IPERISAN

MARJAN

Atualizado em 08/12/2014

Composição de Iperisan

cada comprimido revestido contém: extrato de Hypericum perforatum 300 mg. Excipientes: cellactose, explotab, estearato de magnésio, corante LA e eudragit.

Posologia e Administração de Iperisan

adultos e maiores de 65 anos: 1 comprimido revestido 1 a 3 vezes ao dia ou a critério médico. - Superdosagem: até o presente momento não foram discutidos seus efeitos tóxicos, quando em altas doses. Porém, caso ocorra a ingestão de doses excessivas, deve-se provocar o esvaziamento gástrico logo após o acidente. Pacientes idosos: Iperisan é bem tolerado. Não apresenta efeitos colaterais1 relevantes, inclusive quando administrado para idosos, possuindo também a vantagem de não causar sedação2.

Precauções de Iperisan

pacientes deprimidos freqüentemente têm idade que possuem um trabalho regular. Conseqüentemente, o reflexo de tais pacientes em sua profissão ou para dirigir veículos não deve ser afetado quando em tratamento. Os pacientes tratados com Iperisan não têm seu reflexo afetado, o que se torna uma grande vantagem de seu uso. Considerações farmacológicas de natureza teórica indicam que os IMAO3 em geral podem precipitar crise hipertensiva em paciente com tireotoxicose ou feocromocitoma4, embora os estudos clínicos com Hypericum perforatum não tenham demonstrado estes efeitos.

Reações Adversas de Iperisan

Iperisan é bem tolerado e não apresenta efeitos colaterais1 relevantes, inclusive quando administrado para idosos. Possui também a vantagem de não causar sedação2. Estudos em humanos mostram uma freqüência pequena de efeitos colaterais1 com o uso de Iperisan, tais como: irritações gastrintestinais, reações alérgicas, fadiga5, agitação.

Contra-Indicações de Iperisan

não existem dados disponíveis a respeito de gravidez6 e lactação7, porém sabe-se que o extrato de Hypericum perforatum poderá inibir a secreção de prolactina8. Estudos em cultura de queratinócitos9 humanos demonstraram que as doses terapêuticas de Hypericum são aproximadamente 30 a 50 vezes abaixo do nível de fototoxicidade. Interações medicamentosas: em estudos farmacológicos, o extrato de Hypericum perforatum não demonstrou interação com o álcool. A interação com alimentos ricos em tiamina não foi considerada nos estudos realizados.

Indicações de Iperisan

tratamento dos estados depressivos leves a moderados e desordens psicovegetativas. Alívio dos sintomas10 vegetativos associados à depressão: pacientes sofrendo de depressão são particularmente atingidos por distúrbios somáticos e sintomas10 como: problemas do sono, exaustão, fadiga5, dores musculares e cefaléia11. Ocorre melhora dos sintomas10 citados com o uso de Iperisan. Embora não possua efeito sedativo, a melhora nos casos de problemas relacionados ao sono é devida à ação do produto sobre a fadiga5 e exaustão. Alívio da depressão propriamente dita: existem diversos estudos mostrando uma melhora importante do score de Hamilton, método objetivo de avaliação da depressão, com o uso de Iperisan por pelo menos 4 semanas. Melhora da atenção e concentração: em pacientes deprimidos, o poder para se concentrar, entender e lembrar algo lido ou ouvido é afetado de uma maneira às vezes intensa, que alguns pacientes deprimidos poderão ser erroneamente diagnosticados como dementes. Realmente, o poder de pensamento de tais pacientes está rebaixado e o poder de concentração, decisão e memória estão prejudicados. Estudos mostram que a concentração dos pacientes melhora após 4 semanas de tratamento com Iperisan, devido à sua ação antidepressiva. Além disso, medindo-se os potenciais evocados dos pacientes tratados com Iperisan, há uma redução do período de latência12, comparado ao início do tratamento. Portanto, o processamento do estímulo no córtex se torna acelerado, melhorando as funções cognitivas.

Apresentação de Iperisan

caixa com 20 comprimidos revestidos.


IPERISAN - Laboratório

MARJAN
Rua Gibraltar, 165
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Tel: (11) 5642-9888

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Complementos

1 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
2 Sedação: 1. Ato ou efeito de sedar. 2. Aplicação de sedativo visando aliviar sensação física, por exemplo, de dor. 3. Diminuição de irritabilidade, de nervosismo, como efeito de sedativo. 4. Moderação de hiperatividade orgânica.
3 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
4 Feocromocitoma: São tumores originários das células cromafins do eixo simpático-adrenomedular, caracterizados pela autonomia na produção de catecolaminas, mais freqüentemente adrenalina e/ou noradrenalina. A hipertensão arterial é a manifestação clínica mais comum, acometendo mais de 90% dos pacientes, geralmente resistente ao tratamento anti-hipertensivo convencional, mas podendo responder a bloqueadores alfa-adrenérgicos, bloqueadores dos canais de cálcio e nitroprussiato de sódio. A tríade clássica do feocromocitoma, associado à hipertensão arterial, é composta por cefaléia, sudorese intensa e palpitações.
5 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
6 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
7 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
8 Prolactina: Hormônio secretado pela adeno-hipófise. Estimula a produção de leite pelas glândulas mamárias. O aumento de produção da prolactina provoca a hiperprolactinemia, podendo causar alteração menstrual e infertilidade nas mulheres. No homem, gera impotência sexual (por prejudicar a produção de testosterona) e ginecomastia (aumento das mamas).
9 Queratinócitos: Queratinócitos ou ceratinócitos são células diferenciadas do tecido epitelial (pele) e invaginações da epiderme para a derme (como os cabelos e unhas) de animais terrestres responsáveis pela síntese da queratina.
10 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
11 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
12 Latência: 1. Estado, caráter daquilo que se acha latente, oculto. 2. Por extensão de sentido, é o período durante o qual algo se elabora, antes de assumir existência efetiva. 3. Em medicina, é o intervalo entre o começo de um estímulo e o início de uma reação associada a este estímulo; tempo de reação. 4. Em psicanálise, é o período (dos quatro ou cinco anos até o início da adolescência) durante o qual o interesse sexual é sublimado; período de latência.

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