Preço de AMARYL em Cambridge/SP: R$ 25,98

AMARYL

Sanofi Aventis Farmacêutica Ltda

Atualizado em 03/06/2015

Amaryl

Glimepirida1
Uso adulto

Forma Farmacêutica e Apresentação de Amaryl

Comprimidos sulcados 1 mg: Embalagem com 30 comprimidos. Comprimidos sulcados 2 mg: Embalagem com 30 comprimidos. Comprimidos sulcados 3mg: Embalagem com 30 comprimidos. Comprimidos sulcados 4 mg: Embalagem com 30 comprimidos. Comprimidos sulcados 6 mg: Embalagem com 30 comprimidos.

Composição de Amaryl


Cada comprimido sulcado 1 mg contém: Glimepirida1 1 mg. Excipientes (lactose2 monoidratada. glicolato de sódio, polividona 25.000, celulose microcristalina, estearato de magnésio, óxido férrico vermelho) q.s.p. 1 comprimido. Cada comprimido sulcado 2 mg contém: Glimepirida1 2 mg. Excipientes(lactose2 monoidratadada, glicolato de sódio, polividona 25000, celulose microcristalina estearato de magnésio, óxido férrico amarelo, pigmento índico carmim) q.s.p. 1 comprimido. Cada comprimido sulcado 3 mg contém: Glimepirida1 3 mg. Excipientes (lactose2 monoidratada, glicolato de sódio, polividona 25.000, celulose microcristalina, estearato de magnésio, óxido férrico amarelo) q.s.p. 1 comprimido. Cada comprimido sulcado 4 mg contém: Glimepirida1 4 mg: Excipientes (lactose2 monoidratada, glicolato de sódio, polividona 25.000, celulose microcristalina, estearato de magnésio, pigmento índico carmim) q.s.p. 1 comprimido. Cada comprimido sulcado 6 mg contém: Glimepirida1 6mg. Excipientes (lactose2 monoidratada, glicolato de sódio, polividona 25000, celulose microcristalina, estearato de magnésio, pigmento FCF amarelo) q.s.p. 1 comprimido.

Informação ao Paciente de Amaryl

Ingestão concomitante som outras substâncias: Deve ser evitada a ingestão concomitante de bebidas alcoólicas, para maiores informações, consulte o item Interações medicamentosas. Contra-indicações:Alergia3 à glimepirida1 ou a qualquer componente do produto.

Precauções de Amaryl

Informe ao médico sobre qualquer medicamento que esteja usando antes do início, ou durante o tratamento. Durante o início, após alterações no tratamento ou quando AMARYL(glimepirida1) não fora administrado regularmente, o paciente não deve dirigir veículos ou operar máquinas, pois a sua habilidade e atenção podem ser prejudicadas.

Não tome remédio sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde4.

Indicações de Amaryl

Tratamento oral do diabetes mellitus5 não-insulino-dependente (tipo II ou diabetes6 do adulto), quando os níveis de glicose7 não podem ser adequadamente controlados por meio de dieta alimentar, exercícios físicos e redução de peso.

Contra-Indicações de Amaryl

AMARYL não deve ser administrado a pacientes portadores de diabetes6 mellitus-insulino-dependentes (tipo l ou diabetes juvenil8), a pacientes em pré-coma9 ou coma9 diabético, ou pacientes em cetoacidose diabética10. E contra-indicado a pacientes que apresentam hipersensibilidade à glimepirida1 ou a outras sulfoniluréias11, a derivados sulfonamídicos ou a qualquer componente da formulação. Não há experiência suficiente na utilização de AMARYL em pacientes com insuficiência12 grave da função hepática13 e em pacientes sob diálise14. Em pacientes com insuficiência renal15 ou hepática13 grave, é indicada a substituição pela insulina16, pelo menos para se conseguir um controle metabólico adequado. Uso durante a gravidez17 e lactação18: para evitar riscos à criança, AMARYL não deve ser usado durante a gravidez17 e por lactantes19; deve ser substituído por insulina16 ou a lactação18 deve ser descontinuada.

