ARACYTIN

PFIZER

Atualizado em 03/06/2015

Composição de Aracytin

cada frasco-ampola de Aracytin 100 mg contém:citarabina FEU 100 mg; cada frasco-ampola de Aracytin 500 mg contém: citarabina FEU 500 mg; cada frasco-ampola de Aracytin 1 g contém: citarabina FEU 1 g. Cada ml do diluente contém: álcool benzílico FN (5% de excesso) 9,45 mg; água para injeção1 FEU q.s.p. 1 ml.

Posologia e Administração de Aracytin

Aracytin (citarabina) não é ativo por via oral. A maioria dos investigadores administraram a droga por infusão ou injeção1 endovenosa. Administração subcutânea2 é satisfatória para manutenção das remissões; o valor da terapia de indução por essa via é incerto. Em alguns pacientes ocorreu tromboflebite3 no local da injeção1 ou infusão; raramente foi notado o aparecimento de dores e inflamação4 no local da injeção subcutânea5. Na maioria dos casos, a droga tem sido bem tolerada. Os pacientes podem tolerar doses totais maiores, quando recebem a droga por injeção1 endovenosa rápida do que quando a recebem por infusão lenta. Este fenômeno está relacionado com a rápida inativação da droga e exposição curta das células6 normais e neoplásicas7 sensíveis a níveis significativos da droga, após injeção1 rápida. Células6 normais e neoplásicas7 aparentemente respondem de modo paralelo a modos diversos de administração; nenhuma vantagem clínica sensível foi demonstrada para ambos. A experiência clínica acumulada até agora sugere que o sucesso com o Aracytin depende mais da competência em modificar, dia a dia, a dosagem para obter o máximo de extermínio das células6 leucêmicas com toxicidade8 tolerável, do que no esquema terapêutico básico escolhido no início da terapia. Quase sempre ocorre toxicidade8, exigindo alteração da dosagem. Alguns esquemas terapêuticos relativamente bem sucedidos prevendo esta alteração fornecem a droga na dose máxima tolerada, durante 5 dias, a cada 2 semanas e permitindo que os 9 dias intermediários sirvam para descanso e recuperação. - Esquema de dosagem: injeção1 rápida: tratamento contínuo: 2 mg/kg/dia é uma dose inicial judiciosa. Administrar diariamente durante 10 dias. Realizar contagens hematológicas diárias. Se não forem observados nem o efeito antileucêmico nem a toxicidade8 após os 10 dias, aumentar a dose para 4 mg/kg/dia. Manter o tratamento com esta dosagem até que a toxicidade8 ou a resposta terapêutica9 sejam evidentes. Com o tratamento contínuo, quase todos os pacientes podem ser levados a toxicidade8, com esta dose*. Infusão: tratamento contínuo: iniciar com 0,5 a 1,0 mg/kg/dia. Esta dose pode ser dada em infusão, na duração que se desejar: 1, 4, 12 ou 24 horas. Resultados com infusões de uma hora de duração foram satisfatórios e mais convenientes para a maioria dos pacientes. Conforme acima, continuar a dose inicial por 10 dias, realizando diariamente a contagem hematológica. Se com esta dose não forem observadas respostas nem terapêuticas, nem tóxicas, aumentar a dose para 2 mg/kg/dia, continuando o tratamento até que aparecam sinais10 de toxicidade8 ou remissão*. *Observação: em estudo realizado, pacientes que responderam ao Aracytin (citarabina) demonstraram primeiramente sinais10 de melhora medular, 7 a 64 dias (média de 28 dias) após o início da terapia. Um programa de indução, como o descrito acima, deve ser mantido até que a resposta seja evidente ou até que pareca improvável que o paciente se beneficie com a droga. Modificação da dosagem: a dosagem de Aracytin deve ser modificada ou suspensa quando aparecerem sinais10 de depressão hematológica grave. Suspender a droga se o paciente estiver com menos de 50.000 plaquetas11 ou 1.000 granulócitos12 polimorfonucleares13 por mm€ na corrente sangüínea periférica. Essas diretrizes podem ser modificadas dependendo dos sinais10 de toxicidade8 em outros sistemas ou da velocidade de decréscimo dos elementos figurados do sangue14. Reiniciar o tratamento quando houver sinais10 de recuperação medular e os níveis de plaquetas11 e granulócitos12 acima mencionados tiverem sido atingidos. A interrupção do tratamento até que os valores hematológicos do paciente retornem ao normal pode resultar em perda do controle da enfermidade pela droga. Crianças, aparentemente, toleram doses mais altas que adultos e quando as doses estiverem estabelecidas, as crianças devem receber as doses mais altas e os adultos as doses mais baixas. Esquemas de dosagem não contínua também foram usados, com bons resultados. Pacientes sob a terapia em ciclos interrompidos podem tolerar doses maiores que as doses máximas notadas acima. Em geral, se um paciente não mostra evidências nem de toxicidade8 nem de remissão após uma tentativa razoável a uma dada dose, uma tentativa cautelosa a uma dosagem elevada é bastante justificada. Terapia de manutenção: todas as remissões devem ser mantidas com injeções periódicas. Aplicações semanais ou 2 vezes por semana de injeções subcutâneas de 1 mg/kg provaram ser satisfatórias para esta finalidade.

