PAMIDRONATO DISSÓDICO

EUROFARMA

Atualizado em 26/04/2017

PAMIDRONATO DISSÓDICO


Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1.999


Pó liófilo para solução injetável

Forma Farmacêutica e Apresentações do Pamidronato Dissódico

Pó liófilo para solução injetável, 30 mg. Embalagens contendo 2 frascos-ampola acompanhados de 2 ampolas de diluente com 10 mL.

Pó liófilo para solução injetável, 60 mg. Embalagens contendo 1 frasco-ampola acompanhado de ampola diluente com 10 mL.

Pó liófilo para solução injetável, 90 mg. Embalagens contendo 1 frasco-ampola acompanhado de ampola diluente com 10 mL.

USO ADULTO

Exclusivamente para Infusão Intravenosa

Composição do Pamidronato Dissódico

Pamidronato dissódico 30 mg. Cada frasco-ampola contém:

Pamidronato dissódico ......................................................................................... 30 mg

Excipientes q.s.p................................................................................... 1 frasco-ampola*


Pamidronato dissódico 60 mg. Cada frasco-ampola contém:

Pamidronato dissódico ......................................................................................... 60 mg

Excipientes q.s.p.................................................................................... 1 frasco-ampola*


Pamidronato dissódico 90 mg. Cada frasco-ampola contém:

Pamidronato dissódico ......................................................................................... 90 mg

Excipientes q.s.p..................................................................................... 1 frasco-ampola*

*Excipientes: manitol injetável, ácido fosfórico e água para injeção1.


Cada ampola de solução diluente contém:

Água para injeção1 ................................................................................................ 10 mL


- INFORMAÇÕES AO PACIENTE

Ação esperada do medicamento

Pamidronato dissódico atua sobre o tecido ósseo2, inibindo a reabsorção óssea.


Cuidados de armazenamento

Conservar em temperatura ambiente (entre 15° C e 30°C). Pamidronato dissódico reconstituído com água para injeção1 é estável por até 24 horas, se mantido à temperatura de 8°C. A solução de infusão preparada a partir da diluição do pó liófilo com um dos diluentes recomendados deve ser utilizada em 24 horas, contadas a partir do início da diluição do produto, quando armazenado à temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Descartar a porção não utilizada do produto.


Prazo de validade

Desde que observados os devidos cuidados de conservação, o prazo de validade de pamidronato dissódico é de 24 meses, contados a partir da data de fabricação impressa em sua embalagem externa.

NÃO USE MEDICAMENTOS COM O PRAZO DE VALIDADE VENCIDO.


Gravidez3 e lactação4

Pamidronato dissódico não deve ser administrado quando houver suspeita ou durante a gravidez3 e lactação4, a não ser que, a critério médico, os benefícios do tratamento esperados para a mãe superem os riscos potenciais para o feto5 e/ou em casos de tratamento crônico6 de hipercalcemia. Informe ao seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao seu médico se está amamentando.


Cuidados de administração

Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.


Interrupção do tratamento

Não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Somente o médico poderá avaliar a eficácia da terapia. A interrupção do tratamento pode ocasionar a não obtenção dos resultados esperados.


Reações adversas

As reações adversas de pamidronato dissódico são geralmente leves e transitórias. Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. A reação adversa mais comum é o aumento da temperatura (um aumento na temperatura corporal maior que 1°C, que pode durar 2 dias). O aumento da temperatura geralmente desaparece espontaneamente e não requer tratamento. Podem ocorrer reações adversas tais como: sintomas7 semelhantes aos da gripe8, acompanhados muitas vezes de mal-estar, tremores (calafrios9), cansaço, vermelhidão da pele10, hipocalcemia11 e hipofosfatemia.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias

Não são conhecidas interações deste medicamento com alimentos e álcool. Entretanto, recomenda-se não ingerir bebidas alcóolicas durante o tratamento.


