolato de sódio, laurilsulfato de sódio, estearato de magnésio.


Informações ao Paciente de Carduran

O medicamento deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15 e 30oC), ao abrigo da luz e umidade.

O prazo de validade está indicado na embalagem externa do produto. Não use medicamento com o prazo de validade vencido.

A segurança de Carduran® (mesilato de doxazosina) durante a gravidez2 e lactação3 ainda não foi bem estabelecida. Portanto, o medicamento não deve ser administrado sem o conhecimento de seu médico.

Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após seu término. Informar ao médico se está amamentando.

O tratamento adequado será orientado exclusivamente pelo seu médico, portanto, a terapia não deve ser alterada sem o conhecimento do mesmo. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

As reações adversas mais comuns incluem: tontura4 (inclusive a que se observa com mudança de posição), dor de cabeça5, inchaço6, astenia7, sonolência, náusea8, rinite9, vertigem10, sensação de fraqueza e cansaço.

Carduran® (mesilato de doxazosina) é contra-indicado a pacientes com antecedentes de alergia11 às quinazolinas ou a qualquer componente do produto.

O produto não é indicado para o uso em crianças.

O paciente deve procurar imediatamente seu médico se houver aparecimento de qualquer efeito indesejável ou sintoma12 que considere relacionado à medicação.

A hipertensão13 é um fator de risco14 importante para a doença das coronárias, juntamente com taxas altas de colesterol15 e fumo. Assim, é importante verificar seu estilo de vida e seguir com cuidado o tratamento da hipertensão13. A normalização dos níveis de colesterol15 com dieta adequada, exercício, medicamentos (se necessário), controle de peso e interrupção do hábito de fumar são pontos importantes no tratamento da hipertensão13.

Informar ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

Não ingerir bebidas alcoólicas ou promover atividades que requeiram atenção tais como: dirigir automóveis ou operar máquinas, durante o tratamento.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

NÃO TOME REMÉDIOS SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE16.

                         

Informações Técnicas de Carduran

Ações de Carduran

A doxazosina exerce seu efeito vasodilatador através de bloqueio seletivo e competitivo dos adrenoreceptores alfa-1 pós-juncionais.

Propriedades Farmacocinéticas de Carduran

Absorção

Após administração oral de doses terapêuticas, a doxazosina é bem absorvida com picos sanguíneos em torno de 2 horas.

Biotransformação e Eliminação

A eliminação plasmática é bifásica, com meia-vida de eliminação terminal de 22 horas, o que proporciona a base para a administração em dose única diária. A doxazosina é extensamente metabolizada e menos de 5% é excretada como fármaco17 inalterado.

Estudos farmacocinéticos em idosos e pacientes com insuficiência renal18 não têm demonstrado diferenças farmacocinéticas importantes quando comparados a indivíduos mais jovens com função renal19 normal. Existem apenas dados limitados com pacientes com disfunção hepática20, assim como com fármacos de conhecida influência sobre o metabolismo21 hepático (p. ex. cimetidina). Assim como qualquer outro fármaco17 completamente metabolizado pelo fígado22, o uso de doxazosina em pacientes com disfunção hepática20 deve ser feito cuidadosamente (vide "Advertências e Precauções").

Propriedades Farmacodinâmicas de Carduran

A Hiperplasia23 Prostática Benigna (HPB) é uma causa comum de obstrução do fluxo urinário em homens de certa idade. HPB severa pode levar à retenção urinária24 e danos renais. Um componente estático e um dinâmico contribuem para os sintomas25 e a redução do fluxo urinário associados à HPB. O componente estático está associado ao aumento do tamanho da próstata26 causado, em parte pela proliferação de células musculares27 lisas no estroma28 prostático. Entretanto, a gravidade dos sintomas25 da HPB e o grau de obstrução uretral29 não se correlacionam diretamente com o tamanho da próstata26.

O componente dinâmico da HPB está associado a um aumento no tônus muscular30 liso na próstata26 e no colo31 da bexiga32. O tônus nesta área é mediado pelo adrenoreceptor alfa-1, que está presente em grande quantidade no estroma28 prostático, cápsula prostática e colo31 da bexiga32. O bloqueio do adrenoreceptor alfa-1 diminui a resistência uretral29 e pode aliviar a obstrução e os sintomas25 da HPB.

A administração de doxazosina em pacientes com HPB sintomática33, resulta em melhora significante na urodinâmica e nos sintomas25 associados. Acredita-se que o efeito na HPB é resultado do bloqueio seletivo dos receptores alfa-adrenérgicos34 localizados no colo31 da bexiga32, estroma28 e cápsula da próstata26.