Precauções de Aracytin

Aracytin é um potente supressor15 da medula óssea16. Pacientes que receberem esta droga deverão estar sob rigorosa supervisão médica e, durante a terapia de indução, a contagem de leucócitos17 e plaquetas11 deverá ser feita diariamente. Deverão estar à disposição do paciente os recursos para o tratamento de eventuais complicações advindas da supressão da medula óssea16 (infecção18 resultante da granulocitopenia e outras defesas orgânicas prejudicadas, bem como hemorragia19 devido a trombocitopenia20). O Aracytin é sabidamente teratogênico21 para algumas espécies. Assim, seu emprego em mulheres com gravidez22, provada ou provável, deve ser somente após a devida avaliação dos benefícios e riscos potênciais a mãe e a crianca. Pacientes que recebam Aracytin devem ser cuidadosamente monitorizados. Contagem freqüente de plaquetas11 e leucócitos17 é essencial. Deve-se suspender ou modificar o tratamento se a depressão da medula óssea16, iatrogenicamente induzida, resultar em valores plaquetários inferiores a 50.000 ou se a contagem dos granulócitos12 polimorfonucleares13 for de valores inferiores a 1.000 mm€. Os elementos figurados do sangue14 podem continuar diminuindo após a suspensão da droga e alcançar valores mais baixos, após períodos de 5 a 7 dias da interrupção do tratamento. Se for indicado, reiniciar a terapia quando aparecerem sinais10 definitivos de recuperação medular (evidenciados por avaliações sucessivas da medula óssea16). Quando a droga é administrada rapidamente em altas doses pela via endovenosa, os pacientes freqüentemente sentem náuseas23 e vomitam por várias horas após a injeção1. Esse problema pode ser menos severo se a droga for administrada por infusão. O fígado24 humano aparentemente desintoxica uma parte substancial da dose administrada, razão por que a droga deve ser usada com cautela e em doses reduzidas nos pacientes com função hepática25 prejudicada. Avaliações periódicas da função medular, hepática25 e renal26 deverão ser efetuadas em pacientes sob tratamento com Aracytin. A segurança desta droga para uso em lactentes27 ainda não foi estabelecida. Como as demais drogas citotóxicas, o Aracytin pode induzir hiperuricemia após lise28 rápida de células6 neoplásicas7. O clínico deve observar os níveis de ácido úrico no sangue14 de seu paciente e estar em alerta para o uso de medidas de suporte ou farmacológicas necessárias para contornar o problema.

