Preço de Choriomon-m em Houston/SP: R$ 99,44

Choriomon-m

UCB BIOPHARMA LTDA.

Atualizado em 13/08/2019

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

CHORIOMON-M
gonadotropina coriônica
Pó liófilo injetável

APRESENTAÇÃO

Choriomon®-M apresenta-se sob a forma de pó branco liofilizado1, a ser reconstituído em 1 mL de diluente adequado, resultando em uma solução límpida. Apresenta-se em frascos-ampolas contendo 5000 UI de gonadotropina coriônica.
Caixa contendo 1 frasco-ampola do produto acompanhado de 1 ampola de diluente.

ADMINISTRAÇÃO INTRAMUSCULAR OU SUBCUTÂNEA2
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO

Cada frasco-ampola contém:

gonadotropina coriônica (HCG) 5.000 UI
lactose3 monoidratada 20 mg

O diluente é constituído por 1 mL de solução fisiológica4 (solução de cloreto de sódio 0,9%).

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

O uso de Choriomon®-M é indicado para que a função das gônadas5 seja ativada, porém, seu sucesso terapêutico depende da capacidade funcional das mesmas. Os casos de hipersecreção de gonadotropinas, ou algum sinal6 de mau funcionamento irreversível das gônadas5 poderá não responder ao tratamento com Choriomon®-M.

Em mulheres:

Choriomon®-M é indicado para o estímulo da ovulação7 após um tratamento com menotropina destinado à manutenção do folículo8 ou após um tratamento com FSH (urofolitropina) nos casos de esterilidade9 funcional, tais como interrupção do fluxo menstrual temporário ou prolongado e anovulação10 crônica.

Choriomon®-M é indicado ainda no tratamento da esterilidade9 decorrente da redução da fase luteica do ciclo, já que induz a um atraso no início do sangramento, prolonga a fase madura do corpo lúteo e, desse modo, promove condições mais favoráveis para a nidação11. Em pacientes que sofrem de interrupção do fluxo menstrual temporária ou prolongada e anovulação10 crônica, o tratamento com menotropina (ou FSH) e Choriomon®-M é indicado apenas se o resultado de um teste de progesterona anterior for negativo ou se tratamentos reiterados com estimuladores de ovulação7, tais como clomifeno e ciclofenil, não obtiveram sucesso.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

A gonadotropina coriônica (HCG) é secretada pela placenta, e extraída da urina12 de gestantes.

Em mulheres, a gonadotropina coriônica (HCG) atua estimulando a produção de estradiol e progesterona e, na fase final da maturação folicular, atua promovendo assim a fertilidade. Na administração intramuscular de gonadotropina coriônica (HCG), a ação é alcançada após cerca de 2 a 6 horas, dependendo da dose administrada.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Em mulheres:

  • gravidez13;
  • esterilidade9 sem maturação normal do folículo8 (por exemplo, causada por fatores tubários ou cervicais), exceto para mulheres que estejam participando em programas de tecnologia de reprodução14 assistida;
  • cistos ovarianos não relacionados com síndrome15 de ovários16 policísticos;
  • sangramento ginecológico de origem desconhecida;
  • hiperprolactinemia;
  • carcinoma17 ovariano, endometrial ou mamário;
  • hipersensibilidade conhecida ao HCG ou outras gonadotropinas (HMG, FSH), hiperprolactinemia, tumor18 da glândula19 pituitária, endocrinopatia20 não-tratada da tireóide ou de origem adrenal.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião dentista.

Este medicamento é contraindicado para uso por homens.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Um tratamento com hormônios gonadotrópicos deve ser administrado apenas por um médico especialista, com experiência no diagnóstico21 e tratamento de problemas de fertilidade. O tratamento deverá ser iniciado somente quando forem descartadas outras causas de infertilidade22. Choriomon®-M deve ser administrado por via intramuscular (no músculo) ou subcutâneo23 (abaixo da pele24).

Em mulheres:

Choriomon®-M só deverá ser administrado após a idade da maturidade sexual, já que antes da puberdade o medicamento pode induzir a estimulação não desejada dos ovários16. Por outro lado, após a menopausa25, os ovários16 se tornam insensíveis às gonadotropinas. Antes de iniciar o tratamento com menotropina (urofolitropina)/gonadotropina coriônica, a paciente deve ser submetida a exames ginecológicos e endocrinológicos. A fertilidade do parceiro deve ser verificada e ambos, a paciente e seu parceiro, devem ser informados de que o tratamento envolve riscos de hiperestimulação ovariana, bem como risco de gravidez13 múltipla ou aborto espontâneo.

