Preço de ALLEGRA D em Houston/SP: R$ 53,77

ALLEGRA D

Sanofi Aventis Farmacêutica Ltda

Atualizado em 03/06/2015

Forma Farmacêutica e Apresentação da Allegra D

Comprimidos revestidos de camada dupla

Caixas com 10 comprimidos

Composição da Allegra D

Cada comprimido contém:

Cloridrato de fexofenadina (em formulação de liberação imediata).................. 60 mg

Cloridrato de pseudoefedrina (em formulação de liberação prolongada).......... 120 mg

Excipientes q.s.p.................... 1 comprimido

(celulose microcristalina, amido de milho, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, cera de carnaúba, ácido esteárico, dióxido de silício coloidal, Opadry)

Informação ao Paciente da Allegra D

Ação esperada do medicamento: ALLEGRA D é um medicamento com ação anti-alérgica e descongestionante.

Cuidados de armazenamento: conservar o produto em temperatura ambiente.

Prazo de validade: vide cartucho. Ao adquirir o medicamento confira sempre o prazo de validade impresso na embalagem externa do produto. NUNCA USE MEDICAMENTO COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.

Gravidez1 e lactação2: informe imediatamente ao seu médico se houver suspeita ou ocorrência de gravidez1 na vigência do tratamento ou após o seu término ou se está amamentando.

Cuidados de administração: siga corretamente as instruções do seu médico respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento: não interromper ou modificar o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas: informe ao seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, tais como: dor de cabeça3, insônia, náuseas4, boca5 seca, palpitações6, tonturas7, nervosismo e ansiedade.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: informe seu médico caso você utilize medicamentos para o coração8, para pressão alta e para depressão.

Contra-Indicações e Precauções: informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento. Informe também caso você tenha problemas renais ou no coração8.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE9.

Informação Técnica da Allegra D

O cloridrato de fexofenadina é um anti-histamínico não sedativo. A fexofenadina é o metabólito10 farmacologicamente ativo da terfenadina. Possui atividade seletiva antagonista11 dos receptores H1 periféricos.

A fexofenadina, em concentrações 32 vezes maior que a concentração terapêutica12 no homem, não demonstrou efeito nos canais de potássio do coração8. Em pacientes com rinite13 alérgica sazonal, que ingeriram doses de até 240 mg de cloridrato de fexofenadina, duas vezes ao dia, durante 2 semanas, não foram observadas diferenças significativas no intervalo QT, quando comparado com placebo14. Também não foram observadas alterações no intervalo QT em pacientes sadios que ingeriram 60 mg de cloridrato de fexofenadina duas vezes ao dia, durante 6 meses, 400 mg duas vezes ao dia durante 6,5 dias e 240 mg uma vez ao dia durante 1 ano, quando comparado ao placebo14.

Estudos clínicos em pápula15 e eritema16, mediados pela histamina17, após a administração de 20 mg e 40 mg de cloridrato de fexofenadina, uma ou duas vezes ao dia, demonstraram que a droga produz efeito anti-histamínico em 1 hora e alcança seu efeito máximo em 2-3 horas, prolongando-se por até 12 horas. Não foi observada tolerância desses efeitos após 28 dias.

A fexofenadina inibiu o broncospasmo induzido por antígenos18 e inibiu a liberação de histamina17 dos mastócitos19 peritoneais em animais, em concentrações sub-terapêuticas (10 - 100 m m).

Em estudos com animais não foram observados efeitos anticolinérgicos ou efeito sobre os receptores alfa-1 adrenérgicos20. Estudos realizados com o cloridrato de fexofenadina radiomarcado em ratos demonstraram que a fexofenadina não atravessa a barreira hematoencefálica.

Após administração oral de dose única de 2 cápsulas de 60 mg de cloridrato de fexofenadina para indivíduos sadios, a concentração plasmática máxima é obtida em aproximadamente 2,6 horas. Após a administração oral de uma dose única de 60 mg, 120 mg e 180 mg em indivíduos sadios, a concentração plasmática média foi de 209 ng/ml, 427 ng/ml e 494 ng/ml respectivamente. A média dos picos de concentração plasmática no estado de equilíbrio após a administração de doses múltiplas em indivíduos sadios foi de 286 ng/ml. A média da meia-vida de eliminação do cloridrato de fexofenadina é 14,4 horas após a administração de 60 mg, duas vezes ao dia.

