CARBAMAZEPINA

Billi Farmacêutica Ltda

Atualizado em 03/06/2015

Composição da Carbamazepina

CADA COMPRIMIDO CONTEM 200 MG DE CARBAMAZEPINA.

Indicações da Carbamazepina

EPILEPSIAS - CRISES EPILEPTICAS PARCIAIS COM SINTOMATOLOGIA ELEMENTAR (MOTORA, SENSORIAL, AUTONOMICA); COM SINTOMATOLOGIA COMPLEXA (PSIQUICA, PSICOSSENSORIAL, PSICOMOTORA1); FORMAS DE CONVULSAO2 PRIMARIA OU SECUNDARIAMENTE GENERALIZADAS COM COMPONENTES TONICO CRONICO3; FORMAS MISTAS DE EPILEPSIAS; COMO ADJUVANTE DOS MEDICAMENTOS DESTINADOS ESPECIFICAMENTE AO TRATAMENTO DAS AUSENCIAS E CRISES GENERALIZADAS NAO CONVULSIVAS (PEQUENO-MAL). NEURALGIA4 ESSENCIAL DO TRIGEMIO E NEURALGIA4 TRIGEMINAL DEVIDA A ESCLEROSE MULTIPLA5; NEURALGIA4 ESSENCIAL DO GLOSSO FARINGEO; SINDROME6 DE ABSTINENCIA DO ALCOOL.

Apresentação da Carbamazepina

EMBALAGENS CONTENDO 20 E 200 COMPRIMIDOS.

Composição da Carbamazepina

CADA COMPRIMIDO CONTEM CARBAMAZEPINA 200 MG.

Posologia e Administração da Carbamazepina

A DOSE DEVE SER AJUSTADA AS NECESSIDADES INDIVIDUAIS DO PACIENTE. E RECOMENDADA UMA DOSE INICIAL BAIXA COM UM AUMENTO GRADUAL. TAO LOGO O CONTROLE ADEQUADO E ENCONTRADO, A DOSE PODE SER REDUZIDA GRADUALMENTE AO NIVEL MINIMO EFICAZ. EPILEPSIA7: ADULTOS E CRIANCAS ACIMA DE 12 ANOS INICIO: 100 A 200 MG 2 VEZES AO DIA. AUMENTAR A INTERVALOS SEMANAIS POR AUMENTOS DE ATE 200 MG POR DIA UTILIZANDO UM REGIME DE 3 A 4 VEZES AO DIA (GERALMENTE 400 MG 2-3 VEZES AO DIA) ATE OBTENCAO DA RESPOSTA OTIMA. A DOSE GERALMENTE NAO DEVE EXCEDER A 1.000 MG POR DIA EM CRIANCAS DE 12 A 15 ANOS E 1.200 MG POR DIA EM PACIENTES ACIMA DE 15 ANOS. EM ALGUNS PACIENTES A DOSE DE 1.600 MG OU MESMO DE 3.000 MG/DIA PODE SER APROPRIADA. MANUTENCAO: AJUSTAR A DOSE AO NIVEL MINIMO EFICAZ, GERALMENTE ENTRE 800-1.200 MG POR DIA. CRIANCAS DE 6 A 12 ANOS - INICIO: 100 MG 2 VEZES AO DIA. AUMENTAR EM INTERVALOS