O tratamento deve ser feito em hospital ou clínica adequadamente equipados.

Das pacientes tratadas com hormônios gonadotrópicos, 5 a 6% apresentam hiperestimulação ovariana, na maioria dos casos entre 7 e 10 dias após a administração de Choriomon®-M.

O risco de hiperestimulação é especialmente alto em pacientes com ovários16 policísticos. A faixa terapêutica26 entre uma dose suficiente e a hiperestimulação é muito limitada.

Para reduzir o risco de hiperestimulação, a paciente deve ser submetida a exames clínicos e endocrinológicos, pelo menos a cada dois dias durante o curso de tratamento e durante 2 semanas após seu término.

O tratamento com menotropina (ou FSH) deve ser imediatamente interrompido nas seguintes situações:

  • Se a concentração hormonal mostrar uma reação estrogênica excessiva (estradiol plasmático aumentado em 100% em 2 a 3 dias e/ou uma taxa superior a 4 pmol/mL ou superior a 1100 pg/mL),
  • Na ocorrência de sintomas27 clínicos ou ultrassonográficos de uma hiperestimulação ovariana (diâmetro de um ou vários folículos superior a 22 mm).

A hiperestimulação ovariana caracteriza-se por um aumento substancial da permeação vascular28, que provoca um rápido acúmulo de líquidos na cavidade do tórax29. Na maioria dos casos, isso ocorre de 5 a 10 dias após a administração de Choriomon®-M. Existem três graus de gravidade: leve, moderada e grave. Em pacientes que apresentem síndrome15 de hiperestimulação ovariana, existe risco adicional de eventos tromboembólicos.

No caso de hiperestimulação leve, acompanhada de ligeiro inchaço30 dos ovários16 (5 a 7 cm de tamanho), bem como pela secreção excessiva de esteróides e dor abdominal, é desnecessário usar tratamento para tais sintomas27, porém, a paciente deve ser informada e mantida sob controle médico rigoroso.

No caso de hiperestimulação moderada, acompanhada de cistos ovarianos (tamanho dos ovários16 variando entre 8 e 10 cm), bem como desconforto abdominal, vômitos31, recomenda-se uma observação clínica e tratamento dos sintomas27. No caso de alta concentração sanguínea, uma substituição intravenosa de plasma32 pode ser necessária.

A hiperestimulação grave, com frequência de ocorrência inferior a 2%, é caracterizada por cistos ovarianos de tamanho muito grande (ovários16 de tamanho superior a 12 cm) bem como por ascites (acúmulo de gordura33), pleurorréia (derramamento de líquido na pleura34), relaxamento abdominal considerável, dor abdominal, dispnéia35 (dificuldade de respirar), retenção de sal, aumento da viscosidade36 do sangue37 e agregação plaquetária, pode colocar em risco a vida da paciente e requer tratamento hospitalar para estabilizar as funções vitais e normalizar o volume de sangue37.

Pode haver formação de cistos nos ovários16 em pacientes que sofram de interrupção da menstruação38 devido à síndrome15 de ovário39 policístico. Isso pode causar dores abdominais de várias intensidades e requer a interrupção do tratamento.

O princípio ativo do Choriomon-M, gonadotropina coriônica, é extraído a partir da urina12 de gestantes e, portanto, há a possibilidade de transmissão de agentes infecciosos. Para garantir a segurança do produto, a gonadotropina coriônica passa por um extensivo processo de purificação, eliminando qualquer risco de transmissão de agentes infecciosos.

Este medicamento pode causar doping em homens. Este medicamento contém LACTOSE3.

Efeitos na habilidade de dirigir e operar máquinas

Choriomon®-M não provoca efeitos na habilidade de dirigir ou operar maquinário.

Uso na gravidez13 e lactação40

Existe evidência de risco fetal baseado na experiência com humanos e animais. Assim, a administração desse grupo de fármacos a gestantes apresenta alto risco.

Não se sabe se o Choriomon®-M é secretado no leite e quais os possíveis efeitos do mesmo sobre o lactente41. Portanto, este medicamento é contraindicado para gestantes e lactantes42.

Interações com outros medicamentos

Até o momento, não existem registros de interações com outros medicamentos.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde43.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

O medicamento deve ser armazenado ao abrigo da luz, protegido da umidade excessiva, na sua embalagem original, em temperatura ambiente (entre 15ºC e 30ºC).
O prazo de validade é de 24 meses após a data de fabricação (vide cartucho). Após a sua reconstituição, o uso deve ser imediato. O conteúdo remanescente deve ser descartado.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem. Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original. Depois de aberto, este medicamento deve ser utilizado imediatamente.

