ANGIPRESS-CD 50mg

BIOSINTETICA

Atualizado em 03/06/2015

Atenolol

Formas Farmacêuticas e Apresentações de Angipress-Cd

Cartucho contendo blíster com 28 comprimidos.

Composição de Angipress-Cd

Cada comprimido 50/12,5 mg contém:

Atenolol .................... 50,0 mg

Clortalidona .................... 12,5 mg

Excipiente q.s.p. .................... 1 comprimido

Cada comprimido 100/25 mg contém:

Atenolol .................... 100 mg

Clortalidona .................... 25 mg

Excipiente q.s.p. .................... 1 comprimido


USO ADULTO

Informações ao Paciente de Angipress-Cd

Conservar o produto ao abrigo do calor excessivo e da umidade.

Prazo de validade: vide cartucho. Atenção: Nunca utilize o produto fora do prazo de validade indicado, sob risco de não produzir os efeitos desejados.

Informar ao médico ocorrência de gravidez1 na vigência do tratamento, visto que como ocorre com todas as drogas, este produto não deve ser administrado durante a gravidez1, a não ser que o seu uso seja essencial.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Tome os comprimidos de ANGIPRESS-CD de acordo com as instruções do seu médico e não interrompa o tratamento sem antes consultá-lo.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE2.

Informações Técnicas de Angipress-Cd

Modo de Ação de Angipress-Cd

ANGIPRESS-CD possui a atividade anti-hipertensiva de dois agentes, um betabloqueador (atenolol) e um diurético3 (clortalidona). O atenolol é um beta-bloqueador cardio-seletivo, isto é, age predominantemente sobre os receptores beta-adrenérgicos4 do coração5, e não possui atividade simpatomimética intrínseca nem atividade estabilizadora de membrana.

Estudos em animais indicam que apenas quantidades desprezíveis de atenolol cruzam a barreira hemoliquórica. Sua longa meia-vida plasmática permite a terapêutica6 em dose única diária na maioria dos pacientes. Sua meia-vida de eliminação é de 6-9 horas. Em virtude de sua alta cardio-seletividade atenolol pode ser usado com sucesso em pacientes com alterações respiratórias que não toleram beta-bloqueadores não seletivos. Aproximadamente 50% de uma dose oral de atenolol é absorvida no trato gastrintestinal; liga-se muito pouco às proteínas7 plasmáticas.

A clortalidona, um diurético3 monossulfonamil, aumenta a excreção renal8 de água, sódio e cloreto, sem determinar sobrecarga circulatória e, normalmente, não diminuindo a pressão arterial9 normal. A natriurese10 é acompanhada por certa perda de potássio. O efeito diurético3 tem início em cerca de 2 horas, alcança seu máximo após 12 horas, persistindo por 1 a 2 dias. Clortalidona inibe a reabsorção do sódio + e do cloro -, principalmente na porção proximal11 do túbulo renal8 distal12, reduz suavemente a tensão arterial elevada, mesmo quando do emprego de posologias baixas; o efeito anti-hipertensivo aumenta paulatinamente, chegando a sua plenitude ao fim de duas a quatro semanas de tratamento. Aproximadamente 60% de uma dose oral de clortalidona é absorvida no trato gastrintestinal. A clortalidona apresenta uma ligação às proteínas7 plasmáticas de 75%. Sua meia-vida de eliminação é de 50 horas.

A combinação do atenolol com a clortalidona demonstrou ser compatível, apresentando, em geral, maior eficácia do que cada uma das drogas usadas isoladamente no tratamento da hipertensão13.

Indicações de Angipress-Cd

No tratamento da hipertensão arterial14. A combinação de baixas doses eficazes de um betabloqueador e um diurético3 pode ser adequada para pacientes15 mais idosos nos quaisdoses totais de ambas as drogas sejam consideradas inadequadas.

Contra-Indicações de Angipress-Cd

Em pacientes portadores de bloqueio cardíaco16 do segundo e terceiro graus. Beta- bloqueadores não devem ser administrados simultaneamente com verapamil e nenhuma destas drogas devem ser administradas antes que a administração de outra tiver sido interrompida por vários dias. Não deve ser administrada em pacientes em choque17 cardiogênico.

 precauções de Angipress-Cd

O produto não deve ser administrado a pacientes com insuficiência cardíaca18 descompensada, podendo ser prescrito quando a insuficiência19 tiver sido controlada com digitálicos e/ou diuréticos20. Se insuficiência cardíaca congestiva21 aparecer durante o tratamento com o produto, a droga pode ser temporariamente suspensa, até que a insuficiência19 tenha sido compensada.

