ATENOL

AstraZeneca

Atualizado em 03/06/2015

ATENOL®

- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

ATENOL®
atenolol
25 mg, 50 mg e 100 mg

- FORMA FARMACÊUTICA,VIA DE ADMINISTRAÇÃO E APRESENTAÇÕES COMERCIALIZADAS

Comprimidos de 25 mg, 50 mg ou 100 mg. Via oral. Embalagens com 28 comprimidos.

USO ADULTO

Composição de Atenol

Cada comprimido contém: atenolol .................... 25 mg 50 mg 100 mg
Excipientes q.s.p. .................... 1 comprimido
Excipientes: laurilsulfato de sódio, estearato de magnésio, carbonato de magnésio pesado, amido de milho e gelatina.

- INFORMAÇÕES AO PACIENTE

1- Como este medicamento funciona?
ATENOL produz efeitos no seu coração1 e circulação2, reduzindo a pressão arterial3, quando usado continuamente.
ATENOL é efetivo por pelo menos 24 horas após dose oral única diária.

2- Por que este medicamento foi indicado?
ATENOL está indicado para o controle da pressão alta (hipertensão arterial4), controle da angina5 pectoris (dor no peito6 ao esforço), controle de arritmias7 cardíacas (batimentos cardíacos irregulares), tratamento do infarto do miocárdio8 e tratamento precoce e tardio após infarto do miocárdio8.

3- Quando não devo usar este medicamento?
Contra-indicações:
Você não deve utilizar ATENOL seguintes situações:
Alergia9 ao atenolol ou a qualquer um dos componentes da fórmula.
Batimento lento do coração1, coração1 fraco (insuficiência cardíaca10) e bloqueio cardíaco11.
Pressão arterial3 baixa ou muito baixa.
Problemas de circulação2.
Alterações metabólicas.
Batimentos cardíacos irregulares.
Portadores de feocromocitoma12 não tratado.
Se não estiver se alimentando bem ultimamente.

Advertências:
ATENOL deve ser utilizado com cuidado nas seguintes situações:
Em pacientes com problemas pulmonares, como asma13 ou falta de ar.
Em pacientes com problemas circulatórios.
Em pacientes com problemas cardíacos.
Em pacientes com problemas renais.
Em pacientes com problemas na tireóide.
Em pacientes diabéticos.
Em pacientes que tiveram sintomas14 de baixa taxa de açúcar15 no sangue16 (hipoglicemia17).
Em pacientes que alguma vez sofreram de um tipo particular de dor no peito6 (angina5), chamada de angina5
de Prinzmetal.
Em pacientes grávidas, tentando engravidar ou amamentando.
Se o paciente for internado, a equipe médica e em especial o anestesiologista (se o paciente for se
submeter a uma cirurgia) devem ser informados que o paciente está tomando ATENOL.

Precauções:
Não se espera que ATENOL a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Entretanto, alguns pacientes podem sentir tontura18 ou cansaço.

Interações medicamentosas:

ATENOL deve ser utilizado com cuidados nas seguintes situações:

Em pacientes que estão tomando os seguintes medicamentos: outros beta-bloqueadores (inclusive colírios),
disopiramida (para batimentos cardíacos irregulares), verapamil, diltiazem, nifedipino, clonidina (para outros
tratamentos de pressão alta ou angina5), digoxina (para o tratamento de insuficiência cardíaca10), indometacina
ou ibuprofeno (para alívio da dor), descongestionantes nasais, medicamentos para gripe19, para diabetes20,
para tratamento de úlcera21, inibidores da MAO22 (monoaminoxidase), álcool e antidepressivos. O resultado do
tratamento poderá ser alterado se o atenolol for tomado ao mesmo tempo que estes medicamentos.

Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez23.

Não há experiência clínica em crianças, por esta razão, não é recomendado o uso de ATENOL em crianças.

Informe ao médico o aparecimento de reações indesejáveis.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde24.

4- Como devo usar este medicamento?
Aspecto físico

ATENOL é apresentado da seguinte maneira:

- ATENOL 25 mg: comprimidos redondos e de cor branca.
ATENOL 25 mg deve ser ingerido inteiro e com água.

- ATENOL 50 mg: comprimidos redondos e de cor branca.
ATENOL 50 mg deve ser ingerido com água e pode ser partido ao meio.

- ATENOL 100 mg: comprimidos redondos e de cor branca.
ATENOL mg deve ser ingerido com água e pode ser partido ao meio.

Características organolépticas
Ver aspecto físico.

Dosagem
A dose recomendada de ATENOL é de:

Para pacientes25 com pressão alta: 1 dose única oral diária de 50 a 100 mg.

Para pacientes25 com dor no peito6 ao esforço (angina5): 1 dose única oral diária de 100 mg ou 50 mg administrados 2 vezes ao dia.

Para pacientes25 com batimentos cardíacos irregulares (arritmias7 cardíacas): 1 dose oral de 50 a 100 mg diários, administrada via oral em dose única.

