CECLOR AF

SIGMA PHARMA

Atualizado em 03/06/2015

Composição de Ceclor Af

cada drágea1 de 375 mg contém: cefaclormonoidratado, equivalente a cefaclor 375 mg; excipiente q.s.p. 1 drágea1. Cada drágea1 de 750 mg contém: cefaclor monoidratado, equivalente a cefaclor 750 mg; excipiente q.s.p. 1 drágea1.

Posologia e Administração de Ceclor Af

Ceclor AF pode ser administrado por via oral independente das refeições. Contudo, a absorção aumenta quando o Ceclor AF é administrado com alimento. As drágeas2 não devem ser partidas, esmagadas ou mastigadas. A dose recomendada para faringite3 e amigdalite, infecções4 da pele5 e estruturas da pele5 é de 375 mg 2 vezes ao dia. Para infecções4 do trato urinário6 inferior, a dose recomendada é de 375 mg 2 vezes ao dia ou 500 mg 1 vez ao dia. A dose recomendada para bronquite é de 375 mg ou 500 mg 2 vezes ao dia. Para pneumonia7, a dose recomendada é de 750 mg 2 vezes ao dia. No tratamento de infecções4 causadas por S. pyogenes (estreptococos do grupo A), a dose terapêutica8 do Ceclor AF deve ser administrada por pelo menos 10 dias. Superdosagem: sinais9 e sintomas10: os sintomas10 tóxicos que se seguem a uma superdosagem do Ceclor AF podem incluir náusea11, vômito12, desconforto epigástrico e diarréia13. A gravidade do desconforto epigástrico e a diarréia13 estão relacionadas à dose. Se surgirem outros sintomas10 é provável que sejam devido a uma doença subjacente, a uma reação alérgica14 ou a efeitos de outra intoxicação. Tratamento: ao tratar uma superdosagem, considerar a possibilidade de superdosagem de múltiplas drogas, interações medicamentosas e de cinéticas15 pouco comuns de drogas no paciente. Proteger as vias aéreas do paciente e manter a ventilação16 e a perfusão. Monitorar e manter meticulosamente dentro de limites aceitáveis os sinais vitais17 do paciente, os gases do sangue18, eletrólitos19 séricos, etc. A absorção das drogas pelo trato gastrintestinal pode ser diminuída administrando-se carvão ativado que, em muitos casos, é mais eficaz do que a êmese20 ou a lavagem, considerar o carvão ao invés de ou em adição ao esvaziamento gástrico. Doses repetidas de carvão durante algum tempo podem acelerar a eliminação de algumas drogas que tenham sido absorvidas. Proteger as vias aéreas do paciente quando aplicar o esvaziamento gástrico ou o carvão. Diurese21 forçada, diálise peritoneal22, hemodiálise23, ou hemoperfusão com carvão não foram determinadas como benéficas nos casos de superdosagem com cefaclor.

Precauções de Ceclor Af

gerais: deve-se ter em mente a possibilidade do aparecimento de microorganismos resistentes, que pode resultar em superinfecção24, particularmente durante tratamento prolongado. É essencial a cuidadosa observação do paciente. Se ocorrer uma superinfecção24 durante a terapia, deve-se tomar medidas apropriadas. - Uso na gravidez25: não existem estudos adequados e bem controlados em mulheres grávidas. Como os estudos de reprodução26 em animais não podem prever sempre a resposta em humanos, Ceclor AF só deve ser usado durante a gravidez25 se estritamente necessário. Trabalho de parto e parto: Ceclor AF não foi estudado durante o trabalho de parto e parto. Deve ser administrado somente em caso de extrema necessidade. Lactantes27: não foram feitos estudos com o Ceclor AF. Pequenas quantidades de cefaclor foram detectadas no leite materno após a administração de doses únicas de 500 mg de Ceclor. Os níveis médios foram de 0,18; 0,20; 0,21 e 0,16 mcg/ml após 2, 3, 4 e 5 horas, respectivamente. Foram detectados traços da droga após uma hora. Os efeitos em lactentes28 não são conhecidos; portanto, deve-se tomar muito cuidado quando o Ceclor AF for administrado a lactantes27. - Uso pediátrico: a eficácia e a segurança em crianças não foram estabelecidas. Interações medicamentosas: a extensão de absorção do Ceclor AF é diminuída se os antiácidos29 contendo hidróxido de magnésio ou alumínio ou forem administrados dentro de uma hora da administração de Ceclor AF. Os bloqueadores h2 não alteram o índice nem a extensão de absorção do Ceclor AF. Como com outros antibióticos betalactâmicos, a excreção renal30 do cefaclor (e provavelmente do Ceclor AF) é inibida pela probenecida. Nenhuma outra interação medicamentosa significativa foi notada durante os estudos clínicos. Interações com testes de laboratório: a administração do Ceclor AF pode resultar numa reação falso-positiva para glicose31 na urina32. Este fenômeno tem sido observado em pacientes recebendo antibióticos cefalosporínicos, quando o teste foi realizado usando-se soluções de Benedict e de Fehling e também com comprimidos de clinitest, mas não com a glico-fita (fita de teste enzimática para glicose31, USP, Lilly).

