Caverject

WYETH INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA

Atualizado em 02/02/2021

IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO

Caverject®
alprostadil
Injetável 10 mcg/20 mcg

FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO:

liofilizado1 para solução injetável
Embalagem contendo um frasco-ampola, acompanhado de uma seringa2 estéril contendo 1 mL de água para injetáveis, duas agulhas estéreis e duas compressas antissépticas.

VIA DE ADMINISTRAÇÃO: INTRACAVERNOSA
USO ADULTO

COMPOSIÇÃO:

Cada frasco-ampola de Caverject® 10 mcg contém:

alprostadil 10 mcg
excipiente q.s.p. 1 frasco-ampola


Cada frasco-ampola de Caverject® 20 mcg contém:

alprostadil 20 mcg
excipiente q.s.p. 1 frasco-ampola


Excipientes: lactose3 monoidratada, citrato de sódio diidratado, solução de hidróxido de sódioa e solução de ácido clorídrico4a.
Diluente: álcool benzílico e água para injetáveis. a = para ajuste de pH.

A quantidade de álcool benzílico em 1 mL de diluente é de 9,45 mg

INFORMAÇÕES AO PACIENTE

PARA QUE ESTE MEDICAMENTO É INDICADO?

Caverject® (alprostadil) é indicado para o tratamento da disfunção erétil (incapacidade de obter ou manter uma ereção5, rigidez do pênis6, suficiente para um desempenho sexual satisfatório) de etiologia7 neurogênica (problema de origem nos nervos), vasculogênica (problema de origem nos vasos sanguíneos8), psicogênica9 (problema de origem psicológica) ou mista (mais de um problema em conjunto que causa a disfunção erétil).

Caverject® pode ser usado como coadjuvante10 para outros testes no diagnóstico11 da disfunção erétil.

COMO ESTE MEDICAMENTO FUNCIONA?

Caverject® atua favorecendo o relaxamento da musculatura lisa dos corpos cavernosos (principal estrutura erétil do pênis6) e estimula a vasodilatação (aumento do diâmetro dos vasos sanguíneos8) no tecido12 peniano (no pênis6). Espera-se que a ereção5 (rigidez do pênis6) se desenvolva dentro de 5 a 20 minutos após a aplicação.

QUANDO NÃO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caverject® é contraindicado a:

  • pacientes que tenham hipersensibilidade (reação alérgica13) conhecida ao alprostadil ou a qualquer componente deste medicamento;
  • pacientes com condições predisponentes ao priapismo14 (ereção5 persistente e dolorosa do pênis6), tais como anemia falciforme15 (doença hereditária das células16 vermelhas do sangue17) ou traço falciforme (forma mais branda da doença hereditária das células16 do sangue17), mieloma18 múltiplo ou leucemia19 (tipos de câncer20 do sangue17);
  • pacientes com deformidade anatômica do pênis6, tais como angulação, fibrose21 cavernosa ou doença de Peyronie (deformidades que alteram ou provocam uma curvatura do pênis6 podendo deixá-lo deformado);
  • pacientes com implante22 peniano (prótese23 colocada dentro do pênis6);
  • pacientes para os quais a atividade sexual é desaconselhável ou contraindicada.

Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres.

O QUE DEVO SABER ANTES DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caverject® não deve ser usado juntamente com outros medicamentos para disfunção erétil.

Pacientes em tratamento com anticoagulantes24 (medicamentos que não deixam o sangue17 coagular25) como varfarina ou heparina podem ter maior propensão a sangramento após injeção26 intracavernosa (no pênis6).

É muito importante informar ao seu médico caso esteja usando outros medicamentos antes do início ou durante o tratamento com Caverject®.

O uso de Caverject® não protege contra doenças sexualmente transmissíveis ou contra o vírus27 HIV28 (AIDS). Devem ser tomadas as medidas adequadas de prevenção. Em alguns pacientes, o uso de Caverject® pode provocar um pequeno sangramento no local da injeção26; em pacientes portadores de doenças transmissíveis pelo sangue17 (hepatite29, sífilis30, HIV28, etc), esse fato pode aumentar o risco de transmissão para a parceira.

Informe seu médico caso ocorra ereção5 persistente por 4 horas ou mais.

Esse medicamento possui álcool benzílico em sua composição e esta substância foi associada a eventos adversos graves, incluindo "síndrome de gasping" (alteração do ritmo respiratório), e morte em pacientes pediátricos. A quantidade mínima de álcool benzílico em que a toxicidade31 pode ocorrer, não é conhecida. O risco de toxicidade31 do álcool benzílico depende da quantidade administrada e a capacidade do fígado32 e rins33 para desintoxicar o produto químico. Bebês34 prematuros (nascidos antes do final da gravidez35 normal) e de baixo peso quando nasce pode ser mais propensos a desenvolver toxicidade31.

Caverject® usa uma agulha superfina para a administração. Assim como todas as agulhas superfinas, existe a possibilidade de quebra da agulha. A quebra da agulha, com uma parte da agulha permanecendo no pênis6, tem sido relatada e, em alguns casos, necessitou de hospitalização e remoção cirúrgica. Técnicas apropriadas de manuseio e administração da injeção26 podem minimizar o potencial de quebra da agulha. Caso a agulha esteja torta, não a utilize e não tente endireita-la. Você deve remover a agulha da seringa2, descartá-la, e colocar uma nova agulha estéril na seringa2.

A eficácia deste medicamento depende da capacidade funcional do paciente.

Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento. Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico. Pode ser perigoso para a sua saúde36.

ONDE, COMO E POR QUANTO TEMPO POSSO GUARDAR ESTE MEDICAMENTO?

