CLORPROPAMIDA

Billi Farmacêutica Ltda

Atualizado em 08/12/2014

Composição da Clorpropamida1

CADA COMPRIMIDO CONTEM: CLORPROPAMIDA1 250 MG; EXCIPIENTE Q.S.P. 1 COMPRIMIDO.

Posologia e Administração da Clorpropamida1

NAO EXISTE UM REGIME POSOLOGICO FIXO PARA O TRATAMENTO DE DIABETES MELLITUS2 COM CLORPROPAMIDA1 OU OUTRO AGENTE HIPOGLICEMICO. EM ADICAO A ANALISE USUAL DA GLICOSE3 URINARIA, O PACIENTE DEVERA TAMBEM TER A GLICOSE SANGUINEA4 OBSERVADA PERIODICAMENTE PARA DETERMINAR A SUA DOSE MINIMA EFETIVA, PARA DETECTAR FALHA PRIMARIA, ISTO E, RESPOSTA HIPOGLICEMIANTE5 INADEQUADA A MAXIMA DOSE RECOMENDADA, E FALHA SECUNDARIA, ISTO E, PERDA DA RESPOSTA HIPOGLICEMIANTE5 ADEQUADA, APOS UM PERIODO INICIAL DE CONTROLE EFETIVO. OS NIVEIS DE HEMOGLOBINA GLICOSILADA6 PODERAO SER TAMBEM DE VALIA AO SE ANALISAR A RESPOSTA DO PACIENTE AO TRATAMENTO. A ADMINISTRACAO A CURTO PRAZO DE CLORPROPAMIDA1 PODERA SER EFICAZ DURANTE PERIODOS TRANSITORIOS DE PERDA DE CONTROLE EM PACIENTES GERALMENTE BEM CONTROLADOS COM A DIETA. A DOSE DIARIA E GERALMENTE TOMADA UMA UNICA VEZ AO CAFE DA MANHA. PODERAO OCORRER ALGUNS CASOS DE INTOLERANCIA GASTRINTESTINAL, PODENDO-SE OBTER ALIVIO DIVIDINDO A DOSE DIARIA. UMA DOSE MACICA INICIAL NAO E NECESSARIA E NAO DEVE SER APLICADA. UMA VEZ QUE A CLORPROPAMIDA1 E INDICADA EM ASSOCIACAO A UMA DIETA PARA REDUZIR A GLICEMIA7 EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS2 NAO DEPENDENTES DE INSULINA8 (TIPO II), AO INICIAR O TRATAMENTO DOS MESMOS DEVE-SE ENFATIZAR O USO DA DIETA COMO PRIMEIRA FORMA DE TRATAMENTO. RESTRICAO CALORICA E PERDA DE PESO SAO ESSENCIAIS NO TRATAMENTO DO PACIENTE DIABETICO OBESO. A DIETA ISOLADA PODE SER EFICAZ NO CONTROLE DE GLICEMIA7 E NOS SINTOMAS9 DE HIPERGLICEMIA10. A IMPORTANCIA DAS ATIVIDADES FISICAS REGULARES DEVE SER TAMBEM ENFATIZADA E OS FATORES DE RISCO CARDIOVASCULARES DEVEM SER OBSERVADOS SE POSSIVEL APLICANDO-SE MEDIDAS CORRETIVAS. O USO DE CLORPROPAMIDA1 DEVE SER VISTO PELO CLINICO E PELO PACIENTE COMO UM TRATAMENTO DE APOIO A DIETA, E NAO COMO SUBSTITUTO OU COMO MECANISMO CONVENIENTE PARA SE EVITAR RESTRICOES DA DIETA. ALEM DISSO, A PERDA DO CONTROLE GLICEMICO SOB DIETA CONTROLADA PODE SER TRANSITORIA, REQUERENDO AI UMA ADMINISTRACAO A CURTO PRAZO DE CLORPROPAMIDA1. DURANTE O TRATAMENTO DE MANUTENCAO, A ADMINISTRACAO DE CLORPROPAMIDA1 DEVERA SER INTERROMPIDA SE NAO MAIS HOUVER UMA REDUCAO SATISFATORIA DA GLICEMIA7, BASEANDO-SE EM