Uma das ações farmacológicas do atenolol é reduzir a freqüência cardíaca. Se sintomas22 forem atribuídos a uma freqüência cardíaca baixa, o que pode raramente ocorrer, a dose deve ser diminuída.

O produto modifica a taquicardia23 da hipoglicemia24.

O atenolol (um dos componentes de ANGIPRESS-CD) é um beta-bloqueador, cárdio-seletivo e pode, portanto, ser prescrito com cuidado para pacientes15 com doença crônicaobstrutiva das vias aéreas. Entretanto, um aumento da resistência à passagem do ar pode ocorrer em pacientes asmáticos e, nestes casos, o broncoespasmo25 pode ser facilmente revertido pelo uso de drogas broncodilatadoras, tais como o salbutamol26 ou a isoprenalina. Como ocorre com outros beta-bloqueadores, o tratamento de pacientes com doença cardíaca isquêmica não deve ser descontinuado abruptamente.

Os efeitos metabólicos da clortalidona são dose-dependentes, e a pequena dose contida no produto raramente causa problemas.

O emprego do produto tem sido associado a apenas pequenas alterações do teor de potássio. O potássio corpóreo total não se altera com a terapêutica6 prolongada, e as alterações de potássio sérico são pequenas e clinicamente sem importância. Portanto, normalmente em casos de hipertensão arterial14 não complicada, a administração suplementar de potássio não é necessária. Todavia, os níveis de potássio devem ser especialmente avaliados em pacientes idosos, nos que estejam tomando digitálicos, nos submetidos a dietas especiais com baixo teor de potássio, ou que apresentem distúrbios gastrintestinais.

O produto tem sido associado a pequenos aumentos do ácido úrico sérico. Nos raros casos de elevação prolongada, recomenda-se a administração concomitante de um uricosúrico.
Deve-se tomar cuidado com pacientes com insuficiência renal27 grave ou com história de sensibilidade à clortalidona.

A clortalidona pode diminuir a tolerância à glicose28 e, portanto, durante terapêutica6  prolongada com o produto recomenda-se realizar testes regulares para identificar glicosúria29.
É necessário ter cautela ao se administar ANGIPRESS-CD para pacientes15 com conhecida predisposição à diabetes30.

ANGIPRESS-CD pode agravar os distúrbios de circulação31 periférica arterial.

Os pacientes com histórico de reação anafilática32 contra vários alérgenos33 podem não responder às doses usuais de adrenalina34 utilizadas no tratamento de tais reações. Em pacientes portadores de insuficiência renal27 grave, recomenda-se reduzir a dose ou a freqüência de administração.

Gravidez1 e Lactação35 de Angipress-Cd

Não se recomenda a administração de ANGIPRESS-CD durante os períodos de gravidez1 e/ou lactação35.

Interações Medicamentosas de Angipress-Cd

Deve-se tomar cuidado ao transferir pacientes que tomam clonidina para um beta-bloqueador.

Se o beta-bloqueador e a clonidina estão sendo administrados concomitantemente, aclonidina não deve ser descontinuada antes de vários dias após a interrupção do uso de beta-bloqueador. Deve-se tomar cuidado ao prescrever um beta-bloqueador junto com um antidisrítmico classe I, tal como a disopiramida.

Beta-bloqueadores devem ser usados com cuidado em combinação com o verapamil e/ou com o diltiazem, em pacientes com insuficiência19 ventricular ou anormalidade de condução.Esta associação pode levar à prolongação da condução SA e AV, podendo resultar em hipotensão36 severa, bradicardia37 e insuficiência cardíaca18. Nenhuma destas drogas devem ser administradas por via intravenosa antes de 48 horas após a interrupção da outra.

Preparações que contém lítio geralmente não devem ser administradas junto com diuréticos20, porque elas podem diminuir o seu clearance renal8.

A depleção38 de potássio pode ser perigosa em pacientes que estejam em tratamento com digitálicos.

Como ocorre com qualquer droga beta-bloqueadora, pode-se decidir suspender a administração deste produto antes de uma cirurgia. Neste caso, a última dose deve ser administrada 48 horas antes do início da anestesia39. Se, por outro lado, for decidido continuar o tratamento, deve-se tomar cuidado ao usar agentes anestésicos, tais como o éter, ciclopropano e tricloroetileno. Dominância vagal, se ocorrer, pode ser corrigida pela injeção40 de 1 a 2 mg de atropina por via intravenosa.