Precauções e Advertências de Amaryl

Dieta adequada, exercícios físicos suficientes e regulares e, se necessário, redução do peso corporal são tão importantes quanto o uso regular de AMARYL para que se obtenha um controle adequado da glicemia20. Sinais21 clínicos da hiperglicemia22: poliúria23, polidpsia, secura da boca24 e pele25 ressecada. O paciente deve informar imediatamente ao médico quando de qualquer reação do tipo hipoglicêmico. Durante as primeiras semanas de tratamento, o risco da ocorrência de hipoglicemia26 pode estar aumentado e necessitar de monitorização cuidadosa. Fatores que favorecem a hipoglicemia26 incluem: indisposição ou (mais comum em pacientes idosos) incapacidade do paciente de cooperar, desnutrição27, alteração na dieta, desequilíbrio entre o esforço físico e a ingestão de carboidratos, consumo de álcool, função renal28 comprometida, descompensação hormonal, insuficiência hepática29, superdosagem com AMARYI. e associação medicamentosa. Quando estes fatores estiverem presentes, pode ser necessário um ajuste de posologia de AMARYL ou de toda a terapia. Isto também se aplica quando da ocorrência de outra doença durante o tratamento ou de mudanças no estilo de vida do paciente. Aquelas sintomas30 de hipoglicemia26 que refletem a contra-regulação adrenérgica do organismo (ver reações  adversas) podem ser mais leves ou ausentes quando a hipoglicemia26 desenvolver-se de forma gradual, por exemplo, quando da idade avançada, quando houver uma neuropatia autonômica31 ou quando o paciente estiver recebendo tratamento simultâneo com betabloqueadores, clonidina, reserpina, guanetidina e outros fármacos simpaticolíticos. A hipoglicemia26. pode ser prontamente corrigida por administração de carboidratos (glicose7 ou açúcar32, por exemplo, sob forma de açúcar32 puro, suco de frutas ou chá adoçados). Para este propósito, os pacientes devem carregar consigo um mínimo de 20 g de glicose7 e podem necessitar de ajuda de outras pessoas para evitar complicações. Adoçantes artificiais não são efetivos no controle da hipoglicemia26. É conhecido por meio de outras sulfoniluréias11 que, apesar de obter-se sucesso nas medidas iniciais, a hipoglicemia26 pode ocorrer novamente. Portanto é necessário observação constante. Hipoglicemia26 severa requer tratamento imediato, acompanhamento pelo médico e, em algumas circunstâncias, o paciente deve ser hospitalizado. Se o paciente for tratado por diferentes médicos (p. ex.: internação, após um acidente, enfermidade durante as férias etc.), o mesmo deverá informá-los de sua condição diabética e do tratamento prévio. Sob condições excepcionais de estresse (como trauma, cirurgia, infecções33 febris) pode ocorrer uma desregulação do nível de açúcar32 no sangue34, fazendo-se necessário substituir o hipoglicemiante35 oral pela insulina16 a fim da manter um adequado controle metabólico. Durante o tratamento com AMARYL, devem ser realizadas as determinações periódicas dos níveis de glicemia20 e glicosúria36, juntamente medindo-se a proporção de hemoglobina glicosilada37, possivelmente de fructosamina. Pode ocorrer diminuição de estado de alerta do paciente, conseqüente à hipo ou hiperglicemia22, especialmente no início ou após alterações no tratamento ou quando AMARYL não for administrado regularmente, afetando, por exemplo, a habilidade de conduzir veículos ou operar máquinas.