Características físicas

Choriomon®-M é um liófilo injetável que, após sua reconstituição com diluente apropriado, resulta em uma solução límpida, contendo 5000 UI.
Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso você observe alguma mudança no aspecto do medicamento que ainda esteja no prazo de validade, consulte o médico ou o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Choriomon®-M deve ser administrado por via intramuscular ou subcutânea2. A solução de gonadotropina possui prazo de validade limitado. Portanto, Choriomon®-M deve ser reconstituído com o solvente imediatamente antes da injeção44. Qualquer solução remanescente deve ser descartada.

Em mulheres:

  • Amenorréia primária45, amenorréria secundária crônica e anovulação10 crônica: Caso os órgãos genitais estejam subdesenvolvidos, é necessário realizar um tratamento preliminar (com duração de vários meses) com uma preparação de estrógeno46 e progesterona, estimulando o crescimento e a vascularização do útero47, das trompas de Falópio e da vagina48.
  • Gonadotropinas são administradas em duas fases:

1ª fase: a injeção intramuscular49 diária da gonadotropina de menopausa25 (HMG) ou urofolitropina (FSH) com uma dose de 75 UI durante 7 – 12 dias até o aumento nos níveis de estrógenos, ultrassonografia50 e alterações no fator cervical indicam a presença de folículo8 maduro (estradiol plasmático 1,1 -2,9 pmol/mL= 300-800 pg/mL; diâmetro do folículo8 principal 18-22 mm, pontuação cervical de acordo com a escala Insler ≥8 pontos de 12).

2ª fase: Para induzir ovulação7, uma dose única de 10000 UI de Choriomon®-M é administrada por via intramuscular ou subcutânea2, de 24 a 48 horas após a última injeção44 de HMG ou FSH. A ovulação7 geralmente ocorre após 32 a 48 horas. O paciente receberá recomendações para manter relações sexuais todos os dias após a administração de Choriomon®-M até a ocorrência de ovulação7. Caso não ocorra a gravidez13, o tratamento pode ser repetido, repetindo-se o mesmo método. Para mais detalhes, recomenda-se consultar a bula da preparação de HMG ou da preparação de FSH.

Cuidados na Administração

Deve-se levar em consideração as seguintes notas para instrução de uso e manipulação de Choriomon®-M:

  • Deve-se utilizar proteção para as mãos51 ao abrir as ampolas e frascos-ampolas deste produto.
  • A reconstituição deste produto deve ser feita com 1 mL de Solução Fisiológica4 (solução de cloreto de sódio 0,9%).
  • O produto deve ser reconstituído com solução fisiológica4 para administração intramuscular ou subcutânea2.
  • Não misturar o Choriomon®-M com outros medicamentos em uma mesma seringa52.
  • Não usar este produto após o prazo de validade (vide cartucho).
  • Este produto deve ser administrado por via intramuscular ou subcutânea2.
  • Este produto deve ser reconstituído com diluente apropriado (solução fisiológica4) imediatamente antes de ser usado, com o propósito de evitar o risco de perda de produto devido a adsorção.
  • Para prevenir injeções doloridas e minimizar vazamento na área da injeção44, Choriomon®-M deve ser administrado lentamente por via intramuscular ou subcutânea2. A injeção subcutânea53 deve ser alternada para prevenir lipoatrofia54.
  • Cada frasco-ampola é para uso único. Qualquer porção não usada deve ser descartada.
  • As injeções subcutâneas podem ser administradas pelo próprio paciente. As instruções e recomendações do médico devem estritamente seguidas.

O produto deve ser reconstituído em condições assépticas:

  • Limpar previamente a área de preparação do produto e lavar as mãos51 antes da solução ser reconstituída.
  • Cuidadosamente abrir a ampola de diluente na área de preparação.
  • Para retirar o diluente da ampola, encaixar a agulha na seringa52 para reconstituição. Com a seringa52 em uma mão55, segurar a ampola de diluente previamente aberta, inserir a agulha na ampola de diluente e retirar a quantidade desejada. Colocar a seringa52 muito cuidadosamente na área de preparação, evitando tocar na agulha.

