Preço de Besilato de Anlodipino em Fairfield/SP: R$ 50,24

Besilato de Anlodipino

EUROFARMA

Atualizado em 03/06/2015

Besilato de Anlodipino

Medicamento genérico Lei nº 9.787, de 1999

Forma Farmacêutica e Apresentações do Besilato de Anlodipino

Embalagens com 30 comprimidos de 5 e 10 mg.

USO ADULTO

Composição do Besilato de Anlodipino

Cada comprimido de 5 mg contém:
besilato de anlodipino (equivalente a 5 mg de anlodipino) .................... 6,95 mg
Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico, dióxido de silício coloidal, amidoglicolato de sódio e estearato de magnésio.

Cada comprimido de 10 mg contém:
besilato de anlodipino (equivalente a 10 mg de anlodipino) .................... 13,90 mg
Excipientes: celulose microcristalina, fosfato de cálcio dibásico, dióxido de silício coloidal, amidoglicolato de sódio e estearato de magnésio.

Informações ao Paciente do Besilato de Anlodipino

Ação esperada do medicamento: o besilato de anlodipino é um anti-hipertensivo podendo ser usado na maioria dos pacientes como agente único de controle da pressão sanguínea.

Cuidados de armazenamento: conservar em temperatura ambiente (entre 15 e 30°C). Proteger da luz e umidade.

Prazo de validade: o prazo de validade está impresso na embalagem externa do produto. Não use medicamento com o prazo de validade vencido, pode ser perigoso para a sua saúde1.

Gravidez2 e lactação3: a segurança do uso de besilato de anlodipino em mulheres grávidas ou em fase de amamentação4 não está estabelecida. O uso durante a gravidez2 deve ser orientado exclusivamente pelo seu médico.Informe seu médico a ocorrência de gravidez2 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.

Cuidados de administração: siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Interrupção do tratamento: não interromper o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

Reações adversas: informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis. As reações adversas mais comuns incluem: dor de cabeça5, inchaço6, cansaço, sonolência, náusea7, dor abdominal, rubor, palpitações8 e tontura9. Outros eventos adversos menos freqüentemente observados estão mencionados no item reações adversas.

TODO MEDICAMENTO DE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

Ingestão concomitante com outras substâncias: informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início ou durante o tratamento.

Contra-indicações e Precauções: o besilato de anlodipino é contra-indicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade à droga ou aos componentes da fórmula.

NÃO TOME MEDICAMENTO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO.
PODE SER PERIGOSO PARA A SAÚDE1
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Informações Técnicas do Besilato de Anlodipino