Reações Adversas de Aracytin

estudos completos de duração adequada revelaram os seguintes efeitos colaterais29: em adultos leucêmicos: leucopenia30, trombocitopenia20, supressão da medula óssea16, náusea31, megaloblastose, vômitos32, anemia33, diarréia34, inflamação4 ou ulceração35 oral, tromboflebite3, disfunção hepática25 e febre36. Com freqüência bem menor, foram observados: disfunção renal26, dores abdominais, anorexia37, hemorragia19 gastrintestinal, sepsia, celulite38 no local da injeção1, pneumonia39, neurite40 ou neurotoxicidade, erupções, aparecimento de sardas, esofagite41, sangramento cutâneo42 e das mucosas43, dores torácicas, dores articulares, dores de garganta44 e redução de reticulócitos. Em crianças: leucopenia30 (maior incidência45), trombocitopenia20, vômitos32, náuseas23, supressão de medula óssea16, inflamação4 ou ulceração35 oral, anemia33, megaloblastose, sangramentos (todos os locais), diarréia34, disfunção hepática25, erupções e anorexia37. Foram ainda registrados, com menor freqüência: sepsia, esofagite41 ou ulceração35 esofágica, ulceração35 da pele46, ulceração35 da mucosa47, dor no local da injeção1, tromboflebite3, retenção urinária48, febre36, icterícia49, tontura50, dores de garganta44, púrpura51, redução dos reticulócitos e alopecia52. Vários princípios surgiram dessas observações, Aracytin é precipuamente tóxico para a medula óssea16, produzindo leucopenia30 periférica, trombocitopenia20, anemia33 e megaloblastose. Este último quadro não está representado neste estudo; ele ocorre, provavelmente, em 100% dos pacientes tratados com Aracytin e foi notado em menos de 24 horas após administração endovenosa. Como se trata de uma complicação de pouca gravidade, a maioria dos investigadores ignoraram-na ou omitiram a menção de sua ocorrência. Além de produzir substancial supressão da medula óssea16, o Aracytin também influencia profundamente os aspectos qualitativos do quadro de supressão medular óssea. Descrições das alterações qualitativas da medula óssea16 induzidas pelo Aracytin têm sido publicadas. Há ocorrência de náuseas23 e vômitos32, especialmente após injeção1 endovenosa rápida. Esses problemas foram mais comuns nas crianças deste estudo porque a maioria delas recebeu a droga desse modo. Disfunção hepática25 (conforme indicado nos valores da função hepática25 anormal) ocorreu em 7,1% no estudo com pacientes adultos e em 5,5% das crianças. Como alguns desses pacientes eram portadores de hepatite53 sérica e, em algumas ocasiões, a disfunção hepática25 foi o evento terminal, há suspeitas de que o Aracytin seja hepatotóxico, sem que haja comprovação do fato.

Indicações de Aracytin

remissão de leucemias granulocíticas agudas de adultos, sendo indicado secundariamente em outras formas de leucemia54 aguda de adultos e crianças. As respostas em outras formas de leucemia54 aguda foram pouco comparáveis àquelas obtidas na leucemia54 granulocítica.

Apresentação de Aracytin

Aracityn 100 mg: caixa com 1 frasco-ampola com principio ativo e uma ampola contendo 5 ml do diluente. Aracityn 500 mg: caixa com 1 frasco-ampola com princípio ativo e uma ampola contendo 10 ml do diluente. Aracityn 1 g: caixa com 1 frasco-ampola com princípio ativo e uma ampola contendo 10 ml do diluente.