Interações Medicamentosas de Amaryl

O uso concomitante de AMARYL com outros fármacos ou a interrupção do uso de outros fármacos durante o tratamento com AMARYL podem levar a modificações no controle do nível de açúcar32 no sangue34. Por esta razão, outros medicamentos somente devem ser administrados com conhecimento ou prescrição do médico. Quando da administração simultânea dos seguintes fármacos, pode ocorrer potencialização do efeito terapêutico da glimepirida1, com acentuação da diminuição do nível de açúcar32 no sangue34. conseqüente hipoglicemia26: insulina16 ou outro antidiabético oral38, alopurinol, cloranfenicol; ciclofosfamidas, fenfluramina, fibratos, inibidores da ECA, esteróides anabolizantes e hormônios masculinos, derivados cumarínicos, disopiramida, feniramidol, fluoxetina, guanetidina, inibidores da MAO39, ácido paraminossalicílico, fenilbutazona e oxifenilbutazona, probenecida, salicilatos, sulfonamidas, tritoqualina, ifosfamida, muconazol, pentoxifilina (uso parenteral em doses elevadas), azapropazona, quinolonas, sulfimpirazona, tetraciclinas, trofosfamida. As seguintes substâncias atuam reduzindo o efeito hipoglicemiante35 da glimepirida1 quando administradas simultaneamente, podendo contribuir para aumentar o nível de açúcar32 no sangue34, ou seja, ação hiperglicemiante: acetazolamida, corticosteróides, diuréticos40, glucagon41, ácido nicotínico (em doses elevadas), fenetiazínicos, rifampicina, barbitúricos, diazóxido, epinefrina (adrenalina42) e outros agentes simpaticomiméticos, laxantes43 (uso abusivo), estrogênios e progestágenos, fenitoína, hormônios da tireóide. Antagonistas de receptores H2 clonidina e reserpina podem induzir tanto a  potencialização quanto à diminuição do efeito hipoglicemiante35 da glimepirida1, quando administrados simultaneamente. Betabloqueadores diminuem a tolerância à glicose7. Em pacientes com diabetes mellitus5, podem levar à deterioração do controle metabólico. Além disso, os betabloqueadores podem aumentar a tendência à hipoglicemia26 (devido a alterações no mecanismo de contra-regulação). Sob influência de fármacos simpaticolíticos, como betabloqueadores, clonidine, guanetidina e reserpina, os sinais21 da contra-regulação adrenérgica para hipoglicemia26 podem estar reduzidos ou ausentes. O álcool pode potencializar ou diminuir a ação hipoglicemiante35 de AMARYL. O uso de AMARYL pode potencializar ou diminuir os efeitos dos derivados cumarínicos.

Reações Adversas de Amaryl

Hipoglicemia26: Observada quando da diminuição dos níveis sangüíneos de glicose7 pela ação de AMARYL, podendo ser prolongada. Possíveis sintomas30 de hipoglicemia26 incluem dor de cabeça44, excesso de apetite, náuseas45, vômitos46, fadiga47, insônia, alteração de sono, inquietação, agressividade, falta de concentração, depressão, confusão mental, alterações de fala e de visão48; afasia49, tremor, paresias, distúrbios sensoriais, tontura50, sensação de abandono, perda do próprio controle, delírio51, convulsão52, sonolência e alterações da percepção, podendo evoluir  para coma9, dificuldade da respiração e bradicardia53. Sinais21 de contra-regulação adrenérgica apresentam-se sob a forma de sudorese54, pele25 úmida e fria, ansiedade, taquicardia55, hipertensão56, palpitação57, angina58 do peito59 e arritmias60 cardíacas. O quadro clínico de um ataque hipoglicêmico severo pode assemelhar-se à apoplexia61. Os sintomas30 de hipoglicemia26 quase sempre diminuem quando esta é corrigida. Olhos62: Especialmente no inicio do tratamento, podem ocorrer alterações visuais temporárias, devido às modificações nos níveis de glicose7 no sangue34. Trato digestivo: Ocasionalmente podem ocorrer náuseas45, vômito63, sensação de plenitude gástrica, dor abdominal e diarréia64. Em casos isolados, pode-se observar aumento das enzimas hepáticas65, alterações na função hepática13 (por exemplo, colestase66 e icterícia67) e hepatite68, fatores contributivos para insuficiência hepática29. Sangue34: Alterações severos podem ocorrer na crase sangüínea. Raramente trombocitopenia69 e, em casos isolados, leucopenia70, anemia hemolítica71 ou ainda eritrocitopenia, granulocitopenia, agranulocitose72 e pancitopenia73 (por supressão medular). Outras reações adversas: Ocasionalmente, reações alérgicas ou pseudo-alérgicas tais como prurido74, urticária75 ou erupções. Tais reações são leves, mas podem tornar-se severas, acompanhadas por dispnéia76 e hipotensão arterial77, às vezes evoluindo até choque78. Em casos de urticária75, o médico deve ser imediatamente informado. Em casos isolados, podem ocorrer diminuição de sódio sérico, vasculite79 alérgica e hipersensibilidade cutânea80 à luz. Visto que alguns efeitos adversos, tais como hipoglicemia26 severa, certas alterações na crase sangüínea, reações alérgicas ou pseudo-alérgicas graves ou insuficiência hepática29, podem, sob certas circunstâncias, tornar-se risco de vida, é essencial que um médico seja informado caso ocorram.