Para pacientes25 com infarto26 do miorcárdio: pacientes que apresentarem alguns dias após sofrerem um infarto26 agudo27 do miocárdio28, recomenda-se uma dose oral de 100 mg diários de profilaxia a longo prazo do infarto do miocárdio8.

ATENOL ser utilizado continuamente, a interrupção do tratamento deve ser feita gradualmente, conforme orientação do seu médico.
Caso você esqueça de tomar uma dose de ATENOL, deve tomá-lo assim que lembrar, mas não tome 2 doses ao mesmo tempo.

Como usar:
ATENOL é apresentado da seguinte maneira:

- ATENOL 25 mg: comprimidos redondos e de cor branca.
ATENOL 25 mg deve ser ingerido inteiro e com água.

- ATENOL 50 mg: comprimidos redondos e de cor branca.
ATENOL 50 mg deve ser ingerido com água e pode ser partido ao meio.

- ATENOL 100 mg: comprimidos redondos e de cor branca.
ATENOL 100 mg deve ser ingerido com água e pode ser partido ao meio.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.
Não use o medicamento com o prazo de validade vencido. Antes de usar observe o aspecto do medicamento.

5. Quais os males que este medicamento pode causar?
Podem ocorrer as seguintes reações adversas:

Comum: cansaço, batimentos lentos do coração1 e alterações gastrointestinais.

Incomum: acúmulo de bile29 dentro do fígado30, distúrbios do sono.

Raro: mãos31 e pés frios, queda da pressão por mudança de posição (que pode estar associada a desmaio),
boca32 seca, vertigem33 e alterações de humor, queda de cabelo34, olhos35 secos, reações cutâneas36 semelhantes à
psoríase37, exacerbação da psoríase37, erupções na pele38, distúrbios na visão39 (sensação de secura nos olhos35),
alucinações40 e psicoses, elevações de enzimas do fígado30 chamadas de transaminases e alterações da
função do fígado30, piora da insuficiência cardíaca10, início de alteração do rítmo dos batimentos do coração1,
aumento de dores e fraqueza nas pernas que ocorrem com o esforço físico, alterações vasculares41 nas mãos31
e pés que podem ficar roxos e dolorosos, confusão, dor de cabeça42, pesadelos, formigamento, chiado no
peito6 em pacientes asmáticos ou com histórico de queixas asmáticas (o uso não é recomendado em
asmáticos).

Muito raro: aumento dos anticorpos43 antinucleares (ANA).

Outras reações como púrpura44, diminuição do número de plaquetas45 no sangue16 e impotência46 sexual, também podem ocorrer.

6. O que fazer se alguém usar uma grande quantidade deste medicamento de uma só vez?
Tratamento: caso de ingestão de uma quantidade de medicamento maior do que a prescrita, você deve contatar imediatamente o médico.

Sintomas14: lento do coração1, pressão baixa, insuficiência cardíaca10 aguda e falta de ar (crise de asma13).

7. Onde e como devo guardar este medicamento?
ATENOL ser mantido em temperatura entre 15ºC e 25°C.

Todo medicamento deve ser mantido em sua embalagem original até o momento do uso.

Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças.

Informações Técnicas de Atenol

Características Farmacológicas de Atenol

Propriedades Farmacodinâmicas:O atenolol é um bloqueador beta-1 seletivo (isto é, age preferencialmente sobre os receptores adrenérgicos47 beta-1 do coração1). A seletividade diminui com o aumento da dose. O atenolol não possui atividade simpatomimética intrínseca nem atividade estabilizadora de membrana.
Assim como outros beta-bloqueadores, o atenolol possui efeitos inotrópicos negativos e, portanto, é contra-indicado em insuficiência cardíaca10 descompensada.
Como ocorre com outros agentes beta-bloqueadores, seu mecanismo de ação no tratamento da hipertensão48 não está completamente elucidado. É provável que a ação do atenolol na redução da frequência e contractilidade cardíacas faça com que ele se mostre eficaz na eliminação ou redução dos sintomas14 de pacientes com angina5.
É improvável que quaisquer propriedades adicionais do S(-) atenolol, em comparação com a mistura racêmica49, originem efeitos terapêuticos diferentes.
ATENOL é efetivo e bem tolerado na maioria das populações étnicas, apesar da possibilidade de sua resposta ser menor em pacientes negros.
ATENOL é compatível com diuréticos50, outros agentes anti-hipertensivos e agentes antianginosos.

Propriedades Farmacocinéticas
A absorção do atenolol após administração oral é consistente, mas incompleta (aproximadamente 40-50%), com picos de concentração plasmática ocorrendo de 2 a 4 horas após a administração da dose. Os níveis sanguíneos do atenolol são consistentes e sujeitos a pequena variabilidade. Não há metabolismo51 hepático significativo, e mais de 90% de atenolol absorvido alcança a circulação2 sistêmica na forma inalterada. A meia-vida plasmática é de aproximadamente 6 horas, mas pode se elevar na presença de insuficiência renal52 grave, uma vez que os rins53 são a principal via de eliminação. O atenolol penetra muito pouco nos tecidos devido a sua baixa solubilidade lipídica, e sua concentração no tecido54 cerebral é baixa. Sua taxa de ligação às proteínas55 plasmáticas é baixa (aproximadamente 3%).
ATENOL é efetivo por pelo menos 24 horas após dose oral única diária. Essa simplicidade de dose facilita a adesão do paciente ao tratamento.

