Preço de LAMICTAL em Fairfield/SP: R$ 18,10

LAMICTAL

GlaxoSmithKline

Atualizado em 09/12/2014

Composição de Lamictal

cada comprimido de Lamictal 25 mg contémlamotrigina 25 mg; Excipiente q.s.p. 1 comprimido. Cada comprimido de Lamictal 50 mg contém lamotrigina 50 mg; Excipiente q.s.p. 1 comprimido. Cada comprimido de Lamictal 100 mg contém lamotrigina 100 mg. Excipiente q.s.p. 1 comprimido.

Posologia e Administração de Lamictal

adultos e crianças acima de 12 anos de idade: a dose inicial de Lamictal para pacientes1 que não estejam tomando valproato de sódio é de 50 mg 1 vez ao dia por 2 semanas, seguidos por 100 mg/dia administrados divididos em 2 tomadas durante 2 semanas. A partir daí, a dose usual de manutenção para se obter uma resposta ótima é de 200-400 mg/dia administrados divididos em 2 tomadas. Naqueles pacientes recebendo valproato de sódio, a dose inicial de Lamictal deve ser de 25 mg, em dias alternados, por 2 semanas, seguidos de 25 mg uma vez ao dia durante 2 semanas. A partir daí, a dose usual de manutenção para se obter uma resposta ótima é de 100-200 mg/dia administrados uma vez ao dia ou divididos em duas tomadas. Adultos e crianças acima de 12 anos (dose diária total em mg/dia): sem valproato de sódio - Semanas 1 + 2: 50 mg uma vez ao dia. Semanas 3 + 4: 100 mg divididos em duas tomadas. Dose de manutenção: 200-400 mg divididos em duas tomadas. Com valproato de sódio - Semanas 1+2: 12,5 mg administração de 25 mg em dias alternados. Semanas 3+4: 25 mg uma vez ao dia. Dose de manutenção:100-200 mg uma vez ao dia ou divididos em duas tomadas. As doses iniciais recomendadas não devem ser excedidas. Crianças com 12 anos ou menos: não há ainda informação suficiente sobre o uso de Lamictal em crianças com menos de 12 anos. Pacientes idosos: as informações sobre o uso de Lamictal em pacientes idosos são limitadas. Até o momento, não há evidência que sugira que a resposta deste grupo etário seja diferente daquela apresentada por pacientes mais jovens. Entretanto, estes pacientes devem ser tratados e controlados com cautela. - Superdosagem: sinais2 e sintomas3: não há experiência com superdose de lamotrigina, mas alguns pacientes com concentrações séricas muito altas de lamotrigina (maior ou igual a 15 mcg/ml) relataram sedação4, ataxia5, diplopias, náusea6 e vômito7. Tratamento: no caso de superdose, o paciente deve ser hospitalizado para receber tratamento de suporte apropriado. Se indicada, deve ser feita lavagem gástrica8.

