PUREGON

ORGANON

Atualizado em 09/12/2014

PUREGON®

Folitrofina beta injetável (FSHrec humano)

Composição  Cada ampola com liosfera contém: Folitrofina beta 50, 100, 150 UI. Cada ampola diluente contém: Cloreto de sódio 4,5 mg.

- Informações técnicas

Propriedades de Puregon

PUREGON contém folitrofina beta (FSHrec humano) produzida pela técnica de DNA recombinante, usando células1 de ovário2 de hamster chinesa. A seqüência de aminoácidos primária é idêntica à do FSH humano natural. Existem pequenas diferenças na estrutura de cadeia de carboidratos. O FSH é indispensável no crescimento e maturação folicular e na produção de esteróides gonadais. Na mulher a quantidade de FSH é determinante no início e na manutenção do desenvolvimento folicular e, em conseqüência, no tempo que levam para amadurecerem e no número de folículos que alcançam a maturidade Portanto, PUREGON pode ser utilizado para estimular o desenvolvimento folicular e a produção de esteróides em casos selecionados de alterações da função gonadal. Além disso, PUREGON pode ser utilizado para promover o desenvolvimento folicular múltiplo em programas de reprodução3 assistida (por exemplo, fertilização4 in vitro) transferência de embriões (FIV/TE), transferência intratubária de gamatas ou zigotos (GIFT/ZIFT) e injeção5 intracitoplasmática de espermatozóides6 (ICSI)]. O tratamento com PUREGON é geralmente seguido pela administração de hCG para induzir a fase final da maturação folicular, retomada da melosa e ruptura do folículo7.

Farmacocinética de Puregon

Após a administração intramuscular ou subcutânea8 de PUREGON, os níveis máximos de FSH são alcançados em aproximadamente 12 horas. Devido à liberação prolongada e à meia-vida de eliminação relativamente alta, de aproximadamente 40 horas, os níveis de FSH permanecem elevados durante 24-48 horas. Mesmo assim, devido à meia-vida de eliminação relativamente longa, as concentrações da FSH no plasma9 são aproximadamente 1,5-2,5 vezes maiores após a administração repetida do que após a administração única, o que contribui para alcançar as concentrações terapêuticas. Não existem diferenças farmacologicamente significativas entre a administração subcutânea8 e a intramuscular de PUREGON. Como o FSHrec e bioquimicamente muito similar ao FSH endógeno humano, ele é distribuído, metabolizado e excretado da mesma forma.

Administração e Modo de Usar de Puregon

PUREGON deve ser reconstituído com o diluente que é fornecido. A solução reconstituída deve ser administrada imediatamente. Para prevenir injeções dolorosas e evitar o refluxo no local da injeção5, a solução de PUREGON deve ser lentamente administrada por via intramuscular ou subcutânea8. O local da injeção subcutânea10 deve ser variado para prevenir a ocorrência de lipoatrofia11. Nenhuma solução reconstituída não-utilizada deve ser aproveitada. As injeções subcutâneas de PUREGON podem ser administradas pela paciente ou parceiro, desde que as instruções necessárias sejam dadas pelo médico. A auto-administração de PUREGON somente deve ser realizada por pacientes bem motivadas, adequadamente treinadas e com acesso a aconselhamento especializado. Para utilizar PUREGON corretamente seguir as seguintes instruções:

1. Quebrar a parte superior da ampola diluente, segurando firmemente a ampola em uma das mãos12 e pressionando com o polegar da outra mão13 a parte superior da ampola, enquanto promove uma flexão desta parte para trás com o seu outro dedo. Repetir o procedimento com a ampola com a liosfera.

2. Aspirar o conteúdo da ampola-diluente com uma seringa14 (não acompanha o produto).

3. Colocar ao diluente na ampola com a liosfera de PUREGON.

4. Aspirar a solução recontituída de PUREGON com a mesma seringa14.

5. A agulha utilizada para as operações não será utilizada para a injeção5,  portanto trocar esta agulha por outra agulha estéril

6. Bater delicadamente com os dedos na seringa14 e pressionar o êmbolo15, com a agulha apontada para cima, para forçar a saída do ar até que uma gota16 apareça na ponta da agulha.

