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ATENOLOL

NEO QUIMICA

Atualizado em 03/06/2015

Composição de Atenolol

cada comprimido contém: atenolol 50 mg eatenolol 100 mg; excipientes: celulose microcristalina, P.V.P., glicolato de amido sódico, estearato de magnésio.

Posologia e Administração de Atenolol

hipertensão1: a maioria dos pacientes responde a uma dose oral de 100 mg. O efeito pleno será alcançado após uma ou duas semanas. Pode-se conseguir uma redução adicional na pressão arterial2, combinando o Atenolol com outros agentes anti-hipertensivos, como por exemplo a clortalidona. Angina3: a maioria dos pacientes com angina3 pectoris responde a uma dose diária de 100 mg, administrada como dose única ou fracionada. É improvável que se obtenha benefício adicional através do aumento da dose. Arritmias4: certas arritmias4 podem ser controladas com uma dose oral adequada de 50-100 mg diários, administrada em dose única. Infarto do miocárdio5 (intervenção tardia após infarto6 agudo7 do miocárdio8): para pacientes9 que se apresentarem alguns dias após sofrerem um infarto do miocárdio5, recomenda-se uma dose de 100 mg diários para profilaxia a longo prazo de infarto do miocárdio5. Pacientes com insuficiência renal10: clearance de cretinina superior a 35 mg/min: não ocorre acúmulo significativo de Atenolol. Clearance de creatinina11 entre 15 a 35 ml/min: a dose deve ser de 50 mg ou 100 mg em dias alternados. Clearance de creatinina11 inferior a 15 ml/min: 50 mg em dias alternados ou 100 mg a cada 4 dias. Pacientes que se submetam à hemodiálise12 devem receber 50 mg por via oral, após cada diálise13; isto deve ser feito sob supervisão hospitalar, uma vez que podem ocorrer acentuadas quedas na pressão arterial2. Pacientes idosos: os requisitos de dose podem ser reduzidos. Superdosagem: bradicardia14 excessiva pode ser controlada com 1-2 mg de atropina por via intravenosa. Se necessário, em seguida pode-se administrar uma dose de bolus15 de 10 mg de glucagon16 por via intravenosa. Caso haja necessidade esse procedimento pode ser repetido ou seguido uma infusão intravenosa de 1-10 mg/h de glucagon16, dependendo da resposta obtida. Se não houver resposta do glucagon16, ou se ele não estiver disponível, pode-se administrar um estimulante beta-adrenérgico17, tal como a dobutamina (2,5 a 10 mcg/kg/min IV) ou isoprenalina (10 a 25 mcg, velocidade de infusão não superior a 5 mcg/min). Dependendo da quantidade da dose ingerida, para atingir a resposta podem ser necessárias doses maiores de dobutamina ou isoprenalina, de acordo com as condições clínicas do paciente.

Precauções de Atenolol

o Atenolol não deve ser administrado a pacientes com insuficiência cardíaca18 descompensada, entretanto, pode ser usado em pacientes cujos sinais19 de insuficiência20 tenham sido controlados. Uma das reações farmacológicas do Atenolol é reduzir a freqüência cardíaca. Nos raros casos em que os sintomas21 possam ser atribuíveis à baixa freqüência cardíaca, a dose pode ser reduzida. O Atenolol modifica a taquicardia22 da hipoglicemia23. Deve ser usado com cuidado em pacientes com doença obstrutiva crônica das vias respiratórias, entretanto pode ocorrer ocasionalmente certo aumento da resistência das vias respiratórias em pacientes asmáticos. Normalmente este quadro pode ser revertido através da administração das doses comumente usadas de broncodilatadores24 (salbutamol25 ou isoprenalina). Assim como ocorre com outros betabloqueadores, em pacientes com doença cardíaca isquêmica o tratamento não deve ser descontinuado abruptamente. Pode exacerbar os sintomas21 de angina3 e/ou precipitar o infarto do miocárdio5 e arritmias4 cardíacas. Deve-se tomar cuidado ao se prescrever um betabloqueador juntamente com agentes antidisrítmicos classe 1, tal como a disopramida. Os betabloqueadores devem ser usados com cuidado em combinação com o verapamil em pacientes com função ventricular comprometida. A combinação não deve ser dada a pacientes com anormalidades de condução. Nenhuma dessas drogas deve ser administrada intravenosamente dentro de 48 horas antes da suspensão da outra. Em pacientes com função renal26 debilitada, Atenolol deve ser administrado com cuidado, especialmente se o clearance de creatinina11 for menor que 35 ml/min/1,73 m2. Deve-se tomar cuidado ao se transferir pacientes em tratamento com clonidina para drogas betabloqueadoras. Se ambas tiverem que ser administradas concomitantemente, a clonidina não deve ser descontinuada antes de vários dias após a interrupção. Não é aconselhável a suspensão de drogas betabloqueadoras antes de uma cirurgia na maior parte dos pacientes. Se for decidido suspender a administração de betabloqueador antes da cirurgia, a última dose deve ser administrada 48 horas antes do início da anestesia27. Entretanto, deve-se tomar cuidado quando agentes anestésicos são usados, tais como éter, ciclopropano e tricloroetileno, se ocorrer dominância vagal, a atropina (1-2 mg IV) pode corrigí-la. O Atenolol tem sido usado efetivamente sob supervisão cuidadosa para o tratamento de hipertensão1 associada à gravidez28. Não houve evidência de qualquer anormalidade fetal, não obstante tivesse sido administrado geralmente após 20 semanas de gestação. Entretanto, a possibilidade de dano fetal pode ser excluída e o uso da droga em mulheres que estejam grávidas ou que possam engravidar ou que estejam amamentando, requer que os benefícios esperados sejam avaliados com os possíveis riscos. Os efeitos hipoglicemiantes29 da insulina30 podem ser aumentados com o uso de betabloqueadores. - Interações medicamentosas: os bloqueadores beta-drenérgicos podem interferir nos testes de tolerância com a glicose31 e insulina30. Pode ocorrer aumento nos títulos de anticorpos32 antinucleares, lipoproteínas, potássio e ácido úrico.