Contraindicações e precauções

O uso deste medicamento é contra-indicado em caso de hipersensibilidade conhecida ao Pamidronato dissódico, a outros bisfosfonatos e/ou demais componentes da formulação. Não há até o momento experiência clínica com o uso de pamidronato dissódico em crianças. Pamidronato dissódico pode provocar, em casos raros, sonolência e/ou tontura12. Os pacientes devem ser alertados para não dirigir veículos e/ou operar máquinas potencialmente perigosas ou exercer atividades que possam se tornar perigosas.

Informe ao seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.

NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE13.

Informações Técnicas do Pamidronato Dissódico

Características do Pamidronato Dissódico

Farmacodinâmica

O pamidronato dissódico é um potente inibidor da reabsorção óssea mediada por osteoclastos14. Liga-se fortemente aos cristais de hidroxiapatita, inibindo a formação e a dissolução desses cristais in vitro. A inibição da reabsorção óssea osteoclástica in vivo pode, ao menos em parte, ser causada pela ligação do fármaco15 ao mineral ósseo (matriz.óssea). O pamidronato dissódico inibe o acesso de precursores osteoclásticos para o tecido ósseo2 e sua subsequente transformação em osteoclastos14 maduros com atividade de reabsorção óssea. Entretanto, o efeito de anti-reabsorção local e direto do bisfosfonato ligado ao osso parece ser o mecanismo de ação predominante in vitro e in vivo. Estudos experimentais demonstraram que o pamidronato dissódico inibe a osteólise induzida por tumor16, quando administrado antes ou no momento da inoculação17 ou do transplante com células18 tumorais. Alterações bioquímicas, que refletem o efeito inibitório de pamidronato dissódico na hipercalcemia induzida por tumor16 são caracterizadas por diminuição do cálcio e do fosfato sérico e, secundariamente, por diminuição da excreção urinária de cálcio, fosfato e hidroxiprolina. A hipercalcemia pode conduzir a depleção19 do líquido extracelular e a redução na taxa de filtração glomerular (TFG). Pelo controle da hipercalcemia, pamidronato dissódico melhora a TFG e diminui os níveis elevados de creatinina20 sérica na maioria dos pacientes. Estudos clínicos em pacientes com metástases21 ósseas predominantemente líticas ou mieloma22 múltiplo demonstraram que pamidronato dissódico previne ou retarda eventos relacionados aos ossos (hipercalcemia, fraturas, radioterapia23, cirurgia óssea e compressão medular) e reduz a dor óssea. Quando utilizado em combinação com tratamento anticâncer padrão, pamidronato dissódico leva ao retardo na progressão das metástases21 ósseas.

Adicionalmente, metástases21 ósseas osteolíticas que se demonstraram refratárias24 à terapia citotóxica e hormonal podem apresentar evidências radiológicas de estabilização da doença ou esclerose25.

A doença óssea de Paget, que é caracterizada por áreas localizadas de reabsorção e formação óssea aumentadas e remodelação óssea com alteração qualitativa na remodelação óssea, tem boa resposta ao tratamento com pamidronato dissódico A remissão clínica e bioquímica da doença foi demonstrada por cintilografia26 óssea, redução na hidroxiprolina urinária e fosfatase alcalina27 sérica e por melhoria sintomática28.


Farmacocinética

  - Características gerais

O pamidronato dissódico apresenta forte afinidade por tecidos calcificados, não tendo sido observada a eliminação total do pamidronato do organismo durante o período em que foram realizados os estudos experimentais. Os tecidos calcificados são, portanto, considerados como os locais de “eliminação aparente”.

  - Absorção

O pamidronato dissódico é administrado por infusão intravenosa. Por definição, a absorção é completa ao final da infusão.

  - Distribuição

As concentrações plasmáticas de pamidronato elevam-se rapidamente após o início da infusão, caindo rapidamente quando a infusão é interrompida. A meia-vida aparente no plasma29 é de cerca de 48 minutos As concentrações aparentes no steady-state (estado de equilíbrio) são portanto atingidas com infusões de mais de 2 a 3 horas de duração. Os picos de concentrações plasmáticas de pamidronato dissódico de cerca de 10 nmol/mL são atingidos após infusão intravenosa de 60 mg administrados durante 1 hora. Em animais e no homem, uma porcentagem semelhante da dose é retida no organismo após cada administração de pamidronato dissódico. Assim, o acúmulo de pamidronato no osso não é limitado pela sua capacidade, sendo dependente somente da dose cumulativa total administrada. A porcentagem de pamidronato circulante ligado a proteínas30 plasmáticas é relativamente baixa (cerca de 54%), e aumenta quando as concentrações de cálcio estão patologicamente elevadas.

