SYNTHROID

ABBOTT

Atualizado em 09/12/2014

SYNTHROID

Levotiroxina1 Sódica

Forma Farmacêutica de Synthroid

Comprimido

Apresentações de Synthroid

25 mcg - Embalagem com 30 comprimidos
50 mcg - Embalagem com 30 comprimidos
75 mcg - Embalagem com 30 comprimidos
100 mcg - Embalagem com 30 comprimidos
150 mcg - Embalagem com 30 comprimidos

USO PEDIÁTRICO E/OU ADULTO.

Composição de Synthroid

Cada comprimido contém 25 mcg, 50 mcg, 75 mcg, 100 mcg e 150 mcg de levotiroxina1 sódica, respectivamente.

INFORMAÇÃO AO PACIENTE:
Cuidados de conservação: este medicamento deve ser guardado dentro da embalagem original, à temperatura ambiente (15 a 30ºC) e protegido da
luz e da umidade.
Prazo de validade: ao adquirir medicamento confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto.

NUNCA USE MEDICAMENTO COM PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

Pacientes e pais (ou responsáveis) de crianças submetidas a tratamento com levotiroxina1 devem saber:
1. A terapia de reposição hormonal é essencial para a vida, exceto nos casos de hipotiroidismo transitório.
2. Surgindo sinais2 ou sintomas3 de superdosagem de levotiroxina1, como p. ex.: dor no peito4, pulso rápido e irregular, insônia, irritabilidade, tremor, cefaléia5, rash6 cutâneo7 e vômito8, o tratamento com SynthroidTM deve ser interrompido e o médico imediatamente informado. Outras manifestações, como febre9, alteração menstrual, perda de peso, intolerância ao calor,  sudorese10 excessiva, cãibras, diarréia11 e perda de apetite não exigem interrupção do tratamento, mas o médico deve ser informado.
3. Pacientes com diabetes mellitus12: podem necessitar de reajustes nas doses de medicação antidiabética. O tratamento com levotiroxina1 geralmente aumenta as necessidades de hipoglicemiantes orais13 e de insulina14.
4. Pacientes em uso de anticoagulantes15 orais: o tempo de protrombina16 deve ser avaliado com maior freqüência para se determinar a necessidade de reajustes posológicos.
5. Queda parcial de cabelos pode ser verificada em crianças nos primeiros meses da terapia com levotiroxina1. Entretanto, este fenômeno é em geral transitório.

Gravidez17 e lactação18: com base nos conhecimentos atuais, a terapia de reposição hormonal com levotiroxina1 não oferece riscos para o feto19 ou para a mãe durante a gravidez17. A quantidade de levotiroxina1 excretada pelo leite humano é mínima e não está associada a nenhum efeito colateral20 ou potencial carcinógeno. Quantidades adequadas de levotiroxina1 são necessárias para manter a lactação18 normal. Portanto, a terapia com SynthroidTM não deve ser interrompida durante a gestação ou amamentação21. Entretanto, informe ao médico se, durante o tratamento, houver suspeita de gravidez17 ou estiver amamentando. Nestes casos, é importante avaliar a necessidade de reajuste na posologia de SynthroidTM.

Cuidados de administração: os comprimidos de SynthroidTM devem ser ingeridos com estômago22 vazio a fim de aumentar sua absorção. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações desagradáveis: informe ao médico o aparecimento de reações desagradáveis. Pode ocorrer: insônia, irritabilidade, dor de cabeça23, febre9, suores, emagrecimento rápido, diarréia11.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Contra-indicação: alergia24 a levotiroxina1 ou a qualquer componente do produto.  

Precauções: informe sempre ao médico sobre possíveis doenças cardíacas, renais, hepáticas25 ou outras que esteja apresentando, para receber uma orientação adequada.
Informe ao médico sobre qualquer medicamento que esteja tomando, antes do início ou durante o tratamento com SynthroidTM.

NÃO TOME REMÉDIO SEM ANTES CONSULTAR O MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE26.

