Preço de Marevan em Fairfield/SP: R$ 8,10

Marevan

FARMOQUIMICA

Atualizado em 09/12/2014

Marevan®

varfarina sódica

Forma Farmacêutica e Apresentação de Marevan

Comprimidos com 2,5 mg – Embalagem contendo 30 ou 60 comprimidos.

Comprimidos com 5,0 mg - Embalagens contendo 10 ou 30 comprimidos.

Comprimidos com 7,5 mg – Embalagem contendo 30 comprimidos.

USO ADULTO

USO ORAL

Composição de Marevan


Cada comprimido contém:

varfarina sódica..............................................................................................2,5 mg;

excipientes q.s.p....................................................................................1 comprimido

(lactose1, amido, corante amarelo quinoleína,, amido glicolato sódico, estearato de magnésio e água).


varfarina sódica .............................................................................................. 5 mg;

excipientes q.s.p ................................................................................ 1 comprimido

(lactose1, amido, corante vermelho ponceau 4R, amido glicolato sódico, estearato de magnésio e água).


varfarina sódica ............................................................................................ 7,5 mg;

excipientes q.s.p ............................................................................1 comprimido

(lactose1, amido, corante azul FDC alumínio nº 1, amido glicolato sódico, estearato de magnésio e água).

Informações ao Paciente de Marevan

Como este medicamento funciona?

Marevan® é um anticoagulante2 que prolonga o tempo de coagulação3 do sangue4.

Por que este medicamento foi indicado?

Marevan® é eficaz na prevenção do tromboembolismo5 venoso, do embolismo6 sistêmico7 em pacientes com prótese8 de válvulas cardíacas ou fibrilação atrial, do acidente vascular cerebral9, do infarto10 agudo11 do miocárdio12 e da recorrência13 do infarto10. Os anticoagulantes14 orais também estão indicados na prevenção do embolismo6 sistêmico7 em pacientes com doença valvular cardíaca.

Quando não devo usar este medicamento?

A varfarina não deve ser administrada nas situações a seguir:

• Primeiras 24 horas antes ou após cirurgia ou parto

• Doenças hepáticas15 ou renais graves

Hemorragias16

Hipertensão arterial17 grave não controlada

Endocardite18 bacteriana

Gravidez19

Lactação20

Aneurisma21 cerebral ou aórtico

Hemofilia22

• Doença ulcerativa ativa do trato gastrointestinal

• Feridas ulcerativas abertas

• Ameaça de aborto ou aborto incompleto

• Indisposição ou incapacidade do paciente para entender o tratamento, ausência de laboratório confiável para realizar os testes de controle ou grave risco de interações medicamentosas

• Crianças

• Hipersensibilidade a qualquer componente do produto

Precauções e Advertências

• Marevan® não deve ser administrado a pacientes que apresentem sangramento ativo e, em geral, não deve ser prescrito a pacientes com risco de hemorragia23, embora possa ser usado com extrema precaução.

• Os pacientes sob risco compreendem aqueles com doenças sangüíneas hemorrágicas24, úlcera péptica25, feridas graves (inclusive feridas cirúrgicas) e endocardite18 bacteriana.

• Os idosos e pacientes com deficiência de vitamina26 K requerem cuidado especial, assim como aqueles com hipertiroidismo.

• Se houver interação medicamentosa com outra droga e risco de hemorragia23 grave, uma das drogas deve ser suspensa.

• Em caso de suspeita de alteração do efeito de Marevan®, a atividade anticoagulante2 deve ser cuidadosamente monitorizada, a fim de se aumentar ou diminuir a sua dose, se necessário. O período crítico é quando pacientes estabilizados com um anticoagulante2 iniciam o tratamento com um medicamento interagente ou quando se retira o medicamento interagente em pacientes antes estabilizados com a interação medicamentosa.

• Se ocorrerem complicações hemorrágicas24 graves, deve-se interromper imediatamente a administração do anticoagulante2.

• Se houver perda ou ganho de peso, o médico deve ser informado, a fim de verificar a necessidade de ajuste de dosagem.

• Informe o dentista ou médico, no caso de outro tratamento, sobre o uso de Marevan®. A varfarina interage com muitos outros medicamentos.

• Informe também o farmacêutico antes de comprar qualquer medicamento de venda livre (ex.: ácido acetilsalicílico).

• Caso ocorra qualquer indisposição ou sintoma27 de causa desconhecida, o paciente deverá entrar em contato imediatamente com o médico.

Interações medicamentosas

Deve-se ter cuidado no uso concomitante de qualquer droga em pacientes recebendo tratamento anticoagulante2 oral.