  - Eliminação

O pamidronato dissódico não parece ser eliminado por biotransformação. Após infusão intravenosa, cerca de 20% a 55% da dose são recuperados na urina31 em 72 horas como pamidronato inalterado. Durante os períodos de estudos experimentais, a fração de dose remanescente permaneceu retida no organismo.

A porcentagem da dose retida no organismo independe das doses administradas (intervalos de 15 a 180 mg) e das velocidades de infusão (intervalo de 1,25 a 60 mg/h). A eliminação do pamidronato na urina31 é biexponencial, com meias-vidas aparentes de cerca de 1 hora e 36 minutos, e 27 horas. O clearance plasmático aparente total é de cerca de 180 mL/min e o clearance renal32 aparente é de cerca de 54 mL/min. Há uma tendência de correlação entre o clearance renal32 de pamidronato e o clearance de creatinina20.

  - Características em pacientes

O clearance hepático e metabólico do pamidronato não é significativo. Não é de se esperar, portanto, que distúrbios da função hepática33 influenciem a farmacocinética de pamidronato dissódico. Assim, pamidronato dissódico apresenta pequeno potencial para interações com outros fármacos, tanto no nível metabólico como no nível de ligação protéica. A AUC (área sobre a curva) plasmática média é aproximadamente dobrada em pacientes com insuficiência renal34 grave (clearance de creatinina20 < 30 mL/min). A taxa de excreção urinária diminui com a redução do clearance de creatinina20, embora a quantidade total excretada na urina31 não seja muito influenciada pela função renal32. A retenção do pamidronato dissódico no organismo é, portanto, similar em pacientes portadores ou não de insuficiência renal34, não se fazendo necessários ajustes de dose nesses pacientes, quando se utilizam os esquemas de dose recomendados.

Dados de segurança pré-clínicos

A toxicidade35 do pamidronato dissódico é caracterizada por efeito direto (citotóxico36) em órgãos com alto suprimento de sangue37, particularmente os rins38 após exposição intravenosa. O composto não é mutagênico e não parece ter potencial carcinogênico.


Indicações do Pamidronato Dissódico

Pamidronato dissódico está indicado no tratamento de condições associadas ao aumento da atividade osteoclástica:

  - Metástases21 ósseas predominantemente líticas e mieloma22 múltiplo;

  - Hipercalcemia induzida por tumor16;

  - Doença óssea de Paget.


Contraindicações do Pamidronato Dissódico

O USO DESTE MEDICAMENTO É CONTRA-INDICADO EM CASO DE HIPERSENSIBILIDADE CONHECIDA AO PAMIDRONATO DISSÓDICO, A OUTROS BISFOSFONATOS E/OU DEMAIS COMPONENTES DA FORMULAÇÃO.

Advertências do Pamidronato Dissódico

PAMIDRONATO DISSÓDICO NÃO DEVE SER ADMINISTRADO EM BOLUS39, DEVE SEMPRE SER DILUÍDO E ADMINISTRADO POR INFUSÃO INTRAVENOSA LENTA (VIDE ITEM “POSOLOGIA E ADMINISTRAÇÃO”). PAMIDRONATO DISSÓDICO NÃO DEVE SER ADMINISTRADO COM OUTROS BISFOSFONATOS, POIS SEUS EFEITOS COMBINADOS NÃO FORAM INVESTIGADOS.


