PREMARIN MPA

WYETH

Atualizado em 09/12/2014

Composição de Premarin Mpa

Premarin MPA 28/2,5: drágeas1 contendo 0,625 mgde estrogênios conjugados e comprimidos contendo 2,5 mg de acetato de medroxiprogesterona. Premarin MPA 28/5: drágeas1 contendo 0,625 mg de estrogênios conjugados e comprimidos contendo 5 mg de acetato de medroxiprogesterona. Premarin MPA 14/5: drágeas1 contendo 0,625 mg de estrogênios conjugados e comprimidos contendo 5 mg de acetato de medroxiprogesterona. Premarin MPA 14/10: drágeas1 contendo 0,625 mg de estrogênios conjugados e comprimidos contendo 10 mg de acetato de medroxiprogesterona.

Posologia e Administração de Premarin Mpa

deve-se utilizar a menor dose que controle os sintomas2. A administração pode ser iniciada a qualquer momento se a paciente apresenta amenorréia3 de dois meses ou mais. Se a paciente ainda menstrua, a administração deve ser iniciada no quinto dia do ciclo menstrual. Uma vez que os progestogênios são administrados para proteção contra as alterações hiperplásicas do endométrio4, pacientes histerectomizadas não necessitam de progestágenos. Recomenda-se, a critério médico as seguintes doses: Premarin MPA 28/2,5 ou 28/5: Premarin 0,625 mg diariamente e MPA (2,5 mg ou 5 mg), diariamente. Premarin MPA 14/5 ou 14/10: Premarin 0,625 mg diariamente, por 28 dias. Um comprimido de MPA (5 mg ou 10 mg) diariamente do 15 ou 28 dias de terapia com Premarin. Geralmente ocorre sangramento de privação entre o terceiro e setimo dias após o último comprimido de MPA em cada ciclo. Superdosagem: não foram relatados efeitos adversos graves após a ingestão por crianças de altas doses de contraceptivos orais contendo estrogênios. A superdosagem pode causar náuseas5 e pode ocorrer sangramento por supressão. É razoável assumir que os procedimentos gerais de lavagem gástrica6 e tratamento geral de suporte devam ser empregados.