Reações Adversas de Ceclor Af

a maioria das reações adversas observadas nos estudos clínicos com o Ceclor AF foi leve e passageira. As seguintes reações adversas foram reportadas após o uso do Ceclor AF em estudos clínicos: gastrintestinal: diarréia13, náusea11, vômito12 e dispepsia33. Hipersensibilidade: erupção34 cutânea35, urticária36 ou prurido37. Uma reação semelhante à doença do soro38 foi reportada entre os 3.272 pacientes tratados com o Ceclor AF durante os estudos clínicos controlados. Sistemas hematológico e linfático39: eosinofilia40. Geniturinário: monilíase vaginal e vaginite41. Reações adversas com relações causais incertas: sistema nervoso central42: dor de cabeça43, tontura44 e sonolência. Hepático: elevações transitórias das transaminases (ast e alt) e da fosfatase alcalina45. Renal30: aumento transitório do bun ou da creatinina46. Testes de laboratório: trombocitopenia47 passageira, leucopenia48, linfocitose, neutropenia49 e urinálise anormal. Além das reações adversas relacionadas acima, observadas em pacientes recebendo Ceclor AF, as seguintes reações adversas e exames clínicos de laboratório alterados foram reportados em pacientes tratados com Ceclor. Eritema multiforme50, febre51, anafilaxia52 (pode ser mais comum em pacientes com uma história de alergia53 à penicilina), síndrome de Stevens-Johnson54, teste de Coombs direto positivo e prurido37 genital. Sintomas10 de colite55 pseudomembranosa podem aparecer durante ou após o tratamento antibiótico. As seguintes reações foram raramente reportadas em pacientes tratados com Ceclor: necrólise epidermal tóxica, nefrite56 intersticial57 reversível, disfunção hepática58, incluindo colestase59, aumento no tempo de protrombina60 em pacientes recebendo cefaclor e varfarina concomitantemente, hiperatividade reversível, nervosismo, insônia, confusão, hipertonia61, anemia aplásica62, agranulocitose63 e anemia hemolítica64. Além das reações adversas acima, as seguintes reações adversas foram reportadas em pacientes tratados com antibióticos betalactâmicos: colite55, disfunção renal30 e nefropatia65 tóxica. Diversos antibióticos betalactâmicos implicaram em desencadear convulsões, particularmente em pacientes com insuficiência renal66 quando a dose não foi reduzida. Se ocorrerem convulsões relacionadas com a terapia, a droga deve ser suspensa. Pode-se aplicar terapia anticonvulsivante, se clinicamente indicada.

Contra-Indicações de Ceclor Af

pacientes com hipersensibilidade conhecida ao cefaclor e a outras cefalosporinas. Antes de ser instituída a terapia com Ceclor AF deve ser feita uma cuidadosa investigação para determinar se o paciente teve reações anteriores de hipersensibilidade às cefalosporinas, penicilinas ou outras drogas. Este produto deve ser administrado cautelosamente a pacientes sensíveis à penicilina. Os antibióticos devem ser administrados com precaução a qualquer paciente que tenha demonstrado alguma forma de alergia53, particularmente a drogas. Se ocorrer uma reação alérgica14 ao Ceclor AF, interromper o uso da droga. Reações graves de hipersensibilidade aguda podem requerer o uso de adrenalina67 e outras medidas de emergência68. Os antibióticos, incluindo Ceclor AF, devem ser administrados cautelosamente a qualquer paciente que tenha demonstrado alguma forma de alergia53, particularmente a drogas. Colite55 pseudomembranosa tem sido relatada praticamente com todos os antibióticos de largo espectro (incluindo os macrolídeos, penicilinas semi-sintéticas e cefalosporinas); portanto, é importante considerar este diagnóstico69 em pacientes que desenvolvem diarréia13 associada com o uso de antibióticos. Tais colites podem variar em gravidade de leves a gravíssimas. Casos leves de colite55 pseudomembranosa geralmente respondem com apenas a suspensão da droga. Em casos moderados a graves, devem ser tomadas medidas apropriadas.