Características Químicas e Farmacológicas do Besilato de Anlodipino

Propriedades FarmacodinâmicasO anlodipino é um inibidor do influxo de cálcio (bloqueador do canal lento de cálcio ou antagonista10 do íon11 cálcio) e inibe o influxo transmembrana do íon11 cálcio no interior dos músculos12 cardíaco e liso.
O mecanismo da ação anti-hipertensiva do anlodipino deve-se ao efeito relaxante direto na musculatura vascular13 lisa. O mecanismo preciso pelo qual o anlodipino alivia a angina14 não está completamente definido, mas o anlodipino reduz o grau de isquemia15 total pelas duas seguintes ações:
- o anlodipino dilata as arteríolas16 periféricas e, desta maneira, reduz a resistência periférica17 total (afterload) contra o trabalho cardíaco. Uma vez que a freqüência cardíaca permanece estável, esta redução de carga diminui o consumo de energia miocárdica e a necessidade de oxigênio.
- o mecanismo de ação do anlodipino envolve provavelmente também a dilatação das artérias coronárias18 principais e arteríolas16 coronárias, em regiões normais e isquêmicas. Esta dilatação aumenta a liberação do oxigênio no miocárdio19 em pacientes com espasmo20 coronariano arterial (Angina14 de Prinzmetal ou angina14 variante) e abranda a vasoconstrição21 coronariana induzida pelo fumo.
Em pacientes com hipertensão22, a dose única diária proporciona reduções clinicamente significantes
na pressão sanguínea durante intervalo de 24 horas, tanto nas posições supina quanto em pé. Devido ao lento início de ação, a hipotensão23 aguda não constitui uma característica da administração do anlodipino.
Em pacientes com angina14, a administração de dose única diária de anlodipino aumenta o tempo total de exercício, tempo de início da angina14 e tempo para atingir 1 mm de depressão no segmento ST, e diminui a freqüência de crises anginosas e o consumo de comprimidos de nitroglicerina. Os estudos in vitro demonstram que cerca de 97,5% do anlodipino circulante está ligado às proteínas24 plasmáticas.
O anlodipino não foi associado a qualquer efeito metabólico adverso ou alteração nos lípides plasmáticos, sendo adequado para uso em pacientes com asma25, diabetes26 e gota27.
Estudos hemodinâmicos e estudos clínicos controlados baseados na resposta ao exercício em pacientes portadores de insuficiência cardíaca28 classes II-IV-NYHA demonstraram que o anlodipino não levou a uma deterioração clínica quando avaliado pela tolerância ao exercício, fração de ejeção ventricular esquerda e sintomatologia clínica.
Um estudo placebo29 controlado (PRAISE) destinado a avaliar pacientes portadores de insuficiência cardíaca28 classes III-IV-NYHA recebendo digoxina, diuréticos30 e inibidores da ECA demonstrou que o
anlodipino não leva a um aumento no risco da mortalidade31 ou mortalidade31 e morbidade32 combinadas em pacientes com insuficiência cardíaca28. No mesmo estudo, em um grupo de pacientes sem sinais33 ou sintomas34 clínicos sugestivos de doença isquêmica de base, uma redução clínica e estatisticamente significativa na mortalidade31 e na mortalidade31 e morbidade32 combinadas foi observada com anlodipino.

Propriedades farmacocinéticas:
Absorção
Após administração oral de doses terapêuticas o anlodipino é bem absorvido com picos de níveis
plasmáticos entre 6 e 12 horas após a dose. A biodisponibilidade absoluta foi estimada entre 64 e 80%.
O volume de distribuição é de aproximadamente 21L/kg. A absorção do anlodipino não é alterada pela ingestão de alimentos.

Metabolismo35/Eliminação
A meia-vida de eliminação terminal plasmática é de cerca de 35 a 50 horas, o que é consistente com a dose única diária. Os níveis do steady-state plasmático são obtidos após 7-8 dias de doses consecutivas. O anlodipino é amplamente metabolizado no fígado36 em metabólitos37 inativos com 10% da droga inalterada e 60% dos metabólitos37 excretados na urina38.

Uso em idosos
O tempo para alcançar o pico de concentração plasmática é similar para indivíduos jovens e idosos. Em pacientes idosos o clearance do anlodipino tende a estar diminuído, resultando em aumentos na área sob a curva (AUC) e na meia-vida de eliminação plasmática. Aumentos na área sob a curva (AUC) e na meia-vida de eliminação plasmática em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva39 ocorreram conforme o esperado para pacientes40 com a idade do grupo estudado.

Indicações do Besilato de Anlodipino

O besilato de anlodipino é indicado como droga de primeira linha no tratamento da hipertensão22 podendo ser usado na maioria dos pacientes como agente único de controle da pressão sanguínea. Pacientes que não são adequadamente controlados com um único agente anti-hipertensivo podem ser beneficiados com a adição de anlodipino, que tem sido usado em combinação com diuréticos30 tiazídicos, alfabloqueadores, agentes beta-bloqueadores adrenérgicos41 ou inibidores da enzima42 conversora da angiotensina.
O besilato de anlodipino é indicado no tratamento da isquemia15 miocárdica como droga de primeira linha, devido tanto a obstrução fixa (angina14 estável) como ao vasoespasmo/vasoconstrição21 (Angina14 de Prinzmetal ou angina14 variante) da vasculatura coronária. O besilato de anlodipino pode ser usado em situações clínicas congestivas, mas não confirmadas, de possível componente vasoespástico/ vasoconstritor. O besilato de anlodipino pode ser usado isolado, como monoterapia, ou em combinação com outras drogas anti-anginosas em pacientes com angina14 refratária a nitratos e/ou doses adequadas de beta-bloqueadores.
O besilato de anlodipino é indicado no tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca28 crônica grave (classes III-IV-NYHA) sem sinais33 ou sintomas34 clínicos sugestivos de doença isquêmica de base. Em um estudo placebo29 controlado que avaliou o anlodipino em 1153 pacientes portadores de insuficiência cardíaca28 crônica grave tratados com digoxina, diuréticos30 e inibidores da ECA, o anlodipino reduziu significativamente a morbidade32 e mortalidade31 combinadas, bem como a mortalidade31 isolada, em um subgrupo de pacientes sem sinais33 ou sintomas34 sugestivos de uma etiologia43 isquêmica.