AVALIACOES CLINICAS E LABORATORIAIS REGULARES. AO CONSIDERAR O USO DE CLORPROPAMIDA1 EM PACIENTES ASSINTOMATICOS DEVE-SE OBSERVAR QUE O CONTROLE DA GLICEMIA7 EM PACIENTES DIABETICOS NAO DEPENDENTES DE INSULINA8 AINDA NAO FOI DEFINITIVAMENTE ESTABELECIDO COMO EFICAZ NA PREVENCAO DAS COMPLICACOES CARDIOVASCULARES OU NEUROLOGICAS A LONGO PRAZO DO DIABETES11. CLORPROPAMIDA1 TAMBEM PODE SER EFICAZ NO CONTROLE DE CERTOS PACIENTES QUE TENHAM DEMONSTRADO RESPOSTA INADEQUADA OU COMPROVADA FALHA PRIMARIA OU SECUNDARIA A OUTRAS SULFONILUREIAS12. PACIENTES QUE NECESSITEM DE DOSES ELEVADAS OU USO FREQUENTE DE OUTROS HIPOGLICEMIANTES ORAIS13 PODEM TER CONTROLE FACILITADO COM O USO DE CLORPROPAMIDA1. SELECAO DE PACIENTES: O PACIENTE MAIS ADEQUADO AO TRATAMENTO E AQUELE COM DIABETES MELLITUS2 NAO DEPENDENTE DE INSULINA8, DO TIPO ESTAVEL E NAO CONTROLAVEL SOMENTE POR DIETA. HISTORIA ANTERIOR DE COMA14 DIABETICO NAO SE CONTRAPOE NECESSARIAMENTE AO SUCESSO DO CONTROLE TERAPEUTICO COM CLORPROPAMIDA1. UM PERIODO DE OBSERVACAO PODE SER INDICADO PARA DETERMINADOS PACIENTES QUE SE ESPERARIA RESPONDESSEM A ESSE TIPO DE MEDICACAO, MAS NOS QUAIS FRACASSARAM AS TENTATIVAS INICIAIS, OU APOS ESTAREM RECEBENDO OUTRAS SULFONILUREIAS12, OU EM PACIENTES CUJO CONTROLE DO DIABETES11 COM TAIS AGENTES NAO TENHA SIDO SATISFATORIO. CLORPROPAMIDA1 PODE MOSTRAR-SE EFICAZ E PROPORCIONAR UM MELHOR CONTROLE DESTE TIPO DE DIABETES11. A AVALIACAO FINAL DA RESPOSTA EM PACIENTES QUALIFICADOS COMO CANDIDATOS AO TRATAMENTO COM CLORPROPAMIDA1 CONSISTE NUM PERIODO DE OBSERVACAO TERAPEUTICO DE PELO MENOS 7 DIAS. DURANTE ESSE PERIODO A AUSENCIA DE CETONURIA15 JUNTAMENTE COM UM CONTROLE SATISFATORIO INDICAM QUE O PACIENTE E RESPONSIVO E CAPAZ DE SER CONTROLADO COM A DROGA. ENTRETANTO, O DESENVOLVIMENTO DE CETONURIA15 DENTRO DO PERIODO DE 24 HORAS APOS A RETIRADA DA INSULINA8 EM GERAL INDICA UMA RESPOSTA DEFICIENTE. O PACIENTE SERA CONSIDERADO NAO RESPONSIVO CASO NAO APRESENTE REDUCAO SATISFATORIA DA GLICEMIA7 OU DEIXE DE OBTER UMA MELHORA CLINICA OBJETIVA OU SUBJETIVA, OU CASO APRESENTE CETONURIA15 OU GLICOSURIA16. A INSULINA8 E INDICADA NO TRATAMENTO DESTES PACIENTES. TRATAMENTO INICIAL: O PACIENTE DIABETICO ESTAVEL DE MEIA-IDADE, COM DIABETES11 DE GRAU LEVE A MODERADAMENTE SEVERO, DEVE INICIAR COM A DOSE DIARIA DE 250 MG (UM COMPRIMIDO). DEVIDO AO FATO DO PACIENTE DIABETICO GERIATRICO PARECER SER MAIS AO EFEITO HIPOGLICEMICO DAS SULFONILUREIAS12, SEU