Cuidados de conservação

Caverject® deve ser conservado sob refrigeração (entre 2 e 8°C), protegido da luz. Não congelar. Após reconstituição com o diluente que acompanha o medicamento, a solução reconstituída pode ser armazenada a temperatura abaixo de 25°C por até 24 horas. O medicamento é de uso único e qualquer solução não utilizada deve ser devidamente descartada.

Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

Características físicas e organolépticas do produto

Pó branco a branco-opaco.

Medicamentos para uso parenteral devem ser inspecionados visualmente quanto a partículas, alteração da cor ou precipitação antes da administração.

Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo.

TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.

COMO DEVO USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caverject® deve ser administrado por injeção26 intracavernosa (estrutura dentro do pênis6 responsável por sua rigidez) direta. Recomenda-se geralmente uma agulha de meia polegada, calibre entre 27 e 30. A dose de Caverject® deve ser individualizada com cuidado, adequada por uma supervisão médica.

As primeiras injeções de Caverject® devem ser realizadas no consultório médico por uma equipe médica treinada. A terapia de autoaplicação deve ser iniciada apenas após o paciente ser instruído apropriadamente e bem treinado na técnica de autoaplicação. O médico deve fazer uma avaliação cuidadosa da habilidade e competência do paciente nesse procedimento. A injeção26 intracavernosa deve ser realizada sob condição estéril. O local da injeção26 é geralmente ao longo da porção dorsolateral do terço proximal37 do pênis6. Veias38 visíveis devem ser evitadas. Deve-se alternar o lado do pênis6 que é injetado e variar o local da injeção26. O local da injeção26 deve sempre ser limpo com algodão e álcool.

Adequação da dose inicial no consultório médico

Durante a adequação da dose, o paciente deve permanecer no consultório médico até que ocorra completa detumescência39 (quando o pênis6 retorna a sua forma e tamanho normal após a ereção5). Se não houver resposta à dose inicial, a próxima dose mais alta pode ser administrada dentro de 1 hora. Se houver resposta, deve-se aguardar pelo menos 1 dia antes de se administrar a próxima dose.

Disfunção erétil de etiologia7 vasculogênica, psicogênica9 ou mista

A adequação da dose deve ser iniciada com 2,5 mcg de Caverject®. Se houver resposta parcial, a dose seguinte pode ser aumentada de 2,5 mcg para 5 mcg e, a seguir, aumentada em incrementos de 5 a 10 mcg, dependendo da resposta erétil, até que se alcance a dose que produza uma ereção5 adequada para o ato sexual (relação sexual) e que não ultrapasse a duração de 60 minutos. Se não houver resposta à dose inicial de 2,5 mcg, a segunda dose administrada pode ser aumentada para 7,5 mcg, seguida por incrementos de 5 a 10 mcg.

Disfunção erétil de etiologia7 neurogênica pura (trauma na coluna vertebral40 afetando a região dos nervos)

A adequação da dose deve ser iniciada com 1,25 mcg de Caverject®. A dose pode ser aumentada de 1,25 mcg para 2,5 mcg e, a seguir, aumentada de 2,5 mcg para uma dose de 5 mcg, seguindo-se incrementos de 5 mcg, até que a dose produza uma ereção5 adequada para o ato sexual e que não ultrapasse a duração de 60 minutos.

Terapia de Manutenção: Autoaplicação

A dose de Caverject® selecionada para a terapia por autoaplicação deve proporcionar ao paciente uma ereção5

satisfatória para o ato sexual e mantida por um tempo que não ultrapasse 60 minutos. Se a duração da ereção5 for superior a 60 minutos, a dose de Caverject® deve ser reduzida. A terapia por autoaplicação para uso em casa deve ser iniciada na dose determinada no consultório médico, entretanto, se for necessário ajuste na dose, isto deve ser realizado apenas após consulta com o médico. A dose eficaz mais baixa deve ser utilizada. A frequência recomendada de injeções é de não mais que três vezes por semana com intervalos de pelo menos 24 horas entre cada dose. Espera-se que a ereção5 se desenvolva dentro de 5 a 20 minutos após a aplicação.

Caverject® como coadjuvante10 no diagnóstico11 da disfunção erétil

No teste mais simples para o diagnóstico11 da disfunção erétil (teste farmacológico), os pacientes são monitorados quanto à ocorrência de ereção5 após uma injeção26 intracavernosa de Caverject®. Extensões desse teste incluem o uso de Caverject® como adjuvante em investigações laboratoriais, tais como imagens duplex ou Doppler (imagens de ultrassom), testes de washout com xenônio133(exame para medir a quantidade de sangue17 circulando no pênis6), penograma com radioisótopos41 (exame para diagnosticar disfunção erétil) e arteriografia peniana (exames para visualizar vasos sanguíneos8 do pênis6), para permitir visibilização e avaliação da vasculatura peniana (avaliar os vasos sanguíneos8 do pênis6). Para qualquer um desses testes, deve ser utilizada uma dose única de Caverject® que induza uma ereção5 com rigidez firme.

Recomendações para a monitoração do tratamento

Deve-se acompanhar regularmente o paciente em esquema de autoaplicação. Isso é especialmente importante nas autoaplicações iniciais, quando podem ser necessários ajustes na dose de Caverject®.

Preparação para uso de Caverject®

Caverject® deve ser reconstituído apenas com o diluente que acompanha a embalagem (1 mL de água para injetáveis).

Após reconstituição com 1 mL do diluente, o volume final da solução é de 1,13 mL.