Contra-Indicações do Besilato de Anlodipino

O besilato de anlodipino é contra-indicado em pacientes com conhecida hipersensibilidade às dihidropiridinas, anlodipino, ou aos componentes da fórmula.

Precauções e Advertências do Besilato de Anlodipino

Uso durante a Gravidez2 e Lactação3
A segurança do anlodipino na gravidez2 humana ou lactação3 não está estabelecida. O anlodipino não demonstrou toxicidade44 em estudos reprodutivos em animais a não ser prolongamento do trabalho de parto em ratos, em níveis de dose cinqüenta vezes superiores à dose máxima recomendada em humanos.
Desta maneira, o uso na gravidez2 é recomendado apenas quando não existe alternativa mais segura e quando a doença por si só acarreta risco maior para a mãe e para o feto45.

Uso na insuficiência hepática46
Assim como com todos antagonistas de cálcio, a meia-vida de eliminação do anlodipino é prolongada em pacientes com insuficiência hepática46 e as recomendações posológicas neste caso não estão estabelecidas. Portanto, a droga deve ser administrada com cautela nestes pacientes.

Efeitos na habilidade de dirigir e/ou operar máquinas
A experiência clínica com anlodipino indica que é improvável o comprometimento da habilidade de dirigir ou operar máquinas.

Interações Medicamentosas do Besilato de Anlodipino

O anlodipino tem sido administrado com segurança com diuréticos30 tiazícos, alfa-bloqueadores, betabloqueadores, inibidores da enzima42 conversora da angiotensina, nitratos de longa ação, nitroglicerina sublingual, antiinflamatórios não esteróides, antibióticos e hipoglicemiantes orais47. Estudos têm indicado que a co-administração de anlodipino e digoxina não altera os níveis séricos ou o clearance renal48 da digoxina em voluntários sadios, e a co-administração da cimetidina não altera a farmacocinética do anlodipino.Dados in vitro de estudos com plasma49 humano indicam que o anlodipino não afeta a ligação às proteínas24 das drogas testadas (digoxina, fenitoína, varfarina ou indometacina).
Em voluntários sadios do sexo masculino, a co-administração de anlodipino não altera significantemente o efeito da varfarina no tempo de resposta à protrombina50.
Estudos farmacocinéticos com ciclosporina demonstraram que o anlodipino não altera significantemente a farmacocinética da ciclosporina.

Reações Adversas/Colaterais e Alterações de Exames Laboratoriais do Besilato de Anlodipino