TRATAMENTO DEVE SER INICIADO COM DOSES MENORES DE CLORPROPAMIDA1: 125 MG DIARIOS. NAO E NECESSARIO UM PERIODO DE TRANSICAO AO TRANSFERIR PACIENTES EM USO DE OUTROS HIPOGLICEMIANTES ORAIS13 PARA CLORPROPAMIDA1. O MEDICAMENTO ANTERIOR PODE SER DESCONTINUADO EM QUALQUER OCASIAO E A CLORPROPAMIDA1 INICIADA IMEDIATAMENTE. AO PRESCREVER A CLORPROPAMIDA1 DEVERA SER DADA A DEVIDA CONSIDERACAO A SUA MAIOR POTENCIA. A GRANDE MAIORIA DOS PACIENTES DE MEIA-IDADE COM DIABETES11 ESTAVEL, LEVE OU MODERADAMENTE SEVERO, EM TRATAMENTO COM INSULINA8, PODE PASSAR A USAR DIRETAMENTE A DROGA ORAL, COM DESCONTINUACAO IMEDIATA DA INSULINA8. NOS PACIENTES QUE NECESSITAM DE MAIS DE 40 UNIDADES DIARIAS DE INSULINA8, CLORPROPAMIDA1 PODE SER INICIADO COM UMA REDUCAO DE 50% DE INSULINA8 DURANTE OS PRIMEIROS DIAS, COM REDUCOES SUBSEQUENTES DEPENDENDO DA RESPOSTA. DURANTE O PERIODO DE RETIRADA DA INSULINA8 O PACIENTE DEVE SER SUBMETIDO A EXAMES DE URINA17 PARA DETECCAO DE GLICOSE3 E CORPOS CETONICOS, PELO MENOS TRES VEZES AO DIA. EM ALGUNS CASOS E ACONSELHAVEL CONSIDERAR A HOSPITALIZACAO DURANTE O PERIODO DE TRANSICAO. CINCO A SETE DIAS APOS O INICIO DO TRATAMENTO, O NIVEL SERICO DE CLORPROPAMIDA1 ATINGE UM PLATO. A DOSAGEM PODE SER SUBSEQUENTEMENTE AJUSTADA PARA AUMENTO OU REDUCAO, SENDO QUE OS AUMENTOS NAO DEVERAO SER SUPERIORES A 50-125 MG EM INTERVALOS DE TRES A CINCO DIAS PARA OBTENCAO DO CONTROLE IDEAL. AJUSTES MAIS FREQUENTES EM GERAL NAO SAO ACONSELHAVEIS. - TERAPIA DE MANUTENCAO: A MAIORIA DOS PACIENTES DE MEIA-IDADE COM DIABETES11 ESTAVEL MODERADAMENTE SEVERO E CONTROLADA COM APROXIMADAMENTE 250 MG DIARIOS (UM COMPRIMIDO). VARIOS INVESTIGADORES CONSTATARAM QUE ALGUNS PACIENTES COM DIABETES11 DE MENOR INTENSIDADE SAO BEM CONTROLADOS COM DOSES DIARIAS DE 125 MG (½ COMPRIMIDO) OU MENOS. MUITOS DOS PACIENTES DIABETICOS MAIS GRAVES PODEM REQUERER 500 MG DIARIOS (2 COMPRIMIDOS) PARA UM CONTROLE ADEQUADO. OS PACIENTES QUE NAO RESPONDEM ADEQUADAMENTE A DOSE DE 500 MG DIARIOS GERALMENTE NAO RESPONDERAO A DOSES MAIS ELEVADAS. DOSES DE MANUTENCAO SUPERIORES A 750 MG DIARIOS (TRES COMPRIMIDOS) DEVEM SER EVITADAS. PARA PACIENTES18 IDOSOS, DEBILITADOS OU DESNUTRIDOS, E PARA PACIENTES18 COM DISTURBIOS RENAIS OU HEPATICOS, A DOSE INICIAL E DE MANUTENCAO DEVERA SER CAUTELOSA PARA EVITAR REACOES HIPOGLICEMICAS. CLORPROPAMIDA1 EM PACIENTES COM DIABETES INSIPIDUS19: ALGUNS ESTUDOS ATE ESTA DATA DEMONSTRARAM QUE A CLORPROPAMIDA1 TAMBEM