A quantidade de Caverject® que pode ser dispensada em cada frasco-ampola é de 10 ou 20 mcg, dependendo da apresentação comercial, porque aproximadamente 0,5 mcg são perdidos devido à adsorção ao frasco-ampola e seringa2.

NÃO AGITAR A SOLUÇÃO RECONSTITUÍDA.

A solução reconstituída de Caverject® destina-se apenas para uso único, devendo o restante da solução ser descartada após o uso. O usuário deve ser orientado quanto à forma adequada de descarte da seringa2, agulha e frasco-ampola.

Caverject® deve ser usado apenas por injeção26 intracavernosa.

O tratamento por autoaplicação deve ser feito apenas sob rigoroso acompanhamento de seu médico e utilizando apenas a técnica e as doses recomendadas por ele. Durante o tratamento por autoaplicação, deve-se retornar ao consultório médico.

Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento. Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico.

O QUE DEVO FAZER QUANDO EU ME ESQUECER DE USAR ESTE MEDICAMENTO?

Caverject® é um medicamento de uso sob demanda (uso conforme necessário). Caso você se esqueça de usar

este medicamento, aplique-o assim que lembrar, caso queira que o medicamento tenha o seu efeito esperado.

Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.

QUAIS OS MALES QUE ESTE MEDICAMENTO PODE ME CAUSAR?

Informe ao seu médico o aparecimento de qualquer reação desagradável durante o tratamento com Caverject®.

Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): dor peniana (no pênis6).

Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): eritema42 (vermelhidão), fibrose21 peniana (formação de tecido12 endurecido podendo levar a deformidade) incluindo doença de Peyronie (angulação anormal do pênis6), angulação, nódulos fibróticos (formação de tecidos endurecidos arredondados), ereção5 prolongada (entre 4 e 6 horas), hematoma43 (acúmulo de sangue17 visível) no local da injeção26, equimose44 (manchas arroxeadas) no local da injeção26.

Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): infecção45 por fungos (microrganismos que causam infecção45), reação vasovagal (sensação de desmaio, tontura46, escurecimento da vista), hipoestesia47 (sistêmica) (sensibilidade diminuída generalizada), dormência48 peniana, sensibilidade peniana diminuída, midríase49 (pupila aumentada), extrassístole supraventricular (arritmia50 do coração51), hipotensão52 (pressão baixa), vasodilatação (aumento do diâmetro dos vasos), distúrbio vascular53 periférico (alteração do diâmetro dos vasos periféricos), vazamento venoso peniano (dificuldade específica de manter a ereção5), náusea54 (enjoo), boca55 seca, rash56 (erupção57 cutânea58), diaforese59 (suor excessivo), prurido60 (coceira), câimbras61 nas pernas, sangramento uretral62 (saída de sangue17 pela uretra63, orifício por onde sai a urina64), hematúria65 (presença de sangue17 na urina64), micção66 prejudicada, frequência urinária, urgência67 urinária (desejo intenso de urinar), priapismo14 (ereção5 dolorosa e persistente [duração da ereção5 maior que 6 horas]), dor pélvica68, ereção5 dolorosa, dor testicular, distúrbio escrotal, irritação peniana, balanite (inflamação69 da pele70 que reveste a glande), edema71 escrotal, aumento da temperatura do pênis6, distúrbio testicular, ejaculação72 (eliminação do esperma73) anormal, fimose74 (quando a glande do pênis6 está encoberta pela pele70 local e não consegue ser exposta), hemorragia75 no local da injeção26, inflamação69 no local da injeção26, edema71 no local da injeção26, inchaço76 no local da injeção26, fraqueza muscular localizada, prurido60 (coceira) no local da injeção26, creatinina77 sanguínea aumentada (exame laboratorial que testa a função dos rins33).

Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também à empresa através do seu serviço de atendimento.

O QUE FAZER SE ALGUÉM USAR UMA QUANTIDADE MAIOR DO QUE A INDICADA DESTE MEDICAMENTO?

Não se observou superdose nos estudos clínicos com Caverject®. Se ocorrer uma superdose de Caverject® por via intracavernosa, o paciente deve ser mantido sob supervisão médica até que os efeitos sistêmicos78 tenham se resolvido e/ou que o pênis6 tenha desinchado. Deve-se tratar sintomaticamente qualquer efeito sistêmico79.

Uso em pacientes Idosos: Aos pacientes idosos aplicam-se todas as recomendações acima descritas.

Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações.

DIZERES LEGAIS


VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA
 

MS – 1.2110.0407
Farmacêutica Responsável: Edina S. M. Nakamura – CRF-SP n? 9258

Registrado por:
Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
Rua Alexandre Dumas, 1.860 CEP 04717–904 - São Paulo – SP
CNPJ nº 61.072.393/0001–33

Fabricado por:
Pfizer Manufacturing Belgium NV
Puurs – Bélgica

Embalado por:
Valdepharm
Val de Reuil - França

Importado por:
Wyeth Indústria Farmacêutica Ltda.
Rodovia Presidente Castelo Branco nº 32.501, Km 32,5
CEP 06696–000 - Itapevi – SP


SAC 08000 160625

GUIA PARA O USO CORRETO DE CAVERJECT®

Informações importantes sobre o uso de Caverject®: Caverject® (alprostadil) é utilizado no tratamento da disfunção erétil. Antes de utilizá-lo, você deve ser treinado por seu médico quanto à técnica adequada de autoaplicação. Seu médico também determinará a dose adequada para o seu caso. As informações aqui contidas destinam-se exclusivamente à autoaplicação de Caverject®. Não utilize os métodos aqui descritos para a administração de qualquer outro medicamento.