A doxazosina tem mostrado ser um bloqueador efetivo do subtipo 1A dos receptores alfa-1-adrenérgicos34 os quais correspondem a mais de 70 % dos subtipos existentes na próstata26. Devido a este fato a doxazosina age em pacientes com HPB.

A administração de doxazosina a pacientes hipertensos produz uma redução clinicamente significativa da pressão sanguínea como resultado da redução da resistência vascular35 sistêmica. Acredita-se que este efeito é resultado do bloqueio seletivo de adrenoreceptores alfa-1, localizados nos vasos sanguíneos36. Com dose única diária, reduções clinicamente significativas da pressão sanguínea são obtidas durante todo o dia até 24 horas após a administração. Uma redução gradual da pressão sanguínea ocorre, com picos máximos observados geralmente em 2-6 horas após a administração. Nos pacientes com hipertensão13, a pressão sanguínea durante o tratamento com doxazosina é similar tanto na posição supina quanto em pé. Ao contrário dos agentes bloqueadores alfa-adrenérgicos34 não-seletivos, não foi observado o aparecimento de tolerância na terapia a longo prazo. Taquicardia37 e elevação de renina plasmática têm sido observadas esporadicamente na terapia de manutenção.

A doxazosina produz efeitos favoráveis nos lipídios plasmáticos, com aumento significante na relação HDL38/colesterol15 total e reduções significantes nos triglicérides39 e colesterol15 total. Oferece assim uma vantagem sobre os diuréticos40 e betabloqueadores que afetam estes parâmetros de maneira adversa.

Com base na associação já estabelecida de hipertensão13 e lipídios plasmáticos com doença coronariana41, os efeitos favoráveis da terapia com doxazosina, tanto sobre a pressão sanguínea como sobre os lipídios, indicam uma redução no risco de aparecimento de doença cardíaca coronariana.

Tratamento com doxazosina tem resultado em regressão da hipertrofia42 ventricular esquerda, inibição de agregação plaquetária e estímulo da capacidade ativadora de plasminogênio tecidual. Além disto, doxazosina melhora a sensibilidade a insulina43 em pacientes com este tipo de comprometimento.

Em um estudo clínico controlado com pacientes hipertensos, o tratamento com doxazosina foi associado com uma melhora na disfunção erétil. Em adição os pacientes que receberam doxazosina apresentaram um menor número de novos casos de disfunção erétil, do que aqueles pacientes tratados com outros agentes anti-hipertensivos.

A doxazosina tem demonstrado uma eficácia e segurança estáveis em tratamentos prolongados (acima de 48 meses) de pacientes com HPB.

A doxazosina mostrou-se livre de efeitos metabólicos adversos e é adequada para uso em pacientes com asma44, diabetes45, disfunção do ventrículo esquerdo, gota46, e idosos.

Um estudo "in vitro" demonstrou as propriedades antioxidantes dos metabólitos47 hidroxilados 6'- e 7'- da doxazosina, em concentrações de 5 micromolar.

Indicações de Carduran

Hiperplasia23 Prostática Benigna

Carduran® (mesilato de doxazosina) é indicado no tratamento de obstrução do fluxo urinário e sintomas25 associados à hiperplasia23 prostática benigna (HPB): sintomas25 obstrutivos (hesitação, intermitência, gotejamento, fluxo urinário fraco, esvaziamento incompleto da bexiga32 e sintomas25 irritativos (noctúria, frequência urinária, urgência48, queimação). Carduran® (mesilato de doxazosina) pode ser administrado tanto em pacientes hipertensos quanto normotensos. Enquanto as mudanças na pressão sanguínea em pacientes normotensos com HPB são clinicamente insignificantes, pacientes com hipertensão13 e HPB concomitantes têm tido ambas as condições efetivamente tratadas com Carduran® (mesilato de doxazosina).

Hipertensão13

Carduran® (mesilato de doxazosina) é também indicado para o tratamento da hipertensão13 e pode ser usado como agente inicial no controle da pressão sanguínea para a maioria dos pacientes. Em pacientes sem controle adequado com um único agente anti-hipertensivo, a doxazosina pode ser administrada em combinação com outros agentes tais como diuréticos40 tiazídicos, betabloqueadores, antagonistas de cálcio ou agentes inibidores da enzima49 conversora da angiotensina.

                         

Contra-Indicações de Carduran

Carduran® (mesilato de doxazosina) é contra-indicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade às quinazolinas ou a qualquer componente do produto.

                         

Advertências e Precauções de Carduran

Uso em Crianças:

A eficácia e a segurança da doxazosina ainda não foram estabelecidas em crianças. Portanto, o produto não deve ser administrado.

