LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA

BIOSINTETICA

Atualizado em 09/12/2014


Formas Farmacêuticas e Apresentações da Leucovorina Biosintética

Pó liófilo injetável de 50 mg. Embalagens com 1 frasco-ampola e 1 ampola de diluente de 5 ml.

Solução injetável(I.M./I.V.) de 3 mg/1 ml. Embalagens com 6 frasco-ampola com 1 ml.

Composições da Leucovorina Biosintética

Cada frasco-ampola de pó liófilo injetável contém:

Ácido Folínico (leucovorina cálcica) .................... 50 mg

Cada ampola de diluente contém:

Água estéril para injeção1 .................... 5 ml

Cada frasco-ampola de solução injetável de 3 mg contém:

Ácido Folínico (leucovorina cálcica) .................... 3 mg

Veículo q.s.p. .................... 1 ml


USO ADULTO E PEDIÁTRICO - I.V. e I.M.

Informações ao Paciente da Leucovorina Biosintética

. Conservar o produto em local fresco.

. O prazo de validade encontra-se impresso no cartucho; não use o produto com prazo de validade vencido.

. LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA é indicada na redução da toxicidade2 ao metotrexato em pacientes que estejam sendo tratados com a droga metotrexato, ou quando a eliminação desta droga esteja prejudicada ou ainda quando se esteja frente a uma superdosagem de metotrexato.

. LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA pode ainda ser indicada em casos de anemias megaloblásticas, devidas à deficiência de ácido fólico.

. Podem ocorrer reações desagradáveis do tipo alérgico, no caso de pacientes hipersensíveis ao ácido fólico.

. TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

. NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE3.

Informações Técnicas da Leucovorina Biosintética

Modo de Ação da Leucovorina Biosintética

LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA é uma mistura de diasteroisômeros do ácido tetra-hidrofólico. O composto biologicamente ativo é o (-)-L-isômero ou (-)-Leucovorina, ou ainda fator citrovorum. Trata-se de um metabólito4 do ácido fólico e de uma coenzima essencial para a síntese do ácido nucleico. Por isso é um fator básico na reprodução5 celular e no desenvolvimento dos sistemas distintos, principalmente naqueles de crescimento rápido (sistemas: hematopoético, nervoso, etc). Têm-se demonstrado que o Leucovorina melhora a sintomatologia clínica e o quadro hemático devido a deficiência de folatos. O Leucovorina não necessita ser reduzido pela diidrofolato-redutase para participar de reações que utilizam os folatos como matéria-prima. Após ingestão oral, o Leucovorina é rapidamente absorvido e convertido a N5-metil-FH4, o folato fisiológico6, normalmente existente no plasma7, passando a fazer parte do depósito tissular8 de folatos reduzidos. Esta conversão é mais rápida se o Leucovorina for administrado por via oral do que após administração parenteral. Foi estudada a farmacocinética do produto após administração intravenosa, intramuscular e oral de uma dose de 25 mg de Leucovorina, em voluntários do sexo masculino. Após a injeção1 I.V., os folatos reduzidos plasmáticos alcançam um pico de concentração máxima de 1.259 ng/ml (limites de 897-1625 ng/ml), na média de 10 minutos. Após a injeção1 I.M., obtém-se uma Cmáx de 436 ng/ml aos 52 minutos, aproximadamente. A meia-vida beta dos folatos foi de 6,2 horas. Apresenta excreção urinária.

Indicações da Leucovorina Biosintética

A LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA é usada como antídoto9 dos antagonistas do ácido fólico.
Está indicado na redução da toxicidade2 do metotrexato de pacientes que estejam sendo submetidos a tratamento com o metotrexato para ósteossarcoma, ou quando existe eliminação diminuída desta droga ou ainda em sua superdosagem. Pode-se também recorrer à LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA em caso de anemias megaloblásticas por deficiência de folatos.

Pode, também, ser utilizada para normalizar os níveis de folatos, que freqüentemente são diminuídos durante a gravidez10.

No tratamento de pacientes com problemas hepáticos (cirrose11 e hepatopatias crônicas), alcoolismo e nos idosos (melhora dos sintomas12 psíquicos da deficiência de folatos).


Contra-Indicações da Leucovorina Biosintética

LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA está formalmente contra-indicada nas anemias perniciosas por carência de cobalaminas (vitamina13 B12), pelo simples fato de que pode ser observada uma melhora da crase sangüínea, sem a necessária remissão do quadro neurológico. Gravidez10 e lactação14.

Precauções da Leucovorina Biosintética

Adequar as doses aos níveis séricos de metotrexato. Não deve ser administrada simultaneamente com antagonistas do ácido fólico, pois pode anular o efeito do antagonista15.


