BETAMETASONA

UNIAO QUIMICA

Atualizado em 03/06/2015

UNIÃO  BETAMETASONA

                               Betametasona
Dipropionato +  Fosfato Dissódico

Suspensão Injetável

                               

Forma  farmacêutica  e  apresentação da Betametasona

Suspensão injetável: caixa com 1 ampola de 1ml.

USO PEDIÁTRICO E ADULTO

Composição da Betametasona


Suspensão Injetável
Cada ampola  contém:
Betametasona     5mg
(na forma de Dipropionato)
Betametasona     2mg
(na forma de Fosfato Dissódico)
Veículo: cloreto de sódio, edetato dissódico, carmelose, ácido clorídrico1, fosfato de sódio, metilparabeno, propilparabeno, hidróxido de sódio, álcool benzílico, polissorbato 80, bissulfito de sódio, água para injeção2.
                               
- INFORMAÇÕES AO PACIENTE

AÇÃO ESPERADA DO MEDICAMENTO:
A Betametasona possui ação antiinflamatória e antialérgica.

CUIDADOS DE CONSERVAÇÃO:
Conserve o produto na embalagem original, em temperatura ambiente (15 a 30ºC), protegido da luz.

PRAZO DE VALIDADE:
24 meses a partir da data de fabricação (vide cartucho). Não use medicamentos com o prazo de validade vencido.

GRAVIDEZ3 E LACTAÇÃO4:
Informe seu médico a ocorrência de gravidez3 na vigência do tratamento ou após o seu término. Informe ao médico se está  amamentando.

CUIDADOS DE ADMINISTRAÇÃO:
Este produto só poderá ser injetado por via intramuscular profunda na região glútea5. A Betametasona não está indicada para uso intravenoso ou subcutâneo6.
Enquanto em tratamento com corticosteróides, os pacientes não deverão ser vacinados contra varíola. Outros procedimentos de imunização7 não deverão ser realizados em pacientes recebendo corticóides, especialmente em altas doses. O crescimento e desenvolvimento de crianças fazendo uso de tratamento prolongado com corticóides deverão ser acompanhados cuidadosamente.
Após a administração intra-articular, deverão ser tomadas precauções pelo paciente para evitar o uso excessivo da articulação8 na qual foi obtido benefício sintomático9. Siga a orientação do seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.
Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

REAÇÕES ADVERSAS:
Informe seu médico o aparecimento de reações desagradáveis, como: fraqueza óssea ou  muscular, atraso na cicatrização, acne10, petéquias11, equimoses12, vertigens13, convulsões, cefaléia14, insônia, distúrbios menstruais, hiper ou hipopigmentação, atrofia15 cutânea16 e subcutânea17, abscessos18 estéreis e rubor local pós-injeção2 (após uso intra-articular).
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

INGESTÃO CONCOMITANTE  COM  OUTRAS  SUBSTÂNCIAS:
Não usar bebidas  alcoólicas  durante o tratamento, pois pode aumentar ocorrência ou gravidade da ulceração19.

CONTRA-INDICAÇÕES E PRECAUÇÕES:
O produto não deve ser usado por pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula ou outros corticóides. Betametasona não deve ser usado por via intravenosa ou subcutânea17. Deve ser usado com cautela em casos de pacientes com colite20 ulcerativa não específica, se houver possibilidade de perfuração iminente, abscesso21 ou outra infecção22 piogênica; diverticulite23; anastomose24 intestinal recente; úlcera péptica25 ativa ou latente; insuficiência renal26; hipertensão27; osteoporose28 e miastenia29 grave.
Informe seu médico sobre qualquer medicamento que esteja usando, antes do início, ou durante o tratamento.
Não deve ser utilizado durante a gravidez3 e a lactação4.
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DO SEU MÉDICO, PODE SER PERIGOSO PARA SUA SAÚDE30.

- INFORMAÇÕES TÉCNICAS

CARACTERÍSTICAS:
Betametasona é uma associação de ésteres de Betametasona que produz efeitos antiinflamatórios, antialérgicos e anti-reumáticos. A atividade terapêutica31 imediata é fornecida pelo éster solúvel de Fosfato Dissódico de Betametasona, o qual é rapidamente absorvido após a injeção2. A atividade prolongada e absorção lenta, controla os sintomas32 durante um longo período. O tamanho reduzido do cristal de Dipropionato de Betametasona permite o uso de agulha de fino calibre (até calibre 26) para administração intradérmica e intralesional33.
Os glicocorticóides, como a Betametasona, causam profundos e variados efeitos metabólicos e modificam a resposta imunológica do organismo e diversos estímulos. A Betametasona possui grande atividade glicocorticóide e pequena atividade mineralocorticóide.

Indicações da Betametasona

Betametasona está indicado para o tratamento de doenças agudas e crônicas suscetíveis aos corticóides, como:Alterações osteomusculares e de tecidos moles   artrite reumatóide34, osteoartrite35, bursite36, espondilite anquilosante, epicondilite, radiculite37, cocciodinia, ciática, lumbago, torcicolo38, cistoganglionar, exostose39 ou fascite.
Condições alérgicas   asma40 brônquica crônica incluindo terapia adjuvante para o estado de mal asmático, febre do feno41, edema angioneurótico42, bronquite alérgica, rinite43 alérgica sazonal ou perene, reações medicamentosas, doença do sono, picadas de inseto.
Condições dermatológicas   dermatite44 atópica, neurodermatite, dermatite44 de contato, dermatite44 solar grave, urticária45, líquen plano hipertrófico, necrobiose lipoídica diabética, alopécia46 areata, lupus47 eritematoso48 discóide, psoríase49, quelóides, pênfigo, dermatite44 herpetiforme, acne10 cística.
Colagenoses   lupus47 eritematoso48 sistêmico50, esclerodermia, dermatomiosite, periarterite nodosa.
Neoplasias51   para o tratamento paliativa de leucemias e linfomas em adultos, leucemia52 aguda da infância.
Outras condições   síndrome53 adrenogenital, colite20 ulcerativa, ileíte54 regional,   espru, condições pediátricas (bursite36 sob heloma duro, hallux55, rigidus, digiti quinti varus), afecções56 necessitando de injeções subconjuntivas, discrasias sanguíneas que respondem aos corticosteróides, nefrite57 e síndrome nefrótica58.
A insuficiência59 adrenocortical primária ou secundária poderá ser tratada com Betametasona, mas deverá ser suplementada com mineralocorticóides.
Betametasona é recomendado para:
. Injeções intramusculares em doenças que respondem aos corticóides sistêmicos60;
. Injeções diretamente no tecido61 mole afetado, quando indicado;
. Injeções intramusculares e periarticulares em artrites;
. Injeções intralesionais em várias condições dermatológicas;
. Injeções locais em certas alterações inflamatórias e císticas do pé.