Injeção intramuscular17

7. Limpar aproximadamente 2 cm ao redor do ponto onda a agulha será introduzida, introduzir a agulha em um ângulo de 90 graus em relação à superfície da pele18 e pressionar o êmbolo15 lentamente

Injeção subcutânea10

8. Limpar aproximadamente 2 cm ao redor do ponto onde a agulha será introduzida, introduzir a agulha na base da pele18 pinçada em um ângulo de 45 graus em relação à superfície da pele18 e pressionar o êmbolo15 lentamente.

Indicações de Puregon

PUREGON está indicado no tratamento da infertilidade19 feminina nas seguintes situações: anovulação20 (incluindo doença policistíca ovariana), em mulheres que se mostraram não-responsivas ao tratamento com citrato de clomifeno: hiperestimulação ovariana controlada para induzir o desenvolvimento de múltiplos folículos em programas da reprodução3 assistida (por exemplo, fertilização4 in vitro/transferência de embriões (FIV/TE) e transferência intratubária de gametas21 ou zigotos (GIFT/ZIFT) e injeção5 intracitoplasmática de espermetozóide (ICSI).

Contra-Indicações de Puregon

PUREGON é contra-indicado nos casos de: tumores de ovário2, de mama22, útero23, hipófise24 e hipotálamo25; gravidez e lactação26; sangramento vaginal não-diagnosticado; hipersensibilidade a qualquer uma das substâncias de PUREGON; falência ovariana primária; cistos ovarianos ou ovários27 aumentados, não-relacionados com doença policística ovariana; mal-formações dos õrgãos sexuais incompativeis com a gravidez28; miomas uterinos incompatíveis com a gravidez28.

Uso Durante a Gravidez28 e a Lactação26 de Puregon

PUREGON não deve ser utilizado durante a gravidez28 e a lactação26.

Precauções e Advertências de Puregon

A presença de endocrinopatias29 não-gonadais, não-controladas (por exemplo: distúrbios da tireóide, adrenal e hipófise24) deve ser excluída. Nos casos de gravidez28 produzida por indução da ovulação30 com preparações gonadotróficas, existe um risco maior de ocorrer gravidez28 múltipla. Não têm sido relatados casos de hipersensibilidade ao PUREGON, mas existe a possibilidade de respostas anafiláticas. A primeira injeção5 de PUREGON deve ser realizada somente sob supervisão médica direta. Uma vez que mulheres inférteis submetidas à reprodução3 assistida e particularmente FIV freqüentemente apresentam anormalidades tubárias, a freqüência de gravidez ectópica31 pode estar aumentada. Portanto, é importante a realização de um exame ultra-sonográfico precocemente para confirmar se a gravidez28 é intra-uterina. As taxas de abortamento32 em mulheres submetidas a técnicas de reprodução3 assistida são maiores do que na população normal. Hiperestimulação não-desejada. Durante o tratamento deve se realizar uma avaliação ultra-sonográfica do desenvolvimento folicular e determinar os níveis de estrógenos antes do tratamento e a intervalos regulares durante o mesmo, pois os níveis de estrógenos podem aumentar muito rapidamente, mais que o dobro ao dia, durante 2 ou 3 dias seguidos e, possivelmente, alcançar valores excessivamente altos. Se ocorrer a hiperestimulação indesejada (não como parte de hiperestimulação ovariana controlada em programas de reprodução3 assistida), deve-se suspender imediatamente a administração de PUREGON. Nesse caso, a gravidez28 deve ser evitada e não deve ser administrado o hCG, porque ele pode induzir, em adição à ovulação30 múltipla, a síndrome33 da hiperestimulação ovariana. Os sintomas34 clínicos da síndrome33 da hiperestimulação ovariana moderada são dor abdominal, náuseas35, diarréia36 e leve a moderado aumento dos ovários27 e cistos ovarianos. Em casos raros, pode ocorrer a síndrome33 da hiperestirnulação ovariana grave, que pode chegar a desencadear uma situação crítica. Caracteriza-se por cístos ovarianos-grandes (com tendência à ruptura), ascite37, freqüentemente hidrotórax e ganho de peso. Em raras situações, processos tromboembólicos arteriais têm sido associados à terapia com gonadotrofínas. Isso também pode acontecer com PUREGON/hCG.

Interações Medicamentosas de Puregon

O uso conjunto de PUREGON e citrato de clomifeno pode melhorara resposta folicular. Após a dessensibilização38 hipofisária, mediante a utilização de um agonista39 GnRH, pode ser necessária uma dose maior de PUREGON para produzir uma resposta folicular adequada.

