Preço de ZOLADEX 3,6 mg e ZOLADEX LA 10,8 mg em Cambridge/SP:

ZOLADEX 3,6 mg e ZOLADEX LA 10,8 mg

AstraZeneca

Atualizado em 09/12/2014

ZOLADEX® 3,6 mg e ZOLADEX® LA 10,8 mg


acetato de gosserrelina


Atenção: seringa1 com novo sistema de proteção da agulha


3,6 mg e 10,8 mg


Formas Farmacêuticas e Apresentaçôes de Zoladex

Depot e depot de liberação prolongada. Embalagem com uma seringa1 para injeção subcutânea2 abdominal previamente carregada com um depot cilíndrico estéril, de coloração cremosa, no qual o acetato de gosserrelina é disperso em uma matriz biodegradável.


USO ADULTO

- COMPOSIÇÃO


Cada depot contém:

acetato de gosserrelina.........................3,6 mg

Excipiente: lactato3-glicolato.


Cada depot de liberação prolongada contém:

acetato de gosserrelina.........................10,8 mg

Excipiente: lactato3-glicolato.


Informações ao Paciente de Zoladex

Ação esperada do medicamento: a melhora dos sintomas4 é observada no decorrer do tratamento.


Cuidados de armazenamento: conservar em temperatura inferior a 25°C. Não congelar. O conteúdo da embalagem é estéril até sua abertura. Portanto, não utilize o produto caso sua embalagem interna esteja aberta.


Prazo de validade: vide cartucho. Não use medicamento com prazo de validade vencido.


Gravidez5 e lactação6: informe seu médico a ocorrência de gravidez5 na vigência do tratamento ou após seu término. Informe ao médico se está amamentando. ZOLADEX não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que estejam amamentando.


Cuidados de administração: siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, a dose e a duração do tratamento. Mulheres que fazem uso de ZOLADEX não devem tomar anticoncepcionais injetáveis nem pílulas. Durante o tratamento deve ser utilizado um método anticoncepcional não-hormonal. Seu médico irá orientá-la a este respeito.


Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.


Reações adversas: durante o tratamento com ZOLADEX podem ocorrer ondas de calor, dificuldade para urinar, dor nos ossos e, às vezes, reações na pele7. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis.


TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.


Ingestão concomitante com outras substâncias: enquanto estiver em tratamento com ZOLADEX não tome nenhum outro medicamento sem o consentimento de seu médico.


Contra-indicações e precauções: ZOLADEX é contra-indicado para mulheres grávidas ou amamentando e não deve ser administrado a pacientes com hipersensibilidade ao produto ou a outros agonistas do LHRH. Após a 2 aplicação de ZOLADEX, não mexa no local até sua próxima visita ao médico. Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.


Efeitos sobre a capacidade de dirigir autos e operar máquinas: não há evidência de que a administração de ZOLADEX resulte em comprometimento da habilidade de dirigir autos ou operar máquinas.


NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE8.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

Características de Zoladex

Propriedades Farmacodinâmicas
ZOLADEX é um análogo sintético do hormônio9 de liberação do hormônio9 luteinizante (LHRH) que ocorre naturalmente. A administração crônica de ZOLADEX resulta na inibição da secreção de hormônio9 luteinizante (LH) pela pituitária, o que leva a uma queda nas concentrações séricas de testosterona nos homens e de estradiol nas mulheres.

Assim como outros agonistas do LHRH, ZOLADEX inicialmente pode aumentar, de forma transitória, as concentrações séricas de testosterona no homem e de estradiol nas mulheres.


Em homens, por volta do 21o dia após a primeira injeção10 do depot, as concentrações de testosterona caem para uma faixa de castração11 e assim permanecem com o tratamento contínuo a cada 28 dias e 12 semanas, com as dosagens de 3,6 mg e 10,8 mg, respectivamente. Esta inibição leva a regressão do tumor12 da próstata13 e a melhora sintomática14 na maioria dos pacientes.


