SYNTOCINON

NOVARTIS

Atualizado em 09/12/2014

Apresentação de Syntocinon

Embalagem com 50 ampolas de 1 ml.

USO ADULTO

Composição de Syntocinon

Cada ampola de 1 ml contém:
 Oxitocina1     5 U.I.
Componentes inativos: a solução da ampola de 1 ml contém 1,06 mg de acetato de sódio, 5 mg de clorobutanol, 5 mg de álcool, ácido acético para ajustar o pH4 e água para injeção2 para completar 1 ml.

Propriedades de Syntocinon

O princípio ativo de Syntocinon é um nonapeptídio sintético idêntico à oxitocina1, hormônio3 liberado pelo lobo posterior da hipófise4. Exerce efeito estimulador sobre a musculatura lisa do útero5, particularmente ao se aproximar a fase final da gravidez6, durante o trabalho de parto, após o parto e no puerpério7, ou seja, nos momentos em que o número de receptores específicos de oxitocina1 no miométrio8 está aumentado.Quando administrado por perfusão intravenosa em doses baixas, Syntocinon provoca contrações     uterinas rítmicas que não se podem distinguir em freqüência, intensidade e duração das observadas durante o parto espontâneo. Em doses de perfusão mais altas, ou administrado por injeção2 única, o fármaco9 é capaz de causar tetanias uterinas que se mantêm.
Além de seu efeito sobre o útero5, a oxitocina1 contrai as células10 mioepiteliais que circundam os        alvéolos11 mamários, ocasionando assim a ejeção de leite e facilitando a lactação12.
Sendo sintético, Syntocinon não contém vasopressina, porém mesmo em sua forma pura, a oxitocina1 possui alguma atividade antidiurética intríseca fraca do tipo da vasopressina.
Outro efeito farmacológico observado com altas doses de oxitocina1, particularmente quando se administra por injeção2 intravenosa rápida, consiste em um efeito relaxante temporário e direto sobre a musculatura vascular13 lisa, resultando em breve hipotensão14, rubor e taquicardia15 reflexa.

Farmacocinética de Syntocinon

Quando administrada por via intravenosa ou intramuscular para a prevenção ou tratamento da hemorragia16 pós-parto, Syntocinon age rapidamente, com um período de latência17 inferior a 1 minuto por injeção2 intravenosa, e de 2 a 4 minutos por via intramuscular. A reposta oxitócica mantém-se por 30 a 60 minutos após a administração intramuscular, podendo ser mais breve com a injeção2 intravenosa.
Quando se administra Syntocinon por perfusão intravenosa contínua em doses  adequados para a indução do parto ou estímulo das contrações, a resposta uterina se estabelece gradativamente e alcança um estado de equílibrio geralmente dentro de 20 a 40 minutos. Os níveis plasmáticos correspondentes de oxitocina1 são comparáveis aos medidos durante o primeiro estágio espontâneo do parto. Com a interrupção da perfusão, ou depois de uma redução substancial da velocidade de perfusão, como por exemplo no caso de um superestímulo, a atividade uterina diminui rapidamente, mas pode continuar em nível inferior adequado.
A facilidade relativa com que podem ser reguladas a velocidade e a força das concentrações uterinas através da perfusão intravenosa de Syntocinon, deve-se à curta meia-vida da oxitocina1. Os valores relatados por diversos pesquisadores osciliam entre 3 a 17 minutos. A união das proteinas18 plasmáticas é muito baixa. A excreção da oxitocina1 do plasma19 tem lugar principalmente pelo fígado20 e rins21. Menos de 1% da dose dada é excretado de forma inalterada na urina22. O volume aparente de distribuição é de 300 ml/kg aproximadamente no homem e a velocidade de depuração metabólica no homem e na mulher grávida, alcança aproximadamente 20 mg/kg por minuto. Não se sabe em que grau a oxitocina1 atravessa a placenta ou passa para o feto23 materno.