Reações Adversas de Puregon

A hiperestimulação ovariana indesejada pode ser observada em 5% das pacientes tratadas com PUREGON. Sintomas34 característicos dessas condições já foram descritos (ver Precauções e advertências). A utilização de PUREGON tanto por via IM ou SC, pode levar a reações no local da aplicação como ardor40, dor, eritema41, inchaço42 e prurido43, a maioria dos quais de leve intensidade. Reações generalizadas não têm sido observadas. Formação de anticorpos44 antifolitrofina beta ou proteínas45 derivadas da célula46 hospedeira não tem sido reportada durante a terapia. Um leve aumento do risco de gravidez ectópica31 e gravidez28 múltipla tem sido observado. Em raras circunstâncias, tromboembolismo47 arterial tem sido associado à terapia com menotrofina/gonadotrofina coriônica humana48. Isso pode ocorrer com a terapia PUREGON/hCG.

Posologia   de Puregon


Existem grandes variações inter e intra-individuais na resposta dos ovários27 às gonadotrofínas exógenas, por isso é impossível estabelecer um esquema de dosagem uniforme. Portanto, o ajuste deve ser feito individualmente, dependendo da resposta do ovário2. Para isso é necessário fazer a monitorização através de ultra-sonografias e através da dosagem do nível estrogênico e (ou) avaliação clínica do nível estrogênico. Após dessensibilização38 hipofisária induzida por agonista39 do GnRH, uma dose maior de PUREGON pode ser necessária para se alcançar uma resposta ovariana adequada. A experiência clínica com PUREGON é baseada em até 3 ciclos de tratamento nas duas indicações. A experiência em FIV indica a taxa de sucesso do tratamento, permanece estável durante as primeiras 4 tentativas e declina gradualmente daí em diante. Anovulação20: Em geral é recomendado um esquema de tratamento seqüencial. Ele geralmente é iniciado com a administração diária de 75 UI de FSH, dose que deve ser mantida durante 5-7 dias. Se não for detectada uma resposta dos ovários27, a dose deve ser incrementada gradualmente até que os níveis de estrógeno49 comecem a aumentar. É considerada uma ótima velocidade de aumento da ordem de 40% - 100% ao dia. Então a dose eficaz diária é mantida até que se alcancem as condições de pré-ovulação30. As condições pré-ovulatórias são alcançadas quando há evidência ultra-sonográfica de um folículo7 dominante de pelo menos 18 mm de diâmetro e (ou) quando os níveis de estradiol plasmático de 300-900 picogramas/ml (1.000-3.000 pmol/l) são identificados. A administração de PUREGON é então interrompida e pode-se induzir a ovulação30. administrando gonadotrofina coriônica humana48 (hCG) a uma dose de 5.000-10.000 UI. Se os níveis de estrôgenos aumentarem muito rapidamente, mais que o dobro ao dia, durante 2 ou 3 dias consecutivos, a dose diária deverá ser diminuída. Como os folículos de mais de 14 mm podem produzir gravidez28, múltiplos folículos pré-ovulatórios com mais de 14 mm aumentam o risco de gravidez28 múltipla. Nesse caso, deve-se suspender o hCG para evitar gestações múltiplas. Hiperestimulação controlada do ovário2 em programas de reprodução assistida: Vários protocolos de estimulação podem ser empregados. Uma dose inicial de 150-225 UI é recomendada para os primeiros quatro dias de estimulação. Desse ponto em diante a dose deve ser ajustada individualmente, baseada na resposta ovariana. Estudos clínicos demonstraram que dosagens de manutenção, variando entre 75-375 UI por seis a doze dias são suficientes, embora tratamentos mais longos possam ser necessários, PUREGON pode ser usado isoladamente ou em combinação com agonista39 GnRH para prevenir a luteinização prematura. Nesse último caso, uma dose total de tratamento maior pode ser necessária. A maturação dos folículos é controlada por ultra-sonografia e pelos níveis plasmáticos de estrógenos. Quando a avaliação ecográfica indica a presença de, ao menos, três folículos de 16-20 mm, e a resposta de estradiol é boa [níveis plasmáticos de aproximadamente 300-400 picogramas/ml (1000-3.000 pmol/l) para cada folículo7 com um diâmetro maior que 18 mm], faz-se a indução da fase final da maturação folicular, administrando hCG a uma dose de 5.000-10.000 UI. A recuperação dos oócitos é realizada após 34 a 35 horas.