A atividade da varfarina pode ser potencializada por esteróides anabólicos como:

etilestranol, metandrostenolona, (noretrandolona), amiodarona, amitriptilina/nortriptilina, azapropazona, aztreonam, benzafibrato, cefamandol, cloranfenicol, hidrato de coral, cimetidina, ciprofloxacino, clofibrato, cotrimoxazol, danazol, destropropoxifeno, destrotiroxina, dipiridamol, eritromicina, neomicina, feprazona, fluconazol, glucagon28, metronidazol, miconazol, oxifenilbutazona, fenformina, fenilbutazona, feniramidol, quinidina, salicilatos, tolbutamida, sulfonamidas (ex: sulfafenazol, sulfinpirazona), tamoxifeno, triclofos,diflunisal, flurbiprofeno, indometacina, ácido mefenâmico, piroxicam, sulindaco e, possivelmente, outros analgésicos29 antiinflamatórios, cetoconazol, ácido nalidíxico, norfloxacino, tetraciclinas e outros antibióticos de largo espectro, alopurinol, dissulfiram, metilfenidato, paracetamol, drogas para tratamento de disfunções da tireóide e qualquer droga potencialmente hepatotóxica.

A atividade anticoagulante2 pode também ser aumentada com grandes quantidades ou ingestão crônica de álcool, particularmente em pacientes com insuficiência hepática30.

Mulheres em uso de varfarina devem consultar o médico antes do uso concomitante de creme vaginal ou supositório de miconazol, pois pode haver potencialização do efeito anticoagulante2.

Tanto a potencialização quanto a inibição do efeito anticoagulante2 têm sido relatadas com fenitoína, ACTH e corticosteróides.

A colestiramina e o sulcralfato acarretam insuficiência31 da absorção e diminuição da atividade da varfarina. A colestiramina pode também diminuir a absorção de vitamina26 K sem, no entanto, aumentar a atividade anticoagulante2 da varfarina.

O efeito anticoagulante2 pode ser diminuído pela administração de vitamina26 K, inclusive como constituinte de alguns alimentos, como saladas verdes.

A atividade anticoagulante2 da varfarina pode ser inibida por drogas que induzem as enzimas hepáticas32, tais como: aminoglutetimida, barbiturato, carbamazepina, etclorvinol, glutatimida, griseofulvina, dicloralfenazona, primidona, rifampicina e contraceptivos orais.

Interação com exames laboratoriais

Com exceção dos exames relacionados aos fatores da coagulação3 dependentes da vitamina26 K, que são deprimidos pelos anticoagulantes14 cumarínicos, não há referência de interferência significativa com outros exames laboratoriais.

Informe o médico do aparecimento de reações indesejáveis.

Informe o médico se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use o medicamento sem o conhecimento de seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde33.

Este medicamento é contra-indicado para grávidas e lactantes34.

Como devo usar este medicamento?

Aspecto físico

Marevan® 2,5 mg – comprimido amarelo, redondo, plano, chanfrado, com vinco em forma de cruz em um dos lados.

Marevan® 5 mg – comprimido rosa, redondo, plano, chanfrado, com vinco em forma de cruz em um dos lados.

Marevan® 7,5 mg – comprimido azul, redondo, plano, chanfrado, com vinco em forma de cruz em um dos lados.

Posologia

A posologia de Marevan® deve ser individualizada para cada paciente, de acordo com a resposta de TP/INR (valores obtidos através de exames de sangue4) do paciente ao medicamento.

Dosagem inicial - recomenda-se que a terapia com Marevan® seja iniciada com uma dose de 2,5 mg a 5 mg ao dia, com ajustes posológicos baseados nos resultados de TP/INR.

Manutenção - na maioria dos pacientes, a resposta é satisfatoriamente mantida com uma dose de 2,5 a 10 mg ao dia. A flexibilidade da dosagem pode ser obtida partindo-se os comprimidos ao meio.

Duração da terapia - a duração da terapia para cada paciente deve ser individualizada. De modo geral, a terapia com anticoagulante2 deve ser continuada até que o risco de trombose35 e embolia36 seja eliminado.

Dose perdida - o efeito anticoagulante2 de Marevan® persiste por mais de 24 horas.

Se o paciente esquecer de tomar a dose prescrita de Marevan® no horário marcado, a dose deve ser tomada, assim que possível, no mesmo dia. No dia seguinte, a dose esquecida não deve ser adicionalmente ingerida e o tratamento deve ser seguido normalmente. A dose nunca deve ser duplicada.

Este medicamento foi prescrito pelo médico para você; por isso, nunca o administre a outra pessoa, pois pode ser prejudicial a ela, ainda que os sintomas37 sejam iguais.

A dose do medicamento depende dos resultados de exames de sangue4 que você deverá fazer periodicamente, orientado por seu médico.

Siga as orientações de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento de seu médico.

Siga corretamente o modo de usar.

Não use o medicamento com prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

Que males este medicamento pode causar?

• O efeito adverso mais importante é o sangramento, que pode ocorrer em qualquer local, desde o sangramento nasal até a formação de hematomas38 e anemia39. A cor da urina40 pode se alterar pela presença de sangramento urinário. Sangramento por pequenos cortes, como o que ocorre ao se barbear, pode demorar a estancar.