O besilato de anlodipino é bem tolerado. Em estudos clínicos placebo29-controlados envolvendo pacientes com hipertensão22 ou angina14, os efeitos colaterais51 mais comumente observados foram dor de cabeça5, edema52, fadiga53, sonolência, náusea7, dor abdominal, rubor, palpitações8 e tontura9. Nestes estudos clínicos não foram observados quaisquer tipos de anormalidades clinicamente significantes nos testes laboratoriais relacionados ao anlodipino.
Os efeitos colaterais51 mais comumente observados com a difusão do uso no mercado incluem: alopecia54, função intestinal alterada, artralgia55, astenia56, dor nas costas57, dispepsia58, dispnéia59, hiperplasia60 gengival, ginecomastia61, hiperglicemia62, impotência63, aumento na freqüência urinária, leucopenia64, mal estar, mudanças no humor, boca65 seca, cãibra muscular, mialgia66, neuropatia periférica67, pancreatite68, sudorese69 aumentada, síncope70, trombocitopenia71, vasculite72 e distúrbios visuais. Em muitos casos, a relação de causalidade é incerta.
Raramente foram observadas reações alérgicas incluindo prurido73, rash74, angioedema75 e eritema multiforme76.
Foram raramente relatados casos de hepatite77, icterícia78 e elevações da enzima42 hepática79 (a maioria compatível com colestase80). Alguns casos graves requerendo hospitalização foram relatados em associação ao uso do anlodipino. Em muitos casos, a relação de causalidade é incerta.
Assim como com outros bloqueadores do canal de cálcio, os seguintes eventos adversos foram raramente relatados e não podem ser distinguidos da história natural da doença de base: infarto do miocárdio81, arritmia82 (incluindo taquicardia83 ventricular e fibrilação arterial) e dor torácica.

Posologia do Besilato de Anlodipino

No tratamento da hipertensão22 e da angina14 a dose inicial usual é de besilato de anlodipino 5 mg uma vez ao dia, podendo ser aumentado para uma dose máxima de 10 mg, dependendo da resposta individual do paciente.Para pacientes40 com insuficiência cardíaca28 crônica grave (classes III-IV-NYHA) sem sinais33 clínicos ou sintomas34 sugestivos de uma doença isquêmica de base a dose usual é 10 mg uma vez ao dia. O tratamento deve ser iniciado com doses diárias de 5 mg aumentando-se, em caso de boa tolerabilidade, para 10 mg em doses únicas diárias.
Não é necessário ajuste de dose de besilato de anlodipino na administração concomitante com diuréticos30 tiazídicos, beta-bloqueadores e inibidores da enzima42 conversora de angiotensina.

Uso em idosos:
O besilato de anlodipino usado em doses semelhantes em idosos e jovens é igualmente bem tolerado.
Desta maneira são recomendados os regimes posológicos habituais.

Uso em crianças:
A eficácia e segurança de besilato de anlodipino em crianças não foram estabelecidas.

Uso em pacientes com insuficiência hepática46:
Vide item " Precauções e advertências" .

Uso em pacientes com insuficiência renal84:
O besilato de anlodipino pode ser empregado em tais pacientes nas doses habituais. Alterações nas concentrações plasmáticas do anlodipino não estão relacionadas com o grau de insuficiência renal84. O besilato de anlodipino pode ser empregado em tais pacientes nas doses habituais. O anlodipino não é dialisável.

Superdosagem do Besilato de Anlodipino

Em humanos, a experiência com superdosagem intencional é limitada. Em alguns casos, lavagem gástrica85 poderá ser necessária. Os dados disponíveis sugerem que uma grande superdosagem poderia resultar em excessiva vasodilatação periférica, levando então a uma acentuada e provavelmente prolongada hipotensão23 sistêmica. Uma hipotensão23 clinicamente significante devido à superdosagem do anlodipino requer medida de suporte cardiovascular ativa, incluindo monitorização freqüente das funções cardíaca e respiratória, elevação das extremidades, atenção para o volume de fluido circulante e eliminação urinária. Um vasoconstritor pode ser útil na recuperação do tônus vascular13 e pressão sanguínea, desde que o uso do mesmo não seja contra-indicado. O gluconato de cálcio intravenoso pode ser benéfico na reversão dos efeitos dos bloqueadores do canal de cálcio. Uma vez que o anlodipino é altamente ligado às proteínas24 plasmáticas, a diálise86 não constitui um benefício para o paciente.

VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
Nº do lote, data de fabricação e validade: vide embalagem externa.