INFORMAÇÕES TÉCNICAS:

A síntese de hormônio27 tireoidiano é controlada pela tireotropina (Thyroid Stimulating Hormone - TSH) secretado pela hipófise anterior28. Esta secreção hormonal é por sua vez controlada por um mecanismo de feedback realizado por hormônios próprios da tireóide e pelo hormônio27 liberador de tireotropina (TRH), um tripeptídeo de origem hipotalâmica.
Os mecanismos pelos quais os hormônios tireoidianos exercem sua atividade fisiológica29 ainda não estão muito bem esclarecidos. Os hormônios tireoidianos maiores são a levotiroxina1 (T4) e a triiodotironina (T3). A glândula tireóide30 normal contém, por grama31 de tecido32, aproximadamente 200 mcg de T4 e 15 mcg de T3. Estes
hormônios aumentam o consumo de oxigênio pelos tecidos orgânicos, aumentam o nível metabólico basal e o metabolismo33 de carbohidratos, lipídeos e proteínas34.
Exercem ainda profunda influência em todos os órgãos e sistemas, sendo de particular importância para o desenvolvimento do sistema nervoso central35.
Os hormônios tireoidianos estão relacionados ao crescimento e com a diferenciação dos tecidos. Nos jovens com hipotireoidismo36, existe atraso de crescimento, imaturação esquelética (especialmente falha na ossificação das epífises37) e retardo no desenvolvimento cerebral.
Os efeitos fisiológicos dos hormônios tireoidianos são mediados primeiramente a nível celular pela tironina, que é em parte oriunda da levotiroxina1 por deiodinação nos tecidos periféricos. A levotiroxina1 é o componente maior das secreções normais da tireóide, sendo, desta maneira, o determinante primário da função tireoidiana normal.

FARMACOLOGIA38 CLÍNICA:

A absorção de levotiroxina1 (T4) por via oral é incompleta e variável (50 a 75%), principalmente se ingerida com alimentos. O grau de absorção depende do veículo utilizado em sua preparação, do conteúdo intestinal39, da flora intestinal, das proteínas34 plasmáticas e de fatores dietéticos.
Mais de 99% dos hormônios circulantes estão ligados às proteínas34 plasmáticas incluindo a globulina40 (TBG), pré-albumina41 (TBPA) e albumina41 (TBa), cuja capacidade e afinidade variam de acordo com os hormônios.
A levotiroxina1 (T4) apresenta uma afinidade maior de ligação que a triiodotironina (T3), tanto a nível de circulação42, como a nível celular, o que explica o seu maior tempo de ação.
A meia-vida da levotiroxina1 (T4) no plasma43 normal é de 6 a 7 dias. Essa meia-vida diminui no hipertireoidismo44 e aumenta no hipotireoidismo36. Em administrações diárias, atinge o máximo entre 3 e 4 semanas com duração de 1 a 3 semanas.
A biotransformação é principalmente tecidual. No fígado45, pequenas quantidades sofrem biotransformação e são excretadas pela bile46. A deiodinação de levotiroxina1 (T4) ocorre em diversos locais, incluindo fígado45 e rins47. Diariamente, 85% da levotiroxina1 (T4) metabolizada é deiodinada. O hormônio27 conjugado, na forma de glucuronatos ou sulfatos é encontrado na bile46 e intestino, onde se completa o ciclo enterohepático.

Indicações de Synthroid

SynthroidTM está indicado:
1 - Como terapia de reposição ou suplementação48 em pacientes com hipotireoidismo36 de qualquer etiologia49 (exceto no hipotireoidismo36 transitório, durante a fase de recuperação de tireoide50 subaguda51). Nesta categoria incluem-se: cretinismo, mixedema52 e hipotireoidismo36 comum em pacientes de qualquer idade (crianças, adultos e idosos), ou fase (inclusive gravidez17): hipotireoidismo36 primário resultante de déficit funcional; atrofia53 primária; ablação54 total ou parcial da glândula tireóide30, com ou sem bócio55; hipotireoidismo36 secundário (hipofisário) ou terciário (hipotalâmico).
2 - Supressão do TSH hipofisário no tratamento ou prevenção dos vários tipos de bócios eutireoidianos, inclusive nódulos tireoidianos56, tireoidite linfocítica subaguda51 ou crônica (tireoidite de Hashimoto) e regressão de metástases57 de carcinoma58 foliculares e papilares, de neoplasia59 maligna da tireóide (o carcinoma58 medular de tireóide geralmente não responde a essa terapia).
3 - Agente diagnóstico60 nos testes de supressão (auxílio diagnóstico60 da suspeita de hipotireoidismo36 leve ou de glândula tireóide30 autônoma).