A farmacocinética da fexofenadina em doses únicas e múltiplas é linear com doses de até 120 mg, duas vezes ao dia. A dose de 240 mg, duas vezes ao dia produziu um leve aumento proporcionalmente maior de 8,8% na AUC no estado de equilíbrio, indicando que a farmacocinética da fexofenadina é praticamente linear nestas doses. Fexofenadina possui ligação às proteínas21 plasmáticas de aproximadamente 60 a 70%.

A biodisponibilidade do cloridrato de fexofenadina ainda não foi totalmente estabelecida; portanto, não é claro se o componente fecal representa a droga não absorvida ou se é o resultado da excreção biliar. Os estudos "in vitro" e "in vivo" realizados com cloridrato de fexofenadina não demonstraram mutagenicidade.

O potencial carcinogênico e a toxicidade22 reprodutiva do cloridrato de fexofenadina foram avaliados utilizando-se estudos com terfenadina com o suporte de estudos farmacocinéticos demonstrando a exposição do cloridrato de fexofenadina (através de valores plasmáticos de concentração sob a curva - AUC). Não foi observada evidência de carcinogenicidade em ratos e camundongos com terfenadina (até 150 mg/kg/dia). Em pacientes acima de 65 anos, os picos plasmáticos de fexofenadina observados foram 99% maiores do que em indivíduos jovens sadios. Neste caso, a meia-vida de eliminação média foi similar.

Em pacientes com insuficiência renal23 leve ("clearance" de creatinina24 41-80 ml/min) a grave ("clearance" de creatinina24 11-40 ml/min), os níveis de picos plasmáticos de fexofenadina foram 87% e 111% respectivamente mais elevados, e a meia-vida de eliminação média foi 59% e 75% respectivamente mais longa, do que os valores observados em voluntários sadios.

A administração concomitante de ALLEGRA D com uma refeição rica em gordura25 reduziu as concentrações plasmáticas de fexofenadina Cmáx (-46%) e AUC (-42%). O tempo para a concentração máxima (Tmáx) foi retardado em 50%. A velocidade ou quantidade da absorção da pseudoefedrina não foi afetada pelos alimentos.
É recomendável evitar a administração de ALLEGRA D com alimentos ricos em gordura25.

Os níveis de picos plasmáticos em pacientes sob diálise26 ("clearance" de creatinina24 £ 10 ml/min) foram 82% maiores e a meia-vida foi 31% mais longa do que a observada em voluntários sadios. Em pacientes com insuficiência renal23 a dose deve ser ajustada (ver item Posologia).

Não foram observadas alterações significativas na farmacocinética do cloridrato de fexofenadina em pacientes com doença hepática27 quando comparado com indivíduos sadios.

A pseudoefedrina é um simpatomimético eficaz por via oral como descongestionante da mucosa28 nasal, com alívio da congestão nasal associada à rinite13 alérgica. Nas doses orais recomendadas, apresenta mínimo efeito pressórico em adultos normotensos. Sua meia-vida plasmática é de 4 a 6 horas. Cerca de 55-75% da dose administrada é excretada na urina29 de forma inalterada; o restante é aparentemente metabolizado no fígado30 em compostos inativos.

A administração do comprimido de ALLEGRA D (60 mg de cloridrato de fexofenadina e 120mg de cloridrato de pseudoefedrina), por aproximadamente 2 semanas a 213 pacientes com rinite13 alérgica sazonal não demonstrou aumento estatisticamente significativo no intervalo QTc médio quando comparado com cloridrato de fexofenadina administrado como monodroga (60mg duas vezes ao dia, n=215), ou quando comparado com o cloridrato de pseudoefedrina (120mg duas vezes ao dia, n=215), administrado como monodroga.

Em estudo multicêntrico, duplo-cego, controlado, randomizado31, de 2 semanas de duração, em pacientes com idade entre 12-65 anos, com rinite13 alérgica sazonal devido a alergias à tasneira (n=651), o comprimido da associação de cloridrato de fexofenadina 60mg / cloridrato de pseudoefedrina 120 mg, administrado duas vezes ao dia, reduziu significativamente a intensidade dos espirros, rinorréia32, coceira no nariz33, palato34 e garganta35, olhos36 hiperemiados, úmidos e com coceira, e a congestão nasal.

