Preço de SANDOSTATIN em Fairfield/SP: R$ 290,58

SANDOSTATIN

NOVARTIS

Atualizado em 09/12/2014

Apresentações de Sandostatin

Ampolas                  0,05 mg/ml, 0,1 mg/ml e 0,5mg/ml. Caixas com 5 ampolas de 1 ml.

USO ADULTO

ComposiçãoOctreotida  (como peptídio livre)
Ampolas                 (1 ml)    0,05mg, 0,1mg e 0,5mg


Propriedades de Sandostatin

A octreotida é um derivado octapeptídio sintético da somatostatina de ocorrência natural com efeitos farmacológicos similares, mas com duração de ação consideravelmente prolongada. Inibe a secreção patologicamente aumentada do hormônio1 de crescimento (GH) e dos peptídios e serotonina produzidos dentro do sistema endócrino2 gastro-entero-pancreático (GEP).

Em animais, a octreotida é um inibidor mais potente que a somatostatina na liberação do hormônio1 de crescimento, glucagon3 e insulina4, com maior seletividade para a supressão de GH e glucagon3. A administração prolongada (26 semanas) de doses de até 1 mg/kg ao dia (via intraperitoneal) no rato e de até 0,5 mg/kg  ao dia (via intravenosa) no cão é bem tolerada.
Em indivíduos sadios Sandostatin inibe:
a liberação do hormônio1 de crescimento (GH) estimulada pela arginina, exercício e hipoglicemia5 induzida pela insulina4.
a liberação pós-prandial de insulina4, glucagon3, gastrina6, outros peptídios do sistema GEP  e a liberação de insulina4 e glucagon3   estimulada  pela arginina.
a liberação do hormônio1 de estimulação da tiróide  (TSH) estimulada pelo hormônio1 de liberação da tirotrofina (TRH)

Em pacientes acromegálicos (incluindo os que não responderam à cirurgia, irradiação ou tratamento com agonistas da dopamina7) Sandostatin reduz os níveis plasmáticos do hormônio1 de crescimento e/ou somatomedina C.  Ocorre redução clinicamente relevante do GH (cerca de 50% ou mais) em quase todos os pacientes e pode ser alcançada normalização (GH plasmático < 5 mg/ml)  em cerca de metade dos casos. Na maioria dos pacientes, Sandostatin reduz acentuadamente os sintomas8 clínicos da doença,  tais como cefaléia9, edema10 da pele11 e tecidos moles, hiper-hidrose, artralgia12, parestesia13.  Em pacientes com um grande adenoma14 pituitário, o tratamento com Sandostatin pode resultar em alguma diminuição da massa tumoral.

Em pacientes com tumores do sistema endócrino2 gastro-entero-pancreático Sandostatin, devido aos seus diferentes efeitos endócrinos, modifica diversas características clínicas. Ocorre melhora clínica e benefício sintomático15 em pacientes que ainda apresentam sintomas8 relacionados aos seus tumores, apesar das terapias anteriores, que podem incluir cirurgia, embolização16 da artéria hepática17 e várias quimioterapias, por exemplo, estreptozotocina e 5-fluorouracil.

Os efeitos de Sandostatin nos diferentes tipos de tumores são os seguintes:

Tumores carcinóides: A administração de Sandostatin pode resultar em melhora dos sintomas8, particularmente rubor e diarréia18. Em muitos casos isto se acompanha de uma queda na serotonina plasmática e excreção urinária reduzida do ácido 5-hidroxiindol acético.  Se não houver resposta benéfica ao tratamento com Sandostatin, a terapia não deve se estender além de uma semana.

VIPomas:  A característica bioquímica destes tumores é a superprodução de peptídio intestinal vasoativo (VIP).  Na maioria dos casos, a administração de Sandostatin resulta em alívio da diarréia18 secretória grave típica da afecção19, com conseqüente melhora na qualidade de vida.  Isto se acompanha de uma melhora nas anormalidades eletrolíticas associadas, p. ex., hipocalemia20, permitindo que os líquidos parentenal e enteral e a suplementação21 eletrolítica sejam retirados. Em alguns pacientes, a cintilografia22 por tomografia computadorizada23 sugere um retardamento ou contenção da progressão do tumor24, ou mesmo sua diminuição, particularmente nas metástases25 hepáticas26.  A melhora clínica  é em geral acompanhada por redução nos níveis plasmáticos de VIP, que podem reduzir-se a níveis dentro da faixa normal de referência.