Contra-Indicações de Synthroid

Insuficiência61 adrenocortical diagnosticada mas não corrigida e tireotoxicose não tratada. Hipersensibilidade a levotiroxina1 ou a algum componente da fórmula.

Precauções de Synthroid

Gerais:

Antes de iniciar o tratamento com SynthroidTM é conveniente investigar a existência de cardiopatias, hipertensão arterial62, diabetes63, D. Addison, insuficiência61 adrenocortical ou ainda, se o paciente faz uso de efedrina, epinefrina ou isoproterenol para tratamento de asma64.
A terapia com SynthroidTM deve ser iniciada com doses baixas, ex., 25 - 50 mcg de levotiroxina1 (T4), nas situações onde a integridade do sistema cardiovascular65 possa estar comprometida (angina66 pectoris, idosos, etc.).
Em tratamento prolongado (2 a 6 meses), se não houver resposta eficaz com doses ideais ou personalizadas, recomenda-se que o diagnóstico60 seja reavaliado.

Observação de Synthroid

A obesidade67 sem hipotireoidismo36 não constitui uma indicação para os hormônios tireoidianos usados isoladamente ou em associação. Em doses pequenas são desprovidas de ação e em doses elevadas, tornam-se perigosos, especialmente se associados a substâncias do tipo anfetamina (anorexígeno68). A atividade e os eventuais sinais2 de intolerância só aparecem após um período de latência69 de 15 dias a 1 mês.

Gravidez17 e Lactação18 de Synthroid

Os hormônios tireoidianos não atravessam a barreira placentária. A quantidade excretada pelo leite materno é mínima e não está associada a nenhum efeito colateral20 ou potencial carcinógeno. Quantidades adequadas de levotiroxina1 são necessárias para manter a lactação18 normal.
Os resultados de experiência clínica, não indicam qualquer efeito indesejável para o feto19 ou para a mãe, quando hormônios tireoidianos são administrados durante a gravidez17 ou lactação18.
Com base nos conhecimentos atuais, a terapia de reposição hormonal com SynthroidTM não oferece riscos para o feto19 ou para a mãe durante a gestação e lactação18.
O tratamento com SynthroidTM, não deve ser interrompido durante a gravidez17 ou lactação18. Nestes casos é importante avaliar a necessidade de reajuste na posologia de SynthroidTM.

Interações Medicamentosas de Synthroid

SynthroidTM em tratamento concomitante com:  1 - Anfetaminas, anticoagulantes15 orais, antidepressivos, digital, efedrina, epinefrina e metilfenidato: Potencializa os efeitos destas substâncias.
2 - Barbitúricos: Diminui os efeitos dos barbitúricos.
3 - Contraceptivos orais e colestiramina: reduz o efeito do SynthroidTM.
4 - Aspirina e fenitoina: aumentam o efeito do SynthroidTM.
5 - Antidiabéticos: podem necessitar reajuste posológico.

Reações Adversas de Synthroid

Estão em geral ligadas à própria ação do hormônio27 tireoidiano, por superdosagem ou subdosagem terapêutica70.
Superdosagem (sinais2 e sintomas3 de hipertireoidismo44): dor torácica, batimentos cardíacos irregulares, diminuição da respiração, vômito8, diarréia11, mãos71 trêmulas, câimbras72 nas pernas, sudorese10, alterações no apetite, febre9, cefaléia5, alterações do período menstrual, irritabilidade, insônia e perda de peso.  
Dose subterapêutica (hipotireoidismo36): inaptidão, apatia73, cansaço, sonolência, alterações no período menstrual, desinteresse, cefaléia5, constipação74, fraqueza, ganho de peso, pele75 desidratada e sem elasticidade76, mialgias77 contínuas.

Posologia de Synthroid

As doses administradas de SynthroidTM variam de acordo com o grau de hipotireoidismo36, a idade do paciente e a tolerabilidade individual. A fim de se adaptar a posologia, é recomendável antes de iniciar o tratamento efetuar as dosagens radioimunológicas do (T3), (T4) e do TSH.

