Preço de ANGIPRESS 25, 50 e 100 mg Comprimidos em Fairfield/SP: R$ 16,31

ANGIPRESS 25, 50 e 100 mg Comprimidos

BIOSINTETICA

Atualizado em 03/06/2015

Atenolol
                                                                         

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Angipress

Comprimidos 25 mg. Embalagem com 20 comprimidos.

Comprimidos 50 mg. Embalagem com 20 comprimidos.

Comprimidos 100 mg. Embalagem com 20 comprimidos.

USO ADULTO

Composições de Angipress

Cada comprimido de ANGIPRESS 25 mg contém:

Atenolol .................... 25 mg

Excipiente q.s.p. .................... 1 comprimido

Cada comprimido de ANGIPRESS 50 mg contém:

Atenolol .................... 50 mg

Excipiente q.s.p. .................... 1 comprimido

Cada comprimido de ANGIPRESS 100 mg contém:

Atenolol .................... 100 mg

Excipiente q.s.p. .................... 1 comprimido

Informações ao Paciente de Angipress

. Conservar ao abrigo do calor e da umidade.

. Prazo de validade: Vide cartucho. Atenção: Não utilize o produto fora do prazo indicado, sob risco de não produzir os efeitos desejados.

. ANGIPRESS deve ser usado de acordo com as instruções de seu médico. Jamais interrompa o  tratamento sem antes consultá-lo.

. Modo de ação: ANGIPRESS é um betabloqueador cardio-seletivo (isto é, que age predominantemente sobre os receptores beta-adrenérgicos1 do coração2), que não possui atividade simpatomimética intrínseca nem atividade estabilizadora da membrana. Estudos em animais indicam que apenas quantidades desprezíveis de atenolol cruzam a barreira hemoliquórica. Sua longa meia-vida plasmática permite a terapêutica3 em dose única diária na maioria dos pacientes. Em virtude de sua alta cardio­seletividade, ANGIPRESS pode ser usado com sucesso em pacientes com alterações respiratórias que não toleram betabloqueadores não seletivos.

. Informar ao médico ocorrência de gravidez4 na vigência do tratamento, uma vez que como ocorre   com qualquer droga, ANGIPRESS não deve ser administrado durante a gravidez4, a não ser que o  seu uso seja essencial.

. Informe seu médico caso esteja tomando alguma outra medicação. Nenhum outro medicamento deve ser tomado sem o consentimento de seu médico.

. Informar ao médico o aparecimento de reações desagradáveis. Em estudos clínicos os efeitos colaterais5 atribuídos à sua atividade farmacológica incluem frio nas extremidades, fadiga6 muscular e, em casos isolados, bradicardia7. Distúrbios do sono do tipo observado com outros betabloqueadores raramente foram relatados com ANGIPRESS. Tem havido relatos de "rashes" cutâneos e/ou olhos8 secos associados ao uso de betabloqueadores. A incidência9 é pequena e, na maioria dos casos, os sintomas10 desaparecem com a suspensão do tratamento. Interrupção da  terapêutica3 deve ser considerada se este tipo de reação, quando ocorrer, não puder ser explicado por outra causa. A interrupção da terapêutica3 com um betabloqueador deve ser gradativa.

. ANGIPRESS não deve ser administrado a crianças.

. TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

. NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE11.

Informações Técnicas de Angipress

Modo de Ação de Angipress

ANGIPRESS é um betabloqueador cardiosseletivo beta 1 (isto é, que age predominantemente sobre os receptores beta-adrenérgicos1 do coração2), que não possui atividade simpatomimética  intrínseca nem atividade estabilizadora de membrana. Estudos em animais indicam que apenas quantidades desprezíveis de atenolol cruzam a barreira hemoliquórica. É provável que a ação do  ANGIPRESS na redução da freqüência e contratilidade cardíacas faça com que ele seja eficaz na eliminação ou redução de sintomas10 de pacientes com angina12. A absorção, após administração oral  é parcial (aproximadamente 40-50%). Os picos plasmáticos ocorrem após 2 a 4 horas da  administração. Sua longa meia-vida plasmática permite a terapêutica3 em dose única diária na maioria dos pacientes. Em virtude de sua alta cardio­seletividade, ANGIPRESS pode ser  usado com sucesso em pacientes com alterações respiratórias que não toleram betabloqueadores não-seletivos. Sua meia-vida plasmática (aproximadamente 6 horas) pode se elevar na presença de comprometimento renal13 grave, uma vez que os rins14 são a principal via de eliminação. É removível por hemodiálise15. Sua ligação às proteínas16 plasmáticas é baixa (aproximadamente 3%).