Interações Medicamentosas da Leucovorina Biosintética

O Leucovorina em altas doses pode inibir a ação anticonvulsiva da fenitoína, do fenobarbital e da primidona, sendo que pode inclusive desencadear crises comiciais em crianças com baixo limiar de convulsibilidade. O Leucovorina pode aumentar o risco de toxicidade2 quando administrado concomitantemente ao 5-fluoracil.

Reações Adversas da Leucovorina Biosintética

Apenas reações de hipersensibilidade ao princípio ativo e ao ácido fólico. Tem ocorrido pirexia16 após as injeções.


Posologia da Leucovorina Biosintética

Câncer17 cólo-retal avançado: São recomendados os dois seguintes regimes de tratamento:

1. LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA é administrada 200 mg/m2 por injeção1 intravenosa durante no mínimo 3 minutos seguido por 5 fluoruracil a 370 mg/m2 por injeção1 intravenosa.

2. LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA é administrada 20 mg/m2 por injeção1 intravenosa seguido por 5 fluoruracil a 425 mg/m2 por injeção1 intravenosa.

O tratamento é repetido diariamente por 5 dias. Este tratamento de 5 dias pode ser repetido em intervalos de 4 semanas (28 dias), por 2 vezes e depois repetido a intervalos de 4 a 5 semanas (28 a 35 dias) depois que o paciente estiver completamente recuperado dos efeitos tóxicos do primeiro tratamento.

Nos tratamentos subseqüentes a dosagem de 5 fluoruracil deve ser ajustada baseada na tolerância do paciente durante o primeiro tratamento. A dosagem diária de 5 fluoruracil deve ser reduzida em 20% para pacientes18 que experimentaram moderada toxicidade2 hematológica ou gastrintestinal durante o tratamento inicial, e em 30% para pacientes18 que experimentaram toxicidade2 severa.

Para pacientes18 que não experimentaram toxicidade2 durante o tratamento inicial a dosagem de 5 fluoruracil pode ser aumentada em 10%. As dosagens de LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA não são ajustadas pela toxicidade2.

Outras doses e dosagens da terapia de LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA /5 fluoruracil tem sido avaliadas em pacientes com câncer17 cólo-retal avançado, alguns desses regimes alternativos podem também ser eficazes no tratamento dessa doença. Contudo, mais pesquisas clínicas são necessárias para confirmar a segurança e eficácia desses regimes de tratamento alternativos.

Como fator de "proteção" ou na redução da toxicidade2 depois de altas doses de terapia com metotrexato: As recomendações para LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA são baseadas na dose de metotrexato de 12 a 15 g/m2 administrada por infusão intravenosa durante 4 horas. "Proteção" de uma dose de 15 mg (aproximadamente 10 mg/m2) a cada 6 horas por 10 doses começa 24 horas depois do início da infusão do metotrexato. Na presença de toxicidade2 gastrintestinal, náusea19 ou vômito20, LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA deve ser administrada parenteralmente.

Creatinina21 sérica em níveis de metotrexato devem ser determinados, no mínimo, uma vez por dia. A administração de LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA, hidratação e alcalinização urinária (pH de 7,0 ou mais) devem ser continuadas até o nível de metotrexato ficar inferior a 5 x 10-8M (0,05 micromolar). A dose de LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA deve ser ajustada ou redução da toxicidade2 do metotrexato extendida baseada nas seguintes recomendações:

Situação Clínica

1- Eliminação Normal de Metotrexato

2- Eliminação Tardia de Metotrexato

3- Eliminação Inicial de Metotrexato e/ou Evidência de Insuficiência Renal22 Aguda

Achados Laboratoriais

1- Nível sérico de metotroxate aproximadamente 10 micromolar  24 horas após administração, 1 micromolar 48 horas após e menos que 0,2 micromolar após 72 horas.

2- Nível sérico de metotrexato permanecendo acima de 0,2 micromolar após 72 horas e mais que 0,05 micromolar após 96 horas da administração.

3- Nível sérico de metotrexato de 50 micromolar ou mais após 24 horas, ou 5 micromolar ou mais após 48 horas; um aumento de 100% ou mais nos níveis séricos de creatinina21 24 horas após administração de metotrexato (p.ex. um aumento de 0,5 mg/dL23 para o nível de 1 mg/dL23 ou mais).

Dosagem e Duração da LEUCOVORINA

1- 15 mg via oral, I.M. ou I.V., 10  doses começando 24 horas depois de iniciar a infusão do metotrexato

2- Continua 15 mg via oral, I.M. ou I.V., até que o nível de metotrexato seja inferior a 0,05 micromolar.