ADULTOS:

Hipotireoidismo36: SynthroidTM deve ser instituido em doses baixas (50 mcg/dia), que serão aumentadas de acordo com as condições cardiovasculares do paciente. Dose inicial: 50 mcg/dia, aumentando-se 25 mcg a cada 2 ou 3 semanas, até que o efeito desejado seja atingido. Em pacientes com hipotireoidismo36 de longa data, particularmente com suspeita de alterações cardiovasculares, a dose inicial deverá ser ainda mais baixa (25 mcg/dia).
Manutenção: 75 a 125 mcg diários sendo que alguns pacientes, com má absorção, podem necessitar de até 200 mcg/dia.
A maioria dos pacientes não exige doses superiores a 150 mcg/dia. A falta de resposta às doses de 200 mcg/dia, sugerem má absorção, não obediência ao tratamento ou erro diagnóstico60.
Supressão do TSH (câncer78 de tireóide) / nódulos / bócios eutireoidianos em adultos: Dose supressiva média de levotiroxina1 (T4): 2,6 mcg/kg/dia, durante 7 a 10 dias.

CRIANÇAS:

Hipotireoidismo36: doses usuais por via oral:
De 1 a 5 anos: 3 a 5 mcg/kg/dia.
De 6 a 10 anos: 4 a 5 mcg/kg/dia.
Acima de 10 anos: 2 a 3 mcg/kg/dia, até que a dose de adulto seja atingida (usualmente de 150 mcg/kg/dia).
A posologia é em geral estabelecida em função dos resultados das dosagens hormonais.
A dose recomendada é de 2 a 3 mcg/kg/dia.
O esquema posológico para crianças com hipotireoidismo36 congênito79 encontra-se sumarizado na tabela 1. Nestes pacientes a terapia com doses plenas deve ser instituida tão logo o diagnóstico60 seja feito.

Tabela 1 - Doses sugeridas para hipotireoidismo36 congênito79*

Idade            Dose diária     Dose diária/kg
                                                                   peso corporal
0 - 6 meses         25 - 50 mcg         8 - 10 mcg
6 - 12 meses         50 - 75 mcg         6 - 8 mcg
1 - 5 anos        75 - 100 mcg         5 - 6 mcg
6 - 12 anos         100 - 150 mcg         4 - 5 mcg


* Devem ser ajustadas com base na resposta clínica e testes laboratoriais.
Para as crianças com dificuldade de ingerir os comprimidos deve-se proceder da seguinte maneira: triturar o comprimido e dissolvê-lo em pequena quantidade de água. A suspensão pode ser dada em colher ou conta-gotas. Os comprimidos triturados, podem também ser administrados com pequenas quantidades de alimentos (cereais, sucos, etc.).
A suspensão preparada não pode ser estocada para outra dose.

Superdosagem de Synthroid

Sinais2 e Sintomas3: Doses excessivas de levotiroxina1 (T4) promovem um estado hipermetabólico semelhante ao hipertireoidismo44.
Tratamento: A dose de SynthoidTM deve ser reduzida ou temporariamente interrompida se sinais2 ou sintomas3 de superdosagem aparecer. O tratamento pode ser reiniciado com a menor dose de SynthroidTM.
Em indivíduos normais, a função do eixo tireoide50-hipotálamo80-hipofisário é normalizado em 6 a 8 semanas após a supressão tireoidiana.
O tratamento agudo81 da superdosagem maciça de levotiroxina1 (T4) é auxiliado pela redução da absorção intestinal do medicamento e neutralização dos seus efeitos central e periférico, principalmente os relacionados ao aumento da atividade simpática. O vômito8 pode ser induzido inicialmente, se a absorção intestinal do produto pode ser evitada e quando não houver contra-indicações (coma82, convulsões e perda do reflexo do vômito8).
Tratamento sintomático83 e de suporte: oxigênio e assistência ventilatória. Cardiotônicos podem ser indicados na insuficiência cardíaca congestiva84 instalada. Medidas para controle da febre9, hipoglicemia85 e reposição hídrica se houver perda excessiva.
Substâncias antiadrenérgicas, em particular o propranolol, são eficazes no tratamento do aumento da atividade simpática. Se não existir
contra-indicações, o propranolol pode ser administrado por via intravenosa, na dose de 1 a 3 mg, por período de 10 minutos, ou por via oral, na dose de 80 a 160 mg/dia.
Outras medidas adjuvantes incluem a administração de colestiramina com o propósito de interferir com a absorção da levotiroxina1 (T4) e de corticosteróides para inibir a conversão de (T4) para (T3).
Na criança além da tireotoxicose, uma superdosagem prolongada pode acelerar a maturação óssea ou mesmo, nos primeiros anos de vida, a uma craniosinostose prematura.
O tratamento poderá ser realizado por meio de sedativos e de betabloqueadores.