Precauções de Premarin Mpa

deve-se proceder a exame fisico e história clínica completos antes de prescrever Premarin MPA. Antes do tratamento e periodicamente, deve ser dedicada atenção especial à pressão arterial7, mamas8, abdômen e órgãos pélvicos9, incluindo esfregaços de Papanicolaou. As pacientes com útero10 intacto devem ser examinadas periodicamente quanto a indícios de hiperplasia11 ou câncer12 endometrial. Algumas pacientes podem desenvolver manifestações indesejáveis pela estimulação estrogênica excessiva, tais como, hemorragia13 uterina anormal ou excessiva, mastodinia14, etc. Deve-se adotar medidas diagnósticas apropriadas, incluindo biópsia15 endometrial, para excluir a possibilidade de doença maligna no caso de hemorragia13 genital anormal recorrente. Sob o uso de estrogênios, leiomiomas uterinos podem aumentar de tamanho. Não há evidência de que os estrogênios sejam efetivos nos sintomas2 nervosos ou na depressão não associada a sintomas2 vasomotores. Os estrogênios não devem ser usados no tratamento dessas condições. Se possível, o estrogênio deve ser interrompido pelo menos quatro semanas antes de cirurgias associadas a risco aumentado de tromboembolismo16, ou durante períodos de imobilização prolongada. Uma vez que os componentes de Premarin MPA podem causar algum grau de retenção hídrica, condições que possam ser adversamente influenciadas por este efeito, como asma17, epilepsia18, enxaqueca19, disfunção cardíaca ou renal20, requerem cuidadosa observação. Os estrogênios e os progestogênios podem ser deficientemente metabolizados em pacientes com disfunção hepática21. Portanto, devem ser administrados com cautela em tais pacientes. Um decréscimo na tolerância à glicose22 foi observado numa pequena percentagem de pacientes em terapia combinada23 de estrogênios-progestogênios. O mecanismo desse decréscimo ainda não é totalmente conhecido. Por esta razão, pacientes diabéticas devem ser cuidadosamente monitorizadas enquanto receberem terapia com progestogênios. O uso prolongado de estrogênios pode alterar o metabolismo24 do cálcio e do fósforo. Os estrogênios devem ser usados com cautela em pacientes com doenças ósseas metabólicas. Premarin MPA não é um contraceptivo e não deve ser usado como tal. Mulheres com potencial para engravidar devem ser aconselhadas para uso de métodos contraceptivos não hormonais. Tem sido descrito que os estrogênios aumentam o risco de carcinoma25 endometrial. Esse risco parece depender tanto da dose quanto da duração do tratamento. Quando um tratamento prolongado for indicado, a paciente deverá ser reavaliada pelo menos a cada seis meses. Não existem evidências que os estrogênios naturais sejam mais ou menos perigosos que os sintéticos, em doses equivalentes. Um maior risco de litíase26 biliar tem sido descrito em mulheres menopausadas que recebem estrogênios. Existem vários efeitos colaterais27 sérios com o uso de contraceptivos orais, muitos dos quais, até o momento, não foram documentados como conseqüentes à estrogenioterapia pós-menopausa28. Isto pode ser devido às doses de estrogênios comparativamente menores que são utilizadas nas mulheres pós-menopausadas. Em um amplo estudo prospectivo29 em homens, grandes doses de estrogênio (5 mg de estrogênios conjugados por dia), comparáveis àquelas utilizadas no tratamento do câncer12 de próstata30 e de mama31, aumentaram o risco de infarto do miocárdio32 não fatal, embolia33 pulmonar e tromboflebite34. Esses resultados não podem, necessariamente, ser extrapolados para mulheres. Entretanto, para evitar o risco teórico causado por altas doses de estrogênios, as doses na estrogenioterapia de reposição não devem exceder a menor dose efetiva. Amplos estudos prospectivos em mulheres mostraram que baixas doses em mulheres, como as usadas na terapia de reposição estrogênica, não produziram efeitos semelhantes, e tem, pelo contrário, diminuído o risco de doença coronariana35 nessas pacientes. Mulheres em uso de contraceptivos orais podem eventualmente apresentar aumento da pressão arterial7, que retorna ao normal com a interrupção de medicação. Não existem evidências que isto possa ocorrer com o uso de estrogênios na menopausa28; entretanto a pressão arterial7 deve ser monitorada. A medicação deve ser interrompida e exames devem ser realizados caso ocorra perda repentina da visão36 (parcial ou completa) ou de começar a ocorrer proptose, diplopia37 ou enxaqueca19. Se os exames revelarem papiledema ou lesões38 vasculares39 retinianas, a medicação deve ser interrompida. - Uso durante a gravidez40: os estrogênios e progestogênios não devem ser usados durante a gravidez40. O