                         Uso na Gravidez2 e Lactação3:

Embora não tenham sido observados efeitos teratogênicos50 em estudos animais, sobrevivência51 fetal reduzida foi observada em animais a doses extremamente altas. Estas equivalem aproximadamente a 300 vezes a dose máxima recomendada em humanos. Como não existem estudos clínicos adequados em mulheres grávidas ou em fase de amamentação52, a segurança de Carduran® (mesilato de doxazosina) nestas condições ainda não foi estabelecida. Desta forma, durante a gravidez2 ou lactação3 a doxazosina só deverá ser usada se na opinião do médico os benefícios potenciais superarem os riscos.

Habilidade em dirigir automóveis e/ou usar máquinas:

A habilidade em atividades como operar máquinas ou dirigir automóveis pode ser prejudicada, especialmente quando a terapia com Carduran® (mesilato de doxazosina) estiver iniciando.

Insuficiência hepática53:

Assim como com qualquer outro fármaco17 que seja completamente metabolizado pelo fígado22, a doxazosina deve ser administrada com cautela em pacientes com evidência de insuficiência hepática53 (vide "Propriedades Farmacocinéticas").

                         

Interações Medicamentosas de Carduran

A maior parte (98%) de Carduran® (mesilato de doxazosina) está ligado à proteínas54 plasmáticas. Os dados "in vitro" no plasma55 humano indicam que a doxazosina não tem efeito sobre a ligação proteica da digoxina, varfarina, fenitoína ou indometacina. Carduran® (mesilato de doxazosina) tem sido administrado sem qualquer interação adversa com diuréticos40 tiazídicos, furosemida, betabloqueadores, agentes antiinflamatórios não esteroidais, antibióticos, hipoglicemiantes orais56, agentes uricosúrios ou anticoagulantes57.

                         

Reações Adversas de Carduran

Hipertensão13

Nos estudos clínicos controlados com doxazosina em pacientes hipertensos as reações adversas associadas a Carduran® (mesilato de doxazosina) mais comuns foram do tipo postural (raramente associadas com síncope58) ou não específicas e incluiram tontura4, cefaléia59, cansaço, mal estar, tontura4 postural, vertigem10, edema60, astenia7, sonolência, náusea8 e rinite9. Em experiência pós-comercialização do produto foram relatados alguns eventos adversos adicionais tais como: raros casos de problemas gástricos não-específicos como dor abdominal, diarréia61 e vômito62; raros casos de agitação e tremor. Casos extremamente raros de incontinência urinária63 foram relatados, sendo este efeito provavelmente associado à ação farmacológica da doxazosina.Casos isolados de priaprismo e impotência64 foram relatados como estando relacionados a antagonistas alfa-1, incluindo a doxazosina. Foram relatados também, casos isolados de reações alérgicas a droga (como "rash65" cutâneo66, prurido67, púrpura68, icterícia69 e níveis elevados de transaminases hepáticas70) e epistaxe71.

Os seguintes efeitos adversos têm sido relatados em estudos clínicos envolvendo pacientes hipertensos. Tais eventos, entretanto, não são distinguíveis de sinais72/sintomas25 que poderiam ter ocorrido em pacientes hipertensos não tratados com a doxazosina: taquicardia37, palpitações73, dores no peito74, angina75 pectoris, infarto do miocárdio76, acidentes cerebrovasculares, arritmias77 cardíacas e visão78 turva.

Hiperplasia23 Prostática Benigna

Experiências com estudos clínicos controlados em HPB indicam um perfil de eventos adversos de Carduran® (mesilato de doxazosina) semelhante ao observado no tratamento da hipertensão13.

                         

Posologia de Carduran

Carduran (mesilato de doxazosina) pode ser administrado tanto pela manhã quanto à noite.

Hiperplasia23 Prostática Benigna

A dose inicial de Carduran® (mesilato de doxazosina) é de 1 mg administrado em dose única diária.
Conforme a resposta sintomatológica de HPB e urodinâmica individual do paciente a dose pode ser aumentada após 1 ou 2 semanas de tratamento para 2 mg, e assim a intervalos similares para 4 mg e 8 mg, sendo esta a dose máxima recomendada. O intervalo de dose usualmente recomendado é de 2 a 4 mg diários.

Hipertensão13

A dose total de Carduran® (mesilato de doxazosina) varia de 1 a 16 mg diários. Recomenda-se a dose inicial de 1 mg administrado em dose única diária por uma ou duas semanas. Dependendo da resposta individual do paciente a dose pode ser aumentada após 1 ou 2 semanas de tratamento para 2 mg, e assim a intervalos similares para 4 mg, 8 mg e 16 mg, até se obter a redução de pressão desejada. O intervalo de dose usualmente recomendado é de 2 a 4 mg diários.