• Outros efeitos podem aparecer, como: queda de cabelo41, febre42, anorexia43 (disfunção alimentar), náuseas44, vômito45, gases, diarréia46, dor abdominal, reações de hipersensibilidade, inclusive vermelhidão na pele47, urticária48, cansaço, dor de cabeça49, dor no tórax50, intolerância ao frio e perda de consciência.

• Ocasionalmente, em pessoas idosas e obesas, podem ser observadas lesões51 na pele47, inclusive alteração da cor nos dedos dos pés (coloração arroxeada).

• O risco mais importante da terapia com a varfarina é de hemorragia23 em vários órgãos, com conseqüente formação de hematomas38, bem como desenvolvimento de anemia39.

• Podem também ser observados pancreatite52 (inflamação53 do prâncreas), hemotórax (sangue4 na parte interna do peito54) e sangramento nasal. Se forem observados quaisquer destes sintomas37 suspenda imediatamente o tratamento e fale com seu médico.

• Se administrado no primeiro trimestre da gravidez19, Marevan® pode causar pontilhado ósseo no feto55 e anormalidades faciais e do sistema nervoso central56, que também podem se desenvolver após administração no segundo e terceiro trimestres. A administração à gestante, em estágios mais avançados da gravidez19, está associada à hemorragia23 fetal e aumento da taxa de aborto.

Atenção: este é um medicamento novo e, embora as pesquisas tenham indicado eficácia e segurança aceitáveis para comercialização, efeitos indesejáveis e não conhecidos podem ocorrer. Neste caso, informe o médico.

O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?

Um dos sintomas37 que pode ocorrer após uma superdosagem é hemorragia23 de qualquer tecido57 ou órgão. Os sinais58 e sintomas37 variam de acordo com a localização e extensão do sangramento. Em caso de dose excessiva, o paciente deverá ser encaminhado imediatamente a um serviço hospitalar.

Onde e como devo guardar este medicamento?

Cuidados de conservação

Marevan® deve ser conservado em temperatura ambiente (entre 15º e 30ºC) em sua embalagem original. Proteger da umidade.

Prazo de validade

36 meses após a data de fabricação impressa no cartucho. Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Informações Técnicas de Marevan


Características farmacológicas

A varfarina sódica, substância ativa de Marevan®, é um anticoagulante2 sintético pertencente à classe dos antagonistas da vitamina26 K. A varfarina é uma mistura racêmica59 de quantidades aproximadamente iguais de 2 isômeros opticamente ativos, as formas R e S.

Farmacodinâmica

Marevan® atua por inibição da formação dos fatores de coagulação3 II, VII, IX e X.

Um efeito no tempo de protrombina60 é produzido em 24 a 36 horas após a dose inicial e atinge o máximo em 36 a 48 horas, mantendo-se por 48 horas ou mais, após a interrupção da administração.

Dentre os compostos 4-hidroxicumarínicos, a varfarina é o anticoagulante2 oral mais amplamente usado, devido ao seu início de ação previsível, duração da ação e excelente biodisponibilidade.

Farmacocinética

A varfarina é rápida e amplamente absorvida através do trato gastrointestinal. Sua absorção é praticamente completa após a administração por via oral.

A varfarina circula ligada a proteínas61 plasmáticas; distribui-se amplamente em todos os tecidos e se acumula rapidamente no fígado62, primariamente nos microssomos. A exemplo dos demais anticoagulantes14 cumarínicos, atravessa a barreira placentária e é excretada no leite materno.

Aproximadamente 97% da substância apresentam-se ligados à albumina63 plasmática.

Os dois isômeros são metabolicamente transformados por vias diferentes. A Rvarfarina é primariamente metabolizada por redução da cadeia lateral acetonil em varfarina álcoois, que são excretados na urina40, e a S-varfarina é metabolizada por oxidação a 7-hidroxi-S-varfarina, que é eliminada na bile64. O fármaco65 é lentamente degradado e apresenta um ligeiro efeito cumulativo, capaz de manter a atividade de protrombina60 nos níveis desejados, apesar de eventuais variações nas dosagens diárias.

A varfarina racêmica59 tem uma meia-vida plasmática de 36 a 42 horas.

A sua ação se inicia dentro de 24 horas, por causa da inibição da produção do fator VII, que tem uma meia-vida de seis a sete horas, mas o pico da atividade se dá entre 72 a 96 horas devido às meias-vidas maiores dos fatores II, IX e X.

Após administração por via oral, em indivíduos normais, concentrações plasmáticas máximas são atingidas em cerca de 90 minutos.

O índice normalizado internacional (INR) deve ser usado como parâmetro para o tratamento com anticoagulantes14 orais e prevenção de hemorragias16.