Contra-Indicações da Betametasona

Como com outros corticóides, Betametasona está contra-indicado em pacientes com infecções62 sistêmicas por fungos, em pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula ou outros corticóides.
Betametasona não deverá ser administrado por via intramuscular a pacientes com púrpura63 trombocitopênica idiopática64.

Precauções e Advertências da Betametasona

Gerais: Betametasona não deve ser administrado por via endovenosa ou subcutânea17.Pacientes sob terapia corticosteróide podem necessitar de ajuste posológico dependendo da resposta individual e também quando forem submetidos a situações estressantes tipo infecções62 graves, cirurgia ou traumatismo65.
Findo um tratamento prolongado e em altas doses de corticosteróide, recomenda-se monitorização do paciente por até um ano.
A insuficiência59 adrenocortical secundária induzida pelo medicamento pode ser minimizada através de redução gradual da dose.
A menor dose possível de corticosteróide deve ser utilizada para controlar a moléstia sob tratamento. Quando a redução da dose for possível, esta deve ser gradual. Como as complicações do tratamento com corticosteróides são dose-dependentes e da duração da terapia, a relação risco/benefício deve ser analisada para cada paciente individualmente.
Corticosteróides podem mascarar alguns sinais66 de infecção22, assim como novas podem surgir durante o uso deles. Pode ocorrer redução da resistência e dificuldade de localizar a infecção22 com o uso de corticosteróides.
O uso prolongado de corticosteróides pode produzir catarata67 subcapsular posterior, glaucoma68 com possível dano ao nervo óptico, podendo ainda aumentar a incidência69 de infecção22 ocular secundária devido a fungos ou vírus70.
A Betametasona contém dois ésteres de Betametasona, um dos quais, o Fosfato Dissódico de Betametasona, é rapidamente absorvido do local da aplicação. O potencial para produzir efeitos sistêmicos60 desta porção solúvel do Betametasona deve ser levado em conta pelo médico ao usar este medicamento.
Altas e médias doses de corticosteróides podem elevar a pressão sangüínea71, à retenção de sal e água e aumentar a excreção de potássio. Estes efeitos são menos significantes para os derivados sintéticos como a Betametasona, exceto quando usados em elevadas doses. Dieta restritiva de sal e potássio pode ser necessária. Todos os corticosteróides aumentam a excreção de cálcio.
Pacientes em terapia corticosteróide não devem ser vacinados contra a varíola. Não devem ser realizados outros procedimentos de imunização7 em pacientes recebendo corticosteróide, especialmente em altas doses, pois há possibilidade de complicações neurológicas e carência de resposta imunitária (anticorpos72). Quando o corticosteróide estiver sendo usado como terapia de reposição (por exemplo, doença de Adison), os procedimentos para imunização7 podem ser realizados normalmente. Pacientes sob uso de doses imunossupressoras são mais suscetíveis a infecções62 bacterianas e virais; assim, por exemplo, se entrarem em contato com pessoas portadoras de varicela73 ou sarampo74, devem procurar orientação médica pois estas doenças podem tornar-se mais severas devido a baixa imunidade75 provocada pelo uso de corticosteróides.
Os corticosteróides devem ser administrados com cautela a pacientes com suspeita ou possuidores de infestação76 por Strongyloides, pois podem aumentar sua disseminação.
O uso de Betametasona em tuberculose77 ativa deve ser restrito àqueles casos fulminantes ou disseminados, nos quais o corticosteróide é utilizado em associação com um esquema antituberculoso adequado. Se os corticosteróides são indicados para pacientes78 com tuberculose77 latente ou reativos à tuberculina, se faz necessária uma cuidadosa observação, uma vez que há possibilidade de reativação da doença. Durante o tratamento prolongado com coticosteróides, estes pacientes devem receber quimioprofilaxia. O uso de rifampicina como profilático, pode impor um reajuste na dose empregada de corticosteróide, devido seu efeito de estímulo do clearance dos glicocorticóides.
Devido a raros casos de reações anafilácticas com o uso parenteral de corticosteróides, deverão ser tomadas medidas de precaução antes da administração, especialmente se o paciente apresenta história de alergia79 a medicamentos.
Há um aumento dos efeitos dos corticosteróides em pacientes com hipotireoidismo80 e com cirrose81.
Corticosteróides devem ser usados com cuidado em pacientes com Herpes simplex ocular por receio de perfuração córnea82.
Desordens psíquicas podem surgir quando os corticosteróides são utilizados, variando desde euforia, insônia, oscilação do humor até depressão.
Quando já existem instabilidade emocional ou tendências psicóticas, estas podem ser agravadas.
Ácido acetilsalicílico deve ser usado com cautela em associação com corticosteróides em pacientes com hipoprotrombinemia.
Corticosteróides (esteróides) devem ser administrados com cautela nas colites ulcerativas não específicas caso haja probabilidade de perfuração iminente, abcesso ou outra infecção22 piogênica, diverticulite23, insuficiência renal26, anastomose24 intestinal recente, úlcera péptica25 latente ou ativa, hipertensão27, osteoporose28 e miastenia29 grave.
A administração intramuscular pode produzir tanto efeitos sistêmicos60 como locais. Isto deve ser considerado nos casos de pacientes que estão sendo tratados conjuntamente com corticosteróides orais e parenterais. É importante a análise do líquido sinovial83 para que seja excluída qualquer possibilidade de processo infeccioso. Deve ser evitada a aplicação em articulação8 previamente infectada. Se houver aumento da dor e do edema84 local, maior restrição dos movimentos articulares, febre85 e mal-estar, isto são sinais66 de artrite86 séptica. No caso da infecção22 ser confirmada, deve ser administrada terapia antibacteriana apropriada. Corticosteróides não devem ser injetados em articulações87 não estáveis, áreas infeccionadas ou espaços intervertebrais. Injeções repetidas em articulações87 osteoartríticas podem aumentar a destruição articular. Evite injetar corticosteróide diretamente nos tendões88. Técnicas estritamente assépticas são obrigatórias. Após administração corticosteróide intra-articular, o paciente deve ser alertado para evitar o uso excessivo daquela articulação8.
Quando da administração intramuscular (IM), esta deve ser profunda, nas nádegas89, para evitar atrofia15 tissular90 local.
Injeções intralesionais e em tecidos moles podem também produzir efeitos sistêmicos60 e locais. O tratamento com corticosteróides pode alterar a motilidade e o número de espermatozóides91. Quando o tratamento for prolongado, deve ser considerada a mudança da administração parenteral para oral, após análise dos benefícios e riscos.
Gravidez3 e amamentação92: como ainda não foram realizados estudos sobre a reprodução93 humana com corticosteróides, o uso destes fármacos em gestantes, mulheres lactantes94 e mulheres em idade fértil requer que os possíveis benefícios do medicamento sejam comparados com os potenciais riscos para a mãe, feto95 e lactente96. Crianças nascidas de mães que receberam substanciais doses de corticosteróides durante a gravidez3 devem ser cuidadosamente observadas quanto a sinais66 de hipoadrenalismo.
Pediatria: Crianças e lactentes97 em crescimento e desenvolvimento, sob terapia prolongada com corticosteróides devem ser acompanhados cuidadosamente.

- INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:

Os fármacos abaixo, utilizados concomitantemente com corticosteróides podem resultar nos efeitos descritos em seguida:
Fenobarbital, fenitoína, rifampicina e efedrina: podem aumentar o metabolismo98 dos corticosteróides, reduzindo assim seus efeitos terapêuticos.
. Estrógenos: podem aumentar os efeitos dos corticosteróides.
. Diuréticos99 depletores de potássio: podem aumentar a hipocalemia100.
. Digitálicos: podem aumentar as possibilidades de arritmia101 ou intoxicação digitálica associadas à hipocalemia100.
Anfotericina B: pode incrementar a depleção102 de potássio.
Todos os pacientes sob uso de digitálicos, diuréticos99 depletores de potássio e anfotericina B devem ter os níveis de eletrólitos103 sérios monitorizados.
Cumarínicos: podem aumentar ou reduzir os efeitos anticoagulantes104, havendo necessidade de reajuste posológico.
Antiinflamatórios não hormonais e álcool: podem aumentar a ocorrência ou severidade de ulcerações105 gastrointestinais.
Salicilatos: podem ter seus níveis sangüíneos reduzidos.
Ácido acetilsalicílico: deve ser utilizado com cautela em paciente com hipoprotrombinemia.
Hipoglicemiantes106: podem ser necessários reajustes posológicos nos diabéticos.
Glicocorticóides: terapia conjunta pode inibir a resposta à somatotropina.

Interferência em Exames Laboratoriais da Betametasona

Os corticóides poderão afetar o teste de "nitroblue tetrazolium" para infecção22 bacteriana e produzir resultados falso-negativos.

Reações Adversas/Colaterais da Betametasona

As reações adversas estão relacionadas com a dose e a duração do tratamento, e podem ser minimizadas ou mesmo revestidas com a redução da dosagem.Alterações hidroeletrolíticas: retenção de sódio e fluído, perda de potássio, alcalose107 hipocalímica, hipertensão27 e insuficiência cardíaca congestiva108 em pacientes suscetíveis.
Músculo-esqueléticas: fraqueza muscular, miopatia109, perda de massa muscular, osteoporose28, fraturas vertebrais, necrose110 asséptica da cabeça111 do fêmur112 e úmero113, fratura114 patológica dos ossos longos115, agravamento dos sintomas32 miastênicos na miastenia29 grave, ruptura de tendão116, instabilidade seticular devido a repetidas injeções intra-articulares.
Gastrointestinais: úlcera péptica25 com possível perfuração e hemorragia117, pancreatite118, distenção abdominal, esofagite119 ulcerativa.
Dermatológicas: comprometimento da cicatrização dos tecidos, adelgaçamento cutâneo120, petéquias11 e equimoses12, eritema121 facial, sudorese122 aumentada, supressão da reação aos testes cutâneos, reações como dermatite44 alérgica, urticária45, edema angioneurótico42.
Neurológicas: convulsões, aumento da pressão intracraniana com edema de papila123 (pseudo tumor124 cerebral) usualmente após tratamento, vertigem125, cefalia.
Endócrinas: irregularidades menstruais, desenvolvimento de Síndrome de Cushing126, supressão do crescimento na infância e no período intrauterino, falta de resposta  adrenocortical e pituitária particularmente em períodos de stress, como em traumas, cirurgias ou doenças; redução da tolerância aos carboidratos, manifestações clínicas de diabetes mellitus127 latente, aumento das necessidades de insulina128 ou agentes hipoglicemiantes orais129.
Oftálmicas: catarata67 subcapsular posterior, aumento da pressão intraocular130, glaucoma68, exoftalmia.
Metabólicas: balanço nitrogenado negativo devido ao catabolismo131 protéico.
Psiquiátricas: alteração do humor, euforia, depressão até manifestações psicóticas fracas, mudança de personalidade, insônia.
Outras: hipersensibilidade, reações anafilácticas, hipotensão132 e choque133.
As seguintes reações adversas estão relacionadas com o uso parenteral de corticosteróide: raros casos de cegueira associados com a terapia intralesional33 da face134 e da cabeça111, hipo ou hiperpigmentação, atrofia15 cutânea16 e subcutânea17, abcessos estéreis, rubor local pós-injeção2 intra-articular, atropatia do tipo Charcot.