Seguindo as recomendações de seu médico, você pode esperar que a ereção5 ocorra dentro de 5 a 20 minutos. O objetivo do tratamento padrão é produzir uma ereção5 que persista por cerca de uma hora. Se a ereção5 for extremamente dolorosa, se persistir por mais de 4 horas ou se você observar outros efeitos colaterais80 que o preocupem, procure seu médico imediatamente.

Ereções que persistam por mais de 4 horas podem causar danos graves e permanentes. Avise seu médico imediatamente se a ereção5 se mantiver por mais de 4 horas após a aplicação do produto.

Caverject® não deve ser utilizado mais do que 3 vezes por semana; deve haver um intervalo mínimo de 24 horas entre as doses.

ESTE GUIA NÃO SUBSTITUI A ORIENTAÇÃO DE SEU MÉDICO. SE VOCÊ TIVER QUAISQUER DÚVIDAS, CONVERSE COM ELE. NÃO MODIFIQUE A DOSE DE CAVERJECT® A SER APLICADA SEM ANTES CONVERSAR COM SEU MÉDICO.

Se você não estiver seguro do volume de dose a ser utilizado, converse com seu médico.

Conteúdo da embalagem

Cada embalagem de Caverject® contém um frasco-ampola com o produto, uma seringa2 com diluente para preparar a solução a ser aplicada com ‘Luer lock’ (o Luer lock será utilizado para conectar a agulha à seringa2) e selo de segurança protetor, duas agulha estéreis e duas compressas antissépticas (a agulha mais curta deve ser usada exclusivamente para aplicação e a agulha mais longa para transferência).

Veja ilustração abaixo da seringa2 Luer lock e do selo de segurança:

Caverject® é apresentado em 2 concentrações (10 mcg e 20 mcg). Assegure-se de que você vai utilizar o medicamento com a concentração correta prescrita por seu médico.

Armazenamento e manuseio

Observe o prazo de validade do produto impresso na embalagem externa.

Caverject® deve ser conservado sob refrigeração (entre 2 e 8°C), protegido da luz. Não congelar. Após reconstituição com o diluente que acompanha o medicamento, a solução reconstituída pode ser armazenada a temperatura ambiente (abaixo de 25ºC) por até 24 horas.

Atenção: O produto Caverject® e/ou sua solução reconstituída não devem ser congelados.

Utilize o conteúdo de cada embalagem apenas uma vez. Todo o resto da solução não utilizada deve ser descartado.

Para assegurar a esterilidade81 desta técnica de aplicação, é essencial que as agulhas permaneçam estéreis. Agulhas e seringas descartáveis não exigem esterilização, se a embalagem estiver intacta. O conjunto de agulhas e seringa2 deve ser utilizado apenas uma vez e depois desprezado.

Atenção: Caverject® usa uma agulha superfina para a administração. Assim como todas as agulhas superfinas, existe a possibilidade de quebra da agulha.

A quebra da agulha, com uma parte da agulha permanecendo no pênis6, tem sido relatada e, em alguns casos, necessitou de hospitalização e remoção cirúrgica.

Técnicas apropriadas de manuseio e administração da injeção26 pode minimizar o potencial de quebra da agulha. Caso a agulha esteja torta, não a utilize e não tente endireitá-la. Você deve remover a agulha da seringa2, descartá-la, e colocar uma nova agulha estéril na seringa2.

Preparo da medicação

Não autoaplique Caverject® antes de ser treinado e instruído por seu médico sobre sua utilização. Se você não obedecer às recomendações quanto à assepsia82, pode ocorrer infecção45 no local da injeção26.

  1. Lave as mãos83 com água e sabão e seque-as com uma toalha limpa.
  2. Manuseie a seringa2 apenas no seu corpo central. Não toque na agulha com as mãos83 e não a encoste em nenhuma superfície.
  3. Gire cuidadosamente a extremidade superior do selo de segurança cinza da seringa2, de forma a romper o lacre e, desta forma, destacar a metade superior do lacre. Uma vez destacada a parte superior do lacre, encaixe cuidadosamente a agulha na seringa2 com um movimento giratório, sem retirar o protetor da agulha.
    UTILIZE A AGULHA MAIS LONGA (código 22G1½ - 0,7 x 40).
    Atenção: Essa agulha mais longa deve ser usada APENAS para a transferência do diluente para o frasco- ampola.
  4. Retire a capa plástica da tampa do frasco-ampola.
  5. Limpe a tampa de borracha do frasco-ampola de Caverject® utilizando uma compressa com álcool. Descarte essa compressa.
    Limpando a tampa de borracha do frasco
  6. Retire cuidadosamente o protetor da agulha da seringa2.

    Não toque na agulha exposta. Segure a seringa2 com a ponta da agulha para cima e empurre o êmbolo84 até a marca de 1-cc (1 mL) na seringa2. Isso expulsará o ar e o excesso de diluente.
  7. Introduza a agulha na parte central da tampa de borracha do frasco-ampola e, então, empurre o êmbolo84 para injetar o diluente no frasco. Passe imediatamente para o procedimento seguinte.
    Injetando o diluente no interior do frasco
  8. Cuidadosamente e, sem retirar a agulha, segure em conjunto a seringa2 e o frasco-ampola, girando-o delicadamente (não agitar), para que a medicação se dissolva completamente. Suavemente gire o frasco-ampola para dissolver qualquer eventual resíduo de medicamento no pescoço85 do frasco-ampola. Não utilize a solução se ela mudar de cor, ficar turva ou se contiver partículas suspensas.
  9. Mantendo a seringa2 no frasco-ampola, segure firmemente esse conjunto em uma das mãos83.
  10. Para retirar a medicação, inverta a posição do frasco-ampola com a seringa2 posicionada, de tal forma que o frasco-ampola esteja na posição superior e a seringa2 na posição inferior (veja a figura). Assegurando-se de que a ponta da agulha esteja imersa abaixo do nível do líquido, lentamente puxe o êmbolo84 até que toda a solução seja retirada do frasco-ampola.
    Retirando a medicação.
  11. Se houver bolhas de ar na seringa2, bata levemente na seringa2 até que as bolhas flutuem sobre a solução. Segurando a seringa2 posicionada para cima, empurre o êmbolo84 até a marca do volume prescrito por seu médico. Com isto, serão expelidos, de volta para o frasco-ampola, o ar e o excesso de solução.