tratamento estrogênico durante a gravidez40 está associado a risco aumentado de malformações41 congênitas42 nos órgãos reprodutores de fetos masculinos e femininos e risco aumentado de adenose vaginal, displasia43 cervical e câncer12 vaginal na mulher. Não há indicação de tratamento estrogênico durante a gravidez40. Os estrogênios são inefetivos na prevenção ou tratamento de ameaça de abortamento44. Progestogênios têm sido usados, no primeiro trimestre da gravidez40, na tentativa de prevenir abortamento44 habitual ou para tratamento de abortamento44. Não existem evidências adequadas que essa medida seja eficaz e existem evidências de risco potencial para o feto45 quando essas drogas são administradas durante os primeiros quatro meses da gravidez40. Por outro lado, na grande maioria das mulheres, a principal causa de abortamento44 é um ovo46 defeituoso, não sendo esperado que os progestogênios possam influir nessa situação. Além disso, por suas propriedades relaxantes uterinas, o uso de progestogênios em pacientes com ovos fertilizados defeituosos podem retardar um abortamento44 espontâneo. Assim, o uso dessas drogas durante os primeiros meses da gravidez40 não é recomendado. Vários estudos sugerem uma associação entre a exposição intra-uterina a agentes progestogênios no primeiro trimestre da gravidez40 e malformações41 genitais em fetos masculinos e femininos. O risco de hipospadia47, que é de aproximadamente 5 a 8 em 1000 recém-nascidos homens na população geral, pode ser duplicado pela exposição aos progestogênios. Os dados disponíveis são insuficientes para avaliar o risco dos fetos femininos expostos. Entretanto, considerando que algumas dessas drogas podem produzir algum grau de virilização da genitália48 externa em fetos femininos e devido à maior associação de hipospadias em fetos masculinos, e aconselhável evitar o uso dessas drogas durante o primeiro trimestre de gestação. Se a pacientes for exposta ao MPA (acetato de medroxiprogesterona) durante os primeiros quatro meses da gestação, ou se engravidar enquanto usando este produto, deverá ser notificada dos riscos potenciais para o feto45. Não existem evidências conclusivas de que os estrogênios aumentem o risco de câncer12 de mama31 em mulheres menopausadas. Alguns estudos relataram um aumento do risco de câncer12 de mama31 com o uso prolongado de estrogênio. Entretanto, a maioria dos estudos não confirma essa correlação. Mulheres recebendo terapia estrogênica devem ser submetidas a exame das mamas8 regularmente e, devidamente instruídas para procederem auto-exame das mamas8 nos intervalos entre as consultas. Uso durante a lactação49: não está estabelecido se Premarin MPA é excretado no leite materno. Como muitas drogas são excretadas no leite materno e devido ao potencial de reações adversas graves em lactentes50 devidas ao estrogênio, a decisão de interromper a amamentação51 ou o tratamento deve ser feita levando-se em consideração a importância do medicamento para a mãe e o risco potencial para a criança. Quantidades detectáveis de progestogênios têm sido identificadas no leite de nutrizes52 que recebem essa droga. O efeito sobre a criança não está estabelecido. Interações medicamentosas: a rifampicina comprovadamente diminui a atividade dos estrogênios quando administrada concomitantemente. Este efeito tem sido atribuído ao aumento da metabolização do estrogênio, provavelmente por indução de enzimas microssomiais hepáticas53. O uso concomitante de progestogênios e bromocriptina não é recomendado, uma vez que os progestogênios podem causar amenorréia3 e/ou galactorréia54, interferindo com os efeitos da bromocriptina. As seguintes interações medicamentosas foram relatadas quando em emprego simultâneo com contraceptivos orais, podendo ocorrer durante o uso isolado de estrogênios: interferência na eficácia de alguns agentes anti-hipertensivos, anticoagulantes55 orais, anticonvulsivantes e hipoglicemiantes56; alteração na eficácia de outras drogas, tais como, teofilina, fenotiazidas, corticosteróides, antagonistas beta-adrenérgicos57, antidepressivos tricíclicos, cafeína e ciclosporina, seja por potencialização/aumento dos efeitos farmacológicos ou pela diminuição dos mesmos; interferência no metabolismo24 oxidativo do diazepan e clordiazepóxido, provocando acumulação plasmática dos mesmos. Pacientes utilizando tais drogas ou em tratamento prolongado com benzodiazepínicos devem ser monitorizados quanto à possível diminuição dos efeitos das mesmas ou intensificação dos efeitos sedativos. Os efeitos benzodiazepínicos no metabolismo24 de contraceptivos orais ainda não foram determinados.