Posologia da Betametasona

A posologia de Betametasona é variável, dependendo especificamente da doença, da gravidade do quadro e da resposta do paciente ao tratamento. A dose inicial deve ser mantida ou ajustada até que uma resposta seja obtida. Se após um período de tempo razoável não ocorrer resposta clínica satisfatória, o tratamento com Betametasona deve ser descontinuado e iniciada outra terapia apropriada.
Administração sistêmica: iniciar o tratamento com 1 a 2 ml e repeti-lo quando necessário, em administração intramuscular (IM) profunda na região glútea5. A dosagem e freqüência das administrações dependem da condição do paciente e da resposta terapêutica31. Em situações de menor gravidade, baixas doses são suficientes, enquanto que em doenças graves (por exemplo lupus47 eritematoso48 sistêmico50, mal asmático) já controladas por medidas emergenciais, 2 ml de Betametasona podem ser necessários inicialmente.
Inúmeras condições dermatológicas respondem satisfatoriamente a administração de Betametasona IM. Usualmente 1 ml de Betametasona IM, repetido a cada 7 dias, ou de acordo com a resposta terapêutica31, é considerado eficaz.
Nas doenças respiratórias, o início da melhora dos sintomas32 se dá dentro de poucas horas após a administração IM de Betametasona. Na asma40 brônquica, febre do feno41, bronquite alérgica e rinite43 alérgica, o controle efetivo dos sintomas32 é obtido com 1 a 2 ml de Betametasona IM
Na bursite36 aguda ou crônica, excelentes resultados são obtidos com 1 a 2 ml de Betametasona IM. Caso haja necessidade, repetir a aplicação.
Administração local: se for desejável a co-administração de anestésicos locais com Betametasona, a mistura deve ser feita na própria seringa135 (não no frasco). utilizando lidocaína 1 a 2%, em formulações que não contenham metilparabeno, proprilparabeno, fenol, etc, pois podem precipitar o esteróide.
Outros anestésicos locais similares podem também ser utilizados. A dose requerida de Betametasona é transferida para uma seringa135 e, em seguida, o anestésico. A mistura, na seringa135, deve ser levemente agitada.
Em bursites agudas subdeltóides, subacromiais, olecranianas e pré-patelares, nas tenosinovites e peritendinites, uma injeção2 intrabúrsica de 1 a 2 ml de Betametasona pode aliviar a dor e restaurar a completa movimentação em poucas horas. Na bursite36 aguda recorrente e nas exarcebações agudas da bursite36 crônica, várias aplicações de Betametasona são usualmente necessárias. A bursite36 crônica pode ser tratada com doses reduzidas, uma vez que os sintomas32 agudos estejam controlados nas tenosinovites, tendinites e peritendinites agudas, uma injeção2 de Betametasona pode trazer alívio; já nas formas crônicas, três ou quatro injeções locais de Betametasona, com intervalos de 1 a 2 semanas, são suficientes para a maioria dos casos. As injeções podem ser administradas preferivelmente dentro da bainha do tendão116 afetado, ao invés do próprio tendão116. Nos gânglios136 das cápsulas articulares137 e das bainhas dos tendões88, injeções de 0,5 ml de Betametasona diretamente no cisto ganglionar produz marcadas reduções na lesão138.
Na artrite reumatóide34 e osteoartrite35, a administração intra-articular de 0,5 a 2 ml de Betametasona alivia a dor, a sensibilidade e a rigidez dentro de 2 a 4 horas. A duração do alívio é de 4 semanas ou mais na maioria dos casos. A administração intra-articular de Betametasona tanto nas articulações87 como nos tecidos periarticulares é bem tolerada.
As doses recomendadas para injeção2 intra-articular são:
      ARTICULAÇÃO8    LOCALIZAÇÃO    DOSE (ML)
    Grandes    Joelho, bacia, ombro    1 a 2
    Médias    Cotovelo, pulso, tornozelo    0,5 a 1
    Pequenas    Pé, mão139, tórax140    0,25 a 0,5
                               Afecções56 dermatológicas: nos tratamentos intralesionais, recomenda-se injetar 0,2 ml/cm2 de Betametasona intradermicamente (não subcutânea17), usando uma seringa135 tuberculínica com agulha calibre 26.
O volume de Betametasona, injetado em todas as áreas, não deve ultrapassar a 1 ml com intervalos de 1 semana.
Afecções56 do pé: utiliza-se seringa135 do tipo tuberculina com agulha calibre 25 para afecções56 suscetíveis aos corticosteróides. As seguintes doses são recomedadas em intervalos de 3 a 7 dias:
     DIAGNÓSTICO141    DOSE (ML)
    Bursite36    
    Sob heloma duro ou mole    0,25 a 0,5
    esporão de calcâneo142    0,5
 hallux55 rigidus, digiti quanti varus    0,5
    Cisto sinovial    0,25
    Neuralgia143 de Morton (metatarsalgia)    0,25 a 0,5
    Tenosinuvite    
    periostite do cubóide    0,5
 Artrite86 gotosa aguda    0,5 a 1
 
                               Após obtenção da resposta favorável, a dosagem de manutenção deve ser determinada através da diminuição gradual da dose inicial, em intervalos apropriados, até que seja encontrada a dose mínima capaz de manter uma resposta clínica adequada. A exposição do paciente a situações estressantes, não relacionadas com a doença em curso, pode exigir um aumento de dose de Betametasona. Após tratamento prolongado com Betametasona, a descontinuidade deste deve ser feita de forma gradual.

Superdosagem da Betametasona

A superdosagem aguda com corticóides não leva a situações de risco de vida. Exceto nos casos de doses muito elevadas, alguns dias de dosagem excessiva com corticóides não parecem produzir resultados prejudiciais na ausência de contra-indicações específicas, tais como em pacientes com diabetes mellitus127, glaucoma68, úlcera péptica25 ativa ou naqueles fazendo uso de medicamentos, tais como digitálicos, anticoagulantes104 cumarínicos ou diuréticos99 depletores de potássio.Complicações resultantes dos efeitos metabólicos dos corticóides ou dos efeitos deletérios da doença básica ou concomitantes ou resultantes de interações medicamentosas deverão ser tratadas apropriadamente. Manter ingestão de líquidos adequada e monitorizar os eletrólitos103 séricos e urinários, com especial atenção ao balanço de sódio e potássio. Tratar o desequilíbrio eletrolítico, se necessário.

Pacientes Idosos da Betametasona

Desconhecem-se restrições ou precauções especiais para uso em pacientes idosos.

                               
VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA

BETAMETASONA - Laboratório

UNIAO QUIMICA
Rua Cel. Luiz Tenório de Brito, 90
Embu-Guaçu/SP - CEP: 06900-000
Tel: SAC 0800 11 1559