O comprimido de ALLEGRA D é preparado de tal forma a proporcionar liberação imediata da fexofenadina e liberação prolongada da pseudoefedrina

Indicações da Allegra D

  ALLEGRA D é indicado no alívio dos sintomas37 associados aos processos congestivos das vias aéreas superiores, tais como: espirros, coriza38, prurido39 nasal e ocular e obstrução nasal, comuns na rinite13 alérgica.

Contra-Indicações da Allegra D

ALLEGRA D está contra-indicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula.

A pseudoefedrina está contra-indicada em pacientes com hipertensão arterial40 grave, coronariopatia grave, insuficiência cardíaca41, em pacientes sob tratamento com inibidores da monoaminoxidase42 (MAO43) ou dentro de 14 dias após a parada de tal tratamento, em pacientes com glaucoma44, hipertrofia45 prostática, hipertiroidismo ou diabetes46.

Precauções e Advertências da Allegra D

Não é necessária nenhuma precaução específica em pacientes com insuficiência hepática47. Em caso de insuficiência renal23 e em idosos, a dose deve ser ajustada (ver item posologia).

Estudos clínicos realizados com ALLEGRA D não demonstraram associação do uso do produto com a atenção no dirigir veículos motorizados ou operar máquinas, alteração no padrão do sono ou outros efeitos no sistema nervoso central48.

A pseudoefedrina deve ser utilizada com precaução em pacientes com hipertensão49, diabetes mellitus50, doença cardíaca isquêmica, pressão intraocular51 aumentada, hipertiroidismo, hipertrofia45 prostática, doença renal52 e hiperatividade a efedrina.

A pseudoefedrina, como outras aminas simpatomiméticas, também pode produzir estimulação do SNC53 com convulsões ou colapso54 cardiovascular. Portanto, não se deve exceder a dose recomendada. A pseudoefedrina, por ser estimulante do SNC53, pode causar dependência.

Os idosos são mais suscetíveis aos efeitos adversos das aminas simpatomiméticas.

Uso durante a gravidez1 e lactação2: não foram realizados estudos bem controlados em mulheres grávidas, portanto ALLEGRA D não deve ser utilizado durante a gravidez1 a menos que a relação risco/benefício seja avaliada pelo médico e supere os possíveis riscos para o feto55.

A fexofenadina e a pseudoefedrina são excretadas no leite materno. Portanto, o uso de ALLEGRA D não é recomendado em lactantes56.

Interações Medicamentosas da Allegra D

Interações com fexofenadina:

A administração concomitante do cloridrato de fexofenadina e cloridrato de pseudoefedrina não interfere na farmacocinética de ambas as drogas.

A fexofenadina não sofre biotransformação hepática27, portanto não interage com drogas que atuam no metabolismo57 hepático. O cloridrato de fexofenadina em doses de 120 mg, duas vezes ao dia, foi administrado concomitantemente com eritromicina (500 mg, 3 vezes ao dia) e cetoconazol (400 mg, uma vez ao dia) em indivíduos sadios, sem demonstrar qualquer interação.

Não foi observada nenhuma interação entre a fexofenadina e o omeprazol. No entanto, a administração de um antiácido58 contendo hidróxido de alumínio e magnésio, aproximadamente 15 minutos antes do cloridrato de fexofenadina, causou uma redução na sua biodisponibilidade, provavelmente devido às ligações no trato gastrintestinal. Recomenda-se aguardar um período aproximado de 2 horas entre as administrações de cloridrato de fexofenadina e antiácidos59 que contenham hidróxido de alumínio e magnésio.

Foi observado aumento de 2 a 3 vezes no nível plasmático de fexofenadina administrada concomitantemente com eritromicina ou cetoconazol. No entanto, esta alteração não foi associada com aumento de efeitos adversos ou com o prolongamento no intervalo QT, comparado ao observado quando as drogas foram administradas  separadamente.