Indicações de Ceclor Af

tratamento das seguintes infecções4, quando causadas por cepas70 sensíveis dos seguintes microorganismos: bronquite aguda71 e exacerbações agudas de bronquite crônica72 causadas por S. pneumoniae, H. influenzae (incluindo cepas70 produtoras de betalactamase), H. parainfluenzae, M. catarrhalis (incluindo cepas70 produtoras de betalactamase), e S. aureus. Faringite3 e amigdalite causadas por S. pyogenes (estreptococos do grupo A). (A penicilina é a droga usual de escolha no tratamento e prevenção das infecções4 estreptocócicas, incluindo a profilaxia da febre reumática73. Ceclor AF é geralmente eficaz na erradicação dos estreptococos da orofaringe74; entretanto, ainda não estão disponíveis dados substanciais estabelecendo a eficácia do Ceclor AF na prevenção da febre reumática73). Pneumonia7 causada por S. pneumoniae, H. influenzae (incluindo cepas70 produtoras de betalactamase) e M. catarrhalis (incluindo cepas70 produtoras de betalactamase). Infecções4 não complicadas do trato urinário6 inferior, incluindo cistite75 e bacteriúria76 assintomática, causadas por E. coli, K. pneumoniae, P. mirabilis e S. saprophyticus. Infecções4 da pele5 e estruturas da pele5 causadas por S. pyogenes (estreptococos do grupo A), S. aureus (incluindo cepas70 produtoras de betalactamase) e S. epidermidis (incluindo cepas70 produtoras de betalactamase). Devem ser realizados estudos bacteriológicos para determinar os microorganismos causais e sua sensibilidade ao cefaclor. A terapia pode ser iniciada enquanto se aguarda os resultados desses estudos. Uma vez que esses resultados estejam disponíveis, a terapia antimicrobiana deve ser ajustada de acordo.

Apresentação de Ceclor Af

caixas com 10 e 30 drágeas2 de 375 e 750 mg.