Posologia de Amaryl

A dose deve ser suficiente para atingir o controle metabólico exigido. As doses iniciais e de manutenção são baseadas nos resultados de monitorização regular da glicemia20 e glicosúria36. Dúvidas e enganos (como esquecimento de uma dose ) nunca devem ser resolvidos (por exemplo, tomando-se uma dose maior mais tarde) por conta própria. Devem ser esclarecidos e discutidos com o médico e por ele definidos. A dose inicial usual é de 1 mg de AMARYL diariamente. Se necessário, esta dose diária poderá ser aumentada. Recomenda-se que tal aumento se faça de acordo com o controle do nível de glicose7 no sangue34 e de forma gradual, a intervalos de 1 a 2 semanas, de acordo com as seguintes etapas: 1 mg, 2 mg, 3 mg, 4 mg, 6 mg. A dose inicial usual para pacientes81 com diabetes6 bem-controlados é de 1 a 4mg da AMARYL ao dia. Doses diárias superiores a 6mg (até 8mg) somente são eficazes para uma minoria de pacientes, portanto doses superiores não devem ser utilizadas. A distribuição das doses é determinada pelo médico, levando-se em consideração o quadro clínico do paciente. Normalmente, uma única dose diária de AMARYL é suficiente. Recomenda-se administrá-la imediatamente antes da primeira refeição substancial ou da primeira refeição principal. É muito importante alimentar-se bem após a administração da medicação. Ajuste secundário da dose: A sensibilidade à insulina16 aumenta à medida que melhora o controle de diabetes6, portanto as necessidades de glimepirida1 podem diminuir durante o tratamento. Para evitar hipoglicemia26, deve-se considerar oportuna uma temporária redução na dose ou interrupção da terapia com AMARYL. Um ajuste de dose deverá ser considerado caso ocorram mudanças no peso ou no estilo de vida de paciente, ou ainda na ocorrência de outros fatores que aumentem a suscetibilidade para hipo ou hiperglicemia22.

Administração de Amaryl

Os comprimidos de AMARYL devem ser engolidos sem mastigar e com quantidade suficiente de líquido (aproximadamente meio copo).

Duração do Tratamento de Amaryl

O tratamento com AMARYL é de longa duração, dependente da resposta e da evolução do paciente e da conduta e decisão do médico responsável. Substituição de outros antidiabéticos orais82 por AMARYL: Não há uma exata relação entre a dose de AMARYL e a de outros agentes hipoglicemiantes orais83. Quando se for substituir a administração destes agentes por AMARYL, a dose diária inicial deve ser de 1mg; isto é aplicável mesmo quando se parte de doses máximas de outro agente hipoglicemiante35 oral. Todo aumento de AMARYL deve ser realizado seguindo-se as diretrizes indicadas no item Posologia. Deve-se ter em conta a potência e a duração da ação de agente hipoglicemiante35 empregado previamente pode ser necessário interromper o tratamento para evitar efeitos aditivos que aumentariam o risco de hipoglicemia26. Em alguns casos de pacientes  com diabetes6 tipo II anteriormente controlado com insulina16, uma substituição por AMARYL pode ser indicada. A substituição geralmente deve ser feita no  hospital.