Fabricado por:
Cipla Ltd
L-139 to L-146, Verna Industrial Estate, Verna - Goa, Índia

Importado e embalado por:
Arrow Farmacêutica Ltda.
Rua Barão de Petrópolis, 311 - Rio de Janeiro - RJ
CEP 20.251-061 - CNPJ 33.150.764/0001-12

Indústria Brasileira
Reg. MS. nº 1.0492.0183
Farm. Resp.: Érika de Azevedo Merlim - CRF-RJ nº 7840



Besilato de Anlodipino - Laboratório

EUROFARMA
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São Paulo/SP - CEP: 04603-003
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Complementos

1 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
2 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
3 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
4 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
5 Cabeça:
6 Inchaço: Inchação, edema.
7 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
8 Palpitações: Designa a sensação de consciência do batimento do coração, que habitualmente não se sente. As palpitações são detectadas usualmente após um exercício violento, em situações de tensão ou depois de um grande susto, quando o coração bate com mais força e/ou mais rapidez que o normal.
9 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
10 Antagonista: 1. Opositor. 2. Adversário. 3. Em anatomia geral, que ou o que, numa mesma região anatômica ou função fisiológica, trabalha em sentido contrário (diz-se de músculo). 4. Em medicina, que realiza movimento contrário ou oposto a outro (diz-se de músculo). 5. Em farmácia, que ou o que tende a anular a ação de outro agente (diz-se de agente, medicamento etc.). Agem como bloqueadores de receptores. 6. Em odontologia, que se articula em oposição (diz-se de ou qualquer dente em relação ao da maxila oposta).
11 Íon: Átomo ou grupo atômico eletricamente carregado.
12 Músculos: Tecidos contráteis que produzem movimentos nos animais.
13 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
14 Angina: Inflamação dos elementos linfáticos da garganta (amígdalas, úvula). Também é um termo utilizado para se referir à sensação opressiva que decorre da isquemia (falta de oxigênio) do músculo cardíaco (angina do peito).
15 Isquemia: Insuficiência absoluta ou relativa de aporte sanguíneo a um ou vários tecidos. Suas manifestações dependem do tecido comprometido, sendo a mais frequente a isquemia cardíaca, capaz de produzir infartos, isquemia cerebral, produtora de acidentes vasculares cerebrais, etc.
16 Arteríolas: As menores ramificações das artérias. Estão localizadas entre as artérias musculares e os capilares.
17 Resistência periférica: A resistência periférica é a dificuldade que o sangue encontra em passar pela rede de vasos sanguíneos. Ela é representada pela vasocontratilidade da rede arteriolar especificamente, sendo este fator importante na regulação da pressão arterial diastólica. A resistência é dependente das fibras musculares na camada média dos vasos, dos esfíncteres pré-capilares e de substâncias reguladoras da pressão como a angiotensina e a catecolamina.
18 Artérias coronárias: Veias e artérias do CORAÇÃO.
19 Miocárdio: Tecido muscular do CORAÇÃO. Composto de células musculares estriadas e involuntárias (MIÓCITOS CARDÍACOS) conectadas, que formam a bomba contrátil geradora do fluxo sangüíneo. Sinônimos: Músculo Cardíaco; Músculo do Coração
20 Espasmo: 1. Contração involuntária, não ritmada, de um ou vários músculos, podendo ocorrer isolada ou continuamente, sendo dolorosa ou não. 2. Qualquer contração muscular anormal. 3. Sentido figurado: arrebatamento, exaltação, espanto.
21 Vasoconstrição: Diminuição do diâmetro dos vasos sanguíneos.
22 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
23 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
24 Proteínas: Um dos três principais nutrientes dos alimentos. Alimentos que fornecem proteína incluem carne vermelha, frango, peixe, queijos, leite, derivados do leite, ovos.
25 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
26 Diabetes: Nome que designa um grupo de doenças caracterizadas por diurese excessiva. A mais frequente é o Diabetes mellitus, ainda que existam outras variantes (Diabetes insipidus) de doença nas quais o transtorno primário é a incapacidade dos rins de concentrar a urina.
27 Gota: 1. Distúrbio metabólico produzido pelo aumento na concentração de ácido úrico no sangue. Manifesta-se pela formação de cálculos renais, inflamação articular e depósito de cristais de ácido úrico no tecido celular subcutâneo. A inflamação articular é muito dolorosa e ataca em crises. 2. Pingo de qualquer líquido.