Indicações de Syntocinon

  Indução do parto por razões médicas, como por exemplo em casos de gestação prolongada,  ruptura prematura da bolsa, hipertensão24 induzida pela gravidez6 (pré-eclâmpsia25).  Estímulo das contrações em casos selecionados de inércia uterina.
Durante a operação cesárea depois da extração da criança.
Prevenção e tratamento da atonia uterina e hemorragia16 pós-parto.
 Tratamento da hemorragia16 puerperal, subinvolução uterina e loquiometria, como alternativa aos            alcalóides uterotônicos do ergot, em mulheres que devem evitar esses fármacos.
Syntocinon também pode estar indicado nos estágios iniciais da gravidez6 como terapia auxiliar     do aborto incompleto, inevitável, ou falho com feto23 morto.

Posologia e Administração de Syntocinon

Indução do parto ou estímulo das contrações:
Syntocinon deve ser administrado em forma de perfusão intravenosa gota26-a-gota26 ou, de preferência, por meio de uma bomba de perfusão de velocidade variável, Para a perfusão gota26-a-gota26 recomenda-se adicionar 5 U.I. de Syntocinon em 500 ml de solução salina fisiológica27. Para as pacientes em quem se deve evitar uma perfusão  de cloreto de sódio, pode-se utilizar solução de glicose28 a 5% como diluente (consulte "Precauções" ). A fim de garantir uma mistura uniforme da solução, a bolsa ou frasco deve ser voltado de cabeça29 para baixo várias vezes antes do uso.
A velocidade inicial de perfusão deverá ser regulada para 1 a 4 mU/min. (2 a 8 gotas/min.). Pode-se  acelerar gradativamente em intervalos não inferiores a 20 min., até estabelecer-se um padrão de      contrações análogo ao parto normal. Na gravidez6 quase a termo, isto pode ser freqüentemente obtido com uma velocidade de perfusão inferior a 10 mU/min. (20 gotas/min.), sendo a velocidade máxima recomendada de 20 mU/min. (40 gotas/min.). Nos raros casos em que se necessitem de doses mais elevadas, como pode acontecer no tratamento da morte fetal intra-uterina ou para a indução do parto em um estágio precoce da gravidez6, quando o útero5 é menos sensível à oxitocina1, aconselha-se utilizar uma solução mais concentrada de Syntocinon, por exemplo, 10 U.I. em 500 ml.
Quando se utiliza uma bomba de perfusão acionada por motor que libera volumes menores do que os administrados por perfusão gota26-a-gota26, deve-se calcular a concentração adequada para a perfusão dentro dos limites posológicos recomendados, de acordo com as especificações da bomba.
A frequência, intensidade e duração das contrações, assim como a frequência cardíaca fetal, devem ser cuidadosamente observadas durante a perfusão. Uma vez alcançado um nível adequado de atividade uterina, pode-se quase sempre reduzir a velocidade da perfusão. Em caso de hiperatividade uterina e/ou sofrimento fetal, a infusão deve ser imediatamente interrompida.
Se, em mulheres que estejam a termo, ou quase a termo, não forem estabelecidas contrações regulares após a perfusão de uma quantidade total de 5 U.I., recomenda-se cessar a indução do parto, podendo-se repetir no dia seguinte com uma velocidade inicial de 1 a 4 mU/min.
Nota:  A perfusão acidental perivenosa da oxitocina1 é inofensiva.
Operação cesárea: 5 U.I. por via intramural ou por injeção2 intravenosa lenta, imediatamente após a extração do feto23.
Prevenção da hemorragia16 uterina pós-parto: a dose usual é de 5 U.I., por injeção2 i.v. lenta ou de 5 a 10 U.I. i.m., após a expulsão da placenta. Nas pacientes a quem se administra Syntocinon para a indução do parto ou estímulo das contrações, pode-se-ia continuar a perfusão a uma velocidade acelerada durante o terceiro estágio do parto e durante mais algumas horas.
Tratamento da hemorragia16 uterina pós-parto: 5 U.I. por injenção i.v. lenta ou 5 a 10 U.I. i.m., seguida nos casos graves de perfusão intravenosa de uma solução com 5-20 U.I. de oxitocina1 em 500 ml de um diluente não hidratante, a uma velocidade necessária para controlar a atonia uterina.
Hemorragia16 puerperal, subinvolução uterina, loquiometria:  2 a 5 U.I. por injenção i.m., repetida segundo as necessidades de cada paciente.
Aborto incompleto, inevitável ou falho com feto23 morto:  5 U.I. por injeção2 i.v. lenta ou 5 a 10 U.I. i.m. seguida, se necessário, por uma perfusão intravenosa a uma velocidade de 20 a 40 mU/min. ou mais.