Glucagonomas:  A administração de Sandostatin resulta, na maioria dos  casos, em melhora substancial do exantema27 migratório necrolítico, característico da afecção19.  O efeito de Sandostatin sobre o estado de diabetes mellitus28 leve que freqüentemente ocorre não é acentuado e, em geral, não resulta em redução das necessidades de insulina4 ou agentes hipoglicemiantes orais29.  Sandostatin produz melhora da diarréia18 e, portanto, ganho de peso naqueles pacientes afetados. Embora a administração de Sandostatin, com  freqüência, leve  a uma redução imediata nos níveis plasmáticos de glucagon3, este decréscimo geralmente não é mantido durante período prolongado de administração, apesar da melhora  sintomática30 continuada.

Gastrinomas/síndrome de Zollinger-Ellison31:  Embora a terapia com agentes bloqueadores do receptor-H2 seletivo e antiácidos32 controle a ulceração33 péptica recorrente que resulta da hipersecreção de ácido gástrico34  estimulada pela gastrina6, tal controle pode ser incompleto.  A diarréia18 pode também constituir sintoma35 proeminente não aliviado por esta terapia. Sandostatin isolado ou em associação a antagonistas do receptor-H2 pode reduzir a hipersecreção de ácido gástrico34 e melhorar os sintomas8, incluindo diarréia18.  Outros sintomas8 possivelmente devidos à produção de peptídio pelo tumor24, p. ex., rubor, podem também ser aliviados.  Os níveis plasmáticos de gastrina6 caem em alguns pacientes.

Insulinomas: A administração de Sandostatin produz uma queda na insulina4 imunorreativa circulante, que pode, entretanto, ser de curta duração (cerca de duas horas). Em pacientes com tumores operáveis, Sandostatin pode ajudar a restaurar e manter a normoglicemia no pré-operatório. Em pacientes com tumores malígnos ou benígnos inoperáveis, o controle glicêmico pode ser melhorado sem redução mantida concomitante nos níveis circulantes de insulina4.

GRFomas:  Estes raros tumores são caracterizados pela produção de fator de liberação do hormônio1 de crescimento (GRF) isoladamente ou juntamente com outros peptídios ativos. Sandostatin produz melhora nas características e sintomas8 da acromegalia36 resultante. Isto provavelmente se deve à inibição do GRF e secreção do  hormônio1 de crescimento e pode ser seguido por uma redução no aumento pituitário.

Em pacientes com diarréia18 refratária relacionada à síndrome37 de imunodeficiência38 adquirida (AIDS), Sandostatin produz controle parcial ou completo do débito de fezes em cerca de um terço dos pacientes com diarréia18 que não respondem aos agentes antidiarréicos e/ou anti-infecciosos convencionais.
Para os pacientes submetidos a uma cirurgia pancreática, a administração peri  e pós-operatória de Sandostatin reduz a incidência39 das complicações típicas pós-operatórias (por exemplo, fístula40 pancreática, abcesso e sepsis subsequente, pancreatite41 aguda pós-operatória).

Farmacocinética de Sandostatin

Após injeção subcutânea42, Sandostatin é rápida e completamente absorvido. As concentrações plasmáticas máximas são alcançadas dentro de 30 minutos. A meia-vida de eliminação após administração subcutânea43 é de 100 min. Após injeção44 IV a eliminação  é bifásica, com meias-vidas de 10 a 90 minutos respectivamente. O volume de distribuição é 0,27 l/kg e o "clearance" orgânico total é 160 ml/min.  A ligação protéica no plasma45 totaliza 65%.  A quantidade de Sandostatin ligada às células sanguíneas46 é insignificante.

Indicações de Sandostatin

Controle sintomático15 e redução dos níveis plasmáticos do hormônio1 de crescimento e somatomedina C em pacientes com acromegalia36, inadequadamente controlados por cirurgia, radioterapia47 ou tratamento com agonistas da dopamina7.  O tratamento com  Sandostatin é também indicado para pacientes48 acromegálicos inaptos a, ou que não desejem, se submeter à cirurgia; ou ainda no período de intervalo até que a radioterapia47 se torne completamente eficaz.