E UTIL NO TRATAMENTO DO DIABETES INSIPIDUS19 IDIOPATICO20. AO USAR A CLORPROPAMIDA1 COM ESTA FINALIDADE, O MEDICO DEVE MANTER-SE PERMANENTEMENTE CONSCIENTE DA POSSIVEL OCORRENCIA DE REACOES HIPOGLICEMICAS NESTES PACIENTES, PARTICULARMENTE QUANDO DOENCAS SUBJACENTES OU OUTRAS CAUSAS NAO RELACIONADAS IMPLICAREM NA REDUCAO DA INGESTAO DE ALIMENTOS. EM TAIS CASOS A CLORPROPAMIDA1 DEVE SER TEMPORARIAMENTE DESCONTINUADA E O TRATAMENTO SUBSTITUIDO PELO HORMONIO21 ANTIDIURETICO. NO TRATAMENTO DE DIABETES INSIPIDUS19 A DOSE NORMALMENTE UTILIZADA E DE 125 A 500 MG DIARIOS. DEVIDO AO RISCO DE DESENVOLVIMENTO DE HIPOGLICEMIA22 NESTES PACIENTES, E ACONSELHAVEL INICIAR O TRATAMENTO COM A DOSE MAIS BAIXA; AJUSTANDO-A GRADATIVAMENTE CONFORME NECESSARIO. OS PACIENTES SOB TRATAMENTO DEVEM SER ORIENTADOS QUANTO A POSSIBILIDADE DE REACOES HIPOGLICEMICAS E TRATAMENTO, ESPECIALMENTE DURANTE INFECCOES23 INTERCORRENTES OU OUTROS PERIODOS DE REDUCAO DE INGESTAO DE ALIMENTOS. EM TAIS CIRCUNSTANCIAS A TERAPIA COM CLORPROPAMIDA1 DEVE SER IMEDIATAMENTE DESCONTINUADA E O MEDICO COMUNICADO. QUANDO OS MEDICOS ESTIVEREM CONSIDERANDO O USO DIARIO DE CLORPROPAMIDA1 NO TRATAMENTO DO DIABETES INSIPIDUS19, E ESSENCIAL QUE LEIAM INTEGRALMENTE ESTE TEXTO, ESPECIALMENTE OS PARAGRAFOS RELACIONADOS AS PRECAUCOES E REACOES ADVERSAS. CONDUTA NA SUPERDOSAGEM: A SUPERDOSAGEM DE SULFONILUREIAS12, INCLUINDO CLORPROPAMIDA1, PODE CAUSAR HIPOGLICEMIA22. SINTOMAS9 HIPOGLICEMICOS LEVES, SEM PERDA DE CONSCIENCIA OU REACOES NEUROLOGICAS DEVERAO SER TRATADOS IMEDIATAMENTE COM GLICOSE3 VIA ORAL E AJUSTE NA DOSE DA DROGA E/OU NO PADRAO DE ALIMENTACAO. CUIDADOSA OBSERVACAO MEDICA DEVERA SER FEITA ATE QUE SE ASSEGURE QUE O PACIENTE ESTEJA FORA DE PERIGO. REACOES HIPOGLICEMICAS GRAVES, COMO CONVULSOES, COMA14 OU OUTROS DISTURBIOS NEUROLOGICOS OCORREM INFREQUENTEMENTE E DEVEM SER CONSIDERADAS COMO EMERGENCIAS MEDICAS REQUERENDO HOSPITALIZACAO IMEDIATA. SE HOUVER SUSPEITA OU SE FOR DIAGNOSTICADO COMA14 HIPOGLICEMICO, O PACIENTE DEVE RECEBER UMA RAPIDA INJECAO24 INTRAVENOSA DE SOLUCAO GLICOSADA CONCENTRADA (50%). ESTE PROCEDIMENTO DEVE SER SEGUIDO POR UMA INFUSAO CONTINUA DE SOLUCAO GLICOSADA MAIS DILUIDA (10%), EM UMA VELOCIDADE DE INFUSAO QUE MANTENHA NIVEIS DE GLICEMIA7 ACIMA DE 100 MG/DL25. ESSES PACIENTES DEVEM SER CUIDADOSAMENTE OBSERVADOS POR UM PERIODO MINIMO DE 24 A 48 HORAS, UMA VEZ QUE A HIPOGLICEMIA22 PODE OCORRER APOS APARENTE MELHORA CLINICA.