Superdosagem de Amaryl

Em caso de evidente superdosagem, o médico responsável deve ser informado imediatamente. Ingerir açúcar32 de imediato, se possível na forma de glicose7. Cuidados devem ser tomados até que o médico comprove que o paciente está fora de perigo. A hospitalização pode vir a ser necessária em algumas ocasiões. Superdosagem significativas e reações severas como perda da consciência ou outros distúrbios neurológicos graves requerem tratamento imediato, hospitalização e cuidados intensivos. Se o paciente estiver inconsciente, é indicada uma injeção84 intravenosa de solução concentrada de glicose7 (para adultos inicia-se com 40 ml de solução a 20%). Para adultos, pode-se considerar a administração de glucagon41 em doses de 0,5 a 1 mg por via intravenosa, subcutâneas ou intramuscular. Em crianças e adolescentes a dose de glicose7 deve ser administrada cuidadosamente pela possibilidade de ocorrer hiperglicemia22 severa, e deve ser regulada pelo controle da glicose7 no sangue34. A ingestão excessiva de AMARYL requer medidas rápidas de desintoxicação (lavagem gástrica85 e carvão medicina.).

Atenção - Este é um novo produto e, embora as pesquisas realizadas tenham indicado eficácia e segurança quando corretamente indicado, podem ocorrer reações adversas imprevisíveis ainda não-descritas ou conhecidas. Em caso de suspeita de reação adversa, o médico responsável deve ser notificado.

AMARYL - Laboratório

Sanofi Aventis Farmacêutica Ltda
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Complementos