Precauções do Pamidronato Dissódico

ELETRÓLITOS40 SÉRICOS, CÁLCIO E FOSFATO DEVEM SER MONITORADOS, APÓS O INÍCIO DA TERAPIA COM PAMIDRONATO DISSÓDICO. PACIENTES QUE TENHAM PASSADO POR CIRURGIA DA TIREÓIDE PODEM SER PARTICULARMENTE SUSCEPTÍVEIS AO DESENVOLVIMENTO DE HIPOCALCEMIA11 CAUSADA POR HIPOPARATIREOIDISMO RELATIVO. PACIENTES QUE RECEBAM INFUSÕES FREQÜENTES DE PAMIDRONATO DISSÓDICO POR PERÍODO DE TEMPO PROLONGADO, ESPECIALMENTE AQUELES COM DOENÇA RENAL32 PRÉVIA OU PREDISPOSIÇÃO À INSUFICIÊNCIA RENAL34 (EX.: PACIENTES COM MIELOMA22 MÚLTIPLO E/OU HIPERCALCEMIA INDUZIDA POR TUMOR16), DEVEM TER AVALIAÇÕES PERIÓDICAS DOS PARÂMETROS LABORATORIAIS E CLÍNICOS DA FUNÇÃO RENAL32, VISTO QUE FOI RELATADA DETERIORAÇÃO DA FUNÇÃO RENAL32 (INCLUSIVE INSUFICIÊNCIA RENAL34), APÓS TRATAMENTO DE LONGO COM PAMIDRONATO DISSÓDICO EM PACIENTES COM MIELOMA22 MÚLTIPLO. ENTRETANTO, A PROGRESSÃO DA DOENÇA DE BASE E/OU AS COMPLICAÇÕES CONCOMITANTES ESTIVERAM TAMBÉM PRESENTES E PORTANTO, NÃO ESTÁ COMPROVADA A RELAÇÃO CAUSAL COM PAMIDRONATO DISSÓDICO. EM PACIENTES COM DOENÇA CARDÍACA, ESPECIALMENTE NOS IDOSOS, UMA SOBRECARGA SALINA ADICIONAL PODE PRECIPITAR INSUFICIÊNCIA CARDÍACA41 (INSUFICIÊNCIA42 VENTRICULAR ESQUERDA OU INSUFICIÊNCIA CARDÍACA CONGESTIVA43). A FEBRE44 (SINTOMAS7 SIMILARES À GRIPE8) PODE TAMBÉM CONTRIBUIR PARA ESSA DETERIORAÇÃO.

OS PACIENTES COM DOENÇA ÓSSEA DE PAGET, COM RISCO DE DEFICIÊNCIA DE CÁLCIO OU DE VITAMINA45 D, DEVEM RECEBER SUPLEMENTO ORAL ADICIONAL DE CÁLCIO E VITAMINA45 D, DE MODO MINIMIZAR O RISCO DE HIPOCALCEMIA11.

   • USO DURANTE A GRAVIDEZ3 E LACTAÇÃO4
EM EXPERIMENTOS COM ANIMAIS, O PAMIDRONATO DISSÓDICO NÃO APRESENTOU POTENCIAL TERATOGÊNICO46 NEM AFETOU O DESEMPENHO REPRODUTIVO GERAL OU A FERTILIDADE. EM RATAS, O PARTO PROLONGADO E A REDUZIDA TAXA DE SOBREVIVÊNCIA47 DOS FILHOTES FORAM PROVAVELMENTE CAUSADAS POR DECRÉSCIMO NÍVEIS SÉRICOS MATERNOS DE CÁLCIO. FOI DEMONSTRADO, EM PRENHES, QUE O PAMIDRONATO DISSÓDICO ATRAVESSA A BARREIRA PLACENTÁRIA, ACUMULANDO–SE NOS OSSOS DO FETO5 DE MANEIRA SIMILAR À OBSERVADA EM ANIMAIS ADULTOS. NÃO HÁ EXPERIÊNCIA CLÍNICA PARA DAR SUPORTE À UTILIZAÇÃO DE PAMIDRONATO DISSÓDICO EM MULHERES GRÁVIDAS. PORTANTO, PAMIDRONATO DISSÓDICO NÃO DEVE SER ADMINISTRADO DURANTE A GRAVIDEZ3, EXCETO EM CASOS DE HIPERCALCEMIA COM RISCO DE VIDA. UM ESTUDO EM RATAS LACTANTES48 DEMONSTROU QUE O PAMIDRONATO DISSÓDICO PASSA PARA O LEITTE MATERNO. AS MÃES EM TRATAMENTO COM PAMIDRONATO DISSÓDICO NÃO DEVEM, PORTANTO, AMAMENTAR SEUS FILHOS.