Uso em pacientes com disfunção renal19

Uma vez que a farmacocinética de Carduran® (mesilato de doxazosina) permanece inalterada em pacientes com insuficiência renal18 e não existem evidências de que Carduran® (mesilato de doxazosina) agrave a situação renal19 existente, as doses usuais podem ser administradas nestes pacientes.

Uso em crianças

A eficácia e a inocuidade79 da doxazosina ainda não foram estabelecidas. Portanto, este produto não deve ser administrado em crianças.

                         

Conduta na Superdosagem de Carduran

Caso ocorra hipotensão80 o paciente deve ser imediatamente colocado em posição supina, com a cabeça5 para baixo. Outras medidas de apoio devem ser tomadas de maneira adequada a cada caso. Como Carduran® (mesilato de doxazosina) apresenta alto índice de ligação proteica, a diálise81 não é recomendada.

                         

CARDURAN - Laboratório

PFIZER
Av. Presidente Tancredo de Almeida Neves, 1555
Guarulhos/SP - CEP: 07112-070
Tel: 0800-16-7575
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CNPJ n° 46.070.868/0001-69

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Complementos

1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
5 Cabeça:
6 Inchaço: Inchação, edema.
7 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
8 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
9 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
10 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
11 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
12 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
13 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
14 Fator de risco: Qualquer coisa que aumente a chance de uma pessoa desenvolver uma doença.
15 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
16 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
17 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
18 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
19 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
20 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
21 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
22 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
23 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
24 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
25 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
26 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
27 Células Musculares: Células contráteis maduras, geralmente conhecidas como miócitos, que formam um dos três tipos de músculo. Os três tipos de músculo são esquelético (FIBRAS MUSCULARES), cardíaco (MIÓCITOS CARDÍACOS) e liso (MIÓCITOS DE MÚSCULO LISO). Provêm de células musculares embrionárias (precursoras) denominadas MIOBLASTOS.
28 Estroma: 1. Na anatomia geral e em patologia, é o tecido conjuntivo vascularizado que forma o tecido nutritivo e de sustentação de um órgão, glândula ou de estruturas patológicas. 2. Na anatomia botânica, é a matriz semifluida dos cloroplastos na qual se encontram os grana, grânulos de amido, ribossomas, etc. 3. Em micologia, é a massa de tecido de um fungo, formada a partir de hifas entrelaçadas e que, nos cogumelos, geralmente corresponde à maior parte do corpo.
29 Uretral: Relativo ou pertencente à uretra.
30 Tônus muscular: Estado de tensão elástica (contração ligeira) que o músculo apresenta em repouso e que lhe permite iniciar a contração imediatamente depois de receber o impulso dos centros nervosos. Num estado de relaxamento completo (sem tônus), o músculo levaria mais tempo para iniciar a contração.
31 Colo: O segmento do INTESTINO GROSSO entre o CECO e o RETO. Inclui o COLO ASCENDENTE; o COLO TRANSVERSO; o COLO DESCENDENTE e o COLO SIGMÓIDE.
32 Bexiga: Órgão cavitário, situado na cavidade pélvica, no qual é armazenada a urina, que é produzida pelos rins. É uma víscera oca caracterizada por sua distensibilidade. Tem a forma de pêra quando está vazia e a forma de bola quando está cheia.
33 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
34 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
35 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
36 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
37 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
38 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
39 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
40 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
41 Doença coronariana: Doença do coração causada por estreitamento das artérias que fornecem sangue ao coração. Se o fluxo é cortado, o resultado é um ataque cardíaco.
42 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
43 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
44 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
45 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
46 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
47 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
48 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
49 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
50 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
51 Sobrevivência: 1. Ato ou efeito de sobreviver, de continuar a viver ou a existir. 2. Característica, condição ou virtude daquele ou daquilo que subsiste a um outro. Condição ou qualidade de quem ainda vive após a morte de outra pessoa. 3. Sequência ininterrupta de algo; o que subsiste de (alguma coisa remota no tempo); continuidade, persistência, duração.
52 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
53 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
54 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
55 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
56 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
57 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
58 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
59 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
60 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
61 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
62 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
63 Incontinência urinária: Perda do controle da bexiga que provoca a passagem involuntária de urina através da uretra. Existem diversas causas e tipos de incontinência e muitas opções terapêuticas. Estas vão desde simples exercícios de fisioterapia até complicadas cirurgias. As mulheres são mais freqüentemente acometidas por este problema.
64 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
65 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
66 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
67 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
68 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
69 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
70 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
71 Epistaxe: Hemorragia de origem nasal.
72 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
73 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
74 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
75 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
76 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
77 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
78 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
79 Inocuidade: Qualidade, caráter de uma coisa inócua/inofensiva.
80 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
81 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.

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