SEMANAIS POR ADICAO DE 100 MG POR DIA, UTILIZANDO UM REGIME DE 3 OU 4 VEZES AO DIA ATE OBTER A RESPOSTA OTIMA. A DOSE GERALMENTE NAO DEVE EXCEDER A 1.000 MG EM INTERVALOS SEMANAIS. MANUTENCAO: AJUSTAR A DOSE AO NIVEL MINIMO EFICAZ, ENTRE 50 E 350 MG AO DIA E NAO SUPERANDO AS 400 MG POR DIA. - TERAPIA DA ASSOCIACAO: A CARBAMAZEPINA PODE SER UTILIZADA ISOLADAMENTE OU JUNTO COM OUTROS ANTICONVULSIVANTES. QUANDO ADICIONADO A UMA TERAPIA ANTICONVULSIVANTE EXISTENTE, A DROGA DEVE SER ADICIONADA GRADUALMENTE ENQUANTO OUTROS ANTICONVULSIVANTES SAO MANTIDOS OU GRADUALMENTE DIMINUIDOS, EXCETO A FENITOINA, QUE PODE SER GRADUALMENTE AUMENTADA. - NEURALGIA4 DO TRIGEMEO: INICIO: 200 A 400 MG POR DIA. ESTA DOSE DIARIA PODE SER AUMENTADA EM ATE 200 MG POR DIA, UTILIZANDO AUMENTO DE 100 MG A CADA 12 HORAS. NAO EXCEDER A 1.200 MG POR DIA. NOS PACIENTES IDOSOS, INDICA-SE A DOSE INICIAL DE 100 MG 2 VEZES AO DIA. MANUTENCAO: O CONTROLE DA DOR PODE SER MANTIDO EM MUITOS PACIENTES COM 400 A 800 MG AO DIA. POREM, ALGUNS PACIENTES PODEM SER MANTIDOS COM POUCO MENOS QUE 200 MG POR DIA, ENQUANTO QUE OUTROS PODEM REQUERER ATE 1.200 MG POR DIA. PELO MENOS 1 VEZ A CADA 3 MESES COMPLETOS DO PERIODO DO TRATAMENTO, DEVE SER FEITA UMA TENTATIVA DE REDUZIR A DOSE AO NIVEL MINIMO EFICAZ OU PARA DESCONTINUAR A DROGA. - MANIA E PSICOSE8: A DOSE DEVE VARIAR DE 400 A 1.600 MG AO DIA, SENDO QUE A DOSE E DE 400 A 600 MG AO DIA, EM 2 A 3 DOSES FRACIONADAS. EM TRATAMENTO DE MANIA AGUDA, A DOSAGEM DEVE SER AUMENTADA MAIS RAPIDAMENTE PARA A PROFILAXIA DAS DOENCAS BIPOLARES, PEQUENOS AUMENTOS DA DOSAGEM SAO RECOMENDADOS A FIM DE PROPORCIONAR TOLERANCIA OTIMA. OBSERVACAO: O TEMPO E A MANEIRA DE INGERIR A CARBAMAZEPINA DEVEM SER PADRONIZADOS PARA O PACIENTE, VISTO QUE VARIACOES PODEM ALTERAR A ABSORCAO COM CONSEQUENTES FLUTUACOES NAS CONCENTRACOES PLASMATICAS.