   • EFEITOS SOBRE A HABILIDADE DE DIRIGIR VEÍCULOS E/OU OPERAR MÁQUINAS

OS PACIENTES DEVEM SER ALERTADOS DE QUE, EM CASOS RAROS, PODE OCORRER SONOLÊNCIA E/OU TONTURA12 APÓS A INFUSÃO DE PAMIDRONATO DISSÓDICO E, NESSES CASOS, ELES NÃO DEVEM DIRIGIR VEÍCULOS, OPERAR MÁQUINAS POTENCIALMENTE PERIGOSAS OU EXERCER ATIVIDADES QUE POSSAM SE TORNAR PERIGOSAS PELA REDUÇÃO DO ESTADO DE ALERTA


Interações Medicamentosas do Pamidronato Dissódico

PAMIDRONATO DISSÓDICO TEM SIDO ADMINISTRADO CONCOMITANTEMENTE COM AGENTES ANTI-CANCERÍGENOS, UTILIZADOS COMUMENTE, SEM APRESENTAR INTERAÇÃO. PAMIDRONATO DISSÓDICO TEM SIDO UTILIZADO EM COMBINAÇÃO COM CALCITONINA49 EM PACIENTES COM HIPERCALCEMIA GRAVE, RESULTANDO EM EFEITO SINÉRGICO DE QUEDA MAIS RÁPIDA DO CÁLCIO SÉRICO.


   - INCOMPATIBILIDADES

O PAMIDRONATO DISSÓDICO FORMA COMPLEXOS COM CÁTIONS BIVALENTES E NÃO DEVE SER ADICIONADO A SOLUÇÕES INTRAVENOSAS QUE CONTENHAM CÁLCIO.


Reações Adversas do Pamidronato Dissódico

AS REAÇÕES ADVERSAS DE PAMIDRONATO DISSÓDICO GERALMENTE SÃO LEVES E TRANSITÓRIAS. AS REAÇÕES ADVERSAS MAIS COMUNS SÃO HIPOCALCEMIA11 ASSINTOMÁTICA E FEBRE44 (UM AUMENTO NA TEMPERATURA CORPORAL DE 1°C A 2°C), QUE OCORREM TIPICAMENTE NAS PRIMEIRAS 48 HORAS APÓS A INFUSÃO. A FEBRE44 GERALMENTE DESAPARECE ESPONTANEAMENTE E NÃO REQUER TRATAMENTO. A HIPOCALCEMIA11 SINTOMÁTICA28 É RARA.


MUITAS DESSAS REAÇÕES ADVERSAS PODEM ESTAR RELACIONADAS À DOENÇA DE BASE.


Posologia do Pamidronato Dissódico


   - Instruções para uso e manuseio

O pó liófilo nos frascos deve ser primeiramente dissolvido (com água estéril para injeção1, ou seja, 30, 60 e 90 mg devem se completamente dissolvidos com 10 mL de água. A água estéril para injeção1 é fornecida juntamente com os frasco de pó liófilo. O pH da solução reconstituída é de 6,0 a 7,0. É importante que o pó liófilo seja completamente, dissolvido antes que a solução reconstituída seja retirada para diluição.