Indicações de Angipress

No tratamento da angina12 de peito17; certas arritmias18 cardíacas e no controle da hipertensão arterial19.Tratamento de infarto do miocárdio20 recente. Profilaxia da enxaqueca21.

Contra-Indicações de Angipress

ANGIPRESS não deve ser administrado a pacientes com bloqueio cardíaco22 de 2º ou 3º grau.
Betabloqueadores não devem ser administrados junto com verapamil e nenhuma destas drogas deve ser administrada antes que a administração da outra tenha sido interrompida por vários dias.
Não deve ser administrado a pacientes com choque23 cardiogênico.

Precauções de Angipress

ANGIPRESS não deve ser administrado a pacientes com insuficiência cardíaca24 descompensada,  podendo ser introduzido com cuidado após a sua compensação. Se durante o tratamento com  ANGIPRESS aparecer insuficiência cardíaca congestiva25, este produto deve ser temporariamente suspenso até que a insuficiência cardíaca24 tenha sido controlada. Uma das ações farmacológicas de ANGIPRESS é diminuir a freqüência cardíaca. Nos raros casos em que sintomas10 desagradáveis forem atribuídos à freqüência cardíaca baixa, a dose de ANGIPRESS pode ser reduzida.ANGIPRESS modifica a taquicardia26 da hipoglicemia27. ANGIPRESS age predominantemente sobre os beta-receptores cardíacos e, portanto, pode ser utilizado em portadores de doenças crônicas obstrutivas das vias aéreas. Todavia, em pacientes asmáticos pode ocorrer um aumento da resistência das vias aéreas. Ao contrário do que ocorre com betabloqueadores não-seletivos, este broncospasmo pode ser revertido por doses usuais de drogas broncodilatadoras, tais como salbutamol28 ou isoprenalina. Em portadores de doença cardíaca isquêmica, do mesmo modo que com qualquer agente betabloqueador, o tratamento não deve ser interrompido abruptamente.
Deve-se ter cautela ao se administrar conjuntamente com agentes antiarrítmicos classe 1, como a disopiramida. Deve ser usado com cautela quando administrado conjuntamente com o verapamil em pacientes com função ventricular comprometida ou com anormalidades de condução. Se ANGIPRESS e clonidina forem administrados concomitantemente, a clonidina não deve ser  descontinuada antes que a administração do betabloqueador tenha sido interrompida por vários dias (siga também as instruções do fabricante de clonidina). Como ocorre com qualquer droga betabloqueadora pode-se decidir suspender a administração de ANGIPRESS antes de uma cirurgia. Neste caso, a última dose de ANGIPRESS deve ser administrada 48 horas antes do início da anestesia29. Se por outro lado for decidido continuar o tratamento, deve-se tomar cuidado ao usar agentes anestésicos tais como éter, ciclopropano e tricloroetileno. Se ocorrer dominância vagal, esta pode ser corrigida pela injeção30 de 1 a 2 mg de atropina por via intravenosa.
Bradicardia7 excessiva pode ser tratada pela administração intravenosa de 1 a 2 mg de atropina,
seguida, se necessário, por um beta-estimulante com isoprenalina 25mg ou orciprenalina 0,5 mg administrado lentamente na veia. Deve-se tomar cuidado para que a pressão sangüínea31 não caia demais se a dose de beta-estimulante tiver que ser aumentada.

Gravidez4 e Lactação32 de Angipress

Como ocorre com qualquer droga, ANGIPRESS não deve ser administrado durante a gravidez4, a não ser que o seu uso seja essencial. Não há evidência de teratogenicidade em estudos em animais.

ANGIPRESS tem sido usado com eficácia no tratamento da hipertensão33 associada à gravidez4, porém sob cuidadosa supervisão médica. Não houve evidência de qualquer anormalidade fetal.
ANGIPRESS atravessa a barreira placentária e aparece no sangue do cordão umbilical34.

É excretado no leite materno. O uso da droga por mulheres que estejam amamentando requer queos benefícios esperados sejam avaliados contra os possíveis riscos.