Preparar a solução para injeção44:

  1. Remover o lacre de alumínio do frasco-ampola contendo Choriomon®-M e desinfetar a área da tampa de borracha com algodão umedecido em álcool;
  2. Pegar a seringa52 e lentamente injetar o diluente no frasco-ampola através da tampa de borracha;
  3. Gentilmente rolar o frasco-ampola entre as mãos51 até que o pó esteja completamente dissolvido, tomando cuidado para evitar a formação de espuma;
  4. Assim que o pó estiver dissolvido (geralmente acontece imediatamente), lentamente retirar a solução com a seringa52.

Aplicação subcutânea2 da solução:

  1. Dispensar a agulha utilizada para reconstituição da solução, substituindo-a por uma agulha própria para injeção subcutânea53 ou intramuscular. Verificar se há bolhas de ar. Caso haja, deve-se bater levemente na seringa52 com a agulha virada para cima e, com muito cuidado, empurrar o êmbolo56 até que uma pequena gota57 apareça na ponta da agulha.
  2. Limpar uma área de aproximadamente 4-5cm ao redor do sítio de injeção44 com um algodão embebido em desinfetante.
  3. Apertar a pele24 e inserir a agulha em um ângulo de 45°.
  4. Para assegurar que a agulha esteja corretamente posicionada, tentar puxar o êmbolo56 da seringa52 com cuidado. Caso a agulha esteja na posição correta, o êmbolo56 irá se mover com dificuldades. A entrada de sangue37 na seringa52 indica que a agulha perfurou um vaso sanguíneo. Neste caso, deve-se descartar a seringa52 e iniciar a operação novamente com um novo frasco do produto e uma nova seringa52 estéril.
  5. Caso a seringa52 tenha sido posicionada corretamente, injetar o conteúdo da seringa52 empurrando o êmbolo56 calmamente e de modo contínuo.
  6. Retirar a agulha e pressionar um algodão no sítio de injeção44. Esfregar gentilmente a área de injeção44 para facilitar a difusão do produto no tecido58.
  7. Qualquer solução restante deve ser dispensada, não devendo ser reutilizada.

É recomendado não se trocar a área de injeção44. Entretanto, não se deve realizar uma aplicação em um mesmo local mais do que uma vez por mês.

A solução deve ser límpida e incolor.

Não misturar Choriomon®-M com outros medicamentos em uma mesma seringa52.

Assim que a injeção44 tenha sido finalizada, todas as agulhas e ampolas vazias devem ser descartadas em um recipiente apropriado.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Em caso de esquecimento, aplicar a próxima dose de Choriomon®-M no mesmo horário planejado anteriormente. Não duplicar a dose desta aplicação para compensar a dose perdida.
Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou de seu cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): Reações alérgicas ao local de injeção44; dor de cabeça59; síndrome15 de hiperestimulação ovariana (OHSS) moderada; fadiga60.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Depressão; agitação; irritabilidade; síndrome15 de hiperestimulação ovariana grave, edema61, cansaço.

Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento): Edema angioneurótico62; tromboemolismo; oclusão vascular28; ginecomastia63; puberdade precoce.

Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento): reação alérgica64 sistêmica; reações cutâneas65.

Tratamentos repetidos com Choriomon®-M podem, ocasionalmente, causar a formação de células66 de defesa do organismo que podem também ser a causa de falha terapêutica26.

Nos homens, o efeito androgênico67 das altas doses de Choriomon®-M pode causar acúmulo de líquidos. Nesse caso, principalmente em pacientes que sofrem de problemas do coração68, pressão alta e dores de cabeça59, asma69 ou epilepsia70, o Choriomon®-M deve ser administrado com cautela e apenas em doses baixas.

Todas as complicações graves, que ocorrem durante o tratamento com Choriomon®-M, são geralmente decorrentes de hiperestimulação ovariana (em mulheres) e androgênicas (em homens).

Coágulos sanguíneos móveis arteriais e entupimento das veias71 periféricas e cerebrais (por exemplo, embolia72 e infarto73 pulmonar) foram associados ao tratamento com menotropina/gonadotropina coriônica apenas em casos isolados, também não relacionados à hiperestimulação ovariana.

Gravidez13 múltipla ocorre em menos de 20% das pacientes tratadas com gonadotropinas, principalmente em pacientes de programa de concepção74 assistida, o que depende do número de ovócitos ou embriões implantados.
O risco de gravidez13 extrauterina é maior, especialmente em pacientes com patologias ovarianas.
Os abortos espontâneos são mais frequentes do que nos casos normais, porém, este índice é comparável àquele observado em mulheres com problemas de fertilidade.