Precauções de Lamictal

dados disponíveis sugerem que se a dose recomendada para o início da terapia com lamotrigina for excedida, pode haver um aumento na incidência9 de rash10 requerendo a retirada da terapia. Lamictal é um fraco inibidor da diidrofolato-redutase; portanto, há possibilidade de interferência com o metabolismo11 do folato durante tratamentos prolongados. Entretanto, em períodos de até um ano, a lamotrigina não induziu alterações significativas na concentração da hemoglobina12, no volume corpuscular médio e nas concentrações séricas de folato ou de glóbulos vermelhos. Como ocorre com outras drogas antiepiléticas, a suspensão abrupta de Lamictal pode provocar crises de rebote. Este risco pode ser evitado pela redução gradual da dose por um período de duas semanas. O metabolismo11 hepático, seguido de excreção renal13, e a principal via de eliminação da lamotrigina. Até que estudos específicos tenham sido realizados, o uso de Lamictal em pacientes com significativo comprometimento hepático ou renal13 não pode ser recomendado. Gravidez14: são insuficientes os dados disponíveis sobre o uso de Lamictal na gravidez14 humana, para que se avalie sua segurança na mesma. Como ocorre com a maior parte das drogas, Lamictal não deve ser usado durante a gravidez14, a menos que, na opinião do médico, os benefícios potenciais do tratamento para a mãe superem quaisquer possíveis riscos ao feto15 em desenvolvimento. Lactação16: não há informação disponível sobre as concentrações de lamotrigina ou seus metabólitos17 que possam aparecer no leite materno após a administração de Lamictal. Interações medicamentosas: não há evidência de que a lamotrigina cause indução ou inibição clinicamente significativa de enzimas hepáticas18 oxidativas de metabolização de drogas. A lamotrigina pode induzir seu próprio metabolismo11, mas o efeito é modesto e provavelmente não apresenta conseqüências clínicas significativas. Relataram-se aumentos nas concentrações plasmáticas de outras drogas antiepiléticas em alguns pacientes, não obstante estudos controlados não terem demonstrado qualquer evidência de que a lamotrigina afete as concentrações plasmáticas de drogas antiepiléticas administradas concomitantemente. A evidência de estudos in vitro indica que a lamotrigina não desloca outras drogas antiepiléticas dos locais de ligação as proteínas19. Em um estudo com 12 voluntárias, a lamotrigina não afetou as concentrações plasmáticas do etinilestradiol e do levonorgestrel, após a administração da pílula anticoncepcional. Entretanto, como ocorre com a introdução de outro tratamento crônico20 em pacientes que estejam tomando anticoncepcionais orais, qualquer alteração no padrão de sangramento menstrual deve ser relatado ao médico. Os agentes antiepiléticos (tais como, a fenitoína, a carbamazepina, o fenobarbital e a primidona), que induzem as enzimas hepáticas18 de metabolização de drogas, aumentam o metabolismo11 da lamotrigina. O valproato de sódio, que inibe as enzimas hepáticas18 de metabolização de drogas, reduz o metabolismo11 da lamotrigina.

Reações Adversas de Lamictal

em estudos clínicos duplo-cegos, ocorreram rashes cutâneos em até 10% dos pacientes que tomavam lamotrigina e em 5% dos pacientes que tomavam placebo21. Os rashes cutâneos levaram à suspensão do tratamento com lamotrigina em 2% dos pacientes. O rash10, normalmente de aparência maculopapular22, geralmente aparece dentro de 4 semanas após o início do tratamento, ocorrendo regressão com a suspensão da droga. Raramente, foram observados rashes cutâneos graves, inclusive angioedema23 e síndrome de Stevens-Johnson24. Outras reações adversas relatadas durante estudos com Lamictal, além daquelas de tratamentos-padrão com drogas antiepiléticas, incluíram: diplopia25, visão26 turva, tontura27, sonolência, cefaléia28, falta de firmeza de movimentos, cansaço, distúrbios gastrintestinais e irritabilidade/agressão.

Contra-Indicações de Lamictal

indivíduos com conhecida hipersensibilidade à lamotrigina.

Indicações de Lamictal

tratamento de crises parciais e crises tônico-clônicas generalizadas, não satisfatoriamente controladas com outras drogas antiepiléticas.

Apresentação de Lamictal

embalagens contendo 30 comprimidos.


LAMICTAL - Laboratório

GlaxoSmithKline
Estrada dos Bandeirantes, 8464
Rio de Janeiro/RJ - CEP: 22783-110

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Complementos

1 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
2 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
4 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
5 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
6 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
7 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
8 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
9 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
10 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
11 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
12 Hemoglobina: Proteína encarregada de transportar o oxigênio desde os pulmões até os tecidos do corpo. Encontra-se em altas concentrações nos glóbulos vermelhos.
13 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
14 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
15 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
16 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
17 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
18 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
19 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
20 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
21 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
22 Maculopapular: Erupção cutânea que se caracteriza pelo aparecimento de manchas e de pápulas de tonalidade avermelhada, geralmente observada no sarampo ou na rubéola.
23 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
24 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
25 Diplopia: Visão dupla.
26 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
27 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
28 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).

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