Reações Adversas de Premarin Mpa

as reações adversas mais sérias associadas ao uso de estrogênios e progestogênios foram relatadas no item Precauções. As seguintes reações adversas têm sido relatadas com a terapia estrogênica ou progestogênios, incluindo contraceptivos orais, mas não necessariamente com Premarin MPA: sistema geniturinário: sangramento intermenstrual, spotting, alterações do fluxo menstrual, dismenorréia58, amenorréia3, síndrome59 semelhante a pré-menstrual; aumento do tamanho de fibromas uterinos, candidíase60 vaginal; alterações de erosões cervicais e no grau de secreção cervical; síndrome59 semelhante a cistite61. Mamas8: hipersensibilidade, aumento, secreção. Gastrintestinal: náusea62, vômito63; cólicas64 abdominais, distensão abdominal; icterícia65 colestática. Reações de hipersensibilidade: reações anafiláticas66 e anafilactóides, urticária67 (alérgica) com ou sem prurido68. Pele69: cloasma70 ou melasma71 que podem persistir quando a droga e descontinuada; eritema multiforme72; eritema nodoso73; erupção74 hemorrágica75; alopecia76; hirsutismo77. Olhos78: alteração na curvatura da córnea79; intolerância a lentes de contato. Sistema nervoso central80: cefaléia81, enxaqueca19, tonturas82; depressão; coréia. Outras: aumento ou perda de peso; piora da porfiria83; edema84; alterações da libido85; pirexia86; fadiga87; dores lombares; aumento da pressão arterial7 em indivíduos susceptíveis. Uma associação estatisticamente significante foi demonstrada entre o uso combinado de estrogênios e progestogênios e as seguintes reações adversas sérias: tromboflebite34; embolia33 pulmonar; trombose88 cerebral e embolia33. Por esta razão, as pacientes em terapia com progestogênios devem ser cuidadosamente observadas. Apesar das evidências disponíveis sugerirem uma associação, esta não foi confirmada nem reputada para as seguintes reações adversas sérias: lesões38 neuro-oculares, por exemplo, trombose88 retiniana e neurite89 óptica. Interações com testes laboratoriais: medicamentos contendo estrogênios e progestogênios podem interferir nos resultados de alguns testes laboratoriais. São exemplos: aumento da retenção de sulfobromoftaleína e outros testes de função hepática21. Aumento dos valores e protrombina90 e dos fatores VII, VIII, IX e X; diminuição de antitrombina III; aumento da agregabilidade plaquetária induzida pela norepinefrina. Aumento da globulina91 carreadora da tiroxina (TBG), causando aumento da tiroxina total circulante; diminuição da retenção de T3 livre, refletindo TBG elevada. A concentração de T4 livre mantem-se inalterada. Diminuição do teste de tolerância à glicose22. Diminuição da excreção de pregnanediol. Redução da resposta ao teste da metirapona. Redução da concentração sérica de folatos. Aumento da concentração sérica de triglicérides92 e fosfolípides. Os resultados obtidos nestes testes devem ser considerados definitivos até que se tenha suspendido o emprego do estrogênio por um a dois meses. Os testes com resultados anormais devem ser repetidos.