Alívio dos sintomas8 associados com tumores endócrinos gastro-entero-pancreáticos:
tumores carcinóides com características da síndrome37 carcinóide.
VIPomas.
Glucagonomas.
Gastrinomas/síndrome de Zollinger-Ellison31, geralmente em associação com terapia com antagonista49-H2 seletivo com ou sem antiácidos32.
Insulinomas, para controle pré-operatório de hipoglicemia5 e para terapia de manutenção.
GRFomas.
Sandostatin não constitui terapia antitumoral e não é curativa em tais pacientes.

Controle de diarréia18 refratária associada com AIDS.

Prevenção de complicações após cirurgia pancreática.

Posologia e Administração de Sandostatin

Acromegalia36Inicialmente 0,05-0,1 mg por injeção subcutânea42 a cada 8 ou 12 horas. O ajuste posológico deve ser baseado em avaliação mensal dos níveis de GH e sintomas8 clínicos e sobre a tolerância.  Na  maioria dos pacientes a dose diária  ideal será 0,2 a 0,3 mg.  Uma dose máxima  de 1,5 mg ao dia não deve ser excedida.

Se não forem obtidas redução relevante dos níveis de GH e melhora dos sintomas8 clínicos dentro de 3 meses do  início do tratamento com Sandostatin, a terapia deve ser descontinuada.

Tumores endócrinos gastro-entero-pancréaticos

Inicialmente 0,05 mg uma ou duas vezes ao dia por injeção subcutânea42. Dependendo da resposta clínica, do efeito sobre os níveis dos hormônios produzidos por tumor24 (em casos de tumores carcinóides, sobre a excreção urinária de ácido 5-hidroxiindol acético e sobre a tolerância, a posologia pode ser gradualmente aumentada para 0,1-0,2 mg 3 vezes ao dia. Sob  circusntâncias excepcionais doses mais altas podem ser requeridas. As doses de manutenção devem ser ajustadas individualmente.

Diarréia18 refratária relacionada à AIDS

Os dados sugerem que 0,1 mg três vezes ao dia por injeção subcutânea42 constitui a dose inicial ideal. Se a diarréia18 não for controlada após uma semana de tratamento, a dose deve ser titulada em base individual até 0,25 mg três vezes ao dia. O ajuste posológico deve se basear  na avaliação do débito fecal e na tolerância.

Se não for alcançada melhora dentro de uma semana de tratamento com Sandostatin  à dose de 0,25 mg três vezes ao dia, a terapia deve ser descontinuada.

Complicações após cirurgia pancreática

0,1 mg três vezes ao dia, por injeção subcutânea42, durante 7 dias consecutivos, a começar no dia da operação, pelo menos 1 hora antes da laparotomia50.

Nota

Os pacientes que vão se auto-administrar a droga por injeção subcutânea42, devem receber orientações precisas do médico ou enfermeira.

Para reduzir o desconforto local, recomenda-se que a solução esteja à temperatura ambiente antes da aplicação. Devem ser evitadas aplicações múltiplas a intervalos curtos no mesmo local. A fim de evitar contaminação, recomenda-se que a tampa de proteção dos frascos multidose não seja perfurada mais do que 10 vezes.

Não há evidência de tolerância reduzida ou necessidade de modificação da posologia em pacientes idosos tratados com Sandostatin. A experiência com Sandostatin em crianças é muito limitada.

Contra-Indicações de Sandostatin

Hipersensibilidade à droga.

Precauções de Sandostatin

Tendo em vista que tumores pituitários secretores de GH podem por vezes se expandir, causando complicações sérias (por ex. defeitos do campo visual51), é essencial que todos os pacientes sejam cuidadosamente controlados. Se surgir evidência de expansão de tumor24, procedimentos alternativos podem ser aconselháveis.

Tem sido relatado o desenvolvimento de cálculos biliares em 10-20% dos pacientes tratados a longo prazo com Sandostatin. Portanto, recomenda-se exame ultrassonográfico da vesícula biliar52 antes e a intervalos de 6 a 12 meses durante a terapia com Sandostatin. Se de fato ocorrerem cálculos biliares, eles são geralmente assintomáticos. Cálculos sintomáticos devem ser tratados ou por terapia de dissolução com ácidos biliares ou por cirurgia. Detalhes adicionais encontram-se disponíveis na Sandoz.