Precauções da Carbamazepina

O TRATAMENTO COM CARBAMAZEPINA DEVERA SER EFETUADO EXCLUSIVAMENTE SOB SUPERVISAO MEDICA. DEVE SER ADOTADA POSOLOGIA CAUTELOSA EM PACIENTES COM AFECCOES9 CARDIOVASCULARES GRAVES OU COM DISTURBIOS HEPATICOS E RENAIS BEM COMO NOS IDOSOS. SE O TRATAMENTO COM CARBAMAZEPINA FOR SUSPENSO REPENTINAMENTE, A PASSAGEM PARA O OUTRO ANTICONVULSIVANTE DEVERA SER FEITA SOB PROTECAO DE DIAZEPAN. ANTES DE INICIAR O TRATAMENTO DEVEM SER EXAMINADOS O QUADRO HEMATOLOGICO E A FUNCAO HEPATICA10. O QUADRO HEMATOLOGICO DEVERA SER CONTROLADO SEMANALMENTE DURANTE O PRIMEIRO MES DE TRATAMENTO DEPOIS, A INTERVALOS MENSAIS. A FUNCAO HEPATICA10 DEVERA SER VERIFICADA PERIODICAMENTE. SE OCORREREM REACOES CUTANEAS11 ALERGICAS OU SE OS EXAMES LABORATORIAIS REVELAREM DETERIORACAO DA FUNCAO HEPATICA10, O TRATAMENTO DEVERA SER INTERROMPIDO. LEUCOPENIA12 NAO PROGRESSIVA OU ASSINTOMATICA, FREQUENTEMENTE OBSERVADA, GERALMENTE NAO REQUER SUSPENSAO DO TRATAMENTO COM CARBAMAZEPINA. ENTRETANTO, A MEDICACAO DEVE SER INTERROMPIDA CASO HAJA DESENVOLVIMENTO DE LEUCOPENIA12 PROGRESSIVA OU ACOMPANHADA DE MANIFESTACOES CLINICAS COMO FEBRE13 E DOR DE GARGANTA14. AS REACOES DE PACIENTES QUE DIRIGEM VEICULOS OU OPERAM MAQUINAS PODEM SER AFETADAS PELA CARBAMAZEPINA. A ADMINISTRACAO DE CARBAMAZEPINA A RATOS DURANTE DOIS ANOS, MOSTROU AUMENTO DE INCIDENCIA15 DE TUMORES HEPATICOS. ENTRETANTO, NAO HA EVIDENCIA DE QUE ESSA OBSERVACAO TENHA SIGNIFICACAO MAIOR NO USO TERAPEUTICO DA SUBSTANCIA NO HOMEM. - GRAVIDEZ16 E LACTACAO17: EM MULHERES NA IDADE FERTIL, CARBAMAZEPINA DEVE SER ADMINISTRADA, SEMPRE QUE POSSIVEL, EM MONOTERAPIA. SE OCORRER GRAVIDEZ16 DURANTE O TRATAMENTO COM CARBAMAZEPINA OU HOUVER NECESSIDADE DE INICIA-LO DURANTE A GESTACAO, OS BENEFICIOS DO TRATAMENTO DEVERAO SER CUIDADOSAMENTE AVALIADOS EM RELACAO A POSSIVEIS RISCOS, ESPECIALMENTE DURANTE OS TRES PRIMEIROS MESES DE GESTACAO. O MESMO CRITERIO DEVE SER ADOTADO NOS CASOS DE MAES QUE ESTAO AMAMENTANDO, PORQUE A SUBSTANCIA ATIVA DE CARBAMAZEPINA PASSA PARA O LEITE MATERNO. - INTERACOES MEDICAMENTOSAS: A INDUCAO DE ENZIMAS HEPATICAS18 CONSEQUENTE AO TRATAMENTO COM CARBAMAZEPINA PODE DIMINUIR A ATIVIDADE DE MEDICAMENTOS QUE SAO METABOLIZADOS NO FIGADO19. ISTO DEVE SER LEVADO EM CONSIDERACAO QUANDO DA ADMINISTRACAO COMBINADA COM OUTRAS DROGAS ANTICONVULSIVANTES. AS DROGAS ENUMERADAS A SEGUIR DEVEM ELEVAR OS NIVEIS SERICOS DA CARBAMAZEPINA: ANTIBIOTICOS (POR EX. ERITROMICINA), ISONIAZIDA, ALGUNS ANTAGONISTAS DO CALCIO (P. EX. VERAPAMIL, DILTIAZEM), DEXTROPROXIFENO, VILOXAZINA E POSSIVELMENTE CIMETIDINA. COMO UM AUMENTO DOS NIVEIS SERICOS DA CARBAMAZEPINA PODE OCASIONAR REACOES ADVERSAS (POR EX. TONTURA20, CEFALEIA21, ATAXIA22, DIPLOPIA23, NISTAGMO24), A DOSE DA CARBAMAZEPINA DEVE SER AJUSTADA ADEQUADAMENTE E (OU) OS NIVEIS SERICOS MONITORIZADOS. O USO CONCOMITANTE DE CARBAMAZEPINA E LITIO E BASTANTE EFICAZ NO TRATAMENTO DA MANIA, EMBORA EM ALGUNS CASOS RAROS POSSA PRODUZIR MANIFESTACOES NEUROTOXICAS REVERSIVEIS. A POSOLOGIA DOS ANTICOAGULANTES25 ORAIS DEVERA SER AJUSTADA DE ACORDO COM AS NECESSIDADES CLINICAS, QUANDO E INICIADO OU SUSPENSO O TRATAMENTO COM CARBAMAZEPINA. COMO OUTROS ANTICONVULSIVANTES, CARBAMAZEPINA PODE DIMINUIR O EFEITO DOS CONTRACEPTIVOS. COM OUTRAS DROGAS PSICOATIVAS, CARBAMAZEPINA PODE REDUZIR A TOLERANCIA AO ALCOOL; E PORTANTO ACONSELHAVEL A ABSTINENCIA DE BEBIDAS ALCOOLICAS DURANTE O TRATAMENTO.