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Complementos

1 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
2 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
3 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
4 Lactação: Fenômeno fisiológico neuro-endócrino (hormonal) de produção de leite materno pela puérpera no pós-parto; independente dela estar ou não amamentando.Toda mulher após o parto tem produção de leite - lactação; mas, infelizmente nem todas amamentam.
5 Região Glútea:
6 Subcutâneo: Feito ou situado sob a pele. Hipodérmico.
7 Imunização: Processo mediante o qual se adquire, de forma natural ou artificial, a capacidade de defender-se perante uma determinada agressão bacteriana, viral ou parasitária. O exemplo mais comum de imunização é a vacinação contra diversas doenças (sarampo, coqueluche, gripe, etc.).
8 Articulação: 1. Ponto de contato, de junção de duas partes do corpo ou de dois ou mais ossos. 2. Ponto de conexão entre dois órgãos ou segmentos de um mesmo órgão ou estrutura, que geralmente dá flexibilidade e facilita a separação das partes. 3. Ato ou efeito de articular-se. 4. Conjunto dos movimentos dos órgãos fonadores (articuladores) para a produção dos sons da linguagem.
9 Sintomático: 1. Relativo a ou que constitui sintoma. 2. Que é efeito de alguma doença. 3. Por extensão de sentido, é o que indica um particular estado de coisas, de espírito; revelador, significativo.
10 Acne: Doença de predisposição genética cujas manifestações dependem da presença dos hormônios sexuais. As lesões começam a surgir na puberdade, atingindo a maioria dos jovens de ambos os sexos. Os cravos e espinhas ocorrem devido ao aumento da secreção sebácea associada ao estreitamento e obstrução da abertura do folículo pilosebáceo, dando origem aos comedões abertos (cravos pretos) e fechados (cravos brancos). Estas condições favorecem a proliferação de microorganismos que provocam a inflamação característica das espinhas, sendo o Propionibacterium acnes o agente infeccioso mais comumente envolvido.
11 Petéquias: Pequenas lesões da pele ou das mucosas, de cor vermelha ou azulada, características da púrpura. São lesões hemorrágicas, que não desaparecem à pressão, cujo tamanho não ultrapassa alguns milímetros.
12 Equimoses: Manchas escuras ou azuladas devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, as equimoses desaparecem passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
13 Vertigens: O termo vem do latim “vertere” e quer dizer rodar. A definição clássica de vertigem é alucinação do movimento. O indivíduo vê os objetos do ambiente rodarem ao seu redor ou seu corpo rodar em relação ao ambiente.
14 Cefaleia: Sinônimo de dor de cabeça. Este termo engloba todas as dores de cabeça existentes, ou seja, enxaqueca ou migrânea, cefaleia ou dor de cabeça tensional, cefaleia cervicogênica, cefaleia em pontada, cefaleia secundária a sinusite, etc... são tipos dentro do grupo das cefaleias ou dores de cabeça. A cefaleia tipo tensional é a mais comum (acomete 78% da população), seguida da enxaqueca ou migrânea (16% da população).
15 Atrofia: 1. Em biologia, é a falta de desenvolvimento de corpo, órgão, tecido ou membro. 2. Em patologia, é a diminuição de peso e volume de órgão, tecido ou membro por nutrição insuficiente das células ou imobilização. 3. No sentido figurado, é uma debilitação ou perda de alguma faculdade mental ou de um dos sentidos, por exemplo, da memória em idosos.
16 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
17 Subcutânea: Feita ou situada sob a pele; hipodérmica.
18 Abscessos: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
19 Ulceração: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
20 Colite: Inflamação da porção terminal do cólon (intestino grosso). Pode ser devido a infecções intestinais (a causa mais freqüente), ou a processos inflamatórios diversos (colite ulcerativa, colite isquêmica, colite por radiação, etc.).
21 Abscesso: Acumulação de pus em uma cavidade formada acidentalmente nos tecidos orgânicos, ou mesmo em órgão cavitário, em consequência de inflamação seguida de infecção.
22 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
23 Diverticulite: Inflamação aguda da parede de um divertículo colônico. Produz dor no quadrante afetado (em geral o inferior esquerdo), febre, etc.Necessita de tratamento com antibióticos por via endovenosa e raramente o tratamento é cirúrgico.
24 Anastomose: 1. Na anatomia geral, é a comunicação natural direta ou indireta entre dois vasos sanguíneos, entre dois canais da mesma natureza, entre dois nervos ou entre duas fibras musculares. 2. Na anatomia botânica, é a união total ou parcial de duas estruturas como vasos, ramos, raízes. 3. Formação cirúrgica de uma passagem entre duas estruturas tubulares ou ocas ou também é a junção ou ligação patológica entre dois espaços ou órgãos normalmente separados.
25 Úlcera péptica: Lesão na mucosa do esôfago, estômago ou duodeno. Também chamada de úlcera gástrica ou duodenal. Pode ser provocada por excesso de ácido clorídrico produzido pelo próprio estômago ou por medicamentos como antiinflamatórios ou aspirina. É uma doença infecciosa, causada pela bactéria Helicobacter pylori em quase 100% dos casos. Os principais sintomas são: dor, má digestão, enjôo, queimação (azia), sensação de estômago vazio.
26 Insuficiência renal: Condição crônica na qual o corpo retém líquido e excretas pois os rins não são mais capazes de trabalhar apropriadamente. Uma pessoa com insuficiência renal necessita de diálise ou transplante renal.
27 Hipertensão: Condição presente quando o sangue flui através dos vasos com força maior que a normal. Também chamada de pressão alta. Hipertensão pode causar esforço cardíaco, dano aos vasos sangüíneos e aumento do risco de um ataque cardíaco, derrame ou acidente vascular cerebral, além de problemas renais e morte.
28 Osteoporose: Doença óssea caracterizada pela diminuição da formação de matriz óssea que predispõe a pessoa a sofrer fraturas com traumatismos mínimos ou mesmo na ausência deles. É influenciada por hormônios, sendo comum nas mulheres pós-menopausa. A terapia de reposição hormonal, que administra estrógenos a mulheres que não mais o produzem, tem como um dos seus objetivos minimizar esta doença.
29 Miastenia: Perda das forças musculares ocasionada por doenças musculares inflamatórias. Por ex. Miastenia Gravis. A debilidade pode predominar em diferentes grupos musculares segundo o tipo de afecção (debilidade nos músculos extrínsecos do olho, da pelve, ou dos ombros, etc.).
30 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
31 Terapêutica: Terapia, tratamento de doentes.
32 Sintomas: Alterações da percepção normal que uma pessoa tem de seu próprio corpo, do seu metabolismo, de suas sensações, podendo ou não ser um indício de doença. Os sintomas são as queixas relatadas pelo paciente mas que só ele consegue perceber. Sintomas são subjetivos, sujeitos à interpretação pessoal. A variabilidade descritiva dos sintomas varia em função da cultura do indivíduo, assim como da valorização que cada pessoa dá às suas próprias percepções.
33 Intralesional: Dentro da lesão.