    Batendo na seringa2 para remover bolhas de ar.
  12. Segure a seringa2 (não pelo êmbolo84) e remova o conjunto seringa2/agulha do frascoampola de Caverject®.
  13. Cuidadosamente, recoloque o protetor na agulha.
  14. Substitua essa agulha de transferência pela agulha mais curta (27G½ - 0,4 x 13). Mantendo a agulha ainda protegida com sua capa plástica, coloque a seringa2 sobre uma superfície.

    Atenção: essa agulha mais curta e mais fina deve ser usada APENAS para a aplicação do medicamento.

Escolha do local para a aplicação

A: Corte transversal do pênis6, indicando o local e o ângulo da injeção26.

B: Vista superior do pênis6 indicando os locais próprios para a injeção26.

  1. Caverject® deve ser injetado em uma das duas áreas do pênis6 denominadas corpos cavernosos. Os corpos cavernosos estão localizados em cada um dos lados laterais do pênis6, no sentido do comprimento (veja o diagrama). Siga as instruções seguintes cuidadosamente, para ter certeza de que a medicação foi injetada corretamente.
  2. Escolha um local para a aplicação em um lado do pênis6, como mostrado na Figura. EVITE VASOS SANGUÍNEOS8 VISÍVEIS.
  3. CADA VEZ QUE VOCÊ UTILIZAR CAVERJECT®, ALTERNE O LADO DO PÊNIS6 E VARIE O LOCAL DE CADA APLICAÇÃO.

Aplicação da dose de Caverject®

  1. Faça a autoaplicação mantendo-se sentado ou levemente reclinado.
  2. Segure a cabeça86 de seu pênis6 entre seu polegar e dedo indicador. Estire o pênis6 e segure-o firmemente contra sua coxa87, de maneira que você possa visualizar claramente o ponto selecionado para a aplicação. Em homens não circuncisados, a pele70 deve ser retraída para assegurar uma localização adequada da aplicação.
  3. Limpe toda a área de injeção26 utilizando outra compressa com álcool. Não descarte esta compressa, pois ela será novamente utilizada mais adiante.
  4. Reposicione o pênis6 firmemente contra sua coxa87 como mostrado no Passo 2, para que ele não se mova durante a aplicação.
  5. Segure a seringa2 entre o polegar e o dedo indicador (veja a figura). Com um movimento contínuo, constante, introduza a agulha num ângulo de 90 graus no local da aplicação, como determinado pelo seu médico, até que a porção metálica da agulha esteja quase que totalmente no pênis6.
    Introduzindo a agulha no local da injeção26
  6. Segurando a seringa2 entre dois dedos, mova seu polegar ou indicador até o topo do êmbolo84 e pressione para baixo, injetando o conteúdo total da seringa2 através de um movimento lento e constante (veja figura).
    Injetando o conteúdo da seringa2
  7. Ainda segurando a seringa2, retire a agulha de seu pênis6. Pressione suavemente o local da aplicação com a compressa, por cerca de 5 minutos, ou até que cesse o sangramento.

Descarte do material utilizado

Após utilizar o conteúdo desta embalagem, descarte de forma segura e adequada todos os materiais utilizados. Seringas e agulhas não devem ser reutilizadas ou compartilhadas com outras pessoas. Da mesma forma que com outros medicamentos, não permita que qualquer outra pessoa utilize sua medicação.

Antes de consumir qualquer medicamento, consulte seu médico (http://www.catalogo.med.br).