Se em circunstâncias excepcionais a administração não for repetida após 3 meses quando do uso de ZOLADEX LA 10,8 mg, os dados indicam que os níveis de testosterona de castração11 são mantidos por até 16 semanas na maioria dos pacientes.


Em mulheres, as concentrações séricas de estradiol são suprimidas por volta do 21o dia após a primeira injeção10 do depot de 3,6 mg e, com o tratamento contínuo a cada 28 dias, permanecem suprimidas a níveis comparáveis àqueles observados em mulheres na pós-menopausa15. Essa supressão está associada com diminuição da espessura do endométrio16, a supressão do desenvolvimento folicular dentro do ovário17, e uma resposta do câncer18 de mama19 hormônio9-dependente (tumores que são RE positivos e/ou RPg positivos), endometriose20 e leiomioma21 uterino e irá resultar em amenorréia22 na maioria das pacientes.


Em mulheres, as concentrações séricas de estradiol são suprimidas ao redor de 4 semanas após a primeira injeção10 do depot de 10,8 mg e, permanecem assim até o final do período de tratamento. Em pacientes com estradiol já suprimido por um análogo do LHRH, a supressão é mantida com a mudança da terapia para ZOLADEX LA 10,8 mg. A supressão do estradiol está associada com uma resposta da endometriose20 e dos leiomiomas uterinos, resultando em amenorréia22 na maioria das pacientes.


O tratamento com análogos do LHRH pode causar a ocorrência de menopausa15 natural. Raramente, algumas mulheres não retornam a menstruar após o término da terapia.


No início do tratamento com ZOLADEX, algumas mulheres podem apresentar sangramento vaginal de duração e intensidade variáveis. Tal sangramento representa, provavelmente, supressão do estrógeno23 e espera-se que pare espontaneamente.


Propriedades Farmacocinéticas

A biodisponibilidade de ZOLADEX é quase que completa. Sua administração a cada 4 e 12 semanas na dosagem de 3,6 mg e 10,8 mg, respectivamente, assegura a manutenção de concentrações eficazes, sem acúmulo nos tecidos.

ZOLADEX apresenta pouca ligação às proteínas24 plasmáticas e possui uma meia-vida de eliminação sérica de duas a quatro horas em pacientes com função renal25 normal, a qual é aumentada na presença de função renal25 comprometida. Para o composto administrado mensalmente ou trimestralmente na formulação em depot 3,6 mg ou 10,8 mg, respectivamente, esta alteração apresentará um efeito mínimo. Por esta razão, não é necessária nenhuma modificação de dose para esses pacientes. Não há alteração significante da farmacocinética em pacientes com insuficiência hepática26.


- INDICAÇÕES


ZOLADEX 3,6 mg é indicado para:

       - Controle de câncer18 prostático passível de manipulação hormonal.

  - Controle de câncer18 de mama19 passível de manipulação hormonal, em mulheres em pré e perimenopausa.

       - Controle da endometriose20, aliviando os sintomas4, inclusive a dor, e reduzindo o tamanho e o número das lesões27 endometriais.

       - Controle de leiomioma21 uterino, reduzindo o seu volume na maioria dos casos, melhorando o estado hematológico da paciente e reduzindo os sintomas4, inclusive a dor. É utilizado previamente à cirurgia para  facilitar as técnicas operatórias e reduzir a perda sangüínea intra-operatória.

 - Diminuição da espessura do endométrio16, utilizado antes da ablação28 endometrial.

 - Fertilização29 assistida: bloqueio hipofisário na preparação para a superovulação.


ZOLADEX LA 10,8 mg é indicado para:

       - Controle de câncer18 prostático passível de manipulação hormonal.

       - Controle da endometriose20, aliviando os sintomas4, inclusive a dor, e reduzindo o tamanho e o número das lesões27 endometriais.

       - Controle de leiomioma21 uterino, reduzindo o seu volume na maioria dos casos, melhorando o estado hematológico da paciente e reduzindo os sintomas4, inclusive a dor. É utilizado  previamente à cirurgia para facilitar as técnicas operatórias e reduzir a perda sangüínea intra-operatória.


