PARLODEL e PARLODEL SRO

NOVARTIS

Atualizado em 09/12/2014

               

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Parlodel e Parlodel Sro

Comprimidos: embalagens com 14 ou 28.Cápsulas SRO: embalagens com 14 ou 28.
               
USO ADULTO

Composição de Parlodel e Parlodel Sro

Bromocriptina, como mesilato:
Comprimidos sulcados     2,5 mg
Cápsulas SRO     2,5 mg ou 5 mg

Informações ao Paciente de Parlodel e Parlodel Sro

                PARLODEL tem como substância ativa a Bromocriptina, substância pertencente ao grupo dos medicamentos conhecidos como Alcalóides do Ergot. A Bromocriptina bloqueia a liberação do hormônio1 chamado Prolactina2, liberado pela glândula3 Hipófise4. PARLODEL (bromocriptina) é utilizado para alguns problemas como: infertilidade5 devido a produção anormal de prolactina2, doença de Parkinson6, Acromegalia7 (uma produção exagerada do hormônio1 do crescimento) e tumores da Hipófise4 secretores de Prolactina2.

Este medicamento deve ser guardado dentro da embalagem original, em temperatura abaixo  de 25•  C e protegido da umidade. Nessas condições, o prazo de validade do medicamento é de 3 anos para PARLODEL e de 2 anos para PARLODEL SRO.

Ao adquirir o medicamento confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem do produto.

NUNCA USE MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

PARLODEL (bromocriptina) não deve ser usado durante a gravidez8, portanto informe imediatamente ao médico se houver suspeita ou ocorrência de gravidez8, ou se estiver amamentando. Este medicamento não deve ser usado para inibição da lactação9 fisiológica10 ("secar o leite").

Siga  a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

É recomendável tomar o medicamento antes de dormir e com leite, para prevenir o aparecimento de náuseas11.

Informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como náuseas11, fadiga12, vertigens13, vômito14, secura da boca15, bem como quaisquer outros sintomas16.
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Não tome álcool enquanto estiver usando PARLODEL (bromocriptina), você pode ter várias reações indesejáveis.

Informe ao seu médico se você tem qualquer outro problema de saúde17, principalmente pressão arterial18 alta, doença de fígado19, problemas mentais.

Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

Durante o tratamento com PARLODEL (bromocriptina) o paciente não deve dirigir veículos e operar máquinas, pois sua habilidade e atenção podem estar prejudicadas.

Este medicamento não deve ser usado por menores de 15 anos.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE17.

Informações Técnicas de Parlodel e Parlodel Sro

Propriedades  farmacodinâmicas de Parlodel e Parlodel Sro

                PARLODEL inibe a secreção do hormônio1 da hipófise anterior20, a prolactina2, sem afetar os níveis normais de outros hormônios hipofisários. Pode, no entanto, reduzir níveis anormalmente elevados do hormônio1 de crescimento (GH) em pacientes com acromegalia7. Esses efeitos são devidos à estimulação dos receptores dopaminérgicos.

A prolactina2 é necessária para dar início e manter a lactação9 puerperal. Em outras circunstâncias, a secreção elevada da prolactina2 dá lugar à lactação9 patológica (galactorréia21) e/ou transtornos da ovulação22 e da menstruação23.

Como inibidor específico da secreção de prolactina2, PARLODEL demonstrou ser eficaz no tratamento dos estados patológicos induzidos pela prolactina2. Na amenorréia24 e/ou anovulação25 (com ou sem galactorréia21), PARLODEL pode ser empregado para restabelecer o ciclo menstrual e a ovulação22.

Tem-se demonstrado que PARLODEL interrompe o crescimento, ou reduz o tamanho, dos adenomas hipofisários secretores de prolactina2 (prolactinomas).

Em  pacientes acromegálicos, além de diminuir os níveis plasmáticos  dos hormônios de crescimento e prolactina2, PARLODEL  tem  efeito benéfico nos  sintomas16 clínicos e na tolerância à glicose26.

PARLODEL melhora os sintomas16 clínicos da síndrome27 do ovário28 policístico, ao restabelecer o padrão normal de secreção  do hormônio1 luteinizante (LH).