Contra-Indicações de Premarin Mpa

câncer12 de mama31 ou dos órgãos genitais, diagnosticado ou suspeito. Neoplasia93 estrógeno94-dependente, diagnosticada ou suspeita. Gravidez40 diagnosticada ou suspeita. Sangramento genital anormal de causa indeterminada. História ou presença de tromboflebite34 ou distúrbios tromboembólicos ou apoplexia95 cerebral. Abortamento44 retido. Doença ou disfunção hepática21. Hipersensibilidade aos componentes do medicamento.

Indicações de Premarin Mpa

tratamento de: sintomas2 vasomotores moderados a intensos, associados com o climatério96. Osteoporose97 (perda de massa óssea). Os estrogênios e o cálcio são os principais suportes do tratamento e prevenção da osteoporose97; exercícios e dieta adequada podem ser medidas terapêuticas adicionais. A terapia de reposição estrogênica é a mais eficaz modalidade de terapia para a prevenção da osteoporose97 em mulheres. Os estrogênios reduzem a reabsorção óssea e retardam ou impedem a perda de massa óssea pós-menopausa28. Estudos controlados têm mostrado uma redução de aproximadamente 60% nas fraturas de quadril e punho em mulheres, quando a reposição estrogênica foi iniciada nos primeiros anos da menopausa28. Estudos também sugerem que os estrogênios reduzem a taxa de fraturas de vértebras. Mesmo quando iniciados seis anos após a menopausa28, os estrogênios previnem a perda de massa óssea futura, porém não restabelecem aos níveis pré-menopausa28. Vaginite98 atrófica99. Uretrite100 atrófica99. Hipoestrogenismo devido a hipogonadismo, castração101 ou insuficiência102 ovariana primária. Efeitos no metabolismo24 lipídico: a administração oral de estrogênios a mulheres pós-menopausadas aumenta os níveis de lipoproteína de alta densidade (HDL103-colesterol104) e diminui lipoproteína de baixa densidade (LDL105-colesterol104). Isto melhora o perfil lipídico106 e é reconhecido como um fator responsável pelos efeitos benéficos dos estrogênios sobre o risco de doença coronariana35 na mulher pós-menopausada. Uma possível atenuação deste efeito pode ocorrer com a adição de um progestogênio.

Apresentação de Premarin Mpa

Premarin MPA 28/2,5: cartucho com 28 drágeas1 mais 28 comprimidos. Premarin MPA 28/5: cartucho com 28 drágeas1 mais 28 comprimidos. Premarin MPA 14/5: cartucho com 28 drágeas1 mais 14 comprimidos. Premarin MPA 14/10: cartucho com 28 drágeas1 mais 14 comprimidos.