Complementos

1 Liofilizado: Submetido à liofilização, que é a desidratação de substâncias realizada em baixas temperaturas, usada especialmente na conservação de alimentos, em medicamentos, etc.
2 Seringa: Dispositivo usado para injetar medicações ou outros líquidos nos tecidos do corpo. A seringa de insulina é formada por um tubo plástico com um êmbolo e uma agulha pequena na ponta.
3 Lactose: Tipo de glicídio que possui ligação glicosídica. É o açúcar encontrado no leite e seus derivados. A lactose é formada por dois carboidratos menores, chamados monossacarídeos, a glicose e a galactose, sendo, portanto, um dissacarídeo.
4 Ácido clorídrico: Ácido clorídrico ou ácido muriático é uma solução aquosa, ácida e queimativa, normalmente utilizado como reagente químico. É um dos ácidos que se ioniza completamente em solução aquosa.
5 Ereção: 1. Ato ou efeito de erigir ou erguer. 2. Inauguração, criação. 3. Levantamento ou endurecimento do pênis.
6 Pênis: Órgão reprodutor externo masculino. É composto por uma massa de tecido erétil encerrada em três compartimentos cilíndricos fibrosos. Dois destes compartimentos, os corpos cavernosos, ficam lado a lado ao longo da parte superior do órgão. O terceiro compartimento (na parte inferior), o corpo esponjoso, abriga a uretra.
7 Etiologia: 1. Ramo do conhecimento cujo objeto é a pesquisa e a determinação das causas e origens de um determinado fenômeno. 2. Estudo das causas das doenças.
8 Vasos Sanguíneos: Qualquer vaso tubular que transporta o sangue (artérias, arteríolas, capilares, vênulas e veias).
9 Psicogênica: 1. Relativo à psicogenia ou psicogênese, ou seja, relativo à origem e desenvolvimento do psiquismo. 2. Relativo a ou próprio de fenômenos somáticos com origem psíquica.
10 Coadjuvante: Que ou o que coadjuva, auxilia ou concorre para um objetivo comum.
11 Diagnóstico: Determinação de uma doença a partir dos seus sinais e sintomas.
12 Tecido: Conjunto de células de características semelhantes, organizadas em estruturas complexas para cumprir uma determinada função. Exemplo de tecido: o tecido ósseo encontra-se formado por osteócitos dispostos em uma matriz mineral para cumprir funções de sustentação.
13 Reação alérgica: Sensibilidade a uma substância específica, chamada de alérgeno, com a qual se entra em contato por meio da pele, pulmões, deglutição ou injeções.
14 Priapismo: Condição, associada ou não a um estímulo sexual, na qual o pênis ereto não retorna ao seu estado flácido habitual. Essa ereção é involuntária, duradora (cerca de 4 horas), geralmente dolorosa e potencialmente danosa, podendo levar à impotência sexual irreversível, constituindo-se numa emergência médica.
15 Anemia falciforme: Doença hereditária que causa a má formação das hemácias, que assumem forma semelhante a foices (de onde vem o nome da doença), com maior ou menor severidade de acordo com o caso, o que causa deficiência do transporte de gases nos indivíduos que possuem a doença. É comum na África, na Europa Mediterrânea, no Oriente Médio e em certas regiões da Índia.
16 Células: Unidades (ou subunidades) funcionais e estruturais fundamentais dos organismos vivos. São compostas de CITOPLASMA (com várias ORGANELAS) e limitadas por uma MEMBRANA CELULAR.
17 Sangue: O sangue é uma substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em um adulto sadio, cerca de 45% do volume de seu sangue é composto por células (a maioria glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares.
18 Mieloma: Variedade de câncer que afeta os linfócitos tipo B, encarregados de produzir imunoglobulinas. Caracteriza-se pelo surgimento de dores ósseas, freqüentemente a nível vertebral, anemia, insuficiência renal e um estado de imunodeficiência crônica.
19 Leucemia: Doença maligna caracterizada pela proliferação anormal de elementos celulares que originam os glóbulos brancos (leucócitos). Como resultado, produz-se a substituição do tecido normal por células cancerosas, com conseqüente diminuição da capacidade imunológica, anemia, distúrbios da função plaquetária, etc.
20 Câncer: Crescimento anormal de um tecido celular capaz de invadir outros órgãos localmente ou à distância (metástases).
21 Fibrose: 1. Aumento das fibras de um tecido. 2. Formação ou desenvolvimento de tecido conjuntivo em determinado órgão ou tecido como parte de um processo de cicatrização ou de degenerescência fibroide.
22 Implante: 1. Em cirurgia e odontologia é o material retirado do próprio indivíduo, de outrem ou artificialmente elaborado que é inserido ou enxertado em uma estrutura orgânica, de modo a fazer parte integrante dela. 2. Na medicina, é qualquer material natural ou artificial inserido ou enxertado no organismo. 3. Em patologia, é uma célula ou fragmento de tecido, especialmente de tumores, que migra para outro local do organismo, com subsequente crescimento.
23 Prótese: Elemento artificial implantado para substituir a função de um órgão alterado. Existem próteses de quadril, de rótula, próteses dentárias, etc.
24 Anticoagulantes: Substâncias ou medicamentos que evitam a coagulação, especialmente do sangue.
25 Coagular: Promover a coagulação ou solidificação; perder a fluidez, transformar-se em massa ou sólido.
26 Injeção: Infiltração de medicação ou nutrientes líquidos no corpo através de uma agulha e seringa.
27 Vírus: Pequeno microorganismo capaz de infectar uma célula de um organismo superior e replicar-se utilizando os elementos celulares do hospedeiro. São capazes de causar múltiplas doenças, desde um resfriado comum até a AIDS.
28 HIV: Abreviatura em inglês do vírus da imunodeficiência humana. É o agente causador da AIDS.
29 Hepatite: Inflamação do fígado, caracterizada por coloração amarela da pele e mucosas (icterícia), dor na região superior direita do abdome, cansaço generalizado, aumento do tamanho do fígado, etc. Pode ser produzida por múltiplas causas como infecções virais, toxicidade por drogas, doenças imunológicas, etc.