Em pacientes com doença benigna das mamas29, PARLODEL reduz o tamanho e o número  dos cistos e/ou nódulos nas mamas29 e alivia a dor freqüentemente associada a essas condições, através da normalização do equilíbrio progesterona/estrógeno30. Ao mesmo tempo, reduz a secreção de prolactina2 nas pacientes com níveis elevados da mesma.

Devido à sua atividade dopaminérgica, PARLODEL, em doses normalmente superiores às recomendadas para as indicações endocrinológicas, é eficaz no tratamento da doença de Parkinson6, caracterizada por uma deficiência de dopamina31 nigroestriatal específica. Nessa afecção32, a estimulação dos receptores dopaminérgicos por PARLODEL pode restabelecer o equilíbrio neuroquímico no corpo estriado.

Clinicamente, PARLODEL melhora o tremor, a rigidez, a bradicinesia33 e outros sintomas16 parkinsonianos em todos os estádios da doença. Normalmente a eficácia terapêutica34 perdura por vários anos (até o momento, foram observados bons resultados em pacientes tratados por até 8 anos). PARLODEL pode ser administrado isoladamente, tanto no início como nos estádios avançados da doença, ou em combinação com outros medicamentos antiparkinsonianos. A associação com levodopa resulta na potencialização dos efeitos antiparkinsonianos, permitindo  freqüentemente uma redução da dose de levodopa. PARLODEL freqüentemente oferece benefícios especiais a pacientes sob tratamento com levodopa, que apresentam uma resposta terapêutica34 deteriorada ou complicações tais como movimentos involuntários anormais (discinesia coreoatetósica e/ou distonia35 dolorosa), falha na manutenção do efeito (end-of-dose failure) e fenômeno "on-off".

PARLODEL melhora a sintomatologia depressiva freqüentemente observada em parkinsonianos. Este efeito é devido a propriedades antidepressivas inerentes, conforme evidenciado em estudos controlados em pacientes não parkinsonianos com depressão endógena ou psicogênica36.

Propriedades Farmacocinéticas de Parlodel e Parlodel Sro

                Após administração oral, PARLODEL é bem absorvido. Quando os comprimidos são administrados a voluntários saudáveis, a meia-vida de absorção é de 0,2 a 0,5 hora e os picos plasmáticos de  bromocriptina são atingidos em 1 a 3 horas. O efeito de redução da prolactina2 inicia-se 1 a 2 horas após a ingestão, atinge redução máxima, isto é, redução da prolactina2 no plasma37 em mais de 80%, em 5 a 10 horas e permanece próximo dessa redução máxima por um período de 8 a 12 horas. A eliminação plasmática da substância original ocorre de maneira bifásica, com meia-vida terminal de cerca de 15 horas (variação de 8 a 20 horas). A substância original e seus metabólitos38 são excretados quase que completamente pelo fígado19, sendo que somente 6% são excretados pelos rins39. A ligação às proteínas40 plasmáticas é  de 96%.

Com PARLODEL SRO cápsulas, forma destinada à administração uma vez ao dia, os níveis plasmáticos máximos são atingidos em 7 a 10 horas e o efeito inibitório máximo sobre a secreção de prolactina2, similar em magnitude àquele alcançado com os comprimidos, ocorre 10 a 17 horas após a ingestão. Concentrações superiores a 50% do nível máximo são mantidas por cerca de 14,5 horas, garantindo, portanto, o efeito redutor da prolactina2 por um período prolongado. Com a administração de dose única, a biodisponibilidade das cápsulas SRO, comparada à das cápsulas comuns, é superior a 90%. Em estado de equilíbrio (steady state), observa-se leve redução na biodisponibilidade (para cerca de 80%) sem, no entanto, haver perda da eficácia terapêutica34.
Em pacientes com função hepática41 prejudicada, a velocidade de eliminação pode ficar mais lenta e os níveis plasmáticos aumentados, requerendo ajuste da dose.