- CONTRA-INDICAÇÕES


É contra-indicado para pacientes30 com hipersensibilidade grave conhecida à gosserrelina ou a qualquer componente do produto, grávidas e lactantes31.


Precauções e Advertências de Zoladex

O tratamento deve ser realizado sob a supervisão de médico experiente em quimioterapia32 antineoplásica.

Inicialmente o acetato de gosserrelina, como outros agonistas do LHRH acarreta aumento temporário dos níveis séricos de testosterona. Podem ocorrer piora temporária dos sintomas4 ou ocorrência adicional de sinais33 e sintomas4 de câncer18 prostático durante as primeiras semanas de tratamento.


Como outros agonistas do LHRH, casos isolados de obstrução ureteral e compressão da medula espinhal34 têm sido observados. Caso isto ocorra, o tratamento padrão deve ser instituído e, em casos extremos, deve-se considerar uma orquiectomia35.


Após tratamento repetido a longo prazo com ZOLADEX, observou-se um aumento na incidência36 de tumores benignos da pituitária em ratos machos. Embora esta descoberta seja semelhante ao que se observou anteriormente nesta espécie após castração11 cirúrgica, não se estabeleceu qualquer relevância da mesma em relação ao homem.


Em camundongos, a administração a longo prazo de múltiplos das doses para seres humanos produziu alterações histológicas37 em algumas regiões do sistema digestivo38. Estas se manifestaram por hiperplasia39 celular das ilhotas pancreáticas40 e uma proliferação celular benigna na região pilórica do estômago41, também relatadas como lesões27 espontâneas nessa espécie. A relevância clínica desses achados não está esclarecida.


O uso de ZOLADEX em homens com risco específico de desenvolver obstrução ureteral ou compressão da medula espinhal34 deve ser cuidadosamente avaliado, e os pacientes devem ser acompanhados de perto durante o primeiro mês de tratamento. Se a compressão de medula espinhal34 ou comprometimento renal25 devido à obstrução ureteral estiverem presentes, ou existir a possibilidade de sua ocorrência, deve-se instituir tratamento específico para essas complicações.


Deve-se levar em consideração a relação risco/benefício quando existem os seguintes problemas médicos: metástases42 vertebrais, sensibilidade ao fármaco43 e uropatia obstrutiva.

Pacientes do sexo feminino que estejam fazendo uso de ZOLADEX devem adotar métodos anticoncepcionais não-hormonais durante o tratamento.


O uso de agonistas do LHRH em mulheres pode causar uma diminuição da densidade mineral óssea. Dados preliminares sugerem que o uso de ZOLADEX 3,6 mg em combinação com tamoxifeno para pacientes30 com câncer18 de mama19, pode reduzir perda mineral óssea. Embora não existam dados específicos com o uso de ZOLADEX LA 10,8 mg, os dados de estudos com ZOLADEX 3,6 mg sugerem que pode haver alguma recuperação da mineralização óssea após a interrupção da terapia. Em pacientes recebendo ZOLADEX 3,6 mg para o tratamento de endometriose20, a adição de terapia de reposição hormonal (um agente estrogênico diariamente e um agente progestagênico) reduziu a perda da densidade mineral óssea e os sintomas4 vasomotores. Não há experiência sobre o uso de terapia de reposição hormonal em mulheres recebendo ZOLADEX LA 10,8 mg.


Uma redução na tolerância à glicose44 foi observada em homens recebendo agonistas do LHRH. Isso pode manifestar diabetes45 ou perda do controle glicêmico em casos de diabetes mellitus46 pré-existente. Portanto, deve-se monitorar a glicose sanguinea47.


Dados preliminares sugerem que o uso de bifosfonados em combinação com agonistas do LHRH podem reduzir a perda mineral óssea em homens.


Após a interrupção da terapia com ZOLADEX LA 10,8 mg, o tempo para o retorno da menstruação48 pode ser prolongado em algumas pacientes.