Reações Adversas de Angipress-Cd

O produto é normalmente muito bem tolerado, e os efeitos colaterais41 relacionados com esta associação são pouco freqüentes e, geralmente, de pequena intensidade.

Extremidades frias, cansaço muscular temporário, fadiga42, distúrbios gastrintestinais e, emcasos isolados, bradicardia37 e alterações do sono são muito raros. Podem, também, ocorrer dores de cabeça43, alterações de humor, vertigens44 e piora da insuficiência cardíaca18.

Distúrbios do sono do tipo observado com outras drogas beta-bloqueadoras foram raramente relatados, assim como alopécia45, trombocitopenia46, púrpura47, reações cutâneas48 semelhantes à psoríase49, exacerbação da psoríase49, distúrbios visuais, psicoses, alucinações50 e precipitação de bloqueio cardíaco16 em pacientes sensíveis.

Tem havido relatos de erupção51 cutânea52 e/ou olhos53 secos, nestes casos recomenda-se suspensão do medicamento e comunicar ao médico assistente.

Náusea54 e tontura55 têm sido ocasionalmente relatadas. Reações idiossincráticas à droga, tais como trombocitopenia46 e leucopenia56, raramente ocorrem. A incidência57 relatada é pequena, e, na maioria dos casos, os sintomas22 desaparecem quando o tratamento foi descontinuado.

Caso algum desses sintomas22 ocorra sem que possa ser atribuído a outras causas, deve-se, então, considerar a suspensão da droga.

Posologia de Angipress-Cd

Iniciar a terapia com 1 comprimido por dia de ANGIPRESS-CD 50 mg/12,5 mg. Não havendo resposta satisfatória após 15 dias, aumenta-se a dose para 1 comprimido de  ANGIPRESS-CD 100 mg/25 mg ao dia. Aumentar-se mais a dose produzirá pouca ou  nenhuma diminuição suplementar da pressão arterial9, e, quando necessário, pode-se adicionar uma outra droga anti-hipertensiva como, por exemplo, um vasodilatador.

Em geral, pacientes idosos e/ou com insuficiência renal27 grave respondem melhor a doses menores ou a uma freqüência menor de administração.

USO EM IDOSOS: Um comprimido ao dia de ANGIPRESS-CD de 50/12,5 mg é suficiente na maioria dos pacientes idosos com hipertensão13 principalmente naqueles que não respondem ao tratamento com baixas doses de apenas um dos componentes. Nos casos em que o controle de hipertensão13 não for alcançado, a adição de uma pequena dose de um terceiro agente, por exemplo um vasodilatador, pode ser adequada.

INSUFICIÊNCIA RENAL27: Em pacientes com insuficiência renal27 grave, pode ser necessária uma redução na dose diária ou na freqüência de administração das doses.

O Atenolol sofre excreção renal8, portanto pode ser necessário ajuste de dosagem nos casos de insuficiência renal27. Acumulação insignificante de Atenolol ocorre até o clearance de creatinina58 ficar abaixo de 35 ml/min/1,73 m2 (faixa normal de 100-150 ml/min/1,73 m2). As dosagens máximas recomendadas para pacientes15 com insuficiência renal27 são:

Clearance de                 Atenolol -           Dosagemcreatina                        Meia - Vida de     Máxima
(ml/min/1,73m2)           Eliminação (h)
                                                                         

16-35                                16-27                50mg/dia
< 15                                  > 27                 50mg em
                                                         dias alternados

Uso Pediátrico de Angipress-Cd

Não há experiência pediátrica e, por esse motivo, não se recomenda a administração desse  medicamento a crianças.


Conduta na Superdosagem de Angipress-Cd

Em caso de superdosagem recomenda-se esvaziamento gástrico e a adoção de medidas de apoio necessárias. Bradicardia37 excessiva pode ser tratada pela administração de 1 a 2 mg de atropina por via intravenosa que, se necessário, pode ser seguida por uma infusão intravenosa de 1-10 mg/hora de glucagon59, ou um beta-estimulante beta-adrenérgico60, tais como dobutamina (2,5 mcg a 10 mcg/Kg/min, i.v.) ou isoprenalina (10 a 25 mcg, velocidade de infusão não superior a 5 mcg/min). Dependendo da quantidade da superdose ingerida, para atingir a resposta desejada podem ser necessárias doses maiores de dobutamina ou isoprenalina, de acordo com as condições clínicas do paciente.