Precauções da Clorpropamida1

GERAIS: HIPOGLICEMIA22: TODAS AS SULFONILUREIAS12 SAO CAPAZES DE PRODUZIR HIPOGLICEMIA22 SEVERA. SELECAO DE PACIENTES, POSOLOGIA E ADMINISTRACAO ADEQUADAS SAO IMPORTANTES PARA EVITAR CASOS DE HIPOGLICEMIA22. INSUFICIENCIA RENAL26 OU HEPATICA27 PODE CAUSAR NIVEIS SANGUINEOS ELEVADOS DE CLORPROPAMIDA1, O QUE PODE LEVAR A UMA DIMINUICAO DA CAPACIDADE DE GLICONEOGENESE28, PODENDO AUMENTAR TAMBEM O RISCO DE SERIAS REACOES HIPOGLICEMICAS. PACIENTES IDOSOS, DEBILITADOS OU DESNUTRIDOS, E AQUELES COM INSUFICIENCIA29 SUPRA-RENAL30 OU PITUITARIA, SAO PARTICULARMENTE SUSCETIVEIS A ACAO HIPOGLICEMICA DAS DROGAS REDUTORAS DE GLICOSE3. A HIPOGLICEMIA22 PODE SER DIFICIL DE SER RECONHECIDA EM IDOSOS E EM PESSOAS SOB DROGAS BLOQUEADORAS BETA-ADRENERGICAS. A HIPOGLICEMIA22 COMUMENTE OCORRE QUANDO DA DEFICIENCIA DE INGESTAO CALORICA, APOS EXERCICIOS INTENSOS E PROLONGADOS, DURANTE INGESTAO ALCOOLICA OU QUANDO FOR ADMINISTRADA MAIS DE UMA DROGA REDUTORA DE GLICOSE3. DEVIDO A LONGA MEIA-VIDA DA CLORPROPAMIDA1, PACIENTES QUE SE TORNAM HIPOGLICEMICOS DURANTE O TRATAMENTO COM CLORPROPAMIDA1 PRECISAM DE UMA CUIDADOSA SUPERVISAO DA POSOLOGIA EM INTERVALOS CURTOS DE ALIMENTACAO NO MINIMO POR 3 A 5 DIAS. HOSPITALIZACAO E GLICOSE3 INTRAVENOSA PODEM SER NECESSARIAS. PERDA DO CONTROLE DA GLICEMIA7: QUANDO UM PACIENTE DIABETICO ESTABILIZADO SOB QUALQUER TRATAMENTO EXPUSER-SE A CONDICOES, TAIS COMO: FEBRE31, TRAUMA, INFECCAO32 OU CIRURGIA, PODERA HAVER PERDA DO CONTROLE DA GLICEMIA7. EM TAIS CASOS SERA NECESSARIO INTERROMPER O USO DE CLORPROPAMIDA1 E ADMINISTRAR INSULINA8. COM O PASSAR DO TEMPO A EFICACIA DE QUALQUER HIPOGLICEMIANTE5 ORAL DIMINUI, INCLUSIVE DE CLORPROPAMIDA1, O QUE PODE SER DEVIDO A PROGRESSAO DA DOENCA OU DIMINUICAO DE RESPOSTA A DROGA. ESSE FENOMENO E CONSIDERADO COMO FALHA SECUNDARIA PARA DISTINGUI-LO DA FALHA PRIMARIA NA QUAL A DROGA E INEFICAZ NUM PACIENTE INDIVIDUAL QUANDO A MESMA E ADMINISTRADA PELA PRIMEIRA VEZ. O PACIENTE DEVE SER INFORMADO DOS POTENCIAIS RISCOS E VANTAGENS DE CLORPROPAMIDA1 E TRATAMENTOS ALTERNATIVOS. DEVE SER TAMBEM ORIENTADO SOBRE A IMPORTANCIA DA DIETA, DOS EXERCICIOS REGULARES E DOS EXAMES DE DOSAGEM DE ACUCAR33 NO SANGUE34 E URINA17. O RISCO DE HIPOGLICEMIA22, SEUS SINTOMAS9 E TRATAMENTO, E CONDICOES QUE PREDISPOEM AO SEU DESENVOLVIMENTO, DEVEM SER EXPLICADOS AO PACIENTE E RESPONSAVEIS FAMILIARES. AS FALHAS PRIMARIA E SECUNDARIA DEVEM TAMBEM SER INFORMADAS. O PACIENTE DEVE SER INSTRUIDO A PROCURAR IMEDIATAMENTE SEU MEDICO SE HOUVER QUAISQUER SINTOMAS9 DE HIPOGLICEMIA22 OU OUTRAS REACOES ADVERSAS. EXAMES DE ACUCAR33 NO SANGUE34 E URINA17 DEVEM SER FEITOS PERIODICAMENTE. A DOSAGEM DE HEMOGLOBINA GLICOSILADA6 PODE SER UTIL. CARCINOGENESE, MUTAGENESE, DISTURBIOS DE FERTILIDADE: ESTUDOS DE TOXICIDADE35 CRONICA FORAM REALIZADOS EM CAES E RATOS. OS CAES FORAM TRATADOS POR SEIS, TREZE E VINTE MESES COM DOSES DE CLORPROPAMIDA1 VINTE VEZES MAIORES DO QUE PARA HUMANOS, NAO TENDO APRESENTADO GRANDES ALTERACOES HISTOLOGICAS36 OU PATOLOGICAS. APOS O TRATAMENTO COM 100 MG/KG DE