Reações Adversas de Atenolol

efeitos no sistema cardiovascular33: bradicardia14; hipotensão34 profunda; bloqueio AV de 2º e 3º graus e precipitações de ICC, sendo mais possível de ocorrer em pacientes com disfunção ventricular esquerda preexistente. Outros efeitos adversos incluem resfriamento das extremidades (0-12%), hipotensão34 ortostática (2-4%), dores nas pernas (0,3%) e agravamento das vasculopatias periféricas. Efeitos no sistema nervoso central35: fadiga36, tontura37, depressão mental, letargia38, sonolência, sonhos incomuns e vertigens39 ocorrem em menos de 3% dos pacientes. Dores de cabeça40 e ansiedade têm sido relatadas. Efeitos no sistema gastrintestinal: diarréia41 e náuseas42 ocorrem em 2-4% dos pacientes. Outros efeitos: sibilos e dispnéia43 (mais possível de ocorrer em pacientes que recebem dose diária superior a 100 mg), diminuição da libido44, exacerbação de psoríase45, síndrome46 lúpica, alopecia47 reversível, doença de Peyronie, elevação das concentrações séricas das enzimas hepáticas48, púrpura49 e trombocitopenia50. Hematológicos: agranulocitose51. Existem relatos de rash52 cutâneo53 e de olhos54 secos. A incidência55 de reações adversas é pequena, e na maioria dos casos, os sintomas21 desaparecem quando o tratamento é suspenso. Deve-se considerar a possibilidade de descontinuação da droga, se qualquer reação não for explicável por outras causas. A interrupção do tratamento com betabloqueadores deve ser sempre gradativa.

Contra-Indicações de Atenolol

pacientes com choque56 cardiogênico. Pacientes com bloqueio cardíaco57 de 2º e 3º grau, bardicardia sinusal. Pacientes em uso de IMAO58 (inibidores da MAO59). Hipersensibilidade ao Atenolol ou a outros componentes da fórmula.

Indicações de Atenolol

controle de hipertensão arterial60; controle de angina3 pectoris; controle de arritmias4 cardíacas e no tratamento de infarto6 recente do miocárdio8.

Apresentação de Atenolol

50 mg e 100 mg: caixa com 28 comprimidos.