PREMARIN MPA - Laboratório

WYETH
Rua Alexandre Dumas, 2200
São Paulo/SP - CEP: 04717-004
Tel: 55 (011) 5180-0040
Fax: 55 (011)5181-9013

Ver outros medicamentos do laboratório "WYETH"

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Drágeas: Comprimidos ou pílulas contendo preparado farmacêutico.
2 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
3 Amenorréia: É a ausência de menstruação pelo período equivalente a 3 ciclos menstruais ou 6 meses (o que ocorrer primeiro). Para períodos inferiores, utiliza-se o termo atraso menstrual.
4 Endométrio: Membrana mucosa que reveste a cavidade uterina (responsável hormonalmente) durante o CICLO MENSTRUAL e GRAVIDEZ. O endométrio sofre transformações cíclicas que caracterizam a MENSTRUAÇÃO. Após FERTILIZAÇÃO bem sucedida, serve para sustentar o desenvolvimento do embrião.
5 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
6 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
7 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
8 Mamas: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
9 Pélvicos: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
10 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
11 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
12 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
13 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
14 Mastodinia: Dor nas mamas que precede a menstruação.
15 Biópsia: 1. Retirada de material celular ou de um fragmento de tecido de um ser vivo para determinação de um diagnóstico. 2. Exame histológico e histoquímico. 3. Por metonímia, é o próprio material retirado para exame.
16 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
17 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
18 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
19 Enxaqueca: Sinônimo de migrânea. É a cefaléia cuja prevalência varia de 10 a 20% da população. Ocorre principalmente em mulheres com uma proporção homem:mulher de 1:2-3. As razões para esta preponderância feminina ainda não estão bem entendidas, mas suspeita-se de alguma relação com o hormônio feminino. Resulta da pressão exercida por vasos sangüíneos dilatados no tecido nervoso cerebral subjacente. O tratamento da enxaqueca envolve normalmente drogas vaso-constritoras para aliviar esta pressão. No entanto, esta medicamentação pode causar efeitos secundários no sistema circulatório e é desaconselhada a pessoas com problemas cardiológicos.
20 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
21 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
22 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
23 Terapia combinada: Uso de medicações diferentes ao mesmo tempo (agentes hipoglicemiantes orais ou um agente hipoglicemiante oral e insulina, por exemplo) para administrar os níveis de glicose sangüínea em pessoas com diabetes tipo 2.
24 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
25 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
26 Litíase: Estado caracterizado pela formação de cálculos em diferentes regiões do organismo. A composição destes cálculos e os sintomas que provocam variam de acordo com sua localização no organismo (vesícula biliar, ureter, etc.).
27 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
28 Menopausa: Estado fisiológico caracterizado pela interrupção dos ciclos menstruais normais, acompanhada de alterações hormonais em mulheres após os 45 anos.
29 Prospectivo: 1. Relativo ao futuro. 2. Suposto, possível; esperado. 3. Relativo à preparação e/ou à previsão do futuro quanto à economia, à tecnologia, ao plano social etc. 4. Em geologia, é relativo à prospecção.
30 Próstata: Glândula que (nos machos) circunda o colo da BEXIGA e da URETRA. Secreta uma substância que liquefaz o sêmem coagulado. Está situada na cavidade pélvica (atrás da parte inferior da SÍNFISE PÚBICA, acima da camada profunda do ligamento triangular) e está assentada sobre o RETO.
31 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
32 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
33 Embolia: Impactação de uma substância sólida (trombo, colesterol, vegetação, inóculo bacteriano), líquida ou gasosa (embolia gasosa) em uma região do circuito arterial com a conseqüente obstrução do fluxo e isquemia.
34 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
35 Doença coronariana: Doença do coração causada por estreitamento das artérias que fornecem sangue ao coração. Se o fluxo é cortado, o resultado é um ataque cardíaco.
36 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
37 Diplopia: Visão dupla.
38 Lesões: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
39 Vasculares: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
40 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
41 Malformações: 1. Defeito na forma ou na formação; anomalia, aberração, deformação. 2. Em patologia, é vício de conformação de uma parte do corpo, de origem congênita ou hereditária, geralmente curável por cirurgia. Ela é diferente da deformação (que é adquirida) e da monstruosidade (que é incurável).
42 Congênitas: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
43 Displasia: Desenvolvimento ou crescimento anormal de um tecido ou órgão.
44 Abortamento: Interrupção precoce da gravidez, espontânea ou induzida, seguida pela expulsão do produto gestacional pelo canal vaginal (Aborto). Pode ser precedido por perdas sangüíneas através da vagina.
45 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
46 Ovo: 1. Célula germinativa feminina (haploide e madura) expelida pelo OVÁRIO durante a OVULAÇÃO. 2. Em alguns animais, como aves, répteis e peixes, é a estrutura expelida do corpo da mãe, que consiste no óvulo fecundado, com as reservas alimentares e os envoltórios protetores.
47 Hipospádia: Deformação congênita das vias urinárias, na qual a abertura da uretra se encontra na face inferior ou ventral do pênis ou, na mulher, dentro da vagina.
48 Genitália: Órgãos externos e internos relacionados com a reprodução. Sinônimos: Órgãos Sexuais Acessórios; Órgãos Genitais; Órgãos Acessórios Sexuais
49 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
50 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
51 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
52 Nutrizes: Mulheres que amamentam; amas de leite; que alimentam.
53 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
54 Galactorréia: Secreção mamária anormal de leite fora do período de amamentação. Pode ser produzida por distúrbios hormonais ou pela ação de medicamentos.
55 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
56 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
57 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
58 Dismenorréia: Dor associada à menstruação. Em uma porcentagem importante de mulheres é um sintoma normal. Em alguns casos está associada a doenças ginecológicas (endometriose, etc.).
59 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
60 Candidíase: É o nome da infecção produzida pela Candida albicans, um fungo que produz doença em mucosas, na pele ou em órgãos profundos (candidíase sistêmica).As infecções profundas podem ser mais freqüentes em pessoas com deficiência no sistema imunológico (pacientes com câncer, SIDA, etc.).
61 Cistite: Inflamação ou infecção da bexiga. É uma das infecções mais freqüentes em mulheres, e manifesta-se por ardor ao urinar, urina escura ou com traços de sangue, aumento na freqüência miccional, etc.
62 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
63 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