Pamidronato dissódico reconstituído com água para injeção1 é estável por até 24 horas, se mantido à temperatura de 8°C. A solução de infusão preparada a partir da diluição do pó liófilo com um dos diluentes recomendados deve ser utilizada em 24 horas, contadas a partir do inicio da diluição do produto, quando armazenado à temperatura ambiente (entre 15°C e 30°C). Descartar a porção não utilizada do produto. A solução reconstituída deve ser diluída em solução de infusão livre de cálcio (por exemplo, cloreto de sódio a 0,9% ou glicose50 a 5%) antes da administração. pamidronato dissódico nunca deve ser administrado em bolus39 (vide item “Advertências”); após o preparo, deve ser infundido vagarosamente. A taxa de infusão não deve exceder a 60 mg/h (1 mg/min) e a concentração de pamidronato dissódico na solução de infusão não deve exceder a 90 mg/250 mL. Uma dose de 90 mg deve normalmente ser administrada em infusão de 2 horas, em 250 mL de solução de infusão. Entretanto, em pacientes com mieloma22 múltiplo e em pacientes com hipercalcemia induzida por tumor16, recomenda-se não exceder 90 mg em 500 mL por 4 horas. De modo a minimizar reações no local da infusão, a cânula deve ser inserida cuidadosamente em uma veia relativamente grande.

Adultos e idosos

   - Metástases21 ósseas predominantemente líticas e mieloma22 múltiplo

A dose recomendada de pamidronato dissódico para o tratamento de metástases21 ósseas predominantemente líticas e mieloma22 múltiplo é de 90 mg, administrados em infusão única a cada 4 semanas. Em pacientes com metástases21 ósseas que recebem quimioterapia51 a intervalos de 3 semanas, pamidronato dissódico 90 mg pode também pode ser administrado a cada 3 semanas.

   - Hipercalcemia induzida por tumor16

Recomenda-se que os pacientes sejam reidratados com solução salina normal, antes ou durante o tratamento. A dose total de pamidronato dissódico a ser utilizada para um período de tratamento depende dos níveis iniciais de cálcio sérico do paciente. As diretrizes a seguir são derivadas de dados clínicos de valores de cálcio não corrigidos. Entretanto, doses dentro das variações fornecidas também são aplicáveis para valores de cálcio corrigidos por proteína sérica ou albumina52 em pacientes reidratados.



A dose total de pamidronato dissódico pode ser administrada tanto em infusão única como em infusões múltiplas, durante 2 a 4 dias consecutivos. A dose máxima para cada tratamento é de 90 mg, tanto para o tratamento inicial como para os tratamentos subseqüentes Uma diminuição significativa no cálcio sérico é geralmente observada em 24 a 48 horas após a administração de pamidronato dissódico, e a normalização é geralmente atingida dentro de 3 a 7 dias.

Se a normocalcemia não for atingida dentro desse período, uma dose adicional pode ser administrada. A duração da resposta pode variar de paciente para paciente53, e o tratamento pode ser repetido sempre que houver recorrência54 da hipercalcemia. A experiência clínica até o momento sugere que pamidronato dissódico pode se tornar menos eficaz à medida que o número de tratamentos aumenta.

   - Doença óssea de Paget

A dose depamidronato dissódico total recomendada para um período de tratamento é de 180 a 210 mg. Isto pode ser obtido administrando-se 6 doses unitárias de 30 mg uma vez por semana (dose total 180 mg), ou administrando-se 3 doses unitárias de 60 mg a cada duas semanas. Se a dose unitária utilizada for de 60 mg, recomenda-se iniciar o tratamento com uma dose inicial de 30 mg (dose total 210 mg). O esquema, omitindo-se a dose inicial, pode ser repetido após 6 meses, até a remissão, e quando houver recidiva55 da doença.

   - Insuficiência renal34

Os estudos farmacocinéticos indicam não ser necessário o ajuste de dose em pacientes com qualquer grau de insuficiência renal34. Entretanto, até que se adquira maior experiência, recomenda-se a velocidade máxima de infusão de 20 mg/h em pacientes com insuficiência renal34.

   - Crianças

Não há experiência clínica com pamidronato dissódico em crianças.


Superdosagem do Pamidronato Dissódico

Os pacientes que receberam doses mais elevadas do que as recomendadas devem ser cuidadosamente monitorados. Na ocorrência de hipocalcemia11 clinicamente significativa com parestesia56, tetania57 e hipotensão58, a reversão do quadro clínico poderá ser obtida por uma infusão de gluconato de cálcio.