CLORPROPAMIDA1, POR VINTE MESES, UM CAO APRESENTOU ALTERACOES HISTOPATOLOGICAS HEPATICAS37. OS RATOS, TRATADOS CONTINUAMENTE POR SEIS MESES A DOZE MESES, APRESENTARAM VARIOS GRAUS DE INIBICAO DE ESPERMATOGENESE, EM ALTAS DOSES (ATE 125 MG/KG). O GRAU DE INIBICAO PARECEU OCORRER LOGO APOS O RETARDO NO CRESCIMENTO EM RATOS, QUANDO SE ADMINISTRARAM DOSES ALTAS DE CLORPROPAMIDA1 EM RATOS POR TEMPO PROLONGADO. USO NA GRAVIDEZ38: EFEITOS TERATOGENICOS39: CLORPROPAMIDA1 NAO FOI UTILIZADO EM ESTUDOS DE REPRODUCAO40 ANIMAL. TAMBEM NAO SE SABE SE PODE CAUSAR DISTURBIO FETAL QUANDO ADMINISTRADO NA GRAVIDEZ38, OU SE PODE AFETAR A CAPACIDADE DE REPRODUCAO40. CLORPROPAMIDA1 SO DEVE SER ADMINISTRADO DURANTE A GESTACAO SE FOR REALMENTE NECESSARIO. UMA VEZ QUE INFORMACOES RECENTES SUGEREM QUE OS NIVEIS DE ALTERACAO DE ACUCAR33 NO SANGUE34 DURANTE A GRAVIDEZ38 ESTAO ASSOCIADOS COM UMA MAIOR INCIDENCIA41 DE IRREGULARIDADES CONGENITAS42, MUITOS ESPECIALISTAS RECOMENDAM O USO DA INSULINA8 DURANTE A GRAVIDEZ38 PARA MANTER OS NIVEIS GLICEMICOS TAO PROXIMOS DO NORMAL QUANTO POSSIVEL. EFEITOS NAO TERATOGENICOS39: HIPOGLICEMIA22 SEVERA PROLONGADA (4 A 10 DIAS) TEM SIDO RELATADA EM RECEM-NASCIDOS DE MAES QUE RECEBERAM SULFONILUREIAS12 NA EPOCA DO PARTO. ISTO TEM SIDO MAIS FREQUENTEMENTE RELATADO COM O USO DE AGENTES COM MEIAS-VIDAS PROLONGADAS. SE CLORPROPAMIDA1 FOR USADO NA GRAVIDEZ38, O MESMO DEVERA SER DESCONTINUADO PELO MENOS UM MES ANTES DA DATA ESPERADA DO PARTO. USO EM LACTANTES43: UMA ANALISE DA COMPOSICAO DE DUAS AMOSTRAS DE LEITE MATERNO, TIRADAS CINCO HORAS APOS A INGESTAO DE 500 MG DE CLORPROPAMIDA1 POR UMA PACIENTE, REVELOU UMA CONCENTRACAO DE 5 MCG/ML. PARA REFERENCIA, O PICO SANGUINEO APOS A INGESTAO DE UMA UNICA DOSE DE 250 MG DE CLORPROPAMIDA1 E DE 30 MCG/ML. PORTANTO, NAO SE RECOMENDA QUE A MULHER AMAMENTE ENQUANTO ESTIVER TOMANDO A MEDICACAO. - INTERACOES MEDICAMENTOSAS: A ACAO HIPOGLICEMICA DA SULFONILUREIA PODE SER POTENCIALIZADA POR CERTAS DROGAS, INCLUINDO OS AGENTES ANTIINFLAMATORIOS NAO ESTEROIDES E OUTRAS SUBSTANCIAS COM ALTA ACAO PROTEICA, SALICILATOS, SULFONAMIDAS, CLORANFENICOL, PROBENECIDA, CUMARINICOS INIBIDORES DA MONOAMINA OXIDASE, AGENTES BLOQUEADORES BETA-ADRENERGICOS44. QUANDO TAIS DROGAS SAO ADMINISTRADAS A UM PACIENTE SOB CLORPROPAMIDA1, O MESMO DEVERA SER CUIDADOSAMENTE OBSERVADO QUANTO A HIPOGLICEMIA22. QUANDO TAIS DROGAS FOREM SUSPENSAS, O PACIENTE DEVE SER TAMBEM CUIDADOSAMENTE OBSERVADO QUANTO A PERDA DE CONTROLE. ALGUNS MEDICAMENTOS TENDEM A PRODUZIR HIPERGLICEMIA10 LEVANDO A PERDA DE CONTROLE. ESSAS DROGAS INCLUEM AS TIAZIDAS E OUTROS DIURETICOS45, CORTICOSTEROIDES, FENOTIAZIDAS E AGENTES DERIVADOS DA TIROIDE, ESTROGENIOS, CONTRACEPTIVOS ORAIS, FENITOINA, ACIDO NICOTINICO, SIMPATOMIMETICOS, ANTAGONISTAS DO CALCIO E ISONIAZIDA. QUANDO TAIS SUBSTANCIAS SAO ADMINISTRADAS A PACIENTE RECEBENDO CLORPROPAMIDA1, O MESMO DEVERA SER CUIDADOSAMENTE OBSERVADO QUANTO A PERDA DE CONTROLE. QUANDO ESSAS SUBSTANCIAS FOREM DESCONTINUADAS, O PACIENTE DEVERA SER TAMBEM CUIDADOSAMENTE OBSERVADO QUANTO A HIPOGLICEMIA22.