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

A toxicidade75 do Choriomon®-M é muito baixa e, até o momento, não há registro de superdosagem com este hormônio76.
Entretanto, a administração de doses aumentadas durante vários dias pode causar o início de uma síndrome15 de hiperestimulação ovariana, em mulheres, e ginecomastia63, em homens, que podem persistir, em alguns casos.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

Registro no M.S. nº: 1.2361.0078
Farmacêutica Responsável: Tânia Regina S. Bacci – CRF/SP: 23.642

Fabricado por:
IBSA Institut Biochimique S.A
Lamone – Suíça

Embalado por:
IBSA Institut Biochimique S.A.
Lamone – Suíça

OU

IBSA Institut Biochimique S.A.
Pambio-Noranco – Suíça

Importado e Distribuído com Exclusividade por:
UCB Biopharma S.A.
Alameda Araguaia, 3833 - Tamboré
CEP: 06455-000 - Barueri - SP
C.N.P.J.: 64.711.500/0001-14


SAC 0800 166613

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
2 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
3 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
4 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
5 Gônadas: 1. Designação genérica das glândulas sexuais (ovário e testículo) que produzem os gametas (óvulos e espermatozoides). 2. Em embriologia, é a glândula embrionária antes de sua possível identificação morfológica como ovário ou testículo.
6 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
7 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
8 Folículo: 1. Bolsa, cavidade em forma de saco. 2. Fruto simples, seco e unicarpelar, cuja deiscência se dá pela sutura que pode conter uma ou mais sementes (Ex.: fruto da magnólia).
9 Esterilidade: Incapacidade para conceber (ficar grávida) por meios naturais. Suas causas podem ser masculinas, femininas ou do casal.
10 Anovulação: Alteração no funcionamento dos ovários, capaz de alterar a produção, maturação ou liberação normal de óvulos. Esta alteração pode ser intencional (como a induzida pelas pílulas anticoncepcionais) ou ser endógena. Pode ser uma causa de infertilidade.
11 Nidação: Implantação.
12 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
13 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
14 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
15 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
16 Ovários: São órgãos pares com aproximadamente 3cm de comprimento, 2cm de largura e 1,5cm de espessura cada um. Eles estão presos ao útero e à cavidade pelvina por meio de ligamentos. Na puberdade, os ovários começam a secretar os hormônios sexuais, estrógeno e progesterona. As células dos folículos maduros secretam estrógeno, enquanto o corpo lúteo produz grandes quantidades de progesterona e pouco estrógeno.
17 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
18 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
19 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
20 Endocrinopatia: Qualquer afecção de glândula endócrina.
21 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
22 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
23 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
24 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
25 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
26 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
27 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
28 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
29 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
30 Inchaço: Inchação, edema.
31 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
32 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
33 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
34 Pleura: Membrana serosa que recobre internamente a parede torácica e a superfície pulmonar.
35 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
36 Viscosidade: 1. Atributo ou condição do que é viscoso; viscidez. 2. Resistência que um fluido oferece ao escoamento e que se deve ao movimento relativo entre suas partes; atrito interno de um fluido.
37 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
38 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
39 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
40 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
41 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
42 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
43 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
44 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
45 Amenorréia primária: É a ausência de menstruação em uma menina de 14 anos que não apresenta ainda desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários (mamas, pêlos, estirão do crescimento), ou a ausência de menstruação em uma menina de 16 anos que já apresenta caracteres sexuais secundários.
46 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
47 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
48 Vagina: Canal genital, na mulher, que se estende do ÚTERO à VULVA. (Tradução livre do original
49 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
50 Ultrassonografia: Ultrassonografia ou ecografia é um exame complementar que usa o eco produzido pelo som para observar em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas internas do organismo (órgãos internos). Os aparelhos de ultrassonografia utilizam uma frequência variada, indo de 2 até 14 MHz, emitindo através de uma fonte de cristal que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, os quais são interpretados através de computação gráfica.
51 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
52 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
53 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
54 Lipoatrofia: Perda de tecido gorduroso abaixo da pele resultando em afundamentos localizados. Pode ser causada por injeções repetidas de insulina em um mesmo local.
55 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
56 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
57 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
58 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
59 Cabeça:
60 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
61 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
62 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
63 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
64 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
65 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
66 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
67 Androgênico: Relativo à androgenia e a androgênios. Androgênios são hormônios esteroides, controladores do crescimento dos órgãos sexuais masculinos. O hormônio natural masculino é a testosterona.
68 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
69 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
70 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
71 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
72 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
73 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
74 Concepção: O início da gravidez.
75 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
76 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.

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