Indicações de Parlodel e Parlodel Sro

    ·    Tratamento da doença de Parkinson6;·    Tratamento de estados hiperprolactinêmicos patológicos incluindo amenorréia24, infertilidade5 feminina e hipogonadismo;
·    Tratamento de pacientes com adenomas que secretam prolactina2;
·    Acromegalia7.
   

Contra-Indicações de Parlodel e Parlodel Sro

    ·    Hipertensão42 não controlada;
·    Toxemia43 gravídica;
·    Sensibilidade a qualquer alcalóide do Ergot ou a quaisquer componentes da fórmula;
·    Gravidez8 diagnosticada ou presumida, em qualquer indicação do PARLODEL (bromocriptina);
·    Inibição da lactação9 fisiológica10;
·    Disfunção do ciclo menstrual (síndrome27 pré menstrual);
·    Galactorréia21 com ou sem amenorréia24: no pós-parto; idiopática44; tumoral; por fármacos;
·    Ingurgitamento mamário puerperal;
·    Fase lútea curta;
·    Em período pós-parto, em mulheres com história de doença cardiovascular,
·    Para menores de 15 anos.

Precauções e Advertências de Parlodel e Parlodel Sro

Precauções com :

    ·    Pacientes com problemas renais ou hepáticos;·    A administração de PARLODEL (bromocriptina) concomitante com outras medicações que baixam a pressão arterial18;
·    Pacientes que recentemente receberam medicamentos que alteram a pressão arterial18;
·    Pacientes com história de psicoses ou doenças cardiovasculares45;
·    Pacientes idosos;
·    Doses elevadas de PARLODEL (bromocriptina) as quais podem diminuir ou inibir o fluxo salivar, contribuindo para o desenvolvimento de cáries46, doenças periodontais47, candidíase48 oral;
·    Pacientes com história de úlcera gástrica49, principalmente em pacientes acromegálicos.
   
Uma vez que a hiperprolactemia e a infertilidade5 têm sido associadas com tumores da hipófise4, uma completa avaliação da hipófise4 é indicada antes do tratamento com PARLODEL (bromocriptina).

Monitoramento periódico da pressão arterial18 é prudente, particularmente durante as primeiras semanas de tratamento.

Pacientes tratados com PARLODEL (bromocriptina) devem utilizar medidas contraceptivas, que não os contraceptivos orais.

Em pacientes parkinsonianos em tratamento com altas doses de bromocriptina por longos períodos, deve-se observar a ocorrência de sintomas16 de derrame50 pleural, fibrose51 pleural, pulmonar ou retroperitoneal52 e descontinuar o tratamento quando tais condições forem diagnosticadas.

Interações Medicamentosas de Parlodel e Parlodel Sro

O álcool pode potencializar os efeitos colaterais53 de PARLODEL (bromocriptina).

Pode ocorrer interação com os antagonistas dopaminérgicos: fenotiazínicos, butirofenonas (haloperidol), pimozide etc.

Não se recomenda o uso concomitante de PARLODEL (bromocriptina) e outros alcalóides do Ergot.

Efeitos Colaterais53 de Parlodel e Parlodel Sro

Nos casos em que o medicamento é utlizado para :

·    Hiperprolactinemia e disfunções associadas - náusea54, dor de cabeça55, tontura56, fadiga12, transtornos abdominais,  vômitos57, congestão nasal, diarréia58, leve efeito hipotensor;·    Acromegalia7 - náusea54, constipação59, hipotensão60 ortostática postural, anorexia61, secura da boca15, cansaço, vômito14, transtornos digestivos e ainda, menos frequentes: síncope62, exacerbação do fenômeno de Raynaud63;
·    Doença de Parkinson6 - náusea54, movimentos involuntários, alucinações64, confusão, fenômeno "on off", desmaio, distúrbio visual, insônia, hipotensão60, vertigem65, tontura56, astenia66, distúrbio gastrintestinal, ataxia67, depressão;

Posologia de Parlodel e Parlodel Sro

O princípio básico da terapia com PARLODEL (bromocriptina), é iniciar o tratamento com doses baixas e, em doses individuais, aumentar lentamente a dose diária até uma resposta terapêutica34 máxima a ser alcançada.