Dados de segurança pré-clínica

O atenolol é uma droga na qual adquiriu-se uma extensa experiência clínica.

Resultados de Eficácia de Atenol

    
Hipertensão48
Os efeitos clássicos de drogas beta-bloqueadoras são ampla e efetivamente usados para iniciar o tratamento da hipertensão48 em homens adultos e mulheres de qualquer idade. Beta-bloqueadores são recomendados pelos grupos de trabalho da Sociedade Britânica de Hipertensão48 (BHS), o Comitê Nacional de Detecção, Avaliação e tratamento da Hipertensão arterial4 (JNC) nos Estados Unidos e as regras conjuntas da Organização Mundial de Saúde24 e Sociedade Internacional de Hipertensão48 (OMS / ISH).
Beta-bloqueadores estão sendo adequados e extensivamente testados em estudos de mortalidade56 de longo prazo. Estudos recentes com atenolol têm confirmado consistentemente os benefícios na redução da pressão arterial3 na população com mais de 60 anos de idade. (Coope J, Warrender TS. British Medical Journal (1986); 293: 1145-51; SHEP Cooperative Research Group. Journal American Medical Association (1991); 265: 3255-64; Dahlof B et al. (1991); 388 (8778): 1281-85; MRC Working Party. British Medical Journal (1992); 304: 405-412). Esses estudos indicam que o atenolol reduz a ocorrência de acidentes vasculares41 cerebrais (AVC).
Muitos investigadores são de opinião de que, quando dados em doses equipotentes, todos os beta-bloqueadores são igualmente eficazes no tratamento da hipertensão48. Uma ampla revisão da literatura mundial (Mc Ainsh J, Davis JM e Cruickshank JM. Acta Therapeutical (1992); 18 (4): 373-419) examinou a capacidade de diferentes tipos de beta-bloqueadores em abaixar a pressão arterial3 e comparou o efeito anti-hipertensivo do atenolol com outras terapias.
Pelo agrupamento dos resultados da maioria dos estudos controlados e aleatorizados, envolvendo mais de 3.000 pacientes, foi demonstrado que atenolol diminui a pressão arterial sistólica57 mais significativamente do que o propranolol, metoprolol e oxiprenolol (p<0,01) e pressão arterial diastólica58 mais significativamente do que o propranolol, metoprolol, oxiprenolol, pindolol (p<0,01), acebutolol e labetolol (p<0,05). A maioria dos estudos incluídos na pesquisa foram de alta qualidade e utilizadas dosagens apropriadas. Não existem diferenças significantes na pressão arterial3 de repouso entre atenolol e antagonistas de cálcio. Os inibidores da ECA, enalapril e lisinopril, diminuíram a pressão arterial sistólica57 de repouso em um maior grau que o atenolol, mas o contrário é verdadeiro para o captopril.
Recentemente, uma avaliação pelo Grupo de Estudo Prospectivo59 do Diabético (UK Prospective Diabetes20 Study Group - UKPDS 38 e 39) do atenolol em pacientes hipertensos com diabetes20 tipo II, demonstrou outros benefícios na terapia anti-hipertensiva sob condições mais estreitas (pressão arterial3 < 150-185 mmHg), na prevalência60 de micro e macro angiopatias com monitoração em um período de 9 anos.

Angina5
Uma ampla revisão da literatura mundial (Mc Ainsh J, Davis JM e Cruickshank JM. Acta Therapeutical (1992); 18 (4): 373-419) comparou a eficácia do atenolol com outras classes de drogas para terapia anti-anginosa. A revisão incluiu mais de 1.000 pacientes, a maioria de estudos duplo-cego randomizados. O atenolol foi benéfico para ambas as variáveis subjetivas (ataque de angina5 ou consumo de gliceril trinitrato) e variáveis objetivas (teste de esforço) ao menos tão bons quanto outros beta-bloqueadores e outras classes de drogas, isto se aplica para angina5 estável e instável.
Os resultados do estudo bem controlado de isquemia61 silenciosa com atenolol (Pepine CJ et al. (1994); 90(2): 762-68), sugeriu um efeito benéfico do tratamento com atenolol em pacientes com isquemia61 monitorada por eletrocardiograma62 ambulatorial (AECG). O atenolol reduziu incidentes63 de relatos de isquemia61 e melhorou incidentes63 de sobrevivência64 livre de eventos.