O uso de ZOLADEX pode causar aumento da resistência cervical e cautela deve ser tomada ao dilatar a cérvix.


Até o momento não há dados clínicos sobre a eficácia do tratamento de afecções49 ginecológicas benignas com ZOLADEX por períodos superiores a seis meses.



Uso pediátrico

ZOLADEX não é indicado para crianças, pois a segurança e a eficácia da gosserrelina não foram estabelecidas neste grupo de pacientes.



Reprodução50 assistida

ZOLADEX 3,6 mg deve ser apenas administrado como parte de um regime para a reprodução50 assistida, sob supervisão de um especialista experiente da área. Assim como para outros agonistas do LHRH, existem alguns relatos de síndrome51 de hiperestimulação ovariana (SHO) associada ao uso de ZOLADEX 3,6 mg em combinação com gonadotrofinas. O ciclo de estimulação deve ser cuidadosamente monitorado para identificar pacientes com risco de desenvolver essa síndrome51. A gonadotrofina humana (hCG) deve ser bloqueada, se apropriado.


Recomenda-se cautela ao usar ZOLADEX 3,6 mg em regimes de reprodução50 assistida em pacientes com síndrome51 do ovário17 policístico, pois pode haver aumento do recrutamento de folículos.



Uso durante a gravidez5 e lactação6

ZOLADEX não deve ser utilizado durante a gravidez5, pois há um risco teórico de aborto ou anormalidade fetal se forem utilizados agonistas do LHRH na gravidez5. Mulheres potencialmente férteis devem ser cuidadosamente examinadas antes do início do tratamento para excluir uma possível gravidez5. Devem ser utilizados métodos anticoncepcionais não hormonais durante o tratamento. Somente após o retorno da menstruação48 poderão ser utilizados métodos contraceptivos hormonais.


A gravidez5 deve ser excluída antes que ZOLADEX 3,6 mg seja utilizado para fertilização29 assistida. Quando empregado com esse fim, não há evidência clínica que sugira uma associação causal entre ZOLADEX 3,6 mg e qualquer anormalidade subseqüente de desenvolvimento de oócito52 ou gravidez5 e parto.


O uso de ZOLADEX durante o período de amamentação53 é contra-indicado.


Testes Laboratoriais

A administração de ZOLADEX em doses terapêuticas resulta na supressão do sistema pituitário-gonadal. Os testes diagnósticos das funções pituitárias gonadotrópica e gonadal realizados durante o tratamento com ZOLADEX e até que o fluxo menstrual seja retomado podem apresentar resultados alterados devido a seu efeito supressor54. Geralmente a função normal é restaurada dentro de 12 semanas após a interrupção do tratamento.


- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS


Não são conhecidas até o momento.


Reações Adversas de Zoladex

As seguintes categorias de frequência de reações adversas medicamentosas foram calculadas com base em relatórios de ensaios clínicos55 e fontes pós-comercialização de ZOLADEX 3,6 mg e 10,8 mg.

Tabela 1 - Reações adversas medicamentosas por frequência e Classe de Sistema de órgãos (CSO)


a Estes são os efeitos farmacológicos que raramente exigem a interrupção do tratamento.

b A redução da tolerância à glicose44 foi observada em homens que receberam os agonistas LHRH. Isso pode se manifestar como diabetes45 ou a perda do controle da glicemia56 nos pacientes com diabetes mellitus46 pré-existente.

c Estes podem manifestar-se como hipotensão57 ou hipertensão58, foram ocasionalmente observadas em pacientes cujo ZOLADEX foi administrado. As alterações são geralmente transitórias, sendo sanadas durante a continuação do tratamento ou após o término da terapia com ZOLADEX. Raramente, tais alterações foram suficientes para exigir intervenção médica, incluindo a retirada do tratamento de ZOLADEX.

d Estes são geralmente leves, muitas vezes regredindo sem interrupção do tratamento.

e Inicialmente, pacientes com câncer18 de próstata13 podem enfrentar um aumento temporário de dor óssea, que podem ser tratados sintomaticamente.

f Observado em um estudo fármaco43-epidemiológico do uso de agonistas LHRH no tratamento do câncer18 de próstata13. O risco parece ser maior quando usado em combinação com anti-andrógenos59.