Interações Medicamentosas de Angipress

Atenolol e pindolol parecem não interagir, porém pode ocorrer uma necessidade de aumento de dosagem de lignocaína quando usada conjuntamente.

Pode ocorrer hipotensão35 marcada e aguda quando for administrado conjuntamente com quetanserina.

O uso simultâneo de antiácidos36 pode causar uma redução modesta na absorção de atenolol. A meia-vida pode ficar prolongada, porém os efeitos de betabloqueio não se alteram significativamente.

Um número pequeno de pacientes pode apresentar bradicardia7 e hipotensão35 quando do uso conjunto com drogas anticolinesterase.

Um caso isolado apresentou bradicardia7 profunda quando foram administrados atenolol e cimetidina.

Ingestão de alimentos diminui a biodisponibilidade do atenolol, porém esta alteração não mostra ter importância clínica.

Naproxen (500 mg, duas vezes ao dia) pode aumentar a pressão sangüínea31 de pacientes em tratamento com atenolol.

Apesar de não apresentar importante interação o uso conjunto com nicardipina deve ser bem controlado, em especial quanto as reações adversas.

O uso concomitante com nifedipina pode causar hipotensão35 e insuficiência cardíaca24.

Os efeitos de diminuição do batimento cardíaco do atenolol podem ser aumentados com o uso concomitante de nizatidina.

Aparentemente a ampicilina afeta a absorção do atenolol.

Pode ocorrer um pequeno aumento da pressão sangüínea31, porém sem importância em pacientes que usam concomitantemente fenilpropanolamina.

Pacientes que fumam ou consomem cafeína podem apresentar aumento das pressões sangüínea sistólica/diastólica. Estes pacientes devem ser encorajados a parar de fumar e/ou diminuir ou abolir o consumo de cafeína.

O uso concomitante de verapamil pode acarretar insuficiência cardíaca24, assistolia ventricular, bloqueio cardíaco22, hipotensão35 e bradicardia7.

Pacientes tratados com insulina37 podem apresentar hipertensão33.

O salbutamol28 ou isoprenalina (drogas broncodilatadoras) podem reverter o broncoespasmo38 causado pelo uso de atenolol (este último gera um aumento da resistência das vias aéreas).

Outras informações podem ser observadas no ítem PRECAUÇÕES.

Reações Adversas de Angipress

Em estudos clínicos os efeitos colaterais5 atribuídos à sua atividade farmacológica e incluem frio nas extremidades, fadiga6 muscular e, em casos isolados, bradicardia7. Distúrbios do sono do tipo observado com outros betabloqueadores raramente foram relatados com ANGIPRESS. Têm havido relatos de "rashes" cutâneos e/ou olhos8 secos associados ao uso de betabloqueadores. A incidência9 é pequena e na maioria dos casos os sintomas10 desaparecem com a suspensão do tratamento. Interrupção da terapêutica3 deve ser considerada se este tipo de reação, quando ocorrer, não puder ser explicado por outra causa. A interrupção da terapêutica3 com um betabloqueador deve ser gradativa.

Posologia de Angipress

As posologias recomendadas estão baseadas na análise de ensaios clínicos39, cabendo todavia ao médico assistente estababelecer a posologia adequada a cada paciente. Em geral recomenda-se:

ADULTOS: A maioria dos portadores de hipertensão arterial19 responde a uma dose única diária de 100 mg. O efeito pleno da medicação será observado após uma ou duas semanas de uso. Uma redução adicional da pressão sangüínea31 pode ser conseguida associando-se ANGIPRESS a outros agentes anti-hipertensivos. Por exemplo, a administração simultânea de ANGIPRESS e de  um diurético40 (por exemplo: a clortalidona) constitui uma terapêutica3 anti-hipertensiva altamente eficaz e cômoda. Pacientes que são tratados com outras drogas anti-hipertensivas podem ser transferidos para ANGIPRESS, à exceção de clonidina (veja Precauções). É relativamente freqüente a existência de hipertensão arterial19 com insuficiência renal41 e nesses casos é necessário baixas dosagens de atenolol. ANGIPRESS, com apresentações de 25 mg, 50 mg e 100 mg, oferece ao médico maior flexibilidade de dosagens, particularmente nos casos de associações  medicamentosas.