Estados Hiperprolactinêmicos, incluíndo amenorréia24, infertilidade5 feminina e hipogonadismo
: dose inicial de: 1,25 a 2,5mg por dia. Doses adicionais de 2,5 mg/dia podem ser administradas a cada 3 a 7 dias até que uma resposta terapêutica34 adequada seja alcançada. A dose terapêutica34 usual é de 5 a 7,5 mg.

Adenomas: 1,25 a 2,5 mg por dia, aumentando gradativamente a dose até que se consiga manter os níveis plasmáticos de prolactina2 adequadamente suprimidos.

Acromegalia7: dose inicial é de 1,25 a 2,5 mg/dia. Doses adicionais de 1,25 a 2,5 mg a cada 3 a 7 dias podem ser administradas até que uma resposta terapêutica34 adequada seja alcançada. Pacientes devem ser reavaliados mensalmente e a dose ajustada, baseada na redução do hormônio1 de crescimento ou da resposta clínica. A dose usual varia de 20 a 30 mg/dia na maioria dos pacientes.

Pacientes submetidos a irradiação da hipófise4 devem descontinuar PARLODEL (bromocriptina) para uma avaliação, tanto dos efeitos clínicos da irradiação sobre o desenvolvimento da doença como do uso do PARLODEL (bromocriptina). O período adequado para tal retirada é de 4 a 8 semanas. A recorrência68 dos sinais69 ou sintomas16 ou aumento do hormônio1 do crescimento indicam que a doença ainda está ativa e novo tratamento com PARLODEL (bromocriptina) deve ser considerado.

Doença de Parkinson6: a dosagem de Levodopa, durante o período introdutório deste medicamento, deve ser mantida, se possível. A dose inicial de PARLODEL (bromocriptina) é de 1,25 a 2,5 mg por dia, em duas tomadas com a refeições. Avaliações a cada 2 semanas, são aconselháveis para assegurar que doses mais baixas possam produzir o efeito terapêutico desejado. Se necessário a dose pode ser aumentada a cada 14 - 28 dias com 2,5 mg/dia, administradas com as refeições. Neste momento, é aconselhável reduzir as doses de Levodopa devido aos efeitos adversos.

Superdosagem de Parlodel e Parlodel Sro

Sinais69 e sintomas16 mais comuns: náusea54, vômitos57, constipação59, tontura56, hipotensão60 grave, confusão, letargia70, ilusões, alucinações64, bocejos repetidos, sudorese71, palidez, mal-estar.

Tratamento clássico: remover a droga por emese72 (se consciente), lavagem gástrica73, carvão ativado, catarse74 salina. Controle hídrico rigoroso e da hipotensão60.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

PARLODEL e PARLODEL SRO - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
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Complementos