Durante o tratamento de tumores endócrinos gastro-entero-pancreáticos, podem ocorrer raros episódios de escapes repentinos do controle sintomático15 por Sandostatin, com rápida recorrência53 de sintomas8 graves.Em pacientes com insulinomas, devido à sua potência relativa maior na inibição da secreção do hormônio1 de crescimento e glucagon3 em comparação com a insulina4 e devido à duração mais curta de sua ação inibitória sobre a insulina4, Sandostatin pode aumentar a intensidade e prolongar a duração da hipoglicemia5. Estes pacientes devem ser cuidadosamente observados durante o início da terapia com Sandostatin e a cada alteração na posologia. Flutuações acentuadas na concentração de glicemia54 podem possivelmente ser reduzidas por doses menores e mais freqüentemente administradas.

As necessidades de insulina4 de pacientes com diabetes mellitus28, que requerem terapia com insulina4, podem ser reduzidas pela administração de Sandostatin.

A experiência com Sandostatin em mulheres grávidas ou que amamentam  não  se  encontra  disponível  e, portanto, elas devem receber a droga apenas sob circunstâncias estritamente necessárias.

Em um estudo de toxicidade55 de 52 semanas em ratos, predominantemente em machos, foram observados sarcomas no local da injeção subcutânea42 apenas na dose mais alta (cerca de 40 vezes a dose máxima para humanos). Não ocorreram lesões56 hiperplásicas ou neoplásicas57 no local da injeção subcutânea42 em um estudo de toxicidade55 de 52 semanas em cães. Não houve relatos de formação de tumor24 nos locais de injeção44 em pacientes tratados com Sandostatin por até três anos. Toda a informação disponível no momento, indica que os achados em ratos são específicos da espécie e não apresentam relevância para o uso da droga em seres humanos.

Interações de Sandostatin

Observou-se que Sandostatin reduz a absorção intestinal de ciclosporina e retarda a de cimetidina.

Efeitos Colaterais58 de Sandostatin

Os principais efeitos colaterais58 observados com a administração de Sandostatin são locais e gastrintestinais.

Reações locais incluem dor ou uma sensação de picada, formigamento ou queimação no local da injeção44, com vermelhidão e edema10, raramente durando mais do que quinze minutos. O desconforto local pode ser reduzido permitindo que a solução atinja a temperatura ambiente antes da injeção44 ou injetando um volume menor usando uma solução mais concentrada.

Efeitos colaterais58 gastrintestinais incluem anorexia59, náusea60, vômito61, dor abdominal espasmódica62, edema10 abdominal, flatulência, efeito laxante63, diarréia18 e esteatorréia64. Embora a excreção de gordura65 fecal possa aumentar, não há qualquer evidência até o momento de que o tratamento a longo prazo com Sandostatin tenha levado a deficiência nutricional devido a má absorção. Em raros casos, os efeitos colaterais58 gastrintestinais podem assemelhar-se a obstrução intestinal aguda, com distensão abdominal progressiva, dor epigástrica intensa, sensibilidade abdominal e contratura involuntária66. A ocorrência de efeitos colaterais58 gastrintestinais pode ser reduzida evitando-se ingerir alimentos perto dos horários de administração de Sandostatin, ou seja, injetando-a entre as refeições ou ao deitar.

O uso prolongado de Sandostatin® pode causar a formação de cálculos (veja "Precauções").

Devido à sua ação inibitória sobre a liberação de insulina4, Sandostatin pode prejudicar a tolerância pós-prandial à glicose67. Em raros casos, pode ser  induzido um estado de hiperglicemia68 persistente como resultado da administração crônica.
Têm havido relatos isolados de disfunção hepática69 associados com  a  administração  de  Sandostatin. Eles  se  referem  a:
hepatite70 aguda sem colestase71, onde houve normalização dos valores de transaminase à descontinuação de Sandostatin.
o desenvolvimento lento de hiperbilirrubinemia associada com elevação da fosfatase alcalina72,  gama-glutamil transferase e, em menor grau, das transaminases.