Arritmias7 Cardíacas
Como com outros beta-bloqueadores, o atenolol está indicado para o tratamento de arritmias7, inicialmente por via endovenosa e com a manutenção por via oral.
Dados publicados mostraram o atenolol sendo no mínimo tão eficiente quanto outras drogas da mesma classe antiarrítmica, para tratamento de arritmias7 supraventriculares, fibrilação atrial e "flutter" atrial. A capacidade de reduzir arritmias7 ventriculares em infarto do miocárdio8 agudo27 é também bem reconhecida (Yusuf S, Sleight P, Rossi P et al. (1983); 67 (6) Part II).
Embora beta-bloqueadores tenham uma função limitada no tratamento geral de taquiarritmias65 ventriculares com risco de vida, foram descritos sucessos com atenolol (Moore VE, Cruickshank JM (1992) Beta-blockers and Cardiac Arrhythmias. Editor: Deedwania PC, 181-202).

Infarto do Miocárdio8
As bases da indicação "intervenção precoce após infarto do miocárdio8 agudo27" foram estudadas no estudo Oxford-Wythenshawe (Yusuf S, Sleight P, Rossi P et al. (1983); 67 (6) Part II) que mostrou reduções significativas nas dimensões do infarto26, arritmia66 e dor no peito6 após uso de atenolol i.v..
Esses achados foram concretizados pelo ISIS-1 (First International Study of Infarct Survival - Primeiro Estudo Internacional de Sobrevivência64 ao Infarto26) em estudos envolvendo mais de 16.000 pacientes com infarto do miocárdio8. O atenolol mostrou uma significativa redução na mortalidade56 (1 para 200 pacientes tratados) durante uma média de 7 dias de tratamento.
A aplicação da indicação da intervenção tardia após infarto26 agudo27 do miocárdio28 foi baseada em uma revisão das publicações de dados de uso de beta-bloqueadores a longo prazo após suspeita de infarto do miocárdio8. Embora os dados com uso de atenolol sejam muito limitados, a propriedade importante do bloqueio dos receptores beta-1 para a eficácia sugere que os beta-bloqueadores reduzem a mortalidade56 em 25-30% como foi observado com agentes não-seletivos (propranolol e timolol) e beta-seletivos (metoprolol). O benefício era maior, quanto maior fosse a redução da frequência cardíaca de repouso (Kjerkshus JK. American Journal Cardiology (1986); 57: 43F-49F). Isto mostra que esses tratamentos salvam vidas (Yusuf S, Peto R, Lewis J. Prog Cardiovas Disease (1985); XXVII (5): 335-371; Lancet 1982;1 (8282): 1159-61).

Indicações de Atenol

Controle da hipertensão arterial4.
Controle da angina5 pectoris.
Controle de arritmias7 cardíacas.
Tratamento do infarto do miocárdio8. Intervenção precoce e tardia após infarto do miocárdio8.

Contra-Indicações de Atenol

ATENOL não deve ser administrado a crianças. , assim como outros beta-bloqueadores, não deve ser usado nas seguintes situações:
- conhecida hipersensibilidade ao atenolol ou aos outros componentes da fórmula
- bradicardia67
- choque68 cardiogênico
- hipotensão69
- acidose metabólica70
- distúrbios graves da circulação2 arterial periférica
- bloqueio cardíaco11 de segundo ou terceiro grau
- síndrome71 do nodo sinusal72
- feocromocitoma12 não tratado
- insuficiência cardíaca10 descompensada

Modo de Usar e Cuidados de Conservação Depois de Aberto de Atenol

Modo de usar
ATENOL 25  deve ser administrado inteiro. mg e 100 mg são comprimidos sulcados e podem ser divididos.
ATENOL deve ser administrado por via oral, com água, de preferência no mesmo horário todos os dias.
O paciente não deve utilizar ATENOL estiver em jejum por tempo prolongado.

Cuidados de conservação depois de aberto
Conservar em temperatura entre 15°C e 25°C.

Todo medicamento deve ser mantido em sua embalagem original até o momento do uso.

Posologia de Atenol


Adultos:

- Hipertensão48: a maioria dos pacientes responde a 1 dose única oral diária de 50 a 100 mg.
O efeito pleno será alcançado após 1 ou 2 semanas. Pode-se conseguir uma redução adicional na pressão arterial3 combinando-se ATENOL outros agentes anti-hipertensivos. Por exemplo, a administração concomitante de um diurético73, tal como a clortalidona, propicia um tratamento anti-hipertensivo altamente eficaz.

- Angina5: a maioria dos pacientes com angina5 pectoris responde a 1 dose diária de 100 mg administrada oralmente como dose única ou como 50 mg administrados 2 vezes ao dia. É improvável que se obtenha benefício adicional com o aumento da dose.

- Arritmias7 Cardíacas: certas arritmias7 podem ser controladas com 1 dose oral adequada de 50 a 100 mg diários, administrada em dose única.

- Infarto do Miocárdio8: para pacientes25 que se apresentarem alguns dias após sofrerem um infarto26 agudo27 do miocárdio28, recomenda-se 1 dose oral de 100 mg diários de profilaxia à longo prazo do infarto do miocárdio8.

Crianças: ão há experiência pediátrica com , por esta razão, não é recomendado para uso em crianças.