A intensidade ótima do tratamento anticoagulante2 varia com as indicações. Para a maioria das indicações, é apropriado um efeito anticoagulante2 moderado com um INR - alvo de 2.0 a 3.0 (esquema de intensidade moderada). Para este INR e uma tromboplastina66 com um índice internacional de sensibilidade (ISI) de 2,3, a correspondente relação protrombina60-tempo é de aproximadamente 1,35 a 1,61.

A concentração terapêutica67 de varfarina, portanto é aquela capaz de manter, após o alcance do estado de equilíbrio, uma relação protrombina60/tempo apropriada para a indicação.

Após ser metabolizada no fígado62 em compostos inativos, a varfarina é eliminada sob a forma de varfarina álcoois na urina40 e de 7-hidroxi-S varfarina, na bile64. A meia-vida de eliminação (T1/2) da varfarina varia de 25 a 60 horas (média de 40 horas). A sua duração de ação, em condições normais, varia de dois a cinco dias.

Resultados de eficácia

Estudo1 randomizado68, duplo cego, com 738 pacientes, mostrou que a terapia com a dose convencional de varfarina é mais efetiva e não está associada a maior risco de sangramento importante, quando comparada a terapia de baixa intensidade com varfarina, para a prevenção de tromboembólise recorrente por tempo prolongado (média de duração: 2,4 anos).

Prins HM et al 2 mostraram que em pacientes com trombose venosa profunda69, o uso de varfarina é superior ao placebo70 ou a doses profiláticas de heparina subcutânea71, na prevenção de recorrência13.

Outros estudos3 verificaram que, após cirurgias ortopédicas ou ginecológicas de grande porte, o uso de varfarina é efetivo na prevenção da trombose35 venosa.

Dados de uma análise conjunta de cinco estudos4 controlados e randomizados publicados em 1994, avaliaram a eficácia e os riscos da terapia anti-trombótica72 em pacientes com fibrilação atrial. No grupo varfarina-controle, 1889 pacientes receberam varfarina e 1802, placebo70. A média de idade dos estudos foi de 69 anos, 46% dos pacientes possuíam história de hipertensão73, 6% já tinham apresentado ataque isquêmico74 transitório ou AVC (acidente vascular75 cerebralderrame) e 14% eram diabéticos. A eficácia da varfarina foi consistente em todos os estudos e subgrupos de pacientes. Em mulheres, a varfarina reduziu o risco de AVC em 84%, comparado a 60% nos homens. A taxa anual de hemorragia23 grave (hemorragia23 intracraniana, necessidade de hospitalização ou transfusão76 de duas unidades de sangue4) foi de 1% para o grupo controle e 1,3% para o grupo varfarina. Nesses estudos a varfarina reduziu o risco de AVC em pacientes com fibrilação atrial em 68%, com praticamente nenhum aumento na freqüência de hemorragia23 grave.

Outro estudo5 multicêntrico, randomizado68, comparou a ação da varfarina ou aspirina com placebo70 na prevenção do AVC e do embolismo6 sistêmico7 (eventos primários), tendo incluído 1330 pacientes internados ou ambulatoriais com fibrilação atrial de origem não reumática, constante ou intermitente77. No grupo varfarina versus placebo70, a taxa de AVC isquêmico74 e embolia36 sistêmica foi reduzida substancialmente pelo uso de varfarina (2,3% /ano comparado com 7,4% /ano no grupo placebo70). O risco de evento primário ou morte foi reduzido em 58% naqueles do grupo varfarina. O risco de hemorragia23 significativa foi de 1,5%, 1,4% e 1,6% / ano, para os pacientes dos grupos varfarina, aspirina e placebo70, respectivamente.

O Trombosis Prevention Trial6 avaliou o uso de varfarina (alvo de INR 1,3 a 1,8), aspirina (75mg/dia) ou ambos, para prevenção do primeiro IAM. Os resultados sugeriram que o uso da varfarina com baixa intensidade de anticoagulação foi efetivo na prevenção de isquemia78 aguda (particularmente eventos fatais), e a combinação com aspirina foi mais efetiva que o uso isolado, com pequeno aumento no risco de hemorragias16.

O estudo WARIS II7 comparou a varfarina, a aspirina ou ambos em 3630 pacientes com IAM, randomizados no período de alta hospitalar e acompanhados por dois anos. Os desfechos foram: mortalidade79 total, re-infarto10 não fatal ou acidente vascular75 tromboembólico. Esses eventos ocorreram em 20% dos pacientes do grupo aspirina (160 mg/d), 16,7% do grupo varfarina (INR médio 2,8) e 15% dos pacientes que utilizaram ambas as drogas (INR médio 2.2; aspirina 75 mg/d). A superioridade da associação versus aspirina foi altamente significativa (p 0.0005).

Não houve diferença significativa entre os dois grupos com varfarina.

Sangramento importante ocorreu numa taxa de 0.15% por ano no grupo aspirina, 0.58% / ano no grupo varfarina e 0.52% / ano no grupo com associação.