ARACYTIN - Laboratório

PFIZER
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Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
3 Tromboflebite: Processo inflamatório de um segmento de uma veia, geralmente de localização superficial (veia superficial), juntamente com formação de coágulos na zona afetada. Pode surgir posteriormente a uma lesão pequena numa veia (como após uma injeção ou um soro intravenoso) e é particularmente frequente nos toxico-dependentes que se injetam. A tromboflebite pode desenvolver-se como complicação de varizes. Existe uma tumefação e vermelhidão (sinais do processo inflamatório) ao longo do segmento de veia atingido, que é extremamante doloroso à palpação. Ocorrem muitas vezes febre e mal-estar.
4 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
5 Injeção subcutânea: Injetar fluido no tecido localizado abaixo da pele, o tecido celular subcutâneo, com uma agulha e seringa.
6 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
7 Neoplásicas: Que apresentam neoplasias, ou seja, que apresentam processo patológico que resulta no desenvolvimento de neoplasma ou tumor. Um neoplasma é uma neoformação de crescimento anormal, incontrolado e progressivo de tecido, mediante proliferação celular.
8 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
9 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
10 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
11 Plaquetas: Elemento do sangue (não é uma célula porque não apresenta núcleo) produzido na medula óssea, cuja principal função é participar da coagulação do sangue através da formação de conglomerados que tamponam o escape do sangue por uma lesão em um vaso sangüíneo.
12 Granulócitos: Leucócitos que apresentam muitos grânulos no citoplasma. São divididos em três grupos, conforme as características (neutrofílicas, eosinofílicas e basofílicas) de coloração destes grânulos. São granulócitos maduros os NEUTRÓFILOS, EOSINÓFILOS e BASÓFILOS.
13 Polimorfonucleares: Na histologia, é o que possui o núcleo profundamente lobado, aparentando ser múltiplo. Está presente no sangue, com núcleo de forma irregular e grânulos citoplasmáticos (diz-se de leucócito).
14 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
15 Supressor: 1. Que ou o que suprime. 2. Em genética, é o gene que torna o fenótipo idêntico àquele determinado pelo alelo não mutante (diz-se de mutação).
16 Medula Óssea: Tecido mole que preenche as cavidades dos ossos. A medula óssea apresenta-se de dois tipos, amarela e vermelha. A medula amarela é encontrada em cavidades grandes de ossos grandes e consiste em sua grande maioria de células adiposas e umas poucas células sangüíneas primitivas. A medula vermelha é um tecido hematopoiético e é o sítio de produção de eritrócitos e leucócitos granulares. A medula óssea é constituída de um rede, em forma de treliça, de tecido conjuntivo, contendo fibras ramificadas e preenchida por células medulares.
17 Leucócitos: Células sangüíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS). Sinônimos: Células Brancas do Sangue; Corpúsculos Sanguíneos Brancos; Corpúsculos Brancos Sanguíneos; Corpúsculos Brancos do Sangue; Células Sanguíneas Brancas
18 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
19 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
20 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
21 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
22 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
23 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
24 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
25 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
26 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
27 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
28 Lise: 1. Em medicina, é o declínio gradual dos sintomas de uma moléstia, especialmente de doenças agudas. Por exemplo, queda gradual de febre. 2. Afrouxamento, deslocamento, destruição de aderências de um órgão. 3. Em biologia, desintegração ou dissolução de elementos orgânicos (tecidos, células, bactérias, microrganismos) por agentes físicos, químicos ou enzimáticos.
29 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
30 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
31 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
32 Vômitos: São a expulsão ativa do conteúdo gástrico pela boca. Podem ser classificados em: alimentar, fecalóide, biliar, em jato, pós-prandial. Sinônimo de êmese. Os medicamentos que agem neste sintoma são chamados de antieméticos.
33 Anemia: Condição na qual o número de células vermelhas do sangue está abaixo do considerado normal para a idade, resultando em menor oxigenação para as células do organismo.
34 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
35 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
36 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
37 Anorexia: Perda do apetite ou do desejo de ingerir alimentos.
38 Celulite: Inflamação aguda das estruturas cutâneas, incluindo o tecido adiposo subjacente, geralmente produzida por um agente infeccioso e manifestada por dor, rubor, aumento da temperatura local, febre e mal estar geral.
39 Pneumonia: Inflamação do parênquima pulmonar. Sua causa mais freqüente é a infecção bacteriana, apesar de que pode ser produzida por outros microorganismos. Manifesta-se por febre, tosse, expectoração e dor torácica. Em pacientes idosos ou imunodeprimidos pode ser uma doença fatal.
40 Neurite: Inflamação de um nervo. Pode manifestar-se por neuralgia, déficit sensitivo, formigamentos e/ou diminuição da força muscular, dependendo das características do nervo afetado (sensitivo ou motor). Esta inflamação pode ter causas infecciosas, traumáticas ou metabólicas.
41 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
42 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
43 Mucosas: Tipo de membranas, umidificadas por secreções glandulares, que recobrem cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
44 Garganta: Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, extendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICÓIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
45 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
46 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
47 Mucosa: Tipo de membrana, umidificada por secreções glandulares, que recobre cavidades orgânicas em contato direto ou indireto com o meio exterior.
48 Retenção urinária: É um problema de esvaziamento da bexiga causado por diferentes condições. Normalmente, o ato miccional pode ser iniciado voluntariamente e a bexiga se esvazia por completo. Retenção urinária é a retenção anormal de urina na bexiga.
49 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
50 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
51 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
52 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
53 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
54 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.

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