Contra-Indicações de Syntocinon

Hipersensibilidade ao fármaco9.Hipertonia30 das contrações uterinas, sofrimento fetal quando a expulsão não é eminente.
Qualquer estado em que, por razões fetais ou maternas, se desaconselha ou está contra-indicado o parto por via natural, ou seja, o parto vaginal; por exemplo, desproporção céfalo-pélvica31 significativa, má apresentação fetal; placenta prévia e vasos prévios, abrupção da placenta, apresentação ou prolapso32 do cordão umbilical33; distensão uterina excessiva ou diminuição da resistência do útero5 à ruptura, como por exemplo, em multíparas34, poli-hidrâmnios35,  grande multiparidade e na presença de cicatriz36 uterina resultante de intervenções cirúrgicas importantes, inclusive da operação cesárea clássica.
Syntocinon não deve ser usado por períodos prolongados em pacientes com inércia uterina resistentes à oxitocina1, toxemia37 pré-eclâmpsia25 grave ou transtornos cardiovasculares severos.

- Precauções
A indução do parto por meio da oxitocina1 somente deverá ser efetuada quando estiver estritamente indicada por razões médicas e não por conveniência. A administração deve ser feita somente em condições hospitalares e sob controle médico qualificado. Quando administrado para a indução e estímulo do parto, Syntocinon somente deve ser administrado como perfusão intravenosa gota26-a-gota26 e nunca por injeção2 rápida subcutânea38, intramuscular ou intravenosa. É importante uma vigilância prudente da freqüência cardíaca fetal e da motilidade uterina (freqüência, intensidade e duração das contrações) a fim de poder adaptar a dose à resposta individual.
Quando Syntocinon é administrado para a indução do parto ou estímulo das contrações, requer-se atenção particular em presença de desproporção céfalo-pélvica31 limite, de inércia uterina secundária, de graus leves ou moderados de hipertensão24 induzida por gravidez6 ou cardiopatias, assim como em pacientes com mais de 35 anos de idade ou com antecedentes de operação cesárea do segmento uterino inferior.
No caso de morte fetal intra-uterina e/ou em presença de mecônio39 no líquido amniótico40, deve-se evitar um trabalho de parto agitado, pois pode provocar embolia41 por líquido amniótico40.
Como a oxitocina1 possui uma leve atividade antidiurética, a sua administração intravenosa prolongada em doses altas, junto com grandes volumes de líquido, como pode ocorrer no tratamento do aborto inevitável ou falho com feto23 morto, ou no tratamento da hemorragia16 pós-parto, pode provocar intoxicação associada a hiponatremia42. A fim de evitar essa complicação rara, deverão ser observadas as seguintes precauções sempre que se administrar altas doses de oxitocina1 durante tempo prolongado: deve-se utilizar um diluente que contenha eletrólitos43 (não a glicose28); o volume do líquido perfundido deve ser mantido reduzido (perfundindo-se a oxitocina1 em uma concentração mais alta que a recomendada para a indução do parto ou o estímulo das contrações); a ingestão oral de líquidos deve ser restringida; deve-se manter um controle do equilíbrio de líquidos e se deve determinar os eletrólitos43 séricos quando se suspeita de um desequilíbrio eletrolítico.
Quando se administra Syntocinon para a prevenção ou tratamento da hemorragia16 uterina deve-se evitar uma injeção2 intravenosa rápida, já que pode prococar uma queda aguda, de curta duração, da pressão arterial44.