34 Artrite reumatóide: Doença auto-imune de etiologia desconhecida, caracterizada por poliartrite periférica, simétrica, que leva à deformidade e à destruição das articulações por erosão do osso e cartilagem. Afeta mulheres duas vezes mais do que os homens e sua incidência aumenta com a idade. Em geral, acomete grandes e pequenas articulações em associação com manifestações sistêmicas como rigidez matinal, fadiga e perda de peso. Quando envolve outros órgãos, a morbidade e a gravidade da doença são maiores, podendo diminuir a expectativa de vida em cinco a dez anos.
35 Osteoartrite: Termo geral que se emprega para referir-se ao processo degenerativo da cartilagem articular, manifestado por dor ao movimento, derrame articular, etc. Também denominado artrose.
36 Bursite: Doença ortopédica caracterizada pela inflamação da bursa, uma bolsa cheia de líquido, existente no interior das articulações, cuja finalidade é amortecer o atrito entre ossos, tendões e músculos. A bursite pode acontecer em qualquer articulação (joelhos, cotovelos, quadris, etc.), mas é mais comum no ombro.
37 Radiculite: Inflamação da raiz de um nervo, em geral produzida por uma lesão mecânica, metabólica ou imunológica. Manifesta-se por dor na área coberta pelo nervo afetado.
38 Torcicolo: Distúrbio freqüente produzido por uma luxação nas vértebras da coluna cervical, ou a espasmos dos músculos do pescoço que produzem rigidez e rotação lateral do mesmo.
39 Exostose: 1. Em ortopedia e reumatologia, é um crescimento ósseo que se projeta para fora da superfície de um osso, geralmente sob a forma de ossificação das inserções musculares. 2. Em fitopatologia, significa uma protuberância lenhosa, de caráter patológico, no tronco de uma árvore.
40 Asma: Doença das vias aéreas inferiores (brônquios), caracterizada por uma diminuição aguda do calibre bronquial em resposta a um estímulo ambiental. Isto produz obstrução e dificuldade respiratória que pode ser revertida de forma espontânea ou com tratamento médico.
41 Febre do Feno: Doença polínica, polinose, rinite alérgica estacional ou febre do feno. Deve-se à sensibilização aos componentes de polens, sendo que os alérgenos de pólen provocam sintomas clínicos quando em contato com a mucosa do aparelho respiratório e a conjuntiva de indivíduos previamente sensibilizados.
42 Edema angioneurótico: Ataques recidivantes de edema transitório que aparecem subitamente em áreas da pele, membranas mucosas e ocasionalmente nas vísceras, geralmente associadas com dermatografismo, urticária, eritema e púrpura.
43 Rinite: Inflamação da mucosa nasal, produzida por uma infecção viral ou reação alérgica. Manifesta-se por secreção aquosa e obstrução das fossas nasais.
44 Dermatite: Inflamação das camadas superficiais da pele, que pode apresentar-se de formas variadas (dermatite seborreica, dermatite de contato...) e é produzida pela agressão direta de microorganismos, substância tóxica ou por uma resposta imunológica inadequada (alergias, doenças auto-imunes).
45 Urticária: Reação alérgica manifestada na pele como elevações pruriginosas, acompanhadas de vermelhidão da mesma. Pode afetar uma parte ou a totalidade da pele. Em geral é autolimitada e cede em pouco tempo, podendo apresentar períodos de melhora e piora ao longo de vários dias.
46 Alopécia: Redução parcial ou total de pêlos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter evolução progressiva, resolução espontânea ou ser controlada com tratamento médico. Quando afeta todos os pêlos do corpo, é chamada de alopécia universal.
47 Lúpus: 1. É uma inflamação crônica da pele, caracterizada por ulcerações ou manchas, conforme o tipo específico. 2. Doença autoimune rara, mais frequente nas mulheres, provocada por um desequilíbrio do sistema imunológico. Nesta patologia, a defesa imunológica do indivíduo se vira contra os tecidos do próprio organismo como pele, articulações, fígado, coração, pulmão, rins e cérebro. Essas múltiplas formas de manifestação clínica, às vezes, podem confundir e retardar o diagnóstico. Lúpus exige tratamento cuidadoso por médicos especializados no assunto.
48 Eritematoso: Relativo a ou próprio de eritema. Que apresenta eritema. Eritema é uma vermelhidão da pele, devido à vasodilatação dos capilares cutâneos.
49 Psoríase: Doença imunológica caracterizada por lesões avermelhadas com descamação aumentada da pele dos cotovelos, joelhos, couro cabeludo e costas juntamente com alterações das unhas (unhas em dedal). Evolui através do tempo com melhoras e pioras, podendo afetar também diferentes articulações.
50 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
51 Neoplasias: Termo que denomina um conjunto de doenças caracterizadas pelo crescimento anormal e em certas situações pela invasão de órgãos à distância (metástases). As neoplasias mais frequentes são as de mama, cólon, pele e pulmões.
52 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
53 Síndrome: Conjunto de sinais e sintomas que se encontram associados a uma entidade conhecida ou não.
54 Ileíte: Inflamação do íleo, que é a parte terminal do intestino delgado, localizada entre o jejuno e a primeira porção do intestino grosso.
55 Hallux: Dedo Grande do Pé, vulgo dedão do pé.
56 Afecções: Quaisquer alterações patológicas do corpo. Em psicologia, estado de morbidez, de anormalidade psíquica.
57 Nefrite: Termo que significa “inflamação do rim” e que agrupa doenças caracterizadas por lesões imunológicas ou infecciosas do tecido renal. Alguns exemplos são a nefrite intersticial por drogas, a glomerulonefrite pós-estreptocócica, etc. Podem manifestar-se por hipertensão arterial, hematúria e dor lombar.
58 Síndrome nefrótica: Doença que afeta os rins. Caracteriza-se pela eliminação de proteínas através da urina, com diminuição nos níveis de albumina do plasma. As pessoas com síndrome nefrótica apresentam edema, eliminação de urina espumosa, aumento dos lipídeos do sangue, etc.
59 Insuficiência: Incapacidade de um órgão ou sistema para realizar adequadamente suas funções.Manifesta-se de diferentes formas segundo o órgão comprometido. Exemplos: insuficiência renal, hepática, cardíaca, respiratória.
60 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
61 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
62 Infecções: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
63 Púrpura: Lesão hemorrágica de cor vinhosa, que não desaparece à pressão, com diâmetro superior a um centímetro.
64 Idiopática: 1. Relativo a idiopatia; que se forma ou se manifesta espontaneamente ou a partir de causas obscuras ou desconhecidas; não associado a outra doença. 2. Peculiar a um indivíduo.
65 Traumatismo: Lesão produzida pela ação de um agente vulnerante físico, químico ou biológico e etc. sobre uma ou várias partes do organismo.
66 Sinais: São alterações percebidas ou medidas por outra pessoa, geralmente um profissional de saúde, sem o relato ou comunicação do paciente. Por exemplo, uma ferida.
67 Catarata: Opacificação das lentes dos olhos (opacificação do cristalino).
68 Glaucoma: É quando há aumento da pressão intra-ocular e danos ao nervo óptico decorrentes desse aumento de pressão. Esses danos se expressam no exame de fundo de olho e por alterações no campo de visão.
69 Incidência: Medida da freqüência em que uma doença ocorre. Número de casos novos de uma doença em um certo grupo de pessoas por um certo período de tempo.
70 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
71 Pressão sangüínea: Força exercida pelo sangue arterial por unidade de área da parede arterial. É expressa como uma razão (Exemplo: 120/80, lê-se 120 por 80). O primeiro número é a pressão sistólica ou pressão máxima. E o segundo número é a presão diastólica ou mínima.