Insuficiência Renal52: vez que é excretado por via renal74, a dose deve ser reduzida nos casos de comprometimento grave da função renal74. Não ocorre acúmulo significativo de pacientes que tenham uma depuração de creatinina75 superior a 35 ml/min/1,73m2 (a faixa normal é de 100-150 ml/min/1,73m2). Para pacientes25 com uma depuração de creatinina75 de 15-35 ml/min/1,73m2 (equivalente a creatinina75 sérica de 300-600 mcmol/litro) dose oral deve ser de 50 mg diários. Para pacientes25 com uma depuração de creatinina75 menor que 15 ml/min/1,73m (equivalente a creatinina75 sérica > 600 mcmol/litro), a dose oral deve ser de 25 mg diários ou de 50 mg em dias alternados.
Os pacientes que se submetem à hemodiálise76 devem receber 50 mg, por via oral, após cada diálise77. Isso deve ser feito sob supervisão hospitalar, uma vez que podem ocorrer acentuadas quedas na pressão arterial3.

Idosos: requisitos de dose podem ser reduzidos, especialmente em pacientes com função renal74 comprometida.

Se o paciente esquecer de tomar uma dose de ATENOL, deve tomá-la assim que lembrar, mas o paciente não deve tomar duas doses ao mesmo tempo.

Advertências de Atenol

As precauções e advertências apresentadas a seguir devem ser consideradas para o ATENOL, assim como para outros beta-bloqueadores.
Embora contra-indicado em insuficiência cardíaca10 descompensada, ATENOL ser usado em pacientes cujos sinais78 de insuficiência cardíaca10 tenham sido controlados. Deve-se tomar cuidado com pacientes cuja reserva cardíaca esteja diminuída.
ATENOL pode aumentar o número e a duração dos ataques de angina5 em pacientes com angina5 de Prinzmetal, devido a vasoconstrição79 da artéria80 coronária mediada por receptores alfa sem oposição. Uma vez que o atenolol é um bloqueador beta-1 seletivo, seu uso pode ser considerado, embora se deve ter o máximo de cautela.
Embora contra-indicado em distúrbios graves da circulação2 arterial periférica, ATENOL ém pode agravar distúrbios menos graves da circulação2 arterial periférica.
ATENOL deve ser administrado com cautela em pacientes com bloqueio cardíaco11 de primeiro grau, devido ao seu efeito negativo sobre o tempo de condução.
ATENOL pode modificar a taquicardia81 da hipoglicemia17 e pode mascarar os sinais78 de tireotoxicose.
Uma das ações farmacológicas do ATENOL é a redução da frequência cardíaca. Nos raros casos em que um paciente tratado desenvolver sintomas14 que possam ser atribuíveis a uma baixa frequência cardíaca, a dose pode ser reduzida.
ATENOL não deve ser descontinuado abruptamente em pacientes que sofrem de doença cardíaca isquêmica.
ATENOL pode causar uma reação mais grave a uma variedade de alérgenos82 quando administrado a pacientes com história de reação anafilática83 a tais alérgenos82. Estes pacientes podem não responder às doses usuais de adrenalina84 utilizadas no tratamento de reações alérgicas.
ATENOL pode causar um aumento na resistência das vias respiratórias em pacientes asmáticos. Uma vez que o atenolol é um bloqueador beta-1 seletivo, seu uso pode ser considerado, embora se deve ter o máximo de cautela. Se ocorrer aumento da resistência das vias aéreas, o ser descontinuado e, se necessário, deve ser administrada terapia broncodilatadora (por exemplo: salbutamol85).
Para informações referentes a ajuste de dose para pacientes25 idosos, com insuficiência renal52 e nas diferentes indicações, ver item Posologia.

Efeitos sobre a capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: é improvável que o uso de em comprometimento da capacidade de dirigir veículos e operar máquinas. Entretanto, deve ser levado em consideração que ocasionalmente pode ocorrer tontura18 ou fadiga86.

Uso durante a gravidez23 e lactação87:
Categoria de risco na gravidez23: D.
Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Informe imediatamente seu médico em caso de suspeita de gravidez23.
ATENOL atravessa a barreira placentária e aparece no sangue do cordão umbilical88. Não foram realizados estudos sobre o uso de primeiro trimestre e a possibilidade de danos fetais não pode ser excluída. sido utilizado sob supervisão cuidadosa para o tratamento de hipertensão48 no terceiro trimestre. A administração de gestantes para o controle da hipertensão48 de leve a moderada foi associada a retardo no crescimento intra-uterino. O uso de mulheres que estejam grávidas ou que possam engravidar requer que os benefícios antecipados sejam avaliados contra os possíveis riscos, particularmente no primeiro e no segundo trimestres de gravidez23.
Há acúmulo significativo de ATENOL leite materno.
Os neonatos89 nascidos de mães em uso de ATENOL apresentar risco para hipoglicemia17.
Deve-se ter cuidado quando ATENOL é administrado durante a gravidez23 ou para mulheres que estejam amamentando.

Uso em Idosos, Crianças e Outros Grupos de Risco de Atenol


Ver item Posologia.