3- 150 mg I.V., até o nível de metotrexato ser inferior a 1 micromolar; então 15 mg I.V., até o nível de metotrexato ser inferior a 0,05 micromolar.

Pacientes que experimentaram eliminação inicial do metotrexato são susceptíveis a desenvolver insuficiência renal22 reversível. Adicionalmente à terapia apropriada de LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA, esses pacientes necessitam de contínua hidratação e alcalinização urinária e monitorização da situação fluídica e eletrolítica, até os níveis séricos de metotrexato diminuírem até 0,05 micromolar e a insuficiência renal22 estar normalizada. Alguns pacientes irão apresentar eliminação anormal de metotrexato ou na função renal24 após a administração de metotrexato que é significantemente menos severa que as anormalidades descritas na tabela acima. Essas anormalidades podem ou não estar associadas com significante toxicidade2 clínica. Caso toxicidade2 clínica seja observada, a terapia com LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA deve ser extendida por mais 24 horas (total de 14 doses durante 84 horas) na terapia subseqüente. A possibilidade do paciente receber outra medicação que interage com metotrexato (p.ex. medicamentos que possam interferir com eliminação do metotrexato ou prender-se com albumina25 sérica) deve ser sempre considerada quando anormalidades laboratoriais ou toxicidade2 clínica seja observada.

Eliminação de metotrexato diminuída ou superdosagem inadvertida: O uso de LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA deve começar tão logo seja possível. LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA 10 mg/m2 I.M., I.V. ou via oral a cada 6 horas até que o nível sérico do metotrexato seja inferior a 10-8M. Na presença de toxicidade2 gastrintestinal, náusea19 ou vômito20, LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA deve ser administrada parenteralmente.

Creatinina21 sérica e nível de metotrexato devem ser determinados em intervalos de 24 horas. Caso o nível de creatinina21 sérico, após 24 horas, aumentar 50%, ou caso o nível de metotrexato for maior que 5 x 10-6M após 24 horas, ou caso seja maior que 9 x 10-7M após 48 horas, a dose de LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA deve ser aumentada para 100 mg/m2 I.V. cada 3 horas até que o nível de metotrexato seja inferior a 10-8M.

Hidratação (3 L/d) e alcalinização urinária com solução de bicarbonato de sódio devem ser empregadas concomitantemente. O bicarbonato deve ser ajustado para manter um pH urinário de 7,0 ou mais.

Anemia megaloblástica26 devido a deficiência de ácido fólico: Até 1 mg diária. Não há evidências que doses maiores que 1 mg/dia tenham maior eficácia que doses de 1 mg, adicionalmente perda de folato na urina27 torna-se maior quando a administração excede 1 mg.

Cada 50 mg de LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA quando reconstituída com 5 ml, de diluente estéril, gera uma concentração final de 10 mg/ml. Cada 350 mg de Leucovorina Biosintética quando reconstituída com 17 ml de diluente estéril, gera uma concentração de 20,5 mg/ml. LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA não contém preservativos. Reconstituir com água estéril para injeção1. Produtos para uso parenteral devem ser inspecionados visualmente quanto a discoloração ou material particulado, imediatamente antes da administração, caso a solução ou recipiente permitam.

Conduta na Superdosagem da Leucovorina Biosintética

Não há reações clínicas significativas.

VENDA SOB PRESCRISÃO MÉDICA

LEUCOVORINA BIOSINTÉTICA - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
São Paulo/SP - CEP: 04514-050
Tel: 55 (011) 5561-2614
Fax: 55 (011)5561-2072
Site: http://www.biosintetica.com.br/

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Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
3 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
4 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
5 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
6 Fisiológico: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
7 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
8 Tissular: Relativo a tecido orgânico.
9 Antídoto: Substância ou mistura que neutraliza os efeitos de um veneno. Esta ação pode reagir diretamente com o veneno ou amenizar/reverter a ação biológica causada por ele.
10 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
11 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
12 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
13 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
14 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
15 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
16 Pirexia: Sinônimo de febre. É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
17 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
18 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
19 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
20 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
21 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
22 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
23 Mg/dL: Miligramas por decilitro, unidade de medida que mostra a concentração de uma substância em uma quantidade específica de fluido.
24 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
25 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
26 Anemia megaloblástica: É uma doença na qual a medula óssea produz hemácias gigantes e imaturas. Esse distúrbio é provocado pela carência de vitamina B12 ou de ácido fólico no organismo. Uma vez que esses fatores são importantes para a síntese de DNA e responsáveis pela eritropoiese, a sua falta causa um defeito na síntese de DNA, levando ao desequilíbrio no crescimento e divisão celular.
27 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.

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