28 Insuficiência Cardíaca: É uma condição na qual a quantidade de sangue bombeada pelo coração a cada minuto (débito cardíaco) é insuficiente para suprir as demandas normais de oxigênio e de nutrientes do organismo. Refere-se à diminuição da capacidade do coração suportar a carga de trabalho.
29 Placebo: Preparação neutra quanto a efeitos farmacológicos, ministrada em substituição a um medicamento, com a finalidade de suscitar ou controlar as reações, geralmente de natureza psicológica, que acompanham tal procedimento terapêutico.
30 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
31 Mortalidade: A taxa de mortalidade ou coeficiente de mortalidade é um dado demográfico do número de óbitos, geralmente para cada mil habitantes em uma dada região, em um determinado período de tempo.
32 Morbidade: Morbidade ou morbilidade é a taxa de portadores de determinada doença em relação à população total estudada, em determinado local e em determinado momento.
33 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
34 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
35 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
36 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
37 Metabólitos: Qualquer composto intermediário das reações enzimáticas do metabolismo.
38 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
39 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
40 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
41 Adrenérgicos: Que agem sobre certos receptores específicos do sistema simpático, como o faz a adrenalina.
42 Enzima: Proteína produzida pelo organismo que gera uma reação química. Por exemplo, as enzimas produzidas pelo intestino que ajudam no processo digestivo.
43 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
44 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
45 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
46 Insuficiência hepática: Deterioração grave da função hepática. Pode ser decorrente de hepatite viral, cirrose e hepatopatia alcoólica (lesão hepática devido ao consumo de álcool) ou medicamentosa (causada por medicamentos como, por exemplo, o acetaminofeno). Para que uma insuficiência hepática ocorra, deve haver uma lesão de grande porção do fígado.
47 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
48 Renal: Relacionado aos rins. Uma doença renal é uma doença dos rins. Insuficiência renal significa que os rins pararam de funcionar.
49 Plasma: Parte que resta do SANGUE, depois que as CÉLULAS SANGÜÍNEAS são removidas por CENTRIFUGAÇÃO (sem COAGULAÇÃO SANGÜÍNEA prévia).
50 Protrombina: Proteína plasmática inativa, é a precursora da trombina e essencial para a coagulação sanguínea.
51 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
52 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
53 Fadiga: 1. Sensação de enfraquecimento resultante de esforço físico. 2. Trabalho cansativo. 3. Redução gradual da resistência de um material ou da sensibilidade de um equipamento devido ao uso continuado.
54 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
55 Artralgia: Dor em uma articulação.
56 Astenia: Sensação de fraqueza, sem perda real da capacidade muscular.
57 Costas:
58 Dispepsia: Dor ou mal-estar localizado no abdome superior. O mal-estar pode caracterizar-se por saciedade precoce, sensação de plenitude, distensão ou náuseas. A dispepsia pode ser intermitente ou contínua, podendo estar relacionada com os alimentos.
59 Dispnéia: Falta de ar ou dificuldade para respirar caracterizada por respiração rápida e curta, geralmente está associada a alguma doença cardíaca ou pulmonar.
60 Hiperplasia: Aumento do número de células de um tecido. Pode ser conseqüência de um estímulo hormonal fisiológico ou não, anomalias genéticas no tecido de origem, etc.
61 Ginecomastia: Aumento anormal de uma ou ambas as glândulas mamárias no homem. Associa-se a diferentes enfermidades como cirrose, tumores testiculares, etc. Em certas ocasiões ocorrem de forma idiopática.
62 Hiperglicemia: Excesso de glicose no sangue. Hiperglicemia de jejum é o nível de glicose acima dos níveis considerados normais após jejum de 8 horas. Hiperglicemia pós-prandial acima de níveis considerados normais após 1 ou 2 horas após alimentação.
63 Impotência: Incapacidade para ter ou manter a ereção para atividades sexuais. Também chamada de disfunção erétil.