Reações Adversas da Clorpropamida1

A MAIORIA DAS REACOES ADVERSAS ESTA ASSOCIADA A DOSE, E TRANSITORIA E RESPONDE BEM A REDUCAO DA DOSE OU A RETIRADA DO MEDICAMENTO. ENTRETANTO, A EXPERIENCIA CLINICA TEM ATE ENTAO DEMONSTRADO QUE, ASSIM COMO OCORRE COM OUTRAS SULFONILUREIAS12, ALGUMAS REACOES ADVERSAS ASSOCIADAS A HIPERSENSIBILIDADE PODEM SER GRAVES, SENDO QUE ALGUMAS FATALIDADES FORAM RELATADAS. HIPOGLICEMIA22: VIDE ``PRECAUCOES'' E ``SUPERDOSAGEM''. REACOES GASTRINTESTINAIS: ICTERICIA46 COLESTATICA RARAMENTE PODE OCORRER. CASO OCORRA, CLORPROPAMIDA1 DEVERA SER DESCONTINUADO. AS REACOES MAIS COMUNS SAO OS DISTURBIOS GASTRINTESTINAIS; MENOS DE 5% DOS PACIENTES TEM REPORTADO NAUSEA47 E MENOS DE 2% DIARREIA48, VOMITO49, ANOREXIA50, AUMENTO DO APETITE. OUTROS DISTURBIOS GASTRINTESTINAIS TEM OCORRIDO EM MENOS DE 1% DOS PACIENTES. ESSES DISTURBIOS TENDEM A ESTAR ASSOCIADOS A DOSE E PODEM DESAPARECER COM A REDUCAO DA MESMA. REACOES DERMATOLOGICAS: PRURIDO51 TEM SIDO REPORTADO EM MENOS DE 3% DOS PACIENTES. OUTRAS REACOES DERMATOLOGICAS ALERGICAS, TAIS COMO, URTICARIA52 E ERUPCOES MACULOPAPULARES FORAM RELATADAS EM APROXIMADAMENTE 1% OU MENOS DOS PACIENTES. ESSAS REACOES PODEM SER TRANSITORIAS E DESAPARECEM MESMO QUE CLORPROPAMIDA1 CONTINUE SENDO USADO; SE AS REACOES DERMATOLOGICAS PERSISTIREM A MEDICACAO DEVERA SER INTERROMPIDA. PORFIRIA53 CUTANEA54 TARDIA E REACOES DE FOTOSSENSIBILIDADE FORAM REPORTADAS COM O USO DE SULFONILUREIAS12. ERUPCOES CUTANEAS55 QUE PROGRIDEM PARA ERITEMA MULTIFORME56 E DERMATITE57 ESFOLIATIVA TAMBEM FORAM RELATADAS. REACOES HEMATOLOGICAS: LEUCOPENIA58, AGRANULOCITOSE59, TROMBOCITOPENIA60, ANEMIA HEMOLITICA61, ANEMIA62 APLASTICA E PANCITOPENIA63 FORAM REPORTADAS DEVIDO AS SULFONILUREIAS12. REACOES METABOLICAS: PORFIRIA53 HEPATICA27 E REACOES TIPO DISSULFIRAM TEM SIDO RARAMENTE REPORTADAS COM O USO DE CLORPROPAMIDA1. REACOES ENDOCRINAS: EM RARAS OCASIOES CLORPROPAMIDA1 CAUSOU REACAO IDENTICA A DA SINDROME64 DA SECRECAO INAPROPRIADA DO HORMONIO21 ANTIDIURETICO. AS CARACTERISTICAS DESSA SINDROME64 RESULTAM DA EXCESSIVA RETENCAO DE AGUA E INCLUEM HIPONATREMIA65, BAIXA OSMOLALIDADE SERICA66 E ALTA OSMOLALIDADE67 URINARIA. ESSA REACAO TAMBEM TEM SIDO REPORTADA COM OUTRAS SULFONILUREIAS12.