SYNTHROID - Laboratório

ABBOTT
Rua Nova York, 245 - Brooklin
São Paulo/SP - CEP: 04560-108
Tel: 11-5536-7000
Fax: 011-5531-7205
Site: http://www.abbottbrasil.com.br/

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Complementos

1 Levotiroxina: Levotiroxina sódica ou L-tiroxina (T4) é um hormônio sintético usado no tratamento de reposição hormonal quando há déficit de produção de tiroxina (T4) pela glândula tireoide.
2 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
3 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
4 Peito: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original
5 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
6 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
7 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
8 Vômito: É a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Pode ser classificado como: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
9 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
10 Sudorese: Suor excessivo
11 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
12 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
13 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
14 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
15 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
16 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
17 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
18 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
19 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
20 Efeito colateral: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
21 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
22 Estômago: Órgão da digestão, localizado no quadrante superior esquerdo do abdome, entre o final do ESÔFAGO e o início do DUODENO.
23 Cabeça:
24 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
25 Hepáticas: Relativas a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
26 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
27 Hormônio: Substância química produzida por uma parte do corpo e liberada no sangue para desencadear ou regular funções particulares do organismo. Por exemplo, a insulina é um hormônio produzido pelo pâncreas que diz a outras células quando usar a glicose para energia. Hormônios sintéticos, usados como medicamentos, podem ser semelhantes ou diferentes daqueles produzidos pelo organismo.
28 Hipófise Anterior: Lobo glandular anterior da hipófise, também conhecido como adenohipófise. Secreta os HORMÔNIOS ADENOHIPOFISÁRIOS que regulam funções vitais como CRESCIMENTO, METABOLISMO e REPRODUÇÃO.
29 Fisiológica: Relativo à fisiologia. A fisiologia é estudo das funções e do funcionamento normal dos seres vivos, especialmente dos processos físico-químicos que ocorrem nas células, tecidos, órgãos e sistemas dos seres vivos sadios.
30 Glândula Tireóide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente. Sinônimos: Tireóide
31 Grama: 1. Designação comum a diversas ervas da família das gramíneas que formam forrações espontâneas ou que são cultivadas para criar gramados em jardins e parques ou como forrageiras, em pastagens; relva. 2. Unidade de medida de massa no sistema c.g.s., equivalente a 0,001 kg . Símbolo: g.
32 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
33 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
34 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
35 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
36 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
37 Epífises: Extremidade dilatada dos ossos longos, separada da parte média pelo disco epifisário (até o crescimento ósseo cessar). Neste período, o disco desaparece e a extremidade se une à parte média do osso.
38 Farmacologia: Ramo da medicina que estuda as propriedades químicas dos medicamentos e suas respectivas classificações.
39 Conteúdo Intestinal: Conteúdo compreendido em todo ou qualquer segmento do TRATO GASTROINTESTINAL
40 Globulina: Qualquer uma das várias proteínas globulares pouco hidrossolúveis de uma mesma família que inclui os anticorpos e as proteínas envolvidas no transporte de lipídios pelo plasma.
41 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
42 Circulação: 1. Ato ou efeito de circular. 2. Facilidade de se mover usando as vias de comunicação; giro, curso, trânsito. 3. Movimento do sangue, fluxo de sangue através dos vasos sanguíneos do corpo e do coração.
43 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
44 Hipertireoidismo: Doença caracterizada por um aumento anormal da atividade dos hormônios tireoidianos. Pode ser produzido pela administração externa de hormônios tireoidianos (hipertireoidismo iatrogênico) ou pelo aumento de uma produção destes nas glândulas tireóideas. Seus sintomas, entre outros, são taquicardia, tremores finos, perda de peso, hiperatividade, exoftalmia.
45 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
46 Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.
47 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
48 Suplementação: Que serve de suplemento para suprir o que falta, que completa ou amplia.