72 Anticorpos: Proteínas produzidas pelo organismo para se proteger de substâncias estranhas como bactérias ou vírus. As pessoas que têm diabetes tipo 1 produzem anticorpos que destroem as células beta produtoras de insulina do próprio organismo.
73 Varicela: Doença viral freqüente na infância e caracterizada pela presença de febre e comprometimento do estado geral juntamente com a aparição característica de lesões que têm vários estágios. Primeiro são pequenas manchas avermelhadas, a seguir formam-se pequenas bolhas que finalmente rompem-se deixando uma crosta. É contagiosa, mas normalmente não traz maiores conseqüências à criança. As bolhas e suas crostas, se não sofrerem infecção secundária, não deixam cicatriz.
74 Sarampo: Doença infecciosa imunoprevenível, altamente transmissível por via respiratória, causada pelo vírus do sarampo e de imunidade permanente. Geralmente ocorre na infância, mas pode afetar adultos susceptíveis (não imunes). As manifestações clínicas são febre alta, tosse seca persistente, coriza, conjuntivite, aumento dos linfonodos do pescoço e manchas avermelhadas na pele. Em cerca de 30% das pessoas com sarampo podem ocorrer complicações como diarréia, otite, pneumonia e encefalite.
75 Imunidade: Capacidade que um indivíduo tem de defender-se perante uma agressão bacteriana, viral ou perante qualquer tecido anormal (tumores, enxertos, etc.).
76 Infestação: Infecção produzida por parasitas. Exemplos de infestações são sarna (escabiose), pediculose (piolhos), infecção por parasitas intestinais, etc.
77 Tuberculose: Doença infecciosa crônica produzida pelo bacilo de Koch (Mycobacterium tuberculosis). Produz doença pulmonar, podendo disseminar-se para qualquer outro órgão. Os sintomas de tuberculose pulmonar consistem em febre, tosse, expectoração, hemoptise, acompanhada de perda de peso e queda do estado geral. Em países em desenvolvimento (como o Brasil) aconselha-se a vacinação com uma cepa atenuada desta bactéria (vacina BCG).
78 Para pacientes: Você pode utilizar este texto livremente com seus pacientes, inclusive alterando-o, de acordo com a sua prática e experiência. Conheça todos os materiais Para Pacientes disponíveis para auxiliar, educar e esclarecer seus pacientes, colaborando para a melhoria da relação médico-paciente, reunidos no canal Para Pacientes . As informações contidas neste texto são baseadas em uma compilação feita pela equipe médica da Centralx. Você deve checar e confirmar as informações e divulgá-las para seus pacientes de acordo com seus conhecimentos médicos.
79 Alergia: Reação inflamatória anormal, perante substâncias (alérgenos) que habitualmente não deveriam produzi-la. Entre estas substâncias encontram-se poeiras ambientais, medicamentos, alimentos etc.
80 Hipotireoidismo: Distúrbio caracterizado por uma diminuição da atividade ou concentração dos hormônios tireoidianos. Manifesta-se por engrossamento da voz, aumento de peso, diminuição da atividade, depressão.
81 Cirrose: Substituição do tecido normal de um órgão (freqüentemente do fígado) por um tecido cicatricial fibroso. Deve-se a uma agressão persistente, infecciosa, tóxica ou metabólica, que produz perda progressiva das células funcionalmente ativas. Leva progressivamente à perda funcional do órgão.
82 Córnea: Membrana fibrosa e transparente presa à esclera, constituindo a parte anterior do olho.
83 Líquido sinovial: Gel viscoso e transparente que lubrifica as estruturas que banha, minorando o atrito entre elas. Ele é encontrado na cavidade da cápsula articular.
84 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
85 Febre: É a elevação da temperatura do corpo acima dos valores normais para o indivíduo. São aceitos como valores de referência indicativos de febre: temperatura axilar ou oral acima de 37,5°C e temperatura retal acima de 38°C. A febre é uma reação do corpo contra patógenos.
86 Artrite: Inflamação de uma articulação, caracterizada por dor, aumento da temperatura, dificuldade de movimentação, inchaço e vermelhidão da área afetada.
87 Articulações:
88 Tendões: Tecidos fibrosos pelos quais um músculo se prende a um osso.
89 Nádegas:
90 Tissular: Relativo a tecido orgânico.
91 Espermatozóides: Células reprodutivas masculinas.
92 Amamentação: Ato da nutriz dar o peito e o lactente mamá-lo diretamente. É um fenômeno psico-sócio-cultural. Dar de mamar a; criar ao peito; aleitar; lactar... A amamentação é uma forma de aleitamento, mas há outras formas.
93 Reprodução: 1. Função pela qual se perpetua a espécie dos seres vivos. 2. Ato ou efeito de reproduzir (-se). 3. Imitação de quadro, fotografia, gravura, etc.
94 Lactantes: Que produzem leite; que aleitam.
95 Feto: Filhote por nascer de um mamífero vivíparo no período pós-embrionário, depois que as principais estruturas foram delineadas. Em humanos, do filhote por nascer vai do final da oitava semana após a CONCEPÇÃO até o NASCIMENTO, diferente do EMBRIÃO DE MAMÍFERO prematuro.
96 Lactente: Que ou aquele que mama, bebê. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
97 Lactentes: Que ou aqueles que mamam, bebês. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
98 Metabolismo: É o conjunto de transformações que as substâncias químicas sofrem no interior dos organismos vivos. São essas reações que permitem a uma célula ou um sistema transformar os alimentos em energia, que será ultilizada pelas células para que as mesmas se multipliquem, cresçam e movimentem-se. O metabolismo divide-se em duas etapas: catabolismo e anabolismo.
99 Diuréticos: Grupo de fármacos que atuam no rim, aumentando o volume e o grau de diluição da urina. Eles depletam os níveis de água e cloreto de sódio sangüíneos. São usados no tratamento da hipertensão arterial, insuficiência renal, insuficiência cardiaca ou cirrose do fígado. Há dois tipos de diuréticos, os que atuam diretamente nos túbulos renais, modificando a sua atividade secretora e absorvente; e aqueles que modificam o conteúdo do filtrado glomerular, dificultando indiretamente a reabsorção da água e sal.
100 Hipocalemia: Concentração sérica de potássio inferior a 3,5 mEq/l. Pode ocorrer por alterações na distribuição de potássio (desvio do compartimento extracelular para intracelular) ou de reduções efetivas no conteúdo corporal de potássio por uma menor ingesta ou por perda aumentada. Fraqueza muscular e arritimias cardíacas são os sinais e sintomas mais comuns, podendo haver também poliúria, polidipsia e constipação. Pode ainda ser assintomática.
101 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
102 Depleção: 1. Em patologia, significa perda de elementos fundamentais do organismo, especialmente água, sangue e eletrólitos (sobretudo sódio e potássio). 2. Em medicina, é o ato ou processo de extração de um fluido (por exxemplo, sangue) 3. Estado ou condição de esgotamento provocado por excessiva perda de sangue. 4. Na eletrônica, em um material semicondutor, medição da densidade de portadores de carga abaixo do seu nível e do nível de dopagem em uma temperatura específica.
103 Eletrólitos: Em eletricidade, é um condutor elétrico de natureza líquida ou sólida, no qual cargas são transportadas por meio de íons. Em química, é uma substância que dissolvida em água se torna condutora de corrente elétrica.
104 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
105 Ulcerações: 1. Processo patológico de formação de uma úlcera. 2. A úlcera ou um grupo de úlceras.