Interações Medicamentosas de Atenol

O uso combinado de beta-bloqueadores e bloqueadores do canal de cálcio com efeitos inotrópicos negativos, como por exemplo, verapamil e diltiazem, pode levar a um aumento destes efeitos, particularmente em pacientes com função ventricular comprometida e/ou anormalidades de condução sino-atrial ou atrioventricular. Isso pode resultar em hipotensão69 grave, bradicardia67 e insuficiência cardíaca10. Nenhuma destas drogas deve ser administrada intravenosamente antes da descontinuação da outra por 48 horas.
A terapia concomitante com diidropiridinas, como por exemplo, nifedipino, pode aumentar o risco de hipotensão69 e pode ocorrer falência cardíaca em pacientes com insuficiência cardíaca10 latente.
A associação de glicosídeos digitálicos com beta-bloqueadores pode aumentar o tempo de condução atrioventricular.
Os beta-bloqueadores podem exacerbar a hipertensão48 de rebote que pode ocorrer após a retirada da clonidina. Se estas drogas estiverem sendo co-administradas, o beta-bloqueador deve ser descontinuado vários dias antes da retirada da clonidina. Se for necessário substituir o tratamento com clonidina por beta-bloqueador, a introdução do beta-bloqueador deve ser feita vários dias após a interrupção da administração da clonidina.
Deve-se tomar cuidado ao se prescrever um beta-bloqueador juntamente com agentes antiarrítmicos Classe 1, tal como a disopiramida.
O uso concomitante de agentes simpatomiméticos, por exemplo, adrenalina84, pode neutralizar os efeitos dos beta-bloqueadores.
O uso concomitante de inibidores da prostaglandina90 sintetase (por exemplo: ibuprofeno, indometacina) pode diminuir os efeitos hipotensores dos beta-bloqueadores.
Deve-se ter cautela ao administrar agentes anestésicos com ATENOL.. O anestesista deve ser informado e a escolha do anestésico deve recair sobre um agente com a menor atividade inotrópica negativa possível. O uso de beta-bloqueadores com drogas anestésicas pode resultar em atenuação da taquicardia81 de reflexo e aumento do risco de hipotensão69. Agentes anestésicos que causam depressão miocárdica devem ser evitados.

Reações Adversas a Medicamentos de Atenol

ATENOL é bem tolerado. Em estudos clínicos, as possíveis reações adversas relatadas são geralmente atribuíveis às ações farmacológicas do atenolol.
Os eventos adversos a seguir, listados por sistemas, foram reportados com as seguintes definições de frequência: comum (1-9,9%), incomum (0,1-0,9%), raro (0,01-0,09%) e muito raro (<0,01%) incluindo relatos isolados.

Desordens cardíacas
Comum: bradicardia67.
Rara: piora da insuficiência cardíaca10, desencadeamento de bloqueio cardíaco11.

Desordens vasculares41
Comum: extremidades frias.
Rara: hipotensão69 postural que pode ser associada à síncope91, claudicação intermitente92 se esta já estiver presente, e fenômeno de Raynaud93 em pacientes susceptíveis.

Desordens do sistema nervoso94
Rara: vertigem33, cefaléia95 e parestesia96.

Desordens psiquiátricas
Incomum: distúrbios do sono que podem ser notados com outros tipos de beta bloqueadores.
Rara: alterações do humor, pesadelos, confusão, psicoses e alucinações40.

Desordens gastrointestinais
Comum: distúrbios gastrointestinais.
Rara: boca32 seca.

Avaliações laboratoriais
Incomum: elevação dos níveis das transaminases.
Muito rara: aumentos na ANA (anticorpos43 antinucleares) foi observado, entretanto a relevância clínica não é clara.

Desordens hepatobiliares97
Rara: toxicidade98 hepática99 incluindo colestase100 intra-hepática99.

Desordens do sangue16 e sistema linfático101
Rara: púrpura44 e trombocitopenia102.

Desordens da pele e tecido subcutâneo103
Rara: alopécia104, reações psoríaseformes na pele38, exacerbação da psoríase37 e erupções cutâneas36.

Desordens oculares
Rara: olhos35 secos e distúrbios visuais.

Desordens do sistema reprodutivo e mamas105
Rara: impotência46.

Desordens respiratórias, toráxicas e do mediastino106
Rara: pode ocorrer broncoespasmo107 em pacientes asmáticos ou com histórico de queixas asmáticas.

Desordens gerais
Comum: fadiga86.

A descontinuação do medicamento deve ser considerada se, de acordo com critério médico, o bem-estar do paciente estiver sendo adversamente afetado por qualquer uma das reações descritas acima.