- Interações
As prostaglandinas45 podem potencializar o efeito uterotônico da oxitocina1 e vice-versa; portanto, sua administração concomitante requer um controle muito cuidadoso.
Alguns anestésicos por inalação, como por exemplo, o ciclopropano ou o halotano, podem acentuar o efeito hipotensor da oxiticina e reduzir sua ação oxitócica. Também se observou que seu uso simultâneo com a oxitocina1 pode causar distúrbios do ritmo cardiaco.
Quando administrada durante ou após a anestesia46 epidural47, a oxitocina1 pode potencializar o efeito pressor dos agentes vasoconstritores simpaticomiméticos.

Efeitos Secundários de Syntocinon

Quando se utiliza a oxitocina1 por perfusão i.v. para a indução do parto ou para o estímulo das        contrações, a sua administração em doses demasiado elevadas produz um superestímulo uterino que pode causar sofrimento fetal, asfixia48 e morte, ou pode conduzir a hipertonicidade, tetania49 ou ruptura uterinas.
Tem-se observado intoxicação aquosa associada à hiponatremia42 materna e neonatal em casos onde foram administradas altas doses de oxitocina1 junto com grandes quantidades de líquido isento de eletrólitos43, durante período de tempo prolongado ( consulte "Precauções" ).
A injeção2 intravenosa rápida de oxitocina1 em doses de algumas U.I. pode provocar uma hipotensão14 aguda de breve duração acompanhada de rubor e taquicardia15 reflexa. Com um outro modo de administração, a oxitocina1 pode ocasionalmente causar náuseas50, vômitos51 ou arritmias52 cardíacas. Em alguns casos, foram relatadas erupções cultâneas e reações anafilactóides associadas à dispnéia53, hipotensão14 ou choque54.

Superdosagem de Syntocinon

Os sintomas55 e as conseqüências da superdosagem  são os mencionados no item " Efeitos secundários ". Além disso,como conseqüência do superestímulo uterino, observou-se abrupção da placenta e/ou embolia41 do líquido amniótico40.
Tratamento:  quando se produzem sinais56 ou sintomas55 de superdosagem durante a administração i.v. contínua de Syntocinon, a perfusão deve ser interrompida imediatamente devendo-se administrar oxigênio à mãe. Em caso de intoxicação aquosa é necessário restringir a administração de líquidos, promover a diurese57, corrigir o desequilíbrio eletrolítico e controlar as convulsões que possam eventualmente ocorrer, mediante o uso judicioso de diazepam.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

SYNTOCINON - Laboratório

NOVARTIS
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São Paulo/SP - CEP: 04706-900
Tel: 55 (011) 532-7122
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Complementos