30 Sífilis: Doença transmitida pelo contato sexual, causada por uma bactéria de forma espiralada chamada Treponema pallidum. Produz diferentes sintomas de acordo com a etapa da doença. Primeiro surge uma úlcera na zona de contato com inflamação dos gânglios linfáticos regionais. Após um período a lesão inicial cura-se espontaneamente e aparecem lesões secundárias (rash cutâneo, goma sifilítica, etc.). Em suas fases tardias pode causar transtorno neurológico sério e irreversível, que felizmente após o advento do tratamento com antibióticos tem se tornado de ocorrência rara. Pode ser causa de infertilidade e abortos espontâneos repetidos.
31 Toxicidade: Capacidade de uma substância produzir efeitos prejudiciais ao organismo vivo.
32 Fígado: Órgão que transforma alimento em energia, remove álcool e toxinas do sangue e fabrica bile. A bile, produzida pelo fígado, é importante na digestão, especialmente das gorduras. Após secretada pelas células hepáticas ela é recolhida por canalículos progressivamente maiores que a levam para dois canais que se juntam na saída do fígado e a conduzem intermitentemente até o duodeno, que é a primeira porção do intestino delgado. Com esse canal biliar comum, chamado ducto hepático, comunica-se a vesícula biliar através de um canal sinuoso, chamado ducto cístico. Quando recebe esse canal de drenagem da vesícula biliar, o canal hepático comum muda de nome para colédoco. Este, ao entrar na parede do duodeno, tem um músculo circular, designado esfíncter de Oddi, que controla o seu esvaziamento para o intestino.
33 Rins: Órgãos em forma de feijão que filtram o sangue e formam a urina. Os rins são localizados na região posterior do abdômen, um de cada lado da coluna vertebral.
34 Bebês: Lactentes. Inclui o período neonatal e se estende até 1 ano de idade (12 meses).
35 Gravidez: Condição de ter um embrião ou feto em desenvolvimento no trato reprodutivo feminino após a união de ovo e espermatozóide.
36 Saúde: 1. Estado de equilíbrio dinâmico entre o organismo e o seu ambiente, o qual mantém as características estruturais e funcionais do organismo dentro dos limites normais para sua forma de vida e para a sua fase do ciclo vital. 2. Estado de boa disposição física e psíquica; bem-estar. 3. Brinde, saudação que se faz bebendo à saúde de alguém. 4. Força física; robustez, vigor, energia.
37 Proximal: 1. Que se localiza próximo do centro, do ponto de origem ou do ponto de união. 2. Em anatomia geral, significa o mais próximo do tronco (no caso dos membros) ou do ponto de origem (no caso de vasos e nervos). Ou também o que fica voltado para a cabeça (diz-se de qualquer formação). 3. Em botânica, o que fica próximo ao ponto de origem ou à base. 4. Em odontologia, é o mais próximo do ponto médio do arco dental.
38 Veias: Vasos sangüíneos que levam o sangue ao coração.
39 Detumescência: 1. Ato ou efeito de detumescer. 2. Retorno do pênis ao estado flácido, após a ereção. 3. Ato de ou conduta para desinchar o tumor.
40 Coluna vertebral:
41 Radioisótopos: Os radioisótopos são formados por isótopos, que são átomos com o mesmo número atômico e diferente número de massa. A Medicina Nuclear é a área da medicina onde mais são utilizados os radioisótopos, tanto em diagnósticos como em terapias. Os fármacos que conduzem os radioisótopos até os órgãos e sistemas do corpo são chamados radiofármacos.
42 Eritema: Vermelhidão da pele, difusa ou salpicada, que desaparece à pressão.
43 Hematoma: Acúmulo de sangue em um órgão ou tecido após uma hemorragia.
44 Equimose: Mancha escura ou azulada devido à infiltração difusa de sangue no tecido subcutâneo. A maioria aparece após um traumatismo, mas pode surgir espontaneamente em pessoas que apresentam fragilidade capilar ou alguma coagulopatia. Após um período de tempo variável, a equimose desaparece passando por diferentes gradações: violácea, acastanhada, esverdeada e amarelada.
45 Infecção: Doença produzida pela invasão de um germe (bactéria, vírus, fungo, etc.) em um organismo superior. Como conseqüência da mesma podem ser produzidas alterações na estrutura ou funcionamento dos tecidos comprometidos, ocasionando febre, queda do estado geral, e inúmeros sintomas que dependem do tipo de germe e da reação imunológica perante o mesmo.
46 Tontura: O indivíduo tem a sensação de desequilíbrio, de instabilidade, de pisar no vazio, de que vai cair.
47 Hipoestesia: Perda ou diminuição de sensibilidade em determinada região do organismo.
48 Dormência: 1. Estado ou característica de quem ou do que dorme. 2. No sentido figurado, inércia com relação a se fazer alguma coisa, a se tomar uma atitude, etc., resultando numa abulia ou falta de ação; entorpecimento, estagnação, marasmo. 3. Situação de total repouso; quietação. 4. No sentido figurado, insensibilidade espiritual de um ser diante do mundo. Sensação desagradável caracterizada por perda da sensibilidade e sensação de formigamento, e que geralmente ocorre nas extremidades dos membros. 5. Em biologia, é um período longo de inatividade, com metabolismo reduzido ou suspenso, geralmente associado a condições ambientais desfavoráveis; estivação.
49 Midríase: Dilatação da pupila. Ela pode ser fisiológica, patológica ou terapêutica.
50 Arritmia: Arritmia cardíaca é o nome dado a diversas perturbações que alteram a frequência ou o ritmo dos batimentos cardíacos.
51 Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sangüínea.
52 Hipotensão: Pressão sanguínea baixa ou queda repentina na pressão sanguínea. A hipotensão pode ocorrer quando uma pessoa muda rapidamente de uma posição sentada ou deitada para a posição de pé, causando vertigem ou desmaio.
53 Vascular: Relativo aos vasos sanguíneos do organismo.