Superdose de Atenol

Os sintomas14 de superdosagem podem incluir bradicardia67, hipotensão69, insuficiência cardíaca10 aguda e broncoespasmo107. O tratamento geral deve incluir: monitorização cuidadosa, tratamento em unidade de terapia intensiva108, uso de lavagem gástrica109, carvão ativado e um laxante110 para prevenir a absorção de qualquer droga ainda presente no trato gastrointestinal, o uso de plasma111 ou substitutos do plasma111 para tratar hipotensão69 e choque68. Hemodiálise76 ou hemoperfusão também podem ser consideradas.
Bradicardia67 excessiva pode ser controlada com 1-2 mg de atropina por via intravenosa e/ou com marcapasso112 cardíaco. Se necessário, em seguida, pode-se administrar uma dose em bolus113 10 mg de glucagon114 por via intravenosa. Se necessário, esse procedimento pode ser repetido ou seguido de uma infusão intravenosa de 1-10 mg/hora de glucagon114, dependendo da resposta obtida. Se não houver resposta ao glucagon114, ou se o mesmo não estiver disponível, pode-se administrar um estimulante beta-adrenérgico115, tal como a dobutamina (2,5-10 mcg/kg/min) por infusão intravenosa. A dobutamina, devido ao seu efeito inotrópico positivo, também poderia ser usada para tratar hipotensão69 e insuficiência cardíaca10 aguda. Dependendo da quantidade da superdose ingerida, é provável que as doses indicadas sejam inadequadas para reverter os efeitos cardíacos do bloqueio beta. Portanto, se necessário, a dose de dobutamina deve ser aumentada para que se atinja a resposta desejada de acordo com as condições clínicas do paciente.
O broncoespasmo107 pode geralmente ser revertido pelo uso de broncodilatadores116.

Armazenagem de Atenol

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Dizeres Legais de Atenol


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ATENOL 50 mg com 28 comprimidos: ANVISA/MS - 1.1618.0003.003-0
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ATENOL - Laboratório