- POSOLOGIA E MODO DE USAR


Adultos: um depot de ZOLADEX de 3,6 mg, injetado por via subcutânea60 na parede abdominal61 inferior a cada 28 dias nos casos de:

  - Controle de câncer18 prostático passível de manipulação hormonal.

  - Controle de câncer18 de mama19 passível de manipulação hormonal, em mulheres em pré e perimenopausa.

       - Controle da endometriose20, aliviando os sintomas4, inclusive a dor, e reduzindo o tamanho e o número das lesões27 endometriais.

       - Controle de leiomioma21 uterino, reduzindo o seu volume na maioria dos casos, melhorando o estado hematológico da paciente e reduzindo os sintomas4, inclusive a dor. É utilizado previamente à cirurgia para facilitar as técnicas operatórias e reduzir a perda sangüínea intra-operatória.

 - Diminuição da espessura do endométrio16: para diminuição da espessura do endométrio16 antes da ablação28 endometrial devem ser administrados dois depots de ZOLADEX 3,6 mg, com uma diferença de quatro semanas entre um e outro, com cirurgia planejada entre zero e duas semanas após a administração do segundo depot.

 - Fertilização29 assistida: uma vez atingido o bloqueio hipofisário com ZOLADEX 3,6 mg, a superovulação e a captação de oócito52 devem ser realizadas de acordo com as práticas normais.


Adultos: um depot de ZOLADEX de 10,8 mg, injetado por via subcutânea60 na parede abdominal61 inferior a cada 12 semanas nos casos de:

       - Controle de câncer18 prostático passível de manipulação hormonal.

       - Controle da endometriose20, aliviando os sintomas4, inclusive a dor, e reduzindo o tamanho e o número das lesões27 endometriais.

       - Controle de leiomioma21 uterino, reduzindo o seu volume na maioria dos casos, melhorando o estado hematológico da paciente e reduzindo os sintomas4, inclusive a dor. É utilizado previamente à cirurgia para  facilitar as técnicas operatórias e reduzir a perda sangüínea intra-operatória.


Idosos: não é necessário o ajuste da dose para pacientes30 idosos.

Insuficiência renal62: não é necessário o ajuste da dose para pacientes30 com insuficiência renal62.


Insuficiência hepática26: não é necessário o ajuste da dose para pacientes30 com insuficiência hepática26.


Crianças: não é recomendado o uso de ZOLADEX em crianças.

- TÉCNICAS DE ADMINISTRAÇÃO


O método adequado para a administração de ZOLADEX está descrito nas instruções abaixo:


- Verifique se não há danos na embalagem antes de sua abertura. Se a embalagem estiver danificada, a seringa1 não deverá ser utilizada. Não remova a seringa1 estéril da embalagem até imediatamente antes de seu uso. Verifique se não há danos na seringa1 e constate se o depot de ZOLADEX está dentro da seringa1.


- Coloque o paciente em uma posição confortável, com a parte inferior do corpo discretamente levantada.


- Limpe com algodão uma área na parede abdominal61 inferior abaixo do umbigo63.


- Examine o invólucro aluminizado do produto e a seringa1 para verificar se existem danos.


- Remova a seringa1 e verifique que pelo menos parte do depósito de ZOLADEX esteja visível. Como ZOLADEX não é uma injeção10 líquida, não tente remover bolhas de ar, uma vez que isto pode deslocar o depósito do medicamento.


- Retire a aba de proteção plástica da seringa1 e descarte-a. Remova a cobertura da agulha.


- Segure a seringa1 em volta do tubo. Pince com os dedos a pele7 do abdômen e insira a agulha formando um ângulo de 30 a 45 graus em relação à pele7, com a abertura da agulha voltada para cima.