106 Hipoglicemiantes: Medicamentos que contribuem para manter a glicose sangüínea dentro dos limites normais, sendo capazes de diminuir níveis de glicose previamente elevados.
107 Alcalose: Desequilíbrio do meio interno, produzido por uma diminuição na concentração de íons hidrogênio ou aumento da concentração de bases orgânicas nos líquidos corporais.
108 Insuficiência Cardíaca Congestiva: É uma incapacidade do coração para efetuar as suas funções de forma adequada como conseqüência de enfermidades do próprio coração ou de outros órgãos. O músculo cardíaco vai diminuindo sua força para bombear o sangue para todo o organismo.
109 Miopatia: Qualquer afecção das fibras musculares, especialmente dos músculos esqueléticos.
110 Necrose: Conjunto de processos irreversíveis através dos quais se produz a degeneração celular seguida de morte da célula.
111 Cabeça:
112 Fêmur: O mais longo e o maior osso do esqueleto; está situado entre o quadril e o joelho. Sinônimos: Trocanter
113 Úmero:
114 Fratura: Solução de continuidade de um osso. Em geral é produzida por um traumatismo, mesmo que possa ser produzida na ausência do mesmo (fratura patológica). Produz como sintomas dor, mobilidade anormal e ruídos (crepitação) na região afetada.
115 Ossos longos: Exemplo: Fêmur
116 Tendão: Tecido fibroso pelo qual um músculo se prende a um osso.
117 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
118 Pancreatite: Inflamação do pâncreas. A pancreatite aguda pode ser produzida por cálculos biliares, alcoolismo, drogas, etc. Pode ser uma doença grave e fatal. Os primeiros sintomas consistem em dor abdominal, vômitos e distensão abdominal.
119 Esofagite: Inflamação da mucosa esofágica. Pode ser produzida pelo refluxo do conteúdo ácido estomacal (esofagite de refluxo), por ingestão acidental ou intencional de uma substância tóxica (esofagite cáustica), etc.
120 Cutâneo: Que diz respeito à pele, à cútis.
121 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
122 Sudorese: Suor excessivo
123 Edema de papila: Termo utilizado para designar uma alteração oftalmoscópica caracterizada pelo velamento e elevação das margens da papila ou disco do nervo óptico. É um quadro sindrômico que ocorre em uma série de afecções do nervo óptico.
124 Tumor: Termo que literalmente significa massa ou formação de tecido. É utilizado em geral para referir-se a uma formação neoplásica.
125 Vertigem: Alucinação de movimento. Pode ser devido à doença do sistema de equilíbrio, reação a drogas, etc.
126 Síndrome de Cushing: A síndrome de Cushing, hipercortisolismo ou hiperadrenocortisolismo, é um conjunto de sinais e sintomas que indicam excesso de cortisona (hormônio) no sangue. Esse hormônio é liberado pela glândula adrenal (também conhecida como suprarrenal) em resposta à liberação de ACTH pela hipófise no cérebro. Níveis elevados de cortisol (ou cortisona) também podem ocorrer devido à administração de certos medicamentos, como hormônios glicocorticoides. A síndrome de Cushing e a doença de Cushing são muito parecidas, já que o que a causa de ambas é o elevado nível de cortisol no sangue. O que difere é a origem dessa elevação. A doença de Cushing diz respeito, exclusivamente, a um tumor na hipófise que passa a secretar grande quantidade de ACTH e, consequentemente, há um aumento na liberação de cortisol pelas adrenais. Já a síndrome de Cushing pode ocorrer, por exemplo, devido a um tumor presente nas glândulas suprarrenais ou pela administração excessiva de corticoides.
127 Diabetes mellitus: Distúrbio metabólico originado da incapacidade das células de incorporar glicose. De forma secundária, podem estar afetados o metabolismo de gorduras e proteínas.Este distúrbio é produzido por um déficit absoluto ou relativo de insulina. Suas principais características são aumento da glicose sangüínea (glicemia), poliúria, polidipsia (aumento da ingestão de líquidos) e polifagia (aumento da fome).
128 Insulina: Hormônio que ajuda o organismo a usar glicose como energia. As células-beta do pâncreas produzem insulina. Quando o organismo não pode produzir insulna em quantidade suficiente, ela é usada por injeções ou bomba de insulina.
129 Hipoglicemiantes orais: Medicamentos usados por via oral em pessoas com diabetes tipo 2 para manter os níves de glicose próximos ao normal. As classes de hipoglicemiantes são: inibidores da alfaglicosidase, biguanidas, derivados da fenilalanina, meglitinides, sulfoniluréias e thiazolidinediones.
130 Pressão intraocular: É a medida da pressão dos olhos. É a pressão do líquido dentro do olho.
131 Catabolismo: Parte do metabolismo que se refere à assimilação ou processamento da matéria adquirida para fins de obtenção de energia. Diz respeito às vias de degradação, ou seja, de quebra das substâncias. Parte sempre de moléculas grandes, que contêm quantidades importantes de energia (glicose, triclicerídeos, etc). Estas substâncias são transformadas de modo a que restem, no final, moléculas pequenas, pobres em energia ( H2O, CO2, NH3 ), aproveitando o organismo a libertação de energia resultante deste processo. É o contrário de anabolismo.
132 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
133 Choque: 1. Estado de insuficiência circulatória a nível celular, produzido por hemorragias graves, sepse, reações alérgicas graves, etc. Pode ocasionar lesão celular irreversível se a hipóxia persistir por tempo suficiente. 2. Encontro violento, com impacto ou abalo brusco, entre dois corpos. Colisão ou concussão. 3. Perturbação brusca no equilíbrio mental ou emocional. Abalo psíquico devido a uma causa externa.
134 Face: Parte anterior da cabeça que inclui a pele, os músculos e as estruturas da fronte, olhos, nariz, boca, bochechas e mandíbula.
135 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
136 Gânglios: 1. Na anatomia geral, são corpos arredondados de tamanho e estrutura variáveis; nodos, nódulos. 2. Em patologia, são pequenos tumores císticos localizados em uma bainha tendinosa ou em uma cápsula articular, especialmente nas mãos, punhos e pés.
137 Cápsulas articulares: São membranas conjuntivas que envolvem as articulações sinoviais, sendo constituídas por duas camadas, uma externa ou fibrosa e outra interna ou sinovial.
138 Lesão: 1. Ato ou efeito de lesar (-se). 2. Em medicina, ferimento ou traumatismo. 3. Em patologia, qualquer alteração patológica ou traumática de um tecido, especialmente quando acarreta perda de função de uma parte do corpo. Ou também, um dos pontos de manifestação de uma doença sistêmica. 4. Em termos jurídicos, prejuízo sofrido por uma das partes contratantes que dá mais do que recebe, em virtude de erros de apreciação ou devido a elementos circunstanciais. Ou também, em direito penal, ofensa, dano à integridade física de alguém.
139 Mão: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
140 Tórax: Parte superior do tronco entre o PESCOÇO e o ABDOME; contém os principais órgãos dos sistemas circulatório e respiratório. (Tradução livre do original Sinônimos: Peito; Caixa Torácica
141 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
142 Calcâneo: O maior OSSO DO TARSO que está situado na parte posterior e inferior do PÉ, formando o CALCANHAR.
143 Neuralgia: Dor aguda produzida pela irritação de um nervo. Caracteriza-se por ser muito intensa, em queimação, pulsátil ou semelhante a uma descarga elétrica. Suas causas mais freqüentes são infecção, lesão metabólica ou tóxica do nervo comprometido.

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