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Complementos

1 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
2 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
3 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
4 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
5 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
6 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
7 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
8 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
9 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
10 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
11 Bloqueio cardíaco: Transtorno da condução do impulso elétrico no tecido cardíaco especializado, manifestado por uma diminuição variável da freqüência dos batimentos cardíacos.
12 Feocromocitoma: São tumores originários das células cromafins do eixo simpático-adrenomedular, caracterizados pela autonomia na produção de catecolaminas, mais freqüentemente adrenalina e/ou noradrenalina. A hipertensão arterial é a manifestação clínica mais comum, acometendo mais de 90% dos pacientes, geralmente resistente ao tratamento anti-hipertensivo convencional, mas podendo responder a bloqueadores alfa-adrenérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio e nitroprussiato de sódio. A tríade clássica do feocromocitoma, associado à hipertensão arterial, é composta por cefaléia, sudorese intensa e palpitações.
13 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
14 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
15 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
16 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
17 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
18 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
19 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
20 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
21 Úlcera: Ferida superficial em tecido cutâneo ou mucoso que pode ocorrer em diversas partes do organismo. Uma afta é, por exemplo, uma úlcera na boca. A úlcera péptica ocorre no estômago ou no duodeno (mais freqüente). Pessoas que sofrem de estresse são mais susceptíveis a úlcera.
22 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
23 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
24 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
25 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
26 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
27 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
28 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
29 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
30 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
31 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
32 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
33 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
34 Cabelo: Estrutura filamentosa formada por uma haste que se projeta para a superfície da PELE a partir de uma raiz (mais macia que a haste) e se aloja na cavidade de um FOLÍCULO PILOSO. É encontrado em muitas áreas do corpo.
35 Olhos:
36 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
37 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
38 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
39 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
40 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
41 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
42 Cabeça:
43 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
44 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
45 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
46 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
47 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
48 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
49 Racêmica: Que não desvia o plano da luz polarizada (diz-se de isômero óptico).
50 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
51 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
52 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
53 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
54 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
55 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
56 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
57 Pressão arterial sistólica: É a pressão mais elevada (pico) verificada nas artérias durante a fase de sístole do ciclo cardíaco, é também chamada de pressão máxima.
58 Pressão arterial diastólica: É a pressão mais baixa detectada no sistema arterial sistêmico, observada durante a fase de diástole do ciclo cardíaco. É também denominada de pressão mínima.
59 Prospectivo: 1. Relativo ao futuro. 2. Suposto, possível; esperado. 3. Relativo à preparação e/ou à previsão do futuro quanto à economia, à tecnologia, ao plano social etc. 4. Em geologia, é relativo à prospecção.
60 Prevalência: Número de pessoas em determinado grupo ou população que são portadores de uma doença. Número de casos novos e antigos desta doença.
61 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
62 Eletrocardiograma: Registro da atividade elétrica produzida pelo coração através da captação e amplificação dos pequenos potenciais gerados por este durante o ciclo cardíaco.
63 Incidentes: 1. Que incide, que sobrevém ou que tem caráter secundário; incidental. 2. Acontecimento imprevisível que modifica o desenrolar normal de uma ação. 3. Dificuldade passageira que não modifica o desenrolar de uma operação, de uma linha de conduta.
64 Sobrevivência: 1. Ato ou efeito de sobreviver, de continuar a viver ou a existir. 2. Característica, condição ou virtude daquele ou daquilo que subsiste a um outro. Condição ou qualidade de quem ainda vive após a morte de outra pessoa. 3. Sequência ininterrupta de algo; o que subsiste de (alguma coisa remota no tempo); continuidade, persistência, duração.
65 Taquiarritmias: Cadência rápida do ritmo do coração, arritmias rápidas.
66 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
67 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
68 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
69 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
70 Acidose metabólica: A acidose metabólica é uma acidez excessiva do sangue caracterizada por uma concentração anormalmente baixa de bicarbonato no sangue. Quando um aumento do ácido ultrapassa o sistema tampão de amortecimento do pH do organismo, o sangue pode acidificar-se. Quando o pH do sangue diminui, a respiração torna-se mais profunda e mais rápida, porque o corpo tenta liberar o excesso de ácido diminuindo o volume do anidrido carbônico. Os rins também tentam compensá-lo por meio da excreção de uma maior quantidade de ácido na urina. Contudo, ambos os mecanismos podem ser ultrapassados se o corpo continuar a produzir excesso de ácido, o que conduz a uma acidose grave e ao coma. A gasometria arterial é essencial para o seu diagnóstico. O pH está baixo (menor que 7,35) e os níveis de bicarbonato estão diminuídos (<24 mmol/l). Devido à compensação respiratória (hiperventilação), o dióxido de carbono está diminuído e o oxigênio está aumentado.
71 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
72 Nodo Sinusal: Pequena massa de fibras musculares cardíacas modificadas, localizada na junção da VEIA CAVA SUPERIOR com o átrio direito. Os impulsos da contração provavelmente começam neste nó, propagam-se pelo átrio (ÁTRIO CARDÍACO) sendo então transmitidos pelo feixe de His (FEIXE ATRIOVENTRICULAR) para o ventrículo (VENTRÍCULO CARDÍACO).
73 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
74 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
75 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
76 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
77 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
78 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
79 Vasoconstrição: Diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos.
80 Artéria: Vaso sangüíneo de grande calibre que leva sangue oxigenado do coração a todas as partes do corpo.
81 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
82 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
83 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
84 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
85 Salbutamol: Fármaco padrão para o tratamento da asma. Broncodilatador. Inibidor do trabalho de parto prematuro.
86 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
87 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
88 Sangue do Cordão Umbilical: Sangue do feto. A troca de nutrientes e de resíduos entre o sangue fetal e o materno ocorre através da PLACENTA. O sangue do cordão é o sangue contido nos vasos umbilicais (CORDÃO UMBILICAL) no momento do parto.
89 Neonatos: Refere-se a bebês nos seus primeiros 28 dias (mês) de vida. O termo “recentemente-nascido“ refere-se especificamente aos primeiros minutos ou horas que se seguem ao nascimento. Esse termo é utilizado para enfocar os conhecimentos e treinamento da ressuscitação imediatamente após o nascimento e durante as primeiras horas de vida.
90 Prostaglandina: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
91 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
92 Claudicação intermitente: Dor que aparece e desaparece nos músculos da perna. Esta dor resulta de uma falta de suprimento sanguíneo nas pernas e geralmente acontece quando a pessoa está caminhando ou se exercitando.
93 Fenômeno de Raynaud: O fenômeno de Raynaud (ou Raynaud secundário) ocorre subsequentemente a um grande grupo de doenças, como artrite, vasculite, esclerodermia, dentre outras. Esta forma de Raynaud pode progredir para necrose e gangrena dos dedos.
94 Sistema nervoso: O sistema nervoso é dividido em sistema nervoso central (SNC) e o sistema nervoso periférico (SNP). O SNC é formado pelo encéfalo e pela medula espinhal e a porção periférica está constituída pelos nervos cranianos e espinhais, pelos gânglios e pelas terminações nervosas.
95 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
96 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
97 Hepatobiliares: Diz-se do que se refere ao fígado e às vias biliares.
98 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
99 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
100 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
101 Sistema Linfático: Um sistema de órgãos e tecidos que processa e transporta células imunes e LINFA.
102 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
103 Pele e Tecido Subcutâneo: Revestimento externo do corpo composto por PELE, seus acessórios (CABELO, UNHAS, GLÂNDULAS SEBÁCEAS e GLÂNDULAS SUDORÍPARAS) e seus ductos.
104 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
105 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
106 Mediastino: Região anatômica do tórax onde se localizam diversas estruturas, dentre elas o coração.
107 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
108 Terapia intensiva: Tratamento para diabetes no qual os níveis de glicose são mantidos o mais próximo do normal possível através de injeções freqüentes ou uso de bomba de insulina, planejamento das refeições, ajuste em medicamentos hipoglicemiantes e exercícios baseados nos resultados de testes de glicose além de contatos freqüentes entre o diabético e o profissional de saúde.
109 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
110 Laxante: Que laxa, afrouxa, dilata. Medicamento que trata da constipação intestinal; purgante, purgativo, solutivo.
111 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
112 Marcapasso: Dispositivo eletrônico utilizado para proporcionar um estímulo elétrico periódico para excitar o músculo cardíaco em algumas arritmias do coração. Em geral são implantados sob a pele do tórax.
113 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
114 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
115 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
116 Broncodilatadores: São substâncias farmacologicamente ativas que promovem a dilatação dos brônquios.
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