Em um estudo8 prospectivo80, randomizado68, aberto, controlado com 254 pacientes, o intervalo livre de eventos tromboembólicos foi significativamente maior nos pacientes com prótese8 valvar cardíaca mecânica tratados apenas com varfarina, comparado com dipiridamol-aspirina (p<0.005) e pentoxifilina-aspirina (p<0.05). As taxas de eventos tromboembólicos nesses grupos foram de 2.2, 8.6 e 7.9 / 100 pacientes por ano, respectivamente.

1- Kearon C, Ginsberg JS, Kovacs MJ, et al. Comparison of low-intensity warfarin therapy with conventional-intensity warfarin therapy for long-term prevention of recurrent venous thromboembolism. N Engl J Med;349:631-9, 2003.

2- Prins HM et al. long term treatment of venous thromboembolic disease.Thromb Haemost;82:892-898,1999.

3- J, Fuster V, Ansell J, et al. American Heart Association/American College of Cardiology Foundation guide to warfarin therapy. Circulation ;107:1692—1711, 2003.

4- Analysis of pooled data from five randomized controlled trials: risk factors for stroke and efficacy of antitrombotic therapy in atrial fibrillation. Arch Intern Med;154:1449-1457, 1994.

5- Stroke prevention in atrial fibrillation study: final results. Circulation; 84:527-539,1991.

6- The Medical Research Council’s General Practice Research Framework. Thrombosis  Prevention trial: randomised trial of low-intensity oral anticoagulation with warfarin and low-dose aspirin in the primary prevention is ischaemic heart disease in men at increased risk. Lancet; 351:233–241,1998.

7- Hurlen M et al. Effects of warfarin, aspirin and the two combined, on mortality and thromboembolic morbidity after myocardial infarction. The WARIS-II (Warfarin-Aspirin Reinfarction Study) design. Scand Cardiovasc J; 34(2): 168-71, 2000.

8- Mok CK, Boey J, Wang R, et al. Warfarin versus dipyridamole-aspirin and pentoxifylline-aspirin for the prevention of prosthetic heart valve thromboembolism: a prospective clinical trial. Circulation;72:1059–1063,1985.

Indicação de Marevan

A varfarina, como todos os anticoagulantes14 orais, é eficaz na prevenção primária e secundária do tromboembolismo5 venoso, na prevenção do embolismo6 sistêmico7 em pacientes com prótese8 de válvulas cardíacas ou fibrilação atrial e na prevenção do acidente vascular cerebral9, do infarto10 agudo11 do miocárdio12 e da recorrência13 do infarto10. Os anticoagulantes14 orais também estão indicados na prevenção do embolismo6 sistêmico7 em pacientes com doença valvular cardíaca.

Contra-Indicações de Marevan


• Grave doença hepática81 ou renal82, hemorragias16, hipertensão arterial17 grave não controlada, endocardite18 bacteriana.

• Durante as primeiras 24 (vinte e quatro) horas antes ou após cirurgia ou parto.

Gravidez19, especialmente durante o primeiro trimestre, devido à possibilidade de má-formação fetal. A administração à gestante em estágios mais avançados da gravidez19 está associada à hemorragia23 fetal e aumento da taxa de aborto.

Lactantes34.

Aneurisma21 cerebral ou aórtico, hemofilia22, doença ulcerativa ativa do trato gastrointestinal, feridas ulcerativas abertas, aborto ameaçado ou incompleto e hipersensibilidade a qualquer componente do produto.

• Indisposição ou incapacidade do paciente entender o tratamento, ausência de laboratório confiável para realizar os testes de vigilância ou grave risco de interações medicamentosas.

Posologia de Marevan

A posologia de Marevan® deve ser individualizada para cada paciente,de acordo com a resposta de TP/INR do paciente à droga.

Dosagem inicial - recomenda-se que a terapia com Marevan® seja iniciada com uma dose de 2,5 a 5,0 mg ao dia, com ajustes posológicos baseados nos resultados das determinações de TP/INR.

Manutenção - na maioria dos pacientes, a resposta é satisfatoriamente mantida com uma dose de 2,5 a 10 mg ao dia. A flexibilidade da dosagem pode ser obtida partindo-se os comprimidos ao meio.

Duração da terapia - a duração da terapia para cada paciente deve ser individualizada. De modo geral, a terapia com anticoagulante2 deve ser continuada até que o risco de trombose35 e embolia36 seja eliminado.

Dose perdida - o efeito anticoagulante2 de Marevan® persiste por mais de 24 horas.

Se o paciente esquecer de tomar a dose prescrita de Marevan® no horário marcado, a dose deve ser tomada assim que possível no mesmo dia. No dia seguinte, a dose esquecida não deve ser adicionalmente ingerida e o tratamento deve ser seguido normalmente.