Em estudos em animais foi demonstrado que o aumento nos níveis plasmáticos de fexofenadina, quando administrada concomitantemente com eritromicina ou cetoconazol, foi devido a um aumento na absorção gastrintestinal e uma diminuição ou na excreção biliar ou na secreção gastrintestinal respectivamente.

Interações com pseudoefedrina:

O uso concomitante com inibidores da MAO43 e uso dentro de 14 dias após parada com tal classe de medicamentos está contra-indicado (vide item CONTRA-INDICAÇÕES).

Os betabloqueadores e os simpatomiméticos podem potencializar os efeitos das aminas simpatomiméticas.

O uso concomitante de drogas antihipertensivas pode interferir na atividade simpatomimética como por exemplo: metildopa, mecamilamina e reserpina, podendo reduzir os seus efeitos anti-hipertensivos.

A administração concomitante de pseudoefedrina com digitálicos pode provocar aumento da atividade ectópica60 do marca-passo61.

Reações Adversas da Allegra D

Nos estudos clínicos realizados, os eventos adversos relatados no grupo recebendo os comprimidos de ALLEGRA D (cloridrato de fexofenadina / cloridrato de pseudoefedrina) foram predominantemente os mesmos eventos relatados no grupo recebendo somente cloridrato de fexofenadina ou somente cloridrato de pseudoefedrina. As reações adversas mais freqüentes foram: insônia, cefaléia62, náuseas4, boca5 seca, vertigens63, agitação, dispepsia64, irritação na garganta35, dor nas costas65, palpitação66, ansiedade, infecções67 do trato respiratório superior e dor abdominal.

Posologia da Allegra D

A dose recomendada de ALLEGRA D é de 1 comprimido, duas vezes ao dia, para adultos e crianças maiores de 12 anos de idade.

É recomendável evitar a administração concomitante de ALLEGRA D com alimentos ricos em gordura25.

Para pacientes68 idosos ou com insuficiência renal23, recomenda-se dose inicial de 1 comprimido, uma vez ao dia.

Não é necessário ajuste de doses em pacientes com insuficiência hepática47.
                                                                                                               

Superdosagem da Allegra D


Fexofenadina: na fase de desenvolvimento do produto, durante os estudos clínicos com a administração de doses únicas de até 800mg (6 voluntários sadios) e de até 690 mg duas vezes ao dia, durante um mês (3 voluntários sadios), não foram observadas reações clinicamente significativas.

Pseudoefedrina: A DL50 oral para pseudoefedrina em ratos foi de 1674 mg/kg. Em ratos e cachorros, as doses letais produziram tremores antes da morte.

Os efeitos graves associados com a superdosagem da pseudoefedrina incluem dificuldade respiratória, convulsões, arritmias69 e colapso54 cardiovascular.

Tratamento: Em caso de superdosagem, são recomendadas as medidas usuais de suporte para remover do organismo a droga não absorvida.

A hemodiálise70 não remove com eficácia o cloridrato de fexofenadina do sangue71.

As aminas simpatomiméticas devem ser usadas com muito cuidado na presença da pseudoefedrina.

A excreção da pseudoefedrina é aumentada pela diminuição do pH da urina29.

ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É UM NOVO MEDICAMENTO E EMBORA AS PESQUISAS REALIZADAS TENHAM INDICADO EFICÁCIA E SEGURANÇA QUANDO CORRETAMENTE INDICADO, PODEM OCORRER REAÇÕES ADVERSAS IMPREVISÍVEIS AINDA NÃO DESCRITAS OU CONHECIDAS. EM CASO DE SUSPEITA DE REAÇÃO ADVERSA O MÉDICO RESPONSÁVEL DEVE SER NOTIFICADO.