Pacientes Idosos do Pamidronato Dissódico

Devem-se seguir as orientações gerais descritas anteriormente.


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.

N.º de lote, data de fabricação e prazo de validade: VIDE CARTUCHO.

Para sua segurança mantenha esta embalagem até o uso total do medicamento.


MS - 1.0043.0030

Farm. Resp.: Dra. Sônia Albano Badaró - CRF-SP 19.258


EUROFARMA LABORATÓRIOS LTDA.

Av. Ver. José Diniz, 3465 - São Paulo – SP

CNPJ: 61.190.096/0001-92

Indústria Brasileira


PAMIDRONATO DISSÓDICO - Laboratório

EUROFARMA
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Complementos

1 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
2 Tecido Ósseo: TECIDO CONJUNTIVO especializado, principal constituinte do ESQUELETO. O componente celular básico (principle) do osso é constituído por OSTEOBLASTOS, OSTEÓCITOS e OSTEOCLASTOS, enquanto COLÁGENOS FIBRILARES e cristais de hidroxiapatita formam a MATRIZ ÓSSEA.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
6 Crônico: Descreve algo que existe por longo período de tempo. O oposto de agudo.
7 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
8 Gripe: Doença viral adquirida através do contágio interpessoal que se caracteriza por faringite, febre, dores musculares generalizadas, náuseas, etc. Sua duração é de aproximadamente cinco a sete dias e tem uma maior incidência nos meses frios. Em geral desaparece naturalmente sem tratamento, apenas com medidas de controle geral (repouso relativo, ingestão de líquidos, etc.). Os antibióticos não funcionam na gripe e não devem ser utilizados de rotina.
9 Calafrios: 1. Conjunto de pequenas contrações da pele e dos músculos cutâneos ao longo do corpo, muitas vezes com tremores fortes e palidez, que acompanham uma sensação de frio provocada por baixa temperatura, má condição orgânica ou ainda por medo, horror, nojo, etc. 2. Sensação de frio e tremores fortes, às vezes com bater de dentes, que precedem ou acompanham acessos de febre.
10 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
11 Hipocalcemia: É a existência de uma fraca concentração de cálcio no sangue. A manifestação clínica característica da hipocalcemia aguda é a crise de tetania.
12 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
13 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
14 Osteoclastos: Célula que garante a destruição do tecido ósseo.
15 Fármaco: Qualquer produto ou preparado farmacêutico; medicamento.
16 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
17 Inoculação: Ato ou efeito de inocular (-se); deixar entrar. Em medicina, significa introduzir (o agente de uma doença) em (organismo), com finalidade preventiva, curativa ou experimental.
18 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
19 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
20 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
21 Metástases: Formação de tecido tumoral, localizada em um lugar distante do sítio de origem. Por exemplo, pode se formar uma metástase no cérebro originário de um câncer no pulmão. Sua gravidade depende da localização e da resposta ao tratamento instaurado.
22 Mieloma: Variedade de câncer que afeta os linfócitos tipo B, encarregados de produzir imunoglobulinas. Caracteriza-se pelo surgimento de dores ósseas, freqüentemente a nível vertebral, anemia, insuficiência renal e um estado de imunodeficiência crônica.
23 Radioterapia: Método que utiliza diversos tipos de radiação ionizante para tratamento de doenças oncológicas.
24 Refratárias: 1. Que resiste à ação física ou química. 2. Que resiste às leis ou a princípios de autoridade. 3. No sentido figurado, que não se ressente de ataques ou ações exteriores; insensível, indiferente, resistente. 4. Imune a certas doenças.
25 Esclerose: 1. Em geriatria e reumatologia, é o aumento patológico de tecido conjuntivo em um órgão, que ocorre em várias estruturas como nervos, pulmões etc., devido à inflamação crônica ou por razões desconhecidas. 2. Em anatomia botânica, é o enrijecimento das paredes celulares das plantas, por espessamento e/ou pela deposição de lignina. 3. Em fitopatologia, é o endurecimento anormal de um tecido vegetal, especialemnte da polpa dos frutos.
26 Cintilografia: Procedimento que permite assinalar num tecido ou órgão interno a presença de um radiofármaco e acompanhar seu percurso graças à emissão de radiações gama que fazem aparecer na tela uma série de pontos brilhantes (cintilação); também chamada de cintigrafia ou gamagrafia.