CECLOR AF - Laboratório

SIGMA PHARMA
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Complementos

1 Drágea: Comprimido ou pílula contendo preparado farmacêutico.
2 Drágeas: Comprimidos ou pílulas contendo preparado farmacêutico.
3 Faringite: Inflamação da mucosa faríngea em geral de causa bacteriana ou viral. Caracteriza-se por dor, dificuldade para engolir e vermelhidão da mucosa, acompanhada de exsudatos ou não.
4 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
5 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
6 Trato Urinário:
7 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
8 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
9 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
10 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
11 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
12 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
13 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
14 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
15 Cinéticas: Ramo da física que trata da ação das forças nas mudanças de movimento dos corpos.
16 Ventilação: 1. Ação ou efeito de ventilar, passagem contínua de ar fresco e renovado, num espaço ou recinto. 2. Agitação ou movimentação do ar, natural ou provocada para estabelecer sua circulação dentro de um ambiente. 3. Em fisiologia, é o movimento de ar nos pulmões. Perfusão Em medicina, é a introdução de substância líquida nos tecidos por meio de injeção em vasos sanguíneos.
17 Sinais vitais: Conjunto de variáveis fisiológicas que são pressão arterial, freqüência cardíaca, freqüência respiratória e temperatura corporal.
18 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
19 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
20 Êmese: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Sinônimo de vômito. Pode ser classificada como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
21 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
22 Diálise peritoneal: Ao invés de utilizar um filtro artificial para “limpar“ o sangue, é utilizado o peritônio, que é uma membrana localizada dentro do abdômen e que reveste os órgãos internos. Através da colocação de um catéter flexível no abdômen, é feita a infusão de um líquido semelhante a um soro na cavidade abdominal. Este líquido, que chamamos de banho de diálise, vai entrar em contato com o peritônio, e por ele será feita a retirada das substâncias tóxicas do sangue. Após um período de permanência do banho de diálise na cavidade abdominal, este fica saturado de substâncias tóxicas e é então retirado, sendo feita em seguida a infusão de novo banho de diálise. Esse processo é realizado de uma forma contínua e é conhecido por CAPD, sigla em inglês que significa diálise peritoneal ambulatorial contínua. A diálise peritoneal é uma forma segura de tratamento realizada atualmente por mais de 100.000 pacientes no mundo todo.
23 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
24 Superinfecção: Geralmente ocorre quando os antibióticos alteram o equilíbrio do organismo, permitindo o crescimento de agentes oportunistas, como os enterococos. A superinfecção pode ser muito difícil de tratar, porque é necessário optar por antibióticos eficazes contra todos os agentes que podem causá-la.
25 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
26 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
27 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
28 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
29 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
30 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
31 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
32 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
33 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
34 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
35 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
36 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
37 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
38 Soro: Chama-se assim qualquer líquido de características cristalinas e incolor.
39 Linfático: 1. Na histologia, é relativo à linfa, que contém ou que conduz linfa. 2. No sentido figurado, por extensão de sentido, a que falta vida, vigor, energia (diz-se de indivíduo); apático. 3. Na história da medicina, na classificação hipocrática dos quatro temperamentos de acordo com o humor dominante, que ou aquele que, pela lividez das carnes, flacidez dos músculos, apatia e debilidade demonstradas no comportamento, atesta a predominância de linfa.
40 Eosinofilia: Propriedade de se corar facilmente pela eosina. Em patologia, é o aumento anormal de eosinófilos no sangue, característico de alergias e infestações por parasitas. Em patologia, é o acúmulo de eosinófilos em um tecido ou exsudato.
41 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
42 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
43 Cabeça:
44 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
45 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
46 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
47 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
48 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
49 Neutropenia: Queda no número de neutrófilos no sangue abaixo de 1000 por milímetro cúbico. Esta é a cifra considerada mínima para manter um sistema imunológico funcionando adequadamente contra os agentes infecciosos mais freqüentes. Quando uma pessoa neutropênica apresenta febre, constitui-se uma situação de “emergência infecciosa”.
50 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
51 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
52 Anafilaxia: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
53 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
54 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
55 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
56 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
57 Intersticial: Relativo a ou situado em interstícios, que são pequenos espaços entre as partes de um todo ou entre duas coisas contíguas (por exemplo, entre moléculas, células, etc.). Na anatomia geral, diz-se de tecido de sustentação localizado nos interstícios de um órgão, especialmente de vasos sanguíneos e tecido conjuntivo.
58 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
59 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
60 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
61 Hipertonia: 1. Em biologia, é a característica de uma solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra. 2. Em medicina, é a tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
62 Anemia Aplásica: A medula óssea não produz um número adequado de elementos do sangue periférico.
63 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
64 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
65 Nefropatia: Lesão ou doença do rim.
66 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
67 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
68 Emergência: 1. Ato ou efeito de emergir. 2. Situação grave, perigosa, momento crítico ou fortuito. 3. Setor de uma instituição hospitalar onde são atendidos pacientes que requerem tratamento imediato; pronto-socorro. 4. Eclosão. 5. Qualquer excrescência especializada ou parcial em um ramo ou outro órgão, formada por tecido epidérmico (ou da camada cortical) e um ou mais estratos de tecido subepidérmico, e que pode originar nectários, acúleos, etc. ou não se desenvolver em um órgão definido.
69 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
70 Cepas: Cepa ou estirpe é um termo da biologia e da genética que se refere a um grupo de descendentes com um ancestral comum que compartilham semelhanças morfológicas e/ou fisiológicas.
71 Bronquite aguda: Inflamação dos brônquios produzida em geral por diferentes vírus respiratórios, que se manifesta por febre, tosse e expectoração de muco à tosse.
72 Bronquite crônica: Inflamação persistente da mucosa dos brônquios, em geral produzida por tabagismo, e caracterizada por um grande aumento na produção de muco bronquial que produz tosse e expectoração durante pelo menos três meses consecutivos durante dois anos.
73 Febre reumática: Doença inflamatória produzida como efeito inflamatório anormal secundário a infecções repetidas por uma bactéria chamada estreptococo beta-hemolítico do grupo A. Caracteriza-se por inflamação das articulações, febre, inflamação de uma ou mais de uma estrutura cardíaca, alterações neurológicas, eritema cutâneo. Com o tratamento mais intensivo da faringite estreptocócica, a freqüência desta doença foi consideravelmente reduzida.
74 Orofaringe: Parte mediana da faringe, entre a boca e a rinofaringe.
75 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
76 Bacteriúria: Presença de bactérias na urina. Normalmente a urina é estéril, ou seja, não contem microorganismos.
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