64 Leucopenia: Redução no número de leucócitos no sangue. Os leucócitos são responsáveis pelas defesas do organismo, são os glóbulos brancos. Quando a quantidade de leucócitos no sangue é inferior a 6000 leucócitos por milímetro cúbico, diz-se que o indivíduo apresenta leucopenia.
65 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
66 Mialgia: Dor que se origina nos músculos. Pode acompanhar outros sintomas como queda no estado geral, febre e dor de cabeça nas doenças infecciosas. Também pode estar associada a diferentes doenças imunológicas.
67 Neuropatia periférica: Dano causado aos nervos que afetam os pés, as pernas e as mãos. A neuropatia causa dor, falta de sensibilidade ou formigamentos no local.
68 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
69 Sudorese: Suor excessivo
70 Síncope: Perda breve e repentina da consciência, geralmente com rápida recuperação. Comum em pessoas idosas. Suas causas são múltiplas: doença cerebrovascular, convulsões, arritmias, doença cardíaca, embolia pulmonar, hipertensão pulmonar, hipoglicemia, intoxicações, hipotensão postural, síncope situacional ou vasopressora, infecções, causas psicogênicas e desconhecidas.
71 Trombocitopenia: É a redução do número de plaquetas no sangue. Contrário de trombocitose. Quando a quantidade de plaquetas no sangue é inferior a 150.000/mm³, diz-se que o indivíduo apresenta trombocitopenia (ou plaquetopenia). As pessoas com trombocitopenia apresentam tendência de sofrer hemorragias.
72 Vasculite: Inflamação da parede de um vaso sangüíneo. É produzida por doenças imunológicas e alérgicas. Seus sintomas dependem das áreas afetadas.
73 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
74 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
75 Angioedema: Caracteriza-se por áreas circunscritas de edema indolor e não-pruriginoso decorrente de aumento da permeabilidade vascular. Os locais mais acometidos são a cabeça e o pescoço, incluindo os lábios, assoalho da boca, língua e laringe, mas o edema pode acometer qualquer parte do corpo. Nos casos mais avançados, o angioedema pode causar obstrução das vias aéreas. A complicação mais grave é o inchaço na garganta (edema de glote).
76 Eritema multiforme: Condição aguda, auto-limitada, caracterizada pelo início abrupto de pápulas vermelhas fixas simétricas, algumas evoluindo em lesões em forma de “alvo”. A lesão alvo são zonas concêntricas de alterações de coloração com a área central púrpura ou escura e a externa vermelha. Elas irão desenvolver vesícula ou crosta na zona central após vários dias. Vinte porcento de todos os casos ocorrem na infância.O eritema multiforme geralmente é precipitado pelo vírus do herpes simples, Mycoplasma pneumoniae ou histoplasmose.
77 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
78 Icterícia: Coloração amarelada da pele e mucosas devido a uma acumulação de bilirrubina no organismo. Existem dois tipos de icterícia que têm etiologias e sintomas distintos: icterícia por acumulação de bilirrubina conjugada ou direta e icterícia por acumulação de bilirrubina não conjugada ou indireta.
79 Hepática: Relativa a ou que forma, constitui ou faz parte do fígado.
80 Colestase: Retardamento ou interrupção do fluxo nos canais biliares.
81 Infarto do miocárdio: Interrupção do suprimento sangüíneo para o coração por estreitamento dos vasos ou bloqueio do fluxo. Também conhecido por ataque cardíaco.
82 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
83 Taquicardia: Aumento da frequência cardíaca. Pode ser devido a causas fisiológicas (durante o exercício físico ou gravidez) ou por diversas doenças como sepse, hipertireoidismo e anemia. Pode ser assintomática ou provocar palpitações.
84 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
85 Lavagem gástrica: É a introdução, através de sonda nasogástrica, de líquido na cavidade gástrica, seguida de sua remoção.
86 Diálise: Quando os rins estão muito doentes, eles deixam de realizar suas funções, o que pode levar a risco de vida. Nesta situação, é preciso substituir as funções dos rins de alguma maneira, o que pode ser feito realizando-se um transplante renal, ou através da diálise. A diálise é um tipo de tratamento que visa repor as funções dos rins, retirando as substâncias tóxicas e o excesso de água e sais minerais do organismo, estabelecendo assim uma nova situação de equilíbrio. Existem dois tipos de diálise: a hemodiálise e a diálise peritoneal.

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