Advertências de Marevan


Marevan® não deve ser administrado a pacientes que apresentem sangramento ativo. Em geral, não deve ser prescrito a pacientes com risco de hemorragia23, embora possa ser usada com extrema precaução.

Os pacientes sob risco compreendem aqueles com patologias sangüíneas hemorrágicas24, úlcera péptica25, feridas graves (inclusive feridas cirúrgicas) e endocardite18 bacteriana.

Os idosos e pacientes com deficiência de vitamina26 K requerem cuidado especial, assim como aqueles com hipertiroidismo.

Se houver interação medicamentosa com outra droga e risco de hemorragia23 grave, uma das drogas deve ser suspensa.

Em caso de suspeita de alteração do efeito do fármaco65, a atividade anticoagulante2 deve ser cuidadosamente monitorizada, a fim de se aumentar ou diminuir a sua dose, se necessário. O período crítico é quando pacientes estabilizados com um anticoagulante2 iniciam o tratamento com um fármaco65 interagente ou quando se retira o fármaco65 interagente em pacientes antes estabilizados com a interação medicamentosa.

Uso em Idosos e Crianças de Marevan

A administração de varfarina em idosos deve ser realizada com muita cautela e monitorizacão freqüente.

A segurança e a eficácia do medicamento varfarina em menores de 18 anos de idade não foram estabelecidas em estudos.

Interações Medicamentosas de Marevan


Deve-se ter cuidado no uso concomitante de qualquer droga em pacientes recebendo tratamento anticoagulante2 oral.

A atividade da varfarina pode ser potencializada por esteróides anabólicos (ex.: etilestranol, metandrostenolona, noretrandolona), amiodarona, amitriptilina/nortriptilina, azapropazona, aztreonam, benzafibrato, cefamandol, cloranfenicol, hidrato de coral, cimetidina, ciprofloxacino, clofibrato, cotrimoxazol, danazol, destropropoxifeno, destrotiroxina, dipiridamol, eritromicina, neomicina, feprazona, fluconazol, glucagon28, metronidazol, miconazol, oxifenilbutazona, fenformina, fenilbutazona, feniramidol, quinidina, salicilatos, tolbutamida, sulfonamidas (ex.: sulfafenazol, sulfinpirazona), tamoxifeno,triclofos,,diflunisal, flurbiprofeno, indometacina, ácido mefenâmico, piroxicam, sulindaco e, possivelmente, outros analgésicos29 antiinflamatórios, cetoconazol, ácido nalidíxico, norfloxacino, tetraciclinas e outros antibióticos de largo espectro,,alopurinol, dissulfiram, metilfenidato, paracetamol, drogas para tratamento de disfunções da tireóide e qualquer droga potencialmente hepatotóxica.

A atividade anticoagulante2 pode também ser aumentada com grandes quantidades ou ingestão crônica de álcool, particularmente em pacientes com insuficiência hepática30.

Mulheres em uso de varfarina devem consultar o médico antes do uso concomitante de creme vaginal ou supositório de miconazol, pois pode haver potencialização do efeito anticoagulante2.

Tanto a potencialização quanto a inibição do efeito anticoagulante2 têm sido relatadas com fenitoína, ACTH e corticosteróides.

A colestiramina e o sulcralfato acarretam insuficiência31 da absorção e diminuição da atividade da varfarina. A colestiramina pode também diminuir a absorção de vitamina26 K sem, no entanto, aumentar a atividade anticoagulante2 da varfarina.

O efeito anticoagulante2 pode ser diminuído pela administração de vitamina26 K, inclusive como constituinte de alguns alimentos, como saladas verdes.

A atividade anticoagulante2 da varfarina pode ser inibida por drogas que induzem as enzimas hepáticas32, como: aminoglutetimida, barbiturato, carbamazepina, etclorvinol, glutatimida, griseofulvina, dicloralfenazona, primidona, rifampicina e contraceptivos orais.

Reações Adversas de Marevan

As reações adversas estão relacionadas na tabela abaixo de acordo com a freqüência do CIOMS (Council for International Organizations of Medical Sciences).


Necrose83 dérmica nos primeiros dias de tratamento tem sido relatada com pouca freqüência e, na maioria dos casos, em mulheres idosas e obesas. O primeiro sinal84 é uma placa85 eritematosa86 edemaciada87. A administração de vitamina26 K neste estágio pode prevenir o desenvolvimento de equimose88 e infarto10.

Administrada no primeiro trimestre da gravidez19, a varfarina pode causar uma síndrome89 varfarínica fetal, caracterizada por condrodisplasia punctata (pontilhado ósseo) e anormalidades faciais e do SNC90, que também podem se desenvolver após administração no segundo e terceiro trimestres. A administração à gestante, em estágios mais avançados da gravidez19, está associada à hemorragia23 fetal e aumento da taxa de aborto. A incidência91 relatada da síndrome89 varfarínica fetal tem oscilado entre 5% e 30%.