1 Glimepirida: Medicamento de uso oral para tratamento do diabetes tipo 2. Estimula a secreção de insulina ligando-se a um receptor específico na célula-beta do pâncreas que determina fechamento dos canais de potássio (K+) dependentes de ATP (adenosinatrifosfato), resultando em despolarização da célula. Pertence à classe das sulfoniluréias.
2 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
3 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
4 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
5 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
6 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
7 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
8 Diabetes juvenil: Termo formal para diabetes insulino dependente ou diabetes tipo 1.
9 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
10 Cetoacidose diabética: Complicação aguda comum do diabetes melito, é caracterizada pela tríade de hiperglicemia, cetose e acidose. Laboratorialmente se caracteriza por pH arterial 250 mg/dl, com moderado grau de cetonemia e cetonúria. Esta condição pode ser precipitada principalmente por infecções, infarto agudo do miocárdio, acidente vascular encefálico, trauma e tratamento inadequado do diabetes. Os sinais clínicos da cetoacidose são náuseas, vômitos, dor epigástrica (no estômago), hálito cetônico e respiração rápida. O não-tratamento desta condição pode levar ao coma e à morte.
11 Sulfoniluréias: Classe de medicamentos orais para tratar o diabetes tipo 2 que reduz a glicemia por ajudar o pâncreas a fabricar mais insulina e o organismo a usar melhor a insulina produzida.
12 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
13 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
14 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
15 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
16 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
17 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
18 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
19 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
20 Glicemia: Valor de concentração da glicose do sangue. Seus valores normais oscilam entre 70 e 110 miligramas por decilitro de sangue (mg/dl).
21 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
22 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
23 Poliúria: Diurese excessiva, pode ser um sinal de diabetes.
24 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
25 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
26 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
27 Desnutrição: Estado carencial produzido por ingestão insuficiente de calorias, proteínas ou ambos. Manifesta-se por distúrbios do desenvolvimento (na infância), atrofia de tecidos músculo-esqueléticos e caquexia.
28 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
29 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
30 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
31 Neuropatia autonômica: Tipo de neuropatia que afeta pulmões, coração, estômago, intestino, bexiga e órgãos genitais.
32 Açúcar: 1. Classe de carboidratos com sabor adocicado, incluindo glicose, frutose e sacarose. 2. Termo usado para se referir à glicemia sangüínea.
33 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
34 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
35 Hipoglicemiante: Medicamento que contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
36 Glicosúria: Presença de glicose na urina.
37 Hemoglobina glicosilada: Hemoglobina glicada, hemoglobina glicosilada, glico-hemoglobina ou HbA1C e, mais recentemente, apenas como A1C é uma ferramenta de diagnóstico na avaliação do controle glicêmico em pacientes diabéticos. Atualmente, a manutenção do nível de A1C abaixo de 7% é considerada um dos principais objetivos do controle glicêmico de pacientes diabéticos. Algumas sociedades médicas adotam metas terapêuticas mais rígidas de 6,5% para os valores de A1C.
38 Antidiabético oral: Qualquer medicamento que, administrado por via oral, contribui para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Ele pode ser um hipoglicemiante, se for capaz de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agir impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
39 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
40 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
41 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
42 Adrenalina: 1. Hormônio secretado pela medula das glândulas suprarrenais. Atua no mecanismo da elevação da pressão sanguínea, é importante na produção de respostas fisiológicas rápidas do organismo aos estímulos externos. Usualmente utilizado como estimulante cardíaco, como vasoconstritor nas hemorragias da pele, para prolongar os efeitos de anestésicos locais e como relaxante muscular na asma brônquica. 2. No sentido informal significa disposição física, emocional e mental na realização de tarefas, projetos, etc. Energia, força, vigor.
43 Laxantes: Medicamentos que tratam da constipação intestinal; purgantes, purgativos, solutivos.
44 Cabeça:
45 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
46 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
47 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
48 Visão: 1. Ato ou efeito de ver. 2. Percepção do mundo exterior pelos órgãos da vista; sentido da vista. 3. Algo visto, percebido. 4. Imagem ou representação que aparece aos olhos ou ao espírito, causada por delírio, ilusão, sonho; fantasma, visagem. 5. No sentido figurado, concepção ou representação, em espírito, de situações, questões etc.; interpretação, ponto de vista. 6. Percepção de fatos futuros ou distantes, como profecia ou advertência divina.
49 Afasia: Sintoma neurológico caracterizado pela incapacidade de expressar-se ou interpretar a linguagem falada ou escrita. Pode ser produzida quando certas áreas do córtex cerebral sofrem uma lesão (tumores, hemorragias, infecções, etc.). Pode ser classificada em afasia de expressão ou afasia de compreensão.
50 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
51 Delírio: Delirio é uma crença sem evidência, acompanhada de uma excepcional convicção irrefutável pelo argumento lógico. Ele se dá com plena lucidez de consciência e não há fatores orgânicos.
52 Convulsão: Episódio agudo caracterizado pela presença de contrações musculares espasmódicas permanentes e/ou repetitivas (tônicas, clônicas ou tônico-clônicas). Em geral está associada à perda de consciência e relaxamento dos esfíncteres. Pode ser devida a medicamentos ou doenças.
53 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
54 Sudorese: Suor excessivo
55 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
56 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
57 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
58 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
59 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
60 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
61 Apoplexia: Afecção cerebral que surge inesperadamente, acompanhada de privação do uso dos sentidos e/ou suspensão do movimento; por outras palavras, serve de designação genérica das afecções produzidas pela formação rápida de um derrame sangüíneo ou acidente oclusivo no interior de um órgão. Os sintomas e sinais podem variar desde uma simples cefaléia até um quadro mais grave. O termo está atualmente em desuso, devendo ser substituído por acidente vascular cerebral.
62 Olhos:
63 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
64 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
65 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
66 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
67 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
68 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
69 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
70 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
71 Anemia hemolítica: Doença hereditária que faz com que os glóbulos vermelhos do sangue se desintegrem no interior dos veios sangüíneos (hemólise intravascular) ou em outro lugar do organismo (hemólise extravascular). Pode ter várias causas e ser congênita ou adquirida. O tratamento depende da causa.
72 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
73 Pancitopenia: É a diminuição global de elementos celulares do sangue (glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas).
74 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
75 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
76 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
77 Hipotensão arterial: Diminuição da pressão arterial abaixo dos valores normais. Estes valores normais são 90 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 50 milímetros de pressão diastólica.
78 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
79 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
80 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
81 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
82 Antidiabéticos orais: Quaisquer medicamentos que, administrados por via oral, contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais. Eles podem ser um hipoglicemiante, se forem capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados, ou um anti-hiperglicemiante, se agirem impedindo a elevação da glicemia após uma refeição.
83 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
84 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
85 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
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