Superdosagem de Sandostatin

Não foram relatadas quaisquer  reações que constituissem risco à vida após superdosagem aguda. A dose única máxima já administrada até hoje a um adulto foi 1.0 mg por injeção44 em bolus73 IV. Os sinais74 e sintomas8 observados foram uma rápida queda na freqüência cardíaca, rubor facial, cólicas75 abdominais, diarréia18, uma sensação de vazio no estômago76 e náuseas77. Todos os quais desapareceram dentro de vinte e quatro horas após a administração da droga.

Relata-se um caso que o paciente recebeu superdosagem acidental de Sandostatin por infusão contínua (0,25 mg por hora durante quarenta e oito horas ao invés de 0,025 mg por hora). Este paciente não experimentou quaisquer efeitos colaterais58.

O controle da superdosagem é sintomático15.

Recomendação Para Armazenamento de Sandostatin

Para armazenamento prolongado, as ampolas e frascos multidose de Sandostatin devem ser mantidos a temperatura de 2 a 8o C. Para uso diário podem ser armazenados à temperatura ambiente por até 2 semanas.

Orientações da SANDOZ para o controle de pacientes durante  tratamento com Sandostatin com relação ao desenvolvimento de cálculos biliares.

1. Os pacientes devem se submeter a exame ultrassonográfico da vesícula biliar52 no período basal antes de iniciar Sandostatin.

2. Deve ser realizado exame ultrassonográfico periódico repetido da vesícula biliar52, preferencialmente a intervalos de 6 a 12 meses, durante todo o tratamento com Sandostatin.

3. Se os cálculos já estiverem presentes antes do início da terapia, o benefício potencial de Sandostatin deve ser pesado contra os riscos potenciais associados aos cálculos biliares. Não há qualquer evidência no momento de que Sandostatin afete adversamente o curso ou prognóstico78 de cálculos biliares pré-existentes.

4. O controle de pacientes que desenvolvem cálculos biliares em associação com Sandostatin:

I -    Cálculos biliares assintomáticos
Sandostatin pode ser interrompido ou continuado, dependendo da reavaliação da relação risco/benefício. De qualquer modo, nenhuma ação é necessária exceto continuar o controle, com freqüência aumentada se isto for considerado necessário.

II - Cálculos biliares sintomáticos
Sandostatin pode ser interrompido ou continuado, dependendo da reavaliação da relação risco/benefício. De qualquer forma, os cálculos biliares devem ser tratados como quaisquer outros cálculos biliares sintomáticos. Do ponto de vista clínico, isto inclui terapia combinada79 com ácidos biliares (por ex. ácido quenodeoxicólico 7,5 mg/kg por dia juntamente com     ácido usodeoxicólico 7,5 mg/kg por dia) associada com controle ultrassonográfico até que os cálculos tenham desaparecido completamente.


Venda sob prescrição médica

SANDOSTATIN - Laboratório

NOVARTIS
Av. Prof. Vicente Rao, 90 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
Fax: 55 (011) 532-7942
Site: http://www.novartis.com/