A VARFARINA É RECONHECIDAMENTE TERATOGÊNICA92.

Interferência em exames laboratoriais

Com exceção dos exames relacionados aos fatores da coagulação3 dependentes da vitamina26 K, que são deprimidos pelos anticoagulantes14 cumarínicos, não há referências de interferência significativa com outros exames laboratoriais.

Superdosagem de Marevan


Quadro clínico - Hemorragia23 de qualquer tecido57 ou órgão. Os sinais58 e sintomas37 variam de acordo com a localização e extensão do sangramento.

A possibilidade de hemorragia23 deve ser considerada em qualquer paciente sob terapia anticoagulante2 que sofra quedas, quando não houver um diagnóstico93 óbvio.

O sangramento durante a terapia anticoagulante2 nem sempre se correlaciona com a atividade de protrombina60. Pode ocorrer hemorragia23 adrenal com resultante insuficiência31 supra-renal94 durante terapia anticoagulante2.

Os sangramentos que ocorrem quando o tempo de protrombina60 está dentro da faixa terapêutica67 justificam uma investigação diagnóstica mais acurada, que pode desmascarar uma lesão95 prévia não suspeitada (ex.: tumor96, úlcera97, etc).

Tratamento - A protrombinopenia excessiva, com ou sem sangramento, é rapidamente controlada pela descontinuação da varfarina e, se necessário, administração oral ou parenteral de vitamina26 K.

O aparecimento de hematúria98 microscópica, sangramento menstrual excessivo, melena99, petéquias100 ou sangramento excessivo por cortes ou ao barbear, são manifestações precoces de hipoprotrombinemia além do nível seguro e satisfatório.

Para correção da protrombinopenia excessiva, com ou sem sangramento, a suspensão de uma ou mais doses do medicamento pode ser suficiente. Se necessário, doses pequenas de vitamina26 K (2,5 a 10 mg) geralmente corrigem o distúrbio. No caso de persistência de um sangramento menor ou evolução para uma hemorragia23 fraca, podem ser administradas doses de 5 a 25 mg de vitamina26 K por via parenteral.

Caso ocorra hemorragia23 grave ou estados protrombinopênicos não-responsivos à vitamina26 K, deve-se considerar a transfusão76 de plasma fresco congelado101 ou sangue4 total.

Na insuficiência31 supra-renal94 decorrente de hemorragia23 adrenal, deve ser instituída prontamente corticoterapia por via intravenosa logo depois da confirmação do diagnóstico93.

O reinício do tratamento com a varfarina reverte o efeito da vitamina26 K, podendo ser obtida novamente uma hipoprotrombinemia terapêutica67. Foi relatado um estado de Hipercoagulabilidade102 após rápida reversão de um tempo de protrombina60 prolongado, por isso deve-se ter cuidado na determinação da necessidade de tratamento com vitamina26 K.