1 Oxitocina: Hormônio produzido pelo hipotálamo e armazenado na hipófise posterior (neuro-hipófise). Tem a função de promover as contrações uterinas durante o parto e a ejeção do leite durante a amamentação.
2 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
3 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
4 Hipófise:
5 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
6 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
7 Puerpério: Período que decorre desde o parto até que os órgãos genitais e o estado geral da mulher voltem às condições anteriores à gestação.
8 Miométrio: A capa de músculos lisos do útero, que forma a massa principal do órgão.
9 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
10 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
11 Alvéolos: Pequenas bolsas poliédricas localizadas ao longo das paredes dos sacos alveolares, ductos alveolares e bronquíolos terminais. A troca gasosa entre o ar alveolar e o sangue capilar pulmonar ocorre através das suas paredes. DF
12 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
13 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
14 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
15 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
16 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
17 Latência: 1. Estado, caráter daquilo que se acha latente, oculto. 2. Por extensão de sentido, é o período durante o qual algo se elabora, antes de assumir existência efetiva. 3. Em medicina, é o intervalo entre o começo de um estímulo e o início de uma reação associada a este estímulo; tempo de reação. 4. Em psicanálise, é o período (dos quatro ou cinco anos até o início da adolescência) durante o qual o interesse sexual é sublimado; período de latência.
18 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
19 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
20 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
21 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
22 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
23 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
24 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
25 Pré-eclâmpsia: É caracterizada por hipertensão, edema (retenção de líquidos) e proteinúria (presença de proteína na urina). Manifesta-se na segunda metade da gravidez (após a 20a semana de gestação) e pode evoluir para convulsão e coma, mas essas condições melhoram com a saída do feto e da placenta. No meio médico, o termo usado é Moléstia Hipertensiva Específica da Gravidez. É a principal causa de morte materna no Brasil atualmente.
26 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
27 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
28 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
29 Cabeça:
30 Hipertonia: 1. Em biologia, é a característica de uma solução que apresenta maior concentração de solutos do que outra. 2. Em medicina, é a tensão excessiva em músculos, artérias ou outros tecidos orgânicos.
31 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
32 Prolapso: Deslocamento de um órgão ou parte dele de sua localização ou aspecto normal. P.ex. prolapso da válvula mitral, prolapso uterino, etc.
33 Cordão Umbilical: Estrutura flexível semelhante a corda, que conecta um FETO em desenvolvimento à PLACENTA, em mamíferos. O cordão contém vasos sanguíneos que transportam oxigênio e nutrientes da mãe ao feto e resíduos para longe do feto.
34 Multíparas: Mulheres que já tiveram mais de um parto.
35 Hidrâmnios: Também conhecido como polihidrâmnios é o nome técnico para o excesso de líquido amniótico no útero durante a gestação.
36 Cicatriz: Formação de um novo tecido durante o processo de cicatrização de um ferimento.
37 Toxemia: Intoxicação resultante do acúmulo excessivo de toxinas endógenas ou exógenas no sangue, em virtude de insuficiência relativa ou absoluta dos órgãos excretores (rins, fígado, etc.).
38 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
39 Mecônio: Material mucilaginoso (espesso, de cor variando entre verde e preto) encontrado nos intestinos de fetos à termo. Constituído por secreções de glândulas intestinais, PIGMENTOS BILIARES, ÁCIDOS GRAXOS, LÍQUIDO AMNIÓTICO e fragmentos intra-uterinos. O mecônio constitui as primeiras evacuações feitas pelo recém-nascido.
40 Líquido amniótico: Fluido viscoso, incolor ou levemente esbranquiçado, que preenche a bolsa amniótica e envolve o embrião durante toda a gestação, protegendo-o contra infecções e choques mecânicos e térmicos.
41 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
42 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
43 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
44 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
45 Prostaglandinas: É qualquer uma das várias moléculas estruturalmente relacionadas, lipossolúveis, derivadas do ácido araquidônico. Ela tem função reguladora de diversas vias metabólicas.
46 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
47 Epidural: Mesmo que peridural. Localizado entre a dura-máter e a vértebra (diz-se do espaço do canal raquidiano). Na anatomia geral e na anestesiologia, é o que se localiza ou que se faz em torno da dura-máter.
48 Asfixia: 1. Dificuldade ou impossibilidade de respirar, que pode levar à anóxia. Ela pode ser causada por estrangulamento, afogamento, inalação de gases tóxicos, obstruções mecânicas ou infecciosas das vias aéreas superiores, etc. 2. No sentido figurado, significa sujeição à tirania; opressão e/ou cobrança de posições morais ou sociais que dão origem à privação de certas liberdades.
49 Tetania: Espasmos e contraturas dos músculos das mãos e pés, e menos freqüentemente dos músculos da face, da laringe (cordas vocais) e da coluna vertebral. Inicialmente, são indolores; mas tendem a tornar-se cada vez mais dolorosos. É um sintoma de alterações bioquímicas do corpo humano e não deve ser confundida com o tétano, que é uma infecção. A causa mais comum é a hipocalcemia (nível baixo de cálcio no sangue). Outras causas incluem hipocalemia (nível baixo de potássio no sangue), hiperpnéia (frequência respiratória anormalmente profunda e rápida, levando a baixos níveis de dióxido de carbono), ou mais raramente de hipoparatiroidismo (atividade diminuída das glândulas paratiróides). Recentemente, considera-se que a hipomagnesemia (nível baixo de magnésio no sangue) é também um dos fatores causais desta situação clínica.
50 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
51 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
52 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
53 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
54 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
55 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
56 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
57 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.

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