Superdosagem de Puregon

Não existem dados sobre toxicidade50 aguda de PUREGON em humanos, mas toxicidade50 aguda de PUREGON a de preparações com gonadotrofína urinária, em estudos em animais, mostrou-se muito baixa. Foi demonstrada que uma dose muito alta mantida durante mais de um dia pode conduzir à hiperestimulação dos ovários27.

Apresentações de Puregon

Ampola contendo esfera liofílizada (ou liosfera) + ampola de 1 ml com diluente PUREGON 50, 100 e 150 UI: Embalagens com 1 ampola com liosfera + 1 ampola com diluente; embalagens com 5 ampolas com liosfera + 5 ampolas com diluente.


AKZO NOBEL Ltda.  Divisão Organon

PUREGON - Laboratório

ORGANON
Rua João Alfredo, 353
São Paulo/SP - CEP: 04747-900
Tel: 55 (011) 522-9011
Fax: 55 (011) 246-0305
Email: helpline@organon.com.br
Site: http://www.organon.com.br/

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Complementos

1 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
2 Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais Sinônimos: Ovários
3 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
4 Fertilização: Contato entre espermatozóide e ovo, determinando sua união.
5 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
6 Espermatozóides: Células reprodutivas masculinas.
7 Folículo: 1. Bolsa, cavidade em forma de saco. 2. Fruto simples, seco e unicarpelar, cuja deiscência se dá pela sutura que pode conter uma ou mais sementes (Ex.: fruto da magnólia).
8 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
9 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
10 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
11 Lipoatrofia: Perda de tecido gorduroso abaixo da pele resultando em afundamentos localizados. Pode ser causada por injeções repetidas de insulina em um mesmo local.
12 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
13 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
14 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
15 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
16 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
17 Injeção intramuscular: Injetar medicamento em forma líquida no músculo através do uso de uma agulha e seringa.
18 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
19 Infertilidade: Capacidade diminuída ou ausente de gerar uma prole. O termo não implica a completa inabilidade para ter filhos e não deve ser confundido com esterilidade. Os clínicos introduziram elementos físicos e temporais na definição. Infertilidade é, portanto, freqüentemente diagnosticada quando, após um ano de relações sexuais não protegidas, não ocorre a concepção.
20 Anovulação: Alteração no funcionamento dos ovários, capaz de alterar a produção, maturação ou liberação normal de óvulos. Esta alteração pode ser intencional (como a induzida pelas pílulas anticoncepcionais) ou ser endógena. Pode ser uma causa de infertilidade.
21 Gametas: Células reprodutoras encontradas em organismos multicelulares.
22 Mama: Em humanos, uma das regiões pareadas na porção anterior do TÓRAX. As mamas consistem das GLÂNDULAS MAMÁRIAS, PELE, MÚSCULOS, TECIDO ADIPOSO e os TECIDOS CONJUNTIVOS.
23 Útero: Orgão muscular oco (de paredes espessas), na pelve feminina. Constituído pelo fundo (corpo), local de IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO e DESENVOLVIMENTO FETAL. Além do istmo (na extremidade perineal do fundo), encontra-se o COLO DO ÚTERO (pescoço), que se abre para a VAGINA. Além dos istmos (na extremidade abdominal superior do fundo), encontram-se as TUBAS UTERINAS.
24 Hipófise:
25 Hipotálamo: Parte ventral do diencéfalo extendendo-se da região do quiasma óptico à borda caudal dos corpos mamilares, formando as paredes lateral e inferior do terceiro ventrículo.
26 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
27 Ovários: São órgãos pares com aproximadamente 3cm de comprimento, 2cm de largura e 1,5cm de espessura cada um. Eles estão presos ao útero e à cavidade pelvina por meio de ligamentos. Na puberdade, os ovários começam a secretar os hormônios sexuais, estrógeno e progesterona. As células dos folículos maduros secretam estrógeno, enquanto o corpo lúteo produz grandes quantidades de progesterona e pouco estrógeno.
28 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
29 Endocrinopatias: Quaisquer afecções de glândulas endócrinas.