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1 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
2 Anticoagulante: Substância ou medicamento que evita a coagulação, especialmente do sangue.
3 Coagulação: Ato ou efeito de coagular(-se), passando do estado líquido ao sólido.
4 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
5 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
6 Embolismo: É o mesmo que embolia, mas é um termo menos usado. Significa obstrução de um vaso, frequentemente uma artéria, pela migração de um corpo estranho (chamado de êmbolo) levado pela corrente sanguínea.
7 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
8 Prótese: Elemento artificial implantado para substituir a função de um órgão alterado. Existem próteses de quadril, de rótula, próteses dentárias, etc.
9 Acidente vascular cerebral: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
10 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
11 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
12 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
13 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
14 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
15 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
16 Hemorragias: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
17 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
18 Endocardite: Inflamação aguda ou crônica do endocárdio. Ela pode estar preferencialmente localizada nas válvulas cardíacas (endocardite valvular) ou nas paredes cardíacas (endocardite parietal). Pode ter causa infecciosa ou não infecciosa.
19 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
20 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
21 Aneurisma: Alargamento anormal da luz de um vaso sangüíneo. Pode ser produzida por uma alteração congênita na parede do mesmo ou por efeito de diferentes doenças (hipertensão, aterosclerose, traumatismo arterial, doença de Marfán, etc.).
22 Hemofilia: Doença transmitida de forma hereditária na qual existe uma menor produção de fatores de coagulação. Como conseqüência são produzidos sangramentos por traumatismos mínimos, sobretudo em articulações (hemartrose). Sua gravidade depende da concentração de fatores de coagulação no sangue.
23 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
24 Hemorrágicas: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
25 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
26 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
27 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
28 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
29 Analgésicos: Grupo de medicamentos usados para aliviar a dor. As drogas analgésicas incluem os antiinflamatórios não-esteróides (AINE), tais como os salicilatos, drogas narcóticas como a morfina e drogas sintéticas com propriedades narcóticas, como o tramadol.
30 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
31 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
32 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
33 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
34 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
35 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
36 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
37 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
38 Hematomas: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
39 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
40 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
41 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
42 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
43 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
44 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
45 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
46 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
47 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
48 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
49 Cabeça:
50 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
51 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
52 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
53 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
54 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
55 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
56 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
57 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
58 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
59 Racêmica: Que não desvia o plano da luz polarizada (diz-se de isômero óptico).
60 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
61 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
62 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
63 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
64 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
65 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
66 Tromboplastina: Conhecida como fator tissular ou Fator III, a tromboplastina é uma substância presente nos tecidos e no interior das plaquetas. Ela tem a função de transformar a protrombina em trombina na presença de íons cálcio, atuando de maneira importante no processo de coagulação.
67 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
68 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
69 Trombose Venosa Profunda: Caracteriza-se pela formação de coágulos no interior das veias profundas da perna. O que mais chama a atenção é o edema (inchaço) e a dor, normalmente restritos a uma só perna. O edema pode se localizar apenas na panturrilha e pé ou estar mais exuberante na coxa, indicando que o trombo se localiza nas veias profundas dessa região ou mais acima da virilha. Uma de suas principais conseqüências a curto prazo é a embolia pulmonar, que pode deixar seqüelas ou mesmo levar à morte. Fatores individuais de risco são: varizes de membros inferiores, idade maior que 40 anos, obesidade, trombose prévia, uso de anticoncepcionais, terapia de reposição hormonal, entre outras.
70 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
71 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
72 Trombótica: Relativo à trombose, ou seja, à formação ou desenvolvimento de um trombo (coágulo).
73 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
74 Isquêmico: Relativo à ou provocado pela isquemia, que é a diminuição ou suspensão da irrigação sanguínea, numa parte do organismo, ocasionada por obstrução arterial ou por vasoconstrição.
75 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
76 Transfusão: Introdução na corrente sangüínea de sangue ou algum de seus componentes. Podem ser transfundidos separadamente glóbulos vermelhos, plaquetas, plasma, fatores de coagulação, etc.
77 Intermitente: Nos quais ou em que ocorrem interrupções; que cessa e recomeça por intervalos; intervalado, descontínuo. Em medicina, diz-se de episódios de febre alta que se alternam com intervalos de temperatura normal ou cujas pulsações têm intervalos desiguais entre si.
78 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
79 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
80 Prospectivo: 1. Relativo ao futuro. 2. Suposto, possível; esperado. 3. Relativo à preparação e/ou à previsão do futuro quanto à economia, à tecnologia, ao plano social etc. 4. Em geologia, é relativo à prospecção.
81 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
82 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
83 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
84 Sinal: 1. É uma alteração percebida ou medida por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida. 2. Som ou gesto que indica algo, indício. 3. Dinheiro que se dá para garantir um contrato.
85 Placa: 1. Lesão achatada, semelhante à pápula, mas com diâmetro superior a um centímetro. 2. Folha de material resistente (metal, vidro, plástico etc.), mais ou menos espessa. 3. Objeto com formato de tabuleta, geralmente de bronze, mármore ou granito, com inscrição comemorativa ou indicativa. 4. Chapa que serve de suporte a um aparelho de iluminação que se fixa em uma superfície vertical ou sobre uma peça de mobiliário, etc. 5. Placa de metal que, colocada na dianteira e na traseira de um veículo automotor, registra o número de licenciamento do veículo. 6. Chapa que, emitida pela administração pública, representa sinal oficial de concessão de certas licenças e autorizações. 7. Lâmina metálica, polida, usualmente como forma em processos de gravura. 8. Área ou zona que difere do resto de uma superfície, ordinariamente pela cor. 9. Mancha mais ou menos espessa na pele, como resultado de doença, escoriação, etc. 10. Em anatomia geral, estrutura ou órgão chato e em forma de placa, como uma escama ou lamela. 11. Em informática, suporte plano, retangular, de fibra de vidro, em que se gravam chips e outros componentes eletrônicos do computador. 12. Em odontologia, camada aderente de bactérias que se forma nos dentes.
86 Eritematosa: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
87 Edemaciada: Em que se formou edema ou inchaço.
88 Equimose: Mancha escura ou azulada devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, a equimose desaparece passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
89 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
90 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
91 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
92 Teratogênica: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
93 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
94 Supra-renal:
95 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
96 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
97 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
98 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
99 Melena: Eliminação de fezes de coloração negra, alcatroada. Relaciona-se com a presença de sangue proveniente da porção superior do tubo digestivo (esôfago, estômago e duodeno). Necessita de uma avaliação urgente, pois representa um quadro grave.
100 Petéquias: Pequenas lesões da pele ou das mucosas, de cor vermelha ou azulada, características da púrpura. São lesões hemorrágicas, que não desaparecem à pressão, cujo tamanho não ultrapassa alguns milímetros.
101 Plasma Fresco Congelado: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
102 Hipercoagulabilidade: Aumento da velocidade de coagulação do sangue.
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