ALLEGRA D - Laboratório

Sanofi Aventis Farmacêutica Ltda
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Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
2 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
3 Cabeça:
4 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
5 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
6 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
7 Tonturas: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
8 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
9 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
10 Metabólito: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
11 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
12 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
13 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
14 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
15 Pápula: Lesão firme e elevada, com bordas nítidas e diâmetro que varia de 1 a 5 milímetros (até 1 centímetro, segundo alguns autores).
16 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
17 Histamina: Em fisiologia, é uma amina formada a partir do aminoácido histidina e liberada pelas células do sistema imunológico durante reações alérgicas, causando dilatação e maior permeabilidade de pequenos vasos sanguíneos. Ela é a substância responsável pelos sintomas de edema e irritação presentes em alergias.
18 Antígenos: 1. Partículas ou moléculas capazes de deflagrar a produção de anticorpo específico. 2. Substâncias que, introduzidas no organismo, provocam a formação de anticorpo.
19 Mastócitos: Células granulares que são encontradas em quase todos os tecidos, muito abundantes na pele e no trato gastrointestinal. Como os BASÓFILOS, os mastócitos contêm grandes quantidades de HISTAMINA e HEPARINA. Ao contrário dos basófilos, os mastócitos permanecem normalmente nos tecidos e não circulam no sangue. Os mastócitos, provenientes das células-tronco da medula óssea, são regulados pelo FATOR DE CÉLULA-TRONCO.
20 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
21 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
22 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
23 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
24 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
25 Gordura: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Os alimentos que fornecem gordura são: manteiga, margarina, óleos, nozes, carnes vermelhas, peixes, frango e alguns derivados do leite. O excesso de calorias é estocado no organismo na forma de gordura, fornecendo uma reserva de energia ao organismo.
26 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
27 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
28 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
29 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
30 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
31 Randomizado: Ensaios clínicos comparativos randomizados são considerados o melhor delineamento experimental para avaliar questões relacionadas a tratamento e prevenção. Classicamente, são definidos como experimentos médicos projetados para determinar qual de duas ou mais intervenções é a mais eficaz mediante a alocação aleatória, isto é, randomizada, dos pacientes aos diferentes grupos de estudo. Em geral, um dos grupos é considerado controle – o que algumas vezes pode ser ausência de tratamento, placebo, ou mais frequentemente, um tratamento de eficácia reconhecida. Recursos estatísticos são disponíveis para validar conclusões e maximizar a chance de identificar o melhor tratamento. Esses modelos são chamados de estudos de superioridade, cujo objetivo é determinar se um tratamento em investigação é superior ao agente comparativo.
32 Rinorreia: Escoamento abundante de fluido pelo nariz, com ausência de fenômeno inflamatório.
33 Nariz: Estrutura especializada que funciona como um órgão do sentido do olfato e que também pertence ao sistema respiratório; o termo inclui tanto o nariz externo como a cavidade nasal.
34 Palato: Estrutura que forma o teto da boca. Consiste em palato duro anterior (PALATO DURO) e de palato mole posterior (PALATO MOLE).
35 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
36 Olhos:
37 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
38 Coriza: Inflamação da mucosa das fossas nasais; rinite, defluxo.
39 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
40 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
41 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
42 Inibidores da monoaminoxidase: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
43 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
44 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
45 Hipertrofia: 1. Desenvolvimento ou crescimento excessivo de um órgão ou de parte dele devido a um aumento do tamanho de suas células constituintes. 2. Desenvolvimento ou crescimento excessivo, em tamanho ou em complexidade (de alguma coisa). 3. Em medicina, é aumento do tamanho (mas não da quantidade) de células que compõem um tecido. Pode ser acompanhada pelo aumento do tamanho do órgão do qual faz parte.
46 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
47 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
48 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
49 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
50 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
51 Pressão intraocular: É a medida da pressão dos olhos. É a pressão do líquido dentro do olho.
52 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
53 SNC: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
54 Colapso: 1. Em patologia, é um estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca. 2. Em medicina, é o achatamento conjunto das paredes de uma estrutura. 3. No sentido figurado, é uma diminuição súbita de eficiência, de poder. Derrocada, desmoronamento, ruína. 4. Em botânica, é a perda da turgescência de tecido vegetal.
55 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
56 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
57 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
58 Antiácido: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
59 Antiácidos: É uma substância que neutraliza o excesso de ácido, contrariando o seu efeito. É uma base que aumenta os valores de pH de uma solução ácida.
60 Ectópica: Relativo à ectopia, ou seja, à posição anômala de um órgão.
61 Marca-passo: Dispositivo implantado no peito ou no abdômen com o por objetivo de regular os batimentos cardíacos.
62 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
63 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
64 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
65 Costas:
66 Palpitação: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
67 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
68 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
69 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
70 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
71 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
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