Reações Adversas da Carbamazepina

O PRODUTO E GERALMENTE BEM TOLERADO, DESDE QUE RESPEITADAS AS DOSES E OBSERVADAS AS RESTRICOES ESTABELECIDAS. OCASIONALMENTE, PRINCIPALMENTE NO INICIO DO TRATAMENTO, PODEM OCORRER REACOES ADVERSAS COMO ANOREXIA26, SECURA DA BOCA27, NAUSEAS28, DIARREIA29 OU PRISAO DE VENTRE, DOR DE CABECA30, VERTIGEM31, SONOLENCIA, ATAXIA22, TRANSTORNOS DA ACOMODACAO VISUAL, DIPLOPIA23 E, EM PACIENTES IDOSOS, CONFUSAO E AGITACAO. ESTES EFEITOS SECUNDARIOS GERALMENTE DESAPARECEM ESPONTANEAMENTE ENTRE 7 E 14 DIAS OU COM REDUCAO TEMPORARIA DAS DOSES. HIPONATREMIA32 DEVIDA AO EFEITO ANTIDIURETICO DO PRODUTO, POSSIVELMENTE ACOMPANHADA DE VOMITOS33, DOR DE CABECA30 E CONFUSAO MENTAL, FOI OBSERVADA EM RAROS CASOS. FORAM REGISTRADAS REACOES ALERGICAS DA PELE34, FEBRE13, BEM COMO OCORRENCIA ISOLADA DE DERMATITE35 ESFOLIATIVA, SINDROME DE STEVENS-JOHNSON36, NECROLISE EPIDERMICA TOXICA37, QUEDA DE CABELOS; ALEM DE LEUCOPENIA12, TROMBOCITOPENIA38, AGRANULOCITOSE39, ANEMIA40 APLASTICA, TROMBOEMBOLISMO41, DISTURBIO DA CONDUCAO CARDIACA, HEPATITE42, PROTEINURIA43 E CRESCIMENTO DE LINFONODOS44.

Contra-Indicações da Carbamazepina

HIPERSENSIBILIDADE A CARBAMAZEPINA; BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR.

Indicações da Carbamazepina

EPILEPSIA7; CRISES PARCIAIS (COM SINTOMATOLOGIA COMPLEXA E COM SINTOMATOLOGIA SIMPLES); EPILEPSIA7 GENERALIZADA PRIMARIA OU FORMAS DE CRISES SECUNDARIAMENTE GENERALIZADAS COM COMPONENTES TONICO-CLONICOS; FORMAS MISTAS DE EPILEPSIA7; CARBAMAZEPINA, GERALMENTE, NAO E EFICAZ EM CRISES DE AUSENCIA (PEQUENO MAL). ALEM DISSO, RELATOS DE CASOS SUGEREM QUE EXACERBACAO DE CRISES PODE, OCASIONALMENTE, OCORRER EM PACIENTES COM AUSENCIAS ATIPICAS; MANIA E TRATAMENTO PROFILATICO DA DOENCA MANIACO-DEPRESSIVA; NEVRALGIA IDIOPATICA45 DO TRIGEMEO E NEURALGIA4 TRIGEMINAL EM DECORRENCIA DE ESCLEROSE MULTIPLA5. NEURALGIA4 GLOSSOFARINGEANA IDIOPATICA45; DIABETES INSIPIDUS46 CENTRALIS. POLIURIA47 E POLIDIPSIA48 DE ORIGEM NEURORMONAL; SINDROME6 DE ABSTINENCIA ALCOOLICA; NEUROPATIA49 DIABETICA DOLOROSA.

Apresentação da Carbamazepina

CAIXA COM 20, 100, 200 E 500 COMPRIMIDOS.

CARBAMAZEPINA - Laboratório

Billi Farmacêutica Ltda
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Complementos