49 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
50 Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUÉIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.
51 Subaguda: Levemente aguda ou que apresenta sintomas pouco intensos, mas que só se atenuam muito lentamente (diz-se de afecção ou doença).
52 Mixedema: Infiltração cutânea causadora de edema firme e elástico nos tecidos, especialmente do rosto e dos membros, acarretada por diminuição da atividade da glândula tireoide (hipotireoidismo).
53 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
54 Ablação: Extirpação de qualquer órgão do corpo.
55 Bócio: Aumento do tamanho da glândula tireóide, que produz um abaulamento na região anterior do pescoço. Em geral está associado ao hipotireoidismo. Quando a causa desta doença é a deficiência de ingestão de iodo, é denominado Bócio Regional Endêmico. Também pode estar associado a outras doenças glandulares como tumores, infecções ou inflamações.
56 Nódulos tireoidianos: Nódulos da tireoide resultam em crescimentos anormais de células da tireoide, que formam protuberâncias dentro da glândula, normalmente visíveis sob a pele do pescoço.
57 Metástases: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
58 Carcinoma: Tumor maligno ou câncer, derivado do tecido epitelial.
59 Neoplasia: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
60 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
61 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
62 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
63 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
64 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
65 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
66 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
67 Obesidade: Condição em que há acúmulo de gorduras no organismo além do normal, mais severo que o sobrepeso. O índice de massa corporal é igual ou maior que 30.
68 Anorexígeno: Que ou o que provoca anorexia (diz-se de substância ou droga), ou seja, que ou o que produz falta ou perda de apetite.
69 Latência: 1. Estado, caráter daquilo que se acha latente, oculto. 2. Por extensão de sentido, é o período durante o qual algo se elabora, antes de assumir existência efetiva. 3. Em medicina, é o intervalo entre o começo de um estímulo e o início de uma reação associada a este estímulo; tempo de reação. 4. Em psicanálise, é o período (dos quatro ou cinco anos até o início da adolescência) durante o qual o interesse sexual é sublimado; período de latência.
70 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
71 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
72 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
73 Apatia: 1. Em filosofia, para os céticos e os estoicos, é um estado de insensibilidade emocional ou esmaecimento de todos os sentimentos, alcançado mediante o alargamento da compreensão filosófica. 2. Estado de alma não suscetível de comoção ou interesse; insensibilidade, indiferença. 3. Em psicopatologia, é o estado caracterizado por indiferença, ausência de sentimentos, falta de atividade e de interesse. 4. Por extensão de sentido, é a falta de energia (física e moral), falta de ânimo; abatimento, indolência, moleza.
74 Constipação: Retardo ou dificuldade nas defecações, suficiente para causar desconforto significativo para a pessoa. Pode significar que as fezes são duras, difíceis de serem expelidas ou infreqüentes (evacuações inferiores a três vezes por semana), ou ainda a sensação de esvaziamento retal incompleto, após as defecações.
75 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
76 Elasticidade: 1. Propriedade de um corpo sofrer deformação, quando submetido à tração, e retornar parcial ou totalmente à forma original. 2. Flexibilidade, agilidade física. 3. Ausência de senso moral.
77 Mialgias: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
78 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
79 Congênito: 1. Em biologia, o que é característico do indivíduo desde o nascimento ou antes do nascimento; conato. 2. Que se manifesta espontaneamente; inato, natural, infuso. 3. Que combina bem com; apropriado, adequado. 4. Em termos jurídicos, é o que foi adquirido durante a vida fetal ou embrionária; nascido com o indivíduo. Por exemplo, um defeito congênito.
80 Hipotálamo: Parte ventral do diencéfalo extendendo-se da região do quiasma óptico à borda caudal dos corpos mamilares, formando as paredes lateral e inferior do terceiro ventrículo.
81 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
82 Coma: 1. Alteração do estado normal de consciência caracterizado pela falta de abertura ocular e diminuição ou ausência de resposta a estímulos externos. Pode ser reversível ou evoluir para a morte. 2. Presente do subjuntivo ou imperativo do verbo “comer.“
83 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
84 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
85 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.

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