Contra-Indicações da Clorpropamida1

O PRODUTO E CONTRA-INDICADO PARA PACIENTES18 PORTADORES DE CONHECIDA HIPERSENSIBILIDADE A DROGA; CETOACIDOSE DIABETICA68 COM OU SEM COMA14; DIABETES MELLITUS2 INSULINO-DEPENDENTES (JUVENIL).

Indicações da Clorpropamida1

O PRODUTO ESTA INDICADO PARA USO EM ASSOCIACAO COM UMA DIETA PARA REDUZIR A GLICEMIA7 EM PACIENTES COM DIABETES MELLITUS2 NAO DEPENDENTES DE INSULINA8 (DIABETES11 TIPO II), ANTERIORMENTE CONHECIDO COMO DIABETES11 TIPO ADULTO, CUJA HIPERGLICEMIA10 NAO PODE SER CONTROLADA COM O USO ISOLADO DA DIETA.

Apresentação da Clorpropamida1

CAIXA COM 30, 100 E 500 COMPRIMIDOS.

CLORPROPAMIDA - Laboratório

Billi Farmacêutica Ltda
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Complementos

1 Clorpropamida: Medicação de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Reduz a glicemia ajudando o pâncreas a produzir mais insulina e o corpo a usar melhor a insulina produzida. Pertence à classe dos medicamentos chamada sulfoniluréias.
2 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
3 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
4 Glicose sanguínea: Também chamada de açúcar no sangue, é o principal açúcar encontrado no sangue e a principal fonte de energia para o organismo.
5 Hipoglicemiante: Medicamento que contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
6 Hemoglobina glicosilada: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
7 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
8 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
9 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
10 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
11 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
12 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
13 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
14 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
15 Cetonúria: Condição que ocorre quando as cetonas estão presentes na urina, um sinal de alerta na cetoacidose diabética.
16 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
17 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
18 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
19 Diabetes insipidus: Condição caracterizada por micções freqüentes e volumosas, sede excessiva e sensação de fraqueza. Esta condição pode ser causada por um defeito na glândula pituitária ou no rim. Na diabetes insipidus os níveis de glicose estão normais.
20 Idiopático: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
21 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
22 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
23 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
24 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
25 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
26 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
27 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
28 Gliconeogênese: Formação de novo açúcar. É o caminho pelo qual é produzida a glicose a partir de compostos aglicanos (não-açúcares ou não-carboidratos), sendo a maior parte deste processo realizado no fígado (principalmente em jejum) e uma menor parte realizada no córtex renal.
29 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
30 Supra-renal:
31 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
32 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
33 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
34 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
35 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
36 Histológicas: Relativo à histologia, ou seja, relativo à disciplina biomédica que estuda a estrutura microscópica, composição e função dos tecidos vivos.
37 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
38 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
39 Teratogênicos: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
40 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
41 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
42 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
43 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
44 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
45 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
46 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
47 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
48 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
49 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
50 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
51 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
52 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
53 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
54 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
55 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
56 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
57 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
58 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
59 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
60 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
61 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
62 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
63 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
64 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
65 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
66 Osmolalidade sérica: Osmolalidade sérica ou plasmática é uma medida indireta da concentração somada de todos os solutos de uma determinada solução.
67 Osmolalidade: Molalidade de uma solução que exerce a mesma pressão osmótica que uma solução ideal de uma substância não dissociada. É uma medida indireta da concentração somada de todos os solutos de uma determinada solução.
68 Cetoacidose diabética: Complicação aguda comum do diabetes melito, é caracterizada pela tríade de hiperglicemia, cetose e acidose. Laboratorialmente se caracteriza por pH arterial 250 mg/dl, com moderado grau de cetonemia e cetonúria. Esta condição pode ser precipitada principalmente por infecções, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico, trauma e tratamento inadequado do diabetes. Os sinais clínicos da cetoacidose são náuseas, vômitos, dor epigástrica (no estômago), hálito cetônico e respiração rápida. O não-tratamento desta condição pode levar ao coma e à morte.
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