1 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
2 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
3 Glândula: Estrutura do organismo especializada na produção de substâncias que podem ser lançadas na corrente sangüínea (glândulas endócrinas) ou em uma superfície mucosa ou cutânea (glândulas exócrinas). A saliva, o suor, o muco, são exemplos de produtos de glândulas exócrinas. Os hormônios da tireóide, a insulina e os estrógenos são de secreção endócrina.
4 Hipófise:
5 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
6 Doença de Parkinson: Doença degenerativa que afeta uma região específica do cérebro (gânglios da base), e caracteriza-se por tremores em repouso, rigidez ao realizar movimentos, falta de expressão facial e, em casos avançados, demência. Os sintomas podem ser aliviados por medicamentos adequados, mas ainda não se conhece, até o momento, uma cura definitiva.
7 Acromegalia: Síndrome causada pelo aumento da secreção do hormônio de crescimento (GH e IGF-I) ,quando este aumento ocorre em idade adulta. Quando ocorre na adolescência chama-se gigantismo.
8 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
9 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
10 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
11 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
12 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
13 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
14 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
15 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
16 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
17 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
18 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
19 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
20 Hipófise Anterior: Lobo glandular anterior da hipófise, também conhecido como adenohipófise. Secreta os HORMÔNIOS ADENOHIPOFISÁRIOS que regulam funções vitais como CRESCIMENTO, METABOLISMO e REPRODUÇÃO.
21 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
22 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
23 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
24 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
25 Anovulação: Alteração no funcionamento dos ovários, capaz de alterar a produção, maturação ou liberação normal de óvulos. Esta alteração pode ser intencional (como a induzida pelas pílulas anticoncepcionais) ou ser endógena. Pode ser uma causa de infertilidade.
26 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
27 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
28 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
29 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
30 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
31 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
32 Afecção: Qualquer alteração patológica do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
33 Bradicinesia: Dificuldade de iniciar os movimentos, lentidão nos movimentos e dificuldade de realizar os movimentos com fluência. É o sintoma mais proeminente na doença de Parkinson e que leva à incapacidade de realização das atividades diárias.
34 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
35 Distonia: Contração muscular involuntária causando distúrbios funcionais, dolorosos e estéticos.
36 Psicogênica: 1. Relativo à psicogenia ou psicogênese, ou seja, relativo à origem e desenvolvimento do psiquismo. 2. Relativo a ou próprio de fenômenos somáticos com origem psíquica.
37 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
38 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
39 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
40 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
41 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
42 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
43 Toxemia: Intoxicação resultante do acúmulo excessivo de toxinas endógenas ou exógenas no sangue, em virtude de insuficiência relativa ou absoluta dos órgãos excretores (rins, fígado, etc.).
44 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
45 Doenças cardiovasculares: Doença do coração e vasos sangüíneos (artérias, veias e capilares).
46 Cáries: Destruição do esmalte dental produzida pela proliferação de bactérias na cavidade oral.
47 Periodontais: Relativo ao ou próprio do tecido em torno dos dentes, o periodonto. O periodonto é o tecido conjuntivo que fixa o dente no alvéolo.
48 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
49 Úlcera gástrica: Lesão na mucosa do estômago. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100 % dos casos.
50 Derrame: Conhecido popularmente como derrame cerebral, o acidente vascular cerebral (AVC) ou encefálico é uma doença que consiste na interrupção súbita do suprimento de sangue com oxigênio e nutrientes para o cérebro, lesando células nervosas, o que pode resultar em graves conseqüências, como inabilidade para falar ou mover partes do corpo. Há dois tipos de derrame, o isquêmico e o hemorrágico.
51 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
52 Retroperitoneal: Área que ocupa a região mais posterior da CAVIDADE ABDOMINAL. Esta área limita-se lateralmente pelas bordas dos músculos quadrados lombares e se estende do DIAFRAGMA à borda da PELVE verdadeira, continuando então como espaço extraperitoneal pélvico.
53 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
54 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
55 Cabeça:
56 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
57 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
58 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
59 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
60 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
61 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
62 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
63 Fenômeno de Raynaud: O fenômeno de Raynaud (ou Raynaud secundário) ocorre subsequentemente a um grande grupo de doenças, como artrite, vasculite, esclerodermia, dentre outras. Esta forma de Raynaud pode progredir para necrose e gangrena dos dedos.
64 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
65 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
66 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
67 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
68 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
69 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
70 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
71 Sudorese: Suor excessivo
72 Êmese: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Sinônimo de vômito. Pode ser classificada como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
73 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
74 Catarse: 1. Na religião, medicina e filosofia da Antiguidade grega, libertação, expulsão ou purgação do que é estranho à essência ou à natureza de um ser e que, por isso, o corrompe. 2. No teatro, purificação do espírito do espectador através da purgação de suas paixões, especialmente dos sentimentos de terror ou de piedade vivenciados na contemplação do espetáculo trágico. 3. Em medicina, evacuação dos intestinos. 4. Na psicanálise, operação de trazer à consciência estados afetivos e lembranças recalcadas no inconsciente, liberando o paciente de sintomas e neuroses associadas a este bloqueio. 5. Na psicologia, liberação de emoções ou tensões reprimidas, comparável a uma ab-reação. Efeito liberador produzido pela encenação de certas ações, especialmente as que fazem apelo ao medo e à raiva.

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