- Continue a inserir no tecido subcutâneo64 até que a capa protetora toque a pele7 do paciente.


- Para administrar o depot de ZOLADEX, pressione o êmbolo65 até um ponto em que não mais consiga fazê-lo. Isso vai ativar a capa protetora. Você pode ouvir um “clique” e sentirá que a capa protetora, automaticamente, começará a deslizar para cobrir a agulha.


- Se o êmbolo65 não for TOTALMENTE pressionado, a capa protetora NÃO será ativada.


- Retire a agulha e deixe que a capa protetora deslize e recubra a agulha.


- Descarte a seringa1 em um coletor de agulhas apropriado.


- Faça um curativo leve apenas para proteção.


Nota: A seringa1 de ZOLADEX não pode ser usada para aspiração. Se a agulha hipodérmica penetrar em um vaso sangüíneo de grande calibre, o sangue66 será visto instantaneamente no centro da seringa1. Se um vaso for penetrado, remova a agulha do local de aplicação e inutilize a agulha e a seringa1. Injete um novo produto em um outro local ainda na região abdominal.

Na improvável necessidade de remoção cirúrgica de ZOLADEX , este poderá ser localizado por ultrassom.


Atenção: no interior do invólucro há um disco contendo sílica gel para absorver a umidade. PERIGO. NÃO COMER.

- SUPERDOSAGEM


Há experiência limitada com superdosagem em humanos. Nos casos em que ZOLADEX foi administrado em intervalo menor que o indicado ou administrado em altas doses, nenhum efeito adverso clinicamente relevante tem sido observado. Os testes em animais sugerem que nenhum outro efeito, senão os terapêuticos pretendidos sobre as concentrações de hormônios sexuais e o sistema reprodutor, serão evidentes com doses mais altas de ZOLADEX . Se ocorrer uma superdose, deve ser feito o controle dos sintomas4.


Pacientes Idosos de Zoladex

Vide Posologia.


PRODUTO NOVO: ESTE É UM NOVO MEDICAMENTO E, EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO E UTILIZADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA, O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.


MS - 1.1618.0043


Farm. Resp.: Dra. Daniela M. Castanho - CRF-SP nº 19.097


Fabricado por: AstraZeneca UK Limited - Macclesfield

Cheshire - Reino Unido de Zoladex

Importado e embalado por: AstraZeneca do Brasil Ltda.

Rod. Raposo Tavares, km 26,9 - Cotia - SP - CEP 06707-000

CNPJ 60.318.797/0001-00

Indústria Brasileira


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

Nº do lote, data de fabricação e data de validade: vide cartucho.


Todas as marcas nesta embalagem são propriedade do grupo de empresas AstraZeneca.


ZOL+ZOL_LA002


Logo do Sac: 0800-145578


ZOLADEX 3,6 mg e ZOLADEX LA 10,8 mg - Laboratório

AstraZeneca
Rod. Raposo Tavares, km 26,9
Cotia/SP - CEP: 06707-000
Tel: 0800 014 55 78
Fax: (11) 3737 1200
Site: http://www.astrazeneca.com.br/