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Complementos

1 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
2 Sistema Endócrino: Sistema de glândulas que liberam sua secreção (hormônios) diretamente no sistema circulatório. Em adição às GLÂNDULAS ENDÓCRINAS, o SISTEMA CROMAFIM e os SISTEMAS NEUROSSECRETORES estão inclusos.
3 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
4 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
5 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
6 Gastrina: Hormônio que estimula a secreção de ácido gástrico no estômago. Secretada pelas células G no estômago e no duodeno. É também fundamental para o crescimento da mucosa gástrica e intestinal.
7 Dopamina: É um mediador químico presente nas glândulas suprarrenais, indispensável para a atividade normal do cérebro.
8 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
9 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
10 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
11 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
12 Artralgia: Dor em uma articulação.
13 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
14 Adenoma: Tumor do epitélio glandular de características benignas.
15 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
16 Embolização: Técnica que consiste em injetar, em uma artéria, material capaz de obstrui-la completamente.
17 Artéria Hepática: Ramo da artéria celíaca que se distribui para o estômago, pâncreas, duodeno, fígado, vesícula biliar e omento maior. Circulação Hepática;
18 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
19 Afecção: Qualquer alteração patológica do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
20 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
21 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
22 Cintilografia: Procedimento que permite assinalar num tecido ou órgão interno a presença de um radiofármaco e acompanhar seu percurso graças à emissão de radiações gama que fazem aparecer na tela uma série de pontos brilhantes (cintilação); também chamada de cintigrafia ou gamagrafia.
23 Tomografia computadorizada: Exame capaz de obter imagens em tons de cinza de “fatias” de partes do corpo ou de órgãos selecionados, as quais são geradas pelo processamento por um computador de uma sucessão de imagens de raios X de alta resolução em diversos segmentos sucessivos de partes do corpo ou de órgãos.
24 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
25 Metástases: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
26 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
27 Exantema: Alteração difusa da coloração cutânea, caracterizada por eritema, com elevação das camadas mais superficiais da pele (pápulas), vesículas, etc. Pode ser produzido por uma infecção geralmente viral (rubéola, varicela, sarampo), por alergias a medicamentos, etc.
28 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
29 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
30 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
31 Síndrome de Zollinger-Ellison: Doença caracterizada pelo aumento de produção de gastrina devido à presença de gastrinoma. O gastrinoma (tumor produtor de gastrina) está localizado na maioria das vezes no pâncreas. A hipersecreção de gastrina produz úlceras pépticas, má digestão, esofagite, duodenojejunite e/ou diarréia. Em 20% dos casos está relacionada com neoplasia endócrina múltipla tipo I (NEM I), que acompanha-se na maioria das vezes de hiperparatireiodismo (80%) e em alguns raros casos de insulinomas, glucagomas, VIPomas ou outros tumores.
32 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
33 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
34 Ácido Gástrico: Ácido clorídrico presente no SUCO GÁSTRICO.
35 Sintoma: Qualquer alteração da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. O sintoma é a queixa relatada pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
36 Acromegalia: Síndrome causada pelo aumento da secreção do hormônio de crescimento (GH e IGF-I) ,quando este aumento ocorre em idade adulta. Quando ocorre na adolescência chama-se gigantismo.
37 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
38 Imunodeficiência: Distúrbio do sistema imunológico que se caracteriza por um defeito congênito ou adquirido em um ou vários mecanismos que interferem na defesa normal de um indivíduo perante infecções ou doenças tumorais.
39 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
40 Fístula: Comunicação anormal entre dois órgãos ou duas seções de um mesmo órgão entre si ou com a superfície. Possui um conduto de paredes próprias.
41 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
42 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
43 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
44 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
45 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
46 Células Sanguíneas: Células encontradas no líquido corpóreo circulando por toda parte do SISTEMA CARDIOVASCULAR.
47 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
48 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
49 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
50 Laparotomia: Incisão cirúrgica da parede abdominal utilizada com fins exploratórios ou terapêuticos.
51 Campo visual: É toda a área que é visível com os olhos fixados em determinado ponto.
52 Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.
53 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
54 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
55 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
56 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
57 Neoplásicas: Que apresentam neoplasias, ou seja, que apresentam processo patológico que resulta no desenvolvimento de neoplasma ou tumor. Um neoplasma é uma neoformação de crescimento anormal, incontrolado e progressivo de tecido, mediante proliferação celular.
58 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
59 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
60 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
61 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
62 Espasmódica: 1.    Relativo a espasmo. 2.    Que provoca ou revela espasmos repetidos.
63 Laxante: Que laxa, afrouxa, dilata. Medicamento que trata da constipação intestinal; purgante, purgativo, solutivo.
64 Esteatorreia: Presença excessiva de gordura nas fezes, o que torna as fezes brilhantes.
65 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
66 Involuntária: 1.    Que se realiza sem intervenção da vontade ou que foge ao controle desta, automática, inconsciente, espontânea. 2.    Que se encontra em uma dada situação sem o desejar, forçada, obrigada.
67 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
68 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
69 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
70 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
71 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
72 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
73 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
74 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
75 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
76 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
77 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
78 Prognóstico: 1. Juízo médico, baseado no diagnóstico e nas possibilidades terapêuticas, em relação à duração, à evolução e ao termo de uma doença. Em medicina, predição do curso ou do resultado provável de uma doença; prognose. 2. Predição, presságio, profecia relativos a qualquer assunto. 3. Relativo a prognose. 4. Que traça o provável desenvolvimento futuro ou o resultado de um processo. 5. Que pode indicar acontecimentos futuros (diz-se de sinal, sintoma, indício, etc.). 6. No uso pejorativo, pernóstico, doutoral, professoral; prognóstico.
79 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
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