30 Ovulação: Ovocitação, oocitação ou ovulação nos seres humanos, bem como na maioria dos mamíferos, é o processo que libera o ovócito II em metáfase II do ovário. (Em outras espécies em vez desta célula é liberado o óvulo.) Nos dias anteriores à ovocitação, o folículo secundário cresce rapidamente, sob a influência do FSH e do LH. Ao mesmo tempo que há o desenvolvimento final do folículo, há um aumento abrupto de LH, fazendo com que o ovócito I no seu interior complete a meiose I, e o folículo passe ao estágio de pré-ovocitação. A meiose II também é iniciada, mas é interrompida em metáfase II aproximadamente 3 horas antes da ovocitação, caracterizando a formação do ovócito II. A elevada concentração de LH provoca a digestão das fibras colágenas em torno do folículo, e os níveis mais altos de prostaglandinas causam contrações na parede ovariana, que provocam a extrusão do ovócito II.
31 Gravidez ectópica: Implantação do produto da fecundação fora da cavidade uterina (trompas, peritôneo, etc.).
32 Abortamento: Interrupção precoce da gravidez, espontânea ou induzida, seguida pela expulsão do produto gestacional pelo canal vaginal (Aborto). Pode ser precedido por perdas sangüíneas através da vagina.
33 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
34 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
35 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
36 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
37 Ascite: Acúmulo anormal de líquido na cavidade peritoneal. Pode estar associada a diferentes doenças como cirrose, insuficiência cardíaca, câncer de ovário, esquistossomose, etc.
38 Dessensibilização: É uma maneira de parar ou diminuir a resposta a reações alérgicas a algumas coisas. Por exemplo, se uma pessoa apresenta uma reação alérgica a alguma substância, o médico dá a esta pessoa uma pequena quantidade desta substância para aumentar a sua tolerância e vai aumentando esta quantidade progressivamente. Após um período de tempo, maiores doses são oferecidas antes que a dose total seja dada. É uma maneira de ajudar o organismo a prevenir as reações alérgicas.
39 Agonista: 1. Em farmacologia, agonista refere-se às ações ou aos estímulos provocados por uma resposta, referente ao aumento (ativação) ou diminuição (inibição) da atividade celular. Sendo uma droga receptiva. 2. Lutador. Na Grécia antiga, pessoa que se dedicava à ginástica para fortalecer o físico ou como preparação para o serviço militar.
40 Ardor: 1. Calor forte, intenso. 2. Mesmo que ardência. 3. Qualidade daquilo que fulge, que brilha. 4. Amor intenso, desejo concupiscente, paixão.
41 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
42 Inchaço: Inchação, edema.
43 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
44 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
45 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
46 Célula: Unidade funcional básica de todo tecido, capaz de se duplicar (porém algumas células muito especializadas, como os neurônios, não conseguem se duplicar), trocar substâncias com o meio externo à célula, etc. Possui subestruturas (organelas) distintas como núcleo, parede celular, membrana celular, mitocôndrias, etc. que são as responsáveis pela sobrevivência da mesma.
47 Tromboembolismo: Doença produzida pela impactação de um fragmento de um trombo. É produzida quando este se desprende de seu lugar de origem, e é levado pela corrente sangüínea até produzir a oclusão de uma artéria distante do local de origem do trombo. Esta oclusão pode ter diversas conseqüências, desde leves até fatais, dependendo do tamanho do vaso ocluído e do tipo de circulação do órgão onde se deu a oclusão.
48 Gonadotrofina coriônica humana: Gonadotrofina coriônica humana ou HCG é uma glicoproteína hormonal produzida pelas células trofoblásticas sinciciais nos líquidos maternos. No início da gravidez as concentrações de HCG no soro e na urina da mulher aumentam rapidamente, sendo um bom marcador para testes de gravidez. Sete a dez dias após a concepção, a concentração de HCG alcança 25 mUI/mL e aumenta ao pico de 37.000-50.000 mUI/mL entre oito e onze semanas. É o único hormônio exclusivo da gravidez, fazendo com que o teste de gravidez pela análise de HCG tenha acerto de quase 100%. É o único exame que comprova exatamente a gravidez.
49 Estrógeno: Grupo hormonal produzido principalmente pelos ovários e responsáveis por numerosas ações no organismo feminino (indução da primeira fase do ciclo menstrual, desenvolvimento dos ductos mamários, distribuição corporal do tecido adiposo em um padrão feminino, etc.).
50 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.

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