Ver outros medicamentos do laboratório "AstraZeneca"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
2 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
3 Lactato: Sal ou éster do ácido láctico ou ânion dele derivado.
4 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
5 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
6 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
7 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
8 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
9 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
10 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
11 Castração: Anulação da função ovariana ou testicular através da extirpação destes órgãos ou por inibição farmacológica.
12 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
13 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
14 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
15 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
16 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
17 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
18 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
19 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
20 Endometriose: Doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e consiste na presença de endométrio em locais fora do útero. Endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. Os locais mais comuns da endometriose são: Fundo de Saco de Douglas (atrás do útero), septo reto-vaginal (tecido entre a vagina e o reto ), trompas, ovários, superfície do reto, ligamentos do útero, bexiga e parede da pélvis.
21 Leiomioma: Tumor benigno do músculo liso que pode localizar-se em qualquer órgão que seja formado pelo dito tecido.
22 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
23 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
24 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
25 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
26 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
27 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
28 Ablação: Extirpação de qualquer órgão do corpo.
29 Fertilização: Contato entre espermatozóide e ovo, determinando sua união.
30 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
31 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
32 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
33 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
34 Medula Espinhal:
35 Orquiectomia: Remoção cirúrgica do testículo.
36 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
37 Histológicas: Relativo à histologia, ou seja, relativo à disciplina biomédica que estuda a estrutura microscópica, composição e função dos tecidos vivos.
38 Sistema digestivo: O sistema digestivo ou digestório realiza a digestão, processo que transforma os alimentos em substâncias passíveis de serem absorvidas pelo organismo. Os materiais não absorvidos são eliminados por este sistema. Ele é composto pelo tubo digestivo e por glândulas anexas.
39 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
40 Ilhotas Pancreáticas: Estruturas microscópicas irregulares constituídas por cordões de células endócrinas espalhadas pelo PÂNCREAS entre os ácinos exócrinos. Cada ilhota é circundada por fibras de tecido conjuntivo e penetrada por uma rede de capilares. Há quatro tipos principais de células. As células beta, mais abundantes (50-80 por cento) secretam INSULINA. As células alfa (5-20 por cento) secretam GLUCAGON. As células PP (10-35 por cento) secretam o POLIPEPTÍDEO PANCREÁTICO. As células delta (aproximadamente 5 por cento) secretam SOMATOSTATINA.
41 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
42 Metástases: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
43 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
44 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
45 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
46 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
47 Glicose sanguínea: Também chamada de açúcar no sangue, é o principal açúcar encontrado no sangue e a principal fonte de energia para o organismo.
48 Menstruação: Sangramento cíclico através da vagina, que é produzido após um ciclo ovulatório normal e que corresponde à perda da camada mais superficial do endométrio uterino.
49 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
50 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
51 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
52 Oócito: Oócito ou ovócito, é cada uma das células que, por meio de divisões meióticas, dão origem ao óvulo.
53 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
54 Supressor: 1. Que ou o que suprime. 2. Em genética, é o gene que torna o fenótipo idêntico àquele determinado pelo alelo não mutante (diz-se de mutação).
55 Ensaios clínicos: Há três fases diferentes em um ensaio clínico. A Fase 1 é o primeiro teste de um tratamento em seres humanos para determinar se ele é seguro. A Fase 2 concentra-se em saber se um tratamento é eficaz. E a Fase 3 é o teste final antes da aprovação para determinar se o tratamento tem vantagens sobre os tratamentos padrões disponíveis.
56 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
57 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
58 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
59 Andrógenos: Termo genérico para qualquer composto natural ou sintético, geralmente um hormônio esteróide, que estimula ou controla o desenvolvimento e manutenção das características masculinas em vertebrados ao ligar-se a receptores andrógenos. Isso inclui a atividade dos órgãos sexuais masculinos acessórios e o desenvolvimento de características sexuais secundárias masculinas. Também são os esteróides anabólicos originais. São precursores de todos os estrógenos, os hormônios sexuais femininos. São exemplos de andrógenos: testosterona, dehidroepiandrosterona (DHEA), androstenediona (Andro), androstenediol, androsterona e dihidrotestosterona (DHT).
60 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
61 Parede Abdominal: Margem externa do ABDOME que se estende da cavidade torácica osteocartilaginosa até a PELVE. Embora sua maior parte seja muscular, a parede abdominal consiste em pelo menos sete camadas Músculos Abdominais;
62 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
63 Umbigo: Depressão no centro da PAREDE ABDOMINAL, marcando o ponto onde o CORDÃO UMBILICAL entrava no feto. OMPHALO- (navel)
64 Tecido Subcutâneo: Tecido conectivo frouxo (localizado sob a DERME), que liga a PELE fracamente aos tecidos subjacentes. Pode conter uma camada (pad) de ADIPÓCITOS, que varia em número e tamanho, conforme a área do corpo e o estado nutricional, respectivamente.
65 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
66 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.

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