ATENOLOL - Laboratório

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Complementos

1 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
2 Pressão arterial: A relação que define a pressão arterial é o produto do fluxo sanguíneo pela resistência. Considerando-se a circulação como um todo, o fluxo total é denominado débito cardíaco, enquanto a resistência é denominada de resistência vascular periférica total.
3 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
4 Arritmias: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
5 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
6 Infarto: Morte de um tecido por irrigação sangüínea insuficiente. O exemplo mais conhecido é o infarto do miocárdio, no qual se produz a obstrução das artérias coronárias com conseqüente lesão irreversível do músculo cardíaco.
7 Agudo: Descreve algo que acontece repentinamente e por curto período de tempo. O oposto de crônico.
8 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
9 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
10 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
11 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
12 Hemodiálise: Tipo de diálise que vai promover a retirada das substâncias tóxicas, água e sais minerais do organismo através da passagem do sangue por um filtro. A hemodiálise, em geral, é realizada 3 vezes por semana, em sessões com duração média de 3 a 4 horas, com o auxílio de uma máquina, dentro de clínicas especializadas neste tratamento. Para que o sangue passe pela máquina, é necessária a colocação de um catéter ou a confecção de uma fístula, que é um procedimento realizado mais comumente nas veias do braço, para permitir que estas fiquem mais calibrosas e, desta forma, forneçam o fluxo de sangue adequado para ser filtrado.
13 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.
14 Bradicardia: Diminuição da freqüência cardíaca a menos de 60 batimentos por minuto. Pode estar associada a distúrbios da condução cardíaca, ao efeito de alguns medicamentos ou a causas fisiológicas (bradicardia do desportista).
15 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
16 Glucagon: Hormônio produzido pelas células-alfa do pâncreas. Ele aumenta a glicose sangüínea. Uma forma injetável de glucagon, disponível por prescrição médica, pode ser usada no tratamento da hipoglicemia severa.
17 Adrenérgico: Que age sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
18 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
19 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
20 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
21 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
22 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
23 Hipoglicemia: Condição que ocorre quando há uma queda excessiva nos níveis de glicose, freqüentemente abaixo de 70 mg/dL, com aparecimento rápido de sintomas. Os sinais de hipoglicemia são: fome, fadiga, tremores, tontura, taquicardia, sudorese, palidez, pele fria e úmida, visão turva e confusão mental. Se não for tratada, pode levar ao coma. É tratada com o consumo de alimentos ricos em carboidratos como pastilhas ou sucos com glicose. Pode também ser tratada com uma injeção de glucagon caso a pessoa esteja inconsciente ou incapaz de engolir. Também chamada de reação à insulina.
24 Broncodilatadores: São substâncias farmacologicamente ativas que promovem a dilatação dos brônquios.
25 Salbutamol: Fármaco padrão para o tratamento da asma. Broncodilatador. Inibidor do trabalho de parto prematuro.
26 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
27 Anestesia: Diminuição parcial ou total da sensibilidade dolorosa. Pode ser induzida por diferentes medicamentos ou ser parte de uma doença neurológica.
28 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
29 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
30 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
31 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
32 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
33 Sistema cardiovascular: O sistema cardiovascular ou sistema circulatório sanguíneo é formado por um circuito fechado de tubos (artérias, veias e capilares) dentro dos quais circula o sangue e por um órgão central, o coração, que atua como bomba. Ele move o sangue através dos vasos sanguíneos e distribui substâncias por todo o organismo.
34 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
35 Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo cérebro, medula espinhal e meninges.
36 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
37 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
38 Letargia: Em psicopatologia, é o estado de profunda e prolongada inconsciência, semelhante ao sono profundo, do qual a pessoa pode ser despertada, mas ao qual retorna logo a seguir. Por extensão de sentido, é a incapacidade de reagir e de expressar emoções; apatia, inércia e/ou desinteresse.
39 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
40 Cabeça:
41 Diarréia: Aumento do volume, freqüência ou quantidade de líquido nas evacuações.Deve ser a manifestação mais freqüente de alteração da absorção ou transporte intestinal de substâncias, alterações estas que em geral são devidas a uma infecção bacteriana ou viral, a toxinas alimentares, etc.
42 Náuseas: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc .
43 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
44 Libido: Desejo. Procura instintiva do prazer sexual.
45 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
46 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
47 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
48 Enzimas hepáticas: São duas categorias principais de enzimas hepáticas. A primeira inclui as enzimas transaminasas alaninoaminotransferase (ALT ou TGP) e a aspartato aminotransferase (AST ou TOG). Estas são enzimas indicadoras do dano às células hepáticas. A segunda categoria inclui certas enzimas hepáticas como a fosfatase alcalina (FA) e a gamaglutamiltranspeptidase (GGT) as quais indicam obstrução do sistema biliar, quer seja no fígado ou nos canais maiores da bile que se encontram fora deste órgão.
49 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
50 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
51 Agranulocitose: Doença causada pela falta ou número insuficiente de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que se manifesta como ulcerações na garganta e outras mucosas, seguidas por infecções graves.
52 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
53 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
54 Olhos:
55 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
56 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
57 Bloqueio cardíaco: Transtorno da condução do impulso elétrico no tecido cardíaco especializado, manifestado por uma diminuição variável da freqüência dos batimentos cardíacos.
58 IMAO: Tipo de antidepressivo que inibe a enzima monoaminoxidase (ou MAO), hoje usado geralmente como droga de terceira linha para a depressão devido às restrições dietéticas e ao uso de certos medicamentos que seu uso impõe. Deve ser considerada droga de primeira escolha no tratamento da depressão atípica (com sensibilidade à rejeição) ou agente útil no distúrbio do pânico e na depressão refratária. Pode causar hipotensão ortostática e efeitos simpaticomiméticos tais como taquicardia, suores e tremores. Náusea, insônia (associada à intensa sonolência à tarde) e disfunção sexual são comuns. Os efeitos sobre o sistema nervoso central incluem agitação e psicoses tóxicas. O término da terapia com inibidores da MAO pode estar associado à ansiedade, agitação, desaceleração cognitiva e dor de cabeça, por isso sua retirada deve ser muito gradual e orientada por um médico psiquiatra.
59 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
60 Hipertensão arterial: Aumento dos valores de pressão arterial acima dos valores considerados normais, que no adulto são de 140 milímetros de mercúrio de pressão sistólica e 85 milímetros de pressão diastólica.
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