A maioria dos portadores de angina12 do peito17 responde a uma dose de 100 mg diários,  administrados como dose única ou dividida. É pouco provável que se possa obter um benefício adicional aumentando esta dose.

Certas arritmias18, tais como fibrilação ou flutter atrial, taquicardia26 paroxística supraventricular ou  extrasístoles supraventriculares e ventriculares respondem favoravelmente ao tratamento com ANGIPRESS na dose adequada de 50 a 100 mg diários, em dose única ou dividida. Para pacientes42 que sofreram de infarto43 agudo44 do miocárdio45 começarem o tratamento após alguns dias do episódio, recomenda-se uma dose de 100 mg diários para profilaxia a longo prazo de infarto do miocárdio20.

CRIANÇAS: Não há até o momento experiência pediátrica com ANGIPRESS e, por este motivo, não se recomenda a sua administração a crianças.

IDOSOS: As dosagens podem ser reduzidas, especialmente em pacientes com função renal13 comprometida.

INSUFICIÊNCIA RENAL41: Uma vez que ANGIPRESS é excretado por via renal13, a dose deve ser ajustada nos casos de grave insuficiência renal41. Numa velocidade de filtração glomerular superior a 35 ml/min/1,73 m2 (normal varia de 100 a 150 ml/min/ 1,73 m2) não ocorre acumulação significativa de ANGIPRESS. Para pacientes42 com clearance de creatinina46 entre 15 e 35 ml/min/1,73 m2 (equivalente a creatinina46 sérica de 300 a 600 mmol/l47) a dose de ANGIPRESS deve ser de 50 mg diários ou 100 mg em dias alternados. Para pacientes42 com clearance de creatinina46 menor que 15 ml/min/1,73 m2 (equivalente a creatinina46 sérica maior que 600 mmol/l47) a dose de ANGIPRESS deve ser 25 mg diários, 50 mg em dias alternados ou 100 mg a cada 4 dias. Pacientes em hemodiálise15 devem receber 50mg após cada diálise48 e isto deve ser feito sob supervisão hospitalar, uma vez que quedas acentuadas de pressão sangüínea31 podem ocorrer.

Superdosagem de Angipress

Pode-se controlar bradicardia7 excessiva com uso de 1 a 2 mg de atropina intravenosa.
Dependendo da resposta, pode-se usar uma dose de bolus49 de 10 mg de glucagon50 via intravenosa e, se necessário, uma infusão intravenosa de glucagon50 de 1 a 10 mg/hora. Caso não seja possível usar glucagon50 ou se a resposta não for satisfatória, pode-se usar prenalterol em dose de 5 mg IV, seguido, se necessário, de infusão intravenosa de 5 mg/hora ou dobutamina em dose de 2,5 a 10 mg/Kg/min por infusão intravenosa.

Pode ocorrer hipotensão35 que pode ser reduzida pelo uso de agentes mais seletivos, como o prenalterol e a dobutamina.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

ANGIPRESS 25, 50 e 100 mg Comprimidos - Laboratório

BIOSINTETICA
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São Paulo/SP - CEP: 04514-050
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Fax: 55 (011)5561-2072
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Complementos

1 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
2 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
3 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
4 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
5 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
6 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
7 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
8 Olhos:
9 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
10 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
11 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
12 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
13 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
14 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
15 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
16 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
17 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
18 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
19 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
20 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
21 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
22 Bloqueio cardíaco: Transtorno da condução do impulso elétrico no tecido cardíaco especializado, manifestado por uma diminuição variável da freqüência dos batimentos cardíacos.
23 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
24 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
25 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
26 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
27 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
28 Salbutamol: Fármaco padrão para o tratamento da asma. Broncodilatador. Inibidor do trabalho de parto prematuro.
29 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
30 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
31 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
32 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
33 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
34 Sangue do Cordão Umbilical: Sangue do feto. A troca de nutrientes e de resíduos entre o sangue fetal e o materno ocorre através da PLACENTA. O sangue do cordão é o sangue contido nos vasos umbilicais (CORDÃO UMBILICAL) no momento do parto.
35 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
36 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
37 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
38 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
39 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
40 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
41 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
42 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
43 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
44 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
45 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
46 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
47 Mmol/L: Milimols por litro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
48 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
49 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
50 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
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