1 Psicomotora: Própria ou referente a qualquer resposta que envolva aspectos motores e psíquicos, tais como os movimentos corporais governados pela mente.
2 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
3 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
4 Neuralgia: Dor aguda produzida pela irritação de um nervo. Caracteriza-se por ser muito intensa, em queimação, pulsátil ou semelhante a uma descarga elétrica. Suas causas mais freqüentes são infecção, lesão metabólica ou tóxica do nervo comprometido.
5 Esclerose múltipla: Doença degenerativa que afeta o sistema nervoso, produzida pela alteração na camada de mielina. Caracteriza-se por alterações sensitivas e de motilidade que evoluem através do tempo produzindo dano neurológico progressivo.
6 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
7 Epilepsia: Alteração temporária e reversível do funcionamento cerebral, que não tenha sido causada por febre, drogas ou distúrbios metabólicos. Durante alguns segundos ou minutos, uma parte do cérebro emite sinais incorretos, que podem ficar restritos a esse local ou espalhar-se. Quando restritos, a crise será chamada crise epiléptica parcial; quando envolverem os dois hemisférios cerebrais, será uma crise epiléptica generalizada. O paciente pode ter distorções de percepção, movimentos descontrolados de uma parte do corpo, medo repentino, desconforto no estômago, ver ou ouvir de maneira diferente e até perder a consciência - neste caso é chamada de crise complexa. Depois do episódio, enquanto se recupera, a pessoa pode sentir-se confusa e ter déficits de memória. Existem outros tipos de crises epilépticas.
8 Psicose: Grupo de doenças psiquiátricas caracterizadas pela incapacidade de avaliar corretamente a realidade. A pessoa psicótica reestrutura sua concepção de realidade em torno de uma idéia delirante, sem ter consciência de sua doença.
9 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
10 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
11 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
12 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
13 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
14 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
15 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
16 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
17 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
18 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
19 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
20 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
21 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
22 Ataxia: Reflete uma condição de falta de coordenação dos movimentos musculares voluntários podendo afetar a força muscular e o equilíbrio de uma pessoa. É normalmente associada a uma degeneração ou bloqueio de áreas específicas do cérebro e cerebelo. É um sintoma, não uma doença específica ou um diagnóstico.
23 Diplopia: Visão dupla.
24 Nistagmo: Movimento involuntário, rápido e repetitivo do globo ocular. É normal dentro de certos limites diante da mudança de direção do olhar horizontal. Porém, pode expressar doenças neurológicas ou do sistema de equilíbrio.
25 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
26 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
27 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
28 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
29 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
30 Cabeça:
31 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
32 Hiponatremia: Concentração de sódio sérico abaixo do limite inferior da normalidade; na maioria dos laboratórios, isto significa [Na+] < 135 meq/L, mas o ponto de corte [Na+] < 136 meq/L também é muito utilizado.
33 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
34 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
35 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
36 Síndrome de Stevens-Johnson: Forma grave, às vezes fatal, de eritema bolhoso, que acomete a pele e as mucosas oral, genital, anal e ocular. O início é geralmente abrupto, com febre, mal-estar, dores musculares e artralgia. Pode evoluir para um quadro toxêmico com alterações do sistema gastrointestinal, sistema nervoso central, rins e coração (arritmias e pericardite). O prognóstico torna-se grave principalmente em pessoas idosas e quando ocorre infecção secundária. Pode ser desencadeado por: sulfas, analgésicos, barbitúricos, hidantoínas, penicilinas, infecções virais e bacterianas.
37 Necrólise Epidérmica Tóxica: Sinônimo de Síndrome de Lyell. Caracterizada por necrólise da epiderme. Tem como características iniciais sintomas inespecíficos, influenza-símile, tais como febre, dor de garganta, tosse e queimação ocular, considerados manifestações prodrômicas que precedem o acometimento cutâneo-mucoso. Erupção eritematosa surge simetricamente na face e na parte superior do tronco, provocando sintomas de queimação ou dolorimento da pele. Progressivamente envolvem o tórax anterior e o dorso. O ápice do processo é constituído pela característica denudação da epiderme necrótica, a qual é destacada em verdadeiras lamelas ou retalhos, dentro das áreas acometidas pelo eritema de base. O paciente tem o aspecto de grande queimado, com a derme desnuda, sangrante, eritêmato-purpúrica e com contínua eliminação de serosidade, contribuindo para o desequilíbrio hidroeletrolítico e acentuada perda protéica. Graves seqüelas oculares e esofágicas têm sido relatadas.Constitui uma reação adversa a medicamentos rara. As drogas que mais comumente a causam são as sulfas, o fenobarbital, a carbamazepina, a dipirona, piroxicam, fenilbutazona, aminopenicilinas e o alopurinol.
38 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
39 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
40 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
41 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
42 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
43 Proteinúria: Presença de proteínas na urina, indicando que os rins não estão trabalhando apropriadamente.
44 Linfonodos: Gânglios ou nodos linfáticos.
45 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
46 Diabetes insipidus: Condição caracterizada por micções freqüentes e volumosas, sede excessiva e sensação de fraqueza. Esta condição pode ser causada por um defeito na glândula pituitária ou no rim. Na diabetes insipidus os níveis de glicose estão normais.
47 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
48 Polidipsia: Sede intensa, pode ser um sinal de diabetes.
49 Neuropatia: Doença do sistema nervoso. As três principais formas de neuropatia em pessoas diabéticas são a neuropatia periférica, neuropatia autonômica e mononeuropatia. A forma mais comum é a neuropatia periférica, que afeta principalmente pernas e pés.

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