27 Fosfatase alcalina: É uma hidrolase, ou seja, uma enzima que possui capacidade de retirar grupos de fosfato de uma distinta gama de moléculas, tais como nucleotídeos, proteínas e alcaloides. Ela é sintetizada por diferentes órgãos e tecidos, como, por exemplo, os ossos, fígado e placenta.
28 Sintomática: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
29 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
30 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
31 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
32 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
33 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
34 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
35 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
36 Citotóxico: Diz-se das substâncias que são tóxicas às células ou que impedem o crescimento de um tecido celular.
37 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
38 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
39 Bolus: Uma quantidade extra de insulina usada para reduzir um aumento inesperado da glicemia, freqüentemente relacionada a uma refeição rápida.
40 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
41 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
42 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
43 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
44 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
45 Vitamina: Compostos presentes em pequenas quantidades nos diversos alimentos e nutrientes e que são indispensáveis para o desenvolvimento dos processos biológicos normais.
46 Teratogênico: Agente teratogênico ou teratógeno é tudo aquilo capaz de produzir dano ao embrião ou feto durante a gravidez. Estes danos podem se refletir como perda da gestação, malformações ou alterações funcionais ou ainda distúrbios neurocomportamentais, como retardo mental.
47 Sobrevivência: 1. Ato ou efeito de sobreviver, de continuar a viver ou a existir. 2. Característica, condição ou virtude daquele ou daquilo que subsiste a um outro. Condição ou qualidade de quem ainda vive após a morte de outra pessoa. 3. Sequência ininterrupta de algo; o que subsiste de (alguma coisa remota no tempo); continuidade, persistência, duração.
48 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
49 Calcitonina: Hormônio secretado pela glândula tireoide que inibe a perda de cálcio dos ossos.
50 Glicose: Uma das formas mais simples de açúcar.
51 Quimioterapia: Método que utiliza compostos químicos, chamados quimioterápicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer, a quimioterapia é chamada de quimioterapia antineoplásica ou quimioterapia antiblástica.
52 Albumina: Proteína encontrada no plasma, com importantes funções, como equilíbrio osmótico, transporte de substâncias, etc.
53 Para paciente: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Paciente disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
54 Recorrência: 1. Retorno, repetição. 2. Em medicina, é o reaparecimento dos sintomas característicos de uma doença, após a sua completa remissão. 3. Em informática, é a repetição continuada da mesma operação ou grupo de operações. 4. Em psicologia, é a volta à memória.
55 Recidiva: 1. Em medicina, é o reaparecimento de uma doença ou de um sintoma, após período de cura mais ou menos longo; recorrência. 2. Em direito penal, significa recaída na mesma falta, no mesmo crime; reincidência.
56 Parestesia: Sensação cutânea subjetiva (ex.: frio, calor, formigamento, pressão, etc.) vivenciada espontaneamente na ausência de estimulação.
57 Tetania: Espasmos e contraturas dos músculos das mãos e pés, e menos freqüentemente dos músculos da face, da laringe (cordas vocais) e da coluna vertebral. Inicialmente, são indolores; mas tendem a tornar-se cada vez mais dolorosos. É um sintoma de alterações bioquímicas do corpo humano e não deve ser confundida com o tétano, que é uma infecção. A causa mais comum é a hipocalcemia (nível baixo de cálcio no sangue). Outras causas incluem hipocalemia (nível baixo de potássio no sangue), hiperpnéia (frequência respiratória anormalmente profunda e rápida, levando a baixos níveis de dióxido de carbono), ou mais raramente de hipoparatiroidismo (atividade diminuída das glândulas paratiróides). Recentemente, considera-se que a hipomagnesemia (nível baixo de magnésio no sangue) é também um dos fatores causais desta situação clínica.
58 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.

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