54 Náusea: Vontade de vomitar. Forma parte do mecanismo complexo do vômito e pode ser acompanhada de sudorese, sialorréia (salivação excessiva), vertigem, etc.
55 Boca: Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes
56 Rash: Coloração avermelhada da pele como conseqüência de uma reação alérgica ou infecção.
57 Erupção: 1. Ato, processo ou efeito de irromper. 2. Aumento rápido do brilho de uma estrela ou de pequena região da atmosfera solar. 3. Aparecimento de lesões de natureza inflamatória ou infecciosa, geralmente múltiplas, na pele e mucosas, provocadas por vírus, bactérias, intoxicações, etc. 4. Emissão de materiais magmáticos por um vulcão (lava, cinzas etc.).
58 Cutânea: Que diz respeito à pele, à cútis.
59 Diaforese: Sudação, transpiração intensa.
60 Prurido: 1.    Na dermatologia, o prurido significa uma sensação incômoda na pele ou nas mucosas que leva a coçar, devido à liberação pelo organismo de substâncias químicas, como a histamina, que irritam algum nervo periférico. 2.    Comichão, coceira. 3.    No sentido figurado, prurido é um estado de hesitação ou dor na consciência; escrúpulo, preocupação, pudor. Também pode significar um forte desejo, impaciência, inquietação.
61 Câimbras: Contrações involuntárias, espasmódicas e dolorosas de um ou mais músculos.
62 Uretral: Relativo ou pertencente à uretra.
63 Uretra: É um órgão túbulo-muscular que serve para eliminação da urina.
64 Urina: Resíduo líquido produzido pela filtração renal no organismo, estocado na bexiga e expelido pelo ato de urinar.
65 Hematúria: Eliminação de sangue juntamente com a urina. Sempre é anormal e relaciona-se com infecção do trato urinário, litíase renal, tumores ou doença inflamatória dos rins.
66 Micção: Emissão natural de urina por esvaziamento da bexiga.
67 Urgência: 1. Necessidade que requer solução imediata; pressa. 2. Situação crítica ou muito grave que tem prioridade sobre outras; emergência.
68 Pélvica: Relativo a ou próprio de pelve. A pelve é a cavidade no extremo inferior do tronco, formada pelos dois ossos do quadril (ilíacos), sacro e cóccix; bacia. Ou também é qualquer cavidade em forma de bacia ou taça (por exemplo, a pelve renal).
69 Inflamação: Conjunto de processos que se desenvolvem em um tecido em resposta a uma agressão externa. Incluem fenômenos vasculares como vasodilatação, edema, desencadeamento da resposta imunológica, ativação do sistema de coagulação, etc.Quando se produz em um tecido superficial (pele, tecido celular subcutâneo) pode apresentar tumefação, aumento da temperatura local, coloração avermelhada e dor (tétrade de Celso, o cientista que primeiro descreveu as características clínicas da inflamação).
70 Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
71 Edema: 1. Inchaço causado pelo excesso de fluidos no organismo. 2. Acúmulo anormal de líquido nos tecidos do organismo, especialmente no tecido conjuntivo.
72 Ejaculação: 1. Ato de ejacular. Expulsão vigorosa; forte derramamento (de líquido); jato. 2. Em fisiologia, emissão de esperma pela uretra no momento do orgasmo. 3. Por extensão de sentido, qualquer emissão. 4. No sentido figurado, fartura de palavras; arrazoado.
73 Esperma: Esperma ou sêmen. Líquido denso, gelatinoso, branco acinzentado e opaco, que contém espermatozoides e que serve para conduzi-los até o óvulo. O esperma é o líquido da ejaculação. Ele é composto de plasma seminal e espermatozoides. Este plasma contém nutrientes que alimentam e protegem os espermatozoides.
74 Fimose: Estreitamento no prepúcio do pênis que impede sua exposição. Geralmente é congênita ou secundária a uma infecção.
75 Hemorragia: Saída de sangue dos vasos sanguíneos ou do coração para o exterior, para o interstício ou para cavidades pré-formadas do organismo.
76 Inchaço: Inchação, edema.
77 Creatinina: Produto residual das proteínas da dieta e dos músculos do corpo. É excretada do organismo pelos rins. Uma vez que as doenças renais progridem, o nível de creatinina aumenta no sangue.
78 Sistêmicos: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
79 Sistêmico: 1. Relativo a sistema ou a sistemática. 2. Relativo à visão conspectiva, estrutural de um sistema; que se refere ou segue um sistema em seu conjunto. 3. Disposto de modo ordenado, metódico, coerente. 4. Em medicina, é o que envolve o organismo como um todo ou em grande parte.
80 Efeitos colaterais: 1. Ação não esperada de um medicamento. Ou seja, significa a ação sobre alguma parte do organismo diferente daquela que precisa ser tratada pelo medicamento. 2. Possível reação que pode ocorrer durante o uso do medicamento, podendo ser benéfica ou maléfica.
81 Esterilidade: Incapacidade para conceber (ficar grávida) por meios naturais. Suas causas podem ser masculinas, femininas ou do casal.
82 Assepsia: É o conjunto de medidas que utilizamos para impedir a penetração de micro-organismos em um ambiente que logicamente não os tem. Logo um ambiente asséptico é aquele que está livre de infecção.
83 Mãos: Articulação entre os ossos do metacarpo e as falanges.
84 Êmbolo: 1. Cilindro ou disco que se move em vaivém no interior de seringas, bombas, etc. 2. Na engenharia mecânica, é um cilindro metálico deslizante que recebe um movimento de vaivém no interior de um cilindro de motor de combustão interna. 3. Em artes gráficas, é uma haste de ferro com um cilindro, articulada para comprimir e lançar o chumbo ao molde. 4. Em patologia, é um coágulo ou outro tampão trazido pela corrente sanguínea a partir de um vaso distante, que obstrui a circulação ao ser forçado contra um vaso menor. 5. Na anatomia zoológica, nas aranhas, é um prolongamento delgado no ápice do aparelho copulador masculino.
85 Pescoço:
86 Cabeça:
87 Coxa: É a região situada abaixo da virilha e acima do joelho, onde está localizado o maior osso do corpo humano, o fêmur.

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