64 Cólicas: Dor aguda, produzida pela dilatação ou contração de uma víscera oca (intestino, vesícula biliar, ureter, etc.). Pode ser de início súbito, com exacerbações e períodos de melhora parcial ou total, nos quais o paciente pode estar sentindo-se bem ou apresentar dor leve.
65 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
66 Reações anafiláticas: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
67 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
68 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
69 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
70 Cloasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o seu surgimento. O cloasma gravídico pode desaparecer espontaneamente após a gravidez, não exigindo, às vezes, nenhum tipo de tratamento.
71 Melasma: Manchas escuras na face. O seu surgimento está relacionado à gravidez ou ao uso de anticoncepcionais hormonais (pílula) e tem como fator desencadeante a exposição da pele ao sol. Quando estas manchas ocorrem durante a gravidez, recebem a denominação de cloasma gravídico. Além dos fatores hormonais e da exposição solar, a tendência genética e características raciais também influenciam o surgimento do melasma.
72 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
73 Eritema nodoso: Erupção eritematosa comumente associada a reações a medicamentos ou infecções e caracterizada por nódulos inflamatórios que são geralmente dolorosos, múltiplos e bilaterais. Esses nódulos são localizados predominantemente nas pernas, podendo também estar nas coxas e antebraços. Eles sofrem alterações de coloração características terminando em áreas tipo equimose temporárias. Regride em 3 a 6 semanas, em média, sem cicatriz ou atrofia.
74 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
75 Hemorrágica: Relativo à hemorragia, ou seja, ao escoamento de sangue para fora dos vasos sanguíneos.
76 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
77 Hirsutismo: Presença de pêlos terminais (mais grossos e escuros) na mulher, em áreas anatômicas características de distribuição masculina, como acima dos lábios, no mento, em torno dos mamilos e ao longo da linha alba no abdome inferior. Pode manifestar-se como queixa isolada ou como parte de um quadro clínico mais amplo, acompanhado de outros sinais de hiperandrogenismo (acne, seborréia, alopécia), virilização (hipertrofia do clitóris, aumento da massa muscular, modificação do tom de voz), distúrbios menstruais e/ou infertilidade.
78 Olhos:
79 Córnea: Membrana fibrosa e transparente presa à esclera, constituindo a parte anterior do olho.
80 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
81 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
82 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
83 Porfiria: Constituem um grupo de pelo menos oito doenças genéticas distintas, além de formas adquiridas, decorrentes de deficiências enzimáticas específicas na via de biossíntese do heme, que levam à superprodução e acumulação de precursores metabólicos, para cada qual correspondendo um tipo particular de porfiria. Fatores ambientais, tais como: medicamentos, álcool, hormônios, dieta, estresse, exposição solar e outros desempenham um papel importante no desencadeamento e curso destas doenças.
84 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
85 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
86 Pirexia: Sinônimo de febre. É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
87 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
88 Trombose: Formação de trombos no interior de um vaso sanguíneo. Pode ser venosa ou arterial e produz diferentes sintomas segundo os territórios afetados. A trombose de uma artéria coronariana pode produzir um infarto do miocárdio.
89 Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia, déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
90 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
91 Globulina: Qualquer uma das várias proteínas globulares pouco hidrossolúveis de uma mesma família que inclui os anticorpos e as proteínas envolvidas no transporte de lipídios pelo plasma.
92 Triglicérides: A principal maneira de armazenar os lipídeos no tecido adiposo é sob a forma de triglicérides. São também os tipos de lipídeos mais abundantes na alimentação. Podem ser definidos como compostos formados pela união de três ácidos graxos com glicerol. Os triglicérides sólidos em temperatura ambiente são conhecidos como gorduras, enquanto os líquidos são os óleos. As gorduras geralmente possuem uma alta proporção de ácidos graxos saturados de cadeia longa, já os óleos normalmente contêm mais ácidos graxos insaturados de cadeia curta.
93 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
94 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
95 Apoplexia: Afecção cerebral que surge inesperadamente, acompanhada de privação do uso dos sentidos e/ou suspensão do movimento; por outras palavras, serve de designação genérica das afecções produzidas pela formação rápida de um derrame sangüíneo ou acidente oclusivo no interior de um órgão. Os sintomas e sinais podem variar desde uma simples cefaléia até um quadro mais grave. O termo está atualmente em desuso, devendo ser substituído por acidente vascular cerebral.
96 Climatério: Conjunto de mudanças adaptativas que são produzidas na mulher como conseqüência do declínio da função ovariana na menopausa. Consiste em aumento de peso, “calores” freqüentes, alterações da distribuição dos pêlos corporais, dispareunia.
97 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
98 Vaginite: Inflamação da mucosa que recobre a vagina. Em geral é devido a uma infecção bacteriana ou micótica. Manifesta-se por ardor, dor espontânea ou durante o coito (dispareunia) e secreção mucosa ou purulenta pela mesma.
99 Atrófica: Relativa à atrofia, atrofiada. Que atrofia; que mingua, atrofiador, atrofiante. Que se torna mais debilitada e menos intensa.
100 Uretrite: Inflamação da uretra de causa geralmente infecciosa. Manifesta-se por ardor ao urinar e secreção amarelada drenada pela mesma. Em mulheres esta secreção pode não ser evidente.
101 Castração: Anulação da função ovariana ou testicular através da extirpação destes órgãos ou por inibição farmacológica.
102 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
103 HDL: Abreviatura utilizada para denominar um tipo de proteína encarregada de transportar o colesterol sanguíneo, que se relaciona com menor risco cardiovascular. Também é conhecido como “Bom Colesterol”. Seus valores normais são de 35-50mg/dl.
104 Colesterol: Tipo de gordura produzida pelo fígado e encontrada no sangue, músculos, fígado e outros tecidos. O colesterol é usado pelo corpo para a produção de hormônios esteróides (testosterona, estrógeno, cortisol e progesterona). O excesso de colesterol pode causar depósito de gordura nos vasos sangüíneos. Seus componentes são: HDL-Colesterol: tem efeito protetor para as artérias, é considerado o bom colesterol. LDL-Colesterol: relacionado às doenças cardiovasculares, é o mau colesterol. VLDL-Colesterol: representa os triglicérides (um quinto destes).
105 LDL: Lipoproteína de baixa densidade, encarregada de transportar colesterol através do sangue. Devido à sua tendência em depositar o colesterol nas paredes arteriais e a produzir aterosclerose, tem sido denominada “mau colesterol“.
106 Perfil lipídico: Exame laboratorial que mede colesterol total, triglicérides, HDL. O LDL é calculado por estes resultados. O perfil lipídico é uma das medidas de risco para as doenças cardiovasculares.

Tem alguma dúvida sobre PREMARIN MPA?

Pergunte diretamente a um especialista

Sua pergunta será enviada aos especialistas do CatalogoMed, veja as dúvidas já respondidas.