Há possibilidade de ocorrência de hipotensão36 após o uso de agonistas beta-adrenérgicos4, mas pode-se reduzí-la pelo uso da dobutamina que é um agente mais seletivo. A diurese61 excessiva deve ser controlada através da manutenção de equilíbrio hidro-eletrolítico normal.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

ANGIPRESS-CD 50mg - Laboratório

BIOSINTETICA
Rua Periquito, 236 - Vl. Uberabinha
São Paulo/SP - CEP: 04514-050
Tel: 55 (011) 5561-2614
Fax: 55 (011)5561-2072
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Complementos

1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
2 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
3 Diurético: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
4 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
5 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
6 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
7 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
8 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
9 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
10 Natriurese: É o aumento da excreção urinária de sódio; natriuria, natriúria.
11 Proximal: 1. Que se localiza próximo do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Em anatomia geral, significa o mais próximo do tronco (no caso dos membros) ou do ponto de origem (no caso de vasos e nervos). Ou também o que fica voltado para a cabeça (diz-se de qualquer formação). 3. Em botânica, o que fica próximo ao ponto de origem ou à base. 4. Em odontologia, é o mais próximo do ponto médio do arco dental.
12 Distal: 1. Que se localiza longe do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Espacialmente distante; remoto. 3. Em anatomia geral, é o mais afastado do tronco (diz-se de membro) ou do ponto de origem (diz-se de vasos ou nervos). Ou também o que é voltado para a direção oposta à cabeça. 4. Em odontologia, é o mais distante do ponto médio do arco dental.
13 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
14 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
15 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
16 Bloqueio cardíaco: Transtorno da condução do impulso elétrico no tecido cardíaco especializado, manifestado por uma diminuição variável da freqüência dos batimentos cardíacos.
17 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
18 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
19 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
20 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
21 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
22 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
23 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
24 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
25 Broncoespasmo: Contração do músculo liso bronquial, capaz de produzir estreitamento das vias aéreas, manifestado por sibilos no tórax e falta de ar. É uma contração vista com freqüência na asma.
26 Salbutamol: Fármaco padrão para o tratamento da asma. Broncodilatador. Inibidor do trabalho de parto prematuro.
27 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
28 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
29 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
30 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
31 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
32 Reação anafilática: É um tipo de reação alérgica sistêmica aguda. Esta reação ocorre quando a pessoa foi sensibilizada (ou seja, quando o sistema imune foi condicionado a reconhecer uma substância como uma ameaça ao organismo). Na segunda exposição ou nas exposições subseqüentes, ocorre uma reação alérgica. Essa reação é repentina, grave e abrange o corpo todo. O sistema imune libera anticorpos. Os tecidos liberam histamina e outras substâncias. Esse mecanismo causa contrações musculares, constrição das vias respiratórias, dificuldade respiratória, dor abdominal, cãimbras, vômitos e diarréia. A histamina leva à dilatação dos vasos sangüíneos (que abaixa a pressão sangüínea) e o vazamento de líquidos da corrente sangüínea para os tecidos (que reduzem o volume de sangue) o que provoca o choque. Ocorrem com freqüência a urticária e o angioedema - este angioedema pode resultar na obstrução das vias respiratórias. Uma anafilaxia prolongada pode causar arritmia cardíaca.
33 Alérgenos: Substância capaz de provocar reação alérgica em certos indivíduos.
34 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
35 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
36 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
37 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
38 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
39 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
40 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
41 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
42 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
43 Cabeça:
44 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
45 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
46 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
47 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
48 Cutâneas: Que dizem respeito à pele, à cútis.
49 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
50 Alucinações: Perturbações mentais que se caracterizam pelo aparecimento de sensações (visuais, auditivas, etc.) atribuídas a causas objetivas que, na realidade, inexistem; sensações sem objeto. Impressões ou noções falsas, sem fundamento na realidade; devaneios, delírios, enganos, ilusões.
51 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
52 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
53 Olhos:
54 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
55 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
56 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
57 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
58 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
59 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
60 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
61 Diurese: Diurese é excreção de urina, fenômeno que se dá nos rins. É impróprio usar esse termo na acepção de urina, micção, freqüência miccional ou volume urinário. Um paciente com retenção urinária aguda pode, inicialmente, ter diurese normal.
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